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Questões de Concurso Sobre sintaxe em português

Questões Discursivas

Foram encontradas 51.726 questões

Q65955 Português
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Considerando o texto acima, julgue os itens de 22 a 30.

A forma verbal "Acreditavam" (L.20) está no plural porque concorda com "esses pioneiros" (L.15).
Alternativas
Q65953 Português
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Considerando o texto acima, julgue os itens de 22 a 30.

A preposição em "de que o desenvolvimento" (L.18-19) é exigida pela regência da palavra "crença" (L.16).
Alternativas
Q65952 Português
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Considerando o texto acima, julgue os itens de 22 a 30.

A forma verbal "elaborou" (L.11) está no singular porque concorda com o núcleo do sujeito da oração: "número" (L.10).
Alternativas
Q65947 Português
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Com base no texto apresentado, julgue os itens de 9 a 21.

O trecho "um gás sem cor nem cheiro que resulta da queima incompleta dos combustíveis" (L.37-38) exerce a função de aposto.
Alternativas
Q65946 Português
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Com base no texto apresentado, julgue os itens de 9 a 21.

A oração "que despejam sobre a cidade toneladas de partículas e gases tóxicos" (L.34-35) restringe o sentido da palavra "chaminés" (L.34).
Alternativas
Q65939 Português
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Com base no texto apresentado, julgue os itens de 9 a 21.

Na linha 15, o emprego de sinal indicativo de crase em "à poluição" deve-se à regência da palavra "exposição", que exige preposição, e à presença de artigo definido feminino no singular.
Alternativas
Q65933 Português
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Em relação ao texto acima, julgue os itens a seguir.

Na linha 22, as vírgulas após as palavras "que" e "cidade" foram empregadas para se isolar adjunto adverbial de lugar deslocado.
Alternativas
Q65931 Português
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Em relação ao texto acima, julgue os itens a seguir.

A forma verbal "Invadem" (L.15) está no plural porque concorda com "códigos de obra" (L.14).
Alternativas
Q65929 Português
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Em relação ao texto acima, julgue os itens a seguir.

O emprego de vírgula após "autoridades municipais" (L.5) justifica-se porque antecede oração subordinada adjetiva explicativa.
Alternativas
Q65927 Português
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Em relação ao texto acima, julgue os itens a seguir.

O emprego do pronome "se" (L.1) indica que a oração em que o verbo está inserido tem sujeito indeterminado.
Alternativas
Q62098 Português
Consenso entre a maioria dos ambientalistas: durante a
década de 1990 quase 8% das florestas tropicais em todo o
mundo foram desmatadas. Isso significa que, entre 1990 e
2000, destruíram-se anualmente 5 milhões de hectares - ou 30
campos de futebol a cada minuto. Considerado uma das
principais causas do aquecimento global, o desmatamento
tornou-se o vilão-chefe da questão. Essa tese, em parte, está
sendo contestada pelo biólogo americano Joseph Wright. É
claro que ele não defende o desmatamento nem nega a sua
influência no aquecimento do planeta. Mas, segundo ele, as
florestas secundárias que vão nascendo em terras agrícolas
devastadas podem substituir com a mesma eficácia a mata
original.

A polêmica está armada, no momento em que a ONU se
prepara para lançar o mapa mundial das florestas de segunda
geração. O biólogo explica que o abandono de áreas provoca
naturalmente o nascimento de nova geração de vegetação, que
pode ajudar a combater as mudanças climáticas e abrigar
espécies em extinção. A queda na produção de alimentos
(causada pelo declínio no crescimento populacional do planeta)
fará com que sejam esquecidas cada vez mais terras, futuros
palcos de matas que virão tão ricas em biodiversidade quanto
suas antecessoras. Diz ele ainda que, para que a produtividade
se repita, basta deixar o terreno intocável por um período médio
de 30 anos.

Para ilustrar sua teoria, Wright analisou uma floresta tropical
do Panamá - antiga terra usada para o cultivo de manga e
banana e que é hoje uma região repleta de árvores, macacos,
lagartos e insetos. "Os biólogos estavam agindo como se
apenas a floresta original tivesse valor de conservação, o que está errado." A teoria é controversa. Não há dúvida de que as
matas secundárias absorvem Imagem 001.jpg da atmosfera e contribuem
para frear o aquecimento global. Mas e a biodiversidade? "Uma
floresta secundária nunca substituirá uma primária", diz Thais
Kasecher, analista de biodiversidade da ONG Conservação
Internacional. "Um pasto abandonado não vai passar pelos
mesmos processos naturais por que uma floresta passou até
chegar ao seu clímax. E sua biodiversidade nem se compara à
de uma vegetação que passou milhares de anos evoluindo.
Acima das divergências, o que está em jogo é a sobrevivência
do planeta. O bom senso manda que cuidemos com
racionalidade de nossas florestas.


(Tatiana de Mello, Istoé, 11 de fevereiro de 2009, p. 78, com
adaptações)

Essa tese, em parte, está sendo contestada pelo biólogo americano Joseph Wright. (1º parágrafo)

A frase em que o verbo admite a mesma transposição grifada acima é:

Alternativas
Q62097 Português
Consenso entre a maioria dos ambientalistas: durante a
década de 1990 quase 8% das florestas tropicais em todo o
mundo foram desmatadas. Isso significa que, entre 1990 e
2000, destruíram-se anualmente 5 milhões de hectares - ou 30
campos de futebol a cada minuto. Considerado uma das
principais causas do aquecimento global, o desmatamento
tornou-se o vilão-chefe da questão. Essa tese, em parte, está
sendo contestada pelo biólogo americano Joseph Wright. É
claro que ele não defende o desmatamento nem nega a sua
influência no aquecimento do planeta. Mas, segundo ele, as
florestas secundárias que vão nascendo em terras agrícolas
devastadas podem substituir com a mesma eficácia a mata
original.

A polêmica está armada, no momento em que a ONU se
prepara para lançar o mapa mundial das florestas de segunda
geração. O biólogo explica que o abandono de áreas provoca
naturalmente o nascimento de nova geração de vegetação, que
pode ajudar a combater as mudanças climáticas e abrigar
espécies em extinção. A queda na produção de alimentos
(causada pelo declínio no crescimento populacional do planeta)
fará com que sejam esquecidas cada vez mais terras, futuros
palcos de matas que virão tão ricas em biodiversidade quanto
suas antecessoras. Diz ele ainda que, para que a produtividade
se repita, basta deixar o terreno intocável por um período médio
de 30 anos.

Para ilustrar sua teoria, Wright analisou uma floresta tropical
do Panamá - antiga terra usada para o cultivo de manga e
banana e que é hoje uma região repleta de árvores, macacos,
lagartos e insetos. "Os biólogos estavam agindo como se
apenas a floresta original tivesse valor de conservação, o que está errado." A teoria é controversa. Não há dúvida de que as
matas secundárias absorvem Imagem 001.jpg da atmosfera e contribuem
para frear o aquecimento global. Mas e a biodiversidade? "Uma
floresta secundária nunca substituirá uma primária", diz Thais
Kasecher, analista de biodiversidade da ONG Conservação
Internacional. "Um pasto abandonado não vai passar pelos
mesmos processos naturais por que uma floresta passou até
chegar ao seu clímax. E sua biodiversidade nem se compara à
de uma vegetação que passou milhares de anos evoluindo.
Acima das divergências, o que está em jogo é a sobrevivência
do planeta. O bom senso manda que cuidemos com
racionalidade de nossas florestas.


(Tatiana de Mello, Istoé, 11 de fevereiro de 2009, p. 78, com
adaptações)

Uma floresta secundária apresenta, segundo estudo recente, biodiversidade semelhante ...... da floresta original, embora haja especialistas que contestam o fato de que as matas de segunda geração evoluam de modo ...... garantir as condições ideais de sobrevivência ...... cada uma das espécies.

As lacunas da frase acima estarão corretamente preenchidas, respectivamente, por
Alternativas
Q62096 Português
Consenso entre a maioria dos ambientalistas: durante a
década de 1990 quase 8% das florestas tropicais em todo o
mundo foram desmatadas. Isso significa que, entre 1990 e
2000, destruíram-se anualmente 5 milhões de hectares - ou 30
campos de futebol a cada minuto. Considerado uma das
principais causas do aquecimento global, o desmatamento
tornou-se o vilão-chefe da questão. Essa tese, em parte, está
sendo contestada pelo biólogo americano Joseph Wright. É
claro que ele não defende o desmatamento nem nega a sua
influência no aquecimento do planeta. Mas, segundo ele, as
florestas secundárias que vão nascendo em terras agrícolas
devastadas podem substituir com a mesma eficácia a mata
original.

