Questões de Concurso
Sobre sintaxe em português
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“[...] o capixaba, filho do vitorioso boxeador Touro Moreno e irmão dos medalhistas olímpicos Esquiva e Yamaguchi Falcão, precisou se afastar do esporte após uma séria lesão.”
O sujeito dessa oração é
‘Vem, meteoro!’ é a expressão de 2016
Em ano que muitos gostariam de esquecer, pedido por fim (ou recomeço) do mundo ganha as redes e até os palcos
Disponível em: http://glo.bo/38Qauja.
Acesso em: 29 maio. 2022.
A palavra “meteoro”, nesse trecho, é
TEXTO I
Um belo de um asteroide
Há mais de mil deles perto da Terra, esperando a hora de cair. Sim, os astrônomos estimam que existam mais ou menos 1.100 mil desses bólidos com 1 km de diâmetro passando rotineiramente pelas redondezas da Terra – todos com o potencial de causar uma catástrofe planetária. Astrônomos têm trabalhado duro para descobrir esses objetos – já foram encontrados cerca de 800. O Brasil também está engajado nessa busca, com um telescópio instalado em Pernambuco, cujo objetivo é justamente monitorar esses pedregulhos. E acompanhá-los é preciso, embora não muitos astrônomos façam esse esforço após a descoberta inicial.
“De todos os asteroides descobertos, 80% são perdidos logo em seguida”, afirma Daniela Lazzaro, pesquisadora do Observatório Nacional especializada em asteroides e líder do Projeto Impacto, que se dedica a descobri-los no céu. “Eles são monitorados por pouco tempo, uma órbita preliminar é calculada, vê-se que não vão se chocar com a Terra e depois eles são abandonados.”
O problema é que o mundo dá voltas. Ou melhor, os mundos dão voltas. Enquanto giram ao redor do Sol, como são relativamente pequenos, os asteroides podem mudar de órbita e aí entrar em rota de colisão com a gente. Daniela trabalha na busca e na caracterização desses bólidos – para se certificar de que eles não vão mesmo trombar com a Terra. De toda forma, sempre há o risco de um objeto ser descoberto em cima da hora em rota de colisão – e não haver tempo para tomar alguma medida, como lançar uma bomba atômica que desvie a rota do objeto.
Ser atingido por um asteroide, enfim, é um método testado e aprovado para o extermínio em massa, que o digam os dinossauros, extintos numa pancada com um pedregulho de 10 km de diâmetro 65 milhões de anos atrás. Se um episódio similar acontecesse hoje, seria o fim para nós também. O problema não é tanto o impacto em si, que é localizado, mas as consequências dele. Sobem trilhões de toneladas de poeira na atmosfera e a luz do Sol é bloqueada por meses. As plantas morrem. Sem o pasto, o que o boi vai comer? E, sem o gado, o que será das churrascarias rodízio? Você entendeu a ideia… A estimativa dos cientistas sobre a frequência de impactos realmente catastróficos varia bem – os intervalos podem ser largos (a cada 1 bilhão de anos) ou nem tanto (a cada 100 milhões de anos). Mas o que passa o recado de forma ainda mais clara vem lá de cima: vira e mexe, os astrônomos encontram um asteroide que passou ou passará raspando pela Terra. E é como no futebol. O sujeito chuta uma bola na trave, duas, três… Uma hora sai o gol.
Disponível em: https://bit.ly/3NJhmxu.
Acesso em: 29 maio. 2022 (adaptado).
Releia este trecho.
“Se um episódio similar acontecesse hoje, seria o fim para nós também.”
Devido à palavra destacada, a ideia prevalente nessa
frase é de
Julgue o item subsequente, relativo às ideias e a aspectos linguísticos do texto precedente.
No período “SE BEBER, NÃO DIRIJA!”, “BEBER” está
empregado como verbo intransitivo, em cuja acepção está
implícita a ideia de consumir bebida alcoólica.
O primeiro período do quarto parágrafo é formado por uma oração sem sujeito, cujo verbo é transitivo direto. Caso se substituísse a forma verbal “havia” por existiam, a correção gramatical seria mantida e, nesse caso, a oração passaria a ser constituída por verbo intransitivo seguido do sujeito da oração.
As orações presentes no trecho “priorizando o homem e invisibilizando a mulher” (segundo período do segundo parágrafo) são classificadas como subordinadas adjetivas explicativas reduzidas de gerúndio, e, em sua forma desenvolvida, poderiam ser reescritas, mantendo-se a correção gramatical, da seguinte forma: que priorizam o homem e invisibilizam a mulher.
Em “é difícil pensar nas implicações políticas de empregar o masculino genérico” (segundo período do segundo parágrafo), o trecho “pensar nas implicações políticas de empregar o masculino genérico” exerce a função sintática de sujeito da oração principal “é difícil”.
Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo.
Velhice é doença?

(Disponível em: https://claudia.abril.com.br/sociedade/velhice-e-doenca-entenda-a-polemica/ – texto adaptado especialmente para esta prova).
Para quem não está familiarizado, a CID é um grande manual (1) que elenca os tipos de doença (2) e seus sintomas (3) para servir de diagnóstico (4), base de consulta (5) e padronização de enfermidades — ela é usada em 115 países.
Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo.
Velhice é doença?

(Disponível em: https://claudia.abril.com.br/sociedade/velhice-e-doenca-entenda-a-polemica/ – texto adaptado especialmente para esta prova).
Com um discurso persuasivo, ele advoga que, sem o reconhecimento da velhice como patologia por parte dos órgãos regulatórios, as pesquisas sobre terapias antienvelhecimento nunca seriam uma prioridade.
Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo.
Velhice é doença?

(Disponível em: https://claudia.abril.com.br/sociedade/velhice-e-doenca-entenda-a-polemica/ – texto adaptado especialmente para esta prova).
I. Na linha 07, a forma verbal “começar a valer” apresenta-se com sujeito elíptico cujo referente é a palavra “doença” na linha 06.
II. Na linha 25, o pronome relativo “que” apresenta como referente a palavra “câncer”, estabelecendo correta concordância com a forma verbal subsequente.
III. Na linha 29, a palavra “o” é pronome pessoal do caso oblíquo e seu referente é a palavra “mercado” (l. 29).
Quais estão corretas?
“Os serviços de saúde vem agregando tecnologias mais recentes lançadas no mercado de saúde [...].”
O erro presente nesse trecho é do âmbito da
A Pesquisa Nacional de Saúde, divulgada em 18 de novembro de 2020 pelo IBGE, revela que as doenças crônicas são um dos maiores problemas de saúde pública do Brasil e do mundo. A pesquisa estimou que – no ano passado – mais da metade da população (52,0%) adulta do país recebeu diagnóstico de pelo menos uma doença crônica, como diabetes, depressão e obesidade. Ao mesmo tempo, o estudo mostrou que duas em cada três pessoas no país consideravam sua saúde boa ou ótima, sendo que os homens tiveram uma tendência a fazer uma autoavaliação mais positiva da própria saúde. Alguns hábitos, pelo que o levantamento mostrou podem melhorar. De 2013 para 2019, a proporção de brasileiros que beberam álcool, pelo menos uma vez por semana, aumentou (de 23,9% para 26,4%). Em relação aos hábitos alimentares, 13% da população consumiu no ano passado a quantidade recomendada de frutas e hortaliças. Segundo a organização mundial da saúde, o ideal é comer quatrocentas gramas de frutas e hortaliças por dia, para prevenir as doenças crônicas que afetam mais da metade da população. Além disso, pessoas que vivem em cidades comem duas vezes mais alimentos processados do que quem vive em área rural. A prática de exercícios físicos também ajuda a prevenir as doenças crônicas, mas segundo a pesquisa quarenta por cento dos brasileiros (40,3%) foram classificados como insuficientemente ativos. Para terminar uma boa notícia: em sete anos a quantidade de fumantes no país, diminuiu (de 14,9% em 2013 para 12,8% em 2019).
“[...] o ideal é comer quatrocentas gramas de frutas e hortaliças por dia [...]”
O desvio gramatical presente nesse trecho está relacionado à
A capacidade de se orientar no ambiente _____________________ vive é ____________________ ser humano desde o nascimento.
Em conformidade com a norma-padrão de regência, as lacunas dessa frase devem ser preenchidas, respectivamente, por:
• Como sempre se deslocavam pela cidade de carro... (1º parágrafo) • Mas isso depende de treino e prática... (2º parágrafo)
Os termos destacados nos trechos do texto apresentam, correta e respectivamente, relação de:
COLUNA I.
A- Grau comparativo de igualdade. B- Grau comparativo de superioridade. C- Grau comparativo de inferioridade. D- Grau superlativo absoluto sintético. E- Grau superlativo absoluto analítico.
COLUNA II.
1- Aquele aluno é mais desatento do que nervoso. 2- Este é um piloto velocíssimo. 3- Este é um piloto muito veloz. 4- Aquele aluno é menos desatento do que nervoso. 5- Aquele aluno é tão desatento quanto nervoso.
No quadro temos:

Charge do cartunista Duke.
“O próprio quilombo do Curralinho, que possui uma alta taxa de evasão, é uma forte produtora de hortaliças que abastecem feiras, mercados e supermercados de Macapá.”
Assinale a alternativa que classifica corretamente a oração destacada.
