Questões de Concurso
Comentadas sobre sintaxe em português
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Por ser sinônimo e por preservar o sentido do contexto, o conector que poderia ser substituído por “unicamente” foi destacado e numerado em
Texto para o item.

Luis Fernando Veríssimo. Aprenda a chamar a polícia.
Internet: <www.refletirpararefletir.com.bb> (com adaptações).
Julgue o item, que consiste em propostas de reescrita para períodos destacados do texto, quanto à correção gramatical e à coerência textual.
“estavam na minha rua cinco carros da polícia, um
helicóptero, uma unidade do resgate, uma equipe de TV
e a turma dos direitos humanos, que não perderiam isso
por nada neste mundo” (linhas de 24 a 28): entraram na
minha rua cinco carros da polícia, um helicóptero, uma
unidade do resgate, uma equipe de TV e a turma dos
direitos humanos que não perderia isso por nada nesse
mundo
Texto para o item.

Luis Fernando Veríssimo. Aprenda a chamar a polícia.
Internet: <www.refletirpararefletir.com.bb> (com adaptações).
No que se refere à correção gramatical e à coerência das substituições propostas para vocábulos e trechos destacados do texto, julgue o item.
“tinha” (linha 19) por havia
Texto para o item.

Luis Fernando Veríssimo. Aprenda a chamar a polícia.
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No que se refere à correção gramatical e à coerência das substituições propostas para vocábulos e trechos destacados do texto, julgue o item.
“assim que” (linha 15) por tão logo
Texto para o item.

Luis Fernando Veríssimo. Aprenda a chamar a polícia.
Internet: <www.refletirpararefletir.com.bb> (com adaptações).
Com base no texto apresentado, julgue o item.
À linha 10, observados os mecanismos de coesão e
coerência do texto, conclui-se que o emprego de
preposição em “para a polícia” deve-se à regência da
forma verbal “Liguei”.
Texto para o item.

Luis Fernando Veríssimo. Aprenda a chamar a polícia.
Internet: <www.refletirpararefletir.com.bb> (com adaptações).
Com base no texto apresentado, julgue o item.
Na linha 4, a flexão da forma verbal “vinham”, na
terceira pessoa do plural, justifica-se pela concordância
com o termo “ruídos”.
Texto para o item.

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Julgue o item, que consistem em propostas de reescrita para períodos destacados do texto, quanto à correção gramatical e à coerência textual.
“Para saber se é melhor usar facetas de porcelana ou
lentes de contato dental o melhor é conversar com seu
dentista” (linha 21) por Para saber se é melhor usar
facetas de porcelana ou lentes de contato dental, a
melhor opção é conversar com o seu dentista
Texto para o item.

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Julgue o item, que consistem em propostas de reescrita para períodos destacados do texto, quanto à correção gramatical e à coerência textual.
“gerando um mínimo desconforto e dor ao paciente” (linhas
16 e 17) por gerando um mínimo desconforto e uma dor
mínima ao paciente
Texto para o item.

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Julgue o item, que consistem em propostas de reescrita para períodos destacados do texto, quanto à correção gramatical e à coerência textual.
“tanto as facetas de porcelana quanto as lentes de
contato dental são restaurações de cerâmicas que
são ‘colocadas e cimentadas’ na superfície frontal dos
dentes” (linhas 9 e 10) por as facetas de porcelana e as
lentes de contato dental são restaurações de cerâmica
que são colocadas e “cimentadas” na superfície frontal
dos dentes
Texto para o item.

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Com relação à correção gramatical e à coerência das substituições propostas para vocábulos e trechos destacados do texto, julgue o item.
“Independente” (linha 15) por Independentemente
Texto para o item.

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Com relação à correção gramatical e à coerência das substituições propostas para vocábulos e trechos destacados do texto, julgue o item.
“coladas ao esmalte natural” (linha 3) por coladas no
esmalte natural
Texto para o item.

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Considerando as ideias e os aspectos linguísticos do texto, julgue o item.
No trecho “Além da rapidez, em média com três
consultas já é possível modificar o sorriso” (linhas 18 e
19), a inserção de vírgula após o vocábulo “consultas”
acarretaria a correção gramatical do texto, por isolar um
aposto explicativo
Texto para o item.

Internet: <callegariemarques.com.br> (com adaptações).
Observados os mecanismos de coesão e coerência do texto, conclui-se que o emprego de preposição em “nome dado popularmente ao ‘laminado cerâmico’” (linhas 13 e 14) deve-se à regência do termo “popularmente” (linha 14).
Texto para o item.

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A flexão da forma verbal composta “são realizados” (linha 11), na terceira pessoa do plural, justifica-se pela concordância com a expressão os dentes — em “dos dentes” (linha 10) —, que é o núcleo do sujeito da oração.
No que concerne aos aspectos linguísticos do texto CB1A1, julgue o próximo item.
No quarto parágrafo do texto, o período “A governabilidade,
então, significa que o governo deve tomar decisões
amparadas em um processo que inclua a participação dos
diversos setores da sociedade” poderia ser reescrito da
seguinte forma, o que manteria a correção gramatical e os
sentidos textuais: A governabilidade, assim, significa que o
governo tomará decisões respaldadas em um processo
que prescinda da participação dos diversos setores da
sociedade.
No que concerne aos aspectos linguísticos do texto CB1A1, julgue o próximo item.
As formas verbais “Vinculada” (primeiro período do terceiro
parágrafo) e “Representa” (segundo período do terceiro
parágrafo) têm como sujeito o mesmo elemento textual:
“dimensão” (primeiro período do terceiro parágrafo).
No que concerne aos aspectos linguísticos do texto CB1A1, julgue o próximo item.
No segundo período do primeiro parágrafo, a forma verbal
“Está” apresenta sujeito oculto, cujo referente
é “legitimidade”, no período imediatamente anterior.
Assinale a opção em que isso não foi feito de forma adequada.
Leia o texto a seguir para responder a questão.
Saneamento nada básico
Parametrização centralizada no âmbito federal não necessariamente tornaria o processo mais eficiente
Desde a antiguidade, existe preocupação com o saneamento básico [...]. No Brasil, as primeiras iniciativas remontam a 1561.
De acordo com o Sistema Nacional de Informações de Saneamento (SNIS), dados de 2017, 83,5% da população brasileira tinham acesso a água tratada, 52,4% tinham acesso a coleta de esgoto, e apenas 46% dos esgotos do país são tratados. O volume médio de perdas ainda se encontra em 38,3%.
As condições que não permitiram o desenvolvimento pleno do saneamento básico no país continuam presentes: volume incipiente de investimentos, ausência de planejamento adequado, experiências malsucedidas de gestão e dificuldade para obter financiamentos e licenças para obras. Destas, somente a última apresentou alguma evolução desde o Plano Nacional de Saneamento de 1971.
Dentre as dificuldades de planejamento, destaca-se o fato de que a titularidade dos serviços, conforme lei 11.445/07, é dos municípios. Logo, criar arcabouço regulatório, planos de saneamento e licitar concessões é uma tarefa hercúlea para a gama de 5.570 municípios existentes. O problema é grande; o diagnóstico, antigo. Mas pouco se avançou desde a criação do marco regulatório. Apresento possíveis soluções para contribuir com o debate.
Em primeiro lugar, é preciso que a reflexão sobre o marco regulatório ocorra previamente. As duas medidas provisórias de 2018 e 2019 (844 e 868) tiveram vício de origem, pois não foram fruto de uma discussão prévia com os principais agentes setoriais. Se empresas dos estados de SP, MG e PR foram responsáveis por 45% dos investimentos em saneamento no país em 2017, e 65% ao somarmos as privadas, uma reflexão deveria partir delas, juntamente com a sociedade civil e associações.
A experiência do setor elétrico quando da criação do Novo Modelo é um exemplo a ser lembrado. Houve praticamente um ano de discussões prévias com ampla adesão que culminaram com as MPs 144 e 145, de outubro de 2003. De exemplo negativo, temos a MP 579/12, cuja discussão prévia foi curta e circunscrita a agentes de mercado, em sua maioria eletrointensivos, e, portanto, interessados em redução de tarifas. O barato saiu caro, e a redução de 18% em 2013 foi sucedida por aumentos tarifários 41% acima da inflação de 2014 a 2018.
A solução proposta é a simplificação dos processos e a não concentração de responsabilidade na Agência Nacional de Águas (ANA) ou a criação de arcabouço regulatório e plano de saneamento federais.
[...].
Em segundo lugar, deve-se repensar a proposta de se criar um plano de saneamento nacional como norte para planos municipais. Essa abordagem centralizada pode desconsiderar aspectos locais como características socioeconômicas do consumidor, estrutura dos ativos, distância a fontes de captação de água, topografia, restrições ambientais, entre outros. Enfim, não necessariamente uma parametrização centralizada no âmbito federal tornaria o processo mais eficiente ou atinente às características locais.
Em terceiro lugar, por que não permitir que cada município baseie seu arcabouço regulatório em melhores práticas existentes e regras simplificadas de atualização de tarifas, qualidade e metas de cobertura dos serviços, além de penalidades claras e objetivas pelo não cumprimento destas?
Em quarto lugar, a criação de uma cartilha de regras de licitação para auxiliar municípios seria um começo. Os dois outros pilares, regulação e plano de saneamento, poderiam ser disponibilizados por instituições independentes. Dessa forma, o processo seria parametrizado de maneira simples, descentralizada e com custo baixo.
Investir em saneamento é processo civilizatório. Não há necessidade de se trazer complexidades, quando regras e melhores práticas já existem e podem nortear prefeituras a melhorar a condição de vida de seus habitantes sem uma mão visível da União.
PIRES, Adriano. Saneamento nada básico. Aesbe.
Associação Brasileira das Empresas Estaduais de
Saneamento. Disponível em: https://aesbe.org.br/novo/opiniaoartigo-saneamento-nada-basico/.
Acesso em: 27 ago. 2022.
“De acordo com o Sistema Nacional de Informações de Saneamento (SNIS), dados de 2017, 83,5% da população brasileira tinham acesso à água tratada [...].”
Na passagem anterior, o verbo em destaque é transitivo direto.
Assinale a alternativa em que o verbo não possua a mesma classificação, quanto à transitividade, que o verbo destacado no trecho anterior
Leia o texto a seguir para responder a questão.
Saneamento nada básico
Parametrização centralizada no âmbito federal não necessariamente tornaria o processo mais eficiente
Desde a antiguidade, existe preocupação com o saneamento básico [...]. No Brasil, as primeiras iniciativas remontam a 1561.
De acordo com o Sistema Nacional de Informações de Saneamento (SNIS), dados de 2017, 83,5% da população brasileira tinham acesso a água tratada, 52,4% tinham acesso a coleta de esgoto, e apenas 46% dos esgotos do país são tratados. O volume médio de perdas ainda se encontra em 38,3%.
As condições que não permitiram o desenvolvimento pleno do saneamento básico no país continuam presentes: volume incipiente de investimentos, ausência de planejamento adequado, experiências malsucedidas de gestão e dificuldade para obter financiamentos e licenças para obras. Destas, somente a última apresentou alguma evolução desde o Plano Nacional de Saneamento de 1971.
Dentre as dificuldades de planejamento, destaca-se o fato de que a titularidade dos serviços, conforme lei 11.445/07, é dos municípios. Logo, criar arcabouço regulatório, planos de saneamento e licitar concessões é uma tarefa hercúlea para a gama de 5.570 municípios existentes. O problema é grande; o diagnóstico, antigo. Mas pouco se avançou desde a criação do marco regulatório. Apresento possíveis soluções para contribuir com o debate.
Em primeiro lugar, é preciso que a reflexão sobre o marco regulatório ocorra previamente. As duas medidas provisórias de 2018 e 2019 (844 e 868) tiveram vício de origem, pois não foram fruto de uma discussão prévia com os principais agentes setoriais. Se empresas dos estados de SP, MG e PR foram responsáveis por 45% dos investimentos em saneamento no país em 2017, e 65% ao somarmos as privadas, uma reflexão deveria partir delas, juntamente com a sociedade civil e associações.
A experiência do setor elétrico quando da criação do Novo Modelo é um exemplo a ser lembrado. Houve praticamente um ano de discussões prévias com ampla adesão que culminaram com as MPs 144 e 145, de outubro de 2003. De exemplo negativo, temos a MP 579/12, cuja discussão prévia foi curta e circunscrita a agentes de mercado, em sua maioria eletrointensivos, e, portanto, interessados em redução de tarifas. O barato saiu caro, e a redução de 18% em 2013 foi sucedida por aumentos tarifários 41% acima da inflação de 2014 a 2018.
A solução proposta é a simplificação dos processos e a não concentração de responsabilidade na Agência Nacional de Águas (ANA) ou a criação de arcabouço regulatório e plano de saneamento federais.
[...].
Em segundo lugar, deve-se repensar a proposta de se criar um plano de saneamento nacional como norte para planos municipais. Essa abordagem centralizada pode desconsiderar aspectos locais como características socioeconômicas do consumidor, estrutura dos ativos, distância a fontes de captação de água, topografia, restrições ambientais, entre outros. Enfim, não necessariamente uma parametrização centralizada no âmbito federal tornaria o processo mais eficiente ou atinente às características locais.
Em terceiro lugar, por que não permitir que cada município baseie seu arcabouço regulatório em melhores práticas existentes e regras simplificadas de atualização de tarifas, qualidade e metas de cobertura dos serviços, além de penalidades claras e objetivas pelo não cumprimento destas?
Em quarto lugar, a criação de uma cartilha de regras de licitação para auxiliar municípios seria um começo. Os dois outros pilares, regulação e plano de saneamento, poderiam ser disponibilizados por instituições independentes. Dessa forma, o processo seria parametrizado de maneira simples, descentralizada e com custo baixo.
Investir em saneamento é processo civilizatório. Não há necessidade de se trazer complexidades, quando regras e melhores práticas já existem e podem nortear prefeituras a melhorar a condição de vida de seus habitantes sem uma mão visível da União.
PIRES, Adriano. Saneamento nada básico. Aesbe.
Associação Brasileira das Empresas Estaduais de
Saneamento. Disponível em: https://aesbe.org.br/novo/opiniaoartigo-saneamento-nada-basico/.
Acesso em: 27 ago. 2022.