Questões de Concurso Sobre sintaxe em português

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Q1143749 Português

      Se a vida é um vale de lágrimas, por que não processar os pais por nos terem trazido ao mundo?

      Se o leitor nunca pensou nessa hipótese, isso pode significar duas coisas. Primeiro, que é uma pessoa sã. Segundo, que nunca leu a saga do indiano Raphael Samuel, 27, que tentou processar os progenitores, segundo o jornal “The Guardian”.

      Sim, Samuel confessa que tem uma excelente relação com eles. Mas há, digamos, um “pecado original” que o rapaz não pode perdoar: ele nasceu sem dar o seu consentimento. Uma indenização, ainda que simbólica, seria uma forma de fazer doutrina: quando queremos ter filhos, é importante ter o consentimento deles.

      Por essa altura, o leitor inteligente que lê as minhas colunas já deve ter feito uma pergunta fundamental: como obter esse consentimento? E, já agora, em que fase?

      A ciência terá aqui uma palavra importante. Mas, conhecendo o narcisismo da espécie e a tendência irresistível de marchar pelas causas mais improváveis, não é de excluir que adolescentes de todas as idades, frustrados com a vida e com a necessidade de escovar os dentes, encontrem em Raphael Samuel um modelo (de negócio).

      Antigamente, os pais poupavam para a universidade dos filhos. Hoje, convém poupar primeiro para a indenização que eles nos vão pedir.

      No limite, ver o filho a pedir uma indenização aos pais por ter nascido faz tanto sentido como pedir uma indenização ao filho por ele não querer estar cá. Quem disse que só o filho pode ter razões de queixa?

      O problema dos cálculos meramente utilitaristas é que eles são dotados de uma espantosa flexibilidade. E da mesma forma que os filhos avaliam os seus danos por terem nascido, os pais podem atuar da mesma forma.

      Investiram tudo no delfim – patrimônio genético, tempo, dinheiro, sanidade e expectativas legítimas de que ele seria um adulto.

      Mas o ingrato, no fim das contas, ainda quer fazer contas. Se isso não é motivo para uma indenização pesada, só um anjo nos pode salvar.


(João Pereira Coutinho, Alô, filho, você quer mesmo sair?

Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br.

Acesso em: 15.11.2019. Adaptado)

Assinale a alternativa que reescreve o trecho destacado na passagem – Se o leitor nunca pensou nessa hipótese, isso pode significar duas coisas. – com correção e preservando o sentido original.
Alternativas
Q1143748 Português

      Se a vida é um vale de lágrimas, por que não processar os pais por nos terem trazido ao mundo?

      Se o leitor nunca pensou nessa hipótese, isso pode significar duas coisas. Primeiro, que é uma pessoa sã. Segundo, que nunca leu a saga do indiano Raphael Samuel, 27, que tentou processar os progenitores, segundo o jornal “The Guardian”.

      Sim, Samuel confessa que tem uma excelente relação com eles. Mas há, digamos, um “pecado original” que o rapaz não pode perdoar: ele nasceu sem dar o seu consentimento. Uma indenização, ainda que simbólica, seria uma forma de fazer doutrina: quando queremos ter filhos, é importante ter o consentimento deles.

      Por essa altura, o leitor inteligente que lê as minhas colunas já deve ter feito uma pergunta fundamental: como obter esse consentimento? E, já agora, em que fase?

      A ciência terá aqui uma palavra importante. Mas, conhecendo o narcisismo da espécie e a tendência irresistível de marchar pelas causas mais improváveis, não é de excluir que adolescentes de todas as idades, frustrados com a vida e com a necessidade de escovar os dentes, encontrem em Raphael Samuel um modelo (de negócio).

      Antigamente, os pais poupavam para a universidade dos filhos. Hoje, convém poupar primeiro para a indenização que eles nos vão pedir.

      No limite, ver o filho a pedir uma indenização aos pais por ter nascido faz tanto sentido como pedir uma indenização ao filho por ele não querer estar cá. Quem disse que só o filho pode ter razões de queixa?

      O problema dos cálculos meramente utilitaristas é que eles são dotados de uma espantosa flexibilidade. E da mesma forma que os filhos avaliam os seus danos por terem nascido, os pais podem atuar da mesma forma.

      Investiram tudo no delfim – patrimônio genético, tempo, dinheiro, sanidade e expectativas legítimas de que ele seria um adulto.

      Mas o ingrato, no fim das contas, ainda quer fazer contas. Se isso não é motivo para uma indenização pesada, só um anjo nos pode salvar.


(João Pereira Coutinho, Alô, filho, você quer mesmo sair?

Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br.

Acesso em: 15.11.2019. Adaptado)

As palavras destacadas nas passagens – tendência irresistível de marchar pelas causas mais improváveis / ver o filho a pedir uma indenização aos pais por ter nascido – podem ser substituídas, correta e respectivamente, por:
Alternativas
Q1143747 Português

      Se a vida é um vale de lágrimas, por que não processar os pais por nos terem trazido ao mundo?

      Se o leitor nunca pensou nessa hipótese, isso pode significar duas coisas. Primeiro, que é uma pessoa sã. Segundo, que nunca leu a saga do indiano Raphael Samuel, 27, que tentou processar os progenitores, segundo o jornal “The Guardian”.

      Sim, Samuel confessa que tem uma excelente relação com eles. Mas há, digamos, um “pecado original” que o rapaz não pode perdoar: ele nasceu sem dar o seu consentimento. Uma indenização, ainda que simbólica, seria uma forma de fazer doutrina: quando queremos ter filhos, é importante ter o consentimento deles.

      Por essa altura, o leitor inteligente que lê as minhas colunas já deve ter feito uma pergunta fundamental: como obter esse consentimento? E, já agora, em que fase?

      A ciência terá aqui uma palavra importante. Mas, conhecendo o narcisismo da espécie e a tendência irresistível de marchar pelas causas mais improváveis, não é de excluir que adolescentes de todas as idades, frustrados com a vida e com a necessidade de escovar os dentes, encontrem em Raphael Samuel um modelo (de negócio).

      Antigamente, os pais poupavam para a universidade dos filhos. Hoje, convém poupar primeiro para a indenização que eles nos vão pedir.

      No limite, ver o filho a pedir uma indenização aos pais por ter nascido faz tanto sentido como pedir uma indenização ao filho por ele não querer estar cá. Quem disse que só o filho pode ter razões de queixa?

      O problema dos cálculos meramente utilitaristas é que eles são dotados de uma espantosa flexibilidade. E da mesma forma que os filhos avaliam os seus danos por terem nascido, os pais podem atuar da mesma forma.

      Investiram tudo no delfim – patrimônio genético, tempo, dinheiro, sanidade e expectativas legítimas de que ele seria um adulto.

      Mas o ingrato, no fim das contas, ainda quer fazer contas. Se isso não é motivo para uma indenização pesada, só um anjo nos pode salvar.


(João Pereira Coutinho, Alô, filho, você quer mesmo sair?

Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br.

Acesso em: 15.11.2019. Adaptado)

Na passagem – Sim, Samuel confessa que tem uma excelente relação com eles. Mas há, digamos, um “pecado original” que o rapaz não pode perdoar: ele nasceu sem dar o seu consentimento. – a conjunção destacada marca a introdução de um argumento que representa, em relação à afirmação anterior,
Alternativas
Q1143650 Português

Leia o texto para responder à questão.



Um dia, numa expedição na África, um cachorrinho começa a brincar de caçar mariposas e quando se dá conta já está muito longe do grupo do safari. Nisso vê bem perto uma pantera correndo em sua direção.

Ao perceber que a pantera vai devorá-lo pensa rápido no que fazer. Vê uns ossos de um animal morto e se coloca a mordê-los. Então, quando a pantera está a ponto de atacá-lo, o cachorrinho diz:

“Ah, que delícia esta pantera que acabo de comer!”

A pantera para bruscamente e sai apavorada correndo do cachorrinho, pensando:

“Que cachorro bravo! Por pouco não come a mim também!”

Um macaco que estava trepado em uma árvore perto e que havia visto a cena, sai correndo atrás da pantera para lhe contar como ela foi enganada pelo cachorro. O macaco alcança a pantera e lhe conta toda a história. Então, a pantera furiosa diz:

“Cachorro maldito! Vai me pagar!

Agora vamos ver quem come quem!”

“Depressa!”, disse o macaco. “Vamos alcançá-lo”.

E saem correndo para buscar o cachorrinho.

O cachorrinho vê que a pantera vem atrás dele de novo e desta vez traz o macaco montado em suas costas.

“Ah, macaco desgraçado! O que faço agora?”, pensa o cachorrinho.

Ao invés de sair correndo, o cachorrinho fica de costas como se não estivesse vendo nada e, quando a pantera está a ponto de atacá-lo de novo, o cachorrinho diz:

“Maldito macaco preguiçoso! Faz meia hora que eu o mandei me trazer outra pantera e ele ainda não voltou!”


autor desconhecido

Assinale a alternativa correta em relação ao texto 2.
Alternativas
Q1143649 Português

Leia o texto para responder à questão.



Um dia, numa expedição na África, um cachorrinho começa a brincar de caçar mariposas e quando se dá conta já está muito longe do grupo do safari. Nisso vê bem perto uma pantera correndo em sua direção.

Ao perceber que a pantera vai devorá-lo pensa rápido no que fazer. Vê uns ossos de um animal morto e se coloca a mordê-los. Então, quando a pantera está a ponto de atacá-lo, o cachorrinho diz:

“Ah, que delícia esta pantera que acabo de comer!”

A pantera para bruscamente e sai apavorada correndo do cachorrinho, pensando:

“Que cachorro bravo! Por pouco não come a mim também!”

Um macaco que estava trepado em uma árvore perto e que havia visto a cena, sai correndo atrás da pantera para lhe contar como ela foi enganada pelo cachorro. O macaco alcança a pantera e lhe conta toda a história. Então, a pantera furiosa diz:

“Cachorro maldito! Vai me pagar!

Agora vamos ver quem come quem!”

“Depressa!”, disse o macaco. “Vamos alcançá-lo”.

E saem correndo para buscar o cachorrinho.

O cachorrinho vê que a pantera vem atrás dele de novo e desta vez traz o macaco montado em suas costas.

“Ah, macaco desgraçado! O que faço agora?”, pensa o cachorrinho.

Ao invés de sair correndo, o cachorrinho fica de costas como se não estivesse vendo nada e, quando a pantera está a ponto de atacá-lo de novo, o cachorrinho diz:

“Maldito macaco preguiçoso! Faz meia hora que eu o mandei me trazer outra pantera e ele ainda não voltou!”


autor desconhecido

Analise as afirmativas abaixo em relação ao texto 2.


1. Em “Vê uns ossos de um animal morto”, as palavras sublinhadas exercem a mesma função sintática e possuem a mesma classificação morfológica.

2.A frase “Faz meia hora” tem como sujeito simples a expressão “meia hora”.

3. A frase sublinhada no texto completa o sentido do verbo “ver” e, como tal, é uma oração subordinada substantiva objetiva direta.

4. Compare as frases: “A pantera furiosa diz: cachorro maldito!” e “Diz furiosa a pantera: maldito cachorro!”. A ordem das palavras foi alterada e, mesmo assim, as palavras sublinhadas continuam a exercer a mesma função sintática: complemento nominal das palavras a que se referem.

5. Em “A pantera para bruscamente e sai apavorada” os dois verbos são intransitivos e as palavras que a eles se referem são adjuntos adverbiais.


Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas. 

Alternativas
Q1143646 Português

Identifique abaixo as afirmativas verdadeiras ( V ) e as falsas ( F ) considerando o meme.

Imagem associada para resolução da questão


( ) O texto da propaganda inicia com um adjunto adverbial de tempo.

( ) O primeiro período colocado depois da imagem tem sentido de explicação.

( ) O termo “logo” é uma conjunção coordenativa com valor de conclusão.

( ) A expressão “mais velho” completa o sentido do verbo “estar”; é, pois, um objeto direto.

( ) O sujeito em todas as orações do “meme” é classificado como implícito ou subentendido, mas a imagem altera essa classificação para “sujeito simples”, pois por ela (a imagem) ele se torna visível.


Assinale a alternativa que indica a sequência correta, de cima para baixo.

Alternativas
Q1143645 Português
Assinale a alternativa correta, considerando as frases: “Meu primo, que mora em Itajaí, veio me visitar” e “Meu primo que mora em Itajaí, veio me visitar”.
Alternativas
Q1143643 Português

Utilize o texto abaixo para responder a questão

Naquela mulata estava o grande mistério, a síntese das impressões que1 ele recebeu chegando aqui: ela era a luz ardente do meio-dia; ela era o calor vermelho das sestas da fazenda; era o aroma quente dos trevos e das baunilhas, que2 o atordoara nas matas brasileiras; era a palmeira virginal e esquiva que3 se não torce a nenhuma planta; era o veneno e era o açúcar gostoso; era o sapoti mais doce que4 o mel e era a castanha de caju, que abre feridas com seu azeite de fogo; ela era a cobra verde…


Aluísio Azevedo. O cortiço

Assinale a alternativa correta, de acordo com o texto 1.
Alternativas
Q1143595 Português

Leia a tira para responder à questão.



O vocábulo enquanto, no terceiro quadro, pode ser substituído sem prejuízo do sentido e da correção gramatical por:
Alternativas
Q1143371 Português

Leia a anedota.


— Mamãe, o que você quer de presente de aniversário?

— Eu queria… uma menina muito bem-comportada.

— Xi, vou ganhar uma irmãzinha …

Fabrice Lelarge


Analise as afirmativas abaixo:

1. Na última fala da menina, a autora quis trazer a carga humorística da piada.

2. Pela fala da mãe, infere-se que a menina era circunspecta e, por isso, a mãe quis dar a ela um recado para continuar assim.

3. Pela resposta da filha infere-se que ela não pretende mudar seu comportamento.

4. O termo “mamãe” exerce a função sintática de vocativo. 5. Se a mãe, em sua resposta, tivesse usado o pretérito mais-que-perfeito sua resposta teria mais assertividade.


Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.

Alternativas
Q1143370 Português

Leia as frases abaixo.


I. E ela se formou no mesmo mês em que ele passou no vestibular. (Renato Russo)

II. Só tenho medo da minha esperança, que não me ama. (Macalé e Capinan)

III. Minha terra tem palmeiras onde canta o sabiá. (Gonçalves Dias)

IV. As criaturas que me serviram durante anos eram bichos. (Graciliano Ramos)

V. Meu coração tropical está coberto de neve, mas ferve em seu cofre gelado. (João Bosco e Aldir Blanc)


Analise as afirmativas abaixo:

1. Todas as frases são períodos compostos por coordenação, em que a 2ª oração esclarece o sentido da oração principal.

2. Todas as frases têm como elemento coesivo um pronome relativo.

3. A palavra “que” em “IV” exerce a função sintática de sujeito, já que retoma o termo “as criaturas”.

4. O termo sublinhado em “V” é um adjunto adverbial.

5. A vírgula usada em “II” é optativa e não altera a semântica do período composto.


Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.

Alternativas
Q1143368 Português

Leia o texto.


Eu era muito pequeno e só de olhar para cima perdia o fôlego. Eu disse isso ao homem, mas ele riu e respondeu que eu não estava com medo nenhum, eu estava era imitando os outros. E antes que eu falasse qualquer coisa ele pegou um balde cheio de pedrinhas e jogou para mim.

José J. Veiga


Assinale a alternativa correta.

Alternativas
Q1143365 Português

Leia a charge.


Imagem associada para resolução da questão


Assinale a alternativa correta.

Alternativas
Q1143363 Português

Recordo ainda…


Recordo ainda… E nada mais me importa

Aqueles dias de uma luz tão mansa

Que me deixavam, sempre de lembrança,

Algum brinquedo novo à minha porta…

Mas veio um vento de desesperança

Soprando cinzas pela noite morta!


E eu pendurei na galharia torta

Todos os meus brinquedos de criança…

Estrada afora após segui… Mas ai,

Embora idade e senso que aparente,

Não vos iluda o velho que aqui vai:


Eu quero meus brinquedos novamente!

Sou um pobre menino… acreditai…

Que envelheceu, um dia, de repente!…

QUINTANA, Mário. Poesias. Porto Alegre: Globo, 1962.

Identifique abaixo as afirmativas verdadeiras ( V ) e as falsas ( F ).


( ) No texto há uma interjeição que denota um sentimento de pesar.

( ) O receptor (leitor) do poema é tratado com a segunda pessoa do plural.

( ) A palavra sublinhada do último verso retoma a expressão “um velho menino”.

( ) O quarto verso (4ª linha) constitui-se, sintaticamente, de um objeto indireto e um adjunto adverbial.

( ) A expressão “um dia” entre vírgulas tem função explicativa; é, pois, um aposto.


Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta de cima para baixo.

Alternativas
Q1143036 Português

Para a questão você usará o fragmento do poema de Carlos D. de Andrade, a seguir.


                              Os Ombros Suportam o Mundo

Chega um tempo em que não se diz mais: meu Deus.

Tempo de absoluta depuração.

