Questões de Concurso Sobre substantivos em português

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Q1787173 Português
TEXTO
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

A IMPORTÂNCIA DA TECNOLOGIA EDUCACIONAL
(1º§) Os jovens hoje em dia estão ligados a uma 'sociedade digital' com o grande avanço tecnológico e meios de comunicação, mas isso tem gerado muitas questões. A tecnologia não tem mais como ser evitada, principalmente pelos jovens e adolescentes, e no ambiente escolar não é diferente, e isso vem gerando muitas opiniões diversas na sociedade. Mas todos nós somos cientes de que o uso dos aparelhos digitais melhoram e favorecem o trabalho nas escolas, tornando-o mais criativo, dinâmico e envolvente. Os membros das próprias escolas precisam reconhecer que o celular é sim importante, e que para os pais, é um meio de monitoramento da trajetória diária dos filhos, no qual é um fácil contato entre eles. 
(2º§) O objetivo dos educadores deveria ser apenas conscientizar os próprios do uso indevido, e não proibir. O celular pode ser utilizado facilmente como um organizador, que contém um acesso muito rápido, assim ajudando o desempenho didático. Nós, jovens, temos capacidade de raciocinar e observar várias coisas ao mesmo tempo, e com o celular não iria ser diferente, como por exemplo: podemos copiar e ouvir uma explicação na sala de aula, tocar e cantar em um instrumento musical sem problema algum.
(3º§) Antes não dependíamos tanto da tecnologia, mas quanto mais ela cresce, mais a violência aumenta absurdamente seu índice, e assim segue preocupando mais os próprios pais que, às vezes passam o dia todo longe. A nova era digital tem que ser considerada pelas escolas uma aliada, e não inimiga. Sou a favor da conscientização dos alunos, mas não da proibição em si, o aluno que tiver responsabilidade, não deixará o objeto digital atrapalhar seus estudos e conhecimentos adquiridos, assim ele será útil no momento certo, sem afetar o seu desempenho mental. (...)

(https://meuartigo.brasilescola.uol.com.br/redacao/a-importancia-tecnologia-educa cional.htm) - (Adaptado)
Analise as assertivas com (V) verdadeiro ou (F) falso.
(__)O título do texto exemplifica um período simples composto por oração absoluta, escrita com contrações prepositivas, substantivos e adjetivos. (__)No desenvolvimento do texto, percebe-se claramente que os jovens desprezam as tecnologias usadas pela sociedade digital, porque preferem preservar os conhecimentos tradicionais. (__)O (1º§) está escrito com períodos que têm classificações diferentes, há um termo que faz antítese com "menos", há um termo que faz antítese com "sim", e um termo que faz antítese com difícil. (__)O primeiro período do (2º§) inicia com oração escrita com locução verbal enunciando ideia hipotética no futuro do pretérito do modo indicativo.
Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA dos itens acima, de cima para baixo:
Alternativas
Q1786931 Português

O QUE MAIS DÓI


O que mais dói não é sofrer saudade

Do amor querido que se encontra ausente

Nem a lembrança que o coração sente

Dos belos sonhos da primeira idade.


Não é também a dura crueldade

Do falso amigo, quando engana a gente,

Nem os martírios de uma dor latente,

Quando a moléstia o nosso corpo invade.


O que mais dói e o peito nos oprime,

E nos revolta mais que o próprio crime,

Não é perder da posição um grau.


É ver os votos de um país inteiro,

Desde o praciano ao camponês roceiro,

Pra eleger um presidente mau.


(PATATIVA DO ASSARÉ)

No verso "Desde o praciano ao camponês roceiro", os termos destacados podem ser classificados quanto à sua classe gramatical e processo de formação como:
Alternativas
Q1786923 Português
Marque a alternativa cujas palavras são TODAS invariáveis.
Alternativas
Q1786423 Português
Para responder à questão, leia atentamente o excerto a seguir:

     (PALHAÇO, entrando)

Peço desculpas ao distinto público que teve de assistir a essa pequena carnificina, mas ela era necessária ao desenrolar da história. Agora a cena vai mudar um pouco. João, levante-se e ajude a mudar o cenário. Chicó! Chame os outros.

