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Questões de Concurso Sobre termos essenciais da oração: sujeito e predicado em português

Foram encontradas 4.581 questões

Q2040526 Português

Texto para o item.





Internet: <callegariemarques.com.br> (com adaptações).

Considerando as ideias e os aspectos linguísticos do texto, julgue o item.
A flexão da forma verbal composta “são realizados” (linha 11), na terceira pessoa do plural, justifica-se pela concordância com a expressão os dentes — em “dos dentes” (linha 10) —, que é o núcleo do sujeito da oração.
Alternativas
Q2035311 Português

Leia o texto a seguir para responder a questão.


Saneamento nada básico

Parametrização centralizada no âmbito federal não necessariamente tornaria o processo mais eficiente

    

    Desde a antiguidade, existe preocupação com o saneamento básico [...]. No Brasil, as primeiras iniciativas remontam a 1561.

    De acordo com o Sistema Nacional de Informações de Saneamento (SNIS), dados de 2017, 83,5% da população brasileira tinham acesso a água tratada, 52,4% tinham acesso a coleta de esgoto, e apenas 46% dos esgotos do país são tratados. O volume médio de perdas ainda se encontra em 38,3%.

    As condições que não permitiram o desenvolvimento pleno do saneamento básico no país continuam presentes: volume incipiente de investimentos, ausência de planejamento adequado, experiências malsucedidas de gestão e dificuldade para obter financiamentos e licenças para obras. Destas, somente a última apresentou alguma evolução desde o Plano Nacional de Saneamento de 1971.

    Dentre as dificuldades de planejamento, destaca-se o fato de que a titularidade dos serviços, conforme lei 11.445/07, é dos municípios. Logo, criar arcabouço regulatório, planos de saneamento e licitar concessões é uma tarefa hercúlea para a gama de 5.570 municípios existentes. O problema é grande; o diagnóstico, antigo. Mas pouco se avançou desde a criação do marco regulatório. Apresento possíveis soluções para contribuir com o debate.

    Em primeiro lugar, é preciso que a reflexão sobre o marco regulatório ocorra previamente. As duas medidas provisórias de 2018 e 2019 (844 e 868) tiveram vício de origem, pois não foram fruto de uma discussão prévia com os principais agentes setoriais. Se empresas dos estados de SP, MG e PR foram responsáveis por 45% dos investimentos em saneamento no país em 2017, e 65% ao somarmos as privadas, uma reflexão deveria partir delas, juntamente com a sociedade civil e associações.    

     A experiência do setor elétrico quando da criação do Novo Modelo é um exemplo a ser lembrado. Houve praticamente um ano de discussões prévias com ampla adesão que culminaram com as MPs 144 e 145, de outubro de 2003. De exemplo negativo, temos a MP 579/12, cuja discussão prévia foi curta e circunscrita a agentes de mercado, em sua maioria eletrointensivos, e, portanto, interessados em redução de tarifas. O barato saiu caro, e a redução de 18% em 2013 foi sucedida por aumentos tarifários 41% acima da inflação de 2014 a 2018.

    A solução proposta é a simplificação dos processos e a não concentração de responsabilidade na Agência Nacional de Águas (ANA) ou a criação de arcabouço regulatório e plano de saneamento federais.

    [...].

    Em segundo lugar, deve-se repensar a proposta de se criar um plano de saneamento nacional como norte para planos municipais. Essa abordagem centralizada pode desconsiderar aspectos locais como características socioeconômicas do consumidor, estrutura dos ativos, distância a fontes de captação de água, topografia, restrições ambientais, entre outros. Enfim, não necessariamente uma parametrização centralizada no âmbito federal tornaria o processo mais eficiente ou atinente às características locais.

    Em terceiro lugar, por que não permitir que cada município baseie seu arcabouço regulatório em melhores práticas existentes e regras simplificadas de atualização de tarifas, qualidade e metas de cobertura dos serviços, além de penalidades claras e objetivas pelo não cumprimento destas?

    Em quarto lugar, a criação de uma cartilha de regras de licitação para auxiliar municípios seria um começo. Os dois outros pilares, regulação e plano de saneamento, poderiam ser disponibilizados por instituições independentes. Dessa forma, o processo seria parametrizado de maneira simples, descentralizada e com custo baixo.

    Investir em saneamento é processo civilizatório. Não há necessidade de se trazer complexidades, quando regras e melhores práticas já existem e podem nortear prefeituras a melhorar a condição de vida de seus habitantes sem uma mão visível da União.

PIRES, Adriano. Saneamento nada básico. Aesbe. Associação Brasileira das Empresas Estaduais de Saneamento. Disponível em: https://aesbe.org.br/novo/opiniaoartigo-saneamento-nada-basico/. Acesso em: 27 ago. 2022.

Assinale a alternativa em que a oração em destaque não exerce a função sintática apresentada entre parênteses.
Alternativas
Q2028582 Português
Texto  para a questão.

O sucesso nasce do querer, da determinação e persistência para se chegar a um objetivo. Mesmo não atingindo o alvo, quem busca e vence obstáculos, no mínimo, fará coisas admiráveis.
(José de Alencar)

Disponível em: https://www.pensador.com/mensagens_de_otimismo/Acesso em 22/11/2022.
Em que alternativa o(s) termo(s) destacado(s) está(ão) CORRETAMENTE classificado(s) segundo os padrões vigentes de análise sintática?
Alternativas
Q4252002 Português
Brasileiro Jesse Koz e golden Shurastey morrem em acidente de fusca nos EUA


    O influenciador Jesse Koz, de 29 anos, morreu em um acidente de carro no estado de Oregon, nos Estados Unidos, nesta segunda-feira (23). O jovem natural de Santa Catarina viajava pelo mundo a bordo de um fusca 1978 ao lado de seu cão, o golden retriever Shurastey, que também morreu.

    Os familiares confirmaram as informações nas redes sociais. Uma conhecida de Jesse lamentou a morte da dupla no Instagram: "vocês cumpriram a missão mais linda do mundo, espalhar amor e inspirar pessoas a viver".

     Os dois chegaram a percorrer mais de 85 mil quilômetros no fusca desde 2017. O veículo carregava placas de Balneário Camboriú e tinha passado por 17 países. No Instagram, somava mais de 431 mil seguidores na página oficial da viagem. Jesse e o cachorro estavam viajando no fusca, batizado como Dodongo, rumo ao Alaska.

    Koz ficou conhecido por registrar suas viagens pelo mundo. Com o parceiro viajante, o golden retriever Shurastey, Jesse estava na missão de percorrer as américas. O cachorro virou celebridade no Instagram, com 490 mil seguidores. O objetivo da dupla era chegar ao Alasca de fusca.

    Natural de Balneário Camboriú, Jesse usava em sua descrição do Instagram a frase: "Ou se morre como herói, ou vive-se o bastante para se tornar o vilão”. Jesse tinha uma loja virtual chamada "Shurastey Dogs", que vende acessórios para pets e também para tutores. O site até tem uma seção de "Road Trip Shurastey or Shuraigow", com adesivos, cadernos e calendários.


Fonte: https://diariodonordeste.verdesmares.com.br/ultimahora/mundo/acidente-de-fusca-mata-influenciador-jesse-koz-e-goldenshurastey-nos-estados-unidos-1.3234966 Acesso em 25 de maio de 2022. 
Assinale a alternativa que apresente a função sintática dos termos em destaque no período: “Os familiares confirmaram as informações nas redes sociais”.
Alternativas
Q4251833 Português
O PESCADOR TEM DOIS AMORES: O BEM DA TERRA E O BEM DO MAR

Tatiana Ferreira
        
        Enquanto o pescador guarda a comida para passar três ou 30 dias no mar, ela observa tudo da praia. A bordo vai pão, mortadela, banana, feijão, arroz e salsicha para as refeições. O camarão é para isca dos peixes. Quando o motor dá partida, sobra só a despedida e as preces inaudíveis pelos bons ventos. Firme como âncora, a mulher faz que não chora quando ele sai e se conforma. Ela sabia: a escolha de ficar estava condicionada a dividir seu amor com o dele pelo mar.

        Ystefani Alves, 23, conheceu o pescador Erinaldo Francisco da Silva, 26, ainda adolescente. Ela tinha só 12 anos quando, em um encontro costumeiro com os amigos na praia de Brasília Teimosa, no Pina, conheceu o rapaz. Francisco, pescador desde os 10 anos que seguiu os passos do pai, pediu logo para namorar a morena com traços de índia, dos cabelos longos e negros. Aos 16 anos, engravidou do primeiro filho. Juntos, enfrentaram todas as dificuldades e estão casados desde então.

        Tímido e com pouca fluência em romance, Francisco é homem de poucas palavras. Mas é conclusivo quando as decide expressar: Ystefani e a família que ela lhe proporcionou são os maiores bens que possui. Se ele enfrenta o mar com coragem e bravura é porque sabe do amor a lhe esperar e conhece de cor as coordenadas que navegam o barco de volta para casa. “Eu já passei 20 dias em alto mar, lá para o lado de Fernando de Noronha”, conta, enquanto aponta o mar na direção do arquipélago.

        Quando vai para longe e precisa ficar mais tempo navegando, só conta com a companhia do som da água batendo na proa e com as conversas jogadas fora com os camaradas. A sua saudade é mesmo salgada. Já sua esposa, que não espera mais que ele arrume um emprego “no chão”, reclama mesmo do silêncio da casa solitária. Enquanto Francisco vai em busca do bem do mar, carregado pelas ondas, Ystefani fica em seu ponto de jogo do bicho nas ruas da colônia de pescadores, o resto, entrega nas “mãos de Deus”. “A única certeza que tenho é que vai, mas é impossível saber se volta”, relata. Sua fé, até então, livrou o pescador de todo o mal.

Adaptação: http://curiosamente.diariodepernambuco.com.br/project/opescador-tem-dois-amores-o-bem-da-terra-e-o-bem-do-mar/ , acesso em 09 de abril de 2022.
Marque a alternativa em que a expressão sublinhada classifica-se como sujeito: 
Alternativas
Q4251587 Português
Fim de mistério: livro desvenda quem delatou Anne Frank aos nazistas

Raquel Carneiro
Data de publicação: 22 de janeiro de 2022.

        Aos 15 anos, Anne Frank travava uma luta entre seus dois lados: a Anne “jovial” e a “quieta”. Seria uma crise típica da adolescência, não fosse uma agravante: a garota estava trancada havia 25 meses com seus pais, Otto e Edith, a irmã Margot e mais quatro pessoas no fundo de um prédio em Amsterdã — escondidos na tentativa de escapar das atrocidades nazistas na II Guerra. O isolamento já lhe dava nos nervos, e seu lado melancólico vinha vencendo o jovial. Esse foi o tema do último texto da garota, datado de 1º de agosto de 1944, no incontornável bestseller O Diário de Anne Frank. Três dias depois, em 4 de agosto, por volta de 10 horas, um carro da SS, a polícia nazista, parou diante da empresa de temperos de Otto, fachada do Anexo — como o esconderijo era chamado. A invasão foi movida por um telefonema recebido pelo Alto Comando alemão. Os presos foram enviados a campos de concentração. Só Otto sobreviveu. Ao fim da guerra, ele tinha um objetivo: descobrir a identidade do delator do Anexo. O mistério, que passou por duas investigações oficiais na Holanda, em 1947 e em 1963, nunca fora resolvido. Até agora.

        A reabertura do caso foi uma tarefa hercúlea, que contou com especialistas de qualidades e nacionalidades distintas, e ganhou forma sob a liderança do americano Vince Pankoke, 64 anos, um ex-agente do FBI. As sete décadas que os separavam do ocorrido foi um complicador e tanto. As testemunhas haviam morrido e a cena do crime, a Casa Anne Frank, virou um ponto turístico com 1,2 milhão de visitantes ao ano. Foi essencial, então, a ajuda da empresa holandesa Xomnia, que desenvolveu uma plataforma de inteligência artificial e catalogou 7 500 documentos, criando uma monumental rede de dados. “Teríamos demorado mais alguns anos sem programa”, contou Pankoke a VEJA.
[...]

        Ficou sob a responsabilidade da canadense Rosemary Sullivan, autora do livro, organizar e dar sentido ao robusto material. O lançamento do título fora do Brasil nesta semana foi bombástico, espalhando o resultado da investigação. Como em muitas outras situações que envolvem violência e traição, o perigo veio de dentro. Ao que tudo indica, um membro do conselho judaico holandês, o tabelião Arnold van den Bergh, entregou o endereço do Anexo para livrar a própria família da morte (era uma prática comum na Holanda pressionar judeus bem relacionados com a cúpula do nazismo para dedurar pessoas escondidas em troca de proteção). Há indícios de que, tempos depois, Otto descobriu seu traidor, mas manteve o segredo para não fomentar o clima antissemita. Pankoke diz que não julga Arnold, mas, sim, os nazistas. Faz sentido. Afinal, são eles os verdadeiros culpados pela morte de Anne Frank e de 6 milhões de judeus.
[...]

Adaptado: https://veja.abril.com.br/cultura/fim-de-misterio-livro-desvendaquem-delatou-anne-frank-aos-nazistas/, acesso em 07 de abr. de 2022.
Em “As testemunhas haviam morrido e a cena do crime, a Casa Anne Frank, virou um ponto turístico [...]. As expressões sublinhadas exercem a função sintática, respectivamente, de: 
Alternativas
Q4251411 Português
Apagados da história oficial, campos de concentração da seca de 1932 estão marcados na memória popular


    Fortaleza, Crato, Ipu, Quixeramobim, Cariús e Senador Pompeu. Nesses seis municípios do Ceará, há noventa anos, durante a grande seca de 1932, foram construídos sete campos de concentração com o propósito de conter os retirantes do interior do estado que tentavam chegar à capital. Na época chamados de “Currais do Governo”, os campos foram construídos em pontos estratégicos, às margens das linhas férreas, para impedir com mais facilidade o embarque dos retirantes que, em desespero, invadiam os trens para buscar socorro em Fortaleza.

    Atraídos por propostas de emprego e por promessas de amparo, assistência médica e alimentação, os flagelados eram, na verdade, mantidos em locais insalubres, tendo que se alimentar com rações enviadas pelo governo, plantas silvestres e até com a carne de animais que morriam de fome e sede nos campos.

   Na realidade, as pessoas confinadas eram reféns de uma política higienista que teve início em períodos anteriores de estiagem severa. Na segunda metade do século XIX, Fortaleza engrenou um processo de desenvolvimento econômico e urbano que perdeu força e se desestruturou com a chegada da seca de 1877, que durou até 1879 e levou mais de 100 mil retirantes de todo o estado a migrarem para a capital, que na época tinha uma população bem menor, de 30 mil habitantes. As autoridades, então, passaram a buscar meios para conter a chegada dessas pessoas ao centro da cidade de Fortaleza.

   Trinta e seis anos depois, durante a estiagem de 1915, o governo não havia criado políticas de convivência com a seca, mas, com o apoio da elite fortalezense, aprimorado as suas estratégias para conter o fluxo de retirantes que rumavam para a capital. Lá, foram criados os primeiros campos de concentração para evitar que pessoas “potenciais portadoras de doenças” ou saqueadoras de mercados, consideradas uma séria ameaça à tranquilidade pública, ocupassem a cidade.

   Em 20 de junho de 1932, o jornal cearense O Povo destacava com informações oficiais o “Efetivo dos Campos de Concentração dos Flagelados”: em Ipu, o número de pessoas concentradas na data da publicação era de 6.507. Em Fortaleza, nos campos do Alagadiço e do Urubu, havia 1.800 pessoas. No município de Quixeramobim, 4.542. Em Senador Pompeu, no campo do Patu, 16.221 (na época, o número de concentrados chegou a ultrapassar o número de habitantes da cidade). No campo de Buriti, no Crato, havia 16.200 pessoas. Cariús, com o maior número, concentrava 28.648. Em todo o estado, o total de pessoas mantidas nos campos de concentração naquele ano era de 73.918.

   O município de Senador Pompeu, localizado a cerca de 266 quilômetros de Fortaleza, é o único que ainda conserva parte da estrutura usada para isolar os emigrantes durante o período de estiagem de 1932. Diferente dos campos de concentração dos outros municípios, que construíam apenas barracões cobertos com folhas de carnaúba, lá, além dos barracões, foram utilizados os antigos casarões construídos na década de 1920 pela companhia inglesa de engenharia Norton Griffiths & Company – encarregada da construção do açude do Patu, na zona rural do município. No sítio do Patu, para conter os confinados, foram utilizados o casarão dos inspetores da obra, duas casas de pólvora, um armazém, a estrutura de um hospital desativado, uma usina, um cemitério e uma estação de trem.

   Hoje, o açude do Patu tem como principal finalidade o abastecimento de água da cidade. Segundo o Departamento Nacional de Obras Contra as Secas (Dnocs), o projeto de construção do açude é do ano de 1919 e as primeiras escavações foram feitas em 1921. Porém, as obras foram paralisadas em 1923, sendo retomadas depois de 61 anos e, finalmente, concluídas em 1987.

   Foi no campo de concentração do sítio Patu que, aos 16 anos, o pai da agricultora aposentada Alzira Lucinda Moraes de Lima, 70, esteve confinado. Mário Antônio de Moraes sobreviveu a 1932 e aos horrores da seca daquele ano. Ele faleceu com oitenta e cinco anos, em 2001. Durante o tempo que conviveu com a filha, lhe contou o que viu e viveu no período em que esteve isolado. “O meu pai dizia que ali era uma prisão. Era ele quem cavava as covas para enterrar os defuntos que morriam no campo. Ele dizia que eram dois, três, por noite. Falava dos cachorros brigando, querendo comer os cadáveres. As crianças que morriam, eram carregadas numas telhas. Papai contava que era um horror”. Mário Antônio foi um dos poucos que conseguiram escapar do campo de concentração do Patu. Ele fugiu para Mombaça, município localizado a cerca de 307 quilômetros de Fortaleza. Nascido no povoado Riacho do Sangue, em Solonópole, que fica a 275 quilômetros da capital cearense. Foi de lá que, durante a seca, quando tentava viajar para Fortaleza, foi impedido pelos vigilantes das estradas e estações de trem e encaminhado para o campo do Patu.

Os campos de concentração no Ceará, vendidos como uma política de amparo, faziam parte de um projeto desenvolvido pelo governo estadual em parceria com o ministério de Viação e Obras Públicas do governo de Getúlio Vargas, que incentivava a criação de espaços para o confinamento de flagelados das secas. 

  Não há registros oficiais que mostrem com precisão o número de mortos nos campos de concentração cearenses de 1932. Grande parte dos documentos e arquivos oficiais desapareceram. O advogado Valdecy Alves, que nasceu em Senador Pompeu e hoje vive em Fortaleza, estuda o assunto há mais de 20 anos. Ele escreveu três livros e também produziu outros três documentários a respeito. Valdecy considera a falta de informações uma tentativa de apagamento de um dos períodos mais sombrios da nossa história. “Houve um gigantesco e proposital apagamento histórico dos campos de concentração no Ceará. O apagamento da memória é uma prática de quem detém o poder político e econômico. Os campos de concentração das secas são coisas tão vergonhosas praticadas pelo Estado brasileiro, que ele quer apagar. Hoje, eu entendo que os próprios governantes atuais têm receio do resgate da memória da seca de 32 até por medo de terem de indenizar os descendentes das pessoas que foram injustiçadas naquela época. As pessoas foram aprisionadas, usadas como mão de obra escrava para a construção de estradas, construção de ferrovias”, conta Valdecy.

  Com uma área de aproximadamente 90 hectares, o sítio do Patu foi tombado como patrimônio histórico-cultural de Senador Pompeu em 2019 e atualmente está em processo de tombamento a nível estadual. Segundo a Secretaria de Cultura do Estado do Ceará, o projeto está em fase de instrução processual para reunir informações históricas, arquitetônicas e antropológicas. A previsão do encerramento dessa etapa é novembro de 2022.


Fonte: https://marcozero.org/campos-de-concentracao-ceara-seca-de-1932/ Acesso em 24/05/2022 
Assinale a alternativa que apresente a função sintática do termo em destaque no período: “Na realidade, as pessoas confinadas eram reféns de uma política higienista que teve início em períodos anteriores de estiagem severa”.
Alternativas
Q4248871 Português
Texto 2 para a questão.

A Lebre e a Tartaruga

Um dia, uma tartaruga começou a contar vantagem dizendo que corria muito depressa, que a lebre era muito mole e, enquanto falava, a tartaruga ria e ria da lebre. Mas a lebre ficou mesmo impressionada foi quando a tartaruga resolveu apostar uma corrida com ela. “
Deve ser só de brincadeira”, pensou a lebre.
A raposa era o juiz e recebia as apostas. A corrida começou e, na mesma hora, claro, a lebre passou à frente da tartaruga. O dia estava quente, por isso lá pelo meio do caminho, a lebre teve a ideia de brincar um pouco. Depois de brincar, resolveu tirar uma soneca à sombra fresquinha de uma árvore.
“Se por acaso a tartaruga me passar, é só correr um pouco e fico na frente de novo”, pensou.
A lebre achava que não ia perder aquela corrida de jeito nenhum. Enquanto isso, lá vinha a tartaruga com seu jeitão, arrastando os pés, sempre na mesma velocidade, sem descansar nem uma vez, só pensando na chegada, Ora, a lebre dormiu tanto que se esqueceu de prestar atenção na tartaruga. Quando ela acordou, cadê a tartaruga? Bem que a lebre se levantou e saiu zunindo, mas nem adiantava! De longe ela viu a tartaruga esperando por ela na linha de chegada.

ESOPO. Fábulas de Esopo. São Paulo. Companhia das Letrinhas. 1994.
Observe o trecho abaixo:
Um dia, uma tartaruga começou a contar vantagem dizendo que corria muito depressa, que a lebre era muito mole e, enquanto falava, a tartaruga ria e ria da lebre.
Se os termos sublinhados fossem substituídos por “duas tartarugas”, o texto CORRETO estaria indicado na alternativa 
Alternativas
Q4247938 Português

Texto 01 para à questão.


O Respeito às Diferenças


Atualmente, muito se fala sobre a igualdade social de nossos direitos. De fato, é um direito de todos. Deveríamos ter os mesmos direitos à saúde, educação, alimentação e cultura. Entretanto, o que percebemos é que muito se fala sobre o direito à igualdade e nos esquecemos do respeito às diferenças. Na verdade, somos todos diferentes. Cada indivíduo com suas peculiaridades, raça, credo, política, valores e costumes. Somos um povo diferente e, portanto, precisamos conviver com as diferenças da melhor forma possível. O respeito ao outro e as suas peculiaridades é fundamental, pois através deste respeito temos a possibilidade de contribuir para a construção de uma sociedade mais justa.

https://www.google.com/search?q=textos+sobre+respeito+ao+pr%C3%B3ximo. Acesso em 05/10/2022.

Observe os fragmentos de texto abaixo:


I. “De fato, é um direito de todos.”


II. “...e nos esquecemos do respeito às diferenças.”


Sobre esses fragmentos, assinale a alternativa CORRETA. 

Alternativas
Q4241474 Português

Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo. 



Mobilidade urbana no Brasil



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(Disponível em: https://brasilescola.uol.com.br/geografia/mobilidade-urbana-no-brasil.htm – texto especialmente adaptado para esta prova).  

Na oração “A mobilidade urbana, ao longo dos anos, ganhou evidência”, o termo sublinhado é: 
Alternativas
Q4241100 Português

Instrução: A questão  refere-se ao texto abaixo. 



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(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/donna/colunistas/martha-medeiros/noticia/2022/08/prasempre-e-apenas-uma-farsa-bem-intencionada-cl796vct1004m018f5sjw4h51.html– texto adaptado especialmente para esta prova).

Tendo em vista o fragmento “O mundo externo atrai nossos super-heróis com desejos subversivos”, assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Q4241099 Português

Instrução: A questão  refere-se ao texto abaixo. 



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(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/donna/colunistas/martha-medeiros/noticia/2022/08/prasempre-e-apenas-uma-farsa-bem-intencionada-cl796vct1004m018f5sjw4h51.html– texto adaptado especialmente para esta prova).

No trecho “Todo casamento passa por altos e baixos”, o sujeito da frase é classificado como: 
Alternativas
Q4241098 Português

Instrução: A questão  refere-se ao texto abaixo. 



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(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/donna/colunistas/martha-medeiros/noticia/2022/08/prasempre-e-apenas-uma-farsa-bem-intencionada-cl796vct1004m018f5sjw4h51.html– texto adaptado especialmente para esta prova).

Considerando o fragmento “Cada um organiza sua desconstrução em silêncio”, analise as assertivas abaixo e assinale V, se verdadeiras, ou F, se falsas.

( ) O sujeito da oração é simples.
( ) A expressão “em silêncio” é um adjunto adverbial.
( ) A transitividade do verbo “organiza” é VTI.
( ) O predicado da oração é nominal.

A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é: 
Alternativas
Q4239382 Português

Leia o texto que segue e responda à questão



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A forma verbal “foram” (linha 02) concorda com o(s) núcleo(s):
Alternativas
Q4239250 Português
Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo.


O porto seguro do consumidor
                                                                                                                                                     Por José Galló 
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(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/opiniao/conselho-editorial/noticia/2022/11/o-porto-seguro-doconsumidor-clax2v94b0001014usjvtl2lc.html – texto adaptado especialmente para esta prova). 
Em relação à oração “E agora o pêndulo está se equilibrando”, assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Q4239249 Português
Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo.


O porto seguro do consumidor
                                                                                                                                                     Por José Galló 
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(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/opiniao/conselho-editorial/noticia/2022/11/o-porto-seguro-doconsumidor-clax2v94b0001014usjvtl2lc.html – texto adaptado especialmente para esta prova). 
Na frase “O usuário de um site como GZH, por exemplo, quer a informação imediata, com qualidade, fácil de encontrar”, o sujeito da oração organizada em torno do verbo “quer” é: 
Alternativas
Q4239242 Português
Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo.


O porto seguro do consumidor
                                                                                                                                                     Por José Galló 
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(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/opiniao/conselho-editorial/noticia/2022/11/o-porto-seguro-doconsumidor-clax2v94b0001014usjvtl2lc.html – texto adaptado especialmente para esta prova). 
No fragmento “Na lei do pêndulo, que primeiro vai aos extremos e depois se equilibra, a mídia também se insere”, há quantos verbos? 
Alternativas
Q4239002 Português
Qual a oração que apresenta predicado verbo-nominal?
Alternativas
Q4236192 Português

Espécies escondidas nas profundezas do Atlântico



(Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/geral-55470722 – texto especialmente adaptado para esta prova). 

Assinale a oração com predicado verbo-nominal.
Alternativas
Q4216771 Português

A procrastinação e a impulsividade, causas frequentes de frustração e desgosto, são consequências desta falha cognitiva, a incompetência em conectar o pensamento à ação contemporânea. (linhas 9 e 10)


No período acima, os segmentos sublinhados exercem, respectivamente, papel sintático de 

Alternativas
Respostas
1701: E
1702: C
1703: D
1704: D
1705: D
1706: E
1707: A
1708: E
1709: C
1710: C
1711: A
1712: A
1713: D
1714: B
1715: D
1716: A
1717: C
1718: D
1719: A
1720: A