Questões de Concurso
Comentadas sobre termos essenciais da oração: sujeito e predicado em português
Foram encontradas 3.249 questões
Sobre os componentes linguísticos do texto seguinte, marque a alternativa INCORRETA.
"Sonho meu, sonho meu, / Vai buscar quem mora longe, sonho meu! / Vai mostrar essa saudade, sonho meu, / Com a sua liberdade, sonho meu / No meu céu a estrela guia se perdeu / A madrugada fria / Só me traz melancolia, sonho meu! / Sinto o conto da noite na boca do vento / Fazer a dança das flores no meu pensamento! / Traz a pureza de um samba / Sentindo, marcado de mágoas de amor, / Um samba que mexe o corpo da gente, /O vento vadio embalando a flor! (Ivone Lara e Delcio Carvalho)
Leia o texto para responder a questão
Slow fashion, uma tendência de moda sustentável – e
de empreendedorismo
A indústria fashion é a segunda que mais polui o meio ambiente.
Por isso, surge um movimento que prega o consumo
consciente de roupas e acessórios
Por Fernanda Colavitti
Quando criaram a marca Coletivo de Dois, em 2014, os estilistas Hugo Mor, de 33 anos, de Goiás, e o paulistano Daniel Barranco, de 42, queriam fazer roupas diferentes das que existiam no mercado. A ideia da dupla era criar usando materiais baratos, como sobras e tiras de tecido.
Com isso na cabeça, eles juntaram 500 reais em retalhos e uma máquina de costura e criaram a primeira coleção, com 127 peças. “Enchemos uma mala e nos mudamos de Goiânia para São Paulo para participar de feiras e eventos”, afirma Hugo
Na época, ambos sequer tinham ouvido falar na expressão slow fashion — tendência que aplica os conceitos de sustentabilidade e reutilização de materiais no mundo da moda. “Foi apenas quando aparecemos em uma reportagem sobre o movimento que percebemos que a marca se encaixava”, afirma Daniel.
De lá para cá, o Coletivo de Dois abriu uma loja no centro de São Paulo e já produziu mais de 3.000 peças, reaproveitando, por ano, 150 quilos de tecido. Segundo os empresários, quase 1 tonelada de sobras deixou de ser descartada.
O slow fashion (ou “moda lenta”, numa tradução literal) não é uma tendência exatamente nova. A expressão surgiu ainda na década de 1990, na Itália, e deriva de outro movimento, o slow food, que propõe uma forma mais consciente de se alimentar. Assim como o irmão da culinária, o slow fashion está atrelado a hábitos de consumo responsáveis, valorização de produtores locais e produção de itens com mais qualidade e durabilidade. “A tendência é um contraponto ao conceito de fast fashion, que dominou as décadas anteriores e consiste em grandes lojas de departamento produzindo coleções novas a cada semana”, diz José Luís de Andrade, professor de moda no Centro Universitário Senac, em São Paulo.
[...]
Disponível em https://vocesa.abril.com.br/empreendedorismo/slow-fashion-uma-tendencia-de-moda-sustentavel-e-de-empreendedorismo/
Leia o texto para responder a questão.
Quer empreender? Estes são os primeiros passos para abrir um negócio
Em entrevista exclusiva, subsecretária de empreendedorismo e pequenas e
médias empresas de São Paulo explica os primeiros passos começar um negócio
Por Juliana Américo
Em 2020, o Brasil deve atingir o seu maior patamar de novos empreendedores. Segundo a pesquisa Global Entrepreneurship Monitor (GEM), aproximadamente 25% da população adulta estará envolvida na abertura de um novo negócio ou em empresas com até 3 anos e meio de atividade.
Parte destas novas empresas que estão surgindo são impulsionadas pela crise do coronavírus. Com 12, 7 milhões de pessoas desempregadas, de acordo com os dados de maio da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua Mensal (PNAD Contínua), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o empreendedorismo se torna uma alternativa de renda.
No entanto, Jandaraci Araújo, subsecretaria de empreendedorismo e médias empresas do estado de São Paulo e primeira mulher a ocupar o cargo de diretora executiva na área de Finanças do Banco do Povo Paulista, lembra que empreender, principalmente em momentos de crise, demanda atenção. “Empreender nunca foi fácil e empreender no Brasil sempre foi algo complicado por causa da burocracia e dificuldades em abrir uma empresa. Hoje, a gente tem mais um obstáculo que é uma questão que independe de instituições, um elemento exógeno e que a gente tem que aprender a lidar”.
Jandaraci nasceu na Bahia, mas se mudou para o Rio de Janeiro no final dos anos 90 para fugir de um relacionamento violento e podem dar mais oportunidades para as filhas. Apesar de, na época, ter formação tecnóloga de metalmecânica e administração, ela não conseguia emprego. A solução foi começar a vender salgados na porta de uma universidade. “Um professor que sempre comprava comigo um dia perguntou sobre minha história e conversamos. No dia seguinte, ele me deu seu cartão e pediu que procurasse uma de suas gerentes. Cinco dias depois, comecei a trabalhar na rede do Pão de Açúcar. Fiz minha carreira lá.” Ela também é a conselheira da Women in Leadership in Latin America (WILL), ONG voltada para o empoderamento feminino nas organizações, é voluntária no Grupo Mulheres do Brasil e coordena o programa Empreenda Rápido, que promove capacitação empreendedora, formalização e microcrédito.
A empreendedora ainda lembra que para um negócio ter sucesso, é preciso sim estar atento às tendências de mercado, mas também ser criativo. “Tem aquele grupo de empreendedores tipo o peixe rêmora, que sai seguindo os tubarões. Ele não constrói nada, porque toda hora está mudando o negócio para alguma coisa que está em alta”, explica.
Disponível em https://vocesa.abril.com.br/empreendedorismo
/dicas-para-quem-quer-comecar-a-empreender/
"Sonho meu, sonho meu, / Vai buscar quem mora longe, sonho meu! / Vai mostrar essa saudade, sonho meu, / Com a sua liberdade, sonho meu / No meu céu a estrela guia se perdeu / A madrugada fria / Só me traz melancolia, sonho meu! / Sinto o conto da noite na boca do vento / a dança das flores no meu pensamento! / Traz a pureza de um samba / Sentindo, marcado de mágoas de amor, / Um samba que mexe o corpo da gente, / O vento vadio embalando a flor! (Ivone Lara e Delcio Carvalho)
Ou agimos agora ou será tarde demais
O clima não espera: cientistas do IPCC alertam que combater
o aquecimento global exige mudanças sem precedentes,
mas ainda é possível se não perdermos tempo;
e nossas florestas são motivo para ter esperança
por Rodrigo Gerhardt
O time mais robusto de cientistas do mundo, o Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas (IPCC, em inglês), divulgou nesta segunda-feira, na Coreia do Sul, um novo relatório sobre o caminho para limitar o aquecimento global a 1.5 grau e assim cumprir o histórico Acordo de Paris. É uma tarefa que envolve escolhas difíceis e urgentes, e só poderá ser alcançada se não perdermos mais tempo. Para líderes politicos e corporativos, a mensagem é clara: “Ajam agora!”.
Atualmente, já enfrentamos 1 grau Celsius de aquecimento. Para os cientistas da ONU, que revisaram mais de 6 mil estudos, estamos muito próximos de atingir 1.5º C e até mesmo chegar a 2º C de aquecimento já na primeira metade do século, ou seja, logo daqui trinta anos. Este é o nível mínimo seguro para a forma como vivemos no planeta. A única solução possível, diz o relatório, é reduzir pela metade até 2030 a emissão de gases que esquentam o planeta, para então zerá-las em 2050, além de absorver parte do carbono que já está na atmosfera. Neste caminho não bastam só novas tecnologias e energia limpa – as florestas também terão papel fundamental.
“No cenário traçado pelo IPCC, o futuro da humanidade depende não apenas de eliminarmos os combustíveis fósseis, como carvão e petróleo, e zerar o desmatamento em escala mundial para reduzir as emissões, mas também proteger florestas, savanas e outras formas de vegetação natural para capturar o excesso de CO2 que já está na atmosfera e o que ainda será emitido na fase de transição para uma economia neutra em carbono”, diz o estrategista internacional de Florestas do Greenpeace, Paulo Adário.
Para ele, a melhor e mais aceitável forma de fazer isso é adotar um ambicioso programa de restauração das florestas degradadas em escala global. “Afinal, as árvores são ‘usinas’ naturais de captação de carbono desenvolvidas e testadas há milhões de anos”, afirma.
No Brasil, líderes políticos e empresariais têm o dever de ampliar os compromissos já assumidos com a comunidade global e adotar as medidas necessárias para nos proteger dos impactos que já estão sendo sentidos, como secas severas prolongadas e tempestades com força recorde. “Além de acelerar a transição para uma matriz energética 100% limpa e renovável, o país tem o desafio de revolucionar o setor agropecuário – que responde por cerca de 70% das emissões brasileiras, incluído ao ‘pum’ dos rebanhos, o uso de fertilizantes e o desmatamento de novas áreas – e trazê-lo para um patamar sustentável”, afirma.
Disponível em https://www.greenpeace.org/brasil/blog/ou-agimos-agora-ou-sera-tarde-demais/?gclid=EAIaIQobChMI3tOxh57c6AIVRwmRCh00vQZTEAAYASAAEgI WhvD_BwE
Leia o texto para responder a questão.
Pesquisa mostra que brasileiros precisam cuidar melhor dos rins
Levantamento da SAÚDE avalia o conhecimento e o comportamento da população
a respeito de causas, prevenção, diagnóstico e tratamento das doenças renais
Por Goretti Tenorio
O periódico científico The Lancet acaba de publicar um retrato global sobre doença renal crônica: em 2017, foram computados cerca de 700 milhões de pessoas com a condição pelo mundo e 1,2 milhão de mortes em função do problema. Só no Brasil temos hoje 10 milhões de cidadãos convivendo com o comprometimento dos rins.
“Vivemos uma epidemia, com grande impacto na saúde e na qualidade de vida dos pacientes”, diz o nefrologista Alexandre Cabral, do Instituto de Saúde do Rim, em Campo Grande (MS). Por aqui, o número de indivíduos em diálise, ou seja, usando uma máquina para filtrar o sangue no lugar dos rins que não funcionam direito, aumentou de 40 mil em 2000 para 120 mil em 2017. Mas será que a população está ciente dos riscos de negligenciar os cuidados com essa dupla de órgãos, responsável por retirar as impurezas do sangue, controlar a pressão e produzir hormônios e vitaminas?
Para traçar um panorama a respeito, a revista SAÚDE e a área de Inteligência de Mercado do Grupo Abril realizaram a pesquisa Como os Brasileiros Cuidam dos Rins, que contou com o apoio das farmacêuticas AstraZeneca, Baxter e Bristol-Myers Squibb. Realizada pela internet, a sondagem teve a participação de 1885 pessoas de todas as regiões — 331 delas com alguma doença renal.
De saída, chama a atenção que metade dos respondentes sem a condição afirma nunca ter procurado um médico para avaliar a situação dos rins. “Como o problema apresenta sintomas tardios e inespecíficos, quando a pessoa busca ajuda ele já avançou perigosamente, sem possibilidade de marcha a ré”, explica João Egidio Romão Júnior, chefe de nefrologia e transplantes da BP – A Beneficência Portuguesa de São Paulo.
O atraso no diagnóstico é, de fato, um dos achados mais preocupantes do estudo. Entre os participantes com insuficiência renal, 45% receberam o diagnóstico em estágios 4 ou 5. “Aí a capacidade dos rins já está em torno de 30% e 15%, respectivamente”, aponta Romão Júnior.
[...]
Disponível em https://saude.abril.com.br/medicina/pesquisa-mostra-que-brasileiros-precisam-cuidar-melhor-dos-rins/
Leia o texto a seguir para responder à questão.
Prevenir ou remediar?
Podemos afirmar que o predicado da frase é:
Leia o texto para responder a questão.
A preocupante queda na vacinação infantil
As crianças estão cada vez mais desprotegidas contra
infecções. Veja os motivos e as soluções disso em um
episódio apoiado pelo Hospital Infantil Sabará
Por Da Redação
Não deixa de ser um paradoxo: enquanto sonhamos com uma vacina segura e eficaz contra o coronavírus, estamos cada vez mais negligenciando a vacinação infantil. Atualmente, já não atingimos a meta de imunização para sarampo, poliomielite e coqueluche, por exemplo. Quais os motivos disso e como reverter o cenário? Vamos descobrir neste episódio do podcast Detetives da SAÚDE, que tem o apoio do Hospital Infantil Sabará e do Instituto Pensi.
Nossa convidada da vez é Helena Sato, pediatra da Divisão de Imunização do Centro de Vigilância Epidemiológica da Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo, além de professora convidada do Instituto Pensi. Uma grande especialista na área, ela explica por que as metas de vacinação variam de doença para doença e traz as repercussões que já estão ocorrendo por causa dessa negligência com a imunização infantil.
Ao longo do episódio, Helena também desconstrói notícias falsas sobre diferentes vacinas. Ah, e temos a participação especial da psicóloga Dora Leite, do Hospital Infantil Sabará, que aborda táticas para tranquilizar as crianças na hora da vacinação.
É possível escutar o programa em diversas plataformas. Estamos no Spotify, no Deezer, no Google Podcasts, no Pocket Casts, no Youtube…
Disponível em https://saude.abril.com.br/podcast/a-preocupante-queda-navacinacao-infantil/
Leia o texto para responder a questão.
A preocupante queda na vacinação infantil
As crianças estão cada vez mais desprotegidas contra
infecções. Veja os motivos e as soluções disso em um
episódio apoiado pelo Hospital Infantil Sabará
Por Da Redação
Não deixa de ser um paradoxo: enquanto sonhamos com uma vacina segura e eficaz contra o coronavírus, estamos cada vez mais negligenciando a vacinação infantil. Atualmente, já não atingimos a meta de imunização para sarampo, poliomielite e coqueluche, por exemplo. Quais os motivos disso e como reverter o cenário? Vamos descobrir neste episódio do podcast Detetives da SAÚDE, que tem o apoio do Hospital Infantil Sabará e do Instituto Pensi.
Nossa convidada da vez é Helena Sato, pediatra da Divisão de Imunização do Centro de Vigilância Epidemiológica da Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo, além de professora convidada do Instituto Pensi. Uma grande especialista na área, ela explica por que as metas de vacinação variam de doença para doença e traz as repercussões que já estão ocorrendo por causa dessa negligência com a imunização infantil.
Ao longo do episódio, Helena também desconstrói notícias falsas sobre diferentes vacinas. Ah, e temos a participação especial da psicóloga Dora Leite, do Hospital Infantil Sabará, que aborda táticas para tranquilizar as crianças na hora da vacinação.
É possível escutar o programa em diversas plataformas. Estamos no Spotify, no Deezer, no Google Podcasts, no Pocket Casts, no Youtube…
Disponível em https://saude.abril.com.br/podcast/a-preocupante-queda-navacinacao-infantil/
Leia o texto abaixo para responder a próxima questão.
A bola
O pai deu uma bola de presente ao filho. Lembrando o prazer que sentira ao ganhar sua primeira bola do pai. Uma número 5 oficial de couro. Agora não era mais de couro, era de plástico. Mas era uma bola. O garoto agradeceu, desembrulhou a bola e disse "legal", ou o que os garotos dizem hoje em dia quando gostam do presente ou não querem magoar o velho. Depois começou a girar a bola, à procura de alguma coisa.
- Como é que liga? - Perguntou.
- Como, como é que liga? Não se liga.
O garoto procurou dentro do papel de embrulho.
- Não tem manual de instrução?
O pai começou a desanimar e pensar que os tempos são
outros. Que os tempos são decididamente outros.
- Não precisa manual de instrução.
- O que é que ela faz?
- Ela não faz nada, você é que faz coisas com ela.
- O quê?
- Controla, chuta...
- Ah, então é uma bola.
Uma bola, bola. Uma bola mesmo. Você pensou que fosse o quê?
- Nada não.
O garoto agradeceu, disse "legal" de novo, e dali a pouco o pai
o encontrou na frente da TV, com a bola do seu lado,
manejando os controles do vídeo game. Algo chamado
Monster Ball, em que times de monstrinhos disputavam a
posse de uma bola em forma de Blip eletrônico na tela ao
mesmo tempo que tentavam se destruir mutuamente. O garoto
era bom no jogo. Tinha coordenação e raciocínio. Estava
ganhando da máquina.
O pai pegou a bola nova e ensinou algumas embaixadinhas. Conseguiu equilibrar a bola no peito do pé, como antigamente, e chamou o garoto.
- Filho, olha.
O garoto disse "legal", mas não desviou os olhos da tela. O pai segurou a bola com as mãos e o cheirou, tentando recapturar mentalmente o cheiro do couro. A bola cheirava a nada. Talvez um manual de instrução fosse uma boa ideia, pensou. Mas em inglês pra garotada se interessar.
Veríssimo, Luis Fernando. A bola. Comédias da vida privada; edição especial para as escolas. Porto Alegre: L&PM, 1996. P. 96-7
https://www.tudonalingua.com/news/cronicas-de-humor-deluis-fernando-verissimo/
a. Na frase: "O garoto agradeceu, desembrulhou a bola e disse "legal" [...]", o sublinhado representa a inserção de discurso direto. b. "O garoto era bom no jogo. Tinha coordenação e raciocínio". Na frase sublinhada, há a ocorrência de elipse, assim como em "Uma número 5 oficial de couro". c. "O garoto disse "legal", mas não desviou os olhos da tela". O sublinhado é uma conjunção adversativa. d. Nas orações: "O garoto era bom de jogo" e "[...] era de plástico", ocorre o mesmo tipo de sujeito. e. "Depois começou a girar a bola, à procura de alguma coisa". O sublinhado é uma locução adverbial feminina e recebe corretamente a crase como em: "Fizeram às pazes".
Está correto quando se afirma que: