Questões de Concurso Sobre sintaxe em português

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Q2189606 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Vidro bioativo poderá tratar câncer ósseo

A engenheira de materiais paraibana Geovana Lira Santana conheceu as propriedades do F18, um vidro bioativo capaz de estimular a regeneração óssea, ao chegar à Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) para fazer mestrado. Viu no novo material a possibilidade de realizar o desejo antigo de virar cientista e fazer pesquisas sobre câncer. A partir do F18, uma criação do Laboratório de Materiais Vítreos (LaMaV), do Departamento de Engenharia de Materiais (DEMa) da UFSCar, Santana trabalhou no desenvolvimento de um compósito com partículas magnéticas para tratar câncer ósseo.

Com a colaboração do Centro de Pesquisa, Educação e Inovação em Vidros (CeRTEV) e do Centro de Desenvolvimento de Materiais Funcionais (CDMF), dois Centros de Pesquisa, Inovação e Difusão (Cepid) apoiados pela FAPESP, Santana desenvolveu um novo material para ser aplicado como enxerto no osso afetado por câncer. À matriz vítrea formada pelo vidro bioativo (ou biovidro) F18, patenteado pela UFSCar em 2015, ela incorporou manganitas de lantânio dopadas, ou seja, enriquecidas com estrôncio, um material que aquece quando exposto a um campo magnético alternado externo.

O resultado foi um compósito - material formado por dois ou mais componentes com propriedades complementares ou superiores às dos itens que lhe deram origem - com dupla função. A primeira é o combate às células tumorais pelo aquecimento controlado das partículas magnéticas; a segunda é a regeneração do tecido ósseo, em razão da capacidade de osteoindução do biovidro. "O vidro bioativo libera íons que alteram o pH do meio, estimulando a proliferação de células ósseas. Ele não apenas cria um ambiente favorável à regeneração do osso, como fazem os substitutos ósseos disponíveis no mercado, mas também promove a formação de tecido", resume a pesquisadora, que hoje faz doutorado no mesmo departamento. Além disso, o biovidro F18 tem forte ação bactericida, que dificulta infecções no pós-cirúrgico.

Iniciado em 2018, o projeto teve a orientação do engenheiro de materiais Edgar Dutra Zanotto, coordenador do LaMaV e do CeRTEV, e colaboração do professor do DEMa Murilo Crovace. Os resultados preliminares, publicados no periódico científico Materials em 2022, são promissores.

Outra característica relevante do novo material é que ele pode ser aquecido até no máximo 45 graus Celsius (ºC). Dessa forma, evita-se o superaquecimento do local e danos a células sadias vizinhas ao tumor. Em testes laboratoriais, as partículas magnéticas do compósito chegaram a 40ºC em poucos minutos ao serem submetidas a um campo magnético externo.

 "É uma temperatura bem próxima à ideal para o tratamento do tumor, por volta de 43 °C", conta Santana. "A formação de uma camada de hidroxicarbonato apatita, naturalmente presente no osso humano, permite a ligação do compósito com o tecido ósseo", explica a pesquisadora. Além de buscar os níveis ideais de aquecimento, as próximas etapas do projeto compreendem a realização de testes in vitro e estudos clínicos, ainda sem data prevista. Um pedido de patente do compósito foi depositado em 2021.

O médico radiologista Marcos Roberto de Menezes, coordenador da área de radiologia e intervenção guiada por imagem do Instituto do Câncer do Estado de São Paulo (Icesp), avalia que, uma vez validado por estudos clínicos, o novo material poderá trazer boas perspectivas ao tratamento oncológico. Menezes é especialista no tratamento de câncer por termoablação, técnica que consiste na inserção de agulhas guiadas por imagem para destruição da célula tumoral por aumento de temperatura ou congelamento.

Retirado e adaptado de: TUNES, Suzel. Vidro bioativo poderá tratar câncer ósseo. Revista Pesquisa FAPESP. Disponível em: seoo s://revistapesquisa.fapesp.br/vidro-bioativo-podera-tratar-cancer-osseo/ Acesso em: 05 mai., 2023.
Assinale a alternativa que apresenta correção nas relações de concordância, segundo a norma culta da língua portuguesa:
Alternativas
Q2189545 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

OMS declara que Covid-19 não é mais uma emergência internacional

A doença, contudo, segue como um problema de saúde contínuo - que deverá ser acompanhada de perto por todos os países.

Em um comunicado publicado em 05 de maio de 2023, a Organização Mundial da Saúde (OMS) afirmou que não vai mais enquadrar a Covid-19 como uma Emergência de Saúde Pública de Importância Internacional (ESPII), sua maior forma de alerta. Essa classificação foi feita há mais de três anos, em 30 de janeiro de 2020.

A decisão veio após a 15a reunião do comitê de emergência voltado à Covid da OMS, realizado em 04 de maio. De acordo com os especialistas do órgão, faz mais de um ano que o número de casos da doença está em queda. A imunidade da população (por meio de vacinas e da exposição ao coronavírus) cresceu, enquanto a taxa de mortalidade e a pressão nos sistemas de saúde ao redor do mundo diminuíram.

"Essa tendência permitiu que a maioria dos países voltasse à vida como a conhecíamos antes da Covid", disse Tedros Adhanom, diretor-geral da OMS, em entrevista coletiva em Genebra, na Suíça.

Em 30 de janeiro deste ano, quando o anúncio de emergência completou três anos, a OMS disse que ainda não era hora de rever a classificação. O principal motivo era a onda de infecções na China no final de 2022, quando o país relaxou as suas medidas para evitar casos.

Adhanom, contudo, declarou na época que esperava ver o fim da emergência ainda em 2023.

Os próximos passos

A OMS espera que algumas medidas sejam flexibilizadas - ela aconselha, por exemplo, que países não exijam mais comprovantes de vacinação da Covid como pré-requisito para viagens internacionais. Mas isso não significa que a doença ainda não seja uma ameaça à saúde global. Em abril, houve 2,8 milhões de casos pelo mundo - e mais de 17 mil mortes. Para a OMS, apesar da retirada da classificação de ESPII, a Covid-19 ainda é uma pandemia (termo que se refere à disseminação mundial de uma doença) - e ainda deve demorar para deixar de ser.

O que fazer, então? Eis algumas orientações que os países devem seguir, segundo a OMS:

-Entender como melhorar a prontidão do país para futuros surtos;

-Atualizar os planos de preparação para pandemias de patógenos respiratórios;

-Integrar a vacinação contra Covid no calendário de imunização;

-Manter a Covid sob vigilância. Ou seja: atualizar dados sobre mortalidade, morbidade e acompanhar o surgimento de variantes do vírus Sars-CoV-2. Tudo, claro, deve ser reportado à OMS.

-Apoiar o desenvolvimento de novos imunizantes.

Retirado e adaptado de: BATTAGLIA, Rafael. OMS declara que Covid-19 não é mais uma emergência internacional. Superinteressante. Disponível em: umma-eemmergennca--intenacciona/ /oms-declara-que-covid-19-nao-e-mais-uma-emergencia-internacional/ Acesso em 07 mai., 2023.
Associe a segunda coluna de acordo com a primeira, que relaciona valores semânticos a exemplos de seu emprego no texto:
Primeira coluna: valores semânticos
(1)Oposição (2)Conformidade (3)Temporalidade
Segunda coluna: trechos do texto
(__)Em 30 de janeiro deste ano, quando o anúncio de emergência completou três anos, a OMS disse que ainda não era hora de rever a classificação. (__)A doença, contudo , segue como um problema de saúde contínuo. (__)De acordo com os especialistas do órgão, faz mais de um ano que o número de casos da doença está em queda.
Assinale a alternativa que apresenta a correta associação entre as colunas: 
Alternativas
Q2189041 Português
O inovador projeto da Suécia para encher cavernas com água quente e esquentar cidade

Em 1985, quando as tensões geopolíticas começaram a diminuir, cavernas cheias de petróleo foram esvaziadas e assim permaneceram até agora, segundo o repórter de tecnologia da BBC, Chris Baraniuk. A empresa sueca de energia Mälarenergi iniciou um projeto para descontaminar a instalação e enchê-la com água quente, a temperaturas de até 95 °C.