(Ariano Suassuna, em O auto da compadecida, 1980)
A partir do texto lido, assinale a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q1785675 Português
    Antigamente a vida era outra aqui neste lugar onde o rio, dando areia, cobra-d’água inocente, e indo ao mar, dividia o campo em que os filhos de portugueses e da escravatura pisaram.
    Couro de pé roçando pele de flor. Mangas engordando, bambuzais rebentando vento, uma lagoa, um lago, um laguinho, amendoeiras, pés de jamelão e o bosque de Eucaliptos. Tudo isso do lado de lá. Do lado de cá, os morrinhos, casarões mal-assombrados, as hortas de Portugal Pequeno e boiada pra lá e pra cá na paz de quem não sabe da morte.
    Em diagonal, os braços do rio, desprendidos lá pela Taquara, cortavam o campo: o direito ao meio; o esquerdo, que hoje separa os Apês das casas e sobre o qual está a ponte por onde escoa o tráfego da principal rua do bairro, na parte de baixo. E, como o bom braço ao rio volta, o rio totalmente abraçado, ia ziguezagueando água, esse forasteiro que viaja parado, levando íris soltas em seu leito, deixando o coração bater em pedras, doando mililitros para os corpos que o ousaram, para as bocas que morderam seu dorso. Ria o rio, mas Busca-Pé bem sabia que todo rio nasce para morrer um dia. 
    Um dia essas terras foram cobertas de verde com carro de boi desafiando estradas de terra, gargantas de negros cantando samba duro, escavação de poços de água salobra, legumes e verduras enchendo caminhões, cobra alisando o mato, redes armadas nas águas. Aos domingos, jogo de futebol no campo do Paúra e bebedeira de vinho sob a luz das noites cheias.
    [...]
    Os dois filhos de portugueses tratavam das hortas de Portugal Pequeno nas terras herdadas. Sabiam que aquela região seria destinada à construção de um conjunto habitacional, mas não que as obras estavam para começar em tão pouco tempo.

(LINS, Paulo. Cidade de Deus. São Paulo.
Companhia das Letras, 2002. p.15)
Em “Couro de pé roçando pele de flor. Mangas engordando, bambuzais rebentando vento” (2º§), foi empregado um recurso linguístico que confere certo DINAMISMO ao texto. Trata-se:
Alternativas
Q1785531 Português
Leia atentamente o texto.

1. Abelhas e borboletas são os animais polinizadores mais
2. conhecidos. O que talvez algumas pessoas não saibam
3. é que, há muito tempo, as moscas também têm um
4. papel expressivo no processo de polinização.
5. Em um estudo publicado no último dia 10 de março no
6. periódico Current Biology, pesquisadores apresentaram
7. a análise de um fóssil de uma mosca de 47 milhões de
8. anos e, surpreendentemente, conseguiram resgatar
9. detalhes sobre o passado a partir... Da barriga do inseto.
10. O abdômen protuberante sugeria que a barriga ainda
11. deveria estar cheia graças ao último alimento ingerido.
12. A equipe, liderada por Fridgeir Grímsson, da
13. Universidade de Viena, na Áustria, investigou o fóssil
14. da espécie Hirmoneura messelense, encontrado na
15. Alemanha. - As moscas eram os principais
16. polinizadores em antigos ecossistemas e podem até
17. ter ofuscado as abelhas -, afirma Grímsson.

12/03/2021
Fonte: Revista Galileu (online), seção Notícias
O substantivo MOSCAS (l. 3), quanto à flexão de número e quanto ao gênero, é classificado, respectivamente, como:
Alternativas
Q1785048 Português
A palavra “viscosidade” (linha 38) é um
Alternativas
Q1784955 Português

Texto para a questão.



