Questões de Concurso Comentadas sobre sintaxe em português

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Q2352909 Português

Texto 2



Brasil tem apenas 16 doadores de órgãos a cada milhão de pessoas



    O Brasil é referência mundial em transplante de órgãos, já que possui o maior programa público do planeta direcionado às cirurgias, que são gratuitas e garantidas pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Na outra ponta, porém, está o lado fraco da corda: o número de doadores. Antes da pandemia da Covid-19, a cada um milhão de brasileiros, 18 eram doadores. Com a questão do vírus, o índice caiu para 16 pmp (doadores por milhão da população). Isso fez aumentar ainda mais a fila de pessoas que esperam pelo gesto que pode garantir a vida. Em 2019, a fila de espera por órgãos estava em aproximadamente 38 mil pessoas. Hoje, de acordo com a Associação Brasileira de Transplantados (ABTx), o número aumentou cerca de 30%.


    “Hoje, no País, nós temos mais de 48 mil pessoas na fila, são praticamente 50 mil pessoas na fila esperando por um órgão, uma doação”, destaca Edson Arakaki, presidente da Associação. “Essa é a grande necessidade. E muitas dessas pessoas na fila podem vir a falecer. Quem aguarda um transplante de pulmão ou de coração não consegue ficar na fila muito tempo.”


    O médico ressalta que o grande problema é a doação em si, já que muitos fatores acabam diminuindo as cirurgias e aumentando a espera dos pacientes, algo que piorou durante a pandemia. “Entre os vários fatores de não doação a gente tem, por exemplo, uma negativa familiar ainda grande e o reporte da morte encefálica pelas UTIs, que ainda é uma subnotificação. Temos ainda a falta de recurso humano para chegar em todos os locais, de uma equipe que poderia fazer uma entrevista familiar na doação. Então, são vários os fatores que contribuem para o aumento da fila”, explica Edson. Patrícia Jung, 45 anos, moradora de Estrela (RS), passou por esse problema. A enfermeira conta que enfrentou momentos complicados até finalmente conseguir a doação e iniciar uma nova vida.


    Patrícia explica que infelizmente esse assunto não é debatido pelas famílias com antecedência e a questão da doação só aparece, muitas vezes, quando a morte encefálica do doador é notificada, o que torna tudo mais complicado, já que é um momento delicado para a família, que por lei é quem decide pela doação ou não. A enfermeira aponta que hoje já é comum as pessoas conversarem com bastante antecedência sobre como deve ser realizado o funeral e ressalta que a questão da doação deveria ser tão comum quanto, o que ajudaria a diminuir ou até mesmo acabar com a fila de espera. 


Disponível em: https://www.al.pi.leg.br/tv/noticias-tv1/brasil-tem-apenas-16-doadores-de-orgaos-a-cadamilhao-de-pessoas. Acesso em 02 de nov. 2023 (adaptado). 

Com base no texto “Brasil tem apenas 16 doadores de órgãos a cada milhão de pessoas”, analise as afirmativas a seguir:



I. Em: “O Brasil é referência mundial em transplante de órgãos, já que possui o maior programa público do planeta direcionado às cirurgias, que são gratuitas e garantidas pelo Sistema Único de Saúde (SUS).”, há três orações, sendo a oração em destaque subordinada à anterior a ela, estabelecendo uma relação causal, e sendo a oração principal em relação à oração posterior. 


II. Em: “A enfermeira aponta que hoje já é comum as pessoas conversarem com bastante antecedência sobre como deve ser realizado o funeral e ressalta que a questão da doação deveria ser tão comum quanto”, o trecho destacado é composto por três orações: uma subordinada substantiva objetiva direta, uma subordinada substantiva objetiva indireta e uma subordinada substantiva completiva nominal. 



Marque a alternativa correta: 

Alternativas
Q2352908 Português

Texto 2



Brasil tem apenas 16 doadores de órgãos a cada milhão de pessoas



    O Brasil é referência mundial em transplante de órgãos, já que possui o maior programa público do planeta direcionado às cirurgias, que são gratuitas e garantidas pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Na outra ponta, porém, está o lado fraco da corda: o número de doadores. Antes da pandemia da Covid-19, a cada um milhão de brasileiros, 18 eram doadores. Com a questão do vírus, o índice caiu para 16 pmp (doadores por milhão da população). Isso fez aumentar ainda mais a fila de pessoas que esperam pelo gesto que pode garantir a vida. Em 2019, a fila de espera por órgãos estava em aproximadamente 38 mil pessoas. Hoje, de acordo com a Associação Brasileira de Transplantados (ABTx), o número aumentou cerca de 30%.


    “Hoje, no País, nós temos mais de 48 mil pessoas na fila, são praticamente 50 mil pessoas na fila esperando por um órgão, uma doação”, destaca Edson Arakaki, presidente da Associação. “Essa é a grande necessidade. E muitas dessas pessoas na fila podem vir a falecer. Quem aguarda um transplante de pulmão ou de coração não consegue ficar na fila muito tempo.”


    O médico ressalta que o grande problema é a doação em si, já que muitos fatores acabam diminuindo as cirurgias e aumentando a espera dos pacientes, algo que piorou durante a pandemia. “Entre os vários fatores de não doação a gente tem, por exemplo, uma negativa familiar ainda grande e o reporte da morte encefálica pelas UTIs, que ainda é uma subnotificação. Temos ainda a falta de recurso humano para chegar em todos os locais, de uma equipe que poderia fazer uma entrevista familiar na doação. Então, são vários os fatores que contribuem para o aumento da fila”, explica Edson. Patrícia Jung, 45 anos, moradora de Estrela (RS), passou por esse problema. A enfermeira conta que enfrentou momentos complicados até finalmente conseguir a doação e iniciar uma nova vida.


    Patrícia explica que infelizmente esse assunto não é debatido pelas famílias com antecedência e a questão da doação só aparece, muitas vezes, quando a morte encefálica do doador é notificada, o que torna tudo mais complicado, já que é um momento delicado para a família, que por lei é quem decide pela doação ou não. A enfermeira aponta que hoje já é comum as pessoas conversarem com bastante antecedência sobre como deve ser realizado o funeral e ressalta que a questão da doação deveria ser tão comum quanto, o que ajudaria a diminuir ou até mesmo acabar com a fila de espera. 


Disponível em: https://www.al.pi.leg.br/tv/noticias-tv1/brasil-tem-apenas-16-doadores-de-orgaos-a-cadamilhao-de-pessoas. Acesso em 02 de nov. 2023 (adaptado). 

Com base no texto “Brasil tem apenas 16 doadores de órgãos a cada milhão de pessoas”, analise as afirmativas a seguir:

I. Em: “A enfermeira aponta que hoje já é comum as pessoas conversarem com bastante antecedência sobre como deve ser realizado o funeral e ressalta que a questão da doação deveria ser tão comum quanto”, todos os verbos destacados estão conjugados no presente do modo indicativo. 
II. Em: “Com a questão do vírus, o índice caiu para 16 pmp (doadores por milhão da população). Isso fez aumentar ainda mais a fila de pessoas que esperam pelo gesto que pode garantir a vida.”, os termos destacados são, respectivamente, um complemento nominal, um adjunto adnominal e um objeto indireto. 

Marque a alternativa correta: 
Alternativas
Q2352856 Português
Texto 1


O médico e o monstro


    Avental branco, pincenê vermelho, bigodes azuis, ei-lo, grave, aplicando sobre o peito descoberto duma criancinha um estetoscópio, e depois a injeção que a enfermeira lhe passa. O avental na verdade é uma camisa de homem adulto a bater-lhe pelos joelhos; os bigodes foram pintados por sua irmã, a enfermeira; a criancinha é uma boneca de olhos cerúleos, mas já meio careca, que atende pelo nome de Rosinha; os instrumentos para exame e cirurgia saem duma caixinha de brinquedos. Ela, seis anos e meio; o doutor tem cinco. 

    O médico segura o microscópio, focaliza-o dentro da boca de Rosinha, pede uma colher, manda a paciente dizer aaá. Rosinha diz aaá pelos lábios da enfermeira. O médico apanha o pincenê, que escorreu de seu nariz, rabisca uma receita. Novos clientes desfilam pela clínica: uma baiana de acarajé, um urso muito resfriado, porque só gostava de neve, um cachorro atropelado por lotação, outras bonecas de vários tamanhos, um Papai Noel, uma bola de borracha e até mesmo o pai e a mãe do médico e da enfermeira.

    De repente, o médico diz que está com sede e corre para a cozinha, apertando o pincenê contra o rosto. A mãe se aproveita disso para dar um beijo violento no seu amor de filho e também para preparar-lhe um copázio de vitaminas: tomate, cenoura, maçã, banana, limão, laranja e aveia. O famoso pediatra, com um esgar colérico, recusa a formidável droga. A terrível mistura é sorvida com dificuldade e repugnância, seus olhos se alteram nas órbitas, um engasgo devolve o restinho. A operação durou um quarto de hora. A mãe recolhe o copo vazio com a alegria da vitória e aplica no menino uma palmadinha carinhosa, revidada com a ameaça dum chute. Já estamos a essa altura, como não podia deixar de ser, presenciando a metamorfose do médico em monstro.

    Ao passar zunindo pela sala, o pincenê e o avental são atirados sobre o tapete com um gesto desabrido. Do antigo médico resta um lindo bigode azul. De máscara preta e espada, Mr. Hyde penetra no quarto, onde a doce enfermeira continua a brincar, e desfaz com uma espadeirada todo o consultório: microscópio, estetoscópio, remédios, seringa, termômetro, tesoura, gaze, esparadrapo, bonecas, tudo se derrama pelo chão. A enfermeira dá um grito de horror e começa a chorar nervosamente. 

    Ainda sob o efeito das vitaminas, preso na solidão escura do mal, desatento a qualquer autoridade materna ou paterna, com o diabo no corpo, o monstro vai espalhando terror a seu redor: é a televisão ligada ao máximo, é o divã massacrado sob os seus pés, é uma corneta indo tinir no ouvido da cozinheira, um vaso quebrado, uma cortina que se despenca, um grito, um uivo, um rugido animal, é o doce derramado, a torneira inundando o banheiro, a revista nova dilacerada, é, enfim, o flagelo à solta no sexto andar dum apartamento carioca.

    Subitamente, o monstro se acalma. Suado e ofegante, senta-se sobre os joelhos do pai, pedindo com doçura que conte uma história ou lhe compre um carneirinho de verdade. E a paz e a ternura de novo abrem suas asas num lar ameaçado pelas forças do mal.

Disponível em: https://contobrasileiro.com.br/o-medico-eo-monstro-cronica-de-paulo-mendes-campos/. Acesso em 02 de nov. 2023 (adaptado) 
Com base no texto “O médico e o monstro”, analise as afirmativas a seguir:

I. Em: “Suado e ofegante, senta-se sobre os joelhos do pai, pedindo com doçura que conte uma história ou lhe compre um carneirinho de verdade.”, os adjetivos em destaque indicam o modo como o menino senta-se sobre os joelhos do pai.  
II. Em: “A terrível mistura é sorvida com dificuldade e repugnância, seus olhos se alteram nas órbitas, um engasgo devolve o restinho.”, há três orações, que estabelecem entre si uma relação de coordenação. 
III. Em: “Ao passar zunindo pela sala, o pincenê e o avental são atirados sobre o tapete com um gesto desabrido.”, o termo destacado é composto por um afixo, em um processo de derivação, tal qual as palavras: desperto, desnecessário e desfolhar.   

Marque a alternativa correta: 

Alternativas
Q2352855 Português
Texto 1


O médico e o monstro


    Avental branco, pincenê vermelho, bigodes azuis, ei-lo, grave, aplicando sobre o peito descoberto duma criancinha um estetoscópio, e depois a injeção que a enfermeira lhe passa. O avental na verdade é uma camisa de homem adulto a bater-lhe pelos joelhos; os bigodes foram pintados por sua irmã, a enfermeira; a criancinha é uma boneca de olhos cerúleos, mas já meio careca, que atende pelo nome de Rosinha; os instrumentos para exame e cirurgia saem duma caixinha de brinquedos. Ela, seis anos e meio; o doutor tem cinco. 

    O médico segura o microscópio, focaliza-o dentro da boca de Rosinha, pede uma colher, manda a paciente dizer aaá. Rosinha diz aaá pelos lábios da enfermeira. O médico apanha o pincenê, que escorreu de seu nariz, rabisca uma receita. Novos clientes desfilam pela clínica: uma baiana de acarajé, um urso muito resfriado, porque só gostava de neve, um cachorro atropelado por lotação, outras bonecas de vários tamanhos, um Papai Noel, uma bola de borracha e até mesmo o pai e a mãe do médico e da enfermeira.

    De repente, o médico diz que está com sede e corre para a cozinha, apertando o pincenê contra o rosto. A mãe se aproveita disso para dar um beijo violento no seu amor de filho e também para preparar-lhe um copázio de vitaminas: tomate, cenoura, maçã, banana, limão, laranja e aveia. O famoso pediatra, com um esgar colérico, recusa a formidável droga. A terrível mistura é sorvida com dificuldade e repugnância, seus olhos se alteram nas órbitas, um engasgo devolve o restinho. A operação durou um quarto de hora. A mãe recolhe o copo vazio com a alegria da vitória e aplica no menino uma palmadinha carinhosa, revidada com a ameaça dum chute. Já estamos a essa altura, como não podia deixar de ser, presenciando a metamorfose do médico em monstro.

    Ao passar zunindo pela sala, o pincenê e o avental são atirados sobre o tapete com um gesto desabrido. Do antigo médico resta um lindo bigode azul. De máscara preta e espada, Mr. Hyde penetra no quarto, onde a doce enfermeira continua a brincar, e desfaz com uma espadeirada todo o consultório: microscópio, estetoscópio, remédios, seringa, termômetro, tesoura, gaze, esparadrapo, bonecas, tudo se derrama pelo chão. A enfermeira dá um grito de horror e começa a chorar nervosamente. 

    Ainda sob o efeito das vitaminas, preso na solidão escura do mal, desatento a qualquer autoridade materna ou paterna, com o diabo no corpo, o monstro vai espalhando terror a seu redor: é a televisão ligada ao máximo, é o divã massacrado sob os seus pés, é uma corneta indo tinir no ouvido da cozinheira, um vaso quebrado, uma cortina que se despenca, um grito, um uivo, um rugido animal, é o doce derramado, a torneira inundando o banheiro, a revista nova dilacerada, é, enfim, o flagelo à solta no sexto andar dum apartamento carioca.

    Subitamente, o monstro se acalma. Suado e ofegante, senta-se sobre os joelhos do pai, pedindo com doçura que conte uma história ou lhe compre um carneirinho de verdade. E a paz e a ternura de novo abrem suas asas num lar ameaçado pelas forças do mal.

Disponível em: https://contobrasileiro.com.br/o-medico-eo-monstro-cronica-de-paulo-mendes-campos/. Acesso em 02 de nov. 2023 (adaptado) 
Com base no texto “O médico e o monstro”, analise as afirmativas a seguir:

I. Em: “Avental branco, pincenê vermelho, bigodes azuis, ei-lo, grave, aplicando sobre o peito descoberto duma criancinha um estetoscópio, e depois a injeção que a enfermeira lhe passa.”, os termos destacados são pronomes pessoais oblíquos átonos. 
II. Em: “os bigodes foram pintados por sua irmã, a enfermeira; a criancinha é uma boneca de olhos cerúleos, mas já meio careca”, o termo destacado poderia ser substituído por meia uma vez que meio está acompanhando um adjetivo feminino, podendo ser flexionado para o gênero feminino. 

Marque a alternativa correta: 
Alternativas
Q2352751 Português
A oração “Declarei estar ocupado” pode ser classificada como:
Alternativas
Q2352750 Português
De acordo com Evanildo Bechara: “Não raro o objeto aparece iniciado por preposição” (BECHARA, E. Moderna Gramática portuguesa. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2009, p. 418). Dessa forma, assinale a alternativa que apresenta um objeto direto preposicionado.
Alternativas
Q2352655 Português
TEXTO 2



Sonhei
Que estava sonhando um sonho sonhado
O sonho de um sonho
Magnetizado
As mentes abertas
Sem bicos calados
Juventude alerta
Os seres alados
Sonho meu
Eu sonhava que sonhava
Sonhei
Que eu era o rei que reinava como um ser comum
Era um por milhares, milhares por um
Como livres raios riscando os espaços
Ai de mim
Ai de mim, que mal sonhava

(Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2000. MARTINHO da
Vila. Quizombas, andanças, festanças. São Paulo: Record, 1999.)
Em qual das alternativas todas as regras das normas de concordância foram respeitadas? 
Alternativas
Q2352599 Português
Texto CG1A1

