Questões de Concurso
Comentadas sobre termos essenciais da oração: sujeito e predicado em português
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A QUESTÃO SE REFERE À TIRINHA A SEGUIR.

Disponível em: https://br.ifunny.co/picture/i-espantalho-eu-tenho-umaduvida-como-voce-consegue-falar-1Tt0T69C7 Acesso em: 27 set. 2023.
Do ponto de vista morfológico, informe se é verdadeiro (V) ou falso (F) o que se afirma a seguir sobre as palavras na tirinha.
( ) A palavra “sem”, no quarto quadrinho, é um pronome simples.
( ) A palavra “se”, no segundo quadrinho, é um pronome reflexivo.
( ) No terceiro quadrinho, a palavra “tão” é um advérbio de intensidade.
( ) No segundo quadrinho, a palavra “como” é um advérbio interrogativo.
De acordo com as afirmações, a sequência correta é:
Considerando-se os verbos destacados nos fragmentos a seguir, todos são de ligação, EXCETO em
Leia o texto a seguir e responda da questão.
ISOLAR CRIANÇAS EM ESCOLAS ESPECIAIS É RETROCESSO HUMANO E SOCIAL
Jairo Marques
Ressurgem no Congresso Nacional e no âmbito do governo federal discussões para que o Brasil volte a adotar o modelo de escolas especiais exclusivas para crianças com deficiência, sobretudo para aquelas com comprometimentos cognitivos severos ou com comportamento que foge muito ao que se tem de padrão: um aluno calado, sentado na carteira escolar e que não dá trabalho.
Depois de décadas de discussão, o país passou a adotar a escola do “todos juntos”, em que, independentemente das características físicas, sensoriais ou intelectuais de um pequeno, ele estará na sala de aula ao lado das demais crianças, aprendendo a seu modo, com apoio dos instrumentos pedagógicos e da tecnologia possível para lhe dar o suporte necessário a compreender conteúdos.
Neste modelo, que é moderno e que conversa com a realidade das nações com os melhores desempenhos educacionais do planeta, a preocupação maior recai sobre a criança e a construção de suas experiências humanas, de relacionamento, de criação de estratégias para o convívio social e todos os seus desafios, majorados obviamente pela deficiência.
Na escola inclusiva, a menina down tem visibilidade em seu modo de atuar, o menino com autismo mostra que há outras maneiras de interação e o garoto surdo pode expandir a cultura de usar os sinais durante a comunicação. Criança não precisa de gueto, criança precisa mergulhar por mares de pluralidades para encontrar-se como indivíduo. Porém, aspectos que guardam relação com a proteção, com o conteudismo educacional, com um suposto abandono da criança com deficiência na escola têm apelo fortíssimo em corações que, até hoje, veem a diferença com piedade, com assistencialismo, não como característica humana.
Um pequeno com nanismo precisa de uma escola só de anões para não sofrer bullying. Mas, a lógica não seria ensinar aos alunos sem nanismo o respeito ao próximo, os valores do diverso, os efeitos da violência emocional tanto para o agressor como para o agredido?
Outro argumento flácido e repetitivo contra o todos juntos na educação é que aquela menina com paralisia cerebral não entende matemática, é mais lenta para escrever e não acompanha a turma.
Por trás desse raciocínio, está a punição pelo não enquadramento em modelos, o desrespeito à capacidade de cada um de absorver conhecimento de maneira distinta e a necessidade de uniformizar o que é potencialmente mais vantajoso para todos sendo multiforme.
O que vejo como mais brutal nesse pensamento de apartamento escolar é não enxergar os ranços, o atraso e os prejuízos que a escola especial trouxe para diversas gerações de pessoas com deficiência –guardados os devidos méritos pela assistência oferecida no passado.
O isolamento faz perpetuar o pensamento da inviabilidade da vida em sociedade, cria estigmas, cria medos, cria asco de reações desconhecidas, cria subumanos.
Legitimar que a diversidade tenha o direito à educação exercido em campos de exclusividade às avessas –ou alguém vai colocar seu filho todo fofinho para estudar onde só há crianças tachadas de superagitadas? – é permitir que da infância sejam tragados seus poderes de adaptação, de germinar vínculos múltiplos, de fomento à criatividade.
Na escola em que a invisibilidade dos alunos impera, é mais simples controlar cobranças, de criar métricas qualitativas e de não chamar a atenção. É mais simples de apaziguar pais preocupados com a assistência a seus filhos, porque, em último grau, sempre poderá ser dito: ali é o lugar dele. Mas, o lugar da diversidade é onde ela bem entender. De preferência, em todos os lugares.
Disponível em: <https://assimcomovoce.blogfolha.uol.com.br>
Leia o texto a seguir.

Disponível em: <https://br.pinterest.com/
pin/54535845479102357/>. Acesso em: 06 de abril
de 2024.
As sentenças apresentadas nos três balões
de fala, possuem, respectivamente, sujeito:
De forma geral, não há nenhuma complexidade para compreender o que é administração financeira. Ainda que esse conceito pareça ser complexo, não é algo de difícil entendimento. A administração financeira é o conjunto de práticas realizadas para excelente gerenciamento de dinheiro. Em outras palavras, é todo processo que vai gerenciar, organizar e usar os recursos financeiros de uma empresa, de uma residência ou conta bancária.
I. Em: “Introduzir a educação financeira no público infantil é uma maneira de prevenção”, todo o trecho destacado compõe o sujeito composto da oração em análise.
II. Em: “Essa modalidade de administração é interessante e muito vantajosa”, há duas orações, o verbo dessa oração está conjugado no presente do modo indicativo.
Marque a alternativa correta:
Os sujeitos dos termos destacados são classificados respectivamente como:
Sintaticamente, é correto afirmar que:
Analise a assinale a classificação correta do sujeito da oração abaixo:
“Faz tempo que não a vejo.”
Assinale a frase que se mostra em ordem direta.
Hoje, acredita-se que a polenta seja o alimento básico mais popular da Itália, depois das massas e da pizza. Na sua essência, continua a ser um humilde prato comunitário, mas durante os anos da Segunda Guerra Mundial foi consumido, principalmente, por necessidade. No final de um árduo dia de trabalho, alguns familiares reuniam-se à volta da mesa e partilhavam a polenta. Usando as mãos como colheres, esfregavam cada mordida em um arenque seco pendurado por um barbante no teto da cozinha para dar mais sabor à polenta simples e, ao mesmo tempo, conservar o peixe.
Segundo o chef e o historiador alimentar Amedeo Sandri, o milho foi posteriormente importado para a Itália por missionários que voltavam das Américas para a região de Friuli. O cultivo em grande escala se espalhou nos anos 1600 para Veneto e Lombardia, substituindo as culturas tradicionais e desencadeando uma revolução agrária. Hoje, existem cerca de uma dúzia de tipos de milho italiano cultivados no país. “Os agricultores perceberam que o milho tinha maior rendimento e ciclo de cultivo mais curto em comparação ao milheto, centeio e trigo, e que dava força suficiente para trabalhar na lavoura”, diz Sandri. “Mas houve alguns efeitos colaterais graves nesta dieta à base de polenta.”
Fonte: Polenta: história secreta de uma das comidas favoritas da Itália | CNN Brasil


Internet:<www.periodicos.set.edu.br>
Acerca das ideias, da estrutura linguística e da seleção vocabular do texto, julgue o item.
No último período do texto, as formas verbais
“Tira‑se” (linha 35) e “foca‑se” (linha 38) apresentam
sujeito indeterminado.