Internet: <https://napracinha.com.br>.

Assinale a alternativa correta com relação ao pronome pessoal presente na fala “E ele está no hospital” do último quadrinho.
Alternativas
Q1784194 Português
TEXTO III

A CRUZ DA ESTRADA 
Castro Alves 

Caminheiro que passas pela estrada,
Seguindo pelo rumo do sertão,
Quando vires a cruz abandonada,
Deixa-a em paz dormir na solidão. 

Que vale o ramo do alecrim cheiroso
Que lhe atiras nos braços ao passar?
Vais espantar o bando buliçoso
Das borboletas, que lá vão pousar. 

É de um escravo humilde sepultura,
Foi-lhe a vida o velar de insônia atroz.
Deixa-o dormir no leito de verdura,
Que o Senhor dentre as selvas lhe 

[...] 

Quando, à noite, o silêncio habita as matas,
A sepultura fala a sós com Deus.
Prende-se a voz na boca das cascatas,
E as asas de ouro aos astros lá nos céus. 

Caminheiro! Do escravo desgraçado
O sono agora mesmo começou!
Não lhe toques no leito de noivado,
Há pouco a liberdade o desposou. 

(Disponível em https://www.escritas.org/pt/t/5023/a-cruz-da-estrada.). 
No TEXTO III, as classes gramaticais das palavras “abandonada”, “sepultura” e “de”, destacadas em negrito, são, respectivamente,
Alternativas
Q1784173 Português
De acordo com Bechara (2009, p. 54)*, “A parte central da gramática pura é a morfossintaxe”. Com base nesse trecho, que representa um sintagma oracional, i. e., um período simples, e nos aspectos morfossintáticos, qual é a asserção cujo teor é incorreto?
*BECHARA, Evanildo. Moderna gramática portuguesa. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2009.
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Q1783789 Português
Texto para o item.

Internet: <ethos.org.br> (com adaptações).

Quanto à correção gramatical e à coerência das substituições propostas para vocábulos e trechos destacados do texto, julgue o item.
“gerar” (linha 26) por a geração de
Alternativas
Q1782307 Português

Texto: Uma Vela para Dário 

Dario vinha apressado, guarda-chuva no braço esquerdo e, assim que dobrou a esquina, diminuiu o passo até parar, encostando-se à parede de uma casa. Por ela escorregando, sentou-se na calçada, ainda úmida da chuva, e descansou na pedra o cachimbo.

Dois ou três passantes, rodearam-no e indagaram se não se sentia bem. Dario abriu a boca, moveu os lábios, não se ouviu resposta. O senhor gordo, de branco, sugeriu que devia sofrer de ataque.

Ele reclinou-se mais um pouco, estendido agora na calçada, e o cachimbo tinha apagado. O rapaz de bigode pediu aos outros que se afastassem e o deixassem respirar. Abriu-lhe o paletó, o colarinho, a gravata e a cinta. Quando lhe retiraram os sapatos, Dario roncou feio e bolhas de espuma surgiram no canto da boca.

Cada pessoa que chegava erguia-se na ponta dos pés, embora não pudesse ver. Os moradores da rua conversavam de uma porta à outra, as crianças foram despertadas e de pijama acudiram à janela. O senhor gordo repetia que Dario sentara-se na calçada, soprando ainda a fumaça do cachimbo e encostando o guardachuva na parede. Mas não se via guarda-chuva ou cachimbo ao seu lado. 

A velhinha de cabeça grisalha gritou que ele estava morrendo. Um grupo o arrastou para o táxi da esquina. Já no carro a metade do corpo, protestou o motorista: quem pagaria a corrida? Concordaram chamar a ambulância. Dario conduzido de volta e recostado à parede – não tinha os sapatos nem o alfinete de pérola na gravata.

Alguém informou da farmácia na outra rua. Não carregaram Dario além da esquina; a farmácia no fim do quarteirão e, além do mais, muito pesado. Foi largado na porta de uma peixaria. Enxame de moscas lhe cobriu o rosto, sem que fizesse um gesto para espantá-las.

Ocupado o café próximo pelas pessoas que vieram apreciar o incidente e, agora, comendo e bebendo, gozavam as delícias da noite. Dario ficou torto como o deixaram, no degrau da peixaria, sem o relógio de pulso. 

Um terceiro sugeriu que lhe examinassem os papéis, retirados – com vários objetos – de seus bolsos e alinhados sobre a camisa branca. Ficaram sabendo do nome, idade, sinal de nascença. O endereço na carteira era de outra cidade.

Registrou-se correria de mais de duzentos curiosos que, a essa hora, ocupavam toda rua e calçada: era a polícia. O carro negro investiu a multidão. Várias pessoas tropeçaram no corpo de Dario, que foi pisoteado dezessete vezes.

O guarda aproximou-se do cadáver e não pode identificá-lo – os bolsos vazios.

Restava a aliança de ouro na mão esquerda, que ele próprio, quando vivo, só podia destacar umidecida com sabonete. Ficou decidido que o caso era com o rabecão.

A última boca repetiu – Ele morreu, ele morreu. A gente começou a se dispersar. Dario levara duas horas para morrer, ninguém acreditou que estivesse no fim. Agora aos que podiam vê-lo, tinha todo o ar de um defunto.

Dalton Trevisan

Fonte: (Vinte Contos Menores. Record: Rio de Janeiro, 1979, p.2.)

Leia o fragmento para responder a questão que se refere a compreensão de Morfologia (Classe de Palavras):
Dois ou três passantes, rodearam-no e indagaram se não se sentia bem. Dario abriu a boca, moveu os lábios, não se ouviu resposta. O senhor gordo, de branco, sugeriu que devia sofrer de ataque.
O termo em negrito, de destacado no fragmento retirado do texto, está corretamente classificado em:
Alternativas
Q1774694 Português
Leia um trecho da obra “José”, de Carlos Drummond de Andrade, e responda a questão.

“E agora, José?
A festa acabou,
a luz apagou,
o povo sumiu,
a noite esfriou,
e agora, José?
e agora, você?
você que é sem nome,
que zomba dos outros,
você que faz versos,
que ama, protesta?
e agora, José?” 
As palavras “você”, “noite” e “sumiu” são, respectivamente, classificadas como:
Alternativas
Q1774683 Português

Leia o texto e responda a questão. 


SÓ SEREI FELIZ


       Se tiver grana, roupas legais e puder gastar com o que bem entender.

     A gente não vai aqui repetir o velho ditado dizendo que “dinheiro não traz felicidade”, como se isso fosse um consolo para quem está sem grana. Mas também não dá para bancar a cínica e rebater afirmando que “trazer, não traz, mas compra”. Brincadeiras à parte, a verdade é que a felicidade é um estado que não se compra, mas pode ser encontrada nas coisas mais simples da vida. Você pode experimentar, por exemplo:

    Tomar um picolé; levar seus olhos para passear e ver quanta coisa bonita existe na natureza para ser apreciada; Dividir uma pizza com os amigos; Andar de mãos dadas com o namorado; Surpreender seu pai que chegou cansado do trabalho com um beijo carinhoso; Sair para passear com seu cachorrinho; Tomar conta da filhinha da vizinha e brincar de fazer bolinhas de sabão.

   Enfim, dá para resumir em poucas palavras: encontrar a felicidade é bem mais fácil do que você imaginava, não é mesmo? 


Revista Atrevida. Número 161.

“Tomar conta da filhinha da vizinha e brincar de fazer bolinhas de sabão.” O aumentativo das palavras sublinhadas é :
Alternativas
Q1774681 Português

Leia o texto e responda a questão. 


SÓ SEREI FELIZ


       Se tiver grana, roupas legais e puder gastar com o que bem entender.

     A gente não vai aqui repetir o velho ditado dizendo que “dinheiro não traz felicidade”, como se isso fosse um consolo para quem está sem grana. Mas também não dá para bancar a cínica e rebater afirmando que “trazer, não traz, mas compra”. Brincadeiras à parte, a verdade é que a felicidade é um estado que não se compra, mas pode ser encontrada nas coisas mais simples da vida. Você pode experimentar, por exemplo:

    Tomar um picolé; levar seus olhos para passear e ver quanta coisa bonita existe na natureza para ser apreciada; Dividir uma pizza com os amigos; Andar de mãos dadas com o namorado; Surpreender seu pai que chegou cansado do trabalho com um beijo carinhoso; Sair para passear com seu cachorrinho; Tomar conta da filhinha da vizinha e brincar de fazer bolinhas de sabão.

   Enfim, dá para resumir em poucas palavras: encontrar a felicidade é bem mais fácil do que você imaginava, não é mesmo? 


Revista Atrevida. Número 161.

“ A gente não vai aqui repetir...” A palavra sublinhada é um substantivo:
Alternativas
Q1774498 Português

“Substantivo ________________ é aquele que formado por mais de uma palavra.”

“Substantivo ____________________ é aquele que não se deriva de outra palavra.”


Assinale a alternativa que preenche corretamente os espaços em branco respectivamente.

Alternativas
Q1774495 Português

Relacione a segunda coluna de acordo com seu respectivo significado.


(1) Substantivo próprio espécie.

(2) Substantivo comum

(3) Substantivo simples

(4) Substantivo derivado


( ) É aquele que dá nome aos seres da mesma

( ) É aquele formado por uma só palavra.

( ) É aquele que tem origem em outra palavra.

( ) É aquele que nomeia um ser particular.


Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta.

Alternativas
Q1770561 Português

Leia o texto abaixo e responda a questão.


Maracatu Atômico

Atrás do arranha-céu

Tem o céu, tem o céu

E depois tem outro céu

Sem estrelas

Em cima do guarda-chuva

Tem a chuva, tem a chuva

Que tem gotas tão lindas

Que até dá vontade

De comê-las


No meio da couve-flor

Tem a flor, tem a flor

Que além de ser uma flor

Tem sabor

Dentro do porta-luva

Tem a luva, tem a luva

Que alguém de unhas negras

E tão afiadas

Se esqueceu de por [...]

Redação adaptada: Nelson Jacobina / Henrique George Mautner

A respeito ao plural dos substantivos compostos das frases abaixo assinale a alternativa a qual o plural entre parênteses está INCORRETO:
Alternativas
Q1770559 Português

Leia o texto abaixo e responda a questão.


Animal não é brinquedo, sente fome, frio e medo!


Por isso, não pode ser descartado e deixado à própria sorte nas ruas.

Quando você leva um animal para sua casa, a responsabilidade pela vida e a qualidade de vida dele é SUA!

Posse Responsável – maltratar ou abandonar animais é CRIME previsto em lei.

Disponível em: http://lolaeamigos.blogspot.com.

Considerando o aumentativo da palavra “animal” como “animalaço” assinale a alternativa na qual a palavra pode seguir a mesma regra:
Alternativas
Q1770195 Português

Leia o poema abaixo e responda a questão.


Tempo virá.

Uma vacina preventiva de erros e violência se fará.

As prisões se transformarão em escolas e oficinas.

E os homens, imunizados contra o crime,

cidadãos de um novo mundo, contarão às crianças do futuro,

estórias absurdas de prisões, celas, altos muros, de um tempo superado.

Cora Coralina

As prisões se transformarão em escolas e oficinas. Assinale a alternativa que indica uma palavra que segue a mesma regra de plural da palavra em destaque:
Alternativas
Respostas
2501: A
2502: E
2503: D
2504: C
2505: A
2506: E
2507: B
2508: D
2509: B
2510: A
2511: C
2512: D
2513: B
2514: A
2515: B
2516: E
2517: B
2518: D
2519: A
2520: D