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Questões de Concurso Sobre sintaxe em português

Questões Discursivas

Foram encontradas 51.529 questões

Q235983 Português
Com referência às ideias e aos aspectos linguísticos do texto acima, julgue os itens.

Na linha 24, considerando-se a dupla regência do verbo impor e a presença do pronome “mesmas”, seria facultado o emprego do acento indicativo de crase na palavra “as” da expressão “as mesmas renúncias”.
Alternativas
Q235978 Português
Com referência às ideias e aos aspectos linguísticos do texto acima, julgue os itens.

No período “Nesse caso (...) estaria conosco” (l.3-5), como o conector “ou” está empregado com sentido aditivo, e não, de exclusão, a forma verbal do predicado “seria simples” poderia, conforme faculta a prescrição gramatical, ter sido flexionada na terceira pessoa do plural: seriam.
Alternativas
Q235435 Português
Com relação a aspectos linguísticos do texto, julgue os itens que se seguem.

A forma verbal “representaram” (L.17) está no plural para concordar com o sujeito composto da oração, cujos núcleos são “fim” (L.15) , “século” (L.15) e “ressurgimento” (L.16).
Alternativas
Q235433 Português
Com relação a aspectos linguísticos do texto, julgue os itens que se seguem.

No trecho “Exceção a essa regra” (L.22), é opcional o emprego do sinal indicativo de crase no “a”.
Alternativas
Q235076 Português
Imagem 002.jpg

PONTES, Felipe; AFFARO, Victor. Revista Galileu.
São Paulo: Globo, out. 2011, p. 74-77. Adaptado.

Considere o comportamento do verbo em destaque, empregado no Texto II, quanto à sua regência, em “para dar sabor e aroma aos alimentos”. (L. 7-8)

O trecho do Texto II cujo verbo apresenta a mesma regência é:
Alternativas
Q234931 Português
Considerando as relações de sentido e as estruturas linguísticas do texto, julgue os seguintes itens.

Na linha 3, a expressão “pelas redes transnacionais de poder” indica o agente da ação verbal de ultrapassar.
Alternativas
Q234930 Português
Considerando as relações de sentido e as estruturas linguísticas do texto, julgue os seguintes itens.

Não haveria prejuízo para o sentido do texto se a forma verbal “dizem” (L.2) fosse substituída por dizemos
Alternativas
Q234928 Português
Considerando as relações de sentido e as estruturas linguísticas do texto, julgue os seguintes itens.

No trecho “É verdade que a CE vem desenvolvendo novas formas políticas” (L.21-22), o emprego da forma verbal singular “É” justifica-se pelo fato de essa forma verbal não ter sujeito explícito.
Alternativas
Ano: 2012 Banca: AOCP Órgão: BRDE Prova: AOCP - 2012 - BRDE - Assistente Administrativo |
Q234446 Português
Em “Ora, para mim isso configura um crime.”, a expressão destacada funciona como
Alternativas
Q234287 Português
                                                Condenados à tradição
                                        O que fizeram com a poesia brasileira

                                                                                                                                    Iumna Maria Simon

     Por um desses quiproquós da vida cultural, a tradicionalização, ou a referência à tradição, tornou-se um tema dos mais presentes na poesia contemporânea brasileira, quer dizer, a que vem sendo escrita desde meados dos anos 80.
     Pode parecer um paradoxo que a poesia desse período, a mesma que tem continuidade com ciclos anteriores de vanguardismo, sobretudo a poesia concreta, e se seguiu a manifestações antiformalistas de irreverência e espontaneísmo, como a poesia marginal, tenha passado a fazer um uso relutantemente crítico, ou acrítico, da tradição. Nesse momento de esgotamento do moderno e superação das vanguardas, instaura-se o consenso de que é possível recolher as forças em decomposição da modernidade numa espécie de apoteose pluralista. É uma noção conciliatória de tradição que, em lugar da invenção de formas e das intervenções radicais, valoriza a convencionalização a ponto de até incentivar a prática, mesmo que metalinguística, de formas fixas e exercícios regrados.
     Ainda assim, não se trata de um tradicionalismo conservador ou “passadista", para lembrar uma expressão do modernismo dos anos 20. O que se busca na tradição não é nem o passado como experiência, nem a superação crítica do seu legado. Afinal, não somos mais como T. S. Eliot, que acreditava no efeito do passado sobre o presente e, por prazer de inventar, queria mudar o passado a partir da atualidade viva do sentimento moderno. Na sua conhecidíssima definição da tarefa do poeta moderno, formulada no ensaio “Tradição e talento individual", tradição não é herança. Ao contrário, é a conquista de um trabalho persistente e coletivo de autoconhecimento, capaz de discernir a presença do passado na ordem do presente, o que, segundo Eliot, define a autoconsciência do que é contemporâneo.
     Nessa visada, o passado é continuamente refeito pelo novo, recriado pela contribuição do poeta moderno consciente de seus processos artísticos e de seu lugar no tempo. Tal percepção de que passado e presente são simultâneos e inter-relacionados não ocorre na ideia inespecífica de tradição que tratarei aqui. O passado, para o poeta contemporâneo, não é uma projeção de nossas expectativas, ou aquilo que reconfigura o presente. Ficou reduzido, simplesmente, à condição de materiais disponíveis, a um conjunto de técnicas, procedimentos, temas, ângulos, mitologias, que podem ser repetidos, copiados e desdobrados, num presente indefinido, para durar enquanto der, se der.
     Na cena contemporânea, a tradição já não é o que permite ao passado vigorar e permanecer ativo, confrontando-se com o presente e dando uma forma conflitante e sempre inacabada ao que somos. Não implica, tampouco, autoconsciência crítica ou consciência histórica, nem a necessidade de identificar se existe uma tendência dominante ou, o que seria incontornável para uma sociedade como a brasileira, se as circunstâncias da periferia pós-colonial alteram as práticas literárias, e como.
     Não estou afirmando que os poetas atuais são tradicionalistas, ou que se voltaram todos para o passado, pois não há no retorno deles à tradição traço de classicismo ou revivalismo. Eles recombinam formas, amparados por modelos anteriores, principalmente os modernos. A tradição se tornou um arquivo atemporal, ao qual recorre a produção poética para continuar proliferando em estado de indiferença em relação à atualidade e ao que fervilha dentro dela.
     Até onde vejo, as formas poéticas deixaram de ser valores que cobram adesão à experiência histórica e ao significado que carregam. Os velhos conservadorismos culturais apodreceram para dar lugar, quem sabe, a configurações novas e ainda não identificáveis. Mesmo que não exista mais o “antigo", o esgotado, o entulho conservador, que sustentavam o tradicionalismo, tradição é o que se cultua por todos os lados.
     Na literatura brasileira, que sempre sofreu de extrema carência de renovação e variados complexos de inferioridade e provincianismo, em decorrência da vida longa e recessiva, maior do que se esperaria, de modas, escolas e antiqualhas de todo tipo, essa retradicionalização desculpabilizada e complacente tem inegável charme liberador.

                                                                                                                   Revista Piauí, edição 61, 2011.


Assinale a alternativa correta quanto ao que se afirma sobre os elementos linguísticos empregados no texto.
Alternativas
Q233890 Português
O uso de sinais (aspas e travessão) está adequado à norma-padrão, que deve ser observada em uma correspondência oficial, na seguinte frase:
Alternativas
Q233888 Português
A frase em que a presença ou ausência da preposição está de acordo com a norma-padrão é:
Alternativas
Q233884 Português
A oração “envolvendo o número” (L. 13) pode ser substituída, sem prejuízo do sentido original, pela seguinte oração:
Alternativas
Q233600 Português
                                                           Fábrica de sabores
A maior parte dos sabores que sentimos ao provar alimentos industrializados não vêm de ingredientes de verdade. Gosto de cogumelos, coco ou morango, nesse caso, é resultado de combinações de ácidos, cetonas, aldeídos.
Além das substâncias químicas, extratos naturais também entram na equação para dar sabor e aroma aos alimentos produzidos nas fábricas. Há 3 formas de tudo isso ir parar em um produto. Quando você lê “aroma natural”, quer dizer que ele foi obtido por meio de processos físicos que usam matéria-prima, retiram sua essência e aplicam no alimento. Se está escrito “idêntico ao natural”, foi criado sinteticamente em laboratório para replicar essas moléculas encontradas na natureza. Por último, “artificial” no rótulo significa que os aromistas criaram moléculas que não existem na natureza, a partir das substâncias de laboratório.
As sintéticas são as mais usadas por serem mais baratas. Para se ter uma ideia, é necessário espremer uma tonelada de limões para obter cerca de 3 quilos do óleo essencial usado no “aroma natural”. O processo encarece o produto e, por isso, é menos comum nessa indústria. Ser artificial, porém, não significa que o aroma faz mal à saúde. Antes de enviar as moléculas às fábricas de alimentos, elas passam por testes de toxicologia em instituições independentes. PONTES, Felipe; AFFARO, Victor. Revista Galileu. São Paulo: Globo, out. 2011, p. 74-77. Adaptado
A forma verbal em destaque no trecho do Texto II poderia estar tanto no singular quanto no plural, conforme a concordância exigida na norma-padrão.
“A maior parte dos sabores que sentimos ao provar alimentos industrializados não vêm de ingredientes de verdade." (L. 1-3)

Um outro exemplo dessa dupla possibilidade é:
Alternativas
Q233596 Português
A respeito da formação do plural dos substantivos compostos, quando os termos componentes se ligam por hífen, podem ser flexionados os dois termos ou apenas um deles.

O substantivo composto que NÃO apresenta flexão de número como matéria-prima, contido no Texto II, é
Alternativas
Q233594 Português
TEXTO 1

                                    Indústria tem a maior queda desde abril
A maior concorrência com os produtos importados e a desaceleração do consumo no mercado interno fizeram a produção industrial recuar 2% em setembro ante agosto. Foi a maior queda desde abril, quando caíra 2,3%. Em relação ao mesmo mês de 2010, a produção industrial ficou 1,6% menor. O resultado veio abaixo das projeções de mercado, que esperavam baixas entre 0,6% e 1,5%.
De acordo com o IBGE e economistas, a queda se intensificou em setembro. No mês, 16 dos 27 setores produziram menos. O destaque ficou no setor automotivo. Estoques em alta e vendas em baixa derrubaram a produção de carros e caminhões em 11% em relação a agosto. Segundo o gerente da pesquisa, a queda do setor automotivo foi o principal responsável pelo recuo de 5,5% entre os bens de capital (máquinas e equipamentos) e de 2,9% entre os de consumo.
A queda nas exportações de produtos em geral, fruto das incertezas nos países desenvolvidos, também contribuiu para esse quadro. Economistas também citaram a concorrência com os importados, que ganharam espaço com a queda do dólar.
Com esse resultado, renomadas consultorias e bancos começam a revisar a projeção do Produto Interno Bruto (PIB) deste ano. Apesar de outubro já apresentar uma melhora, ainda há um esforço de redução de estoques por parte da indústria, pois se criou uma expectativa maior do que efetivamente aconteceu. ROSA, Bruno. Indústria tem a maior queda desde abril. O Globo, Rio de Janeiro, 02 nov. 2011, seção Economia, p. 24. Adaptado.  
A seguinte frase do Texto I apresenta concordância nominal de acordo com as regras da norma-padrão da língua portuguesa, já que o adjetivo anteposto concorda com o primeiro dos dois substantivos que o seguem.
“Com esse resultado, renomadas consultorias e bancos começam a revisar a projeção do Produto Interno Bruto (PIB) deste ano." (L. 24-26)
No caso de um adjetivo vir posposto a dois substantivos, as seguintes expressões apresentam concordância de acordo com a norma-padrão, EXCETO
Alternativas
Q233530 Português
No Texto II, o trecho “O declínio, a decadência alcança maior nitidez na Europa” (L. 20-21) apresenta um exemplo de um dos casos de concordância verbal vigentes na norma-padrão do Português.

Outro exemplo em que a concordância se justifica pelo mesmo motivo é o seguinte:
Alternativas
Q233529 Português
O verbo prevenir, utilizado no trecho do Texto II em “De nada adiantou preveni-los dos perigos.” (L. 8), é um exemplo de dupla possibilidade de regência verbal, porque pode ser empregado como transitivo direto (“prevenir o perigo”) ou como transitivo direto e indireto (“prevenir alguém do perigo”).

A sequência em que todos os verbos admitem essas duas regências é

Alternativas
Q233145 Português
                            imagem-retificada-texto-001.jpg
Assinale a alternativa correta acerca de fatos gramaticais e semânticos do texto.
Alternativas
Q233144 Português
                          imagem-retificada-texto-001.jpg
Assinale a alternativa que apresenta estrutura integralmente registrada em linguagem formal.
Alternativas
Respostas
46761: E
46762: E
46763: E
46764: E
46765: E
46766: C
46767: E
46768: E
46769: E
46770: D
46771: C
46772: B
46773: B
46774: A
46775: C
46776: B
46777: E
46778: B
46779: C
46780: E