Questões de Concurso Sobre sintaxe em português

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Q3400556 Português

Qual a origem do carnaval? 



        Apesar de o carnaval estar muito relacionado com o Brasil, a festividade também ocorre em muitos países que têm influência católica, como Espanha, Portugal e França.



        Isso porque, segundo a Encyclopedia Britannica, a origem da festa vem das festividades finais realizadas pelos romanos católicos nos dias que antecediam a Quaresma, período que acontece antes da Páscoa cristã e em que os devotos se abstinham de comer carne, entre outras práticas religiosas. Também, a fonte indica que a própria palavra “carnaval” vem do latim carnelevarium, que significa tirar ou remover a carne. Atualmente, a data do carnaval ainda depende dos 40 dias antes da Páscoa e, por isso, ocorre em dias diferentes todos os anos, mas sempre entre os meses de fevereiro e março.



        O carnaval moderno __________ muito da sua origem católica, mas as festas dos antigos romanos podem ter evoluído de festivais primitivos que eram amplamente celebrados antes do cristianismo ser a religião oficial do Império Romano, o que aconteceu em 380 d.C.


        Já na Itália, mais especificamente, a origem das celebrações também pode estar ligada aos festivais pagãos Saturnália e Lupercália. O primeiro era realizado em honra ao deus Saturno e ocorria no solstício de inverno, em dezembro. O segundo __________ em fevereiro, no mês das divindades infernais e das purificações para os romanos. Ambas as festas _________ dias e eram abastecidas com muita comida, bebida e danças.


(Fonte: National Geographic — adaptado.)

Considerando-se a concordância verbal, assinalar a alternativa que preenche as lacunas do texto: 
Alternativas
Q3400494 Português
Em relação às normas de concordância verbal, assinalar a alternativa CORRETA: 
Alternativas
Q3400490 Português
O vício no celular atrapalha as relações

            É comum no Réveillon o congestionamento do sinal telefônico. Todo mundo inventa de ligar para alguém por chamada de vídeo e mostrar onde está e os fogos de artifício espocando no céu.


            Em vez de abraçar e comemorar com quem está ao lado, preocupamo-nos com os ausentes. Começamos o ano com a cabeça baixa, debruçada no celular, revelando-nos mais interessados em mandar mensagens do que ser a própria mensagem viva e atenta de um momento. 


            Tomei uma decisão: ao me encontrar, daqui por diante, com um amigo ou familiar, porei o meu celular no bolso. Lá ele ficará até a despedida, até o tchau, até o cumprimento derradeiro. 


            É o único antídoto contra a amnésia coletiva e o esvaziamento dos nossos sentidos. Pois a prisão visual leva embora junto o paladar, o olfato, a audição, o toque da pele.


            Tampouco deixarei o celular em cima da mesa. Mesmo quando ele não toca, mesmo quando ele não tem nenhuma chamada, você vai se ver obrigado a mexer nele. Ou porque espera uma resposta, ou porque está acostumado a esperar um evento extraordinário não esperando nada.


            Ninguém aguenta a coceira da imobilidade. É o silvo das sereias para o fundo do oceano da indiferença. 


            Colocar a tela para baixo não aquietará a sua ansiedade. Já percebi que não funciona. Os dedos se movimentam sozinhos para espiar o WhatsApp, para conferir os e-mails e as redes sociais.


            Não menospreze o poder da influência da manada. Não tente lutar — será uma batalha em vão, cercada de exemplos que banalizam a atitude. 


            É só a sua companhia usar o aparelho que se achará no direito de fazer o mesmo. E os dois estarão incomunicáveis, arremessados para suas ilhas privadas, náufragos da sensibilidade social. 


            No primeiro silêncio dos outros, na primeira distração dos outros, terá um ataque de curiosidade. Você entra nele sem procurar nada em específico, e perde de vez a noção do tempo arrastando o dedo de página em página. 


            Manterei o celular no bolso. Sua luz não irá me guiar. Ele termina com o andamento de qualquer conversa, quebra o ritmo de qualquer encontro. Eu estou calmo e ele me traz preocupações, eu estou esperançoso e ele me traz angústias, eu estou em paz e ele me traz conflitos.


            Com o celular por perto, dou a entender que meu maior interesse está fora do lugar, escondendo-me perigosamente da pessoa à minha frente.

(Fonte: Fabrício Carpinejar. GZH — adaptado.)
Nos trechos “[...] revelando-nos mais interessados em mandar mensagens do que ser a própria mensagem viva e atenta de um momento.” (2º parágrafo) e “[...] mesmo quando ele não tem nenhuma chamada, você vai se ver obrigado a mexer nele.” (5º parágrafo), os elementos linguísticos destacados expressam, CORRETA e respectivamente, sentidos de:
Alternativas
Q3400334 Português
A concordância nominal foi realizada de maneira CORRETA na alternativa:
Alternativas
Q3400332 Português
Assinalar a alternativa que apresenta uma frase na qual as conjunções ou locuções conjuntivas e as preposições sublinhadas correspondem ao sentido indicado entre parênteses:
Alternativas
Q3400330 Português
A alma e o espelho

Quando “selfie” foi escolhida a palavra do ano, em 2013, a ideia de tirar uma foto de mim mesma nunca havia me ocorrido antes. Sorrir para um celular erguido no ar pelo meu próprio braço ou fazer pose na frente de um espelho ainda me parecia um troço esquisito, para dizer o mínimo. Dez anos mais tarde, ninguém vai ficar surpreso se eu contar que tenho mais retratos no celular do que em todos os meus álbuns de fotografias das décadas anteriores.

Por algum motivo, a maior parte dessas imagens desperta em mim a sensação de que a pessoa que aparece na foto não é a mesma que eu vejo no espelho. Às vezes, mais por acaso do que por técnica, parece haver uma rara coincidência entre o eu captado e o eu imaginado. Nesses casos, o setor de Gerenciamento de Imagem Pública e Autocrítica Estética colocado em operação, sem que eu me desse conta, em algum momento dos últimos 10 anos, aprova a foto para postagem — desde que em ocasiões pontuais, para não passar a impressão de que estou enamorada de mim mesma ou desesperada por likes. Ou seja: para ser compartilhada, a foto tem que obedecer a um padrão estético (não assustar ninguém) e a outro, digamos, moral. É quase um milagre que eu ainda poste selfies de vez em quando.

Na última década, aprendemos que a carga emocional envolvida na administração da própria imagem pode ser opressiva e até mesmo dolorosa. “O espelho adoece a alma”, anotou o teólogo belga Lawrence Beyerlinck, quatro séculos antes de os consultórios ficarem lotados de jovens com dificuldade para lidar com a aparência que veem refletida no poço sem fundo das redes sociais. Muita gente vem pensando e escrevendo sobre o peso da comparação permanente, mas nem sempre o resultado é acessível para aqueles que mais poderiam se beneficiar de uma reflexão mais profunda sobre o assunto: os próprios adolescentes.

Em retrospecto, a evolução da prática da “selfie” ao longo dessa década revela uma transformação complexa na relação que temos com nossa própria imagem. O ato aparentemente simples de capturar momentos pessoais tornou-se uma jornada pela autoaceitação, regulada por padrões estéticos e morais que moldam a percepção pública. A discrepância entre a imagem projetada e a identidade real destaca a delicada dança entre autenticidade e conformidade.

(Fonte: Claudia Laitano. GZH — adaptado.)
Com relação à correção gramatical e à coerência das substituições propostas para vocábulos destacados, marcar C para as afirmativas Certas, E para as Erradas e, após, assinalar a alternativa que apresenta a sequência CORRETA:

( ) Em “[...] regulada por padrões estéticos e morais que moldam a percepção pública.”, não há prejuízo em se substituir a palavra sublinhada por “os quais”.
( ) Em “[...] ou fazer pose na frente de um espelho [...]”, não há prejuízo em se substituir o termo sublinhado por “pousar”.
( ) Em “Muita gente vem pensando e escrevendo sobre o peso da comparação permanente [...]”, não há prejuízo em se substituir a palavra sublinhada por “constante”. 
Alternativas
Q3400329 Português
A alma e o espelho

Quando “selfie” foi escolhida a palavra do ano, em 2013, a ideia de tirar uma foto de mim mesma nunca havia me ocorrido antes. Sorrir para um celular erguido no ar pelo meu próprio braço ou fazer pose na frente de um espelho ainda me parecia um troço esquisito, para dizer o mínimo. Dez anos mais tarde, ninguém vai ficar surpreso se eu contar que tenho mais retratos no celular do que em todos os meus álbuns de fotografias das décadas anteriores.

Por algum motivo, a maior parte dessas imagens desperta em mim a sensação de que a pessoa que aparece na foto não é a mesma que eu vejo no espelho. Às vezes, mais por acaso do que por técnica, parece haver uma rara coincidência entre o eu captado e o eu imaginado. Nesses casos, o setor de Gerenciamento de Imagem Pública e Autocrítica Estética colocado em operação, sem que eu me desse conta, em algum momento dos últimos 10 anos, aprova a foto para postagem — desde que em ocasiões pontuais, para não passar a impressão de que estou enamorada de mim mesma ou desesperada por likes. Ou seja: para ser compartilhada, a foto tem que obedecer a um padrão estético (não assustar ninguém) e a outro, digamos, moral. É quase um milagre que eu ainda poste selfies de vez em quando.

Na última década, aprendemos que a carga emocional envolvida na administração da própria imagem pode ser opressiva e até mesmo dolorosa. “O espelho adoece a alma”, anotou o teólogo belga Lawrence Beyerlinck, quatro séculos antes de os consultórios ficarem lotados de jovens com dificuldade para lidar com a aparência que veem refletida no poço sem fundo das redes sociais. Muita gente vem pensando e escrevendo sobre o peso da comparação permanente, mas nem sempre o resultado é acessível para aqueles que mais poderiam se beneficiar de uma reflexão mais profunda sobre o assunto: os próprios adolescentes.

Em retrospecto, a evolução da prática da “selfie” ao longo dessa década revela uma transformação complexa na relação que temos com nossa própria imagem. O ato aparentemente simples de capturar momentos pessoais tornou-se uma jornada pela autoaceitação, regulada por padrões estéticos e morais que moldam a percepção pública. A discrepância entre a imagem projetada e a identidade real destaca a delicada dança entre autenticidade e conformidade.

(Fonte: Claudia Laitano. GZH — adaptado.)
Nas seguintes passagens: “Quando “selfie” foi escolhida a palavra do ano, em 2013 [...].” (1º parágrafo) e “Na última década, aprendemos que a carga emocional envolvida na administração da própria imagem [...].” (3º parágrafo), as vírgulas são empregadas, CORRETA e respectivamente, com a finalidade de separar:
Alternativas
Q3400328 Português
A alma e o espelho

Quando “selfie” foi escolhida a palavra do ano, em 2013, a ideia de tirar uma foto de mim mesma nunca havia me ocorrido antes. Sorrir para um celular erguido no ar pelo meu próprio braço ou fazer pose na frente de um espelho ainda me parecia um troço esquisito, para dizer o mínimo. Dez anos mais tarde, ninguém vai ficar surpreso se eu contar que tenho mais retratos no celular do que em todos os meus álbuns de fotografias das décadas anteriores.

Por algum motivo, a maior parte dessas imagens desperta em mim a sensação de que a pessoa que aparece na foto não é a mesma que eu vejo no espelho. Às vezes, mais por acaso do que por técnica, parece haver uma rara coincidência entre o eu captado e o eu imaginado. Nesses casos, o setor de Gerenciamento de Imagem Pública e Autocrítica Estética colocado em operação, sem que eu me desse conta, em algum momento dos últimos 10 anos, aprova a foto para postagem — desde que em ocasiões pontuais, para não passar a impressão de que estou enamorada de mim mesma ou desesperada por likes. Ou seja: para ser compartilhada, a foto tem que obedecer a um padrão estético (não assustar ninguém) e a outro, digamos, moral. É quase um milagre que eu ainda poste selfies de vez em quando.

Na última década, aprendemos que a carga emocional envolvida na administração da própria imagem pode ser opressiva e até mesmo dolorosa. “O espelho adoece a alma”, anotou o teólogo belga Lawrence Beyerlinck, quatro séculos antes de os consultórios ficarem lotados de jovens com dificuldade para lidar com a aparência que veem refletida no poço sem fundo das redes sociais. Muita gente vem pensando e escrevendo sobre o peso da comparação permanente, mas nem sempre o resultado é acessível para aqueles que mais poderiam se beneficiar de uma reflexão mais profunda sobre o assunto: os próprios adolescentes.

Em retrospecto, a evolução da prática da “selfie” ao longo dessa década revela uma transformação complexa na relação que temos com nossa própria imagem. O ato aparentemente simples de capturar momentos pessoais tornou-se uma jornada pela autoaceitação, regulada por padrões estéticos e morais que moldam a percepção pública. A discrepância entre a imagem projetada e a identidade real destaca a delicada dança entre autenticidade e conformidade.

(Fonte: Claudia Laitano. GZH — adaptado.)
No trecho “Dez anos mais tarde, ninguém vai ficar surpreso se eu contar que tenho mais retratos no celular do que em todos os meus álbuns de fotografias das décadas anteriores.” (1º parágrafo), os elementos linguísticos destacados expressam, CORRETA e respectivamente, sentidos de:
Alternativas
Q3400276 Português

Leia com atenção a tirinha a seguir.


Imagem associada para resolução da questão


(Fonte: https://cartum.folha.uol.com.br/quadrinhos/2024/02/14/niquel-nausea-fernando-gonsales.shtml)        



Qual dos tipos de frase listadas a seguir foi empregada na tirinha acima?




Alternativas
Q3400270 Português
“‘Vaidade, vaidade, tudo é vaidade’, está escrito no livro de Eclesiastes, capítulo 1, na Bíblia. E a vaidade leva as pessoas a fazerem de tudo na busca pela beleza e juventude. [E] se paga caro por isso. São oferecidos todos os tipos de serviços para atender a essa demanda.”

(Fonte: https://www.em.com.br/colunistas/anna-marina/2024/02/6802342-perigos-da-vaidade-o-que-e-o-pmma-e-quais-sao-os-riscos-na-estetica.html)

Além do de adição, qual outro sentido a conjunção E indicada entre colchetes no excerto acima suscita no enunciado? 
Alternativas
Q3400269 Português

Texto para a questão




(Fonte: http://www.willtirando.com.br/onde-tem-fumaca/)

Qual é a classificação dos sujeitos das quatro primeiras orações que compõem a tirinha apresentada?
Alternativas
Q3400140 Português

Leia com atenção o texto abaixo:


Pode-se afirmar que o sujeito e o predicado são termos (I._____) da oração. O sujeito é o elemento sobre o qual se declara algo, enquanto o predicado expressa a ação, o estado ou o fato relacionado ao sujeito. Além deles, temos os termos (II._____) da oração, que são o objeto direto, o objeto indireto, o complemento nominal e o agente da passiva. Esses termos complementam o sentido do verbo ou de outros termos da oração. Por fim, temos os termos (III._____) da oração, que são o adjunto adnominal, adjunto adverbial e o aposto.


Assinale a alternativa que preenche as lacunas corretamente:

Alternativas
Q3400139 Português

Leia com atenção as afirmativas abaixo:


I.O livro, que foi escrito por um autor renomado, é muito interessante.


II.João, que é meu primo, vai se casar no próximo mês.


III.Os alunos que chegaram atrasados perderam a primeira parte da aula.


IV.As casas que ficam próximas ao rio são mais valorizadas no mercado imobiliário.


V.Maria, que sempre foi dedicada aos estudos, foi aprovada no vestibular.


Em quais das afirmativas lidas há o emprego de uma oração subordinada adjetiva restritiva?

Alternativas
Q3400138 Português

Leia com atenção as colunas abaixo:


Coluna 01:


(__)O bolo acabou de sair do forno, portanto ainda está quente.


(__)Sem mau bom gosto, contudo era muito nítido.


(__)Marcelo chegou na cidade nova e curtiu, descansou, partiu.


(__)Eles ainda são jovens, por isso ainda não têm responsabilidades.


(__)No clube as crianças brincaram, comeram, relaxaram.


Coluna 02:


I.Assindéticas.


II.Sindéticas.


Correlacione ambas as colunas de acordo com o tipo de oração coordenada empregada. Em seguida, assinale a alternativa com a sequência correta:

Alternativas
Q3400137 Português
Assinale a alternativa que possui a concordância verbal correta: 
Alternativas
Q3400136 Português

Leia com atenção a afirmativa abaixo:

Leu o livro inteiro durante a noite.


Qual é o tipo de sujeito presente na afirmativa acima?

Alternativas
Q3399880 Português
Qual é a afirmativa com a regência verbal inadequada nos termos da norma culta da Língua Portuguesa?
Alternativas
Q3399879 Português

Leia com atenção a afirmativa abaixo:


Ó Davi ! Que alegria pela sua conquista.


O termo destacado é: 

Alternativas
Q3399878 Português

Leia com atenção as afirmativas abaixo:


I.Sempre me surpreendo com o governo e a burocracia alemãs.

II.Quando cheguei em casa vi que os quartos e a sala estavam bagunçados.

III.Nos deparamos com escandalosas mulheres e homens na cerimônia.

IV.Todo turista sempre se surpreende com o humor e a alegria brasileiros.

V.Pinturas e livros francesas marcaram a história moderna da Europa.


Quais das afirmativas lidas possui a concordância nominal correta?

Alternativas
Q3399877 Português

Leia com atenção as colunas abaixo:


Coluna 01:


(__)Marcela tem a necessidade de que a elogiem sempre.


(__)Eu torço que o Flamengo vença sempre.


(__)É incerto que ele venha te parabenizar.


(__)Espero somente uma coisa: que tu tenhas estudado muito.


(__)Meu maior sonho era que reconhecessem meus esforços.


(__)Quando estou sozinho me lembro de que tu choravas à noite.


Coluna 02:


I.Oração subordinada substantiva apositiva.

II.Oração subordinada substantiva completiva nominal.

III.Oração subordinada substantiva objetiva direta.

IV.Oração subordinada substantiva objetiva indireta.

V.Oração subordinada substantiva predicativa.

VI.Oração subordinada substantiva subjetiva.


Correlacione ambas as colunas de acordo com o tipo de oração subordinada substantiva empregada. Em seguida, assinale a alternativa com a sequência correta:

Alternativas
Respostas
13821: C
13822: A
13823: B
13824: D
13825: B
13826: C
13827: B
13828: A
13829: D
13830: A
13831: C
13832: B
13833: B
13834: B
13835: B
13836: B
13837: A
13838: C
13839: A
13840: B