Questões de Concurso
Sobre sintaxe em português
Foram encontradas 58.020 questões
• Segundo autoridades, desde o primeiro dia de 2023, ondas de drones russos _________ atingindo uma parte importante da______________ da capital ucraniana e áreas vizinhas.
(https://g1.globo.com/mundo. Acesso em 03 jan. 2023. Adaptado)
• Em tese, o “novo conceito de desenvolvimento” de Xi Jinping não difere dos esforços ocidentais de adequar a economia de mercado ____________novas demandas do Estado de Bem-Estar Social: enfrentar desigualdades, monopólios e a dívida, orientando a produção a indústrias verdes e de alta tecnologia para gerar inovações e se tornar tecnologicamente _______________ . Na prática, as condições para esse crescimento sustentável estão sendo ________________pelas obsessões político-ideológicas do Partido.
(Opinião. Estadão, 03.01.2023. Adaptado)
• Durante quase três anos, o líder chinês Xi Jinping apresentou-se como o comandante em chefe contra um __________-vírus descoberto no fim de 2019 em seu país. Munido do arsenal, assombrou o mundo com sua resposta inicial ____________pandemia da Covid-19.
(Editorial. Folha de S.Paulo, 28.12.2022. Adaptado)
De acordo com a norma-padrão, as lacunas do texto devem ser preenchidas, correta e respectivamente, com:
I. Tudo era devaneios.
II. Isso são metas, Beatriz!
III. Cinco metros de corda são pouco.
IV. A maior parte eram idosos.
Quais estão escritas corretamente?
Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo. Os destaques ao longo do texto estão citados nas questões.
De olho na geração alfa
Por Viviane Martins

(Disponível em: https://exame.com/colunistas/viviane-martins/de-olho-na-geracao-alfa-que-logo-chega-aomercado-de-trabalho/ – texto adaptado especialmente para esta prova).
“O (1) convívio inédito (2) de cinco gerações (3) poderá ser uma alavanca (4) de crescimento (5) acelerado”
Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo. Os destaques ao longo do texto estão citados nas questões.
De olho na geração alfa
Por Viviane Martins

(Disponível em: https://exame.com/colunistas/viviane-martins/de-olho-na-geracao-alfa-que-logo-chega-aomercado-de-trabalho/ – texto adaptado especialmente para esta prova).
Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo. Os destaques ao longo do texto estão citados nas questões.
De olho na geração alfa
Por Viviane Martins

(Disponível em: https://exame.com/colunistas/viviane-martins/de-olho-na-geracao-alfa-que-logo-chega-aomercado-de-trabalho/ – texto adaptado especialmente para esta prova).

“Num painel de um carro antigo, era possível notar que tudo se baseava em ponteiros e alavancas”.

Hora do pesadelo
O carnaval de rua veio para ficar. O número de blocos autorizados pela Prefeitura de São Paulo a desfilar entre os dias 15 de fevereiro e 1º de março chegou a 644, 180 a mais do que no ano passado. Haverá 678 desfiles em cerca de 400 pontos da cidade. São dados que mostram a potência econômica e turística desse evento para a cidade. Dessa forma, cabe às autoridades competentes cuidar para que um acontecimento dessa magnitude transcorra da maneira mais tranquila possível, não apenas para os milhares de participantes mas também para os que, malgrado não queiram participar da festa, são obrigados a conviver com seus efeitos mais danosos – sejam as interdições que obrigam moradores a alterar drasticamente sua rotina de deslocamentos, seja a incivilidade de muitos dos foliões.
O potencial econômico dos desfiles carnavalescos ajuda a explicar o exponencial crescimento dos blocos e a atração de cada vez mais turistas. Esse gigantismo pode representar ganhos para a cidade, mas é um enorme desafio para a Prefeitura. A julgar pela experiência dos anos anteriores, o ambiente para os foliões tem sido em geral satisfatório. O problema é que a Prefeitura tem sido incapaz de oferecer o mesmo tratamento àqueles – grande maioria – que não estarão nos desfiles. Para estes, o carnaval é a hora do pesadelo, que vem se tornando mais tétrico a cada ano que passa.
Mais blocos e mais desfiles pela cidade significam mais sujeira, mais barulho, mais ruas fechadas. Paulistanos tornam-se reféns dentro de suas próprias casas, tendo de suportar, dia e – principalmente – noite, a algazarra de foliões que estendem a festa até altas horas, fazendo seu carnaval particular em local público.
Ao mesmo tempo que aceita e estimula a expansão do carnaval de rua na cidade, a Prefeitura tem demonstrado escassa capacidade para coibir o comportamento selvagem dos que abusam do direito de se divertir na festa. Mas as vítimas desse descaso começam a reagir.
Um abaixo-assinado de moradores da Vila Leopoldina levou a Prefeitura a desistir de incluir a Avenida Gastão Vidigal, a principal do bairro, no circuito dos blocos. Os moradores disseram que “a região não é servida por metrô e a extensão da avenida não comporta grandes multidões”. Além disso, “a estrutura de forças de segurança local não comporta eventos dessa magnitude” e “haverá multidões apertadas no calor”, com “barulho, sujeira, urina e vandalismo”, sem falar no cerceamento do direito de ir e vir e no prejuízo ao comércio – que inclui a Ceagesp.
A Prefeitura aparentemente aceitou parte dos argumentos, ao dizer que cancelou o desfile na Avenida Gastão Vidigal “por motivo de organização e otimização dos espaços públicos”. A vitória dos moradores da Vila Leopoldina é um alento para os paulistanos que se sentem destituídos de sua condição de cidadãos durante o carnaval – período no qual, para muitos, a lei e as regras de civilidade deixam de valer.
(Editorial, “Hora do pesadelo”. https://opiniao.estadao.com.br. 16.02.2020. Adaptado)

( ) Caso na linha 05 o verbo ‘existir’ fosse usado em lugar do ‘haver’ no mesmo tempo e modo, continuaríamos a flexioná-lo na terceira pessoa do singular.
( ) A troca de ‘lavar’ (l. 20) por ‘fazer a limpeza’ implicaria a inserção de uma preposição imediatamente após a colocação do termo proposto a fim de manter a correção gramatical do período.
( ) Se em lugar da forma verbal ‘conduz’ (l. 37) fosse utilizada ‘leva’ nenhuma alteração seria necessária no período visando a correção gramatical.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:

( ) A palavra ‘que’ (l. 03) classifica-se como conjunção subordinativa adverbial comparativa.
( ) O nexo ‘mas’ (l. 44) poderia ser substituído, sem alteração estrutural do período em que se insere, por “todavia”.
( ) A palavra ‘Quando’ (l. 48) introduz uma oração subordinada adverbial temporal, podendo ser substituída por ‘Conquanto’.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:






Assinale a frase que se estrutura pela oposição a um outro pensamento ou opinião.