Essencialmente, ela está construindo um gigantesco termossifão subterrâneo - segundo a companhia, o maior do tipo na Europa.

"É bastante úmido", afirma Lisa Granström, chefe interina da unidade comercial de Calor e Energia da Mälarenergi, ao descrever sua última visita aos túneis.

"As cavernas são muito mais quentes do que se esperava", explica ela. "Ainda têm um pouco de cheiro de óleo."

As cavernas ficam em lugar não revelado. Elas têm capacidade para armazenar água suficiente para encher cerca de cento e vinte piscinas olímpicas. E são onze vezes maiores que o maior tanque de água quente superficial da Mälarenergi na região, diz Granström à BBC.

Este tipo de armazenagem térmica é uma das diversas formas de conter calor no solo para uso posterior.

Com o auge das energias renováveis e as preocupações com a segurança energética da Europa após a invasão da Ucrânia pela Rússia, especialistas defendem que os sistemas de armazenagem de calor subterrâneo sejam mais aproveitados, segundo Chris Baraniuk.

No caso de Västerås, o calor das cavernas será transportado por tubulações para uma rede de calefação urbana, que atende 98% dos lares da cidade de 130 mil habitantes.

A Mälarenergi começará a encher as cavernas com água no final de 2023. A instalação irá oferecer 500 MW de energia de calefação urbana.

O inovador projeto da Suécia para encher cavernas com água quente e esquentar cidade (msn.com). Adaptado.
Essencialmente, ela está construindo um gigantesco termossifão subterrâneo.
O predicado da oração é a expressão: 
Alternativas
Q2188965 Português
Segundo Luft (2008, p. 5, adaptado), “em sentido restrito, e mais habitual, regência é a subordinação especial de complementos às palavras que os preveem na sua significação. Assim, ‘cúmplice’, na sua significação, implica ‘co-autoria’ ou ‘envolvimento’ e ‘ato (negativo)’: em ‘cúmplice/com marginais/num crime’, o (nome) adjetivo ‘cúmplice’ rege dois complementos nominais, ‘com marginais’ e ‘num crime’; é um caso de regência nominal. ‘Pôr’, na sua significação, implica ‘objeto (a movimentar)’ e ‘lugar-meta’: em ‘pôr/o livro/na estante’, o verbo ‘pôr’ rege dois complementos verbais, ‘o livro’ e ‘na estante’; é um caso de regência verbal. (...) Outros nomes e verbos dispensam complemento(s): ‘casa’, ‘corpo’, ‘mesa’, ‘rosa’...; ‘azul’, ‘eterno’, ‘moreno’...; ‘bocejar’, ‘chover’, ‘dormir’, ‘morrer’... Regência em sentido restrito é, pois, a necessidade ou desnecessidade de complementação implicada pela significação de nomes (substantivos, adjetivos, advérbios) e verbos. No terreno que aqui interessa, esse necessitar ou prescindir, o verbo, de elementos nominais para completar uma estrutura significativa é o que se chama regência verbal”.
Conforme a definição acima, qual das preposições destacadas nas frases abaixo NÃO é exigida pelo fenômeno de regência?
Alternativas
Q2188964 Português
Segundo Lucchesi (2015, p. 176), “o grau de diferenciação morfofonológica entre a forma da terceira pessoa do plural e a forma da terceira pessoa do singular tem-se mostrado um fator determinante no emprego da regra de concordância verbal no português brasileiro (...). O princípio básico é o de que, quanto maior for a diferença morfofonológica entre a forma marcada e a forma não marcada, maior será a probabilidade de o falante fazer a concordância verbal”.
De acordo com a afirmação acima, em qual dos contextos abaixo haveria MENOR probabilidade de um falante fazer a concordância verbal conforme postula a norma padrão para o registro escrito?
Alternativas
Q2188961 Português
TEXTO I

OS IDIOTAS DA OBJETIVIDADE

(Nelson Rodrigues)

Sou da imprensa anterior ao copy desk. Tinha treze anos quando me iniciei no jornal, como repórter de polícia. Na redação não havia nada da aridez atual e pelo contrário: — era uma cova de delícias. O sujeito ganhava mal ou simplesmente não ganhava. Para comer, dependia de um vale utópico de cinco ou dez mil-réis. Mas tinha a compensação da glória. Quem redigia um atropelamento julgava-se um estilista. E a própria vaidade o remunerava. Cada qual era um pavão enfático. Escrevia na véspera e no dia seguinte via-se impresso, sem o retoque de uma vírgula. Havia uma volúpia autoral inenarrável. E nenhum estilo era profanado por uma emenda, jamais.

Durante várias gerações foi assim e sempre assim. De repente, explodiu o copy desk. Houve um impacto medonho. Qualquer um na redação, seja repórter de setor ou editorialista, tem uma sagrada vaidade estilística. E o copy desk não respeitava ninguém. Se lá aparecesse um Proust, seria reescrito do mesmo jeito. Sim, o copy desk instalou-se como a figura demoníaca da redação.

Falei no demônio e pode parecer que foi o Príncipe das Trevas que criou a nova moda. Não, o abominável Pai da Mentira não é o autor do copy desk. Quem o lançou e promoveu foi Pompeu de Sousa. Era ainda o Diário Carioca, do Senador, do Danton. Não quero ser injusto, mesmo porque o Pompeu é meu amigo. Ele teve um pretexto, digamos assim, histórico, para tentar a inovação.

Havia na imprensa uma massa de analfabetos. Saíam as coisas mais incríveis. Lembro-me de que alguém, num crime passional, terminou assim a matéria: — “E nem um goivinho ornava a cova dela”. Dirão vocês que esse fecho de ouro é puramente folclórico. Não sei e talvez. Mas saía coisa parecida. E o Pompeu trouxe para cá o que se fazia nos Estados Unidos — o copy desk.

Começava a nova imprensa. Primeiro, foi só o Diário Carioca; pouco depois, os outros, por imitação, o acompanharam.

Rapidamente, os nossos jornais foram atacados de uma doença grave: — a objetividade. Daí para o “idiota da objetividade” seria um passo. Certa vez, encontrei-me com o Moacir Werneck de Castro. Gosto muito dele e o saudei com a mais larga e cálida efusão. E o Moacir, com seu perfil de Lord Byron, disse para mim, risonhamente: — “Eu sou um idiota da objetividade”.

Também Roberto Campos, mais tarde, em discurso, diria: — “Eu sou um idiota da objetividade”. Na verdade, tanto Roberto como Moacir são dois líricos. Eis o que eu queria dizer: — o idiota da objetividade inunda as mesas de redação e seu autor foi, mais uma vez, Pompeu de Sousa. Aliás, devo dizer que o copy desk e o idiota da objetividade são gêmeos e um explica o outro.

E toda a imprensa passou a usar a palavra “objetividade” como um simples brinquedo auditivo. A crônica esportiva via times e jogadores “objetivos”. Equipes e jogadores eram condenados por falta de objetividade. Um exemplo da nova linguagem foi o atentado de Toneleros. Toda a nação tremeu. Era óbvio que o crime trazia, em seu ventre, uma tragédia nacional. Podia ser até a guerra civil. Em menos de 24 horas o Brasil se preparou para matar ou para morrer. E como noticiou o Diário Carioca o acontecimento? Era uma catástrofe. O jornal deu-lhe esse tom de catástrofe? Não e nunca. O Diário Carioca nada concedeu à emoção nem ao espanto. Podia ter posto na manchete, e ao menos na manchete, um ponto de exclamação. Foi de uma casta, exemplar objetividade. Tom estrita e secamente informativo. Tratou o drama histórico como se fosse o atropelamento do Zezinho, ali da esquina.

