Questões de Concurso
Sobre sintaxe em português
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Mas nem sempre foi assim: esse é um movimento de retomada que se segue a uma devastadora crise na produção brasileira. E o motor dessa retomada é o cacau fino. (1º parágrafo)
Mantém-se a correção do trecho acima, substituindo-se
I. os dois-pontos por ponto e vírgula.
II. “E” por uma vírgula seguida de cujo, fazendo-se a devida adaptação de maiúsculas e minúsculas.
III. “a uma devastadora” por “à devastadora”.
Está correto o que se afirma APENAS em
As lacunas são preenchidas respectiva e corretamente por:
I. Os problemas advindos da exploração indiscriminada dos recursos naturais e das práticas predatórias em determinadas culturas; pode em muito pouco tempo, inviabilizar o uso de terras e a extração desses recursos naturais.
II. O aquecimento global e o desequilíbrio que provocam, a aparição de pragas e de catástrofes climáticas passa, com toda certeza pelo desrespeito e por más práticas, em relação ao meio ambiente e aos processos adotados em nossas lavouras e criações.
III. O efeito estufa, potencializado pela queima de combustíveis fósseis, tem colaborado com o aumento da temperatura no globo terrestre nas últimas décadas. Pesquisas recentes indicaram que o século XX foi o mais quente dos últimos 500 anos.
Tanto a concordância quanto a pontuação estão corretas APENAS em
I. “A esperança vem do sul”
II. “vem no café que produzimos”
(Sérgio Milliet)
É preciso ter fé nesse Brasil
nesse pau-brasil
nessas matas despovoadas
nessas praias sem pescadores
É preciso ter fé
Nesse norte de secas
e de literatura
A esperança vem do sul
Vem de mansinho
contagiosa e sutil
vem no café que produzimos
vem nas indústrias que criamos
A esperança vem do sul
do coração calmo de São Paulo
É preciso ter caridade
e ter carinho
perdoar o ódio que nos cerca
que nos veste
e trabalhar para os irmãos pobres...
(Poetas do Modernismo. INL-MEC, Rio de Janeiro, 1972)
(Sérgio Milliet)
É preciso ter fé nesse Brasil
nesse pau-brasil
nessas matas despovoadas
nessas praias sem pescadores
É preciso ter fé
Nesse norte de secas
e de literatura
A esperança vem do sul
Vem de mansinho
contagiosa e sutil
vem no café que produzimos
vem nas indústrias que criamos
A esperança vem do sul
do coração calmo de São Paulo
É preciso ter caridade
e ter carinho
perdoar o ódio que nos cerca
que nos veste
e trabalhar para os irmãos pobres...
(Poetas do Modernismo. INL-MEC, Rio de Janeiro, 1972)
(Sérgio Milliet)
É preciso ter fé nesse Brasil
nesse pau-brasil
nessas matas despovoadas
nessas praias sem pescadores
É preciso ter fé
Nesse norte de secas
e de literatura
A esperança vem do sul
Vem de mansinho
contagiosa e sutil
vem no café que produzimos
vem nas indústrias que criamos
A esperança vem do sul
do coração calmo de São Paulo
É preciso ter caridade
e ter carinho
perdoar o ódio que nos cerca
que nos veste
e trabalhar para os irmãos pobres...
(Poetas do Modernismo. INL-MEC, Rio de Janeiro, 1972)
Os gregos e os romanos aceitavam a escravidão porque não imaginavam que uma sociedade pudesse funcionar sem
escravos. Como o filósofo Sêneca, insistiam apenas em que se reconhecessem alguns direitos aos escravos: que fosse,
por exemplo, proibido utilizá-los com finalidades sexuais. Estamos na mesma posição quando se trata da pobreza. Estamos
convencidos de que uma sociedade justa deve procurar erradicá-la.
Mas, como não conseguimos conceber os meios que permitem atingir esse objetivo, aceitamos que uma sociedade comporte
grandes bolsões de pobreza. Em contrapartida, não hesitamos em condenar a prática da escravidão.
(Raymond Boudon, O relativismo. Trad. de Edson Bini. São Paulo: Loyola, 2010. p. 41)
Na linha 9, “que” é elemento de coesão empregado em referência a “autenticidade [humana]” e “individualidade humana”, razão por que a forma verbal “expressam” está flexionada no plural.
Na linha 23, seria mantida a correção gramatical do texto caso a forma verbal “adotaram” fosse flexionada no singular, dada a possibilidade de a concordância ser feita, no contexto, também com o vocábulo “que”, sujeito da oração.
Os sujeitos das formas verbais “recebe” (l.9), “paga” (l.9), “desconta” (l.10) e “antecipa” (l.10) têm um mesmo referente: “um banco comercial” (l.9).
A correção gramatical do período será mantida ao se flexionar a palavra “ininterrupta” (l.9) no plural: ininterruptas.
A forma verbal “precisa” (l.8) está no singular porque concorda com “desperdício” (l.8).
As formas verbais “protegem” (l.2) e “resguardam” (l.3) estão no plural porque concordam com “mecanismos” (l.2), mas poderiam estar no singular para concordar com “série” (l.2).
A substituição das formas verbais “têm buscado” (l.29) e “aumentar” (l.30) por buscam e aumentam, respectivamente, manteria a correção e a coerência do texto.