        A Pesquisa Saúde e Trabalho, feita pelo Serviço Social da Indústria (SESI), concluiu que 52% dos brasileiros raramente ou nunca praticam atividades físicas. Entre os que fazem atividades físicas, 22% se exercitam diariamente, 13%, pelo menos três vezes por semana, e 8%, pelo menos duas vezes semanais.
         Além da frequência da prática de atividades físicas, o estudo fez a associação entre a prática delas e o adoecimento. Segundo o levantamento, 72% das pessoas que praticam exercícios com frequência não tiveram problemas de saúde nos últimos doze meses. Porém, entre os que nunca praticam atividades físicas, 42% sofreram problemas de saúde em 2022.
         A relação entre trabalho e qualidade de vida também foi abordada na pesquisa. Nesse aspecto, 94% concordaram que um profissional com a saúde física e mental em dia é mais produtivo no seu trabalho. A pesquisa também apontou que 12% dos entrevistados têm hábito de realizar consultas regulares com psicólogo.
         A respeito de ambientes saudáveis para o trabalho, 66% dos trabalhadores disseram que as empresas em que trabalham estabelecem limites de horas de trabalho ou número de turnos, e 55% afirmaram que seus empregadores permitem flexibilidade e pausas para descanso ou prática de exercícios. E mais: 49% das empresas têm estrutura para prevenir violência, assédio e discriminação, além de dispor de ambiente livre do fumo e política de jornada de trabalho flexível, como home office.

         Para a grande maioria dos entrevistados, saúde não é somente a ausência de doenças ou enfermidades. Segundo 88% deles, a saúde é um estado completo de bem-estar físico, mental e social.

Internet:<agenciabrasil.ebc.com.br>  (com adaptações).
No primeiro período do quarto parágrafo do texto CG1A1, a flexão da forma verbal “estabelecem” na terceira pessoa do plural justifica-se pela sua concordância com
Alternativas
Q2352565 Português
Leia os trechos abaixo e depois marque a alternativa que contém corretamente o que indica cada termo sublinhado respectivamente:

I- A gente cuida para preservar a pele II- A gente se acostuma a abrir o celular e ver anúncios III- Se o trabalho está duro a gente se consola e pensa no fim do expediente.
Alternativas
Q2352563 Português
Ali no pátio, os rapazes e as moças se abraçavam e __________ aos amigos.'. Complete a frase de acordo com a concordância verbal correta:
Alternativas
Q2352561 Português
Leia a frase: 'João entregou a chave ao porteiro.' Observe a estrutura da oração e identifique o objeto indireto presente na frase.
Alternativas
Q2352560 Português
Identifique o complemento nominal da oração: "A admiração pelo novo museu era enorme."
Alternativas
Ano: 2024 Banca: CESPE / CEBRASPE Órgão: Prefeitura de Camaçari - BA Provas: CESPE / CEBRASPE - 2024 - Prefeitura de Camaçari - BA - Assistente Social | CESPE / CEBRASPE - 2024 - Prefeitura de Camaçari - BA - Coordenador Pedagógico | CESPE / CEBRASPE - 2024 - Prefeitura de Camaçari - BA - Enfermeiro do Trabalho | CESPE / CEBRASPE - 2024 - Prefeitura de Camaçari - BA - Nutricionista | CESPE / CEBRASPE - 2024 - Prefeitura de Camaçari - BA - Professor - Disciplina: Ciências | CESPE / CEBRASPE - 2024 - Prefeitura de Camaçari - BA - Professor - Disciplina: Língua Portuguesa | CESPE / CEBRASPE - 2024 - Prefeitura de Camaçari - BA - Professor - Disciplina: Matemática | CESPE / CEBRASPE - 2024 - Prefeitura de Camaçari - BA - Psicólogo | CESPE / CEBRASPE - 2024 - Prefeitura de Camaçari - BA - Técnico Fazendário | CESPE / CEBRASPE - 2024 - Prefeitura de Camaçari - BA - Professor - Disciplina: Educação Artística | CESPE / CEBRASPE - 2024 - Prefeitura de Camaçari - BA - Professor - Disciplina: Língua Inglesa | CESPE / CEBRASPE - 2024 - Prefeitura de Camaçari - BA - Professor - Disciplina: Educação Infantil e Ensino Fundamental (1º ao 5º ano) | CESPE / CEBRASPE - 2024 - Prefeitura de Camaçari - BA - Professor - Disciplina: Educação Física | CESPE / CEBRASPE - 2024 - Prefeitura de Camaçari - BA - Professor - Disciplina: Filosofia | CESPE / CEBRASPE - 2024 - Prefeitura de Camaçari - BA - Professor - Disciplina: Geografia | CESPE / CEBRASPE - 2024 - Prefeitura de Camaçari - BA - Professor - Disciplina: História |
Q2352460 Português
Texto CG3A1

        Além de ser fonte de prazer, a ficção permite ao leitor aprender com a experiência ficcional. A simulação é usada, por exemplo, para se aprender a pilotar um avião, pois é útil passar um tempo em um simulador de voo. Apesar de ser essencial a prática em um avião real, na maior parte do tempo, não acontece muita coisa no ar. Já no ambiente seguro de um simulador, é possível enfrentar as mais diversas experiências e ensaiar como responder a situações críticas — e as habilidades aprendidas são transferidas ao pilotar um avião. Da mesma forma, quando nos envolvemos nas tramas da ficção, o que aprendemos é transferido para nossas interações cotidianas.
         Ao compartilhar indiretamente os acontecimentos da história e fazer inferências sobre o desenvolvimento da trama, o leitor expande sua empatia. Ou seja, alinha seus pensamentos e suas emoções com os das personagens. Imagens de ressonância magnética mostraram que, quando as pessoas leem a descrição de ações, como “subindo as escadas”, a leitura leva à simulação do conteúdo motor e emocional no cérebro, acompanhada por mudanças nas regiões cerebrais que provocam as ações, como se o leitor as estivesse realizando.

