Questões de Concurso
Sobre sintaxe em português
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A questão refere-se ao texto abaixo.
Os idosos não têm direito a extravagâncias
Por Carpinejar
(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/colunistas/carpinejar/noticia/2022/08/os-idosos-nao-temdireito-a-extravagancias-cl7glz2r800340153pt39z68u.html – texto adaptado especialmente para esta prova).
A questão refere-se ao texto abaixo.
Os idosos não têm direito a extravagâncias
Por Carpinejar
(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/colunistas/carpinejar/noticia/2022/08/os-idosos-nao-temdireito-a-extravagancias-cl7glz2r800340153pt39z68u.html – texto adaptado especialmente para esta prova).
A questão refere-se ao texto abaixo.
Os idosos não têm direito a extravagâncias
Por Carpinejar
(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/colunistas/carpinejar/noticia/2022/08/os-idosos-nao-temdireito-a-extravagancias-cl7glz2r800340153pt39z68u.html – texto adaptado especialmente para esta prova).
( ) O núcleo do sujeito é a palavra “extravagâncias”. ( ) O tipo de sujeito é simples. ( ) O predicado é nominal. ( ) O predicado da oração apresenta complemento verbal.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é
A questão refere-se ao texto abaixo.
Os idosos não têm direito a extravagâncias
Por Carpinejar
(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/colunistas/carpinejar/noticia/2022/08/os-idosos-nao-temdireito-a-extravagancias-cl7glz2r800340153pt39z68u.html – texto adaptado especialmente para esta prova).
A questão refere-se ao texto abaixo.
Pernas pra que te quero
Por Martha Medeiros

(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/donna/colunistas/martha-medeiros/noticia/2018/05/marthamedeiros-os-dois-minutos-que-residem-para-sempre-naquele-ontem-a-noite-cjpijwj9l00a78icnjylxohsc.html –
texto adaptado especialmente para esta prova).
A questão refere-se ao texto abaixo.
Pernas pra que te quero
Por Martha Medeiros

(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/donna/colunistas/martha-medeiros/noticia/2018/05/marthamedeiros-os-dois-minutos-que-residem-para-sempre-naquele-ontem-a-noite-cjpijwj9l00a78icnjylxohsc.html –
texto adaptado especialmente para esta prova).
A questão refere-se ao texto abaixo.
Pernas pra que te quero
Por Martha Medeiros

(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/donna/colunistas/martha-medeiros/noticia/2018/05/marthamedeiros-os-dois-minutos-que-residem-para-sempre-naquele-ontem-a-noite-cjpijwj9l00a78icnjylxohsc.html –
texto adaptado especialmente para esta prova).
“Compridas, bem torneadas, minhas pernas nunca entraram na lista das minhas insatisfações, sempre deram pro gasto, mas agora estão recebendo atenção plena”.
Se a palavra “pernas” fosse flexionada no singular, quantas outras palavras precisariam ser modificadas para garantir a correta concordância verbo-nominal?
Isso porque o telescópio James Webb pode, em breve, enviar informações sobre as atmosferas de planetas rochosos semelhantes à Terra...
O termo “em breve” está entre vírgulas por se tratar de:
Além de moléculas de oxigênio, hidrogênio e carbono, um time de pesquisadores da Universidade da Califórnia em Riverside (UCR), nos Estados Unidos, sugere que mais um gás deve ser considerado favorável à vida, caso seja encontrado no espaço: o óxido nitroso (N2O).
Em relação a esse trecho, o termo “o óxido nitroso (N2O)” é:
Leia atentamente o texto a seguir e responda à questão.

No período acima, realizou-se corretamente a concordância verbal e nominal entre os seus termos.
Assinale a opção em que, alterando-se o período, independentemente da mudança de sentido, tenha-se mantido a correção gramatical.
Leia atentamente o texto a seguir e responda à questão.

Texto para a questão

Texto para a questão


Os termos sublinhados no período acima desempenham função sintática, respectivamente, de
Leia o texto a seguir para responder à questão.
TEXTO
FURTO DE FLOR
Carlos Drummond de Andrade
Furtei uma flor daquele jardim. O porteiro do edifício cochilava, e eu furtei a flor.
Trouxe-a para casa e coloquei-a no copo com água. Logo senti que ela não estava feliz. O copo destina-se a beber, e flor não é para ser bebida.
Passei-a para o vaso, e notei que ela me agradecia, revelando melhor sua delicada composição. Quantas novidades há numa flor, se a contemplarmos bem.
Sendo autor do furto, eu assumira a obrigação de conservá-la. Renovei a água do vaso, mas a flor empalidecia. Temi por sua vida. Não adiantava restituí-la no jardim. Nem apelar para o médico de flores. Eu a furtara, eu a via morrer.
Já murcha, e com a cor particular da morte, peguei-a docemente e fui depositá-la no jardim onde desabrochara.
O porteiro estava atento e repreendeu-me.
– Que ideia a sua, vir jogar lixo de sua casa neste jardim!
A oração sublinhada na frase acima expressa ideia de: