Questões de Concurso
Sobre sintaxe em português
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A palavra piano e a palavra menina são respectivamente:
Analise a concordância nominal nas frases de I a X e indique a alternativa correta:
I – Ela mesma fará a apresentação do trabalho.
II – Ele tomou meia garrafa de vinho.
III – Eles estão meio cansados hoje.
IV – Aqueles documentos estão meios rasgados.
V – Eles querem ficar a só.
VI – Na reunião, havia bastantes pessoas.
VII – Essas meninas são bastante simpáticas.
VIII – Nós mesmos ajudamos os feridos.
IX – Esses livros devem ter custado caros.
X – Ele teve menas oportunidades de trabalho do que eu.
I – Acho que haviam pessoas que queriam ajudá-lo.
II – Vão fazer dois dias que ele viajou.
III – Devem existir testemunhas do acidente.
IV – Sem educação, não podem haver cidadãos conscientes.
V – Espero que haja pessoas honestas aqui!
VI – Já fez dois anos que eles se casaram.
I – Comprei ___ moto ___ prazo.
II – Ele não gosta de vir ____ barulhenta São Paulo.
III – Fomos ____ Inglaterra e ___ Suécia.
IV – Avisei ___todos que ___ partida de futebol foi adiada.
V – O pescador voltou ___ tardinha.
INSTRUÇÃO: Leia atentamente o artigo do consultor Luiz Marins e responda à questão.

E ainda que tivesse o dom de profecia, e conhecesse todos os mistérios e toda a ciência, e ainda que tivesse toda a fé, de maneira tal que transportasse os montes, e não tivesse amor, nada seria.
Não se porta com indecência, não busca os seus interesses, não se irrita, não suspeita mal;
[...] Fabiano Ia satisfeito. Sim senhor, arrumara-se. Chegara naquele estado, com a família morrendo de fome, comendo raízes. Caíra no fim do pátio, debaixo de um juazeiro, depois tomara conta da casa deserta. Ele, a mulher e os filhos tinham-se habituado a camarinha escura, pareciam ratos - e a lembrança dos sofrimentos passados esmorecera.
Pisou com firmeza no chão gretado, puxou a faca de ponta, esgaravatou as unhas sujas. Tirou do aio um pedaço de fumo, picou-o, fez um cigarro com palha de milho, acendeu-o ao binga, pôs-se a fumar regalado.
- Fabiano, você é um homem, exclamou em voz alta.
Olhou em torno, com receio de que, fora os meninos, alguém tivesse percebido a frase imprudente. Corrigiu-a, murmurando:
- Um bicho, Fabiano.
Era. Apossara-se da casa porque não tinha onde cair morto, passara uns dias mastigando raiz de imbu e sementes de mucuna. Viera a trovoada. E, com ela, o fazendeiro, que o expulsara. Fabiano fizera-se desentendido e oferecera os seus préstimos, resmungando, cocando os cotovelos, sorrindo aflito. O jeito que tinha era ficar. E o patrão aceitara-o, entregara-lhe as marcas de ferro. [...]
[...] Fabiano Ia satisfeito. Sim senhor, arrumara-se. Chegara naquele estado, com a família morrendo de fome, comendo raízes. Caíra no fim do pátio, debaixo de um juazeiro, depois tomara conta da casa deserta. Ele, a mulher e os filhos tinham-se habituado a camarinha escura, pareciam ratos - e a lembrança dos sofrimentos passados esmorecera.
Pisou com firmeza no chão gretado, puxou a faca de ponta, esgaravatou as unhas sujas. Tirou do aio um pedaço de fumo, picou-o, fez um cigarro com palha de milho, acendeu-o ao binga, pôs-se a fumar regalado.
- Fabiano, você é um homem, exclamou em voz alta.
Olhou em torno, com receio de que, fora os meninos, alguém tivesse percebido a frase imprudente. Corrigiu-a, murmurando:
- Um bicho, Fabiano.
Era. Apossara-se da casa porque não tinha onde cair morto, passara uns dias mastigando raiz de imbu e sementes de mucuna. Viera a trovoada. E, com ela, o fazendeiro, que o expulsara. Fabiano fizera-se desentendido e oferecera os seus préstimos, resmungando, cocando os cotovelos, sorrindo aflito. O jeito que tinha era ficar. E o patrão aceitara-o, entregara-lhe as marcas de ferro. [...]
TEXTO 1
Mídia e criminalidade
Já foi o tempo em que a mídia (televisão, rádio, jornais, sites etc.) aparecia como a "mocinha’ inocente e inofensiva na questão da criminalidade. O relacionamento entre esses setores já não pode continuar calcado em nenhum clássico e ambíguo discurso.
No final de abril de 2002, o mundo todo tomou conhecimento (pela mídia!) do estudo de Jeffery Johnson e sua equipe, da Universidade de Columbia (EUA): de 1975 a 2000 foram pesquisados membros de 707 famílias e seus diários contatos com a televisão.
A indução à fuga do local do acidente, de outro lado, ademais de imoral e desumana, configura indução ao crime do art. 305 do Código de Trânsito, que diz: 'Afastar-se o condutor do veículo do toca! do acidente para fugir à responsabilidade penal ou civil que lhe possa ser atribuída.
Após a leitura do excerto a seguir, aponte a alternativa que apresenta um predicativo do objeto presente no texto.
Camila, que já tinha feito um curso de interpretação para televisão, e que o achou insuportável, irá trabalhar fazendo novelas.
