Questões de Concurso Sobre sintaxe em português

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Q3104898 Português
Leia o trecho e analise as afirmativas propostas após o período, tendo em vista a análise sintática.
"A Enel também costuma culpar as árvores. A empresa já havia sido multada neste ano pela Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica) em R$ 165,8 milhões em fevereiro de 2024 por causa de outro pagamento, em novembro de 2023."
I. 'Pela Aneel' é agente da passiva.
II. 'as árvores' é objeto direto.
III. 'em novembro de 2013' é adjunto adverbial de tempo.
IV.A oração "A empresa já havia sido multada neste ano..." é uma oração sem sujeito, uma vez que o verbo 'haver', nesse caso, é impessoal.
V. O verbo 'culpar' é como transitivo indireto. As afirmativas corretas são:


Alternativas
Q3104477 Português
Leia e interprete a tirinha a seguir, para responder à questão:


Captura_de tela 2024-12-09 135623.png (358×378)

(Eduardo Barruda. Fonte: deposito-de-tirinhas.tumblr.com) 
A frase “Desejo ficar famoso!” é de qual tipo? 
Alternativas
Q3104415 Português
Francês 'de verdade'?
‘Egalité’, ou a igualdade, continua sendo um conceito lindo, mas precisa ser posto em prática

(Luana Génot)


    O que é ser francês “de verdade”? A pergunta ressoa com intensidade especial em 2024, enquanto Paris sedia os Jogos Olímpicos. A Cerimônia de Abertura foi memorável, marcada pela presença feminina equivalente à masculina e elementos simbólicos que reforçaram a imagem de uma França diversa.

    Um dos momentos mais icônicos foi quando Axelle Saint-Cirel, uma cantora lírica negra, entoou “La Marseillaise”, o hino francês no alto do Grand Palais. A luta pela inclusão parece mais uma maratona do que uma prova de 100 metros. No entanto, há vitórias, ao longo do caminho, que precisamos celebrar, como a performance da Aya Nakamura. A escolha da cantora francesa foi política e acertada.

    Ela, que nasceu na França, foi atacada por não ser considerada “francesa de verdade”, devido a cor de pele e a origem maliana (sic). É questionada até mesmo pela linguagem das suas letras, incluindo a do hit “Djadja”, que usaria palavras que não seriam “francesas de verdade”. Isso evidencia a necessidade urgente de políticas públicas para ajudar a evitar a categorização de pessoas. Lembrando que, na França atual, sequer existe a possibilidade de declarar raça e etnia nos levantamentos demográficos, apenas gênero.

    Logo, os números e políticas públicas sobre inclusão ficam fragilizados. “Egalité”, ou a igualdade, continua sendo um conceito lindo, mas precisa ser posto em prática. Durante a Olimpíada, também vimos a reação do público a comportamentos racistas e transfóbicos. Os argentinos foram vaiados em diversas partidas, reflexo do comportamento observado na Copa América. O grito de deboche dos argentinos naquele contexto fazia referência à ascendência dos jogadores franceses, muitos deles, filhos de imigrantes. Além disso, atacavam o suposto relacionamento do jogador Kylian Mbappé com uma mulher trans.

    Outro ponto alto da Cerimônia foi ver outros que não nasceram na França e tiveram uma recepção calorosa, como Rafael Nadal e Céline Dion. A cantora canadense brilhou cantando o hino do amor de Edith Piaf e o tenista espanhol carregou a tocha, bem como outra lenda do tênis, a estadunidense Serena Williams. Isso mostra que é possível ser acolhedor; só precisamos expandir nossos limites sobre quem é considerado como parte da comunidade. É comum deduzir “franceses de verdade” com base no nome, sobrenome ou cor da pele. Se um motorista de aplicativo, por exemplo, não é visto como branco, é classificado como “árabe” ou “africano”, e, portanto, “menos francês”.
 
    A Olimpíada 2024 é uma oportunidade para refletirmos sobre conceitos como nação, cidadania, pertencimento e como construir um futuro mais acolhedor. A reflexão cabe também para o Brasil. No caso da França, para que realmente se torne um exemplo de inclusão, é essencial que elementos que simbolizem a diversidade não sejam apenas exibidos, mas que novas políticas públicas sejam implementadas para apoiar práticas de igualdade, liberdade e fraternidade. Somente assim poderemos garantir, de algum modo, que todos, independentemente de sua origem, cor da pele, religião ou identidade de gênero sejam reconhecidos e respeitados como franceses “de verdade”.


(Disponível em: https://oglobo.globo.com/ela/luanagenot/coluna/2024/08/frances-de-verdade.ghtml. Acesso em 04 de agosto de 2024)
No final do segundo parágrafo, a enunciadora caracteriza a escolha por Aya Nakamura como “política” e “acertada”. No contexto em que se encontram, tais vocábulos devem ser classificados, sintaticamente, como:
Alternativas
Q3103976 Português

        A escravidão levou consigo ofícios e aparelhos, como terá sucedido a outras instituições sociais. Não cito alguns aparelhos senão por se ligarem a certo ofício. Um deles era o ferro ao pescoço, outro o ferro ao pé; havia também a máscara de folha-de-flandres. A máscara fazia perder o vício da embriaguez aos escravos, por lhes tapar a boca. Tinha só três buracos, dois para ver, um para respirar, e era fechada atrás da cabeça por um cadeado. Com o vício de beber, perdiam a tentação de furtar, porque geralmente era dos vinténs do senhor que eles tiravam com que matar a sede, e aí ficavam dois pecados extintos, e a sobriedade e a honestidade certas. Era grotesca tal máscara, mas a ordem social e humana nem sempre se alcança sem o grotesco, e alguma vez o cruel. Os funileiros as tinham penduradas, à venda, na porta das lojas. Mas não cuidemos de máscaras.


        O ferro ao pescoço era aplicado aos escravos fujões. Imaginai uma coleira grossa, com a haste grossa também à direita ou à esquerda, até ao alto da cabeça e fechada atrás com chave. Pesava, naturalmente, mas era menos castigo que sinal. Escravo que fugia assim, onde quer que andasse, mostrava um reincidente, e com pouco era pego.


        Há meio século, os escravos fugiam com frequência. Eram muitos, e nem todos gostavam da escravidão.


        Quem perdia um escravo por fuga dava algum dinheiro a quem lho levasse. Punha anúncios nas folhas públicas, com os sinais do fugido, o nome, a roupa, o defeito físico, se o tinha, o bairro por onde andava e a quantia de gratificação. Quando não vinha a quantia, vinha promessa: “gratificar-se-á generosamente”, ou “receberá uma boa gratificação”. Muita vez o anúncio trazia em cima ou ao lado uma vinheta, figura de preto, descalço, correndo, vara ao ombro, e na ponta uma trouxa. Protestava-se com todo o rigor da lei contra quem o açoitasse. Ora, pegar escravos fugidios era um ofício do tempo. Não seria nobre, mas, por ser instrumento da força com que se mantêm a lei e a propriedade, trazia esta outra nobreza implícita das ações reivindicadoras. Ninguém se metia em tal ofício por desfastio ou estudo; a pobreza, a necessidade de uma achega, a inaptidão para outros trabalhos, o acaso, e alguma vez o gosto de servir, também, ainda que por outra via, davam o impulso ao homem que se sentia bastante rijo para pôr ordem à desordem.


Machado de Assis. Pai contra Mãe. In: Machado de Assis.

Relíquias da casa velha, 1906 (com adaptações).

Machado de Assis inicia o conto Pai contra Mãe — escrito em 1906 e publicado na coletânea Relíquias da casa velha —, mencionando “ofícios e aparelhos” da escravidão no Brasil. O conto aborda a história de Cândido Neves, personagem que trabalhava na captura de escravos fugidios. Considerando o fragmento desse conto apresentado anteriormente, julgue o item a seguir. 


No segundo período do último parágrafo, a forma verbal “mantêm” está flexionada no plural porque estabelece concordância com os termos “lei” e “propriedade”. 

Alternativas
Q3103719 Português
"Muitos moradores locais ainda acreditam nos mitos e praticam os rituais dos seus ancestrais."
Os termos destacados exercem a função sintática, respectivamente, de: 
Alternativas
Q3103657 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

O homem biologicamente incapaz de sonhar

"Sonhar não custa nada". Esta expressão popular soa para a maioria como uma verdade incontestável.

Afinal, quem nunca fechou os olhos deitado sobre o travesseiro, em sua mesa de trabalho ou no ônibus e se viu transportado, como num passe de mágica, para uma praia paradisíaca ou marcando um gol na Copa do Mundo ao lado de um ídolo? Também acontece de se encontrar em situações assustadoras, estranhas ou até incompreensíveis.

Mas há uma porcentagem da população para a qual o mundo dos sonhos, entendido como aquele território em que a mente cria histórias com imagens, sons e até cheiros enquanto dormimos ou até mesmo estamos acordados, é algo desconhecido. O motivo? Eles têm afantasia.

"A afantasia é a ausência de visão mental ou a incapacidade de visualizar". É assim que o neurologista britânico Adam Zeman define a condição, da qual apenas se começou a falar nas últimas duas décadas, em grande parte por causa de suas pesquisas sobre imagens mentais.

"Para a maioria de nós, se nos disserem 'mesa de cozinha' ou 'árvore de maçãs', seremos capazes de reproduzir em nosso cérebro ambas as imagens. Pessoas com afantasia, no entanto, são incapazes de fazer isso", acrescentou o professor da Universidade de Exeter, no Reino Unido.

O médico venezuelano Guillermo Antonio Acevedo pertence ao grupo ao qual o especialista se refere. "Meu cérebro é como um computador com o monitor desligado ou que só armazena arquivos txt (de texto) e não suporta arquivos jpg, png ou nenhuma imagem", ilustrou.

Foi por acaso que Acevedo descobriu que pertence aos 4% da população que, segundo especialistas, não visualizam imagens mentais.

"Eu trabalhava em um hospital psiquiátrico, comecei a mergulhar mais em temas de neurologia e doenças mentais e me deparei com um artigo de Zeman, que falava sobre a mente cega", contou por telefone, da cidade espanhola de San Sebastián, onde vive e trabalha há seis anos. "Esse artigo descreve como as pessoas que têm afantasia pensam e explica que essas pessoas não conseguem imaginar coisas, ou seja, não veem imagens em sua mente. E foi aí que eu disse a mim mesmo: mas será que as pessoas podem realmente fazer isso?", continuou ele. "O meu choque foi que havia pessoas dizendo que podiam imaginar coisas na sua mente.

Hoje, com trinta e cinco anos, Acevedo passou trinta e um anos de sua vida acreditando que, quando as pessoas diziam ter sonhado, não visualizavam o que contavam. "Até eu descobrir que tinha afantasia, pensava que os desenhos animados colocavam a nuvenzinha nos personagens para que pudéssemos entender a história", explicou ele.

https://www.bbc.com/portuguese/articles/c1418120qwqo.adaptado. 
'Pessoas com afantasia, no entanto, são incapazes' de fazer isso.

A expressão destacada trata-se de uma oração:
Alternativas
Q3103654 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

O homem biologicamente incapaz de sonhar

"Sonhar não custa nada". Esta expressão popular soa para a maioria como uma verdade incontestável.

Afinal, quem nunca fechou os olhos deitado sobre o travesseiro, em sua mesa de trabalho ou no ônibus e se viu transportado, como num passe de mágica, para uma praia paradisíaca ou marcando um gol na Copa do Mundo ao lado de um ídolo? Também acontece de se encontrar em situações assustadoras, estranhas ou até incompreensíveis.

Mas há uma porcentagem da população para a qual o mundo dos sonhos, entendido como aquele território em que a mente cria histórias com imagens, sons e até cheiros enquanto dormimos ou até mesmo estamos acordados, é algo desconhecido. O motivo? Eles têm afantasia.

"A afantasia é a ausência de visão mental ou a incapacidade de visualizar". É assim que o neurologista britânico Adam Zeman define a condição, da qual apenas se começou a falar nas últimas duas décadas, em grande parte por causa de suas pesquisas sobre imagens mentais.

"Para a maioria de nós, se nos disserem 'mesa de cozinha' ou 'árvore de maçãs', seremos capazes de reproduzir em nosso cérebro ambas as imagens. Pessoas com afantasia, no entanto, são incapazes de fazer isso", acrescentou o professor da Universidade de Exeter, no Reino Unido.

O médico venezuelano Guillermo Antonio Acevedo pertence ao grupo ao qual o especialista se refere. "Meu cérebro é como um computador com o monitor desligado ou que só armazena arquivos txt (de texto) e não suporta arquivos jpg, png ou nenhuma imagem", ilustrou.

Foi por acaso que Acevedo descobriu que pertence aos 4% da população que, segundo especialistas, não visualizam imagens mentais.

"Eu trabalhava em um hospital psiquiátrico, comecei a mergulhar mais em temas de neurologia e doenças mentais e me deparei com um artigo de Zeman, que falava sobre a mente cega", contou por telefone, da cidade espanhola de San Sebastián, onde vive e trabalha há seis anos. "Esse artigo descreve como as pessoas que têm afantasia pensam e explica que essas pessoas não conseguem imaginar coisas, ou seja, não veem imagens em sua mente. E foi aí que eu disse a mim mesmo: mas será que as pessoas podem realmente fazer isso?", continuou ele. "O meu choque foi que havia pessoas dizendo que podiam imaginar coisas na sua mente.

Hoje, com trinta e cinco anos, Acevedo passou trinta e um anos de sua vida acreditando que, quando as pessoas diziam ter sonhado, não visualizavam o que contavam. "Até eu descobrir que tinha afantasia, pensava que os desenhos animados colocavam a nuvenzinha nos personagens para que pudéssemos entender a história", explicou ele.

https://www.bbc.com/portuguese/articles/c1418120qwqo.adaptado. 

Sonhar não custa nada.


Sintaticamente, é CORRETO afirmar que o:

Alternativas
Q3103650 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

O homem biologicamente incapaz de sonhar

"Sonhar não custa nada". Esta expressão popular soa para a maioria como uma verdade incontestável.

Afinal, quem nunca fechou os olhos deitado sobre o travesseiro, em sua mesa de trabalho ou no ônibus e se viu transportado, como num passe de mágica, para uma praia paradisíaca ou marcando um gol na Copa do Mundo ao lado de um ídolo? Também acontece de se encontrar em situações assustadoras, estranhas ou até incompreensíveis.

Mas há uma porcentagem da população para a qual o mundo dos sonhos, entendido como aquele território em que a mente cria histórias com imagens, sons e até cheiros enquanto dormimos ou até mesmo estamos acordados, é algo desconhecido. O motivo? Eles têm afantasia.

"A afantasia é a ausência de visão mental ou a incapacidade de visualizar". É assim que o neurologista britânico Adam Zeman define a condição, da qual apenas se começou a falar nas últimas duas décadas, em grande parte por causa de suas pesquisas sobre imagens mentais.

"Para a maioria de nós, se nos disserem 'mesa de cozinha' ou 'árvore de maçãs', seremos capazes de reproduzir em nosso cérebro ambas as imagens. Pessoas com afantasia, no entanto, são incapazes de fazer isso", acrescentou o professor da Universidade de Exeter, no Reino Unido.

O médico venezuelano Guillermo Antonio Acevedo pertence ao grupo ao qual o especialista se refere. "Meu cérebro é como um computador com o monitor desligado ou que só armazena arquivos txt (de texto) e não suporta arquivos jpg, png ou nenhuma imagem", ilustrou.

Foi por acaso que Acevedo descobriu que pertence aos 4% da população que, segundo especialistas, não visualizam imagens mentais.

"Eu trabalhava em um hospital psiquiátrico, comecei a mergulhar mais em temas de neurologia e doenças mentais e me deparei com um artigo de Zeman, que falava sobre a mente cega", contou por telefone, da cidade espanhola de San Sebastián, onde vive e trabalha há seis anos. "Esse artigo descreve como as pessoas que têm afantasia pensam e explica que essas pessoas não conseguem imaginar coisas, ou seja, não veem imagens em sua mente. E foi aí que eu disse a mim mesmo: mas será que as pessoas podem realmente fazer isso?", continuou ele. "O meu choque foi que havia pessoas dizendo que podiam imaginar coisas na sua mente.

Hoje, com trinta e cinco anos, Acevedo passou trinta e um anos de sua vida acreditando que, quando as pessoas diziam ter sonhado, não visualizavam o que contavam. "Até eu descobrir que tinha afantasia, pensava que os desenhos animados colocavam a nuvenzinha nos personagens para que pudéssemos entender a história", explicou ele.

https://www.bbc.com/portuguese/articles/c1418120qwqo.adaptado. 
Mas 'há' uma porcentagem da população para a qual o mundo dos sonhos é algo desconhecido.

O verbo destacado, nesta frase, comporta-se como um verbo:
Alternativas
Q3103505 Português
Os trechos abaixo foram extraídos da BBC notícias e foram adaptados para esta questão:

I. Em novembro de 2023, cerca de 3,7 milhões de pessoas ficaram sem luz após fortes chuvas na região metropolitana de São Paulo.
II. Em março deste ano, foi a vez dos moradores do centro da capital paulista, inclusive a Santa Casa, ficar sem luz.
III. Fortes chuvas atingiram a cidade de São Paulo na sexta-feira (11/10) e deixou cerca de 2,6 milhões de pessoas sem energia elétrica, na capital e em outras cidades do estado.

Ao analisar os trechos acima no que diz respeito à concordância verbal e/ou nominal, estão corretas:
Alternativas
Q3103463 Português

"Muitos cristãos sofriam perseguição religiosa, ao mesmo tempo em que o trabalho e as terras ficavam cada vez mais escassos".


Em relação à análise sintática do período acima, a afirmação CORRETA é:

Alternativas
Q3103253 Português
Leia o texto a seguir:



Influenza B: novos casos aumentam no Brasil; veja os
sintomas e risco



A infecção pode desencadear a síndrome respiratória aguda
grave (SRAG), condição que aumenta o risco de insuficiência
respiratória



O vírus influenza B, causador da gripe, tem provocado um aumento de novos casos no Brasil desde o início de agosto deste ano. De acordo com o informe sobre síndromes gripais do Ministério da Saúde do último dia 25, ele responde a 12% dos casos e 13% dos óbitos por síndrome respiratória aguda grave (SRAG), também chamada de síndrome gripal, em todo o país.


A pasta destaca que houve uma maior detecção do patógeno em outubro, que cresceu especialmente nas regiões Sudeste e Sul. Além disso, apesar da alta constante apresentada nos últimos dois meses, nos exames feitos em laboratórios privados, a tendência é de queda na circulação do vírus.


A síndrome respiratória aguda grave (SRAG), que pode ser desencadeada pelo vírus, é uma doença que afeta principalmente os pulmões e pode evoluir para insuficiência respiratória.


Fonte: https://oglobo.globo.com/saude/noticia/2024/11/02/influenza-b-novos-casosaumentam-no-brasil-veja-os-sintomas-e-risco.ghtml. Acesso em 02/11/2024
Em “Além disso, apesar da alta constante apresentada nos últimos dois meses, nos exames feitos em laboratórios privados, a tendência é de queda na circulação do vírus” (2º parágrafo), os dois conectivos veiculam, respectivamente, sentido de:
Alternativas
Q3103220 Português
Leia o texto a seguir:



Reunião Global de Educação pede prioridade no
financiamento do setor



Representantes de diversos países que participam da Reunião Global de Educação, em Fortaleza (CE), firmaram o compromisso de encorajar um maior investimento em educação tanto a nível nacional, quanto global. Este é um dos pontos do documento final do encontro, a Declaração de Fortaleza.


"O investimento na educação produz muitos benefícios sociais e econômicos a nível individual e social. Aumentar os investimentos na educação não é apenas um imperativo moral, mas também uma necessidade econômica e estratégica para acelerar o progresso no sentido de alcançar todos os ODS [Objetivos de Desenvolvimento Sustentável]", diz o texto.


A reunião, organizada pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco), reuniu 51 ministérios, 94 países e mais de 650 participantes, entre os dias 31 de outubro e 1º de novembro.


O financiamento da educação em todo o mundo é uma preocupação. O relatório de Monitoramento Global da Educação (GEM) 2024, divulgado nesta quinta-feira (31), na abertura da reunião mostrou que os gastos com educação, em âmbito mundial, caíram em média 0,4 ponto percentual do Produto Interno Bruto (PIB) – soma das riquezas produzidas globalmente.


Nos últimos anos, a região da América Latina e Caribe, onde está localizado o Brasil, passou de uma média de investimento de 4,6% do PIB em educação em 2010 para 4,2% em 2022. 


Fonte: https://www.jb.com.br/brasil/educacao/2024/11/1052757-reuniao-global-deeducacao-pede-prioridade-no-financiamento-do-setor.html. Acesso em: 02 nov. 2024.

Em “Este é um dos pontos do documento final do encontro, a Declaração de Fortaleza” (1º parágrafo), em termos sintáticos, o termo destacado é um:
Alternativas
Q3103219 Português
Leia o texto a seguir:



Reunião Global de Educação pede prioridade no
financiamento do setor



Representantes de diversos países que participam da Reunião Global de Educação, em Fortaleza (CE), firmaram o compromisso de encorajar um maior investimento em educação tanto a nível nacional, quanto global. Este é um dos pontos do documento final do encontro, a Declaração de Fortaleza.


"O investimento na educação produz muitos benefícios sociais e econômicos a nível individual e social. Aumentar os investimentos na educação não é apenas um imperativo moral, mas também uma necessidade econômica e estratégica para acelerar o progresso no sentido de alcançar todos os ODS [Objetivos de Desenvolvimento Sustentável]", diz o texto.


A reunião, organizada pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco), reuniu 51 ministérios, 94 países e mais de 650 participantes, entre os dias 31 de outubro e 1º de novembro.


O financiamento da educação em todo o mundo é uma preocupação. O relatório de Monitoramento Global da Educação (GEM) 2024, divulgado nesta quinta-feira (31), na abertura da reunião mostrou que os gastos com educação, em âmbito mundial, caíram em média 0,4 ponto percentual do Produto Interno Bruto (PIB) – soma das riquezas produzidas globalmente.


Nos últimos anos, a região da América Latina e Caribe, onde está localizado o Brasil, passou de uma média de investimento de 4,6% do PIB em educação em 2010 para 4,2% em 2022. 


Fonte: https://www.jb.com.br/brasil/educacao/2024/11/1052757-reuniao-global-deeducacao-pede-prioridade-no-financiamento-do-setor.html. Acesso em: 02 nov. 2024.

Em “Aumentar os investimentos na educação não é apenas um imperativo moral, mas também uma necessidade econômica e estratégica para acelerar o progresso no sentido de alcançar todos os ODS [Objetivos de Desenvolvimento Sustentável]” (2º parágrafo), os conectivos destacados veiculam sentido de:
Alternativas
Q3103218 Português
Leia o texto a seguir:



Reunião Global de Educação pede prioridade no
financiamento do setor



Representantes de diversos países que participam da Reunião Global de Educação, em Fortaleza (CE), firmaram o compromisso de encorajar um maior investimento em educação tanto a nível nacional, quanto global. Este é um dos pontos do documento final do encontro, a Declaração de Fortaleza.


"O investimento na educação produz muitos benefícios sociais e econômicos a nível individual e social. Aumentar os investimentos na educação não é apenas um imperativo moral, mas também uma necessidade econômica e estratégica para acelerar o progresso no sentido de alcançar todos os ODS [Objetivos de Desenvolvimento Sustentável]", diz o texto.


A reunião, organizada pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco), reuniu 51 ministérios, 94 países e mais de 650 participantes, entre os dias 31 de outubro e 1º de novembro.


O financiamento da educação em todo o mundo é uma preocupação. O relatório de Monitoramento Global da Educação (GEM) 2024, divulgado nesta quinta-feira (31), na abertura da reunião mostrou que os gastos com educação, em âmbito mundial, caíram em média 0,4 ponto percentual do Produto Interno Bruto (PIB) – soma das riquezas produzidas globalmente.


Nos últimos anos, a região da América Latina e Caribe, onde está localizado o Brasil, passou de uma média de investimento de 4,6% do PIB em educação em 2010 para 4,2% em 2022. 


Fonte: https://www.jb.com.br/brasil/educacao/2024/11/1052757-reuniao-global-deeducacao-pede-prioridade-no-financiamento-do-setor.html. Acesso em: 02 nov. 2024.

Em “Representantes de diversos países que participam da Reunião Global de Educação, em Fortaleza (CE), firmaram o compromisso de encorajar um maior investimento em educação tanto a nível nacional, quanto global” (1º parágrafo), a oração em destaque é classificada como subordinada: 
Alternativas
Q3103118 Português
Identidade brasileira beira o indecifrável aos estrangeiros

(Entrevista concedida por Valter Hugo Mãe)


Segundo um dos escritores mais influentes da língua portuguesa, a identidade do que é ser brasileiro ainda carrega uma “aura” quase indecifrável para boa parte dos povos europeus. Para muitos deles, o “Brasil é, sobretudo, uma espécie de festa contínua, um verão único e uma propensão a uma resistência e à sobrevivência dotada de alegria, ainda que desafiada pela pior das agruras”, declara Valter Hugo Mãe.

Hugo Mãe conta que a imagem “sedutora” que os portugueses carregam do brasileiro, “de um povo que não interrompe a sua solaridade”, ficou mais evidente para ele durante a primeira vez em que esteve no país.

“Passei um mês na Ilha da Conceição, em Niterói [RJ], um lugar com muita gente pobre, com muitas casas sem portas ou janelas de vidro. Mas aquelas pessoas, todas as tardes, vinham à rua e faziam um ‘festival de verão’. Elas pareciam todas muito mais felizes do que as que eu conheço em Portugal vivendo em belíssimos apartamentos, com ar-condicionado e aquecedor e com o carro do ano na garagem”, salienta. “Há qualquer coisa aqui que não se entende imediatamente na Europa; eles não têm um padrão para fazer caber o que é essa identidade brasileira. Eu tenho a sensação de que, aqui, se capitaliza muito mais o que é estar vivo.”

Para um europeu, que, geralmente, costuma contar sempre com organização e classificação definida do que são as pessoas e os lugares, chegar ao Brasil se torna desafiante. “Estar disponível para todos os sentidos e todos os caminhos é algo que está no radical do brasileiro. O cidadão brasileiro é um pouco impreciso. Aqui, a coisa é só tendente e isso está em tudo: um católico tem sua mãe de santo, que também é única para ele; para quem vem de uma perspectiva muito rigorosa e de uma concessão profundamente sacralizada, isso é uma libertação.”


(Entrevista em https://umbrasil.com/)
[Questão Inédita] o “Brasil é, sobretudo, uma espécie de festa contínua, um verão único e uma propensão a uma resistência e à sobrevivência dotada de alegria, ainda que desafiada pela pior das agruras”
A expressão “ainda que”, no contexto em que é usada, traz o sentido de
Alternativas
Q3103116 Português
Identidade brasileira beira o indecifrável aos estrangeiros

(Entrevista concedida por Valter Hugo Mãe)


Segundo um dos escritores mais influentes da língua portuguesa, a identidade do que é ser brasileiro ainda carrega uma “aura” quase indecifrável para boa parte dos povos europeus. Para muitos deles, o “Brasil é, sobretudo, uma espécie de festa contínua, um verão único e uma propensão a uma resistência e à sobrevivência dotada de alegria, ainda que desafiada pela pior das agruras”, declara Valter Hugo Mãe.

Hugo Mãe conta que a imagem “sedutora” que os portugueses carregam do brasileiro, “de um povo que não interrompe a sua solaridade”, ficou mais evidente para ele durante a primeira vez em que esteve no país.

“Passei um mês na Ilha da Conceição, em Niterói [RJ], um lugar com muita gente pobre, com muitas casas sem portas ou janelas de vidro. Mas aquelas pessoas, todas as tardes, vinham à rua e faziam um ‘festival de verão’. Elas pareciam todas muito mais felizes do que as que eu conheço em Portugal vivendo em belíssimos apartamentos, com ar-condicionado e aquecedor e com o carro do ano na garagem”, salienta. “Há qualquer coisa aqui que não se entende imediatamente na Europa; eles não têm um padrão para fazer caber o que é essa identidade brasileira. Eu tenho a sensação de que, aqui, se capitaliza muito mais o que é estar vivo.”

Para um europeu, que, geralmente, costuma contar sempre com organização e classificação definida do que são as pessoas e os lugares, chegar ao Brasil se torna desafiante. “Estar disponível para todos os sentidos e todos os caminhos é algo que está no radical do brasileiro. O cidadão brasileiro é um pouco impreciso. Aqui, a coisa é só tendente e isso está em tudo: um católico tem sua mãe de santo, que também é única para ele; para quem vem de uma perspectiva muito rigorosa e de uma concessão profundamente sacralizada, isso é uma libertação.”


(Entrevista em https://umbrasil.com/)
[Questão Inédita] Hugo Mãe conta que (1) a imagem “sedutora” que (2) os portugueses carregam do brasileiro, “de um povo que (3) não interrompe a sua solaridade”, ficou mais evidente para ele durante a primeira vez em que (4) esteve no país.
Assinale a alternativa que traz, na ordem apresentada, a classificação correta da palavra “que”:
Alternativas
Q3103112 Português
Identidade brasileira beira o indecifrável aos estrangeiros

(Entrevista concedida por Valter Hugo Mãe)


Segundo um dos escritores mais influentes da língua portuguesa, a identidade do que é ser brasileiro ainda carrega uma “aura” quase indecifrável para boa parte dos povos europeus. Para muitos deles, o “Brasil é, sobretudo, uma espécie de festa contínua, um verão único e uma propensão a uma resistência e à sobrevivência dotada de alegria, ainda que desafiada pela pior das agruras”, declara Valter Hugo Mãe.

Hugo Mãe conta que a imagem “sedutora” que os portugueses carregam do brasileiro, “de um povo que não interrompe a sua solaridade”, ficou mais evidente para ele durante a primeira vez em que esteve no país.

“Passei um mês na Ilha da Conceição, em Niterói [RJ], um lugar com muita gente pobre, com muitas casas sem portas ou janelas de vidro. Mas aquelas pessoas, todas as tardes, vinham à rua e faziam um ‘festival de verão’. Elas pareciam todas muito mais felizes do que as que eu conheço em Portugal vivendo em belíssimos apartamentos, com ar-condicionado e aquecedor e com o carro do ano na garagem”, salienta. “Há qualquer coisa aqui que não se entende imediatamente na Europa; eles não têm um padrão para fazer caber o que é essa identidade brasileira. Eu tenho a sensação de que, aqui, se capitaliza muito mais o que é estar vivo.”

Para um europeu, que, geralmente, costuma contar sempre com organização e classificação definida do que são as pessoas e os lugares, chegar ao Brasil se torna desafiante. “Estar disponível para todos os sentidos e todos os caminhos é algo que está no radical do brasileiro. O cidadão brasileiro é um pouco impreciso. Aqui, a coisa é só tendente e isso está em tudo: um católico tem sua mãe de santo, que também é única para ele; para quem vem de uma perspectiva muito rigorosa e de uma concessão profundamente sacralizada, isso é uma libertação.”


(Entrevista em https://umbrasil.com/)
[Questão Inédita] Segundo um dos escritores mais influentes da língua portuguesa, a identidade do que é ser brasileiro ainda carrega uma “aura” quase indecifrável para boa parte dos povos europeus. (1º parágrafo)
A palavra em destaque pode ser substituída sem alterar o sentido nem produzir falha gramatical por
Alternativas
Ano: 2024 Banca: IBADE Órgão: CRC-MS Prova: IBADE - 2024 - CRC-MS - Auxiliar Administrativo |
Q3102955 Português
A concordância verbal é um aspecto da gramática que garante a harmonia entre o sujeito e o verbo em uma oração. Ao considerar a frase "Fazem muitos dias que eu não o vejo", a forma correta do verbo para manter a concordância está corretamente demonstrado na alternativa:
Alternativas
Ano: 2024 Banca: IBADE Órgão: CRC-MS Prova: IBADE - 2024 - CRC-MS - Contador |
Q3102706 Português
Analise as seguintes frases e identifique aquela que segue corretamente as regras de regência nominal, considerando a relação entre o substantivo, adjetivo ou advérbio e suas preposições.
Alternativas
Ano: 2024 Banca: IBADE Órgão: CRC-MS Prova: IBADE - 2024 - CRC-MS - Contador |
Q3102705 Português
Em relação à regência verbal e ao uso correto das preposições que acompanham certos verbos, marque a frase que segue normas gramaticais.
Alternativas
Respostas
17481: B
17482: C
17483: A
17484: C
17485: C
17486: A
17487: A
17488: B
17489: A
17490: A
17491: C
17492: C
17493: A
17494: A
17495: C
17496: A
17497: D
17498: D
17499: D
17500: C