Tempo em que não se diz mais: meu amor.

Porque o amor resultou inútil.

E os olhos não choram.

E as mãos tecem apenas o rude trabalho.

E o coração está seco.

Em vão mulheres batem à porta, não abrirás.

Ficaste sozinho, a luz apagou-se,

mas na sombra teus olhos resplandecem enormes.

És todo certeza, já não sabes sofrer.

E nada esperas de teus amigos.

Fonte: https://www.culturagenial.com/poema-os-ombros-suportamo-mundo-de-carlos-drummond-de-andrade/ acesso em 14/01/2020 

“Em vão mulheres batem à porta.” Sintaticamente, o termo destacado classifica-se como:
Alternativas
Q1143000 Português

Imagem associada para resolução da questão


Na chamada do anúncio publicitário, excetuando-se a palavra “Dengue”, qual a função, respectivamente, dos termos “Um país inteiro” e “por um mosquito”?

Alternativas
Q1142999 Português

Analise os diferentes textos abaixo:


Imagem associada para resolução da questão


Texto II:


“Silêncio, paciência e atenção nos apontam o caminho da escuta atenta”.


Texto III:

Imagem associada para resolução da questão

Fonte: http://www.dobradinhacomics.com/2014/11/tirinha-nao-rpg-136-sabio.html. Acesso em 06/01/2020


Considere as seguintes proposições abaixo:

I. O vocábulo “escuta” não exerce a mesma função sintática no texto I e II.

II. No texto I, o vocábulo “sábio” exerce a função de predicativo do sujeito.

III. No texto III (1º quadrinho), “sábio” é sujeito.

IV. O texto I é composto por três orações, já o texto II é composto, apenas, por uma oração.


Estão corretas:

Alternativas
Q1142998 Português

Analise os dois textos abaixo:

Texto 1:

Aracy Pereira S. BALBANI1 Doutora em Medicina pela Universidade de São Paulo (USP); Médica Otorrinolaringologista, Tatuí, SP, Brasil

A expansão da rede de telefonia móvel, a praticidade desse meio de comunicação e a redução do preço dos aparelhos fizeram do Brasil o quinto maior mercado consumidor de celulares no mundo. Com o custo elevado da assinatura da linha residencial fixa, o celular passou, inclusive, a ser o único telefone em muitos lares brasileiros. Os celulares são atraentes para crianças e adolescentes e influenciam seu padrão de comportamento. Segundo pesquisa do Instituto WCF-Brasil, numa amostra de 66 meninas brasileiras de dez a 17 anos vítimas de exploração sexual, 65 % gastam o dinheiro que recebem pela prostituição em bens de consumo como roupas, telefone celular e tênis. Uma das meninas afirmou que “sem celular você não é ninguém”.

Fragmento retirado da Revista Paul Pediatr Nº3. Volume 1 – Jan/2013.


Texto 2:


Imagem associada para resolução da questão


Considere:

I. Os dois textos dialogam em algum aspecto quanto ao assunto abordado.

II. Ambos os textos utilizam-se da função Referencial da linguagem.

III. O texto II utiliza-se da função Conativa da linguagem.

IV. No texto II, os verbos entrar, baixar e atualizar pertencem à 1ª conjugação e estão empregados no presente do modo indicativo.

V. Em “os celulares são atraentes para crianças e adolescentes...” temos uma oração com predicado nominal.


Está correta a alternativa:

Alternativas
Q1142997 Português

Dado o texto abaixo, transcrito de uma entrevista, atente-se para a norma culta da língua e complete as lacunas com os conectivos adequados ao contexto:


“A Universidade é muito mais eficiente __________ a indústria __________ ela é o único organismo da sociedade __________ pode especular sem grande ônus. A Universidade é o único organismo __________ você pode abandonar uma pesquisa sem nenhum trauma [...]”.


A alternativa que preenche as lacunas deixando o texto coerente e coeso é:

Alternativas
Q1142995 Português

Analise o fragmento oracional abaixo:


Emengarda, a forasteira deixou a família para trás e seguiu estrada afora.

Em relação à oração, considera-se INADEQUADO:

Alternativas
Respostas
34521: E
34522: D
34523: C
34524: E
34525: D
34526: A
34527: B
34528: E
34529: A
34530: D
34531: C
34532: E
34533: E
34534: A
34535: D
34536: B
34537: C
34538: E
34539: D
34540: D