Questões de Concurso Sobre sintaxe em português

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Q1769649 Português
Assinale a alternativa que foi escrita conforme a norma culta da língua portuguesa:
Alternativas
Q1769370 Português

INSTRUÇÂO: A questão diz respeito ao TEXTO. Leia-o atentamente antes de respondê-la.


TEXTO


Assinale a alternativa que apresenta o termo retirado do Texto que, devido à sua regência, é responsável por exigir a preposição sublinhada no trecho abaixo: “Abdominoplastia é sonho para muita gente, mas pode trazer problemas, por exemplo, se a mulher decide engravidar depois de fazer a cirurgia.” (linhas 1 a 3)
Alternativas
Ano: 2018 Banca: UFMG Órgão: UFMG Prova: UFMG - 2018 - UFMG - Auxiliar Administrativo |
Q1762015 Português

INSTRUÇÃO: Leia o Texto  para responder à questão.

Texto


LAERTE, Classificados: livro 1. São Paulo: Devir, 2001.p.9.

Leia estas afirmativas em relação à regência de alguns verbos utilizados pelos interlocutores nesse texto.
I. No primeiro quadrinho, o verbo “executar” significa realizar, levar a efeito, e é transitivo direto: “executar qualquer tarefa”. II. No segundo quadrinho, o verbo “apontar” significa afinar, adelgaçar, e é transitivo direto: “apontar este lápis”. III. No terceiro quadrinho, o verbo “apontar”, implícito, significa indicar e é transitivo indireto: [apontar] “pra norte, sul, leste, oeste”.
Está(ão) correta(s) a(s) afirmativa(s)
Alternativas
Ano: 2018 Banca: UFMG Órgão: UFMG Prova: UFMG - 2018 - UFMG - Auxiliar Administrativo |
Q1762013 Português
Considerando-se a norma padrão escrita da língua portuguesa, assinale a alternativa em que a concordância verbal está correta.
Alternativas
Ano: 2018 Banca: UFMG Órgão: UFMG Prova: UFMG - 2018 - UFMG - Auxiliar Administrativo |
Q1762008 Português

INSTRUÇÃO: A questão refere-se ao Texto , a seguir. Leia-o com atenção, antes de respondê-la.


TEXTO

   Quem passou por alguma praia recentemente talvez tenha se deparado com um fenômeno comum, mesmo nas regiões mais remotas do litoral brasileiro: o lixo. Em uma caminhada de uns dez minutos que fiz no litoral de Santa Catarina no começo de janeiro, por exemplo, encontrei garrafas pet, latinhas de cerveja e de energéticos, canudinhos, plásticos de picolé. Fui recolhendo o que achei até que, sozinha, eu não tinha mais braços suficientes para tanto lixo acumulado.

   O problema é que quando a maré sobe, ou quando chove, tudo aquilo que se acumula na areia vai para o mar – e causa um estrago danado. Já há, inclusive, estudos que mostram que até 2050 os Oceanos terão mais plásticos do que peixes.

   Por que as pessoas jogam lixo na praia? Fiz essa pergunta alto para quem estava lá comigo entre latinhas e pacotes de batata frita e tive como resposta o mesmo que você deve ter pensado: “as pessoas não têm educação”. Ok. Então vamos entender o que isso significa.

   “Não ter educação” e, por causa disso, jogar lixo na praia, na rua e nos espaços públicos, pode ser entendido como falta de conhecimento. Não aprendi algo, por isso tenho uma determinada atitude por desconhecimento dos impactos do que eu faço. As pessoas, em tese, não saberiam que aquele lixo plástico jogado na areia inevitavelmente vai parar no mar. Tampouco saberiam que o peixe pode ingerir esse plástico, então você “come o plástico” simplesmente porque come o peixe. É a ideia de “cadeia alimentar”, que aparece na escola no ensino fundamental e pode ser tema até de vestibular. Não me parece, no entanto, que o lixo naquela praia seja um caso de falta de conhecimento. Chuto dizer que a maioria das pessoas que estava lá em Santa Catarina – e que jogou latinha de cerveja por onde passou – tinha passado pelas aulas de biologia da escola. Aquelas pessoas provavelmente tinham diploma de ensino superior – ou até alguma pós-graduação. Cruzei com gente opinando sobre política e ostentando um português elegante – ou falando outras línguas, como espanhol e alemão.

   O problema pode estar no formato da nossa educação. Aprendemos conceitos importantes de maneira muito teórica e temos aulas expositivas focadas em livros didáticos com pouca experimentação. Pode ser que aquelas pessoas da praia tenham conhecimento ambiental, mas não internalizaram os conceitos aprendidos. Trocando em miúdos: quem joga uma sacola plástica na areia da praia pode até acertar uma questão do Enem sobre poluição ou cadeia alimentar, por exemplo, mas talvez não compreenda completamente que aquele seu próprio lixo interfere no ecossistema do qual faz parte.

    Mais: pessoas altamente instruídas no Brasil podem ter baixíssima noção de cidadania, do que é ser cidadão, de regras de divisão de espaços públicos. Talvez porque estejam viciadas pelos hábitos de gerações anteriores, que jogavam lixo na praia, as pessoas seguem fazendo o mesmo. Ou então aquelas pessoas estão mais acostumadas a ambientes privados e controlados, e acreditam que sempre haverá alguém para limpar o rastro que se deixa por aí.

   Aqui, vamos das aulas de ciências à sociologia. Será que estamos discutindo o suficiente, na escola, sobre a formação sociocultural brasileira, que é impregnada pela ideia de “ser servido”? E debatemos o quanto isso afeta, inclusive, o nosso próprio ecossistema?


RIGHETTI, Sabine. Disponível em:

<http://abecedario.blogfolha.uol.com.br/2018/01/31/lixo-na-praiamostra-que-precisamos-muito-mais-do-que-educacao/>. Acesso em: 1 fev. 2018.

INSTRUÇÃO: Leia este trecho para responder à questão.

Quem passou por alguma praia recentemente talvez tenha se deparado com um fenômeno comum, mesmo nas regiões mais remotas do litoral brasileiro: o lixo.

Considerando-se a pontuação nesse trecho, os dois pontos introduzem um

Alternativas
Ano: 2018 Banca: UFMG Órgão: UFMG Prova: UFMG - 2018 - UFMG - Auxiliar Administrativo |
Q1762007 Português

INSTRUÇÃO: A questão refere-se ao Texto , a seguir. Leia-o com atenção, antes de respondê-la.


TEXTO

   Quem passou por alguma praia recentemente talvez tenha se deparado com um fenômeno comum, mesmo nas regiões mais remotas do litoral brasileiro: o lixo. Em uma caminhada de uns dez minutos que fiz no litoral de Santa Catarina no começo de janeiro, por exemplo, encontrei garrafas pet, latinhas de cerveja e de energéticos, canudinhos, plásticos de picolé. Fui recolhendo o que achei até que, sozinha, eu não tinha mais braços suficientes para tanto lixo acumulado.

   O problema é que quando a maré sobe, ou quando chove, tudo aquilo que se acumula na areia vai para o mar – e causa um estrago danado. Já há, inclusive, estudos que mostram que até 2050 os Oceanos terão mais plásticos do que peixes.

   Por que as pessoas jogam lixo na praia? Fiz essa pergunta alto para quem estava lá comigo entre latinhas e pacotes de batata frita e tive como resposta o mesmo que você deve ter pensado: “as pessoas não têm educação”. Ok. Então vamos entender o que isso significa.

   “Não ter educação” e, por causa disso, jogar lixo na praia, na rua e nos espaços públicos, pode ser entendido como falta de conhecimento. Não aprendi algo, por isso tenho uma determinada atitude por desconhecimento dos impactos do que eu faço. As pessoas, em tese, não saberiam que aquele lixo plástico jogado na areia inevitavelmente vai parar no mar. Tampouco saberiam que o peixe pode ingerir esse plástico, então você “come o plástico” simplesmente porque come o peixe. É a ideia de “cadeia alimentar”, que aparece na escola no ensino fundamental e pode ser tema até de vestibular. Não me parece, no entanto, que o lixo naquela praia seja um caso de falta de conhecimento. Chuto dizer que a maioria das pessoas que estava lá em Santa Catarina – e que jogou latinha de cerveja por onde passou – tinha passado pelas aulas de biologia da escola. Aquelas pessoas provavelmente tinham diploma de ensino superior – ou até alguma pós-graduação. Cruzei com gente opinando sobre política e ostentando um português elegante – ou falando outras línguas, como espanhol e alemão.

   O problema pode estar no formato da nossa educação. Aprendemos conceitos importantes de maneira muito teórica e temos aulas expositivas focadas em livros didáticos com pouca experimentação. Pode ser que aquelas pessoas da praia tenham conhecimento ambiental, mas não internalizaram os conceitos aprendidos. Trocando em miúdos: quem joga uma sacola plástica na areia da praia pode até acertar uma questão do Enem sobre poluição ou cadeia alimentar, por exemplo, mas talvez não compreenda completamente que aquele seu próprio lixo interfere no ecossistema do qual faz parte.

    Mais: pessoas altamente instruídas no Brasil podem ter baixíssima noção de cidadania, do que é ser cidadão, de regras de divisão de espaços públicos. Talvez porque estejam viciadas pelos hábitos de gerações anteriores, que jogavam lixo na praia, as pessoas seguem fazendo o mesmo. Ou então aquelas pessoas estão mais acostumadas a ambientes privados e controlados, e acreditam que sempre haverá alguém para limpar o rastro que se deixa por aí.

   Aqui, vamos das aulas de ciências à sociologia. Será que estamos discutindo o suficiente, na escola, sobre a formação sociocultural brasileira, que é impregnada pela ideia de “ser servido”? E debatemos o quanto isso afeta, inclusive, o nosso próprio ecossistema?


RIGHETTI, Sabine. Disponível em:

<http://abecedario.blogfolha.uol.com.br/2018/01/31/lixo-na-praiamostra-que-precisamos-muito-mais-do-que-educacao/>. Acesso em: 1 fev. 2018.

Em relação à construção linguística do texto, assinale a alternativa INCORRETA.
Alternativas
Q1761316 Português

TETXO III

Tratado geral das grandezas do ínfimo


A poesia está guardada nas palavras — é tudo que eu sei.

Meu fado é o de não saber quase tudo.

Sobre o nada eu tenho profundidades.

Não tenho conexões com a realidade.

Poderoso para mim não é aquele que descobre ouro.

Para mim poderoso é aquele que descobre as insignificâncias

(do mundo e as nossas).

Por essa pequena sentença me elogiaram de imbecil.

Fiquei emocionado.

Sou fraco para elogios.

Manoel de Barros

https://www.revistabula.com/2680-os-10-melhores-poemas-de-manoel-de-barros/..

Se os dois últimos versos “Fiquei emocionado. Sou fraco para elogios” fossem ligados por um elemento coesivo, o termo que melhor realizaria a ligação entre as ideias seria:
Alternativas
Q1761306 Português

TEXTO I

Solitude: o lado bom da solidão


    Para alguns, sinônimo de tristeza, para outros apenas uma opção de vida. Os seres humanos são animais sociais por natureza, uma vez que, desde os primeiros instantes de vida, já são naturalmente instruídos ao contato e interação com os demais. Muitos julgam a solidão como algo ruim, como ter uma grande decepção amorosa, por exemplo, mas nem sempre ela precisa ser caracterizada como negativa.

    A solidão pode ajudar a amadurecer, fazendo com que as pessoas possam ter calma e maturidade para resolver problemas que surjam. Quem age assim tem grande probabilidade de conhecer a raiz da situação e solucionar adversidades com os próprios meios, sem depender de ninguém para isso, tornando-se uma pessoa mais independente, emocionalmente forte e com uma maior autoestima.

    SOLITUDE

    Estar só nem sempre é uma forma triste de viver: pode ser uma escolha positiva de vida. Os que optam por momentos assim vivem o que é conhecido como solitude, caracterizada quando a pessoa considera-se a melhor companhia de si mesma. O recolhimento em si potencializa o conhecimento da autoessência e potencializa a solução de problemas.

    Segundo o psicólogo Domingos Sávio Rodrigues, essa forma de vida é adotada por opção e pelo desejo de se entender com as próprias situações. "Isso [a solitude] é uma atitude adotada pela modernidade. É o ato de se sentir bem consigo mesmo sem ter a necessidade de precisar de outras pessoas para dividir os problemas ou a felicidade. É um meio de sobrevivência em que o indivíduo acaba se conhecendo mais e se preparando para os problemas colocados pela vida", explica o profissional.

    Na solitude deseja-se entender, de alma aberta, o que afeta e faz falta. Ainda segundo Rodrigues, a solitude torna o ser humano mais cuidadoso com a própria vida e a leveza, alcançada por meio dela, faz com que as pessoas sintam-se melhores para entender a voz da alma.

http://www20.opovo.com.br/app/revistas/saude/2017/06/13/notrsaude,3680675/solitude-o-lado-  bom-da-solidao.shtml

O verbo grifado em “...sem depender de ninguém para isso...” pode ser classificado quanto à sua regência como sendo:
Alternativas
Q1759045 Português
TEXTO III

AS SEM RAZÕES DO AMOR

Eu te amo porque te amo
Não precisas ser amante
E nem sempre sabes sê-lo

Eu te amo porque te amo

Amor é estado de graça
E com amor não se paga

Amor é dado de graça
É semeado na cachoeira, no eclipse
Amor foge a dicionários
E a regulamentos vários

Eu te amo porque não amo
Bastante ou demais a mim
Porque amor não se troca
Não se conjuga, nem se ama
Porque amor é amor a nada
Feliz e forte em si mesmo

Amor é primo da morte
E da morte vencedor
Por mais que o matem (e matam)
A cada instante de amor

Carlos Drummond de Andrade
https://www.letras.mus.br/carlos-drummond-de-andrade/983318/. 
Em “Não precisas ser amante”, o autor usou o verbo “precisas” para se referir:
Alternativas
Q1759044 Português
TEXTO III

AS SEM RAZÕES DO AMOR

Eu te amo porque te amo
Não precisas ser amante
E nem sempre sabes sê-lo

Eu te amo porque te amo

Amor é estado de graça
E com amor não se paga

Amor é dado de graça
É semeado na cachoeira, no eclipse
Amor foge a dicionários
E a regulamentos vários

Eu te amo porque não amo
Bastante ou demais a mim
Porque amor não se troca
Não se conjuga, nem se ama
Porque amor é amor a nada
Feliz e forte em si mesmo

Amor é primo da morte
E da morte vencedor
Por mais que o matem (e matam)
A cada instante de amor

Carlos Drummond de Andrade
https://www.letras.mus.br/carlos-drummond-de-andrade/983318/. 
Nos versos “Amor foge a dicionários / E a regulamentos vários”, o verbo “foge”, conforme a regência empregada, pode ser classificado como sendo:
Alternativas
Q1759039 Português
TEXTO II 


Disponível em
http://www.tudosobrefloripa.com.br/index.php/desc_noticias/prefeitura_de_ biguacu_lanca_campanha_de_conscientizacaeo_contra_o_uso_de_ce
A expressão destacada no período “Além de pipas, cerol corta vidas” foi empregada com a intenção de estabelecer uma:
Alternativas
Q1758946 Português

O texto abaixo servirá de subsídio para a questão.


E o seu nível de corrupção, como vai?


Millôr Fernandes


    Dizem por ai que todo homem tem seu preço. Há quem vá mais longe afirmando que alguns homens são vendidos a preço de banana. Sempre esperei, na vida, o dia da Grande Corrupção, e confesso, decepcionado, que ele nunca veio. A mim só me oferecem causas meritórias, oportunidades de sacrifício, salvações da Pátria ou pura e frontalmente a hedionda tarefa de lutar contra a corrupção. Enquanto eu procuro desesperadamente uma oportunidade, as pessoas e entidades agem comigo de tal forma que às vezes chego a duvidar de que a corrupção exista. Mas, falar em corrupção, como anda a sua? Vendendo saúde ou combalida e atrofiada como a minha? (...)

Mas, falar em corrupção, como anda a sua?” A palavra em destaque possui no texto a função de:
Alternativas
Q1758944 Português

O texto abaixo servirá de subsídio para a questão.


E o seu nível de corrupção, como vai?


Millôr Fernandes


    Dizem por ai que todo homem tem seu preço. Há quem vá mais longe afirmando que alguns homens são vendidos a preço de banana. Sempre esperei, na vida, o dia da Grande Corrupção, e confesso, decepcionado, que ele nunca veio. A mim só me oferecem causas meritórias, oportunidades de sacrifício, salvações da Pátria ou pura e frontalmente a hedionda tarefa de lutar contra a corrupção. Enquanto eu procuro desesperadamente uma oportunidade, as pessoas e entidades agem comigo de tal forma que às vezes chego a duvidar de que a corrupção exista. Mas, falar em corrupção, como anda a sua? Vendendo saúde ou combalida e atrofiada como a minha? (...)

“Dizem por ai que todo homem tem seu preço. quem mais longe afirmando que alguns homens são vendidos a preço de banana. Sempre esperei, na vida, o dia da Grande Corrupção, e confesso, decepcionado, que ele nunca veio.” Com relação as palavras em destaque é correto:
Alternativas
Q1758316 Português
Texto II
Inspire-se com os melhores

  Como classificar o sucesso de uma startup? Pela quantidade de investimento que recebeu, diriam alguns. Mas aí tem de ver de onde veio o aporte em questão. Pode, sim, ter partido de uma ideia original que conquistou e atraiu incubadoras, anjos ou grandes players do mercado. Porém, pode também ter vindo de algum familiar que simpatizou com o projeto. De repente, alguém deu a sorte de ter um tio rico e generoso e pronto. Tudo foi resolvido sem, necessariamente, ter mérito.
  Há quem sustente, então, que o número de funcionários da empresa é algo mais relevante para apontar eu desenvolvimento. Mas como comparar negócios? Alguns precisam de poucas pessoas para faturar milhões, enquanto outros necessitam de muitos braços para colher os mesmos frutos. Depende do setor, da plataforma, do serviço entregue e por aí vai.
  O faturamento, sem dúvida, seria uma boa métrica para apontar o sucesso de uma startup. É preciso considerar, no entanto, que há quem precise investir muito para receber mais ainda, enquanto outros empreendedores fazem de uma ninharia um volume razoável, com crescimento percentual igual ou até superior ao de quem precisou de muito mais tempo e dinheiro para chegar lá.
  Diante desse impasse, o movimento 100 Open startups, plataforma internacional que conecta startups a grandes empresas e tem como patrocinadores nomes a exemplo de Microsoft e Votorantim, chegou a uma solução. O grupo resolveu criar um ranking para eleger as startups mais influenciadoras do Brasil com base em critérios como reputação, validação do mercado, capacidade de gerar negócios, análise de investidores, parcerias, contratos realizados e muito mais.
  Cinquenta entre as melhores colocadas nessa seleção ilustram esta edição. São empresas de diversos setores, do Brasil todo, que apostaram em planos de negócios robustos e ideias criativas para se tornar atraentes. Conhecer um pouco de suas histórias é contagiante e pode despertar algo a mais aí dentro para que siga o mesmo caminho.
  O universo empreendedor é amplo e está aberto para todos. Inclusive para você. Cases de sucesso não faltam. Inspirese para que sua ideia também desponte entre as melhores.

