Questões de Concurso
Comentadas sobre sintaxe em português
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É PRECISO MAIS QUE AMBIÇÃO
O senhor acredita que o Brasil será capaz de cumprir a meta de acabar com o desmatamento ilegal até 2030?
[...] Agora o foco mudou: deve-se ir além da ambição e investir em um esforço de implementação. Há movimentações do governo para fazer ISSO acontecer e o comprometimento recente de destinar recursos extras para a fiscalização é um sinal de que ESSE TEMA subiu no nível de prioridade nacional. Se o Brasil conseguir evoluir em suas políticas de proteção ambiental DA MESMA FORMA QUE cresceu em outras áreas, COMO agricultura sustentável e geração de energias alternativas, estará cada vez mais próximo de sua meta (Veja, 27/10/21).
Analise as explicações abaixo, relativas aos elementos gramaticais em destaque no texto, e as classifique em (V) verdadeiras ou (F) falsas:
( ) ISSO – pronome relativo com função de retomada anafórica do conteúdo: a implementação de medidas para impedir o desmatamento ilegal.
( ) ESSE TEMA- grupo nominal introduzido por pronome demonstrativo com função de retomada do conteúdo precedente relativo ao desmatamento ilegal.
( ) DAMESMAFORMAQUE – locução conjuntiva com função coesiva de sequenciação, expressando ideia de comparação.
( ) COMO – conjunção com função de ligar dois itens, estabelecendo relação de comparação.
A sequência CORRETA é:
O Texto 1 consiste num recorte da reportagem “Vagalumes, quilombos e máquinas de guerra: como experiências periféricas tensionam o fazer artístico hegemônico e reinventam a própria noção de arte”, do jornalista e sociólogo Chico Laudemir, publicada no ano de 2021 pela Revista Continente. Sua leitura é necessária para responder à questão.
TEXTO 1
“SLAM, O SOM DE VOZES SILENCIADAS
[...] Fazendo coro com Roberta Estrela D'Alva e Patrícia Naia, o poeta e curador não binário Tom Grito, uma das figuras centrais da cena Slam do Rio de Janeiro, descreve com o mesmo entusiasmo seu encontro com as batalhas de poesia, em 2013. “Esse negócio é a coisa mais incrível que eu já vi na vida”, pensou durante a sua primeira participação numa batalha nacional do Slam-BR, ao reconhecer naquele formato uma plataforma transgressora de formação política e um mecanismo de visibilidade para vivências periféricas. “O slam é um portal. Um espaço político formativo fora do sistema instituído”, define.
Um conjunto de características faz do slam, ao mesmo tempo, um fenômeno no país e uma tecnologia subversiva – já são mais de 200 espalhados em mais de 20 estados brasileiros. Por um lado, a simplicidade de um formato que não necessita muito mais do que das próprias presenças e, por outro, um conjunto de sujeitos historicamente oprimidos criando uma rede autogestionada de fala e escuta através da poesia.
Para o próprio Marc Smith – a quem é atribuída a criação do conceito –, o slam é a soma de muitas coisas: show, concurso, programa de auditório, bagunça... E dentro das características que compõem essa definição está a de ser copyleft (livre de direitos autorais). “Ele está fora da lógica da propriedade privada e a serviço de todo mundo que quiser. É fácil, é barato e você não precisa de nada mais do que gente querendo ouvir e gente querendo falar”, explica Estrela D'Alva, que além de poeta e uma das precursoras do slam no Brasil é também pesquisadora do tema na sua tese de doutorado em Comunicação e Semiótica na PUC-SP. Tecnicamente, o slam é uma competição de poesia falada, com júri popular, que tem apenas três regras: poemas autorais, recitados em até três minutos, sem acompanhamento musical. Mas o que ele agencia é o que mais importa aqui. Desde que chegou ao Brasil, país fraturado pela desigualdade, virou o lugar de encontro, fortalecimento e reconhecimento de sujeitos periféricos. 'É um espaço onde vozes sistematicamente silenciadas são ouvidas. Onde presenças invisibilizadas são vistas. É uma plataforma que agencia a formação de comunidade', define a pesquisadora.”
Fonte: https://revistacontinente.com.br/
O Texto 1 consiste num recorte da reportagem “Vagalumes, quilombos e máquinas de guerra: como experiências periféricas tensionam o fazer artístico hegemônico e reinventam a própria noção de arte”, do jornalista e sociólogo Chico Laudemir, publicada no ano de 2021 pela Revista Continente. Sua leitura é necessária para responder à questão.
TEXTO 1
“SLAM, O SOM DE VOZES SILENCIADAS
[...] Fazendo coro com Roberta Estrela D'Alva e Patrícia Naia, o poeta e curador não binário Tom Grito, uma das figuras centrais da cena Slam do Rio de Janeiro, descreve com o mesmo entusiasmo seu encontro com as batalhas de poesia, em 2013. “Esse negócio é a coisa mais incrível que eu já vi na vida”, pensou durante a sua primeira participação numa batalha nacional do Slam-BR, ao reconhecer naquele formato uma plataforma transgressora de formação política e um mecanismo de visibilidade para vivências periféricas. “O slam é um portal. Um espaço político formativo fora do sistema instituído”, define.
Um conjunto de características faz do slam, ao mesmo tempo, um fenômeno no país e uma tecnologia subversiva – já são mais de 200 espalhados em mais de 20 estados brasileiros. Por um lado, a simplicidade de um formato que não necessita muito mais do que das próprias presenças e, por outro, um conjunto de sujeitos historicamente oprimidos criando uma rede autogestionada de fala e escuta através da poesia.
Para o próprio Marc Smith – a quem é atribuída a criação do conceito –, o slam é a soma de muitas coisas: show, concurso, programa de auditório, bagunça... E dentro das características que compõem essa definição está a de ser copyleft (livre de direitos autorais). “Ele está fora da lógica da propriedade privada e a serviço de todo mundo que quiser. É fácil, é barato e você não precisa de nada mais do que gente querendo ouvir e gente querendo falar”, explica Estrela D'Alva, que além de poeta e uma das precursoras do slam no Brasil é também pesquisadora do tema na sua tese de doutorado em Comunicação e Semiótica na PUC-SP. Tecnicamente, o slam é uma competição de poesia falada, com júri popular, que tem apenas três regras: poemas autorais, recitados em até três minutos, sem acompanhamento musical. Mas o que ele agencia é o que mais importa aqui. Desde que chegou ao Brasil, país fraturado pela desigualdade, virou o lugar de encontro, fortalecimento e reconhecimento de sujeitos periféricos. 'É um espaço onde vozes sistematicamente silenciadas são ouvidas. Onde presenças invisibilizadas são vistas. É uma plataforma que agencia a formação de comunidade', define a pesquisadora.”
Fonte: https://revistacontinente.com.br/
O sujeito da frase é a expressão:
O sujeito da frase é a expressão:
Quanto ao predicado da oração, pode-se afirmar que este é:
O sujeito da frase é a expressão
Assinale a opção em que a frase encontra-se corretamente no plural, respeitando o tempo verbal.
Assinale a opção que contenha uma locução adjetiva.
Assinale a opção CORRETA quanto à sintaxe.
O sujeito da oração é a expressão:
O nascimento surpreendeu o funcionário e o gerente do estabelecimento.
Assinale a opção em que a frase encontra-se corretamente no plural, respeitando o tempo verbal.
Nesse sentido, esse estudo é relevante 'e serve' para simular em ambiente tropical os parâmetros de água.
A expressão destacada no texto trata-se de uma oração:
A evapotranspiração refere-se 'à perda conjunta de água'.
A expressão destacada, sintaticamente, trata-se de:
Os pesquisadores aplicaram, nos experimentos, o modelo Soybean, capaz 'de simular a evapotranspiração da cultura da soja'.
A expressão destacada no texto trata-se de uma oração:
Os resultados da pesquisa foram obtidos em campo.
Assinale a opção CORRETA.
O núcleo do sujeito da frase mencionada é: