Questões de Concurso Comentadas sobre sintaxe em português

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Q3597112 Português

Saneamento básico é política de Estado



Os baixos investimentos em saneamento básico em Minas Gerais são regra no país. O poder público fracassa no fornecimento desse serviço básico aos cidadãos, colocando em risco a saúde das pessoas e o meio ambiente.


Matéria publicada pelo portal O Tempo nesta sexta-feira (23) revelou que Minas investe apenas um terço do necessário para que o Estado garanta tratamento de esgoto para 90% da população até o fim deste ano. Essa meta foi estabelecida pelo governo federal em 2020. Segundo dados da Pnad Contínua do IBGE, apenas 69,5% dos lares estão ligados a uma rede de coleta. O número praticamente não evoluiu desde 2019, quando o número de casas com rede de esgoto era de 69,2%.


O modelo de prestação do serviço que predomina no país tem empresas estatais como o principal provedor. Um grande passo para retirar um terço da população desse atoleiro foi dado em 2020, a partir da aprovação do novo marco legal do saneamento. A atualização na lei abre margens para uma maior participação do setor privado.


Em meados de 2020, as concessões privadas estavam presentes em menos de 6% dos municípios. Atualmente, elas já operam em 509 cidades, mais de 9% do total. Vale destacar que 44% desses municípios são considerados de pequeno porte, com até 20 mil habitantes. Os dados são da Associação e Sindicato Nacional das Concessionárias Privadas de Serviços Públicos de Água e Esgoto (Abcon Sindcon).


Apesar de a operação por concessionárias privadas já ter apresentado resultados positivos, existe o risco de retrocesso. Um decreto do governo de Lula (PT) reabriu vantagens para estatais. A medida foi derrubada pela Câmara dos Deputados, mas o Planalto ainda planeja um novo decreto para contornar a situação e atender aos apelos da parte mais estatizante da base do governo.


O saneamento básico está entre as políticas públicas de Estado, não de governo, e são essenciais para o desenvolvimento social sustentável do país.



Disponível em: https://www.otempo.com.br/opiniao/editorial/saneamento-basico-e-politica-deestado-1.2911470. Acesso em 25 jun. 2023.  

Leia este excerto do texto: “Em meados de 2020, as concessões privadas estavam presentes em menos de 6% dos municípios. Atualmente, elas já operam em 509 cidades, mais de 9% do total.” (5º parágrafo). São adjuntos adverbiais os termos destacados, exceto: 
Alternativas
Q3597041 Português
Assinale a alternativa, onde não há vocativo.
Alternativas
Q3597036 Português
Um tempero mais do que natural.

        Quando você vai preparar qualquer prato de comida, pensa logo nos temperos, nos molhos e, dificilmente, vai comer algo sem sal. Mas, espera aí, de onde vem o sal?

        Não poderia ser mais simples: a maior parte do sal consumido no Brasil vem da água do mar. Sabe quando você toma banho de mar e sai com a pele salgada? O sal, mais conhecido como Cloreto de Sódio, é um mineral, extraído da água do mar ou de lago de água salgada por evaporação, um mecanismo de separação de misturas.

        O que acontece é o seguinte: existem regiões chamadas salinas, para onde a água salgada é canalizada. Nestes locais, a água fica parada e evapora. Mas o sal grosso que resta ainda não é o sal que a gente conhece.

        O sal grosso é coletado e passa por um tanque de lavagem para retirar as impurezas. Depois disso, o processo continua: o sal é moído e lavado novamente. Em seguida, uma centrífuga elimina a água e prepara o sal para ir à secadora. Muitas vezes, o sal recebe outros aditivos, antes de ser empacotado para o consumo, ou pode ser preparado para outros usos, como a produção de produtos cosméticos.

        O sal pode ser um tempero e ajudar a tornar sua comida mais gostosa, entre outros benefícios. Por possuir sódio, o sal tem um papel fundamental no equilíbrio e distribuição dos líquidos corporais, contribuindo, também, para contração muscular, ritmo cardíaco, e permitindo o bom funcionamento do cérebro e o controle de funções vitais do organismo. Entretanto, atenção, porque o exagero no consumo do sal pode causar sérios problemas de pressão e nos rins.

        Curiosidade: Se hoje o sal é amplamente conhecido na alimentação, antigamente o sal era usado para conservar os alimentos. O sal possui a característica de retirar água dos alimentos, evita a proliferação de bactérias. Como antigamente não havia geladeira, o sal era uma forma de conservar a comida.

Daniele Souza. Disponível em:<http://www.invivo.fiocruz.br> . (Fragmento).
No período “Sabe quando você toma banho de mar e sai com a pele salgada?” A oração grifada é:
Alternativas
Q3596967 Português
Marque a alternativa, onde temos um predicado verbo-nominal.
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Q3596839 Português

Camada de ozônio deve se recuperar completamente nas próximas décadas 



        A camada de ozônio deve se recuperar completamente nas próximas décadas, à medida que os produtos químicos que destroem a proteção da Terra são eliminados gradualmente em todo o mundo, segundo uma nova avaliação apoiada pelas Nações Unidas. Se as políticas globais permanecerem em vigor, espera-se que a camada de ozônio se recupere até 2040 na maior parte do mundo. Para áreas polares, o prazo de recuperação é maior: 2045 no Ártico e 2066 na Antártica.


        A cooperação internacional ajudou a conter os danos. O uso de CFCs diminuiu 99% desde que o Protocolo de Montreal entrou em vigor em 1989, que iniciou a eliminação desses e de outros produtos químicos prejudiciais, conforme a avaliação de um painel de especialistas publicada na segunda-feira (9).


        A camada de ozônio protege o planeta dos nocivos raios ultravioleta. Desde o final dos anos 1980, os cientistas alertaram sobre um buraco neste escudo, causado por substâncias que destroem a camada de ozônio, incluindo clorofluorcarbonos, apelidados de CFCs, frequentemente encontrados em geladeiras, aerossóis e solventes. “A ação do ozônio estabelece um precedente para a ação climática. Nosso sucesso na eliminação gradual de produtos químicos que comem ozônio nos mostra o que pode e deve ser feito – com urgência – para abandonar os combustíveis fósseis, reduzir os gases de efeito estufa e limitar o aumento da temperatura”, disse o secretário-geral da Organização Meteorológica Mundial, Petteri Taalas.


        Os gases que destroem a camada de ozônio também são potentes gases de efeito estufa e, sem uma proibição, o mundo poderia ter visto um aquecimento adicional de até 1°C, de acordo com um estudo de 2021 publicado na revista Nature. O planeta já aqueceu cerca de 1,2°C desde a Revolução Industrial, e os cientistas alertaram que deveria ser limitado a 1,5°C para evitar as piores consequências da crise climática. O aquecimento acima de 1,5°C aumentaria drasticamente o risco de seca extrema, incêndios florestais, inundações e escassez de alimentos, relataram cientistas.


        Pela primeira vez nesta avaliação, publicada a cada quatro anos, os cientistas também analisaram a perspectiva da geoengenharia solar: a tentativa de reduzir o aquecimento global por meio de medidas como a pulverização de aerossóis na estratosfera para refletir a luz solar para fora da atmosfera terrestre. Eles descobriram que a injeção de aerossol estratosférico poderia ajudar a reduzir o aquecimento climático, mas alertaram que pode haver consequências não intencionais. A implantação da tecnologia “também pode afetar as temperaturas estratosféricas, a circulação e as taxas de produção e destruição de ozônio e transporte”, constatou o relatório.


Fonte: https://www.cnnbrasil.com.br/tecnologia/camada-de ozonio-deve-se-recuperar-completamente-nas-proximas decadas/ Acesso em 27 de janeiro de 2023. 

Assinale a alternativa que apresente a função sintática dos termos em destaque no período: “A cooperação internacional ajudou a conter os danos”.
Alternativas
Q3596837 Português

Camada de ozônio deve se recuperar completamente nas próximas décadas 



        A camada de ozônio deve se recuperar completamente nas próximas décadas, à medida que os produtos químicos que destroem a proteção da Terra são eliminados gradualmente em todo o mundo, segundo uma nova avaliação apoiada pelas Nações Unidas. Se as políticas globais permanecerem em vigor, espera-se que a camada de ozônio se recupere até 2040 na maior parte do mundo. Para áreas polares, o prazo de recuperação é maior: 2045 no Ártico e 2066 na Antártica.


        A cooperação internacional ajudou a conter os danos. O uso de CFCs diminuiu 99% desde que o Protocolo de Montreal entrou em vigor em 1989, que iniciou a eliminação desses e de outros produtos químicos prejudiciais, conforme a avaliação de um painel de especialistas publicada na segunda-feira (9).


        A camada de ozônio protege o planeta dos nocivos raios ultravioleta. Desde o final dos anos 1980, os cientistas alertaram sobre um buraco neste escudo, causado por substâncias que destroem a camada de ozônio, incluindo clorofluorcarbonos, apelidados de CFCs, frequentemente encontrados em geladeiras, aerossóis e solventes. “A ação do ozônio estabelece um precedente para a ação climática. Nosso sucesso na eliminação gradual de produtos químicos que comem ozônio nos mostra o que pode e deve ser feito – com urgência – para abandonar os combustíveis fósseis, reduzir os gases de efeito estufa e limitar o aumento da temperatura”, disse o secretário-geral da Organização Meteorológica Mundial, Petteri Taalas.


        Os gases que destroem a camada de ozônio também são potentes gases de efeito estufa e, sem uma proibição, o mundo poderia ter visto um aquecimento adicional de até 1°C, de acordo com um estudo de 2021 publicado na revista Nature. O planeta já aqueceu cerca de 1,2°C desde a Revolução Industrial, e os cientistas alertaram que deveria ser limitado a 1,5°C para evitar as piores consequências da crise climática. O aquecimento acima de 1,5°C aumentaria drasticamente o risco de seca extrema, incêndios florestais, inundações e escassez de alimentos, relataram cientistas.


        Pela primeira vez nesta avaliação, publicada a cada quatro anos, os cientistas também analisaram a perspectiva da geoengenharia solar: a tentativa de reduzir o aquecimento global por meio de medidas como a pulverização de aerossóis na estratosfera para refletir a luz solar para fora da atmosfera terrestre. Eles descobriram que a injeção de aerossol estratosférico poderia ajudar a reduzir o aquecimento climático, mas alertaram que pode haver consequências não intencionais. A implantação da tecnologia “também pode afetar as temperaturas estratosféricas, a circulação e as taxas de produção e destruição de ozônio e transporte”, constatou o relatório.


Fonte: https://www.cnnbrasil.com.br/tecnologia/camada-de ozonio-deve-se-recuperar-completamente-nas-proximas decadas/ Acesso em 27 de janeiro de 2023. 

Assinale a alternativa que apresente a circunstância estabelecida pelo termo em destaque no período: “O planeta aqueceu cerca de 1,2°C desde a Revolução Industrial, e os cientistas alertaram que deveria ser limitado a 1,5°C para evitar as piores consequências da crise climática”. 
Alternativas
Q3596030 Português

 OMISSÃO E DESUMANIDADE


A desnutrição dos ianomâmis envergonha o país.


A TRAGÉDIA que ora acomete o povo ianomâmi, em Roraima, resulta de uma perversa mistura recorrente na história do Brasil: omissão e incompetência. É um vexame internacional que se soma a outros, quando se trata de questões envolvendo a Amazônia.


A mesma combinação de omissão e incompetência que acabou explodindo no delírio das invasões nos palácios dos três poderes, em 8 de janeiro, se revela agora no descaso com os ianomâmis. Nesse último caso, acrescenta-se um grau inimaginável de desprezo ao ser humano, à cultura e aos povos que habitavam o Brasil antes da colonização.


Elegantes e engajados do Brasil procuram causas humanitárias e alguns se voltam até para meritórias iniciativas no exterior, mas nós, como tomadores de decisão e formadores de opinião, não estamos sintonizados com a questão dos povos indígenas brasileiros, não sabemos como lidar adequadamente com a situação. Uma barreira de descaso e preconceito nos afasta do Brasil profundo e original.


A imprensa, tão vigilante para criticar, tampouco esteve devidamente atenta à tragédia que vem acontecendo há muito tempo no território que habita os ianomâmis. O pouco-caso com os povos indígenas é histórico em nosso país, incluindo a falta de proteção a seu hábitat e seus costumes. Tratar do tema oscilou entre a alegoria, o paternalismo e o descaso.


Por outro lado, busca-se ampliar as áreas de reservas indígenas, que já somam mais de 13% do território nacional. Antes de simplesmente ampliar áreas, que se definam determinadas políticas públicas e não somente para os povos originários. Que elas abranjam também caiçaras e quilombolas, por exemplo. Devemos saber o que eles querem de suas vidas, quais as suas necessidades e aspirações. E qual o grau de comprometimento que a nação tem com os compromissos constitucionais em direção a eles.


O país, enquanto sociedade e governo, deve dar prioridade à questão. Mas ela precisa envolver todo o assunto, especialmente aspectos básicos da vida, como saúde, segurança, educação, atividade econômica, preservação do meio ambiente e da cultura. Os povos indígenas devem ser cuidados e protegidos em seus direitos. Assim como suas terras. Protegê-los é inseri-los verdadeiramente na agenda nacional.


Também se deve considerar a monetização, desde que de forma sustentável, de seus recursos naturais. Muitas tribos querem explorar seus recursos naturais e terminam seduzidas pelo lucro fácil da derrubada indiscriminada de árvores ou pelo garimpo ilegal. Essa é uma realidade que deve ser combatida - ao passo que o desenvolvimento sustentável deve ser estimulado.    


A busca pela solução à questão indígena deve ser imediata não apenas a trágica situação dos ianomâmis. E toda a nossa elite, distante desses povos, precisa se engajar nessa tarefa, bem como as Forças Armadas, a Defesa Civil, as organizações não governamentais, os empresários e a sociedade civil. Urge acabar com essa crise humanitária e inserir a questão de forma definitiva na agenda nacional.


Fonte: ARAGÃO, Murilo. Veja. Abril, 01/02/2023 

Há correta nomeação dos marcadores do discurso em todas as alternativas, exceto em:


Alternativas
Q3595935 Português

A parceria intersetorial pode ser entendida como uma integração intensa, de longo prazo, deliberada e contínua entre dois ou mais setores que se unem voluntariamente na forma de arranjos de trabalho, formados por organizações com e sem fins lucrativos. Essas organizações identificam interesses e preocupações mútuos e trocam, compartilham ou desenvolvem em conjunto produtos, tecnologias e serviços que visam responder a demandas econômicas, sociais e ambientais ainda não atendidas pela agenda de políticas públicas. Entre seus benefícios estão medidas sociais avançadas relacionadas ao desenvolvimento econômico, à educação, à segurança, ao saneamento, à saúde, à redução da pobreza, à infraestrutura e à sustentabilidade ambiental. Ainda, existem os esforços para alcançar benefícios comunitários, removendo barreiras à inclusão social e mitigando os efeitos nocivos decorrentes de atividades e comportamentos socioeconômicos e socioambientais indesejáveis.


Duas características de gestão aumentam o potencial da parceria intersetorial para promover a transformação social. A primeira é a colaboração, que permite configurar e otimizar recursos e habilidades de todos os parceiros, levando a resultados mais eficientes. A segunda é o desenvolvimento de inovações que possam impactar a vida das pessoas de maneira sustentável. As parcerias intersetoriais reposicionam responsabilidades sistêmicas antes isoladas no mercado, no Estado ou na sociedade civil. Elas integram a expertise estratégica de agentes sociais comprometidos com projetos dessa natureza, superam barreiras inerentes à colaboração não gerenciada e oferecem um caminho alternativo para o desenvolvimento comunitário.


As intenções de parcerias intersetoriais e sua natureza unem instituições formais e grupos sociopolíticos informais. A estrutura de tais parcerias depende de seus integrantes e de como são selecionados, de sua motivação para o trabalho em conjunto, de seu foco principal nos processos decisórios relacionados às atividades compartilhadas (ambientais, de desenvolvimento, geográficas e jurisdicionais), dos setores representados na parceria (público, privado e sociedade civil), dos objetivos e funções dela, entre outros aspectos.


 Inicialmente qualificadas como “o paradigma colaborativo do século XXI”, as parcerias intersetoriais são fortemente debatidas nos meios envolvidos na coordenação da vida social: governo, Estado, setor público, empresariado, setor privado, organizações não governamentais e sociedade civil, entre outros. A princípio, eles correspondiam a três segmentos institucionais presentes na sociedade: o institucional exclusivamente público representado pelo governo, o Estado e o setor público; o aspecto institucional exclusivamente privado representado pelo empresariado e pelo setor privado; e o aspecto institucional exclusivamente civil no setor da sociedade civil e das organizações não governamentais.


A evolução desse contexto resultou na hibridização organizacional, particularmente em virtude do número de organizações, com fins lucrativos ou não, pertencentes a membros direta e simultaneamente ligados a organizações públicas, privadas e da sociedade civil. Como resultado dessa miscigenação, a maioria dos debates contemporâneos analisa as parcerias intersetoriais com base nos ideais e objetivos dos parceiros envolvidos.


(Fonte: BORIM-DE-SOUZA, Rafael. 2023. — adaptado.)

Com relação à correção gramatical e à coerência das substituições propostas para vocábulos e trechos sublinhados, marcar C para as afirmativas Certas, E para as Erradas e, após, assinalar a alternativa que apresenta a sequência CORRETA:


( ) Em “[...] removendo barreiras à inclusão social e mitigando os efeitos nocivos decorrentes de atividades e comportamentos socioeconômicos e socioambientais indesejáveis [...]”, não há prejuízo em se substituir os termos sublinhados por “que decorrem em”.


( ) Em “A primeira é a colaboração, que permite configurar e otimizar recursos e habilidades de todos os parceiros, levando a resultados mais eficientes”, não há prejuízo em se substituir os termos sublinhados por “à obtenção de resultados”.


( ) Em “[...] superam barreiras inerentes à colaboração não gerenciada e oferecem um caminho alternativo para o desenvolvimento comunitário”, não há prejuízo em se substituir os termos sublinhados por “à formas de colaboração”.

Alternativas
Q3595931 Português

A parceria intersetorial pode ser entendida como uma integração intensa, de longo prazo, deliberada e contínua entre dois ou mais setores que se unem voluntariamente na forma de arranjos de trabalho, formados por organizações com e sem fins lucrativos. Essas organizações identificam interesses e preocupações mútuos e trocam, compartilham ou desenvolvem em conjunto produtos, tecnologias e serviços que visam responder a demandas econômicas, sociais e ambientais ainda não atendidas pela agenda de políticas públicas. Entre seus benefícios estão medidas sociais avançadas relacionadas ao desenvolvimento econômico, à educação, à segurança, ao saneamento, à saúde, à redução da pobreza, à infraestrutura e à sustentabilidade ambiental. Ainda, existem os esforços para alcançar benefícios comunitários, removendo barreiras à inclusão social e mitigando os efeitos nocivos decorrentes de atividades e comportamentos socioeconômicos e socioambientais indesejáveis.


Duas características de gestão aumentam o potencial da parceria intersetorial para promover a transformação social. A primeira é a colaboração, que permite configurar e otimizar recursos e habilidades de todos os parceiros, levando a resultados mais eficientes. A segunda é o desenvolvimento de inovações que possam impactar a vida das pessoas de maneira sustentável. As parcerias intersetoriais reposicionam responsabilidades sistêmicas antes isoladas no mercado, no Estado ou na sociedade civil. Elas integram a expertise estratégica de agentes sociais comprometidos com projetos dessa natureza, superam barreiras inerentes à colaboração não gerenciada e oferecem um caminho alternativo para o desenvolvimento comunitário.


As intenções de parcerias intersetoriais e sua natureza unem instituições formais e grupos sociopolíticos informais. A estrutura de tais parcerias depende de seus integrantes e de como são selecionados, de sua motivação para o trabalho em conjunto, de seu foco principal nos processos decisórios relacionados às atividades compartilhadas (ambientais, de desenvolvimento, geográficas e jurisdicionais), dos setores representados na parceria (público, privado e sociedade civil), dos objetivos e funções dela, entre outros aspectos.


 Inicialmente qualificadas como “o paradigma colaborativo do século XXI”, as parcerias intersetoriais são fortemente debatidas nos meios envolvidos na coordenação da vida social: governo, Estado, setor público, empresariado, setor privado, organizações não governamentais e sociedade civil, entre outros. A princípio, eles correspondiam a três segmentos institucionais presentes na sociedade: o institucional exclusivamente público representado pelo governo, o Estado e o setor público; o aspecto institucional exclusivamente privado representado pelo empresariado e pelo setor privado; e o aspecto institucional exclusivamente civil no setor da sociedade civil e das organizações não governamentais.


A evolução desse contexto resultou na hibridização organizacional, particularmente em virtude do número de organizações, com fins lucrativos ou não, pertencentes a membros direta e simultaneamente ligados a organizações públicas, privadas e da sociedade civil. Como resultado dessa miscigenação, a maioria dos debates contemporâneos analisa as parcerias intersetoriais com base nos ideais e objetivos dos parceiros envolvidos.


(Fonte: BORIM-DE-SOUZA, Rafael. 2023. — adaptado.)

Sem prejuízo dos sentidos e da correção gramatical do trecho “A evolução desse contexto resultou na hibridização organizacional, particularmente em virtude do número de organizações, com fins lucrativos ou não, pertencentes a membros direta e simultaneamente ligados a organizações públicas, privadas e da sociedade civil” (quinto parágrafo):
Alternativas
Q3595347 Português
Considerando-se a regência verbal, assinalar a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q3595298 Português
    A teoria do conhecimento, ou gnosiologia, é uma área da filosofia voltada para a compreensão da origem, natureza e a forma que tornam possível o ato de conhecer pelos seres humanos. Como disciplina da filosofia, a teoria do conhecimento surgiu na Idade Moderna, tendo como fundador o filósofo inglês John Locke.

    Gnosiologia ou gnoseologia (do grego gnosis, "conhecimento", e logos, "discurso") está relacionada ao ato de conhecer, a partir da relação entre dois elementos: a) o SUJEITO - aquele que conhece (ser cognoscente) e o OBJETO - aquilo que pode ser conhecido (cognoscível). Partindo dessa relação, é possível conhecer algo e estabelecer formas distintas para o conhecimento, ou melhor, para a apreensão do objeto.

Formas de Conhecimento

    Diversas são as possibilidades de compreender ou de explicar algum fenômeno. A própria Filosofia nasce da necessidade de buscar um modo diferente de compreender o mundo. As explicações dadas pelos mitos deixaram de ser suficientes e alguns homens buscaram uma forma mais segura e confiável, a Filosofia. Quando falamos sobre formas de conhecimento podemos falar de: mitologia, senso comum, filosofia, ciência e religião.

    O saber filosófico se diferencia dos outros saberes por conta das especificidades de cada um deles. Por seu caráter lógico e racional, a filosofia afasta-se da mitologia e da religião por esses saberes estarem baseados na crença e não há provas ou demonstrações. Por seu caráter universal e sistemático, afasta-se do senso comum porque este trabalha baseado em experiências particulares. E, por não possuir um objeto de estudo específico como as ciências (por exemplo, a química, a física, a biologia, a sociologia, etc.), o saber filosófico possui uma forma específica em meio aos diversos tipos de conhecimento.

    A filosofia se preocupa com a totalidade dos saberes e dentro desta totalidade está a teoria do conhecimento, chamada “Epistemologia”. Assim, a filosofia nasce do questionamento e da busca de uma forma lógico-racional para explicar a origem do mundo. Os primeiros filósofos questionaram as explicações fantasiosas dadas pelos mitos e buscaram alcançar um novo tipo de saber a partir de seu espírito crítico.

    “De fato, os homens começaram a filosofar, agora como na origem, por causa da admiração, na medida em que, inicialmente, ficavam perplexos diante das dificuldades mais simples; em seguida, progredindo pouco a pouco, chegaram a enfrentar problemas sempre maiores.” (Aristóteles). Da admiração que nasce, nas palavras de Pitágoras, o "amor pelo conhecimento" (philo + sophia). A atitude filosófica consiste em olhar para o que há de mais comum e habitual como se fosse algo inédito a ser descoberto.

    Sócrates ganhou o título de "pai da filosofia", mesmo não sendo o primeiro filósofo. Sistematizou a atitude filosófica como a busca por um conhecimento válido, seguro e universal capaz de agir com uma base teórica para novos saberes e da consciência filosófica.

    E foi seu discípulo Platão que, ao longo de sua obra, buscou definir dois tipos de saberes distintos: a doxa ("opinião") e a episteme ("conhecimento verdadeiro"). E, a partir daí, ao falarmos de conhecimento, estamos direcionados às questões gerais relativas ao conhecimento verdadeiro, o conhecimento científico, a Epistemologia.


(ADAPTADO. Teoria do Conhecimento (Gnosiologia) - Toda Matéria (todamateria.com.br)
Qual a classificação do sujeito da frase: “Sistematizou a atitude filosófica...”?
Alternativas
Q3595296 Português
    A teoria do conhecimento, ou gnosiologia, é uma área da filosofia voltada para a compreensão da origem, natureza e a forma que tornam possível o ato de conhecer pelos seres humanos. Como disciplina da filosofia, a teoria do conhecimento surgiu na Idade Moderna, tendo como fundador o filósofo inglês John Locke.

    Gnosiologia ou gnoseologia (do grego gnosis, "conhecimento", e logos, "discurso") está relacionada ao ato de conhecer, a partir da relação entre dois elementos: a) o SUJEITO - aquele que conhece (ser cognoscente) e o OBJETO - aquilo que pode ser conhecido (cognoscível). Partindo dessa relação, é possível conhecer algo e estabelecer formas distintas para o conhecimento, ou melhor, para a apreensão do objeto.

Formas de Conhecimento

    Diversas são as possibilidades de compreender ou de explicar algum fenômeno. A própria Filosofia nasce da necessidade de buscar um modo diferente de compreender o mundo. As explicações dadas pelos mitos deixaram de ser suficientes e alguns homens buscaram uma forma mais segura e confiável, a Filosofia. Quando falamos sobre formas de conhecimento podemos falar de: mitologia, senso comum, filosofia, ciência e religião.

    O saber filosófico se diferencia dos outros saberes por conta das especificidades de cada um deles. Por seu caráter lógico e racional, a filosofia afasta-se da mitologia e da religião por esses saberes estarem baseados na crença e não há provas ou demonstrações. Por seu caráter universal e sistemático, afasta-se do senso comum porque este trabalha baseado em experiências particulares. E, por não possuir um objeto de estudo específico como as ciências (por exemplo, a química, a física, a biologia, a sociologia, etc.), o saber filosófico possui uma forma específica em meio aos diversos tipos de conhecimento.

