Questões de Concurso Comentadas sobre termos integrantes da oração: objeto direto, objeto indireto, complemento nominal, agente da passiva em português

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Q892366 Português

Leia o texto a seguir e responda a QUESTÃO.


Texto I


O padrão de beleza imposto pela mídia

    Temos vivido a era dos direitos humanos, mas por desconhecer o poder de influência que a mídia, através dos meios de comunicação, exerce em nossas vidas, em como penetra em nossa mente, não percebemos que nossos direitos jamais foram tão violados como nos dias de hoje. Temos visto um verdadeiro massacre humano, de mulheres, adolescentes se matando para atingir um inatingível padrão de beleza imposto pela mídia. Em uma sociedade democrática, as mulheres tornaram-se escravas da indústria da beleza, tão difundida pelos meios de comunicação, os quais tem dilacerado a nossa juventude, pessoas que estão perdendo o prazer de viver, tornando-se solitárias, por estarem inconformadas com sua forma física, controlam alimentos que ingerem, para não engordar; esta escravidão assassina a autoestima, produz uma guerra contra o espelho e gera uma auto rejeição terrível.
    As cobranças que as mulheres têm feito a si mesmas para atingir o padrão de beleza imposto pela mídia, tem lhes prejudicado em todos os sentidos, tanto psicológicos, como em seu corpo. A sociedade exige uma dupla ou tripla jornada de trabalho (cuidar da casa, do marido, das crianças, do emprego, do curso de especialização, do cabelo, da estética, entre outros). Diante de tudo isso, vem o stress, a não aceitação de seu corpo, as dietas malucas, distúrbios alimentares e mais tarde doenças como bulimia e anorexia nervosa.
    Os meios de comunicações têm imposto um estereotipado padrão de beleza feminina, os comerciais, desfiles, novelas, propagandas tem mostrado que para ser aceito na sociedade deve ser magra, vestir manequim 36. Nas capas das revistas, vemos belos corpos de modelos magérrimas, a pura perfeição. Diante disso, vem a cobrança de ser assim, para se sentir bonita e atraente, sexy, bem vista e aceita pela sociedade.
    O discurso da mídia decorre de uma pluralidade de produtos e avanços tecnológicos a fim de aprimorar a estética e forma física. Vemos todos os dias surgirem novos produtos de emagrecimento, são pílulas, sucos, comidas diet, light e zero, aparelhos de ginásticas, academias com uma imensidão de aparelhos, vídeos com séries de exercícios para se fazer em casa e perder medidas, revistas especializadas em perda de peso em tantos dias, cosméticos, cirurgias plásticas, redução de estômago.
    O país pode estar na maior crise financeira de todos os tempos, mas a indústria da moda não para de crescer. Para todos os lugares que se olha, se vê a influência ao culto de um corpo perfeito, uma barriga saradinha, uma constante luta contra a balança, uma conta de calorias presente em cada refeição. Os meios de comunicação apresentam diariamente o glamour da glória e do sucesso, de pessoas magras e em forma se dando bem em tudo que fazem, sem sofrer nenhum tipo de preconceito, apenas bem e com intensa ascensão social.

Fonte: adaptado de: SILVA, H. V. Cristina. Disponível em: < http://observatoriodaimprensa.com.br/diretorioacademico/_ed794_o_padrao_de_beleza_impost o_pela_midia/>. Acesso em: 8 fev. 2018.
Releia o período a seguir: “as mulheres tornaram-se escravas”.
Assinale a alternativa CORRETA, quanto à análise gramatical dos elementos que o compõe.
Alternativas
Q886269 Português

Para responder a questão abaixo, considere o texto abaixo:



(Adaptado de: CARVALHO, Bernardo. “A opinião dos leitores e a crítica”. Disponível em: folha.uol.com.br. Acesso em: 10/3/2018)
Vi a propaganda no mesmo dia em que a Câmara Brasileira do Livro e a Amazon anunciaram uma nova categoria do prêmio Jabuti... (2o parágrafo)
No contexto, possui a mesma função sintática que o elemento sublinhado acima o que está também sublinhado em:
Alternativas
Q884088 Português
Explicar ou compreender?

