Questões de Concurso
Sobre sintaxe em português
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I. No segundo quadro, o verbo “seja”, de acordo com a norma, deveria estar no plural para concordar com o seu sujeito “seguidores”. II. A partir do segundo quadro, a personagem Joana opta por se referir aos seus seguidores individualmente, já que usa o verbo no singular. III. Na terceira fala, o verbo “se esqueça” é transitivo indireto, o que justifica o uso da preposição “de”, que se encontra em contração com o pronome “isso”. IV. A forma verbal “vai morrer” poderia, de acordo com a norma, ser substituída pela forma “morrerá”. V. O termo “seguidores”, no primeiro quadro, e o termo “Joana”, no último quadro, exercem a mesma função sintática, por isso estão separados por vírgula.
Estão CORRETAS as afirmativas
I. O sinal grave indicativo de crase nos termos “às duas”, às seis” e às oito” foi usado porque, de acordo com a norma, trata-se de expressões adverbiais femininas. II. Na expressão “às seis na música” nota-se uma marca de coloquialidade em relação à regência do verbo “ir”, o qual, de acordo com a norma, exige o uso da preposição “a”. III. Nas expressões “você vai ao francês”, “você vai ao futebol” e você vai ao reforço de aula”, o termo “ao” deveria ser substituído, de acordo com a norma, por “no”. IV. O emprego da expressão “você vai” poderia ser substituído, com igual correção, por “você irá”. V. Nas expressões “às quatro”, “às seis” e “às oito” a palavra “horas” pôde ser suprimida, porque ela já havia sido referida no contexto.
Estão CORRETAS as afirmativas
I. O termo “se” é uma conjunção subordinativa adverbial, que introduz, no trecho, uma ideia de condição. II. O uso da forma “olhava” é uma marca do registro coloquial, já que, no registro formal, tendo em vista o contexto em que foi empregada, seria “olharia”. III. O pronome “me” foi usado em posição proclítica, mas poderia ter sido usado, com igual correção, em posição enclítica ao verbo “dado”. IV. O substantivo “casca” e o adjetivo “dourada” em relação ao substantivo “horas” constroem uma metáfora. V. Os verbos “seguiria” e “iria” foram usados estabelecendo relação com o verbo “fosse”, de acordo com a norma.
Estão CORRETAS as afirmativas
I. Os termos “seis horas”, “sexta-feira”, “Natal” e “terminou o ano” formam um recurso de expressão denominado gradação. II. O termo “quando” poderia ser substituído, sem alteração de sentido, por “mal”, também com função de conjunção subordinativa temporal. III. A palavra “quando” em “quando se vê” é atrativa, por isso se verifica a ocorrência da próclise obrigatória, de acordo com a norma. IV. O verbo “são” encontra-se no plural, concordando com o termo “seis horas”, mas poderia ter sido usado, com igual correção, no singular. V. A vírgula que separa a oração “Quando se vê” é facultativa, de acordo com a norma, para separar oração adverbial antecipada.
Estão CORRETAS as afirmativas
INSTRUÇÃO: Leia o texto IV a seguir, para responder à questão.

Disponível em: https://www.facebook.com/tirasarmandinho/.
Acesso em: 7 jan. 2023.
Releia o trecho a seguir.
“Preparei as aulas!”
O sujeito dessa oração é
INSTRUÇÃO: Leia o texto IV a seguir, para responder à questão.

Disponível em: https://www.facebook.com/tirasarmandinho/.
Acesso em: 7 jan. 2023.
Releia o trecho a seguir.
“Bom dia, professor.”
A palavra destacada é classificada como
INSTRUÇÃO: Leia o texto II a seguir, para responder à questão.
TEXTO II
Uma noite longa
pra uma vida curta
mas já não me importa,
basta poder te ajudar
E são tantas marcas
que já fazem parte
Do que eu sou agora
Mas ainda sei me virar
Eu tô na lanterna dos afogados
Eu tô te esperando
vê se não vai demorar
Paralamas do Sucesso. Disponível em: https://www.letras.mus.
br/os-paralamas-do-sucesso/30126/.
Acesso em: 11 de nov. 2022. [Fragmento]
Releia o trecho a seguir.
“E são tantas marcas / que já fazem parte”
O verbo está no plural pois concorda com
INSTRUÇÃO: Leia o texto I a seguir, para responder à questão.
TEXTO I
Obesidade infantil dispara na geração TikTok
Taxa de crianças obesas ou acima do peso cresce 70% no Brasil e convive com a fome persistente entre a população mais vulnerável do país, revela levantamento inédito
Na porta de um pequeno mercado localizado entre dois terrenos baldios, em uma rua poeirenta do interior do Maranhão, pacotes de salgadinho brilham sob o implacável sol das 10 horas da manhã. A temperatura passa dos 30° C em Trizidela do Vale, região central do estado, quando um menino de 11 anos, descalço e vestindo apenas uma bermuda azul, entra na loja para comprar um adoçante a pedido da mãe. Antes de pagar, agarra um dos pacotes brilhantes: um salgadinho de milho sabor calabresa acebolada – que de calabresa só tem o aroma artificial –, vendido a 50 centavos. Uma banana custa 75 centavos, mas o garoto nem chega perto das frutas guardadas no refrigerador no corredor mais distante da porta. As prateleiras de destaque destinam-se aos salgadinhos de pacote. “É para chamar as crianças”, explica o atendente.
O salgadinho de pacote é ingrediente central do cardápio de má nutrição das crianças brasileiras. Mas não é o único vilão. A fome persistente convive com a crescente epidemia de obesidade, e os dois fenômenos atingem a população mais vulnerável. Dados compilados pela Piauí e pela agência de dados públicos Fiquem Sabendo, com base no Sistema de Vigilância Alimentar e Nutricional (Sisvan), do Ministério da Saúde, mostram que a proporção de crianças de 5 a 10 anos acima do peso explodiu nos últimos treze anos. A taxa de crianças com obesidade subiu 70% de 2008 a 2021. Praticamente uma em cada cinco crianças atendidas pelo sistema público de saúde está obesa.
Crianças obesas têm mais chance de se tornarem adultos obesos – e podem adquirir ao longo da vida uma série de doenças relacionadas ao excesso de peso, como hipertensão, diabetes e problemas cardiovasculares. Enquanto a obesidade infantil traz uma nova carga de vulnerabilidade aos mais pobres, o Brasil caminha para ter uma população doente. “A consequência disso é a mortalidade prematura”, explica a nutricionista Daniela Neri, do Núcleo de Pesquisas Epidemiológicas em Nutrição e Saúde da USP.
Do outro lado da balança, a taxa de crianças abaixo do peso adequado para a idade parou de cair em 2021, interrompendo a tendência de queda registrada desde 2008. Em nove estados, a taxa de crianças de 5 a 10 anos em situação de magreza ou magreza acentuada aumentou nos últimos dois anos. No caso do Distrito Federal, o salto na proporção de crianças abaixo do peso adequado foi de 23% – e o índice voltou a um patamar semelhante ao de 13 anos atrás.
O Sisvan registra peso e altura de crianças que chegam à rede de atenção primária do sistema público de saúde, a maioria atendida por programas sociais. Como os dados se referem prioritariamente a crianças em situação de vulnerabilidade social, o sistema serve de guia para todas as estratégias e ações do Ministério da Saúde na área de alimentação e nutrição.
No país onde 125 milhões de pessoas não sabem se vão conseguir se alimentar adequadamente todo dia – e das quais 33 milhões passam fome, segundo pesquisa da rede Penssan –, a obesidade está conectada à pobreza. Especialistas ouvidos pela Piauí concordam que o aumento da obesidade infantil também é produto do empobrecimentoedainsegurançaalimentar.“Aobesidade está se tornando uma marca da população mais pobre”, diz a endocrinologista Maria Edna de Melo, professora da Universidade de São Paulo. Hoje quem tem dinheiro pode escolher com mais folga o tipo de alimento que vai comer e optar por pratos mais saudáveis e diversos. Quem não tem, come o mais barato – que quase sempre é também o mais calórico ou de qualidade nutricional inferior.
Relatório publicado pelo Unicef no final de 2021 revelou um alto consumo de ultraprocessados entre crianças integrantes do programa Bolsa Família (substituído em novembro passado pelo Auxílio Brasil). Esses produtos são basicamente uma mistura de sal, açúcar, gordura e conservantes e sequer são considerados comida de verdade. Recebem uma série de aditivos industriais para alterar seu gosto e prazo de validade, o que os torna mais palatáveis, baratos, práticos e acessíveis – apesar de não terem valor nutricional. “As pessoas sentem uma falsa sensação de saciedade porque na verdade não estão se alimentando quando comem esses produtos”, diz a endocrinologista Zuleika Halpern, membro da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (SBEM).
Em metade dos domicílios pesquisados pelo Unicef, as crianças com menos de 6 anos consomem salgadinho de pacote, macarrão instantâneo e refrigerante de uma a três vezes por semana. O estudo concluiu que a vulnerabilidade socioeconômica das famílias é um fator que influencia no consumo de ultraprocessados, e a maior dificuldade para melhorar os hábitos alimentares foi o alto custo dos alimentos saudáveis. “O preço de uma salsicha pouco aumentou, enquanto o da cenoura disparou. As pessoas mais pobres estão comendo comida de baixa qualidade porque é mais barato”, diz o economista Arnoldo de Campos, ex-secretário nacional de Segurança Alimentar e Nutricional. Um levantamento feito por ele mostra que, das 20 maiores altas de preços acumuladas este ano até o mês de abril, 19 foram de alimentos in natura.
[...]
Disponível em: https://bit.ly/3DjM2BJ.
Acesso em: 25 out. 2022 (adaptado).
I – A alteração da grafia do vocábulo “mal” para “mau” na oração “Menos mal que era de borracha.” caracteriza desvio da norma culta da língua portuguesa.
II – A presença do termo destacado no trecho “Coerente com seu raciocínio, ele não deixou a bola cair...” está relacionada a uma exigência de regência nominal.
III – A forma se cumpre idêntico papel morfossintático na frase “Se dois falantes da mesma língua se confundem com a pronúncia de certas palavras...”
IV – A preposição de em “Outro dia, na televisão, alguém falou de uma pancadaria envolvendo pessoas...” é consequência da relação de regência estabelecida.
V – O período “É frete, mas é ‘bilhête’, ‘pivéte’ e ‘foguête’...” pode ser reescrito com a devida correção gramatical da seguinte maneira: “É frete, mais é ‘bilhête’, ‘pivéte’ e ‘foguête’...”.
Está correto apenas o que se afirma em
Texto para os item.

Internet: <www.cienciahoje.org.br> (com adaptações).
Quanto ao texto e a seus aspectos linguísticos, julgue o item.
A conjunção “e” (linha 16) liga, por adição, duas
orações subordinadas aditivas.
Texto para os item.

Internet: <www.cienciahoje.org.br> (com adaptações).
Quanto ao texto e a seus aspectos linguísticos, julgue o item.
Na linha 21, a ausência do acento indicativo de crase
em “as diversas” consiste em erro gramatical, pois,
devido à regência da forma verbal “atender” e à
presença do artigo definido, deveria haver crase no
complemento do verbo.
Texto para o item.

Internet: <www.super.abril.com.br> (com adaptações).
Em relação ao texto e a seus aspectos linguísticos, julgue o item.
A oração “E que o cérebro possui uma malha de
circuitos, a chamada rede de modo padrão” (linhas
27 e 28) é classificada como subordinada substantiva
objetiva direta.
Texto para o item.

Internet: <www.super.abril.com.br> (com adaptações).
Em relação ao texto e a seus aspectos linguísticos, julgue o item.
O período “Você pode ter tudo objetivamente, e
mesmo assim não se sentir feliz” (linhas de 20 a 22)
apresenta mais de duas orações.
Texto para o item.

Internet: <www.super.abril.com.br> (com adaptações).
Em relação ao texto e a seus aspectos linguísticos, julgue o item.
A oração “O mais provável é que a felicidade e a
infelicidade estejam relacionadas a mecanismos
cerebrais mais complexos do que se imagina” (linhas de
22 a 24) é classificada como subordinada substantiva
predicativa.
Texto para o item.

Internet: <www.super.abril.com.br> (com adaptações).
Em relação ao texto e a seus aspectos linguísticos, julgue o item.
Na linha 39, a forma verbal “têm” está flexionada
no plural porque estabelece concordância com o
termo “Todas”.







