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Questões de Concurso Sobre termos essenciais da oração: sujeito e predicado em português

Foram encontradas 4.572 questões

Q24358 Português
Não se sabe, por exemplo, quem inventou a palavra "excluídos" para designar pobres. (L. 21-22)

De acordo com a descrição sintática tradicional, a oração sublinhada deve ser analisada como:
Alternativas
Q24349 Português
Com relação aos processos de formação de palavras, analise as afirmativas a seguir:

I. estruturador, civilizacional e renováveis são adjetivos formados por derivação sufixal.

II. hominização, dilapidação e autodestruição são substantivos formados por composição e derivação.

III. autodestruição, contrapartida e responsabilidade são substantivos formados por composição.

Assinale:
Alternativas
Q22974 Português
O sucesso da democracia nas sociedades industriais trouxe inegáveis benefícios a amplos setores antes excluídos... (início do texto)

O mesmo tipo de complemento grifado acima NÃO ocorre APENAS em:
Alternativas
Q22489 Português
Os trechos a seguir constituem um texto adaptado de Valor Econômico. Assinale a opção que apresenta erro gramatical.
Alternativas
Q17845 Português
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Ainda com relação ao texto, julgue os itens a seguir.
Na linha 10, o sujeito da forma verbal 'Há' é o substantivo 'equipes'.
Alternativas
Q16824 Português
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Julgue os seguintes itens, tomando por base a organização do
texto acima.
As regras gramaticais e a coerência textual permitem que o trecho "sermos modernos e entrarmos" (l.14-15) seja substituído por ser moderno e entrar, opção em que não se evidencia o sujeito das orações, ao contrário do que ocorre quando se emprega o infinitivo flexionado.
Alternativas
Q16385 Português
Considerando o período "Usa-se a ciência, aprende-se com os resultados da ciência, mas o espírito científico - ou os inúmeros e conflitantes espíritos científicos - se defrontam com mentes impermeáveis a seu trabalho de erosão de mitos e de construção de um mundo diferente." (linhas de 33 a 37), assinale a alternativa que apresenta corretamente o sujeito da oração que contém o verbo defrontar.
Alternativas
Q15872 Português
Os trechos abaixo constituem sequencialmente um texto adaptado do Editorial do Correio Braziliense de 6/1/2009. Assinale a opção em que o segmento está gramaticalmente correto.
Alternativas
Q15869 Português
Assinale a opção que apresenta período construído com os núcleos do sujeito e do predicado da oração principal do período transcrito a seguir.

A partir de um fragmento perdido, no qual o fi lósofo Blaise Pascal fala, de passagem, sobre loucura política, julgada por ele território fértil em imperfeição humana, o velho jornalista e também fi lósofo italiano Emilio Rossi, morto há um mês, escreveu livro saboroso, com o título deste artigo e o subtítulo Ironia e veritá di Pascal (Edizioni Studium, Roma, 1984).

(Rubem Azevedo Lima, A política como loucura, Correio Braziliense, 12/1/2009, 12.)
Alternativas
Q15868 Português
Com base no texto, assinale a opção incorreta.

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Alternativas
Q15867 Português
Com base no texto, assinale a opção incorreta.

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Alternativas
Q15450 Português
Em relação ao texto abaixo, assinale a opção incorreta.

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Alternativas
Q15447 Português
Assinale a proposição correta, quanto aos elementos linguísticos e semânticos do texto.

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Alternativas
Q2956548 Português

Considere as afirmativas abaixo, com base no período: "O pó que se levantava na luz brilhante dos raios de sol quase me sufocou".

I. A oração principal do período é "O pó quase me sufocou".

II. Em "se levantava", se é um pronome reflexivo que exerce a função de objeto direto.

III. O pó é o sujeito simples da oração cujo predicado verbal é quase me sufocou.

IV. Me é objeto indireto de "sufocar".

V. Na luz brilhante dos raios de sol é adjunto adverbial de lugar.

VI. De sol é complemento nominal de raios.

Assinale a alternativa que contém todas (e somente) as afirmativas corretas.

Alternativas
Q2955941 Português


(Rodrigo Campos. http://www.webcomix.com.br/quadrizoom)

A respeito das estruturas e vocábulos do texto II, não é correto afirmar que:

Alternativas
Q2927194 Português

TEXTO 2:

“As crianças têm de brincar mais”

Mais velho de três irmãos, o americano Howard Chudacoff começou a trabalhar aos 12 anos, na empresa de um tio. Ainda que temporária, a privação de brincadeiras deixou lembranças úteis para seu trabalho como professor de História. Chudacoff estudou o hábito de brincar nos últimos 500 anos.