Internet:<brasil.elpais.com> (com adaptações)
No que se refere à regência verbal, seriam preservados a correção gramatical e os sentidos do texto CG3A1 caso fosse substituída a forma verbal
Alternativas
Ano: 2024 Banca: CESPE / CEBRASPE Órgão: Prefeitura de Camaçari - BA Provas: CESPE / CEBRASPE - 2024 - Prefeitura de Camaçari - BA - Assistente Social | CESPE / CEBRASPE - 2024 - Prefeitura de Camaçari - BA - Coordenador Pedagógico | CESPE / CEBRASPE - 2024 - Prefeitura de Camaçari - BA - Enfermeiro do Trabalho | CESPE / CEBRASPE - 2024 - Prefeitura de Camaçari - BA - Nutricionista | CESPE / CEBRASPE - 2024 - Prefeitura de Camaçari - BA - Professor - Disciplina: Ciências | CESPE / CEBRASPE - 2024 - Prefeitura de Camaçari - BA - Professor - Disciplina: Língua Portuguesa | CESPE / CEBRASPE - 2024 - Prefeitura de Camaçari - BA - Professor - Disciplina: Matemática | CESPE / CEBRASPE - 2024 - Prefeitura de Camaçari - BA - Psicólogo | CESPE / CEBRASPE - 2024 - Prefeitura de Camaçari - BA - Técnico Fazendário | CESPE / CEBRASPE - 2024 - Prefeitura de Camaçari - BA - Professor - Disciplina: Educação Artística | CESPE / CEBRASPE - 2024 - Prefeitura de Camaçari - BA - Professor - Disciplina: Língua Inglesa | CESPE / CEBRASPE - 2024 - Prefeitura de Camaçari - BA - Professor - Disciplina: Educação Infantil e Ensino Fundamental (1º ao 5º ano) | CESPE / CEBRASPE - 2024 - Prefeitura de Camaçari - BA - Professor - Disciplina: Educação Física | CESPE / CEBRASPE - 2024 - Prefeitura de Camaçari - BA - Professor - Disciplina: Filosofia | CESPE / CEBRASPE - 2024 - Prefeitura de Camaçari - BA - Professor - Disciplina: Geografia | CESPE / CEBRASPE - 2024 - Prefeitura de Camaçari - BA - Professor - Disciplina: História |
Q2352458 Português
Texto CG3A1

        Além de ser fonte de prazer, a ficção permite ao leitor aprender com a experiência ficcional. A simulação é usada, por exemplo, para se aprender a pilotar um avião, pois é útil passar um tempo em um simulador de voo. Apesar de ser essencial a prática em um avião real, na maior parte do tempo, não acontece muita coisa no ar. Já no ambiente seguro de um simulador, é possível enfrentar as mais diversas experiências e ensaiar como responder a situações críticas — e as habilidades aprendidas são transferidas ao pilotar um avião. Da mesma forma, quando nos envolvemos nas tramas da ficção, o que aprendemos é transferido para nossas interações cotidianas.
         Ao compartilhar indiretamente os acontecimentos da história e fazer inferências sobre o desenvolvimento da trama, o leitor expande sua empatia. Ou seja, alinha seus pensamentos e suas emoções com os das personagens. Imagens de ressonância magnética mostraram que, quando as pessoas leem a descrição de ações, como “subindo as escadas”, a leitura leva à simulação do conteúdo motor e emocional no cérebro, acompanhada por mudanças nas regiões cerebrais que provocam as ações, como se o leitor as estivesse realizando.

Internet:<brasil.elpais.com> (com adaptações)
Sem alteração das relações coesivas do último período do texto CG3A1, o vocábulo “como”, em “quando as pessoas leem a descrição de ações, como ‘subindo as escadas’”, poderia ser corretamente substituído pela expressão
Alternativas
Q2352422 Português
Texto 2

A história de Palmeira dos Índios

Palmeira dos Índios é um município situado no semiárido alagoano, cuja história de origem é marcada por conflitos territoriais entre os povos indígenas Xukuru e Kariri, primeiros habitantes na região, e não indígenas que colonizaram a região em fins do século XVIII, ocupando as melhores áreas a partir da expulsão dos índios das planícies férteis onde, posteriormente, foi fundado um aldeamento que deu origem à cidade. Como resultado desse povoamento colonizatório, os indígenas foram forçados a fugir para outras áreas, se estabelecendo principalmente nas serras ao entorno do vale que abrigou o núcleo urbano.
Na primeira metade do século XX, o município experimentou um considerável desenvolvimento urbano, se tornando um dos principais centros comerciais do estado, com a produção e comércio de algodão e de outros produtos relacionados à indústria têxtil, esse momento "áureo" de sua história lhe rendeu o título de "Princesa do Sertão", alcunha forjada por memorialistas palmeirenses que buscavam escrever a história local, destacando as virtudes da cidade. Atualmente, o município tem como atividades econômicas principais o comércio, a prestação de serviços, a agricultura familiar e a agropecuária, estando a maior parte de suas terras concentradas por latifundiários, membros de famílias ricas que se destacam na política e detém boa parte do controle econômico local.
Em se tratando da história local, o século XX, notadamente as últimas décadas da primeira metade e meados da segunda, foi um momento de crescente interesse sobre a escrita da história palmeirense. Nesse cenário, destacaramse escritores locais que assumiram a função de memorialistas, escrevendo uma narrativa "historiográfica" para o município. As obras de memorialistas palmeirenses se ocuparam com as mais variadas temáticas relacionadas à história, cultura, política e curiosidades cotidianas, narrativas que visavam contar a história do surgimento do município. 
Portanto, esses escritores procuraram destacar a presença indígena no passado local como um elemento singular da história palmeirense. Destarte, procuraram ir além da simples explicação do nome do município, como uma associação ao Xukuru-Kariri e a abundância de palmeiras na região, buscaram preencher as lacunas existentes na história local, incorporando os indígenas como primeiros habitantes e símbolos do município, uma vez que acreditavam na inevitável incorporação assimilação dos indígenas à sociedade não indígena.


SOARES, Brunemberg Silva. O Museu Xucurus de História, Artes e Costumes como recurso didático para o ensino de história sobre Palmeira dos Índios/AL. Revista de Estudos Indígenas de Alagoas - Campiô Palmeira dos Índios, v. 2, n. 1, p. 4-19. 2023. Disponível em: https://periodicosuneal.emnuvens.com.br/campio/article/vi ew/425/373. Acesso em: 29 de nov. 2023 (adaptado) 
Com base no texto “A história de Palmeira dos Índios”, analise as afirmativas a seguir:

I. Em: “Palmeira dos Índios é um município situado no semiárido alagoano, cuja história de origem é marcada por conflitos territoriais entre os povos indígenas Xukuru e Kariri, primeiros habitantes na região”, o emprego do plural no trecho destacado acontece porque a regência dele é feita pela forma nominal “marcada” e não pelo sujeito “Palmeira dos Índios”. 
II. Em: “Nesse cenário, destacaram-se escritores locais que assumiram a função de memorialistas, escrevendo uma narrativa "historiográfica" para o município.”, o trecho destacado, incluindo a oração subordinada adjetiva restritiva presente nele, ocupa a função de sujeito do verbo “destacar”. 

Marque a alternativa correta:
Alternativas
Q2352419 Português
Texto 2

A história de Palmeira dos Índios

Palmeira dos Índios é um município situado no semiárido alagoano, cuja história de origem é marcada por conflitos territoriais entre os povos indígenas Xukuru e Kariri, primeiros habitantes na região, e não indígenas que colonizaram a região em fins do século XVIII, ocupando as melhores áreas a partir da expulsão dos índios das planícies férteis onde, posteriormente, foi fundado um aldeamento que deu origem à cidade. Como resultado desse povoamento colonizatório, os indígenas foram forçados a fugir para outras áreas, se estabelecendo principalmente nas serras ao entorno do vale que abrigou o núcleo urbano.
Na primeira metade do século XX, o município experimentou um considerável desenvolvimento urbano, se tornando um dos principais centros comerciais do estado, com a produção e comércio de algodão e de outros produtos relacionados à indústria têxtil, esse momento "áureo" de sua história lhe rendeu o título de "Princesa do Sertão", alcunha forjada por memorialistas palmeirenses que buscavam escrever a história local, destacando as virtudes da cidade. Atualmente, o município tem como atividades econômicas principais o comércio, a prestação de serviços, a agricultura familiar e a agropecuária, estando a maior parte de suas terras concentradas por latifundiários, membros de famílias ricas que se destacam na política e detém boa parte do controle econômico local.
Em se tratando da história local, o século XX, notadamente as últimas décadas da primeira metade e meados da segunda, foi um momento de crescente interesse sobre a escrita da história palmeirense. Nesse cenário, destacaramse escritores locais que assumiram a função de memorialistas, escrevendo uma narrativa "historiográfica" para o município. As obras de memorialistas palmeirenses se ocuparam com as mais variadas temáticas relacionadas à história, cultura, política e curiosidades cotidianas, narrativas que visavam contar a história do surgimento do município. 
Portanto, esses escritores procuraram destacar a presença indígena no passado local como um elemento singular da história palmeirense. Destarte, procuraram ir além da simples explicação do nome do município, como uma associação ao Xukuru-Kariri e a abundância de palmeiras na região, buscaram preencher as lacunas existentes na história local, incorporando os indígenas como primeiros habitantes e símbolos do município, uma vez que acreditavam na inevitável incorporação assimilação dos indígenas à sociedade não indígena.


SOARES, Brunemberg Silva. O Museu Xucurus de História, Artes e Costumes como recurso didático para o ensino de história sobre Palmeira dos Índios/AL. Revista de Estudos Indígenas de Alagoas - Campiô Palmeira dos Índios, v. 2, n. 1, p. 4-19. 2023. Disponível em: https://periodicosuneal.emnuvens.com.br/campio/article/vi ew/425/373. Acesso em: 29 de nov. 2023 (adaptado) 
Com base no texto “A história de Palmeira dos Índios”, analise as afirmativas a seguir:

I. Em: “buscaram preencher as lacunas existentes na história local, incorporando os indígenas como primeiros habitantes e símbolos do município, uma vez que acreditavam na inevitável incorporação assimilação dos indígenas à sociedade não indígena.”, o trecho destacado é uma oração subordinada adverbial de modo, identificada, dentre outros fatores, pela função adverbial assumida pelo verbo principal, em decorrência da forma nominal no gerúndio.
II. Em: “Palmeira dos Índios é um município situado no semiárido alagoano, cuja história de origem é marcada por conflitos territoriais entre os povos indígenas Xukuru e Kariri, primeiros habitantes na região, e não indígenas que colonizaram a região em fins do século XVIII”, todos os trechos destacados são locuções adverbiais, sendo as duas primeiras, de lugar, e a última, de tempo. 

Marque a alternativa correta: 
Alternativas
Q2352418 Português
Texto 2

A história de Palmeira dos Índios

Palmeira dos Índios é um município situado no semiárido alagoano, cuja história de origem é marcada por conflitos territoriais entre os povos indígenas Xukuru e Kariri, primeiros habitantes na região, e não indígenas que colonizaram a região em fins do século XVIII, ocupando as melhores áreas a partir da expulsão dos índios das planícies férteis onde, posteriormente, foi fundado um aldeamento que deu origem à cidade. Como resultado desse povoamento colonizatório, os indígenas foram forçados a fugir para outras áreas, se estabelecendo principalmente nas serras ao entorno do vale que abrigou o núcleo urbano.
Na primeira metade do século XX, o município experimentou um considerável desenvolvimento urbano, se tornando um dos principais centros comerciais do estado, com a produção e comércio de algodão e de outros produtos relacionados à indústria têxtil, esse momento "áureo" de sua história lhe rendeu o título de "Princesa do Sertão", alcunha forjada por memorialistas palmeirenses que buscavam escrever a história local, destacando as virtudes da cidade. Atualmente, o município tem como atividades econômicas principais o comércio, a prestação de serviços, a agricultura familiar e a agropecuária, estando a maior parte de suas terras concentradas por latifundiários, membros de famílias ricas que se destacam na política e detém boa parte do controle econômico local.
Em se tratando da história local, o século XX, notadamente as últimas décadas da primeira metade e meados da segunda, foi um momento de crescente interesse sobre a escrita da história palmeirense. Nesse cenário, destacaramse escritores locais que assumiram a função de memorialistas, escrevendo uma narrativa "historiográfica" para o município. As obras de memorialistas palmeirenses se ocuparam com as mais variadas temáticas relacionadas à história, cultura, política e curiosidades cotidianas, narrativas que visavam contar a história do surgimento do município. 
Portanto, esses escritores procuraram destacar a presença indígena no passado local como um elemento singular da história palmeirense. Destarte, procuraram ir além da simples explicação do nome do município, como uma associação ao Xukuru-Kariri e a abundância de palmeiras na região, buscaram preencher as lacunas existentes na história local, incorporando os indígenas como primeiros habitantes e símbolos do município, uma vez que acreditavam na inevitável incorporação assimilação dos indígenas à sociedade não indígena.


SOARES, Brunemberg Silva. O Museu Xucurus de História, Artes e Costumes como recurso didático para o ensino de história sobre Palmeira dos Índios/AL. Revista de Estudos Indígenas de Alagoas - Campiô Palmeira dos Índios, v. 2, n. 1, p. 4-19. 2023. Disponível em: https://periodicosuneal.emnuvens.com.br/campio/article/vi ew/425/373. Acesso em: 29 de nov. 2023 (adaptado) 
Com base no texto “A história de Palmeira dos Índios”, analise as afirmativas a seguir:

I. Em: “Atualmente, o município tem como atividades econômicas principais o comércio, a prestação de serviços, a agricultura familiar e a agropecuária”, o artigo “a” está substantivando o termo “prestação”, em um processo de derivação imprópria. 
II. Em: “Portanto, esses escritores procuraram destacar a presença indígena no passado local como um elemento singular da história palmeirense”, os termos destacados, “singular” e “da história palmeirense”, têm a função de adjetivar o termo “elemento”.  

Marque a alternativa correta: 
Alternativas
Q2352413 Português
Texto 2

A história de Palmeira dos Índios

Palmeira dos Índios é um município situado no semiárido alagoano, cuja história de origem é marcada por conflitos territoriais entre os povos indígenas Xukuru e Kariri, primeiros habitantes na região, e não indígenas que colonizaram a região em fins do século XVIII, ocupando as melhores áreas a partir da expulsão dos índios das planícies férteis onde, posteriormente, foi fundado um aldeamento que deu origem à cidade. Como resultado desse povoamento colonizatório, os indígenas foram forçados a fugir para outras áreas, se estabelecendo principalmente nas serras ao entorno do vale que abrigou o núcleo urbano.
Na primeira metade do século XX, o município experimentou um considerável desenvolvimento urbano, se tornando um dos principais centros comerciais do estado, com a produção e comércio de algodão e de outros produtos relacionados à indústria têxtil, esse momento "áureo" de sua história lhe rendeu o título de "Princesa do Sertão", alcunha forjada por memorialistas palmeirenses que buscavam escrever a história local, destacando as virtudes da cidade. Atualmente, o município tem como atividades econômicas principais o comércio, a prestação de serviços, a agricultura familiar e a agropecuária, estando a maior parte de suas terras concentradas por latifundiários, membros de famílias ricas que se destacam na política e detém boa parte do controle econômico local.
Em se tratando da história local, o século XX, notadamente as últimas décadas da primeira metade e meados da segunda, foi um momento de crescente interesse sobre a escrita da história palmeirense. Nesse cenário, destacaramse escritores locais que assumiram a função de memorialistas, escrevendo uma narrativa "historiográfica" para o município. As obras de memorialistas palmeirenses se ocuparam com as mais variadas temáticas relacionadas à história, cultura, política e curiosidades cotidianas, narrativas que visavam contar a história do surgimento do município. 
Portanto, esses escritores procuraram destacar a presença indígena no passado local como um elemento singular da história palmeirense. Destarte, procuraram ir além da simples explicação do nome do município, como uma associação ao Xukuru-Kariri e a abundância de palmeiras na região, buscaram preencher as lacunas existentes na história local, incorporando os indígenas como primeiros habitantes e símbolos do município, uma vez que acreditavam na inevitável incorporação assimilação dos indígenas à sociedade não indígena.


SOARES, Brunemberg Silva. O Museu Xucurus de História, Artes e Costumes como recurso didático para o ensino de história sobre Palmeira dos Índios/AL. Revista de Estudos Indígenas de Alagoas - Campiô Palmeira dos Índios, v. 2, n. 1, p. 4-19. 2023. Disponível em: https://periodicosuneal.emnuvens.com.br/campio/article/vi ew/425/373. Acesso em: 29 de nov. 2023 (adaptado) 
Com base no texto “A história de Palmeira dos Índios”, analise as afirmativas a seguir:

I. Em: “Na primeira metade do século XX, o município experimentou um considerável desenvolvimento urbano, se tornando um dos principais centros comerciais do estado,”, o adjetivo destacado indica que o desenvolvimento experimentado pela cidade foi de pequena dimensão, devendo, mesmo assim, ser considerado. 
II. Em: “Portanto, esses escritores procuraram destacar a presença indígena no passado local como um elemento singular da história palmeirense.”, a conjunção coordenativa conclusiva destacada poderia ser substituída por “destarte” sem prejuízo de sentido. 

Marque a alternativa correta: 
Alternativas
Q2352412 Português
Texto 1

Docentes e a síndrome de Burnout 


        Burnout é um fenômeno complexo e multifatorial resultante da interação entre aspectos individuais e o ambiente de trabalho. Observa-se que esse fenômeno que assola o professor pode advir de fatores também de natureza político, econômica e social, ou até mesmo de natureza estritamente escolar e/ou pessoal. No sistema público de educação, o esgotamento físico e psíquico do professor torna-se mais evidente. Grandes jornadas de trabalho, diferentes escolas para lecionar, falta de infraestrutura e salário baixo, soma-se ainda ao problema com alunos, que de maneira geral, não estão dispostos a aprender e aos pais que estão dispostos a cobrar da escola e professores educação para os filhos. Diante de tal quadro, a cobrança e o desempenho ficam claramente comprometidos, uma vez que o professor acaba cobrando de si próprio o que já não consegue exercer de maneira satisfatória. 
        Ansiedade, irritação, dores difusas e uma grande frustração, estão sempre presentes, pois a dificuldade de lidar com a situação são enormes, na grande maioria das vezes o profissional não está preparado, pois não tem sequer conhecimento da síndrome. Com o passar do tempo, as crises tendem a ser mais proeminentes, e a perspectiva de melhora fica longe do alcance. Isso faz com que grande parte destes profissionais procurem ajuda, às vezes tardia, quando a síndrome está instalada há muito tempo, e causando sintomas físicos e psíquicos seríssimos, levando a afastamento e aposentadoria precoce.


PEREIRA, Liliane G. Figueiredo; GAIARDO, Viviane Almeida. Docentes e a síndrome de burnout. Revista Científica Semana Acadêmica, v. 1, n. 85, 2016. Disponível em: https://semanaacademica.org.br/system/files/artigos/doce ntes_e_a_sindrome_de_burnout_pdf.pdf. Acesso em: 29 de nov. 2023. (adaptado)
Com base no texto “Docentes e a síndrome de Burnout”, analise as afirmativas a seguir:

I. Em: “Com o passar do tempo, as crises tendem a ser mais proeminentes, e a perspectiva de melhora fica longe do alcance.”, realizar alterações na concordância de número do trecho destacado não acarretaria nenhum prejuízo sintático para as duas orações que estão logo após o trecho em análise.
II. Em: “Diante de tal quadro, a cobrança e o desempenho ficam claramente comprometidos, uma vez que o professor acaba cobrando de si próprio o que já não consegue exercer de maneira satisfatória.”, os termos em destaque compõem uma locução conjuntiva que situa o leitor em relação à progressão temática do texto. 

Marque a alternativa correta: 
Alternativas
Q2352410 Português
Texto 1

Docentes e a síndrome de Burnout 


        Burnout é um fenômeno complexo e multifatorial resultante da interação entre aspectos individuais e o ambiente de trabalho. Observa-se que esse fenômeno que assola o professor pode advir de fatores também de natureza político, econômica e social, ou até mesmo de natureza estritamente escolar e/ou pessoal. No sistema público de educação, o esgotamento físico e psíquico do professor torna-se mais evidente. Grandes jornadas de trabalho, diferentes escolas para lecionar, falta de infraestrutura e salário baixo, soma-se ainda ao problema com alunos, que de maneira geral, não estão dispostos a aprender e aos pais que estão dispostos a cobrar da escola e professores educação para os filhos. Diante de tal quadro, a cobrança e o desempenho ficam claramente comprometidos, uma vez que o professor acaba cobrando de si próprio o que já não consegue exercer de maneira satisfatória. 
        Ansiedade, irritação, dores difusas e uma grande frustração, estão sempre presentes, pois a dificuldade de lidar com a situação são enormes, na grande maioria das vezes o profissional não está preparado, pois não tem sequer conhecimento da síndrome. Com o passar do tempo, as crises tendem a ser mais proeminentes, e a perspectiva de melhora fica longe do alcance. Isso faz com que grande parte destes profissionais procurem ajuda, às vezes tardia, quando a síndrome está instalada há muito tempo, e causando sintomas físicos e psíquicos seríssimos, levando a afastamento e aposentadoria precoce.


PEREIRA, Liliane G. Figueiredo; GAIARDO, Viviane Almeida. Docentes e a síndrome de burnout. Revista Científica Semana Acadêmica, v. 1, n. 85, 2016. Disponível em: https://semanaacademica.org.br/system/files/artigos/doce ntes_e_a_sindrome_de_burnout_pdf.pdf. Acesso em: 29 de nov. 2023. (adaptado)
Com base no texto “Docentes e a síndrome de Burnout”, analise as afirmativas a seguir:

I. Em: “No sistema público de educação, o esgotamento físico e psíquico do professor torna-se mais evidente.”, o trecho destacado compõe o sujeito composto da oração em análise.
II. Em: “Isso faz com que grande parte destes profissionais procurem ajuda, às vezes tardia, quando a síndrome está instalada há muito tempo, e causando sintomas físicos e psíquicos seríssimos, levando a afastamento e aposentadoria precoce.”, o verbo destacado está conjugado no presente do modo imperativo.  

Marque a alternativa correta: 
Alternativas
Respostas
15521: D
15522: D
15523: D
15524: B
15525: D
15526: C
15527: D
15528: E
15529: D
15530: A
15531: D
15532: A
15533: D
15534: A
15535: A
15536: B
15537: D
15538: C
15539: B
15540: D