Luis Carlos dos Anjos
No período “Alguns precisam de poucas pessoas para faturar milhões, enquanto outros necessitam de muitos braços para colher os mesmos frutos”, temos orações coordenadas:
Alternativas
Q1758315 Português
Texto II
Inspire-se com os melhores

  Como classificar o sucesso de uma startup? Pela quantidade de investimento que recebeu, diriam alguns. Mas aí tem de ver de onde veio o aporte em questão. Pode, sim, ter partido de uma ideia original que conquistou e atraiu incubadoras, anjos ou grandes players do mercado. Porém, pode também ter vindo de algum familiar que simpatizou com o projeto. De repente, alguém deu a sorte de ter um tio rico e generoso e pronto. Tudo foi resolvido sem, necessariamente, ter mérito.
  Há quem sustente, então, que o número de funcionários da empresa é algo mais relevante para apontar eu desenvolvimento. Mas como comparar negócios? Alguns precisam de poucas pessoas para faturar milhões, enquanto outros necessitam de muitos braços para colher os mesmos frutos. Depende do setor, da plataforma, do serviço entregue e por aí vai.
  O faturamento, sem dúvida, seria uma boa métrica para apontar o sucesso de uma startup. É preciso considerar, no entanto, que há quem precise investir muito para receber mais ainda, enquanto outros empreendedores fazem de uma ninharia um volume razoável, com crescimento percentual igual ou até superior ao de quem precisou de muito mais tempo e dinheiro para chegar lá.
  Diante desse impasse, o movimento 100 Open startups, plataforma internacional que conecta startups a grandes empresas e tem como patrocinadores nomes a exemplo de Microsoft e Votorantim, chegou a uma solução. O grupo resolveu criar um ranking para eleger as startups mais influenciadoras do Brasil com base em critérios como reputação, validação do mercado, capacidade de gerar negócios, análise de investidores, parcerias, contratos realizados e muito mais.
  Cinquenta entre as melhores colocadas nessa seleção ilustram esta edição. São empresas de diversos setores, do Brasil todo, que apostaram em planos de negócios robustos e ideias criativas para se tornar atraentes. Conhecer um pouco de suas histórias é contagiante e pode despertar algo a mais aí dentro para que siga o mesmo caminho.
  O universo empreendedor é amplo e está aberto para todos. Inclusive para você. Cases de sucesso não faltam. Inspirese para que sua ideia também desponte entre as melhores.

Luis Carlos dos Anjos
Assinale o único enunciado cuja concordância nominal está em desacordo com o que preceituam as gramáticas normativas da língua portuguesa.
Alternativas
Q1758305 Português
Assim como a primeira frase do texto I “Cerca de 40 trabalhos compõem a mostra “Um Frans, a Natureza”, no Museu Afro Brasil.” está correta a concordância na frase:
Alternativas
Q1757246 Português
Assinale a alternativa em que a oração destacada classifica-se como oração subordinada substantiva objetiva direta.
Alternativas
Q1757242 Português
O vício em Smartphones

    Proponho uma brincadeira: da próxima vez que você estiver com amigos ou em um encontro, meça quanto tempo passa antes que alguém pegue o celular para ver se recebeu alguma mensagem. [...]

    O problema de olhar de modo recorrente os nossos aparelhos eletrônicos tem um lado social e um lado fisiológico. A cabeça humana média pesa entre 4,5 e 5,5 quilos, e, quando curvamos nossos pescoços para escrever uma mensagem de texto ou olhar o Facebook, a atração gravitacional sobre a cabeça e a tensão no pescoço crescem até o equivalente a 27 quilos de pressão. Essa postura comum [...] resulta em perda gradual da curva espinhal.

    O “pescoço de SMS” está se tornando um problema médico que aflige inúmeras pessoas, e a maneira pela qual mantemos nossas cabeças voltadas para baixo também acarreta outros riscos de saúde.

    Há provas de que a postura afeta o humor, o comportamento e a memória, e ficar encurvado também pode causar depressão, de acordo com o Centro Nacional de Informações sobre Biotecnologia norteamericano. A maneira pela qual ficamos em pé afeta tudo, da quantidade de energia de que dispomos ao desenvolvimento dos ossos e músculos, e até mesmo a quantidade de oxigênio que nossos pulmões são capazes de absorver. [...]

    Cerca de 75% dos norte-americanos acreditam que seu uso de smartphones não afeta sua capacidade de prestar atenção, em situações de grupo, e cerca de um terço dos norte-americanos acredita que usar celulares em situações sociais contribui para a conversação. Mas será que contribui de fato? Especialistas em etiqueta e cientistas sociais respondem em completo acordo: não.

    O comportamento “sempre conectado”, para o qual os smartphones contribuem nos leva a nos afastar de nossa realidade. E quando ficamos de cabeça baixa nossas capacidades de comunicação e nossos bons modos também encolhem.[...]
   
    Niobe Way, professora de psicologia aplicada na Universidade de Nova York, estuda o papel da tecnologia em dar forma ao desenvolvimento adolescente. As interações conduzidas de cabeça baixa nos afastam do presente, não importa em que grupo estejamos, ela diz. E não é problema só para os jovens. É um comportamento incorporado, aprendido, copiado e repetido, em boa parte por imitação aos adultos. Quando crianças veem seus pais de cabeça baixa, emulam essa ação. O resultado é uma perda de indicadores não verbais, e isso pode atrofiar o desenvolvimento.

    “Os aparelhos móveis são a mãe da cegueira por desatenção”, disse Henry Alford. “É esse o nome que se dá ao estado de esquecimento maníaco que toma conta de alguém que se deixa absorver por uma atividade que exclua tudo mais”.Todas as idades são afetadas.[...]

     Velhos ou jovens, somos todos uma geração de casos em teste. Etiqueta, bons modos, linguagem corporal, a maneira pela qual respondemos e interagimos e mesmo nossa aparência - tudo está mudando. Estamos abrindo mão de toda uma vida, que acontece apenas 90 graus acima de nossos celulares. Comece a olhar para cima. Jamais seja a primeira pessoa em um grupo a pegar o celular.



POPESCU, Adam. Como o vício em smartphones tem acabado com os bons modos. New York Times, 29 jan. 2018. Trad. Paulo Migliacci. Disponível em: http://m.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/2018/01/1954141-como-o-vicioem-smartphones-tem-acabado-com-os-bons-modos.shtml?mobile. Acesso em 30 jan. 2018. [Fragmento]

Leia este fragmento do texto:


O resultado é uma perda de indicadores não verbais, e isso pode atrofiar o desenvolvimento.


Em relação à sintaxe desse período, o termo destacado na primeira oração é

Alternativas
Q1755689 Português
Assinale a alternativa correta de acordo com o que está escrito no livro Aprendizagem da Linguagem Escrita. “O perfil sintático mais frequente de um texto narrativo inclui uma construção verbal (verbo principal e sua transitividade), marcadores temporais, modificadores verbais e outro tipo de construção verbal cujo núcleo é o verbo dicendi. Em compensação, as descrições estão caracterizadas por construções verbais “nuas” (sem marcadores nem modificadores verbais) ou lista de...”
Alternativas
Q1754755 Português

INSTRUÇÃO: questão diz respeito ao TEXTO. Leia-o atentamente antes de respondê- las.

TEXTO


Em regra, o verbo concorda com o núcleo ou núcleos do sujeito a que se relaciona. Nesse caso, é correto afirmar que o verbo “são” (linha 1) concorda em número e pessoa com a seguinte palavra do Texto:

Alternativas
Respostas
33081: B
33082: C
33083: D
33084: B
33085: C
33086: A
33087: C
33088: B
33089: A
33090: D
33091: A
33092: B
33093: B
33094: D
33095: A
33096: B
33097: D
33098: B
33099: A
33100: B