Época – O conceito de “brincadeira infantil” é recente?
Chudacoff
– A urbanização e a redução do papel das crianças na economia doméstica ajudaram a criar a infância como um período separado da vida. Quando as crianças eram necessárias para a economia, trabalhando nos campos ou nas fábricas, era difícil vê-las como diferentes dos adultos. Depois da industrialização surgiu o conceito de infância, um período especial da vida, isolado, protegido dos perigos e das responsabilidades da idade adulta, um tempo para educação e diversão (...).

Época – O que mudou nas brincadeiras das crianças do século XVI para cá?
Chudacoff
– A primeira grande alteração foi no espaço onde acontecem as brincadeiras. Com a industrialização as crianças passaram a usar menos os espaços abertos e a natureza para brincar. Em vez de ir para o campo ou para o mato, ficam nas ruas ou dentro de casa. (...)

Época – Qual é o papel dos pais nas brincadeiras dos filhos?
Chudacoff
– Providenciar esse tipo de ambiente seguro e independente de brincadeira sem serem muito protetores. As crianças aprendem a cuidar de si mesmas e não se machucam com tanta freqüência quanto pensam os pais. (...) Os pais se sentem muito culpados quando não brincam com seus filhos, mas se esquecem de perguntar se os filhos querem brincar com eles. Às vezes, os filhos querem criar o próprio jogo e construir sua autonomia.

Época – Qual é o melhor brinquedo para uma criança?
Chudacoff
– O melhor brinquedo é um pedaço de pau. Pode ser chocante, mas, se você pensar, um bastão, uma bola ou uma caixa vazia são o tipo de brinquedo com que todo mundo brinca. Você pode fazer várias coisas com eles, usar sua imaginação e criar. Na maioria das vezes, as crianças enjoam dos brinquedos industrializados muito rapidamente.

Época – O senhor afirma que as crianças brincam cada vez mais tempo sozinhas. Isso é necessariamente ruim?
Chudacoff
– Com um jogo, um computador, um videogame ou mesmo assistindo à televisão, as crianças não brincam com os vizinhos, não correm pelas redondezas. Certamente uma criança que brinca sozinha várias horas por dia vai ter um tipo diferente de personalidade que o de alguém que interage com outras crianças. Tendemos a olhar mais para o lado negativo desses novos hábitos, que é mais evidente, mas as crianças de hoje têm de usar sua imaginação da mesma forma que seus antepassados. Elas não estão se tornando zumbis ou robôs.

Época – As crianças brincam o suficiente?
Chudacoff
– Tempo é liberdade quando se fala em brincar. E os pais estão tão preocupados em dar experiências enriquecedoras a seus filhos que acabam tomando conta do tempo de brincar. Eles as inscrevem em ligas de futebol, em aulas de ginástica. Além de tentar educá-las, eles tentam evitar que as crianças saiam de casa e façam algo perigoso. O tempo livre para brincadeiras, infelizmente, tem sido reduzido.

(CHUDACOFF, Howard. As crianças têm de brincar mais. In: Revista Época, 10 de março de 2008, edição 512, p.104-106.)

“Os pais se sentem muito culpados”, “O melhor brinquedo é um pedaço de pau”, “as crianças não brincam com os vizinhos”.

Pela ordem, os predicados das orações acima se classificam como

Alternativas
Q2920466 Português

O texto abaixo servirá de base para as questões de 01 a 20.


O pior cego


AO DELEGADO, o assaltante contou que estava apenas começando na carreira do

crime. E começando mal, tinha de reconhecer. Fracassara em sua primeira tentativa de

3 assalto e agora estava ali, na delegacia, prestes a curtir uma temporada na prisão. Mas

alguma coisa aprendera com o insucesso. Na verdade, duas coisas.

A primeira delas: facilidades são enganosas. Vendo o cego, achara que ali estava a

6 vítima ideal: um homem que caminhava com dificuldade, tateando o chão com sua

bengala. E que levava um celular preso à cintura, pedindo para ser arrebatado. Agora:

como poderia ele imaginar que um cego, e ainda por cima franzino, teria tamanha força

9 nos braços? E fora exatamente isso que acontecera: o cego o prendera num abraço

poderoso, que nada tinha de afetivo: queria apenas imobilizá-lo até que chegasse a

polícia.

12 Segunda coisa: fora um erro colocar o celular na cueca. Aliás, isso ele já deveria

saber, depois daquela experiência dos caras presos com um monte de dólares nas

cuecas. Um incidente que divertira todo o país e que poderia lhe ter servido de

15 advertência.

Esses erros ele não mais cometeria. Daí por diante, na senda do crime, manteria os

olhos bem abertos. Como dizia um vizinho seu, o pior cego é aquele que não quer ver. E o

18 vizinho seguramente sabia do que estava falando. Porque era cego e nunca fora

assaltado.


