Questões de Concurso Sobre sintaxe em português

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Q1332111 Português
Assinale a única alternativa em que há erro de regência nominal.
Alternativas
Q1332110 Português
Assinale a alternativa cuja sequência enumera corretamente as frases. (1) concordância verbal correta e (2) concordância verbal incorreta.
( ) Ireis de carro tu, vossos primos e eu. ( ) O pai ou o filho assumirá a direção da empresas.
( ) Mais de um dos candidatos as insultaram. ( ) Faz dez anos que ocorreram todos estes fatos.
A assertiva é:
Alternativas
Q1331199 Português
TEXTO 1

A publicidade sempre está um passo além.

(1) Não são poucas as vezes que, diante da televisão, dá vontade de gritar. Por exemplo, nos últimos tempos, parece que a publicidade tem-se esmerado em produzir, a cada intervalo comercial, muitos momentos desse tipo.

(2) Por pior que seja a televisão em termos de programação, a publicidade sempre consegue ser um pouco pior, sempre está a alguns passos além na direção da barbárie. E não estamos aqui falando da cafajestagem malandra dos comerciais de cerveja.

(3) Mas há um tipo de mensagem publicitária que só se pode classificar como violenta mesmo que não haja nenhuma cena que explore situações de violência. Ao contrário, são propagandas em tom “científico” ou “bem-humoradas”, cujas mensagens representam ataques graves a valores que ainda deveriam se sobrepor ao consumo.

(4) A educação das crianças é um dos alvos prediletos das ideias geniais dos publicitários. Eles sabem que a maioria dos pais não tem tempo de assumir a parte árdua da educação dos filhos. É exatamente aí que eles entram.

(5) Uma propaganda recente da marca mais conhecida de iogurte infantil, por exemplo, começa avisando que a falta de nutrientes essenciais nos primeiros estágios do crescimento pode causar sérios danos estruturais. Em seguida, um pediatra aparece em meio a seus filhos. Com a dupla autoridade de pai e de médico, informa que o produto em questão supre perfeitamente as necessidades nutricionais de uma criança em fase de crescimento. A imagem final é uma construção de blocos de madeira, cuja base é substituída por uma embalagem vazia do produto. Logo, pais, desistam da batalha árdua de fazer as crianças comerem arroz, feijão, bife e verdura. Podem dar um desses iogurtes e ir malhar!

(6) Em outra, mais engraçadinha, uma professora avisa que, antes de sair, os alunos devem entregar o trabalho “de” Pitágoras. Os alunos vão deixando sobre a mesa os trabalhos, todos impecavelmente impressos, com ilustrações coloridas, até que um deposita uma pedra chata e lisa com um diagrama do triângulo retângulo. A professora olha com espanto para o menino, que está vestido como o personagem Bambam, dos “Flintstone”, clava ao ombro, cabelos desgrenhados, rosto sujo. E ouve-se a mensagem do comercial de um provedor de conexão rápida com a internet. “Não deixe seu filho na Idade da Pedra. Relaxe: ele vai ter um jeito fácil e cômodo de dar conta de seus trabalhos escolares copiando da internet, é claro. Vocês vão poder ver tranquilos a sua série predileta de TV”.

(7) Jogando duplamente com a infantilidade – das crianças, mas também dos pais que resistem a assumir a parte “chata” da educação – a publicidade mostra sua face mais brutal.

                                                (Folha de S. Paulo, 3 de abril de 2005. Adaptado)
As normas da concordância verbal são bastante valorizadas na definição da língua portuguesa ‘’culta’. Está conforme tais normas a seguinte alternativa:
Alternativas
Q1330220 Português
A norma culta determina " O verbo concordará em regra, na 3ª pessoa, com os pronomes quem e que como sujeitos". Identifique as frases corretas:
I. Sou eu quem responde pelos meus atos. II. Somos nós quem leva o prejuízo. III. Fui eu quem o ensinou a desenhar. IV. Eu sou o que presenciou o fato.
A assertiva é:
Alternativas
Q1330219 Português
Nas frases abaixo, somente uma delas o predicativo concorda em gênero e número com o sujeito simples:
Alternativas
Q1330218 Português
Identifique a Oração Reduzida em uma das frases abaixo:
Alternativas
Q1330217 Português
Identifique abaixo, a frase que se constitui em Oração Subordinada Subjetiva.
Alternativas
Q1330216 Português
Identifique abaixo, a frase que se constitui em Oração Coordenada Assindética:
Alternativas
Q1330215 Português
Na Análise Sintática, quanto ao sentido. Identifique a coluna da esquerda com a da direita:
1 DECLARATIVA ( ) Vamos, meu filho, ande depressa! 2 IMPERATIVA ( ) Esta luz me falte, se eu minto, senhor! 3 OPTATIVA ( ) Neli não quis montar o cavalo velho, de pelo ruço. 4 IMPRECATIVA ( ) E queira Deus que te não enganes, menino!
A assertiva é:
Alternativas
Q1330100 Português

Seguem alguns verbos no modo Imperativo:


I. Tem fé, porque vais conseguir vencer essa fase tão delicada e difícil.

II. Cantemos forte, porque será nossa única oportunidade de chamar atenção da comunidade.

III. Meu pedido é: Escuta quem sempre está na torcida por ti.

IV. Diante de tudo isso, fique tranquila, pois você fez o que tinha que fazer.


Os verbos em destaque devem estar de acordo com a pessoa gramatical de cada período. Portanto, está CORRETO o que se apresenta na alternativa:

Alternativas
Q1330098 Português

Sobre as regências dos verbos LEMBRAR e LEMBRAR-SE:


I. Eu lembrei o que tinha que fazer, porém não fiz.

II. Eu lembrei do que tinha que fazer, porém não fiz.

III. Eu me lembrei do que tinha que fazer, porém não fiz.

IV. Lembrei-me o que tinha que fazer, porém não fiz.


Considerando as regras da Língua Portuguesa, podemos concluir:

Alternativas
Q1330097 Português

Confira a regência do verbo COMUNICAR:


I. A assessoria de imprensa comunicou ao prefeito as manifestações ocorridas.

II. A assessoria de imprensa comunicou o prefeito as manifestações ocorridas.

III. A assessoria de imprensa comunicou-lhe as manifestações ocorridas.

IV. A assessoria de imprensa comunicou-lhe das manifestações ocorridas.



Analisados os exemplos acima, podemos afirmar que: 

Alternativas
Q1330095 Português

E a bolsa masculina?


    Vou a um encontro formal. Boto paletó e gravata. E começo a encher os bolsos: chaves, celular, caneta, cartões de crédito e de visita, carteira, documentos pessoais e do carro, talão, óculos de sol, lenço, iPod — ninguém é de ferro. Em minutos meu terno estufa. O botão do paletó não fecha por causa do celular. Meu traseiro fica quadrado devido aos documentos acomodados nos bolsos de trás. A calça, por causa do peso, escorrega pela barriga, que salta sobre o cinto! E minha elegância desaparece! Pior: dali a pouco tudo se confunde. Para achar algum desses itens, vasculho o interior de minhas roupas com os dedos. Vou pegar a caneta e retiro as chaves.

    O vestuário masculino tornou-se obsoleto, essa é a verdade. As sortudas das mulheres têm as bolsas. A bolsa feminina equivale à caixa-preta do avião. Só se sabe o que há lá dentro após uma investigação minuciosa. São itens variados, que vão de maquiagem a tíquetes de passagens antigas e fotos de entes queridos amassadas. Mas é confortável. A proprietária de uma bolsa enfia o que quiser lá dentro. Resgata quando houver necessidade. Mesmo se for preciso espalhar o conteúdo no sofá. E, em casos extremos, chamar o Corpo de Bombeiros!

    A bolsa masculina já esteve em moda. Não me refiro à época dos hippies barbudões com horrendos artefatos de couro cru e sandálias nos pés. Houve um tempo em que homens usavam bolsas elegantes. Recheadas de inutilidades, mas, apesar dessa contradição, úteis. Grandes grifes ainda produzem bolsas masculinas. Poucos as usam.

    As pochetes são práticas, mas ganharam fama de cafonas. Confesso: tenho horror! Existe imagem mais brega do que a de um barrigudo com o botão aberto no umbigo e uma pochete estufada no cinto?

    Os executivos preferem as pastas. Elas costumam oferecer compartimentos para laptop, documentos variados, bloco de notas, remédios, três ou quatro celulares, enfim... tudo! Tais quais as bolsas femininas, abrigam mistérios. Só são esvaziadas de tempos em tempos, diante de uma ameaça de divórcio, por exemplo. Com frequência, moscas, vespas e até aranhas secas são encontradas entre a papelada.

    Pastas são sérias demais. Não combinam com um jeans informal, uma camiseta leve e tênis. E o pior: é muito fácil esquecê-las. Ou vê-las arrebatadas pelas mãos de um larápio. Hoje em dia, perder um laptop ou celular pode se transformar em prejuízo irremediável. Vão embora os contatos comerciais, endereços, enfim... a vida toda!

    Alguns preferem mochilas. Executivo de terno e gravata com mochilinha de lona nas costas é uó. Livros, laptop, documentos, perfumes, desodorantes, cuecas limpas e até sujas no caso de viagens rápidas lutam para se acomodar dentro da lona. Eu já imagino: o executivo marca uma reunião com o presidente de um banco para pedir um empréstimo. Vai pegar o laptop para mostrar o projeto. E retira uma cueca, a escova e a pasta de dentes!

    Os papas da moda masculina vivem discutindo o número de botões de paletós, a largura das lapelas, se as barras são para dentro ou fora. Redesenham relógios que se tornam cada vez mais inúteis em um mundo onde se veem as horas no celular. Mas ninguém propõe uma solução radical para a roupa do homem.

    A volta da bolsa é apenas um item. Enquanto a moda feminina evolui e se transforma a cada ano, a masculina marca passo. Olho as vitrines dos shoppings e tudo é semelhante ao ano passado. Fico pensando: quando algum estilista oferecerá uma mudança radical, capaz de fazer a cabeça de todos nós e tornar o traje masculino realmente prático e confortável?  



(Walcyr Carrasco)

Com relação aos termos da oração sublinhados, observe as classificações propostas:



I. Em “O vestuário masculino tornou-se obsoleto...”, destacam-se, respectivamente, um adjunto adnominal e um predicativo do sujeito.

II. Em “Mas ninguém propõe uma solução radical para a roupa do homem.”, o predicado é classificado como verbal.

III. Em “Para achar algum desses itens, vasculho o interior de minhas roupas com os dedos.”, registram-se dois objetos diretos.

IV. Em “A volta da bolsa é apenas um item.”, marca-se a presença de um complemento nominal.



De acordo com as proposições, podemos concluir que: 

Alternativas
Q1330093 Português

E a bolsa masculina?


    Vou a um encontro formal. Boto paletó e gravata. E começo a encher os bolsos: chaves, celular, caneta, cartões de crédito e de visita, carteira, documentos pessoais e do carro, talão, óculos de sol, lenço, iPod — ninguém é de ferro. Em minutos meu terno estufa. O botão do paletó não fecha por causa do celular. Meu traseiro fica quadrado devido aos documentos acomodados nos bolsos de trás. A calça, por causa do peso, escorrega pela barriga, que salta sobre o cinto! E minha elegância desaparece! Pior: dali a pouco tudo se confunde. Para achar algum desses itens, vasculho o interior de minhas roupas com os dedos. Vou pegar a caneta e retiro as chaves.

    O vestuário masculino tornou-se obsoleto, essa é a verdade. As sortudas das mulheres têm as bolsas. A bolsa feminina equivale à caixa-preta do avião. Só se sabe o que há lá dentro após uma investigação minuciosa. São itens variados, que vão de maquiagem a tíquetes de passagens antigas e fotos de entes queridos amassadas. Mas é confortável. A proprietária de uma bolsa enfia o que quiser lá dentro. Resgata quando houver necessidade. Mesmo se for preciso espalhar o conteúdo no sofá. E, em casos extremos, chamar o Corpo de Bombeiros!

    A bolsa masculina já esteve em moda. Não me refiro à época dos hippies barbudões com horrendos artefatos de couro cru e sandálias nos pés. Houve um tempo em que homens usavam bolsas elegantes. Recheadas de inutilidades, mas, apesar dessa contradição, úteis. Grandes grifes ainda produzem bolsas masculinas. Poucos as usam.

    As pochetes são práticas, mas ganharam fama de cafonas. Confesso: tenho horror! Existe imagem mais brega do que a de um barrigudo com o botão aberto no umbigo e uma pochete estufada no cinto?

    Os executivos preferem as pastas. Elas costumam oferecer compartimentos para laptop, documentos variados, bloco de notas, remédios, três ou quatro celulares, enfim... tudo! Tais quais as bolsas femininas, abrigam mistérios. Só são esvaziadas de tempos em tempos, diante de uma ameaça de divórcio, por exemplo. Com frequência, moscas, vespas e até aranhas secas são encontradas entre a papelada.

    Pastas são sérias demais. Não combinam com um jeans informal, uma camiseta leve e tênis. E o pior: é muito fácil esquecê-las. Ou vê-las arrebatadas pelas mãos de um larápio. Hoje em dia, perder um laptop ou celular pode se transformar em prejuízo irremediável. Vão embora os contatos comerciais, endereços, enfim... a vida toda!

    Alguns preferem mochilas. Executivo de terno e gravata com mochilinha de lona nas costas é uó. Livros, laptop, documentos, perfumes, desodorantes, cuecas limpas e até sujas no caso de viagens rápidas lutam para se acomodar dentro da lona. Eu já imagino: o executivo marca uma reunião com o presidente de um banco para pedir um empréstimo. Vai pegar o laptop para mostrar o projeto. E retira uma cueca, a escova e a pasta de dentes!

    Os papas da moda masculina vivem discutindo o número de botões de paletós, a largura das lapelas, se as barras são para dentro ou fora. Redesenham relógios que se tornam cada vez mais inúteis em um mundo onde se veem as horas no celular. Mas ninguém propõe uma solução radical para a roupa do homem.

    A volta da bolsa é apenas um item. Enquanto a moda feminina evolui e se transforma a cada ano, a masculina marca passo. Olho as vitrines dos shoppings e tudo é semelhante ao ano passado. Fico pensando: quando algum estilista oferecerá uma mudança radical, capaz de fazer a cabeça de todos nós e tornar o traje masculino realmente prático e confortável?  



(Walcyr Carrasco)

Analise a classificação das orações sublinhadas nos períodos seguintes:


I. “Para achar algum desses itens, vasculho o interior de minhas roupas com os dedos.” (Subordinada Adverbial Final)

II. “As pochetes são práticas, mas ganharam fama de cafonas.”(Coordenada Sindética Adversativa)

III. “Enquanto a moda feminina evolui e se transforma a cada ano, a masculina marca passo.” (Subordinada Adverbial Temporal)

IV. “Olho as vitrines dos shoppings e tudo é semelhante ao ano passado.” (Coordenada Sindética Aditiva)



Sobre as proposições acima, temos que: 

Alternativas
Q1329750 Português
Assinale a alternativa correta a respeito de relações de concordância e regência verbal no texto.
Alternativas
Q1329744 Português

Relacione a Coluna 1 à Coluna 2, associando os trechos destacados do texto, que exercem função de adjunto adverbial, aos seus respectivos sentidos.


Coluna 1

1. Comparação.

2. Tempo.

3. Consequência.

4. Finalidade.


Coluna 2

( ) Tudo isso existe para controlar uma função essencial do corpo... (l. 09 e 10).

( ) Deu tão certo que a rede de neurônios digestivos foi aumentando... (l. 23).

( ) Quando você coloca na boca aquela batatinha frita... (l. 30).

( ) ...como você, precisam de energia... (l. 43).


A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:

Alternativas
Q1329743 Português

Considere o seguinte fragmento do texto:


Elas moram lá porque, assim como você, precisam de energia para sobreviver: no caso, a comida que você come. Essas bactérias, portanto, são benéficas, já que ajudam na digestão dos alimentos. (l. 42-44).


Assinale a alternativa cujos elementos NÃO podem substituir os termos destacados no fragmento acima, na ordem em que se encontram, pois apresentam valor semântico diferente.

Alternativas
Q1329544 Português
Indique a alternativa que apresenta um exemplo de frase nominal:
Alternativas
Q1329542 Português
De acordo com a análise sintática, identifique o predicado nominal da frase:
As garotas estão eufóricas com a notícia.
Alternativas
Q1329311 Português
Retome o poema Orion, presente na atividade didática. No trecho “que o beijo não alcançava, o pescoço não alcançava, nem mesmo a voz a alcançava”, somente NÃO há a presença de 3 orações
Alternativas
Respostas
41521: C
41522: A
41523: C
41524: C
41525: A
41526: C
41527: B
41528: A
41529: B
41530: A
41531: D
41532: C
41533: A
41534: A
41535: B
41536: B
41537: E
41538: A
41539: C
41540: C