Muitas coisas podemos explicar sem, propriamente, compreender. Mas a pessoa humana, em sua dimensão mais íntima e profunda, só pode ser compreendida, jamais explicada. Posso explicar, segundo a lei da gravidade, a queda de uma pedra do décimo andar de um edifício. A pedra está totalmente sujeita à lei da gravidade, que a determina por inteiro, de modo a permitir uma explicação cabal desse fenômeno físico, dentro do princípio estrito da causalidade mecânica. Se, entretanto, um homem desesperado atira-se desse mesmo andar, o fato passa a pertencer a nível fenomênico inteiramente distinto. Posso explicar a queda do seu corpo pela mesma lei da gravitação, mas, nessa medida, estou a assimilá-lo à pedra, e meu juízo é apenas o de um físico interessado na queda dos corpos. Se quero interpretar o seu gesto, tenho que compreendê-lo em seu significado, tenho que aceitá-lo em sua irredutível integridade. Será sempre um ato significativo, pleno de interioridade; uma resposta criadora da vontade, embora destrutiva, de uma liberdade pessoal acuada, frente a uma situação interna insuportável.
    Se a pessoa humana é explicada, e não compreendida, destroem-se sua escolha e sua liberdade e, assim, degrada-se a sua história existencial. Sem liberdade interior não há história a ser compreendida, só fenômenos mecânicos. O homem, como pessoa, é um permanente emergir da necessidade, e essa emergência transcendente constitui o seu projeto como ser-no-mundo − projeto que não se pode explicar, mas que se deve buscar compreender.
(Adaptado de: PELLEGRINO, Hélio. Lucidez embriagada. São Paulo: Planeta, 2004, p. 28-29)
Classificam-se como sujeito (S) e complemento (C) da mesma forma verbal os termos destacados em
Alternativas
Q871000 Português

Texto 2 – Violência: O Valor da vida

Kalina Vanderlei Silva / Maciel Henrique Silva, Dicionário de conceitos históricos. São Paulo: Contexto, 2006, p. 412

A violência é um fenômeno social presente no cotidiano de todas as sociedades sob várias formas. Em geral, ao nos referirmos à violência, estamos falando da agressão física. Mas violência é uma categoria com amplos significados. Hoje, esse termo denota, além da agressão física, diversos tipos de imposição sobre a vida civil, como a repressão política, familiar ou de gênero, ou a censura da fala e do pensamento de determinados indivíduos e, ainda, o desgaste causado pelas condições de trabalho e condições econômicas. Dessa forma, podemos definir a violência como qualquer relação de força que um indivíduo impõe a outro.

Consideremos o surgimento das desigualdades econômicas na história: a vida em sociedade sempre foi violenta, porque, para sobreviver em ambientes hostis, o ser humano precisou produzir violência em escala inédita no reino animal.

Por outro lado, nas sociedades complexas, a violência deixou de ser uma ferramenta de sobrevivência e passou a ser um instrumento da organização da vida comunitária. Ou seja, foi usada para criar uma desigualdade social sem a qual, acreditam alguns teóricos, a sociedade não se desenvolveria nem se complexificaria. Essa desigualdade social é o fenômeno em que alguns indivíduos ou grupos desfrutam de bens e valores exclusivos e negados à maioria da população de uma sociedade. Tal desigualdade aparece em condições históricas específicas, constituindo-se em um tipo de violência fundamental para a constituição de civilizações.

“Ou seja, foi usada para criar uma desigualdade social sem a qual, acreditam alguns teóricos, a sociedade não se desenvolveria nem se complexificaria”. Sobre um componente desse segmento do texto 2, é correto afirmar que:
Alternativas
Q868620 Português

A respeito dos aspectos linguísticos do texto CB2A1AAA, julgue o seguinte item.


Em “temos o ‘jeitinho’ virando corrupção” (ℓ.15), os termos ‘jeitinho’ e “corrupção” funcionam como complementos diretos da forma verbal “temos”.

Alternativas
Q867042 Português

                           Hino Nacional Brasileiro


                 Ouviram do Ipiranga as margens plácidas

                 De um povo heróico o brado retumbante,

                   E o sol da liberdade, em raios fúlgidos,

                 Brilhou no céu da pátria nesse instante.

                         Se o penhor dessa igualdade

                Conseguimos conquistar com braço forte,

                             Em teu seio, ó liberdade,

                   Desafia o nosso peito a própria morte!

                                  Ó pátria amada,

                                       Idolatrada,

                                     Salve! Salve!

                   Brasil, um sonho intenso, um raio vívido

                    De amor e de esperança à terra desce,

                  Se em teu formoso céu, risonho e límpido,

                        A imagem do cruzeiro resplandece.

                           Gigante pela própria natureza,

                       És belo, és forte, impávido colosso,

                     E o teu futuro espelha essa grandeza.

                                        Terra adorada,

                                       Entre outras mil,

                                          És tu, Brasil,

                                      Ó pátria amada!

                        Dos filhos deste solo és mãe gentil,

                                         Pátria amada,

                                               Brasil!

                  Deitado eternamente em berço esplêndido,

                    Ao som do mar e à luz do céu profundo,

                       Fulguras, ó Brasil, florão da América,

                          Iluminado ao sol do novo mundo!

                               Do que a terra mais garrida

                  Teus risonhos, lindos campos têm mais flores;

                          "Nossos bosques têm mais vida",

                       "Nossa vida" no teu seio "mais amores".

                                       Ó pátria amada,

                                           Idolatrada,

                                         Salve! Salve!

                          Brasil, de amor eterno seja símbolo

                            O lábaro que ostentas estrelado,

                          E diga o verde-louro dessa flâmula

                         - Paz no futuro e glória no passado.

                       Mas, se ergues da justiça a clava forte,

                        Verás que um filho teu não foge à luta,

                     Nem teme, quem te adora, a própria morte.

                                         Terra adorada

                                        Entre outras mil,

                                           És tu, Brasil,

                                        Ó pátria amada!

                           Dos filhos deste solo és mãe gentil,

                                         Pátria amada,

                                                Brasil!

http://www2.planalto.gov.br/acervo/simbolos-nacionais/hinos/hino-nacional-brasileiro-1

Leia a estrofe abaixo:


Brasil, um sonho intenso, um raio vívido

De amor e de esperança à terra desce,

Se em teu formoso céu, risonho e límpido,

A imagem do Cruzeiro resplandece.


Assinale a alternativa INCORRETA:

Alternativas
Q867038 Português

                           Hino Nacional Brasileiro


                 Ouviram do Ipiranga as margens plácidas

                 De um povo heróico o brado retumbante,

                   E o sol da liberdade, em raios fúlgidos,

                 Brilhou no céu da pátria nesse instante.

                         Se o penhor dessa igualdade

                Conseguimos conquistar com braço forte,

                             Em teu seio, ó liberdade,

                   Desafia o nosso peito a própria morte!

                                  Ó pátria amada,

                                       Idolatrada,

                                     Salve! Salve!

                   Brasil, um sonho intenso, um raio vívido

                    De amor e de esperança à terra desce,

                  Se em teu formoso céu, risonho e límpido,

                        A imagem do cruzeiro resplandece.

                           Gigante pela própria natureza,

                       És belo, és forte, impávido colosso,

                     E o teu futuro espelha essa grandeza.

                                        Terra adorada,

                                       Entre outras mil,

                                          És tu, Brasil,

                                      Ó pátria amada!

                        Dos filhos deste solo és mãe gentil,

                                         Pátria amada,

                                               Brasil!

                  Deitado eternamente em berço esplêndido,

                    Ao som do mar e à luz do céu profundo,

                       Fulguras, ó Brasil, florão da América,

                          Iluminado ao sol do novo mundo!

                               Do que a terra mais garrida

                  Teus risonhos, lindos campos têm mais flores;

                          "Nossos bosques têm mais vida",

                       "Nossa vida" no teu seio "mais amores".

                                       Ó pátria amada,

                                           Idolatrada,

                                         Salve! Salve!

                          Brasil, de amor eterno seja símbolo

                            O lábaro que ostentas estrelado,

                          E diga o verde-louro dessa flâmula

                         - Paz no futuro e glória no passado.

                       Mas, se ergues da justiça a clava forte,

                        Verás que um filho teu não foge à luta,

                     Nem teme, quem te adora, a própria morte.

                                         Terra adorada

                                        Entre outras mil,

                                           És tu, Brasil,

                                        Ó pátria amada!

                           Dos filhos deste solo és mãe gentil,

                                         Pátria amada,

                                                Brasil!

http://www2.planalto.gov.br/acervo/simbolos-nacionais/hinos/hino-nacional-brasileiro-1

Levando em conta a segunda estrofe do hino nacional, assinale a alternativa que indica CORRETAMENTE o objeto do verbo conquistar:
Alternativas
Q866337 Português

Para responder à questão, considere o seguinte fragmento retirado do texto.