TEXTO 1
Mídia e criminalidade
Já foi o tempo em que a mídia (televisão, rádio, jornais, sites etc.) aparecia como a "mocinha’ inocente e inofensiva na questão da criminalidade. O relacionamento entre esses setores já não pode continuar calcado em nenhum clássico e ambíguo discurso.
No final de abril de 2002, o mundo todo tomou conhecimento (pela mídia!) do estudo de Jeffery Johnson e sua equipe, da Universidade de Columbia (EUA): de 1975 a 2000 foram pesquisados membros de 707 famílias e seus diários contatos com a televisão.
A indução à fuga do local do acidente, de outro lado, ademais de imoral e desumana, configura indução ao crime do art. 305 do Código de Trânsito, que diz: 'Afastar-se o condutor do veículo do toca! do acidente para fugir à responsabilidade penal ou civil que lhe possa ser atribuída.
Televisão
(Chico Buarque)
O homem da rua
Fica só por teimosia
Não encontra companhia
Mas prá casa não vai não
Em casa a roda já mudou
Que a moda muda
A roda é triste '
A roda é muda
Em volta lá da televisão...
[...]
O homem da rua
Com seu tamborim calado
Já pode esperar sentado
Sua escola não vem não
A sua gente
Está aprendendo humildemente
Um batuque diferente
Que vem lá da televisão...
[...]
Disponível em: < http://letras.mus.br/chico-buarque/85828/>, acesso em 19/07/2013
Sobre o poema de Chico Buarque, podemos afirmar:
TEXTO 1
Mídia e criminalidade
Já foi o tempo em que a mídia (televisão, rádio, jornais, sites etc.) aparecia como a "mocinha’ inocente e inofensiva na questão da criminalidade. O relacionamento entre esses setores já não pode continuar calcado em nenhum clássico e ambíguo discurso.
No final de abril de 2002, o mundo todo tomou conhecimento (pela mídia!) do estudo de Jeffery Johnson e sua equipe, da Universidade de Columbia (EUA): de 1975 a 2000 foram pesquisados membros de 707 famílias e seus diários contatos com a televisão.
A indução à fuga do local do acidente, de outro lado, ademais de imoral e desumana, configura indução ao crime do art. 305 do Código de Trânsito, que diz: 'Afastar-se o condutor do veículo do toca! do acidente para fugir à responsabilidade penal ou civil que lhe possa ser atribuída.
TEXTO 1
Não corra, caminhe rumo ao sucesso
(1) Quem não quer ser bem-sucedido? Se fizermos esta pergunta, a resposta é unânime: todos queremos! Mas quem de fato está preparado para isso? Todos sonham com as coisas maravilhosas que o sucesso traz, mas poucos sabem que seu preço às vezes é realmente alto.
(2) Ninguém quer saber das mazelas, das consequências inesperadas que a busca pelo sucesso pode ocasionar. Conheci um homem que foi muito rico, muito bem-sucedido e que, não tendo estrutura para aguentar a vida que se transformou, perdeu sua essência, sua capacidade de acreditar, de confiar. Esse homem tornou-se um zumbi, um escravo da própria ambição sem limites, e acabou perdendo sua família e aqueles que lhe eram mais caros. Compensou?
(3) Talvez muitos achem que sim, apesar de tudo, mas a lição que se aprende é que não adianta correr. O sucesso deve ser saboreado aos poucos ou pode acabar envenenando. Quando perdemos a capacidade de discernir entre o certo e o errado em nome das conquistas, é hora de ligar a luz de alerta.
(4) Cuidado! É muito fácil perder a cabeça, nos achar melhores que os outros, sentir tanto orgulho de nós mesmos que desprezamos quem nos cerca, quando temos sucesso, quando somos vitoriosos cedo em nossas carreiras, quando o sucesso chega rápido. Por isso é preciso cuidado, por isso o sucesso deve ser alcançado sem pressa, com maturidade, para que possamos desfrutar dele em toda sua plenitude e com tudo de bom que ele nos traz.
(5) Não tenha pressa em obter um êxito completo em sua vida. Pelo contrário, aproveite as vitórias e garanta condições de plantar sempre as sementes de uma nova colheita. Saiba esperar, pois também se é feliz na expectativa, e não somente nas realizações.
(6) Aprenda a caminhar em direção ao sucesso, e não a correr desembestado, sem propósito, sem tempo para aproveitar o que já conseguiu. Assim você conhecerá o sucesso por completo e poderá aproveitá-lo em todos os aspectos.
Texto disponível em: http://www.simonecastillo.com.br/artigos.asp?id=75. Acesso em 24/07/2013. Adaptado.
Considerando as regras da concordância, analise as afirmações abaixo.
1) No trecho: “Se fizermos esta pergunta, a resposta é unânime: todos queremos!” (§ 1), a concordância indica que a autora se inclui no termo “todos”.
2) No segmento destacado em: “Esse homem tornou-se um zumbi, [...] e acabou perdendo sua família e aqueles que lhe eram mais caros.” (§ 2), encontramos um erro de concordância. O correto seria: “aqueles que lhes eram mais caros”.
3) No trecho: “quando o sucesso chega rápido” (§ 4), o termo destacado está no masculino em concordância com “sucesso”. Mas deveria ficar no feminino, se o trecho fosse, por exemplo: “quando a realização chega rápida”.
4) No trecho: “Saiba esperar, pois também se é feliz na expectativa, e não somente nas realizações.” (§ 5), a forma verbal destacada está em concordância com um interlocutor que é tratado por “você”. Se estivesse em concordância com “nós”, a forma adequada seria “saibamos”.
Está(ão) correta(s):