Era, repito, a implacável objetividade. E, depois, Getúlio deu um tiro no peito. Ali estava o Brasil, novamente, cara a cara com a guerra civil. E que fez o Diário Carioca? A aragem da tragédia soprou nas suas páginas? Jamais. No princípio do século, mataram o rei e o príncipe herdeiro de Portugal. (Segundo me diz o luso Álvaro Nascimento, o rei tinha o olho perdidamente azul). Aqui, o nosso Correio da Manhã abria cinco manchetes. Os tipos enormes eram um soco visual. E rezava a quinta manchete: “HORRÍVEL EMOÇÃO!”. Vejam vocês: — “HORRÍVEL EMOÇÃO!”.

O Diário Carioca não pingou uma lágrima sobre o corpo de Getúlio. Era a monstruosa e alienada objetividade. As duas coisas pareciam não ter nenhuma conexão: — o fato e a sua cobertura.

Estava um povo inteiro a se desgrenhar, a chorar lágrimas de pedra. E a reportagem, sem entranhas, ignorava a pavorosa emoção popular. Outro exemplo seria ainda o assassinato de Kennedy.

Na velha imprensa as manchetes choravam com o leitor. A partir do copy desk, sumiu a emoção dos títulos e subtítulos. E que pobre cadáver foi Kennedy na primeira página, por exemplo, do Jornal do Brasil. A manchete humilhava a catástrofe. O mesmo e impessoal tom informativo. Estava lá o cadáver ainda quente. Uma bala arrancara o seu queixo forte, plástico, vital. Nenhum espanto da manchete. Havia um abismo entre o Jornal do Brasil e a tragédia, entre o Jornal do Brasil e a cara mutilada. Pode-se falar na desumanização da manchete.

O Jornal do Brasil, sob o reinado do copy desk, lembra-me aquela página célebre de ficção. Era uma lavadeira que se viu, de repente, no meio de uma baderna horrorosa. Tiro e bordoada em quantidade. A lavadeira veio espiar a briga. Lá adiante, numa colina, viu um baixinho olhando por um binóculo. Ali estava Napoleão e ali estava Waterloo. Mas a santa mulher ignorou um e outro; e veio para dentro ensaboar a sua roupa suja. Eis o que eu queria dizer: — a primeira página do Jornal do Brasil tem a mesma alienação da lavadeira diante dos napoleões e das batalhas. E o pior é que, pouco a pouco, o copy desk vem fazendo do leitor um outro idiota da objetividade. A aridez de um se transmite ao outro. Eu me pergunto se, um dia, não seremos nós 80 milhões de copy desks? (...)

Disponível em: https://contobrasileiro.com.br/os-idiotas-da-objetividade-cronica-de-nelson-rodrigues/ (Adaptado). Acesso em: 8 jan. 2023.
Numa página de Internet, sobre análise sintática, encontra-se a seguinte afirmação: “sujeito e predicado são os termos essenciais da oração. Enquanto o sujeito é aquele ou aquilo de que(m) se fala, o predicado é a informação dada sobre o sujeito”. Trata-se, no entanto, de definição bastante simplista. Em qual das alternativas a seguir temos uma oração sublinhada a que NÃO pode ser aplicada a definição acima?
Alternativas
Q2188827 Português

                                   

A partir da leitura do texto e considerando seus aspectos formais e de conteúdo, julgue o item abaixo. 
As expressões “mas também” (linhas 17 e 18) e “todavia” (linha 25) possuem exatamente o mesmo valor de oposição.
Alternativas
Q2188815 Português

                                   

