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Questões de Concurso Sobre sintaxe em português

Questões Discursivas

Foram encontradas 51.538 questões

Q61489 Português
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A respeito da organização dos sentidos e das estruturas linguísticas
do texto apresentado, julgue os itens que se seguem.

Por meio da oração iniciada por "passando" (L.8), atribui-se uma causa para a dinâmica das interações sociais expressas nas orações iniciais do período.
Alternativas
Q61488 Português
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Julgue os itens seguintes, relativos à organização das ideias no texto
acima e aos seus aspectos gramaticais.

A estrutura sintática iniciada por "Conquanto" (L.4) é responsável pelo uso do modo subjuntivo em "tenha" (L.5); por isso, a substituição dessa forma verbal por tem desrespeita as regras gramaticais do padrão culto da língua.
Alternativas
Q61486 Português
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Julgue os itens seguintes, relativos à organização das ideias no texto
acima e aos seus aspectos gramaticais.

Na linha 10, a flexão de masculino em "necessário" estabelece concordância desse termo com "imaginário social"; no desenvolvimento da argumentação, essa relação sintática enfatiza "imaginário social" como o primeiro termo na comparação com "evolução" (L.11).
Alternativas
Q61485 Português
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Julgue os itens seguintes, relativos à organização das ideias no texto
acima e aos seus aspectos gramaticais.

Na linha 9, o uso do sinal indicativo da crase em "à privatização" mostra que o conectivo "bem como" introduz um segundo complemento ao verbo assistir.
Alternativas
Q61484 Português
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No que se refere à organização das ideias e à estrutura do texto
acima, julgue os itens de 1 a 6.

Na linha 22, a flexão de plural em "correspondem" mostra que, pela concordância, se estabelece a coesão com "maneiras"; mas seria igualmente correto e coerente estabelecer a coesão com "cada um", enfatizando este termo pelo uso do verbo no singular: corresponde.
Alternativas
Q61221 Português
A frase em que a concordância está em total conformidade com o padrão culto escrito é:
Alternativas
Q61220 Português
Considerada a flexão, a frase que está em total concordância com o padrão culto escrito é:
Alternativas
Q60945 Português
O sinal indicativo de crase deve ser usado somente no a presente em
Alternativas
Q59822 Português
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Acerca dos aspectos semânticos e gramaticais do texto apresentado,
julgue os seguintes itens.

No texto, a forma verbal "É" (L.1) inicia uma oração com sujeito inexistente.
Alternativas
Q59820 Português
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Acerca dos aspectos semânticos e gramaticais do texto apresentado,
julgue os seguintes itens.

Na linha 46, o pronome "que" introduz uma oração de sentido explicativo.
Alternativas
Q59819 Português
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Acerca dos aspectos semânticos e gramaticais do texto apresentado,
julgue os seguintes itens.

Mantém-se a relação existente entre as orações separadas no texto por dois-pontos (L.40), caso esse sinal de pontuação seja substituído por vírgula e, após esta, seja acrescentado o vocábulo pois.
Alternativas
Ano: 2010 Banca: FCC Órgão: TJ-MS Prova: FCC - 2010 - TJ-MS - Juiz |
Q59668 Português
Considerado o segundo parágrafo, é correto afirmar:
Alternativas
Q58751 Português
A frase em total concordância com o padrão culto escrito é:
Alternativas
Q58749 Português
A frase que respeita totalmente o padrão culto escrito é:
Alternativas
Q58744 Português
Sempre levando em conta o contexto, é correto afirmar:
Alternativas
Q58572 Português
Pensando os clássicos

Os pensadores da antiguidade clássica deixaram-nos um
tesouro nem sempre avaliado em sua justa riqueza. O filósofo
Sêneca, por exemplo, mestre da corrente estoica, legou-nos
uma série preciosa de reflexões sobre a tranquilidade da alma
- este é o título da tradução para o português. É ler o livrinho
com calma e aprender muito. Reproduzo aqui três fragmentos,
para incitar o leitor a ir atrás de todo o restante.

I. Quem temer a morte nunca fará nada em prol dos
vivos; mas aquele que tomar consciência de que
sua sorte foi estabelecida já na sua concepção
viverá de acordo com a natureza, e saberá que
nada do que lhe suceda seja imprevisto. Pois,
prevendo tudo quanto possa de fato vir a suceder,
atenuará o impacto de todos males, que são fardos
somente para os que se creem seguros e vivem na
expectativa da felicidade absoluta.

II. Algumas pessoas vagam sem propósito, buscando
não as ocupações a que se propuseram, mas
entregando-se àquelas com que deparam ao acaso.
A caminhada lhes é irrefletida e vã, como a das
formigas que trepam nas árvores e, depois de subir
ao mais alto topo, descem vazias à terra.

III. Nossos desejos não devem ser levados muito
longe; permitamos-lhes apenas sair para as proximidades,
porque não podem ser totalmente reprimidos.
Abandonando aquilo que não pode acontecer
ou dificilmente pode, sigamos as coisas próximas
que favorecem nossa esperança (...). E não
invejemos os que estão mais alto: o que parece
altura é precipício.

São princípios do estoicismo: aprender a viver sabendo
da morte; não se curvar ao acaso, mas definir objetivos; viver
com a consciência dos próprios limites. Nenhum deles é fácil de
seguir, nem Sêneca jamais acreditou que seja fácil viver. Mas a
sabedoria dos estoicos, que sabem valorizar o que muitos só
sabem temer, continua viva, dois mil anos depois.

(Belarmino Serra, inédito)

As normas de concordância verbal estão plenamente acatadas na frase:
Alternativas
Q58566 Português
O poder nuclear e a civilização

Considerando que nosso futuro será, em grande parte,
determinado por nossa atitude perante a questão nuclear, é
bom nos perguntarmos como chegamos até aqui, com o poder
de destruir a civilização. O que isso nos diz sobre quem somos
como espécie?

Nossa aniquilação é inevitável ou será que seremos capazes
de garantir nossa sobrevivência mesmo tendo em mãos
armas de destruição em massa? Infelizmente, armas nucleares
são monstros que jamais desaparecerão. Nenhuma descoberta
científica "desaparece". Uma vez revelada, permanece viva, mesmo
se condenada como imoral por uma maioria. O pacto que
acabamos por realizar com o poder tem um preço muito alto. É
irreversível. Não podemos mais contemplar um mundo sem armas
nucleares. Sendo assim, será que podemos contemplar um
mundo com um futuro?

O medo e a ganância - uma combinação letal - trouxeram-
nos até aqui. Por milhares de anos, cientistas e engenheiros
serviram o Estado em troca de dinheiro e proteção. Cercamo-
nos de inimigos reais ou virtuais e precisamos proteger
nosso país e nossos lares a qualquer preço. O patriotismo é o
maior responsável pela guerra. Não é à toa que Einstein queria
ver as fronteiras abolidas.

Olhamos para o Brasil, os Estados Unidos e a Comunidade
Europeia, onde fronteiras são cada vez mais invisíveis, e
temos evidência empírica de que a união de Estados sem
fronteiras leva à estabilidade e à sobrevivência. A menos que as
coisas mudem profundamente, é difícil ver essa estabilidade
ameaçada. Será, então, que a solução - admito, extremamente
remota - é um mundo sem fronteiras, uma sociedade de fato
globalizada e economicamente integrada? Ou será que existe
outro modo de garantir nossa sobrevivência a longo prazo com
mísseis e armas nucleares apontando uns para os outros,
prontos a serem detonados? O que você diz?

(Adaptado de Marcelo Gleiser, Folha de S. Paulo, 18/04/2010)

Está INADEQUADA a correlação entre os tempos e modos verbais nesta reconstrução de uma frase do texto:
Alternativas
Q58565 Português
O poder nuclear e a civilização

Considerando que nosso futuro será, em grande parte,
determinado por nossa atitude perante a questão nuclear, é
bom nos perguntarmos como chegamos até aqui, com o poder
de destruir a civilização. O que isso nos diz sobre quem somos
como espécie?

Nossa aniquilação é inevitável ou será que seremos capazes
de garantir nossa sobrevivência mesmo tendo em mãos
armas de destruição em massa? Infelizmente, armas nucleares
são monstros que jamais desaparecerão. Nenhuma descoberta
científica "desaparece". Uma vez revelada, permanece viva, mesmo
se condenada como imoral por uma maioria. O pacto que
acabamos por realizar com o poder tem um preço muito alto. É
irreversível. Não podemos mais contemplar um mundo sem armas
nucleares. Sendo assim, será que podemos contemplar um
mundo com um futuro?

O medo e a ganância - uma combinação letal - trouxeram-
nos até aqui. Por milhares de anos, cientistas e engenheiros
serviram o Estado em troca de dinheiro e proteção. Cercamo-
nos de inimigos reais ou virtuais e precisamos proteger
nosso país e nossos lares a qualquer preço. O patriotismo é o
maior responsável pela guerra. Não é à toa que Einstein queria
ver as fronteiras abolidas.

Olhamos para o Brasil, os Estados Unidos e a Comunidade
Europeia, onde fronteiras são cada vez mais invisíveis, e
temos evidência empírica de que a união de Estados sem
fronteiras leva à estabilidade e à sobrevivência. A menos que as
coisas mudem profundamente, é difícil ver essa estabilidade
ameaçada. Será, então, que a solução - admito, extremamente
remota - é um mundo sem fronteiras, uma sociedade de fato
globalizada e economicamente integrada? Ou será que existe
outro modo de garantir nossa sobrevivência a longo prazo com
mísseis e armas nucleares apontando uns para os outros,
prontos a serem detonados? O que você diz?

(Adaptado de Marcelo Gleiser, Folha de S. Paulo, 18/04/2010)

Está adequada a concordância verbal nesta construção:
Alternativas
Q58411 Português
É adequada a correlação entre tempos e modos verbais na frase:
Alternativas
Q58406 Português
As normas de concordância verbal estão plenamente observadas na frase:
Alternativas
Respostas
48801: E
48802: C
48803: E
48804: C
48805: E
48806: E
48807: C
48808: C
48809: E
48810: E
48811: C
48812: C
48813: E
48814: A
48815: B
48816: B
48817: D
48818: E
48819: D
48820: C