A partir das cinzas da Guerra Civil, o sindicalismo americano se reuniu para pleitear um dia de oito horas.

Assinale a alternativa INCORRETA sobre o fragmento dado.
Alternativas
Q2779646 Português

“Entretanto em 1995, os Simpsons já mostravam essa realidade em seus episódios.” Os termos “essa realidade” e “em seus episódios” são, respectivamente:

Alternativas
Q2779645 Português

“O mundo será administrado exclusivamente pelas crianças”. O termo destacado é um:

Alternativas
Q2779639 Português

Leia a anedota abaixo para responder as questões de 28 a 30.


O camarada telefona pro consultório médico:


─ Quero marcar uma consulta pra amanhã, tenho convênio!

─ Sinto muito, senhor, só temos hora pra daqui a dois meses...

─ Peraí... Até lá, posso ter morrido!

─ Nesse caso, peça pra alguém telefonar e desmarcar a consulta!

“O camarada telefona pro consultório médico:”. O termo destacado é:

Alternativas
Q2745098 Português

Nas alternativas abaixo, todas as expressões sublinhadas são classificadas sintaticamente como objeto direto, exceto em:

Alternativas
Q2724355 Português

Os verbos variam de significado a depender de sua regência. Nesse sentido, é correto afirmar que o verbo “preceder” no sentido de “ser mais importante ou superior” rege-se da seguinte forma:

Alternativas
Q2720894 Português

Marque a opção em que a análise do termo sublinhado está CORRETA.

Alternativas
Q2042797 Português
        Até [recentemente] toda a produção e grande parte da cultura estavam baseadas no trabalho  humano. As constituições das nações enfatizam a centralidade do trabalho. A Declaração Universal  dos Direitos Humanos, em seu artigo 23, estipula que "toda pessoa tem direito ao trabalho, à livre  escolha de seu trabalho e a condições equitativas e satisfatórias de trabalho e à proteção contra o  desemprego". O trabalho emergia assim, tanto para o capitalismo quanto para o socialismo, como o  construtor do mundo e da cultura, como um direito humano fundamental, como a forma mediante a  qual o ser humano se constrói a si mesmo como criador. O desemprego, na sociedade clássica,  significava um disfuncionamento passageiro. O ideal visado pela sociedade era criar o pleno  emprego para todos. Inadmissível seria compreender e aceitar o desemprego como consequência de  uma nova revolução tecnológica. Tudo era montado para dar emprego e trabalho a todos. Ora, é  exatamente o contrário que está correndo de forma irrecuperável. O aparelho produtivo  informatizado e robotizado produz mais e melhor e com quase nenhum trabalho humano. A  produção excede às necessidades dos países ricos. Desfez-se a conexão produção versus  necessidade. A questão é nunca deixar de produzir cada vez mais. Em razão desta lógica, devem-se  suscitar, mesmo artificialmente, necessidades para satisfazê-las mediante uma maior produção.
                 .................................................................................................................................................... 
        A informatização e a robotização junto com as relações desiguais no comércio  internacional, favorecendo os países ricos, à custa dos pobres, produziram este fenômeno  surpreendente: nos últimos trinta anos, a Europa triplicou na riqueza e ao mesmo tempo diminuiu em  um quarto o tempo de trabalho. 
          Na medida em que cresce a abundância de bens e de  serviços produzidos pela  informatização, cresce também o número dos excluídos do emprego e dos excluídos sociais. 
               ..................................................................................................................................................... 
          A lógica desse tipo de desenvolvimento (...) prolonga a perversidade     da     lógica     presente     no     modelo capitalista     de     desenvolvimento:     o     primado     do quantitativo  sobre   o qualitativo, o privilégio   do capital dos meios novos de produção sobre a pessoa humana  trabalhadora; a predominância do material sobre o humanístico, sobre o ético e sobre o espiritual.
                ....................................................................................................................................................   
          (...) Observador atento das mudanças mundiais, o teólogo da libertação, vivendo no Brasil,  José Comblin,  escreveu com acerto: "Na atualidade, está se formando outra concepção da vida: o  papel da pessoa na sociedade, ou melhor dito, no espetáculo da sociedade, é mais importante do que  o trabalho. Por isso as atividades sociais, de representação, de diversão, de espetáculo são as mais  importantes. Para um empresário, mais importante do que o trabalho são as entrevistas dadas à  imprensa e à TV. O trabalho é o meio de acesso a um certo status social, uma figuração. Não vale  pelo trabalho, mas pela figuração que permite. No trabalho, o que importa não é a produção, mas o  prestígio que confere, a iluminação que dá ao sujeito na sociedade". (...) 
         Nesta sociedade em mutação, a realização de si mesmo constitui a preocupação principal;  nem sempre esta realização passa pelo trabalho, pois pode passar por outra atividade qualquer,  ocupação alternativa e autônoma. (...) Daí a importância, nesta nova fase, do tempo livre, das férias  em função das quais se trabalha o ano todo. O fim de semana livre é mais importante que os demais  dias de trabalho da semana. 
         A própria vivência da sociedade muda. Antes, conhecia-se a sociedade pela participação  nela através de mil e uma atividades. Agora, pelos meios de comunicação. Sabemos o que se passa  na nossa cidade por aquilo que o rádio, a televisão e os jornais mostram. A cidade virou um grande  espetáculo: são os shopping centers, as vitrines, os jogos, os shows. Tudo se transformou em  imagem dos mass media. O que a TV não noticia não existe e não aconteceu. O espetáculo é  mundial, dos jogos olímpicos, dos campeonatos internacionais de futebol, dos shows-business, dos  grandes cantores como Pavaroti, Carreras, Elton John e os Beatles e até dos conflitos e das guerras.  Todos participam na TV do desenrolar das batalhas e tranquilamente torcem por um dos contendores  como se estivessem numa disputa esportiva. 
         Todos se transformaram em espectadores e querem sê-lo. É pelas imagens que os cidadãos  se contemplam e projetam sua identidade. E a identidade de uma pessoa é mais e mais a imagem que  se projeta dela para os outros e menos o que ela é em si mesma em sua profundidade, em sua  dialogação consigo e com seu universo interior e exterior. Ou se participa efetivamente deste tipo de  sociedade-espetáculo, sendo um ator real, ou se participa pelo imaginário e pela imagem. Comenta  José Comblin que as massas não praticam esporte, mas o veem pela TV; não produzem música, mas  escutam-na; não fazem história, mas comentam-na. Pela imagem se sentem também participantes e  não excluídos da história. 
              .......................................................................................................................................... 
Funciona, no texto, como paciente da ação nominal expressão
Alternativas
Q2008904 Português
“Na primeira década do século 18, Londres já tinha cerca de 3 mil coffeehouses, todas com seus círculos de frequentadores, sempre homens. Cada estabelecimento atraía um tipo de clientela, geral-mente de acordo com a localização. Os cafés em torno do Palácio de Westminster, a sede do Parlamento Britânico, eram frequentados por políticos; os de perto da Catedral St. Paul, por clérigos e teólogos; os vizinhos da Bolsa de Valores, por homens de negócios. Em torno do Lloyd’s se reuniam donos de navios, capitães e mercadores, que iam ao local para saber das últimas novidades do comércio marítimo. Edward Lloyd, dono do estabelecimento, começou a reunir as informações numa espécie de jornalzinho distribuído para assinantes. Bem informado sobre as oportunidades do negócio, ele decidiu fundar, em 1688, uma seguradora que dava cobertura aos mercadores que perdiam seus navios no mar. Com mais de três séculos de existência, a Lloyd’s é hoje uma gigante do setor.”

(https://guiadoestudante.abril.com.br/blog/estante/cafes-eram-a-in-ternet-da-era-iluminista/ - Acesso em 04/11/2017.)

Cada alternativa expõe um fragmento do texto acima. Respeitando o contexto, assinale a alternativa em que o fragmento contém uma expressão que exerce a função sintática de agente da passiva.
Alternativas
Q2008903 Português
Os termos integrantes da oração, de acordo com a Nomenclatura Gramatical Brasileira (NGB), são o objeto direto, o objeto indireto, o complemento nominal e o agente da passiva. Sobre eles, analise as afirmativas seguintes, verificando quais são verdadeiras e quais são falsas.
I. O objeto direto é o termo da oração que completa a significação de um verbo transitivo direto.
II. O objeto indireto é o termo da oração que completa o significado de um verbo transitivo indireto.
III. O complemento nominal é o termo da oração que se liga a um substantivo, adjetivo ou advérbio, sempre com o auxílio de uma preposição.
IV. O agente da passiva é o termo da oração que se refere a um verbo na voz passiva e indica o elemento que executa a ação verbal.
Realizada a análise, leia cada uma das alternativas e marque a correta.
Alternativas
Q1990998 Português
Antigamente, o silêncio era dos imbecis;
hoje, são os melhores que emudecem


       A atitude intolerante extrapola a individualidade e liberdade de expressão das pessoas. A intolerância reflete o preconceito cultural em que somente um ponto de vista é aceito. No meio digital, torna-se muitas vezes revestida de diferentes formas, bastante perigosas e até criminosas. Principalmente nas redes sociais o sentimento de intransigência encontrou um campo fértil sem concorrente nas quatro estações do ano.
     No Brasil, a política é o tipo de intolerância de maior audiência na internet. A conclusão é de uma pesquisa da agência de propaganda Nova/SB, realizada no ano passado, que mapeou os dez tipos mais recorrentes de extremismos nas redes sociais. Uma rápida navegação comprova esse resultado, que se agrava de forma cruel e pessimista, uma vez que são raras as vezes em que há um debate inteligente ou preocupado sobre questões sociais e coletivas. A discussão é feroz, infantil e cega, e não há vencedores ao final.
    A intolerância das pessoas chega a ser mesquinha, pequena e imoral. Agem como se não houvesse impunidade, pois existe a ilusão de que o mundo digital é uma terra de ninguém, quando muitos casos poderiam ser enquadrados em crimes cibernéticos. De insultos a notícias falsas, as infrações no mundo digital também devem ser julgadas e punidas sem exceção.
      Uma pesquisa da Quartz divulgada em janeiro deste ano constatou que 55% dos brasileiros consideram que não há nada na internet além do Facebook. Para boa parte dos entrevistados, o Facebook e a internet são a mesma coisa. Nos EUA, o índice foi de apenas 5%.
      Isso reflete o conhecimento limitado e a falta de visão em relação ao mundo de possibilidades, oportunidades e alcance que a internet traz, e que poucos enxergam e se arriscam a viver e conhecer. Precisamos acordar e buscar o nosso lugar ao sol, pois a concorrência cresce todo dia. Antigamente, o silêncio era dos imbecis; hoje, são os melhores que emudecem. O grito, a ênfase, o gesto, o punho cerrado estão com os idiotas de ambos os sexos, dizia Nelson Rodrigues.

Eliane Dias. Texto adaptado de e disponível em: https://revistacult.uol.
com.br/home/internet-nao-e-o-facebook/

Em relação ao Texto 1, julgue, como VERDADEIRO ou FALSO, o item a seguir.


No excerto “Precisamos acordar e buscar o nosso lugar ao sol [...]”, as formas verbais “acordar” e “buscar” estão empregadas como intransitivas. 

Alternativas
Q1716577 Português
Sobre os termos essenciais da oração assinale a alternativa em que o termo que completa a oração seja um objeto direto.
Alternativas
Q1629826 Português

Macramê

Ana Lina


Continuava sentada naquela cadeira completamente muda. Muda a cadeira. Muda ela também, rangendo todo aquele silêncio como o seu sapato amarelo apertado. A cadeira, amiga há anos, fora da avó, depois de sua mãe e agora dela passaria para quem? Há anos ela vivia sozinha. Ali, sob os olhos daquela noite de azul em festa, sentada na calçada daquela rua torta e ladeira preguiçosa, debaixo de um poste de luz que poderia se passar facilmente por uma lua para qualquer coração distraído, ela e a cadeira eram surpreendidas pelo tamanho do mundo. Várias pequenas casas ainda não adormecidas; nuvens correndo lentas; folhas suicidas dançando do alto das copas das árvores e gargalhando nos vidros das janelas, nos contornos côncavos do telhado… Uma matilha de vaga-lumes sonâmbulos abanando luz junto aos braços do vento… Sabia todo o tempo solto dentro dela… Sabia a cadeira solta no mundo.


Texto extraído de:

http://autoressaconcursosliterarios.blogspot.com.br/20

13/05/os-20-minicontos-classificados.html 

Na oração “Sabia a cadeira solta no mundo.”, o sintagma sublinhado desempenha função de:
Alternativas
Respostas
1341: D
1342: D
1343: B
1344: E
1345: E
1346: D
1347: D
1348: E
1349: B
1350: D
1351: C
1352: D
1353: D
1354: D
1355: B
1356: E
1357: D
1358: E
1359: B
1360: C