Considerando a estrutura e os aspectos linguísticos do texto, julgue o item abaixo.
As expressões “No dia 3” (linha 3) e “No dia 4” (linha 9) desempenham função sintática de adjunto adverbial de tempo. 
Alternativas
Ano: 2023 Banca: OBJETIVA Órgão: Prefeitura de Lavras do Sul - RS Provas: OBJETIVA - 2023 - Prefeitura de Lavras do Sul - RS - Professor - Ciências | OBJETIVA - 2023 - Prefeitura de Lavras do Sul - RS - Professor - Educação Artística | OBJETIVA - 2023 - Prefeitura de Lavras do Sul - RS - Professor - Educação Especial | OBJETIVA - 2023 - Prefeitura de Lavras do Sul - RS - Professor - Educação Física | OBJETIVA - 2023 - Prefeitura de Lavras do Sul - RS - Professor - Espanhol | OBJETIVA - 2023 - Prefeitura de Lavras do Sul - RS - Professor - Geografia | OBJETIVA - 2023 - Prefeitura de Lavras do Sul - RS - Professor - História | OBJETIVA - 2023 - Prefeitura de Lavras do Sul - RS - Professor - Inglês | OBJETIVA - 2023 - Prefeitura de Lavras do Sul - RS - Professor - Matemática | OBJETIVA - 2023 - Prefeitura de Lavras do Sul - RS - Professor - Português | OBJETIVA - 2023 - Prefeitura de Lavras do Sul - RS - Professor de Cultura Afro-Indígena | OBJETIVA - 2023 - Prefeitura de Lavras do Sul - RS - Professor de Ensino Religioso | OBJETIVA - 2023 - Prefeitura de Lavras do Sul - RS - Arquiteto | OBJETIVA - 2023 - Prefeitura de Lavras do Sul - RS - Biólogo | OBJETIVA - 2023 - Prefeitura de Lavras do Sul - RS - Cirurgião Dentista | OBJETIVA - 2023 - Prefeitura de Lavras do Sul - RS - Enfermeiro(a) | OBJETIVA - 2023 - Prefeitura de Lavras do Sul - RS - Farmacêutico | OBJETIVA - 2023 - Prefeitura de Lavras do Sul - RS - Fisioterapeuta | OBJETIVA - 2023 - Prefeitura de Lavras do Sul - RS - Geólogo | OBJETIVA - 2023 - Prefeitura de Lavras do Sul - RS - Médico - Clínico Geral | OBJETIVA - 2023 - Prefeitura de Lavras do Sul - RS - Turismólogo | OBJETIVA - 2023 - Prefeitura de Lavras do Sul - RS - Psicólogo | OBJETIVA - 2023 - Prefeitura de Lavras do Sul - RS - Assistente Social | OBJETIVA - 2023 - Prefeitura de Lavras do Sul - RS - Engenheiro Eletricista | OBJETIVA - 2023 - Prefeitura de Lavras do Sul - RS - Nutricionista |
Q2188756 Português
Em relação à regência verbal, marcar C para as afirmativas Certas, E para as Erradas e, após, assinalar a alternativa que apresenta a sequência CORRETA: 
(_) Prefiro doce de que salgado. (_) Prefiro muito mais doce à salgado. (_) Prefiro doce a salgado.
Alternativas
Ano: 2023 Banca: OBJETIVA Órgão: Prefeitura de Lavras do Sul - RS Provas: OBJETIVA - 2023 - Prefeitura de Lavras do Sul - RS - Professor - Ciências | OBJETIVA - 2023 - Prefeitura de Lavras do Sul - RS - Professor - Educação Artística | OBJETIVA - 2023 - Prefeitura de Lavras do Sul - RS - Professor - Educação Especial | OBJETIVA - 2023 - Prefeitura de Lavras do Sul - RS - Professor - Educação Física | OBJETIVA - 2023 - Prefeitura de Lavras do Sul - RS - Professor - Espanhol | OBJETIVA - 2023 - Prefeitura de Lavras do Sul - RS - Professor - Geografia | OBJETIVA - 2023 - Prefeitura de Lavras do Sul - RS - Professor - História | OBJETIVA - 2023 - Prefeitura de Lavras do Sul - RS - Professor - Inglês | OBJETIVA - 2023 - Prefeitura de Lavras do Sul - RS - Professor - Matemática | OBJETIVA - 2023 - Prefeitura de Lavras do Sul - RS - Professor - Português | OBJETIVA - 2023 - Prefeitura de Lavras do Sul - RS - Professor de Cultura Afro-Indígena | OBJETIVA - 2023 - Prefeitura de Lavras do Sul - RS - Professor de Ensino Religioso | OBJETIVA - 2023 - Prefeitura de Lavras do Sul - RS - Arquiteto | OBJETIVA - 2023 - Prefeitura de Lavras do Sul - RS - Biólogo | OBJETIVA - 2023 - Prefeitura de Lavras do Sul - RS - Cirurgião Dentista | OBJETIVA - 2023 - Prefeitura de Lavras do Sul - RS - Enfermeiro(a) | OBJETIVA - 2023 - Prefeitura de Lavras do Sul - RS - Farmacêutico | OBJETIVA - 2023 - Prefeitura de Lavras do Sul - RS - Fisioterapeuta | OBJETIVA - 2023 - Prefeitura de Lavras do Sul - RS - Geólogo | OBJETIVA - 2023 - Prefeitura de Lavras do Sul - RS - Médico - Clínico Geral | OBJETIVA - 2023 - Prefeitura de Lavras do Sul - RS - Turismólogo | OBJETIVA - 2023 - Prefeitura de Lavras do Sul - RS - Psicólogo | OBJETIVA - 2023 - Prefeitura de Lavras do Sul - RS - Assistente Social | OBJETIVA - 2023 - Prefeitura de Lavras do Sul - RS - Engenheiro Eletricista | OBJETIVA - 2023 - Prefeitura de Lavras do Sul - RS - Nutricionista |
Q2188755 Português
Considerando-se as regras de concordância verbal, analisar os itens abaixo: 
I. Fazem oito anos que não vejo meu pai. II. Nesse momento, faz vinte graus em Gramado.
Alternativas
Q2187639 Português
Cientistas descobrem novo método para retardar o envelhecimento das células




Disponível em: https://canaltech.com.br/saude/cientistas-descobrem-novo-metodo-para-retardar-o-envelhecimento-das-celulas-227708/
A opção que contém uma oração subordinada substantiva objetiva direta é:
Alternativas
Q2187638 Português
Cientistas descobrem novo método para retardar o envelhecimento das células




Disponível em: https://canaltech.com.br/saude/cientistas-descobrem-novo-metodo-para-retardar-o-envelhecimento-das-celulas-227708/
O segredo está nas respostas ao estresse utilizadas pelas células.” (1º parágrafo)
O termo destacado na oração acima exerce a mesma função sintática que o da opção: 
Alternativas
Q2187470 Português

Analise os pares de enunciados e assinale a alternativa cuja mudança na estrutura sintática infringe a norma padrão da língua portuguesa em relação ao uso da vírgula.

Alternativas
Q2187468 Português
Concordância verbal é a relação que se estabelece entre o verbo e o sujeito. Posto isso, analise os períodos abaixo e assinale a única alternativa que está de acordo com a norma padrão da língua portuguesa. 
Alternativas
Q2187467 Português
Aonde quer que eu vá – Paralamas do Sucesso “[…] Aonde quer que eu vá Levo você no olhar Aonde quer que eu vá Aonde quer que eu vá Longe daqui Longe de tudo Meus sonhos vão te buscar Volta pra mim Vem pro meu mundo Eu sempre vou te esperar […]”
Disponível em: https://www.vagalume.com.br/paralamas-do-sucesso/aonde-quer- -que-eu-va.html. Acesso em: 23 mar. 2023.
Na canção do Texto IV, o compositor utiliza a regência verbal adequadamente do ponto de vista da gramática padrão da língua portuguesa: “Aonde quer que eu vá”. Assinale a alternativa em que isso NÃO ocorre.
Alternativas
Q2187465 Português
Taxa de desemprego entre os mais jovens está acima de 20% desde 2016


São seis anos em que pelo menos dois em cada dez jovens de 18 a 24 anos procuram, mas não encontram uma vaga de trabalho.


    O desemprego no Brasil afeta, hoje, todas as faixas etárias, mas atinge com mais intensidade quem está no começo da carreira ou tentando entrar no mercado de trabalho.
    A mais longa experiência profissional que Samila de Jesus Santos leva no breve currículo é o desemprego. Três anos de espera para quem tem só 22. Historicamente, a taxa de desemprego na parcela mais jovem é sempre maior do que a média geral da população. E no Brasil, desde 2016, ela fica acima de 20%. São seis anos em que pelo menos dois em cada dez jovens de 18 a 24 anos procuram, mas não encontram uma vaga de trabalho.
      Taxa de desemprego acima de 20% é uma média para o grupo com idade entre 18 e 24 anos, mas em um país desigual como o Brasil, esta estatística não dá conta das diferenças. Dados do Ministério da Economia mostram que se o jovem que já sofre mais com a crise for mulher e tiver pouca qualificação, a chance de encontrar um emprego é ainda menor. E isso não é só sobre o futuro deles. É sobre a falta de perspectiva para a economia do país.
     “A gente tem menos dinheiro circulando na economia. O jovem, não conseguindo trabalhar, acaba tendo que ficar dependente muitas vezes de uma pessoa mais velha na família, produzindo uma geração de pessoas que não conseguem realizar seus sonhos, não conseguem adquirir independência financeira muitas vezes ou demoram para conseguir. E a gente tem evidências na literatura de que os jovens, quando ingressam no mercado de trabalho com salário mais baixo, eles têm mais dificuldade de ver o aumento do salário ao longo do tempo”, afirma o professor de Economia da FGV Renan Pieri.
[...]


Disponível em: https://g1.globo.com/jornal-nacional/noticia/2022/03/30/taxa-de-desemprego-entre-os-mais-jovensesta-acima-de-20percent-desde-2016.ghtml. Acesso em: 18 fev. 2023.
Determinados elementos linguísticos são utilizados para estabelecer coesão e coerência e, dessa forma, estabelecer sentido ao texto. Os trechos a seguir foram retirados do Texto III. Alguns elementos foram suprimidos; outros, substituídos. Assinale a alternativa cujo conector foi utilizado INADEQUADAMENTE, conforme a norma padrão da língua portuguesa. 
Alternativas
Q2187463 Português
Cinderela Aparecida
Abracadabra, vou rogar uma praga Tira esse vestido micho Joga o avental no lixo Dá-lhe, Cinderela Mostra com quantas belas se faz uma fera A bordo de um tomara-que-caia À la Sarita Montiel Um rabo-de-saia Brinco, broche, pulseira, colar e anel Abracadabra, não mexe com a cabra Adeus, escrava do tanque Alô, baronesa punk Dá-lhe, Cinderela Mostra com quantas feras se faz uma bela Que tal uma princesa chique Caroline, Lady Di Ou a filha do cacique Venerável, honorável gueixa chá-de-Xangai Cida, Cida, Cida Cinderela Aparecida [...]  Rita Lee
Sobre o Texto II, só NÃO podemos afirmar que:
Alternativas
Q2187406 Português
Estudo descobre curioso pico de atividade cerebral no momento da morte




Disponível em: https://canaltech.com.br/saude/estudo-descobre-curioso-pico-de-atividade-cerebral-no-momento-da-morte-248364/
Assinale a opção abaixo que contém um erro de regência.
Alternativas
Q2187405 Português
Estudo descobre curioso pico de atividade cerebral no momento da morte




Disponível em: https://canaltech.com.br/saude/estudo-descobre-curioso-pico-de-atividade-cerebral-no-momento-da-morte-248364/
Em relação ao aspecto da concordância verbal todas as opções abaixo estão corretas, exceto: 
Alternativas
Q2187401 Português
Estudo descobre curioso pico de atividade cerebral no momento da morte




Disponível em: https://canaltech.com.br/saude/estudo-descobre-curioso-pico-de-atividade-cerebral-no-momento-da-morte-248364/
O problema é que os outros 2 pacientes do estudo não mostraram o mesmo aumento nos batimentos cardíacos...” (7º parágrafo), a correta classificação da oração destacada é:
Alternativas
Respostas
25121: A
25122: E
25123: A
25124: D
25125: B
25126: C
25127: E
25128: C
25129: B
25130: C
25131: A
25132: E
25133: C
25134: D
25135: C
25136: A
25137: B
25138: C
25139: B
25140: C