A polêmica está armada, no momento em que a ONU se
prepara para lançar o mapa mundial das florestas de segunda
geração. O biólogo explica que o abandono de áreas provoca
naturalmente o nascimento de nova geração de vegetação, que
pode ajudar a combater as mudanças climáticas e abrigar
espécies em extinção. A queda na produção de alimentos
(causada pelo declínio no crescimento populacional do planeta)
fará com que sejam esquecidas cada vez mais terras, futuros
palcos de matas que virão tão ricas em biodiversidade quanto
suas antecessoras. Diz ele ainda que, para que a produtividade
se repita, basta deixar o terreno intocável por um período médio
de 30 anos.

Para ilustrar sua teoria, Wright analisou uma floresta tropical
do Panamá - antiga terra usada para o cultivo de manga e
banana e que é hoje uma região repleta de árvores, macacos,
lagartos e insetos. "Os biólogos estavam agindo como se
apenas a floresta original tivesse valor de conservação, o que está errado." A teoria é controversa. Não há dúvida de que as
matas secundárias absorvem Imagem 001.jpg da atmosfera e contribuem
para frear o aquecimento global. Mas e a biodiversidade? "Uma
floresta secundária nunca substituirá uma primária", diz Thais
Kasecher, analista de biodiversidade da ONG Conservação
Internacional. "Um pasto abandonado não vai passar pelos
mesmos processos naturais por que uma floresta passou até
chegar ao seu clímax. E sua biodiversidade nem se compara à
de uma vegetação que passou milhares de anos evoluindo.
Acima das divergências, o que está em jogo é a sobrevivência
do planeta. O bom senso manda que cuidemos com
racionalidade de nossas florestas.


(Tatiana de Mello, Istoé, 11 de fevereiro de 2009, p. 78, com
adaptações)

Com as alterações feitas nos segmentos grifados, a concordância permanece correta em:
Alternativas
Q62094 Português
Consenso entre a maioria dos ambientalistas: durante a
década de 1990 quase 8% das florestas tropicais em todo o
mundo foram desmatadas. Isso significa que, entre 1990 e
2000, destruíram-se anualmente 5 milhões de hectares - ou 30
campos de futebol a cada minuto. Considerado uma das
principais causas do aquecimento global, o desmatamento
tornou-se o vilão-chefe da questão. Essa tese, em parte, está
sendo contestada pelo biólogo americano Joseph Wright. É
claro que ele não defende o desmatamento nem nega a sua
influência no aquecimento do planeta. Mas, segundo ele, as
florestas secundárias que vão nascendo em terras agrícolas
devastadas podem substituir com a mesma eficácia a mata
original.

A polêmica está armada, no momento em que a ONU se
prepara para lançar o mapa mundial das florestas de segunda
geração. O biólogo explica que o abandono de áreas provoca
naturalmente o nascimento de nova geração de vegetação, que
pode ajudar a combater as mudanças climáticas e abrigar
espécies em extinção. A queda na produção de alimentos
(causada pelo declínio no crescimento populacional do planeta)
fará com que sejam esquecidas cada vez mais terras, futuros
palcos de matas que virão tão ricas em biodiversidade quanto
suas antecessoras. Diz ele ainda que, para que a produtividade
se repita, basta deixar o terreno intocável por um período médio
de 30 anos.

Para ilustrar sua teoria, Wright analisou uma floresta tropical
do Panamá - antiga terra usada para o cultivo de manga e
banana e que é hoje uma região repleta de árvores, macacos,
lagartos e insetos. "Os biólogos estavam agindo como se
apenas a floresta original tivesse valor de conservação, o que está errado." A teoria é controversa. Não há dúvida de que as
matas secundárias absorvem Imagem 001.jpg da atmosfera e contribuem
para frear o aquecimento global. Mas e a biodiversidade? "Uma
floresta secundária nunca substituirá uma primária", diz Thais
Kasecher, analista de biodiversidade da ONG Conservação
Internacional. "Um pasto abandonado não vai passar pelos
mesmos processos naturais por que uma floresta passou até
chegar ao seu clímax. E sua biodiversidade nem se compara à
de uma vegetação que passou milhares de anos evoluindo.
Acima das divergências, o que está em jogo é a sobrevivência
do planeta. O bom senso manda que cuidemos com
racionalidade de nossas florestas.


(Tatiana de Mello, Istoé, 11 de fevereiro de 2009, p. 78, com
adaptações)

... que cuidemos com racionalidade de nossas florestas. (final do texto)

O verbo que exige o mesmo tipo de complemento que o grifado acima está na frase:
Alternativas
Q62090 Português
No exercício de funções governamentais de responsabilidade,
um tipo de conhecimento indispensável é aquele que
se caracteriza pela aptidão para entender o conjunto das coisas.
Esse tipo de conhecimento, associado à compreensão da relação
entre meios disponíveis e fins desejáveis, é o que confere
ao governante perícia estratégica para perceber o que está
aberto às possibilidades futuras. Tal conhecimento tem a feição
de uma "visão global". É uma espécie de "quadro mental", fruto
da experiência, da sensibilidade e do domínio de assuntos, que
permite a um governante, sem perder o sentido de direção, ir
contextualizando a informação fragmentada que provém do
mundo complexo e interdependente em que vivemos.

Entender o conjunto das coisas que estão ocorrendo no
mundo, com destaque para a crise econômico-financeira, que a
partir dos EUA se espraiou globalmente, é uma dificuldade compartilhada
em todos os lugares por governantes e governados.

Qual é o significado e o alcance dessa crise, que aprofunda
tensões difusas em todos os países, inclusive no Brasil?

Os economistas fazem uma distinção entre risco e
incerteza. O risco comporta cálculo, enseja alguma previsibilidade
e abre horizontes para cenários de possibilidades que o
imprevisto pode trazer. Os vários tipos de seguro, desde a sua
origem, como o seguro marítimo, os hedges, são uma expressão
de um cálculo probabilístico que permite a gestão de riscos.
A incerteza, ao contrário, não comporta cálculo e por isso tende
a propiciar o imobilismo, do qual são exemplos os bancos que
não emprestam, os investimentos empresariais que se suspendem
e o consumo dos particulares que se contém.

O risco é uma característica da sociedade moderna e o
capitalismo nela identifica um caminho de inovação e progresso.
Nesta nossa era de globalização, Anthony Giddens chama a
atenção para o novo risco do risco. Este provém de um maior
desconhecimento do nível de risco, manufaturado pela ação
humana. Disso são exemplos o risco ecológico, o nuclear e o da
direção do conhecimento científico-tecnológico que, com suas
constantes inovações, transpõe continuamente barreiras antes
tidas como naturais. A crise financeira, como crise de confiança,
é uma expressão do risco manufaturado pelo sistema financeiro
global que, por conta de suas falhas de avaliação, gestão
temerária, carência de supervisão e de normas, se transformou
num não debelado curto-circuito de incerteza.

A crise é global e os seus efeitos estão se internalizando
na vida dos países, em maior ou menor grau, à luz de suas
especificidades.

(Trecho do artigo de Celso Lafer. O Estado de S. Paulo, A2, 15
de fevereiro de 2009, com adaptações)

A concordância verbal e nominal está inteiramente correta na frase:
Alternativas
Q58822 Português
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Com relação ao texto acima, julgue os itens a seguir.

A correção gramatical do texto seria mantida se, no trecho "após a maceração" (L.3-4), fosse empregado acento indicativo de crase, dado que a expressão nominal está antecedida da palavra "após", a qual faculta o uso desse acento.
Alternativas
Q58820 Português
Imagem 003.jpg

Com relação ao texto acima, julgue os itens a seguir.

As vírgulas empregadas após os vocábulos "líquido" (L.3) e "álcool" (L.5) isolam uma oração que tem valor explicativo.
Alternativas
Q58813 Português
Imagem 001.jpg

Os itens a seguir foram adaptados de texto publicado na revista
Época, de 11/8/2008. Julgue-os quanto à correção gramatical.

Dois tipos de escolha eleitoral alimenta a descrença na política. O primeiro vincula-se ao modelo paternalistaclientelista. São aqueles eleitores que votam a espera da defesa de seu interesse mais imediato.
Alternativas
Q58812 Português
Imagem 001.jpg

Os itens a seguir foram adaptados de texto publicado na revista
Época, de 11/8/2008. Julgue-os quanto à correção gramatical.

Vários vícios políticos começam na relação que os eleitores estabelecem com seus candidatos na época da eleição. Sem que se mude a maneira como as pessoas definem seu voto, a eterna ladainha contra os políticos vai permanecer estéril.
Alternativas
Respostas
49641: C
49642: C
49643: C
49644: C
49645: C
49646: C
49647: C
49648: E
49649: C
49650: E
49651: E
49652: C
49653: C
49654: B
49655: E
49656: E
49657: C
49658: E
49659: C
49660: C