Questões de Concurso
Comentadas sobre sintaxe em português
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Policial promove roda de leitura com crianças que todos os dias visitam posto da PM em Paulo Afonso (BA)
Todos os dias, um grupo de crianças vai até o posto da PM, em Paulo Afonso (BA), somente para ouvir as histórias contadas pela Cb PM Figueiredo.
A cabo sempre leva livros que ajudam na socialização dos pequenos. Voluntariamente, eles a procuram para o momento da leitura.
“Diariamente, estes pequenos nos fazem companhia no policiamento da Base Móvel no bairro Prainha, em Paulo Afonso. Hoje (15/09), resolvi trazer livros que são de um projeto que trabalhamos há um tempo. Fiz uma roda de leitura com eles e os presenteei com uns mimos. Saíram superfelizes.”
Agente fica muito feliz de ver ações como essa. Parabéns Cb PM Figueiredo e toda a organização da Polícia Militar de Paulo Afonso!
Disponível em: https://cutt.ly/DfFUWkx. Acesso em: 17 set. 2020 (adaptado).
Releia este trecho.
“[...] estes pequenos nos fazem companhia no policiamento da Base Móvel no bairro Prainha [...]”
A parte destacada nessa oração se refere ao
Policial promove roda de leitura com crianças que todos os dias visitam posto da PM em Paulo Afonso (BA)
Todos os dias, um grupo de crianças vai até o posto da PM, em Paulo Afonso (BA), somente para ouvir as histórias contadas pela Cb PM Figueiredo.
A cabo sempre leva livros que ajudam na socialização dos pequenos. Voluntariamente, eles a procuram para o momento da leitura.
“Diariamente, estes pequenos nos fazem companhia no policiamento da Base Móvel no bairro Prainha, em Paulo Afonso. Hoje (15/09), resolvi trazer livros que são de um projeto que trabalhamos há um tempo. Fiz uma roda de leitura com eles e os presenteei com uns mimos. Saíram superfelizes.”
Agente fica muito feliz de ver ações como essa. Parabéns Cb PM Figueiredo e toda a organização da Polícia Militar de Paulo Afonso!
Disponível em: https://cutt.ly/DfFUWkx. Acesso em: 17 set. 2020 (adaptado).
Releia este trecho.
“A gente fica muito feliz de ver ações como essa.”
O sujeito dessa oração é
Exemplo de cuidado e amor ao próximo
Internet: <www.uniprimedobrasil.com.br> (com adaptações).
Com relação ao texto e a seus aspectos linguísticos, julgue o item.
Os adjetivos “Nutrida” (linha 1) e “Fantasiados” (linha 14) exercem função sintática de predicativo, respectivamente, para o termo “a assistente de negócios da agência Campinas” (linhas 1 e 2) e para o sujeito oculto “nós” (linha 14).
A importância do servidor público
Por Augusto Dourado (especialista em RH)
Internet: <www.servidores.rhbahia.ba.gov.br> (com adaptações).
Considerando o texto e suas estruturas gramaticais, julgue o item.
A expressão adverbial “com qualidade e dedicação” (linha 12), relacionada ao termo oracional que a antecede, deveria estar obrigatoriamente entre vírgulas, por se tratar de termo deslocado na frase.
A importância do servidor público
Por Augusto Dourado (especialista em RH)
Internet: <www.servidores.rhbahia.ba.gov.br> (com adaptações).
Considerando o texto e suas estruturas gramaticais, julgue o item.
O termo “prestar serviço à população” (linhas 11 e 12) desempenha função de oração subordinada subjetiva para o predicado “deve ser sempre a meta dos servidores” (linhas 12 e 13).

Como era a rotina criativa de Einstein, Darwin e outros 6 gênios?
Internet: <super.abril.com.br> (com adaptações).
Em relação ao texto e a seus aspectos linguísticos, julgue o item.
Na linha 25, o emprego da preposição “a” deve-se à regência verbal de “assistir”, que, no sentido do texto, é classificado como transitivo indireto.

Como era a rotina criativa de Einstein, Darwin e outros 6 gênios?
Internet: <super.abril.com.br> (com adaptações).
Em relação ao texto e a seus aspectos linguísticos, julgue o item.
A oração ‘Não esqueça que, além das oito horas de trabalho, cada dia tem oito horas para se divertir’ (linhas 16 e 17) é classificada como subordinada substantiva objetiva indireta.


Manual de Procedimentos para Assessorias em Santa
Catarina (com adaptações).
Com base no texto e em seus aspectos linguísticos, julgue o item.
No trecho “Procure uma orientação de um profissional de educação física, que será a forma mais segura para se exercitar” (linhas de 41 a 43), a última oração é uma oração subordinada adjetiva explicativa.
Leia o texto a seguir para responder a questão.
Educação climática em tempos de grandes mudanças.
É preciso enraizar na sociedade, sobretudo nos jovens, o senso da urgência.
Tatiana Roque - 17/11/2022
Professora titular da UFRJ, das pós-graduações em Filosofia e em Ensino e História da Matemática e da Física; autora de “O Dia em que Voltamos de Marte” (ed. Crítica), que aborda a descoberta e as implicações das mudanças climáticas.
A maioria dos brasileiros (81%) enxerga o aquecimento global como um problema importante, conforme mostrou pesquisa Ipec realizada em 2021. Apesar disso, apenas 2 em cada 10 dizem estar bem informados sobre o tema — um déficit que abre espaço para a desinformação.
Pesquisas qualitativas indicam uma insatisfação das pessoas com sua própria falta de conhecimento. Entrevistas com grupos focais realizadas pelo Fórum de Ciência e Cultura da UFRJ sugerem que as pessoas gostariam de saber mais sobre o problema e, principalmente, sobre suas soluções. Ainda que separem o lixo e estejam dispostas a mudar hábitos de consumo, isso não basta — e elas sabem. Percebe-se, portanto, uma lacuna entre a escala do problema e as saídas vislumbradas pelo senso comum.
"A humanidade tem uma escolha: cooperar ou perecer. Ou fechamos um pacto de solidariedade climática ou um pacto de suicídio coletivo", alertou o secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, na abertura da 27ª Conferência sobre as Mudanças Climáticas (COP27). Ainda que as responsabilidades dos países sejam desiguais, todos nós somos parte do problema. Logo, precisamos ser parte da solução. Do contrário, deixamos um terreno fértil para a angústia e a alienação (que são ingredientes do negacionismo). Como dizia Bruno Latour, negar as mudanças climáticas também é um recurso daqueles que preferem escapar de uma realidade com a qual não sabem lidar.
A expectativa é que a COP27 seja a conferência da implementação — aquela que vai colocar os acordos em prática. Isso torna ainda mais urgentes estratégias para aumentar a participação da população — especialmente da juventude — na agenda climática. A cada COP, o artigo 6 da Convenção das Nações Unidas para as Mudanças Climáticas (que defende habilitar a sociedade a ser parte da solução por meio da educação e da conscientização) é retomado em termos mais enfáticos. Foi criada uma Ação para Empoderamento Climático (ACE, em inglês), com o objetivo de fomentar o engajamento da sociedade, por meio da educação climática, da conscientização e da participação pública e do acesso à informação.
No ano passado, em Glasgow, foi aprovado um programa de trabalho para fortalecer essa ação, com orientações para que os países: incorporem o tema das mudanças climáticas ao currículo de todos os níveis de ensino, de modo transversal, inclusive saberes tradicionais e dos povos originários; treinem professores de todas as áreas para abordar o tema; formem uma força de trabalho adaptada aos desafios da transição para uma economia de baixo carbono; empoderem sua juventude para participar das decisões da agenda climática; integrem suas estratégias de educação às políticas públicas e compartilhem suas experiências internacionalmente.
[...]
A educação climática é uma ferramenta-chave para a popularização e a democratização da agenda climática, que precisa se tornar mais enraizada na sociedade. Só assim, incorporando ações de baixo para cima, poderemos ser parte da solução — uma vacina contra a tentação de fugir do problema por ele ser grande demais.
https://www1.folha.uol.com.br
A expressão destacada nessa frase tem a função de:
Leia o texto a seguir para responder a questão.
Educação climática em tempos de grandes mudanças.
É preciso enraizar na sociedade, sobretudo nos jovens, o senso da urgência.
Tatiana Roque - 17/11/2022
Professora titular da UFRJ, das pós-graduações em Filosofia e em Ensino e História da Matemática e da Física; autora de “O Dia em que Voltamos de Marte” (ed. Crítica), que aborda a descoberta e as implicações das mudanças climáticas.
A maioria dos brasileiros (81%) enxerga o aquecimento global como um problema importante, conforme mostrou pesquisa Ipec realizada em 2021. Apesar disso, apenas 2 em cada 10 dizem estar bem informados sobre o tema — um déficit que abre espaço para a desinformação.
Pesquisas qualitativas indicam uma insatisfação das pessoas com sua própria falta de conhecimento. Entrevistas com grupos focais realizadas pelo Fórum de Ciência e Cultura da UFRJ sugerem que as pessoas gostariam de saber mais sobre o problema e, principalmente, sobre suas soluções. Ainda que separem o lixo e estejam dispostas a mudar hábitos de consumo, isso não basta — e elas sabem. Percebe-se, portanto, uma lacuna entre a escala do problema e as saídas vislumbradas pelo senso comum.
"A humanidade tem uma escolha: cooperar ou perecer. Ou fechamos um pacto de solidariedade climática ou um pacto de suicídio coletivo", alertou o secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, na abertura da 27ª Conferência sobre as Mudanças Climáticas (COP27). Ainda que as responsabilidades dos países sejam desiguais, todos nós somos parte do problema. Logo, precisamos ser parte da solução. Do contrário, deixamos um terreno fértil para a angústia e a alienação (que são ingredientes do negacionismo). Como dizia Bruno Latour, negar as mudanças climáticas também é um recurso daqueles que preferem escapar de uma realidade com a qual não sabem lidar.
A expectativa é que a COP27 seja a conferência da implementação — aquela que vai colocar os acordos em prática. Isso torna ainda mais urgentes estratégias para aumentar a participação da população — especialmente da juventude — na agenda climática. A cada COP, o artigo 6 da Convenção das Nações Unidas para as Mudanças Climáticas (que defende habilitar a sociedade a ser parte da solução por meio da educação e da conscientização) é retomado em termos mais enfáticos. Foi criada uma Ação para Empoderamento Climático (ACE, em inglês), com o objetivo de fomentar o engajamento da sociedade, por meio da educação climática, da conscientização e da participação pública e do acesso à informação.
No ano passado, em Glasgow, foi aprovado um programa de trabalho para fortalecer essa ação, com orientações para que os países: incorporem o tema das mudanças climáticas ao currículo de todos os níveis de ensino, de modo transversal, inclusive saberes tradicionais e dos povos originários; treinem professores de todas as áreas para abordar o tema; formem uma força de trabalho adaptada aos desafios da transição para uma economia de baixo carbono; empoderem sua juventude para participar das decisões da agenda climática; integrem suas estratégias de educação às políticas públicas e compartilhem suas experiências internacionalmente.
[...]
A educação climática é uma ferramenta-chave para a popularização e a democratização da agenda climática, que precisa se tornar mais enraizada na sociedade. Só assim, incorporando ações de baixo para cima, poderemos ser parte da solução — uma vacina contra a tentação de fugir do problema por ele ser grande demais.
https://www1.folha.uol.com.br
Uma variante possível para o trecho acima, mesmo com as alterações de sentido, mas em que a correção gramatical é preservada, está em:
Leia o texto a seguir para responder a questão.
Educação climática em tempos de grandes mudanças.
É preciso enraizar na sociedade, sobretudo nos jovens, o senso da urgência.
Tatiana Roque - 17/11/2022
Professora titular da UFRJ, das pós-graduações em Filosofia e em Ensino e História da Matemática e da Física; autora de “O Dia em que Voltamos de Marte” (ed. Crítica), que aborda a descoberta e as implicações das mudanças climáticas.
A maioria dos brasileiros (81%) enxerga o aquecimento global como um problema importante, conforme mostrou pesquisa Ipec realizada em 2021. Apesar disso, apenas 2 em cada 10 dizem estar bem informados sobre o tema — um déficit que abre espaço para a desinformação.
Pesquisas qualitativas indicam uma insatisfação das pessoas com sua própria falta de conhecimento. Entrevistas com grupos focais realizadas pelo Fórum de Ciência e Cultura da UFRJ sugerem que as pessoas gostariam de saber mais sobre o problema e, principalmente, sobre suas soluções. Ainda que separem o lixo e estejam dispostas a mudar hábitos de consumo, isso não basta — e elas sabem. Percebe-se, portanto, uma lacuna entre a escala do problema e as saídas vislumbradas pelo senso comum.
"A humanidade tem uma escolha: cooperar ou perecer. Ou fechamos um pacto de solidariedade climática ou um pacto de suicídio coletivo", alertou o secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, na abertura da 27ª Conferência sobre as Mudanças Climáticas (COP27). Ainda que as responsabilidades dos países sejam desiguais, todos nós somos parte do problema. Logo, precisamos ser parte da solução. Do contrário, deixamos um terreno fértil para a angústia e a alienação (que são ingredientes do negacionismo). Como dizia Bruno Latour, negar as mudanças climáticas também é um recurso daqueles que preferem escapar de uma realidade com a qual não sabem lidar.
A expectativa é que a COP27 seja a conferência da implementação — aquela que vai colocar os acordos em prática. Isso torna ainda mais urgentes estratégias para aumentar a participação da população — especialmente da juventude — na agenda climática. A cada COP, o artigo 6 da Convenção das Nações Unidas para as Mudanças Climáticas (que defende habilitar a sociedade a ser parte da solução por meio da educação e da conscientização) é retomado em termos mais enfáticos. Foi criada uma Ação para Empoderamento Climático (ACE, em inglês), com o objetivo de fomentar o engajamento da sociedade, por meio da educação climática, da conscientização e da participação pública e do acesso à informação.
No ano passado, em Glasgow, foi aprovado um programa de trabalho para fortalecer essa ação, com orientações para que os países: incorporem o tema das mudanças climáticas ao currículo de todos os níveis de ensino, de modo transversal, inclusive saberes tradicionais e dos povos originários; treinem professores de todas as áreas para abordar o tema; formem uma força de trabalho adaptada aos desafios da transição para uma economia de baixo carbono; empoderem sua juventude para participar das decisões da agenda climática; integrem suas estratégias de educação às políticas públicas e compartilhem suas experiências internacionalmente.
[...]
A educação climática é uma ferramenta-chave para a popularização e a democratização da agenda climática, que precisa se tornar mais enraizada na sociedade. Só assim, incorporando ações de baixo para cima, poderemos ser parte da solução — uma vacina contra a tentação de fugir do problema por ele ser grande demais.
https://www1.folha.uol.com.br
I. Há muito mais há dizer, mas o registro histórico demonstra com clareza o pouco mérito da doutrina padrão. II. Como todos sabemos muito bem, agora estamos diante das decisões mais agourentas da história humana.
A classificação correta das orações em negrito está indicada em:
“Há 64 anos, um adolescente fascinado por papel impresso notou que, no andar térreo do prédio onde morava, um placar exibia a cada manhã a primeira página de um jornal modestíssimo, porém jornal. Não teve dúvida. Entrou e ofereceu os seus serviços ao diretor, que era, sozinho, todo o pessoal da redação.”
Tendo em conta a regência dos itens em destaque, assinale a afirmativa INCORRETA:
( ) Quinze por cento da população absteve-se de votar. ( ) Os 10% restantes deixaram de votar nas primeiras horas. ( ) Tumultuou a votação 1% dos candidatos.
A sequência CORRETA de preenchimento dos parênteses é:
I. Comprei o primeiro livro de Paulo Coelho, que fascinou o público e a crítica literária. II. A Lei 8.078/90, que dispõe sobre a proteção do consumidor, foi sancionada por clamor da sociedade. III. Gosto de Maria Betânia, cuja música suave me faz relaxar. IV. Queria voltar a Ouro Preto, onde nasceu.
Está INCORRETO o que se afirma em:
Considere o período a seguir.
O Ronaldo que o Corinthians contratou não é o Ronaldo que foi goleador da Copa de 2002.
Sobre esse enunciado, afirma-se:
I. As orações em itálico são orações adjetivas, pois exercem a função sintática de nomes.
II. As orações em itálico são de natureza restritiva, pois elas pressupõem a referência a dois Ronaldos.
III. As estruturas linguísticas produzem efeitos de sentido nem sempre previstos pelas normas gramaticais.
Está CORRETO o que se afirma em:
Considere o diagrama abaixo.

No período do diagrama, identifica-se uma oração
I. subordinada, pois depende sintaticamente do período complexo do qual é constituinte.
II. subordinada adverbial, pois funciona como adjunto adverbial do período complexo.
III. subordinada subjetiva, que funciona como sujeito da outra oração.
Está CORRETO o que se afirma em:
Considere o texto que segue:
Os resultados da política fiscal podem ser avaliados sob diferentes ângulos, que podem focar na mensuração da qualidade do gasto público, bem como identificar os impactos da política fiscal no bem-estar dos cidadãos. Podem ser utilizados diversos indicadores para análise fiscal. Esses indicadores se relacionam entre si, pois os estoques são formados por meio dos fluxos. [BRASIL. Ministério da Economia. Sobre política fiscal. Disponível em https://www.gov.br/tesouronacional/pt-br/estatisticas-fiscais-e-planejamento/sobre-politica-fiscal Adaptado]
Qual é a fórmula contida no texto?