SCLIAR, Moacyr. Folha de São Paulo. Cotidiano. São Paulo, 07 de abril de 2008. Disponível em: <www.folhadesaopaulo.com.br>. Acesso em: 02 maio 2008.

Na oração “que nada tenha de afetivo” (linha 10), o termo que exerce função sintática de

Alternativas
Q1644742 Português
Em relação às estruturas lingüísticas do texto, assinale a opção correta.
Alternativas
Q465176 Português

Amor Moderno Dispensa Idealizações



O amor romântico não vive só nas telas de cinema. A publicidade também prega o resgate do romantismo. A atmosfera da ________ com vinho, namorados se beijando na chuva e até mesmo a paquera por telefone ditam o comportamento neo-romântico e ajudam a vender produtos.
De acordo com o diretor de marketing da agência de propagando DPZ, a publicidade ________ o conceito de romantismo ___ modernidade. Para que uma idéia seja aceita pelo público, é necessário que a situação seja pertinente ao seu estilo de vida.
Machado explica que, se a mídia ignorar esse aspecto, vai facilmente despencar para o brega. “Impossível conceber, por exemplo, um comercial onde duas pessoas, de poder aquisitivo alto e residentes em uma metrópole, ficam em casa escrevendo cartas de amor." Na sua opinião, a dose exata de romantismo é aquela que melhor corresponde à modernidade: de forma objetiva, sem cenários idealizados.



(Karin Dauch - O Estado de São Paulo)



“O amor romântico não vive só nas telas de cinema.”

Analisar o trecho acima e, após, assinalar a alternativa CORRETA:
Alternativas
Ano: 2008 Banca: UEG Órgão: TJ-GO Prova: UEG - 2008 - TJ-GO - Escrivão Judiciário |
Q425888 Português
Texto 2

ABAIXO O JURIDIQUÊS

Temos lido ultimamente em vários jornais da grande imprensa e em algumas publicações destinadas aos operadores do direito que não é aceitável manter-se o linguajar pomposo e rebuscado, posto que vetusto, dessas pessoas quando formulam seus pedidos, fazem suas acusações e julgam seus processos. Há que se ter, dizem os defensores do novo estilo, um canal de comunicação mais direto com a população que permita o entendimento desse linguajar por parte da cidadania a quem ele é dirigido.

Reconheça-se que aqui e ali há algum exagero. Embora vernaculares, há palavras que extrapolam o limite do conhecimento do homem médio. Mas resolvemos aderir. Recebemos, em nosso escritório, a visita de uma dupla de cultores do funk que nos apresentavam um problema de ordem familiar. O casal havia rompido de fato seus laços conjugais a partir do instante em que o varão descobrira estar sendo traído pela virago. Contratados, solicitamos ao marido que retornasse quarenta e oito horas depois para assinar conosco a peça vestibular que iríamos destinar ao magistrado.

Passados os dois dias, retornou o varão a quem foi dado o exame da inicial e foi solicitado que ele apusesse sua firma na folha derradeira do pedido endereçado ao juiz. Furioso, o ilustre cliente instou-nos a fazer um trabalho mais acessível ao seu nível de compreensão. Após o decurso de uma semana, em que nos fizemos assessorar por diferentes ramos da juventude hodierna, eis como ficou a inicial:

Ô da toga

Mano 13, fanqueiro, tô pedindo um barato louco porque tô separando da distinta.

Sô sangue bom.
Sô sinistro, mas a chapa tá quente.
A traíra se meteu com uns talarico.
Tô na fita, num dá mais.
A coisa tá irada, tá bombando e eu quero que teja tudo dominado.
E aí, lixo? Se tocou?
Fecha cum nóis. São Paulo, oje.
Assinado:
Adevogados.

Ainda não tivemos coragem de submeter essa petição ao Poder Jurisdicional. Ficamos na torcida pela reconciliação. Estamos em dúvida sobre qual será a reação do ínclito magistrado. Quem sabe tenha ele se adaptado aos novos tempos… Mas pode ser que ele se limite a despachar: “Com tal petição vê -se que a parte está indefesa no processo. Remeta-se à Comissão de Ética da OAB para que tome as providências que o caso requer”. É como daquele ditado: “Cada terra com seu uso e cada roca com seu fuso”.

ROLLO, Alberto; ROLLO, Janine. Abaixo o juridiquês. Disponível em: < http://blog.jus.uol.com.br/paginalegal/2008/03/08/abaixo -o- juridiques/>. Acesso em: 20 maio 2008. [Adaptado].

As formas verbais “formulam”, “fazem” e “julgam”, contidas no primeiro parágrafo, concordam com
Alternativas
Respostas
4461: B
4462: A
4463: D
4464: E
4465: E
4466: C
4467: D
4468: E
4469: B
4470: B
4471: D
4472: B
4473: B
4474: B
4475: E
4476: B
4477: B
4478: E
4479: D
4480: A