    A filosofia se preocupa com a totalidade dos saberes e dentro desta totalidade está a teoria do conhecimento, chamada “Epistemologia”. Assim, a filosofia nasce do questionamento e da busca de uma forma lógico-racional para explicar a origem do mundo. Os primeiros filósofos questionaram as explicações fantasiosas dadas pelos mitos e buscaram alcançar um novo tipo de saber a partir de seu espírito crítico.

    “De fato, os homens começaram a filosofar, agora como na origem, por causa da admiração, na medida em que, inicialmente, ficavam perplexos diante das dificuldades mais simples; em seguida, progredindo pouco a pouco, chegaram a enfrentar problemas sempre maiores.” (Aristóteles). Da admiração que nasce, nas palavras de Pitágoras, o "amor pelo conhecimento" (philo + sophia). A atitude filosófica consiste em olhar para o que há de mais comum e habitual como se fosse algo inédito a ser descoberto.

    Sócrates ganhou o título de "pai da filosofia", mesmo não sendo o primeiro filósofo. Sistematizou a atitude filosófica como a busca por um conhecimento válido, seguro e universal capaz de agir com uma base teórica para novos saberes e da consciência filosófica.

    E foi seu discípulo Platão que, ao longo de sua obra, buscou definir dois tipos de saberes distintos: a doxa ("opinião") e a episteme ("conhecimento verdadeiro"). E, a partir daí, ao falarmos de conhecimento, estamos direcionados às questões gerais relativas ao conhecimento verdadeiro, o conhecimento científico, a Epistemologia.


(ADAPTADO. Teoria do Conhecimento (Gnosiologia) - Toda Matéria (todamateria.com.br)
A expressão em destaque do excerto possui qual valor semântico? “...formas distintas para o conhecimento, ou melhor, para a apreensão do objeto.” 
Alternativas
Q3595295 Português
    A teoria do conhecimento, ou gnosiologia, é uma área da filosofia voltada para a compreensão da origem, natureza e a forma que tornam possível o ato de conhecer pelos seres humanos. Como disciplina da filosofia, a teoria do conhecimento surgiu na Idade Moderna, tendo como fundador o filósofo inglês John Locke.

    Gnosiologia ou gnoseologia (do grego gnosis, "conhecimento", e logos, "discurso") está relacionada ao ato de conhecer, a partir da relação entre dois elementos: a) o SUJEITO - aquele que conhece (ser cognoscente) e o OBJETO - aquilo que pode ser conhecido (cognoscível). Partindo dessa relação, é possível conhecer algo e estabelecer formas distintas para o conhecimento, ou melhor, para a apreensão do objeto.

Formas de Conhecimento

    Diversas são as possibilidades de compreender ou de explicar algum fenômeno. A própria Filosofia nasce da necessidade de buscar um modo diferente de compreender o mundo. As explicações dadas pelos mitos deixaram de ser suficientes e alguns homens buscaram uma forma mais segura e confiável, a Filosofia. Quando falamos sobre formas de conhecimento podemos falar de: mitologia, senso comum, filosofia, ciência e religião.

    O saber filosófico se diferencia dos outros saberes por conta das especificidades de cada um deles. Por seu caráter lógico e racional, a filosofia afasta-se da mitologia e da religião por esses saberes estarem baseados na crença e não há provas ou demonstrações. Por seu caráter universal e sistemático, afasta-se do senso comum porque este trabalha baseado em experiências particulares. E, por não possuir um objeto de estudo específico como as ciências (por exemplo, a química, a física, a biologia, a sociologia, etc.), o saber filosófico possui uma forma específica em meio aos diversos tipos de conhecimento.

    A filosofia se preocupa com a totalidade dos saberes e dentro desta totalidade está a teoria do conhecimento, chamada “Epistemologia”. Assim, a filosofia nasce do questionamento e da busca de uma forma lógico-racional para explicar a origem do mundo. Os primeiros filósofos questionaram as explicações fantasiosas dadas pelos mitos e buscaram alcançar um novo tipo de saber a partir de seu espírito crítico.

    “De fato, os homens começaram a filosofar, agora como na origem, por causa da admiração, na medida em que, inicialmente, ficavam perplexos diante das dificuldades mais simples; em seguida, progredindo pouco a pouco, chegaram a enfrentar problemas sempre maiores.” (Aristóteles). Da admiração que nasce, nas palavras de Pitágoras, o "amor pelo conhecimento" (philo + sophia). A atitude filosófica consiste em olhar para o que há de mais comum e habitual como se fosse algo inédito a ser descoberto.

    Sócrates ganhou o título de "pai da filosofia", mesmo não sendo o primeiro filósofo. Sistematizou a atitude filosófica como a busca por um conhecimento válido, seguro e universal capaz de agir com uma base teórica para novos saberes e da consciência filosófica.

    E foi seu discípulo Platão que, ao longo de sua obra, buscou definir dois tipos de saberes distintos: a doxa ("opinião") e a episteme ("conhecimento verdadeiro"). E, a partir daí, ao falarmos de conhecimento, estamos direcionados às questões gerais relativas ao conhecimento verdadeiro, o conhecimento científico, a Epistemologia.


(ADAPTADO. Teoria do Conhecimento (Gnosiologia) - Toda Matéria (todamateria.com.br)
Marque a alternativa correta sobre o trecho: “...a filosofia nasce do questionamento e da busca de uma forma lógico-racional...”:
Alternativas
Q3595292 Português
    A teoria do conhecimento, ou gnosiologia, é uma área da filosofia voltada para a compreensão da origem, natureza e a forma que tornam possível o ato de conhecer pelos seres humanos. Como disciplina da filosofia, a teoria do conhecimento surgiu na Idade Moderna, tendo como fundador o filósofo inglês John Locke.

    Gnosiologia ou gnoseologia (do grego gnosis, "conhecimento", e logos, "discurso") está relacionada ao ato de conhecer, a partir da relação entre dois elementos: a) o SUJEITO - aquele que conhece (ser cognoscente) e o OBJETO - aquilo que pode ser conhecido (cognoscível). Partindo dessa relação, é possível conhecer algo e estabelecer formas distintas para o conhecimento, ou melhor, para a apreensão do objeto.

Formas de Conhecimento

    Diversas são as possibilidades de compreender ou de explicar algum fenômeno. A própria Filosofia nasce da necessidade de buscar um modo diferente de compreender o mundo. As explicações dadas pelos mitos deixaram de ser suficientes e alguns homens buscaram uma forma mais segura e confiável, a Filosofia. Quando falamos sobre formas de conhecimento podemos falar de: mitologia, senso comum, filosofia, ciência e religião.

    O saber filosófico se diferencia dos outros saberes por conta das especificidades de cada um deles. Por seu caráter lógico e racional, a filosofia afasta-se da mitologia e da religião por esses saberes estarem baseados na crença e não há provas ou demonstrações. Por seu caráter universal e sistemático, afasta-se do senso comum porque este trabalha baseado em experiências particulares. E, por não possuir um objeto de estudo específico como as ciências (por exemplo, a química, a física, a biologia, a sociologia, etc.), o saber filosófico possui uma forma específica em meio aos diversos tipos de conhecimento.

    A filosofia se preocupa com a totalidade dos saberes e dentro desta totalidade está a teoria do conhecimento, chamada “Epistemologia”. Assim, a filosofia nasce do questionamento e da busca de uma forma lógico-racional para explicar a origem do mundo. Os primeiros filósofos questionaram as explicações fantasiosas dadas pelos mitos e buscaram alcançar um novo tipo de saber a partir de seu espírito crítico.

    “De fato, os homens começaram a filosofar, agora como na origem, por causa da admiração, na medida em que, inicialmente, ficavam perplexos diante das dificuldades mais simples; em seguida, progredindo pouco a pouco, chegaram a enfrentar problemas sempre maiores.” (Aristóteles). Da admiração que nasce, nas palavras de Pitágoras, o "amor pelo conhecimento" (philo + sophia). A atitude filosófica consiste em olhar para o que há de mais comum e habitual como se fosse algo inédito a ser descoberto.

    Sócrates ganhou o título de "pai da filosofia", mesmo não sendo o primeiro filósofo. Sistematizou a atitude filosófica como a busca por um conhecimento válido, seguro e universal capaz de agir com uma base teórica para novos saberes e da consciência filosófica.

    E foi seu discípulo Platão que, ao longo de sua obra, buscou definir dois tipos de saberes distintos: a doxa ("opinião") e a episteme ("conhecimento verdadeiro"). E, a partir daí, ao falarmos de conhecimento, estamos direcionados às questões gerais relativas ao conhecimento verdadeiro, o conhecimento científico, a Epistemologia.


(ADAPTADO. Teoria do Conhecimento (Gnosiologia) - Toda Matéria (todamateria.com.br)
Sobre o trecho: “A teoria do conhecimento, ou gnosiologia, é uma área da filosofia voltada para a compreensão da origem...”, temos, quanto à sintaxe:
Alternativas
Q3595078 Português
Férias e viagens exigem cuidados com os pets 

        Essa época do ano é sinônimo de férias em família e os pets, claro, estão incluídos. Se o destino for a região litorânea, hospedagem em hotéis, pousadas ou mesmo ao exterior, os tutores precisam ficar atentos às exigências obrigatórias e aos cuidados de prevenção para evitar doenças oportunistas.

        O médico-veterinário Leonan Filipe de Oliveira, clínico geral e gastroenterologista do Hospital Veterinário Batel, alerta para as diversas situações nas viagens de férias junto com os animais de estimação.

        Um deles é sobre a hospedagem de tutores em hotéis pet friendly, que aceitam hospedar cães e gatos. Ele alerta que, nesses casos, é obrigatório apresentar o atestado de saúde emitido pelo médico-veterinário, no qual irá constar quais vacinas foram aplicadas no animal. “Cada hotel tem seu protocolo de exigências. Por isso, recomenda-se entrar em contato com o hotel com antecedência”, avisa.

        Em viagens internacionais, por sua vez, além do atestado médico de saúde, é obrigatória a apresentação do documento de sorologia de raiva e a carteirinha de vacinação. “Cada país tem seu protocolo, mas a vacina contra raiva é exigida por todos. É importante pesquisar sempre com antecedência os protocolos do país para o qual irá viajar”, assinala o médico-veterinário do HVB.

        A diretora do HVB, a médica-veterinária Raquel Sillas, reforça a importância de manter o esquema de vacinas sempre em dia. Como muitos tutores acabam esquecendo o mês de retorno para a vacinação anual, foi criado um planejamento anual onde os tutores são avisados sobre o vencimento de todas as vacinas, inclusive com a possibilidade do médico-veterinário ir até a domicílio realizar a aplicação. “Vacinação é um assunto sério e que precisa de regularidade para evitar doenças e outros gastos com medicação e internamentos. Prevenção é sempre melhor do que remediar”, assinala.

        Outro cuidado importante nas viagens de carro com os animais diz respeito ao seu correto transporte. Nada de carregar o animal no colo ou deixá-lo solto, porque, além de ser infração de trânsito, ele pode se deslocar em curvas mais acentuadas ou freadas bruscas, além de causar distração no condutor. “Procure sempre transportar o animal no banco traseiro e com cinto de segurança apropriado. Atualmente, existem diversas opções no mercado”, orienta. Leonan aponta que não há necessidade de sedar o animal, mas aconselha realizar paradas a cada duas horas para as necessidades e para manter seu pet hidratado.

        Se a viagem for para regiões litorâneas, é importante dar vermífugo com antecedência. Além disso, no litoral ocorre a maior incidência de uma doença conhecida como “verme do coração”, a dirofilariose. Considerada uma doença parasitária cardiopulmonar, a transmissão ocorre por meio da picada de mosquitos, como o Aedes Aegypti, Anopheles e Culex, que tenham picado outro hospedeiro infectado previamente.

        Assim como outras doenças transmitidas por mosquitos, a melhor solução é prevenir por meio do uso de coleiras repelentes e aplicação de vacinas. Além disso, existem medicamentos orais, tópicos ou injetáveis que podem proteger o pet. Prevenir é sempre a melhor solução por meio de exames preventivos, check-up uma vez ao ano ou sempre que surgirem sintomas no animal, bem como comportamentos atípicos. Tudo isso pode evitar complicações.


Fonte: https://www.tribunapr.com.br/blogs/amigo-fiel/ferias-e viagens-exigem-cuidados-com-os-pets/ Acesso em 27 de janeiro de 2023.  
Assinale a alternativa que apresente o tipo de relação estabelecida pelo termo em destaque no período: “Cada país tem seu protocolo, mas a vacina contra raiva é exigida por todos”. 
Alternativas
Q3595005 Português
A revolução dos emojis na comunicação moderna

        Na era digital, os emojis estão transformando a maneira como nos comunicamos. Esses pequenos ícones tornaram-se uma parte fundamental de nossa linguagem cotidiana, proporcionando uma forma rápida e universal de expressar emoções, pensamentos e histórias.

        Os emojis têm raízes antigas, remontando aos hieróglifos egípcios, que também usavam símbolos visuais para comunicação. Hoje, eles oferecem uma linguagem condensada que transcende as barreiras linguísticas e culturais.

        A atração dos emojis reside em sua capacidade de adicionar uma dimensão emocional à comunicação digital. Um simples emoji de risada pode transformar uma mensagem comum em uma conversa alegre, enquanto um coração vermelho pode expressar amor instantaneamente. Eles são mestres em evocar sentimentos.

        Além disso, os emojis são universais. Não importa a língua que você fala, os emojis são entendidos globalmente. Eles quebram barreiras e conectam pessoas de diferentes origens.

        Em um mundo acelerado, os emojis oferecem eficiência. Em poucos caracteres, podem transmitir emoções e pensamentos. No entanto, é importante lembrar que os emojis não devem substituir completamente as palavras. Eles são um complemento valioso, mas não podem transmitir informações detalhadas ou intrincadas.

        Em resumo, os emojis são uma revolução silenciosa na comunicação moderna. Eles trazem emoção, universalidade e eficiência à nossa linguagem digital. Como parte integrante de nossa comunicação, continuam a evoluir e enriquecer nossa expressão online. São um testemunho do poder da linguagem visual e sua capacidade de unir pessoas em todo o mundo.

(Fonte: internet — adaptado.)
Uma famosa canção tem como verso “Agora quem parte sou eu”. Sobre a função sintática do termo sublinhado, assinalar a alternativa CORRETA:  
Alternativas
Q3595003 Português
A revolução dos emojis na comunicação moderna

        Na era digital, os emojis estão transformando a maneira como nos comunicamos. Esses pequenos ícones tornaram-se uma parte fundamental de nossa linguagem cotidiana, proporcionando uma forma rápida e universal de expressar emoções, pensamentos e histórias.

        Os emojis têm raízes antigas, remontando aos hieróglifos egípcios, que também usavam símbolos visuais para comunicação. Hoje, eles oferecem uma linguagem condensada que transcende as barreiras linguísticas e culturais.

        A atração dos emojis reside em sua capacidade de adicionar uma dimensão emocional à comunicação digital. Um simples emoji de risada pode transformar uma mensagem comum em uma conversa alegre, enquanto um coração vermelho pode expressar amor instantaneamente. Eles são mestres em evocar sentimentos.

        Além disso, os emojis são universais. Não importa a língua que você fala, os emojis são entendidos globalmente. Eles quebram barreiras e conectam pessoas de diferentes origens.

        Em um mundo acelerado, os emojis oferecem eficiência. Em poucos caracteres, podem transmitir emoções e pensamentos. No entanto, é importante lembrar que os emojis não devem substituir completamente as palavras. Eles são um complemento valioso, mas não podem transmitir informações detalhadas ou intrincadas.

        Em resumo, os emojis são uma revolução silenciosa na comunicação moderna. Eles trazem emoção, universalidade e eficiência à nossa linguagem digital. Como parte integrante de nossa comunicação, continuam a evoluir e enriquecer nossa expressão online. São um testemunho do poder da linguagem visual e sua capacidade de unir pessoas em todo o mundo.

(Fonte: internet — adaptado.)
A respeito de regência verbal, marcar C para as afirmativas Certas, E para as Erradas e, após, assinalar a alternativa que apresenta a sequência CORRETA:
( ) Eles aspiravam o ar do campo.
( ) Joana namora Carlos desde a adolescência.
( ) Minha filha assistiu o filme no cinema.
Alternativas
Q3594756 Português

A parceria intersetorial pode ser entendida como uma integração intensa, de longo prazo, deliberada e contínua entre dois ou mais setores que se unem voluntariamente na forma de arranjos de trabalho, formados por organizações com e sem fins lucrativos. Essas organizações identificam interesses e preocupações mútuos e trocam, compartilham ou desenvolvem em conjunto produtos, tecnologias e serviços que visam responder a demandas econômicas, sociais e ambientais ainda não atendidas pela agenda de políticas públicas. Entre seus benefícios estão medidas sociais avançadas relacionadas ao desenvolvimento econômico, à educação, à segurança, ao saneamento, à saúde, à redução da pobreza, à infraestrutura e à sustentabilidade ambiental. Ainda, existem os esforços para alcançar benefícios comunitários, removendo barreiras à inclusão social e mitigando os efeitos nocivos decorrentes de atividades e comportamentos socioeconômicos e socioambientais indesejáveis.



Duas características de gestão aumentam o potencial da parceria intersetorial para promover a transformação social. A primeira é a colaboração, que permite configurar e otimizar recursos e habilidades de todos os parceiros, levando a resultados mais eficientes. A segunda é o desenvolvimento de inovações que possam impactar a vida das pessoas de maneira sustentável. As parcerias intersetoriais reposicionam responsabilidades sistêmicas antes isoladas no mercado, no Estado ou na sociedade civil. Elas integram a expertise estratégica de agentes sociais comprometidos com projetos dessa natureza, superam barreiras inerentes à colaboração não gerenciada e oferecem um caminho alternativo para o desenvolvimento comunitário.


As intenções de parcerias intersetoriais e sua natureza unem instituições formais e grupos sociopolíticos informais. A estrutura de tais parcerias depende de seus integrantes e de como são selecionados, de sua motivação para o trabalho em conjunto, de seu foco principal nos processos decisórios relacionados às atividades compartilhadas (ambientais, de desenvolvimento, geográficas e jurisdicionais), dos setores representados na parceria (público, privado e sociedade civil), dos objetivos e funções dela, entre outros aspectos.


Inicialmente qualificadas como “o paradigma colaborativo do século XXI”, as parcerias intersetoriais são fortemente debatidas nos meios envolvidos na coordenação da vida social: governo, Estado, setor público, empresariado, setor privado, organizações não governamentais e sociedade civil, entre outros. A princípio, eles correspondiam a três segmentos institucionais presentes na sociedade: o institucional exclusivamente público representado pelo governo, o Estado e o setor público; o aspecto institucional exclusivamente privado representado pelo empresariado e pelo setor privado; e o aspecto institucional exclusivamente civil no setor da sociedade civil e das organizações não governamentais.


A evolução desse contexto resultou na hibridização organizacional, particularmente em virtude do número de organizações, com fins lucrativos ou não, pertencentes a membros direta e simultaneamente ligados a organizações públicas, privadas e da sociedade civil. Como resultado dessa miscigenação, a maioria dos debates contemporâneos analisa as parcerias intersetoriais com base nos ideais e objetivos dos parceiros envolvidos.



(Fonte: BORIM-DE-SOUZA, Rafael. 2023. — adaptado.)

Cada uma das alternativas a seguir apresenta uma proposta de reescrita para o trecho “A primeira é a colaboração, que permite configurar e otimizar recursos e habilidades de todos os parceiros, levando a resultados mais eficientes”. Sendo assim, assinalar a alternativa cuja proposta de reescrita mantém a correção gramatical e os sentidos do trecho mencionado:
Alternativas
Q3594143 Português
        A parceria intersetorial pode ser entendida como uma integração intensa, de longo prazo, deliberada e contínua entre dois ou mais setores que se unem voluntariamente na forma de arranjos de trabalho, formados por organizações com e sem fins lucrativos. Essas organizações identificam interesses e preocupações mútuos e trocam, compartilham ou desenvolvem em conjunto produtos, tecnologias e serviços que visam responder a demandas econômicas, sociais e ambientais ainda não atendidas pela agenda de políticas públicas. Entre seus benefícios estão medidas sociais avançadas relacionadas ao desenvolvimento econômico, à educação, à segurança, ao saneamento, à saúde, à redução da pobreza, à infraestrutura e à sustentabilidade ambiental. Ainda, existem os esforços para alcançar benefícios comunitários, removendo barreiras à inclusão social e mitigando os efeitos nocivos decorrentes de atividades e comportamentos socioeconômicos e socioambientais indesejáveis.

        Duas características de gestão aumentam o potencial da parceria intersetorial para promover a transformação social. A primeira é a colaboração, que permite configurar e otimizar recursos e habilidades de todos os parceiros, levando a resultados mais eficientes. A segunda é o desenvolvimento de inovações que possam impactar a vida das pessoas de maneira sustentável. As parcerias intersetoriais reposicionam responsabilidades sistêmicas antes isoladas no mercado, no Estado ou na sociedade civil. Elas integram a expertise estratégica de agentes sociais comprometidos com projetos dessa natureza, superam barreiras inerentes à colaboração não gerenciada e oferecem um caminho alternativo para o desenvolvimento comunitário.

        As intenções de parcerias intersetoriais e sua natureza unem instituições formais e grupos sociopolíticos informais. A estrutura de tais parcerias depende de seus integrantes e de como são selecionados, de sua motivação para o trabalho em conjunto, de seu foco principal nos processos decisórios relacionados às atividades compartilhadas (ambientais, de desenvolvimento, geográficas e jurisdicionais), dos setores representados na parceria (público, privado e sociedade civil), dos objetivos e funções dela, entre outros aspectos.

        Inicialmente qualificadas como “o paradigma colaborativo do século XXI”, as parcerias intersetoriais são fortemente debatidas nos meios envolvidos na coordenação da vida social: governo, Estado, setor público, empresariado, setor privado, organizações não governamentais e sociedade civil, entre outros. A princípio, eles correspondiam a três segmentos institucionais presentes na sociedade: o institucional exclusivamente público representado pelo governo, o Estado e o setor público; o aspecto institucional exclusivamente privado representado pelo empresariado e pelo setor privado; e o aspecto institucional exclusivamente civil no setor da sociedade civil e das organizações não governamentais.

        A evolução desse contexto resultou na hibridização organizacional, particularmente em virtude do número de organizações, com fins lucrativos ou não, pertencentes a membros direta e simultaneamente ligados a organizações públicas, privadas e da sociedade civil. Como resultado dessa miscigenação, a maioria dos debates contemporâneos analisa as parcerias intersetoriais com base nos ideais e objetivos dos parceiros envolvidos.

(Fonte: BORIM-DE-SOUZA, Rafael. 2023. — adaptado.) 
Considerando-se que o sujeito é um termo da oração, assinalar a alternativa em que o termo sublinhado é classificado como sujeito:
Alternativas
Q3594139 Português
        A parceria intersetorial pode ser entendida como uma integração intensa, de longo prazo, deliberada e contínua entre dois ou mais setores que se unem voluntariamente na forma de arranjos de trabalho, formados por organizações com e sem fins lucrativos. Essas organizações identificam interesses e preocupações mútuos e trocam, compartilham ou desenvolvem em conjunto produtos, tecnologias e serviços que visam responder a demandas econômicas, sociais e ambientais ainda não atendidas pela agenda de políticas públicas. Entre seus benefícios estão medidas sociais avançadas relacionadas ao desenvolvimento econômico, à educação, à segurança, ao saneamento, à saúde, à redução da pobreza, à infraestrutura e à sustentabilidade ambiental. Ainda, existem os esforços para alcançar benefícios comunitários, removendo barreiras à inclusão social e mitigando os efeitos nocivos decorrentes de atividades e comportamentos socioeconômicos e socioambientais indesejáveis.

        Duas características de gestão aumentam o potencial da parceria intersetorial para promover a transformação social. A primeira é a colaboração, que permite configurar e otimizar recursos e habilidades de todos os parceiros, levando a resultados mais eficientes. A segunda é o desenvolvimento de inovações que possam impactar a vida das pessoas de maneira sustentável. As parcerias intersetoriais reposicionam responsabilidades sistêmicas antes isoladas no mercado, no Estado ou na sociedade civil. Elas integram a expertise estratégica de agentes sociais comprometidos com projetos dessa natureza, superam barreiras inerentes à colaboração não gerenciada e oferecem um caminho alternativo para o desenvolvimento comunitário.

        As intenções de parcerias intersetoriais e sua natureza unem instituições formais e grupos sociopolíticos informais. A estrutura de tais parcerias depende de seus integrantes e de como são selecionados, de sua motivação para o trabalho em conjunto, de seu foco principal nos processos decisórios relacionados às atividades compartilhadas (ambientais, de desenvolvimento, geográficas e jurisdicionais), dos setores representados na parceria (público, privado e sociedade civil), dos objetivos e funções dela, entre outros aspectos.

        Inicialmente qualificadas como “o paradigma colaborativo do século XXI”, as parcerias intersetoriais são fortemente debatidas nos meios envolvidos na coordenação da vida social: governo, Estado, setor público, empresariado, setor privado, organizações não governamentais e sociedade civil, entre outros. A princípio, eles correspondiam a três segmentos institucionais presentes na sociedade: o institucional exclusivamente público representado pelo governo, o Estado e o setor público; o aspecto institucional exclusivamente privado representado pelo empresariado e pelo setor privado; e o aspecto institucional exclusivamente civil no setor da sociedade civil e das organizações não governamentais.

        A evolução desse contexto resultou na hibridização organizacional, particularmente em virtude do número de organizações, com fins lucrativos ou não, pertencentes a membros direta e simultaneamente ligados a organizações públicas, privadas e da sociedade civil. Como resultado dessa miscigenação, a maioria dos debates contemporâneos analisa as parcerias intersetoriais com base nos ideais e objetivos dos parceiros envolvidos.

(Fonte: BORIM-DE-SOUZA, Rafael. 2023. — adaptado.) 
Em “As intenções de parcerias intersetoriais e sua natureza unem instituições formais e grupos sociopolíticos informais.”, a expressão sublinhada: 
Alternativas
Respostas
16501: D
16502: C
16503: C
16504: D
16505: B
16506: A
16507: C
16508: D
16509: C
16510: B
16511: D
16512: E
16513: A
16514: B
16515: C
16516: D
16517: A
16518: B
16519: A
16520: D