Questões de Concurso
Sobre substantivos em português
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Coluna I. A- Substantivo coletivo. B- Substantivo próprio. C- Substantivo derivado. D- Substantivo abstrato.
Coluna II. 1- Ferreiro, padeiro. 2- Aurora, Amanda. 3- Beleza, saudade. 4- Enxame, matilha.
Fiz um fogaréu hoje queimando a lenha que sobrou. O casarão do meu sogro ficou bem aquecido, e então fizemos um panelão de sopa para alimentar a todos.
• País (número).
• Carro (grau).
• Álbum (número).
• Ator (gênero).
(Fonte: https://www.bbc.com/portuguese/articles/ ce786w66xwro.adaptado)
Assinale a opção que contenha a classificação correta do tipo de substantivo.
(Fonte: https://www.bbc.com/portuguese/articles/ ce786w66xwro.adaptado)
Assinale a opção que contenha dois substantivos.
(Fonte: https://www.bbc.com/portuguese/articles/ ce786w66xwro.adaptado)
Assinale a opção em que todos os substantivos pertençam ao mesmo gênero.
Texto I para responder a questão
Bombinhas é um município localizado no litoral centro-norte de Santa Catarina. A cidade é uma península que avança para o Oceano Atlântico com apenas 35,913 km² e 25.058 habitantes (IBGE 2022).
As principais atividades econômicas de Bombinhas são o turismo, a pesca artesanal e a maricultura (criação de mariscos e ostras), herança dos colonizadores dessa região, que foram povos indígenas, e mais tarde, açorianos.
Fonte:https://turismo.bombinhas.sc.gov.br/sobre-a-cidade/#:~:text=Bombinhas%20%C3%A9%20considerada%20um%20dos,por
%20trilhas%20ou%20pelo%20mar.
Coluna I.
A- Substantivos compostos.
B- Substantivos derivados.
C- Substantivos coletivos.
D- Substantivos abstratos.
Coluna II.
1- São os substantivos que, mesmo no singular, transmitem a ideia de agrupamento de vários seres da mesma espécie.
2- São os substantivos formados por mais de uma palavra.
3- São os substantivos que se originam de outras palavras.
4- São os substantivos que nomeiam seres de existência não autônoma, isto é, que dependem de algo ou alguém para existir. Designam sentimentos, ações, qualidades.
O homem do mediterrâneo
(Rubem Braga)
Uma tarde, em algum lugar da Grécia. Curvada para o chão, a velha recolhe as azeitonas e as joga dentro de um cesto. Talvez não seja muito velha, e a fadiga do trabalho a faça parecer menor e mais lenta. Com uma longa vara, o homem de cabelos grisalhos bate os galhos da oliveira. Um burrisco, ali perto, espera a hora de escurecer, de sentir um peso nas costas e marchar lentamente de volta à casa: o homem lhe dará a ordem numa só palavra resmungada.
Talvez em português, talvez em italiano, talvez em grego. Muda pouco a paisagem, mudam pouco as rugas do camponês, as oliveiras têm esse mesmo verde prateado, desfalecido, seja o pé de um convento manuelino, de um arco romano, de umas colunas dóricas abandonadas na planura. Novembro começa: e lentamente, como se o fizessem apenas nas horas de lazer, homens e mulheres começam a colher olivas, apenas de uma árvore ou outra, como na abertura de um rito.
Sento-me no chão, à sombra de uma oliveira: o sol se faz subitamente muito claro, quase quente. Eu podia tirar uma fotografia, mas sou um mau turista: fico ali sentado no chão, analfabeto, animal; no chão, à sombra de uma oliveira: o sol se faz subitamente muito claro, quase quente. Eu podia tirar uma fotografia, mas sou um mau turista: fico ali sentado no chão, analfabeto, animal; pensando que eu poderia ser, com esta mesma cara, aquele homem de cabelos grisalhos; e aquela mulher que se curva para a terra, de pano na cabeça, poderia ser minha mulher; e eu poderia estar repetindo lentamente, na mesma faina de sempre, o mesmo gesto do meu avô, meu bisavô, na mesma terra, junto, quem sabe, à mesma oliveira secular. Sinto que sou um europeu do Mediterrâneo, me reencarno na rude pele de qualquer antepassado. Se eu ficasse louco neste momento, e perdesse a memória, talvez acabasse a vida nesta aldeia; e, como seria um louco manso, talvez me admitissem lentamente a cuidar da terra, a pastorear as ovelhas, a limpar os vinhedos, a colher azeitonas. Dar-me-iam algum monte de feno onde dormir, ao abrigo do tempo; e, ao cabo, talvez mim um dos seus.
Como o Brasil está longe, além dos mares, das
gerações! (Mas, mesmo na minha loucura mansa, perdida
toda a memória, talvez eu guardasse um certo nome de
mulher – e o repetisse baixinho, comigo mesmo, quando,
perante um desses mármores lavados pelas chuvas,
dourados violenta vontade de chorar.)
Assinale a alternativa CORRETA:
Os termos em negrito do trecho acima, são respectivamente:
De acordo com o emprego adequado da Crase, coloque Certo (C) ou Errado (E).
( ) Voltamos após as 19h.
( ) A reunião começa às 17h.
( ) Entro à uma hora, por isso não almoço em casa.
( ) Jorge tem uma máquina de trabalho à álcool.
( ) Escreva à lápis.
A assertiva correta é: