Questões de Concurso Comentadas sobre sintaxe em português

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Q2496673 Português
Os avanços da tecnologia e seus impactos na educação



       Vivemos em tempos de rápidas mudanças e evoluções tecnológicas que impactam de forma significativa as mais diversas esferas da sociedade, entre elas a educação. Utilizada com sabedoria, ela nos permite adquirir novos conhecimentos e potencializa o aprendizado ao longo da vida.

       Para entender o impacto da tecnologia e de seus avanços no setor educacional, não precisamos olhar muito longe. Muitos de nós, ao cursar o ensino básico e/ou superior, dependíamos de livros físicos e enciclopédias para realizarmos pesquisas e consultas. Hoje, com um simples toque no celular, estudantes têm acesso a uma infinidade de conteúdos, artigos, vídeos explicativos e inúmeros recursos em questão de segundos. Essa facilidade e praticidade inovaram a forma de estudar, principalmente a partir da Geração Z, e trouxeram ainda mais possibilidades de explorar e se aprofundar em incontáveis tópicos que serão vistos pela Geração Alfa e posteriores.

        Uma das maiores críticas relacionadas ao uso desse sistema para o aprendizado se diz respeito à falta de moderação na consulta por parte dos estudantes. Ou seja, as ferramentas que deveriam ser utilizadas como uma forma de orientação e ampliação de conhecimento muitas vezes são recorridas para cópia de textos e respostas sem qualquer intenção de real análise crítica e/ou absorção de conhecimento. No entanto, limitar esse problema à tecnologia seria uma ideia equivocada, uma vez que plagiar um conteúdo não é algo novo, a única diferença é a facilidade com que isso pode ser feito por meio do uso de Inteligência Artificial. Por outro lado, esses mesmos avanços tecnológicos foram responsáveis por democratizar e ampliar o acesso a informações didáticas sobre as incontáveis áreas do conhecimento.

     Incorporar esses recursos em aula mostrou-se muito mais eficiente para a aprendizagem, ao passo em que proporciona mais interatividade, autonomia e variedade de metodologias para os estudantes, o que beneficia a experiência individual dos mesmos e aumenta sua produtividade em sala de aula.

        Atualmente, existem até mesmo grupos e comunidades em redes sociais voltadas para os estudos e para o aprendizado. Internautas utilizam desses espaços digitais para trocarem conhecimentos, tirarem dúvidas entre si, compartilharem técnicas para melhor aproveitamento, superando barreiras geográficas e sociais. Tal possibilidade, se imaginada três décadas atrás, seria vista como um cenário praticamente utópico e transformador para a esfera educacional. Hoje, a vivenciamos em tempo real. Por que não aproveitar dessa realidade em todo o seu potencial?

     Foi esse um dos questionamentos que motivaram a criação da Workalove, com a missão de guiar as instituições de ensino a explorarem a riqueza de seus dados e conexões, por meio de uma plataforma que serve como um elo entre elas, estudantes e empresas. Com toda tecnologia utilizada, é possível criar um ambiente em que as tendências do mercado de trabalho sejam aplicadas em sala de aula, preparando de forma mais efetiva o aluno para sua carreira profissional, já que a porta ainda é estreita para a inserção dos jovens no mercado de trabalho.

    À medida que o estudante alimenta a plataforma com dados específicos, os algoritmos aprendem sobre a personalidade, interesses e valores, para que as instituições recomendem não só os cursos mais alinhados ao perfil dele, mas também as atividades extracurriculares que irão aumentar o potencial de empregabilidade para este usuário. Toda essa inteligência contribui não somente para um programa completo de desenvolvimento de carreira, mas com autoconhecimento, mentoria, networking, curadoria de conteúdos, recomendações das vagas públicas e privadas, acadêmicas e empreendedoras que se enquadram ao candidato.

     Atualmente, mais de 1 milhão e 300 mil estudantes estão sendo impactados pela cultura de carreira da Workalove e os frutos desse processo serão colhidos por toda a sociedade, que poderá contar com profissionais capacitados e atualizados. Aliar a tecnologia à educação, portanto, traz benefícios que incluem e não se limitam à aprendizagem, mas também aos resultados e, principalmente, ao futuro. 



(Fernanda Verdolin. Disponível em: https://www.gazetadopovo.com.br/opiniao/artigos/os-avancos-da-tecnologia-e-seus-impactos-na-educacao/.Acesso em: 30/01/2024.)

Quanto à função sintática dos termos sublinhados, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q2496671 Português
Os avanços da tecnologia e seus impactos na educação



       Vivemos em tempos de rápidas mudanças e evoluções tecnológicas que impactam de forma significativa as mais diversas esferas da sociedade, entre elas a educação. Utilizada com sabedoria, ela nos permite adquirir novos conhecimentos e potencializa o aprendizado ao longo da vida.

       Para entender o impacto da tecnologia e de seus avanços no setor educacional, não precisamos olhar muito longe. Muitos de nós, ao cursar o ensino básico e/ou superior, dependíamos de livros físicos e enciclopédias para realizarmos pesquisas e consultas. Hoje, com um simples toque no celular, estudantes têm acesso a uma infinidade de conteúdos, artigos, vídeos explicativos e inúmeros recursos em questão de segundos. Essa facilidade e praticidade inovaram a forma de estudar, principalmente a partir da Geração Z, e trouxeram ainda mais possibilidades de explorar e se aprofundar em incontáveis tópicos que serão vistos pela Geração Alfa e posteriores.

        Uma das maiores críticas relacionadas ao uso desse sistema para o aprendizado se diz respeito à falta de moderação na consulta por parte dos estudantes. Ou seja, as ferramentas que deveriam ser utilizadas como uma forma de orientação e ampliação de conhecimento muitas vezes são recorridas para cópia de textos e respostas sem qualquer intenção de real análise crítica e/ou absorção de conhecimento. No entanto, limitar esse problema à tecnologia seria uma ideia equivocada, uma vez que plagiar um conteúdo não é algo novo, a única diferença é a facilidade com que isso pode ser feito por meio do uso de Inteligência Artificial. Por outro lado, esses mesmos avanços tecnológicos foram responsáveis por democratizar e ampliar o acesso a informações didáticas sobre as incontáveis áreas do conhecimento.

     Incorporar esses recursos em aula mostrou-se muito mais eficiente para a aprendizagem, ao passo em que proporciona mais interatividade, autonomia e variedade de metodologias para os estudantes, o que beneficia a experiência individual dos mesmos e aumenta sua produtividade em sala de aula.

        Atualmente, existem até mesmo grupos e comunidades em redes sociais voltadas para os estudos e para o aprendizado. Internautas utilizam desses espaços digitais para trocarem conhecimentos, tirarem dúvidas entre si, compartilharem técnicas para melhor aproveitamento, superando barreiras geográficas e sociais. Tal possibilidade, se imaginada três décadas atrás, seria vista como um cenário praticamente utópico e transformador para a esfera educacional. Hoje, a vivenciamos em tempo real. Por que não aproveitar dessa realidade em todo o seu potencial?

     Foi esse um dos questionamentos que motivaram a criação da Workalove, com a missão de guiar as instituições de ensino a explorarem a riqueza de seus dados e conexões, por meio de uma plataforma que serve como um elo entre elas, estudantes e empresas. Com toda tecnologia utilizada, é possível criar um ambiente em que as tendências do mercado de trabalho sejam aplicadas em sala de aula, preparando de forma mais efetiva o aluno para sua carreira profissional, já que a porta ainda é estreita para a inserção dos jovens no mercado de trabalho.

    À medida que o estudante alimenta a plataforma com dados específicos, os algoritmos aprendem sobre a personalidade, interesses e valores, para que as instituições recomendem não só os cursos mais alinhados ao perfil dele, mas também as atividades extracurriculares que irão aumentar o potencial de empregabilidade para este usuário. Toda essa inteligência contribui não somente para um programa completo de desenvolvimento de carreira, mas com autoconhecimento, mentoria, networking, curadoria de conteúdos, recomendações das vagas públicas e privadas, acadêmicas e empreendedoras que se enquadram ao candidato.

     Atualmente, mais de 1 milhão e 300 mil estudantes estão sendo impactados pela cultura de carreira da Workalove e os frutos desse processo serão colhidos por toda a sociedade, que poderá contar com profissionais capacitados e atualizados. Aliar a tecnologia à educação, portanto, traz benefícios que incluem e não se limitam à aprendizagem, mas também aos resultados e, principalmente, ao futuro. 



(Fernanda Verdolin. Disponível em: https://www.gazetadopovo.com.br/opiniao/artigos/os-avancos-da-tecnologia-e-seus-impactos-na-educacao/.Acesso em: 30/01/2024.)

Quanto à regência do verbo “limitar” em “No entanto, limitar esse problema à tecnologia seria uma ideia equivocada, [...]” (3º§), assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q2496670 Português
Bullying e capacitismo: é preciso começar pelo respeito


       O governo federal sancionou a lei que torna crime o bullying e o cyberbullying. A partir de agora, o Código Penal atribui penas de multa e prisão para aqueles que cometerem intimidação sistemática em atos de humilhação e discriminação, com violência física ou psicológica, especialmente contra crianças e adolescentes.

        A nova legislação institui também a Política Nacional de Prevenção e Combate ao Abuso e Exploração Sexual da Criança e Adolescente, com medidas como transformar em crime hediondo o estímulo ao suicídio pela internet, sequestro, cárcere privado ou tráfico de crianças e adolescentes, inclusive responsabilizando aqueles que transmitem ou exibem mensagens que colocam em risco a integridade dessas pessoas.

      Essas medidas são duras, mas necessárias. Em um momento em que a tecnologia promove uma rede social virtual com enorme influência no comportamento humano, onde a emissão de opiniões é facilitada e sem restrições, precisamos estabelecer limites. E o limite precisa ser o da civilidade, do respeito, da tolerância, da convivência fraterna e da construção de uma sociedade mais solidária.

     O bullying é um comportamento perverso e destrutivo. É uma prática insistente que deprecia a relação entre as pessoas, promovendo danos psicológicos que afetam o rendimento escolar, a construção de carreiras profissionais e a própria participação na família e na sociedade. E essa agressão parte geralmente de detalhes maldosos ou diferenças, geralmente de características físicas, emocionais ou intelectuais.

    Chamamos de capacitismo a discriminação e o preconceito direcionados às pessoas com deficiência, atitude que desconsidera a individualidade do ser humano e reproduz comentários opressores que classificam e segregam autoritariamente a sociedade entre os superiores e os inferiores ou subalternos. Isso acontece entre homens e mulheres, entre as etnias e também entre pessoas sem e com algum tipo de deficiência.

       Além do avanço da legislação penal, precisamos internalizar, nas relações sociais, o respeito para com as diferenças. Cada ser humano tem suas características e potencialidades. É essa diferença e a capacidade de se relacionar com elas que caracterizam a nossa caminhada civilizatória, uma organização social cada vez mais comprometida com a felicidade humana.

    Temos grandes exemplos na história de pessoas com deficiência, intelectual ou física, que deixaram heranças culturais gigantescas que dignificam nossas vidas até hoje, como Stephen Hawking, Frida Kahlo, Van Gogh, Herbert Vianna ou nosso supernadador paraolímpico Daniel Dias. A Nona Sinfonia de Beethoven foi produzida quando ele já estava totalmente sem audição. Hoje, com o apoio da ciência, temos pessoas com deficiência atuando na política, nas artes, no cinema, em cargos de gestão pública, desempenhando qualquer atividade profissional.

      Se antes a piada capacitista na escola era motivo de diversão, agora é crime. O constrangimento sistemático contra uma pessoa com deficiência é um comportamento que precisa ser banido, eliminado e culturalmente combatido. A zoação contra a deficiência não é divertida, é cruel e pode causar danos profundos nas pessoas. Se queremos ser pessoas melhores, com uma sociedade melhor e uma vida melhor para viver bem, precisamos começar pelo respeito às diferenças.



(Ana Paula Lima. Disponível em: correiobraziliense.com.br/opiniao/2024/01/6789724-bullying-e-capacitismo-e-preciso-comecar-pelo-respeito.html.Acesso em: 03/02/2024.)

No trecho “[...] o respeito para com as diferenças.” (6º§), a locução prepositiva está corretamente empregada. Assinale a alternativa cuja regência do termo sublinhado está INCORRETA.
Alternativas
Q2496669 Português
Bullying e capacitismo: é preciso começar pelo respeito


       O governo federal sancionou a lei que torna crime o bullying e o cyberbullying. A partir de agora, o Código Penal atribui penas de multa e prisão para aqueles que cometerem intimidação sistemática em atos de humilhação e discriminação, com violência física ou psicológica, especialmente contra crianças e adolescentes.

        A nova legislação institui também a Política Nacional de Prevenção e Combate ao Abuso e Exploração Sexual da Criança e Adolescente, com medidas como transformar em crime hediondo o estímulo ao suicídio pela internet, sequestro, cárcere privado ou tráfico de crianças e adolescentes, inclusive responsabilizando aqueles que transmitem ou exibem mensagens que colocam em risco a integridade dessas pessoas.

      Essas medidas são duras, mas necessárias. Em um momento em que a tecnologia promove uma rede social virtual com enorme influência no comportamento humano, onde a emissão de opiniões é facilitada e sem restrições, precisamos estabelecer limites. E o limite precisa ser o da civilidade, do respeito, da tolerância, da convivência fraterna e da construção de uma sociedade mais solidária.

     O bullying é um comportamento perverso e destrutivo. É uma prática insistente que deprecia a relação entre as pessoas, promovendo danos psicológicos que afetam o rendimento escolar, a construção de carreiras profissionais e a própria participação na família e na sociedade. E essa agressão parte geralmente de detalhes maldosos ou diferenças, geralmente de características físicas, emocionais ou intelectuais.

    Chamamos de capacitismo a discriminação e o preconceito direcionados às pessoas com deficiência, atitude que desconsidera a individualidade do ser humano e reproduz comentários opressores que classificam e segregam autoritariamente a sociedade entre os superiores e os inferiores ou subalternos. Isso acontece entre homens e mulheres, entre as etnias e também entre pessoas sem e com algum tipo de deficiência.

       Além do avanço da legislação penal, precisamos internalizar, nas relações sociais, o respeito para com as diferenças. Cada ser humano tem suas características e potencialidades. É essa diferença e a capacidade de se relacionar com elas que caracterizam a nossa caminhada civilizatória, uma organização social cada vez mais comprometida com a felicidade humana.

    Temos grandes exemplos na história de pessoas com deficiência, intelectual ou física, que deixaram heranças culturais gigantescas que dignificam nossas vidas até hoje, como Stephen Hawking, Frida Kahlo, Van Gogh, Herbert Vianna ou nosso supernadador paraolímpico Daniel Dias. A Nona Sinfonia de Beethoven foi produzida quando ele já estava totalmente sem audição. Hoje, com o apoio da ciência, temos pessoas com deficiência atuando na política, nas artes, no cinema, em cargos de gestão pública, desempenhando qualquer atividade profissional.

      Se antes a piada capacitista na escola era motivo de diversão, agora é crime. O constrangimento sistemático contra uma pessoa com deficiência é um comportamento que precisa ser banido, eliminado e culturalmente combatido. A zoação contra a deficiência não é divertida, é cruel e pode causar danos profundos nas pessoas. Se queremos ser pessoas melhores, com uma sociedade melhor e uma vida melhor para viver bem, precisamos começar pelo respeito às diferenças.



(Ana Paula Lima. Disponível em: correiobraziliense.com.br/opiniao/2024/01/6789724-bullying-e-capacitismo-e-preciso-comecar-pelo-respeito.html.Acesso em: 03/02/2024.)

Acerca do período “Se queremos ser pessoas melhores, com uma sociedade melhor e uma vida melhor para viver bem, precisamos começar pelo respeito às diferenças.” (8º§), assinale a afirmativa correta. 
Alternativas
Q2496668 Português
Bullying e capacitismo: é preciso começar pelo respeito


       O governo federal sancionou a lei que torna crime o bullying e o cyberbullying. A partir de agora, o Código Penal atribui penas de multa e prisão para aqueles que cometerem intimidação sistemática em atos de humilhação e discriminação, com violência física ou psicológica, especialmente contra crianças e adolescentes.

        A nova legislação institui também a Política Nacional de Prevenção e Combate ao Abuso e Exploração Sexual da Criança e Adolescente, com medidas como transformar em crime hediondo o estímulo ao suicídio pela internet, sequestro, cárcere privado ou tráfico de crianças e adolescentes, inclusive responsabilizando aqueles que transmitem ou exibem mensagens que colocam em risco a integridade dessas pessoas.

      Essas medidas são duras, mas necessárias. Em um momento em que a tecnologia promove uma rede social virtual com enorme influência no comportamento humano, onde a emissão de opiniões é facilitada e sem restrições, precisamos estabelecer limites. E o limite precisa ser o da civilidade, do respeito, da tolerância, da convivência fraterna e da construção de uma sociedade mais solidária.

     O bullying é um comportamento perverso e destrutivo. É uma prática insistente que deprecia a relação entre as pessoas, promovendo danos psicológicos que afetam o rendimento escolar, a construção de carreiras profissionais e a própria participação na família e na sociedade. E essa agressão parte geralmente de detalhes maldosos ou diferenças, geralmente de características físicas, emocionais ou intelectuais.

    Chamamos de capacitismo a discriminação e o preconceito direcionados às pessoas com deficiência, atitude que desconsidera a individualidade do ser humano e reproduz comentários opressores que classificam e segregam autoritariamente a sociedade entre os superiores e os inferiores ou subalternos. Isso acontece entre homens e mulheres, entre as etnias e também entre pessoas sem e com algum tipo de deficiência.

       Além do avanço da legislação penal, precisamos internalizar, nas relações sociais, o respeito para com as diferenças. Cada ser humano tem suas características e potencialidades. É essa diferença e a capacidade de se relacionar com elas que caracterizam a nossa caminhada civilizatória, uma organização social cada vez mais comprometida com a felicidade humana.

    Temos grandes exemplos na história de pessoas com deficiência, intelectual ou física, que deixaram heranças culturais gigantescas que dignificam nossas vidas até hoje, como Stephen Hawking, Frida Kahlo, Van Gogh, Herbert Vianna ou nosso supernadador paraolímpico Daniel Dias. A Nona Sinfonia de Beethoven foi produzida quando ele já estava totalmente sem audição. Hoje, com o apoio da ciência, temos pessoas com deficiência atuando na política, nas artes, no cinema, em cargos de gestão pública, desempenhando qualquer atividade profissional.

      Se antes a piada capacitista na escola era motivo de diversão, agora é crime. O constrangimento sistemático contra uma pessoa com deficiência é um comportamento que precisa ser banido, eliminado e culturalmente combatido. A zoação contra a deficiência não é divertida, é cruel e pode causar danos profundos nas pessoas. Se queremos ser pessoas melhores, com uma sociedade melhor e uma vida melhor para viver bem, precisamos começar pelo respeito às diferenças.



(Ana Paula Lima. Disponível em: correiobraziliense.com.br/opiniao/2024/01/6789724-bullying-e-capacitismo-e-preciso-comecar-pelo-respeito.html.Acesso em: 03/02/2024.)

A flexão do verbo se relaciona ao sujeito da oração. A partir dessa consideração, assinale a alternativa cujo sujeito do verbo sublinhado está corretamente indicado.
Alternativas
Q2496582 Português
Orações subordinadas adjetivas são aquelas que exercem a função de adjetivo. Assinalar a alternativa que NÃO apresenta uma oração subordinada adjetiva.
Alternativas
Q2496581 Português
Qual das alternativas apresenta uma oração com erro de regência?
Alternativas
Q2496390 Português

Barata entende


    Nesta casa, quando vim para cá, havia muitas baratas. Grandes, lentas, parecidas umas com as outras. Eram vistas à noite saindo da cozinha e passavam por mim, muitas vezes, aos pares, como as mulheres amigas que passeiam conversando.

    Havia uma que não se juntava com as outras e era diferente. Um pouco mais clara, talvez. Mais alazã. Essa, quando eu estava escrevendo, se punha defronte, em cima da Antologia poética, de Vinicius de Moraes, e ficava me olhando. A princípio, a testemunha, a vigilância, sua simples presença me causava um certo desconforto. Depois, já não me fazia o menor mal. Ao contrário, quando parava para pensar, fitava-a e as ideias me vinham mais depressa.

    Uma noite, demorou a aparecer e, enquanto a esperei, confesso, não estivesse sossegado. Imaginei que lhe houvesse acontecido alguma coisa. Tivesse comido um pó errado. Encontrado uma dessas gatas lascivas, que matam as baratas aos pouquinhos, brincando com elas. Só sei que, quando levantei os olhos e a vi, outra vez, em cima da Antologia Poética, não contive o grito:

    — Onde é que você andava!?

    A barata desceu do livro e começou a caminhar, na direção do banheiro. Parou, na porta, e voltou-se para mim, como que pedindo que a seguisse. Não me custava nada. Era a primeira vez. No banheiro, no canto onde se guardavam as vassourinhas e o desentupidor, parou. Ficou parada. Com um ar de “olhe para isso”. Lá, havia um pó amarelo, que a cozinheira, sem me consultar e absolutamente certa de que estava prestando um grande serviço, comprara. Eu precisava fazer qualquer coisa para minha barata saber que não era eu, que não fora eu, que não seria eu, nunca…

    Abaixei-me e, quando ia começar a varrer o veneno, descobri que a pobrezinha, antes, tinha ido no pó. Estava com as patinhas e a boca sujas de amarelo. Além disso, já se punha mal nas pernas. Ia morrer, como de fato morreu, minutos depois, erguendo-se sobre o traseiro e caindo, pesadamente, de barriga para cima. Então, eu lhe gritei, com toda voz e toda inocência:

    — Olha, barata, não fui eu, não!

    No dia seguinte, porque as outras não me interessavam, ou temendo que viesse, um dia, a me interessar por outra, telefonei para Insetisan e pedi que mandassem dedetizar a casa.


(Vento vadio: as crônicas de Antônio Maria. Pesquisa, organização e introdução de Guilherme Tauil, Todavia, 2021, pp. 391-392. Publicada originalmente em: O Jornal, de 10/11/1962.)

Considere o trecho “Estava com as patinhas e a boca sujas de amarelo.” (6º§), bem como as flexões nominais em suas reescritas a seguir. De modo a respeitar a conformidade textual com os parâmetros da gramática normativa quanto à concordância nominal, bem como a fidelidade com o sentido original do texto, pode-se afirmar que uma reescrita adequada da frase consta em:
Alternativas
Q2496389 Português

Barata entende


    Nesta casa, quando vim para cá, havia muitas baratas. Grandes, lentas, parecidas umas com as outras. Eram vistas à noite saindo da cozinha e passavam por mim, muitas vezes, aos pares, como as mulheres amigas que passeiam conversando.

    Havia uma que não se juntava com as outras e era diferente. Um pouco mais clara, talvez. Mais alazã. Essa, quando eu estava escrevendo, se punha defronte, em cima da Antologia poética, de Vinicius de Moraes, e ficava me olhando. A princípio, a testemunha, a vigilância, sua simples presença me causava um certo desconforto. Depois, já não me fazia o menor mal. Ao contrário, quando parava para pensar, fitava-a e as ideias me vinham mais depressa.

    Uma noite, demorou a aparecer e, enquanto a esperei, confesso, não estivesse sossegado. Imaginei que lhe houvesse acontecido alguma coisa. Tivesse comido um pó errado. Encontrado uma dessas gatas lascivas, que matam as baratas aos pouquinhos, brincando com elas. Só sei que, quando levantei os olhos e a vi, outra vez, em cima da Antologia Poética, não contive o grito:

    — Onde é que você andava!?

    A barata desceu do livro e começou a caminhar, na direção do banheiro. Parou, na porta, e voltou-se para mim, como que pedindo que a seguisse. Não me custava nada. Era a primeira vez. No banheiro, no canto onde se guardavam as vassourinhas e o desentupidor, parou. Ficou parada. Com um ar de “olhe para isso”. Lá, havia um pó amarelo, que a cozinheira, sem me consultar e absolutamente certa de que estava prestando um grande serviço, comprara. Eu precisava fazer qualquer coisa para minha barata saber que não era eu, que não fora eu, que não seria eu, nunca…

    Abaixei-me e, quando ia começar a varrer o veneno, descobri que a pobrezinha, antes, tinha ido no pó. Estava com as patinhas e a boca sujas de amarelo. Além disso, já se punha mal nas pernas. Ia morrer, como de fato morreu, minutos depois, erguendo-se sobre o traseiro e caindo, pesadamente, de barriga para cima. Então, eu lhe gritei, com toda voz e toda inocência:

    — Olha, barata, não fui eu, não!

    No dia seguinte, porque as outras não me interessavam, ou temendo que viesse, um dia, a me interessar por outra, telefonei para Insetisan e pedi que mandassem dedetizar a casa.


(Vento vadio: as crônicas de Antônio Maria. Pesquisa, organização e introdução de Guilherme Tauil, Todavia, 2021, pp. 391-392. Publicada originalmente em: O Jornal, de 10/11/1962.)

Considere o termo sublinhado em “No dia seguinte, porque as outras não me interessavam, ou temendo que viesse, um dia, a me interessar por outra, telefonei para Insetisan e pedi que mandassem dedetizar a casa.” (8º§). É correto afirmar que os termos dispostos nas alternativas a seguir poderiam adequadamente substituí-lo de modo a exprimir causa, EXCETO:
Alternativas
Q2496381 Português

Barata entende


    Nesta casa, quando vim para cá, havia muitas baratas. Grandes, lentas, parecidas umas com as outras. Eram vistas à noite saindo da cozinha e passavam por mim, muitas vezes, aos pares, como as mulheres amigas que passeiam conversando.

    Havia uma que não se juntava com as outras e era diferente. Um pouco mais clara, talvez. Mais alazã. Essa, quando eu estava escrevendo, se punha defronte, em cima da Antologia poética, de Vinicius de Moraes, e ficava me olhando. A princípio, a testemunha, a vigilância, sua simples presença me causava um certo desconforto. Depois, já não me fazia o menor mal. Ao contrário, quando parava para pensar, fitava-a e as ideias me vinham mais depressa.

    Uma noite, demorou a aparecer e, enquanto a esperei, confesso, não estivesse sossegado. Imaginei que lhe houvesse acontecido alguma coisa. Tivesse comido um pó errado. Encontrado uma dessas gatas lascivas, que matam as baratas aos pouquinhos, brincando com elas. Só sei que, quando levantei os olhos e a vi, outra vez, em cima da Antologia Poética, não contive o grito:

    — Onde é que você andava!?

    A barata desceu do livro e começou a caminhar, na direção do banheiro. Parou, na porta, e voltou-se para mim, como que pedindo que a seguisse. Não me custava nada. Era a primeira vez. No banheiro, no canto onde se guardavam as vassourinhas e o desentupidor, parou. Ficou parada. Com um ar de “olhe para isso”. Lá, havia um pó amarelo, que a cozinheira, sem me consultar e absolutamente certa de que estava prestando um grande serviço, comprara. Eu precisava fazer qualquer coisa para minha barata saber que não era eu, que não fora eu, que não seria eu, nunca…

    Abaixei-me e, quando ia começar a varrer o veneno, descobri que a pobrezinha, antes, tinha ido no pó. Estava com as patinhas e a boca sujas de amarelo. Além disso, já se punha mal nas pernas. Ia morrer, como de fato morreu, minutos depois, erguendo-se sobre o traseiro e caindo, pesadamente, de barriga para cima. Então, eu lhe gritei, com toda voz e toda inocência:

    — Olha, barata, não fui eu, não!

    No dia seguinte, porque as outras não me interessavam, ou temendo que viesse, um dia, a me interessar por outra, telefonei para Insetisan e pedi que mandassem dedetizar a casa.


(Vento vadio: as crônicas de Antônio Maria. Pesquisa, organização e introdução de Guilherme Tauil, Todavia, 2021, pp. 391-392. Publicada originalmente em: O Jornal, de 10/11/1962.)

Considere a frase que dá início ao texto “Nesta casa, quando vim para cá, havia muitas baratas.” (1º§). Sobre o uso do verbo “haver” em sua flexão no singular nesse contexto, pode-se afirmar que está:
Alternativas
Q2496379 Português
Sobre concordância nominal do particípio passivo, conforme ensina Cegalla, analise as assertivas a seguir, assinalando V, se verdadeiras, ou F, se falsas:

( ) Na voz passiva, o particípio concorda em gênero e número com o sujeito, como os adjetivos.
( ) Quando o núcleo do sujeito é um coletivo numérico, pode-se, em geral, efetuar a concordância com o substantivo que o acompanha.
( ) Referindo-se a dois ou mais substantivos de gêneros diferentes, o particípio concordará no masculino plural.

A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
Alternativas
Ano: 2024 Banca: APICE Órgão: Prefeitura de Salgado de São Félix - PB Provas: APICE - 2024 - Prefeitura de Salgado de São Félix - PB - Médico Cardiologista | APICE - 2024 - Prefeitura de Salgado de São Félix - PB - Médico Ginecologista/Obstetra | APICE - 2024 - Prefeitura de Salgado de São Félix - PB - Médico Pediatra | APICE - 2024 - Prefeitura de Salgado de São Félix - PB - Médico Endocrinologista | APICE - 2024 - Prefeitura de Salgado de São Félix - PB - Médico do Trabalho | APICE - 2024 - Prefeitura de Salgado de São Félix - PB - Terapeuta Ocupacional | APICE - 2024 - Prefeitura de Salgado de São Félix - PB - Fonoaudiólogo - NASF | APICE - 2024 - Prefeitura de Salgado de São Félix - PB - Psicólogo | APICE - 2024 - Prefeitura de Salgado de São Félix - PB - Bibliotecário | APICE - 2024 - Prefeitura de Salgado de São Félix - PB - Assistente Social | APICE - 2024 - Prefeitura de Salgado de São Félix - PB - Farmacêutico | APICE - 2024 - Prefeitura de Salgado de São Félix - PB - Fisioterapeuta - NASF | APICE - 2024 - Prefeitura de Salgado de São Félix - PB - Fisioterapeuta Plantonista | APICE - 2024 - Prefeitura de Salgado de São Félix - PB - Procurador | APICE - 2024 - Prefeitura de Salgado de São Félix - PB - Auditor Fiscal | APICE - 2024 - Prefeitura de Salgado de São Félix - PB - Odontólogo - PSF | APICE - 2024 - Prefeitura de Salgado de São Félix - PB - Enfermeiro - PSF | APICE - 2024 - Prefeitura de Salgado de São Félix - PB - Nutricionista - NASF |
Q2496247 Português
Sabendo que, de acordo com Pestana (2013, p.712), “Predicativo é o termo sintático que expressa estado, qualidade ou condição do ser ao qual se refere, ou seja, é um atributo”, analise e classifique os predicativos das orações abaixo como predicativo do sujeito, predicativo do objeto direto ou predicativo do objeto indireto.

I- Meu filho se tornou um grande médico.
II- O povo elegeu-o presidente pela segunda vez.
III- Eles assistiram nervosos à partida.
IV- Eu preciso do meu marido consciente, doutor!

Após análise das orações acima, conclui-se que temos a seguinte ordem de classificação dos predicativos:
Alternativas
Q2496000 Português
Leia o texto a seguir:


 Cansado depois de uma reunião online? Cientistas descobrem o que causa fadiga e como evitá-la


Estudo da Universidade de Galway confirma que pessoas se sentem mais cansadas após videoconferências


Desde a pandemia de Covid-19, o aumento das reuniões virtuais e interações pelas telas deram espaço para um novo problema social: o cansaço causado pelas videochamadas, lives e outros modelos de conferências virtuais que os especialistas chamaram de “fadiga do Zoom”, em referência a um dos programas mais utilizados para essa finalidade.

Um estudo feito por acadêmicos da Universidade de Galway, na Irlanda, confirmou essa tendência e descobriu que as pessoas que participam dessas reuniões ficam ainda mais cansadas quando conseguem se ver na tela. Conduzida pelo professor Eoin Whelan, da Escola de Negócios e Economia, a análise foi feita por meio do monitoramento eletroencefalográfico (EEG) de 32 voluntários, sendo 16 homens e 16 mulheres, que participaram de uma reunião Zoom ao vivo, com o modo de autovisualização ativado e desativado em momentos diferentes.

Por meio do EEG, aparelho que registra a atividade espontânea no cérebro usando eletrodos colocados na cabeça, foi observado que os níveis de fadiga eram bem maiores durante os momentos em que os participantes podiam ver a própria imagem.

De acordo com estudos anteriores, baseados em relatos pessoais extraídos de entrevistas e questionários abertos, as mulheres experimentariam mais fadiga do Zoom do que os homens. Entre os principais motivos pensados para explicar essa diferença de gênero, os pesquisadores destacavam a maior autoconsciência que as mulheres têm da sua aparência quando se olham em um espelho.

No entanto, a pesquisa da Universidade de Galway contradiz as conclusões alcançadas no passado ao constatar que não foram captadas diferenças significantes no nível de fadiga neurofisiológica entre homens e mulheres.

Em um comunicado publicado no site da universidade, essas descobertas são celebradas como fundamentais para o estabelecimento de boas práticas para proteger o bem-estar dos funcionários na era do trabalho híbrido e remoto. — Nosso estudo mostra que a sensação de cansaço que você sente durante as videochamadas é real, e ver seu próprio reflexo torna tudo ainda mais cansativo. Simplesmente desligar a imagem espelhada pode ajudar a compensar o cansaço em reuniões virtuais — afirma Whelan.

Fonte: https://oglobo.globo.com/saude/noticia/2024/04/22/cansado-depois-deuma-reuniao-online-cientistas-descobrem-o-que-causa-fadiga-e-como-evita-la.ghtml?utm_source=Facebook&utm_medium=Social&utm_campaign=OGlobo. Acesso em 27 abr. 2024.
No trecho “os pesquisadores destacavam a maior autoconsciência que as mulheres têm da sua aparência quando se olham em um espelho” (4º parágrafo), há: 
Alternativas
Q2495995 Português
Leia o texto a seguir:


 Cansado depois de uma reunião online? Cientistas descobrem o que causa fadiga e como evitá-la


Estudo da Universidade de Galway confirma que pessoas se sentem mais cansadas após videoconferências


Desde a pandemia de Covid-19, o aumento das reuniões virtuais e interações pelas telas deram espaço para um novo problema social: o cansaço causado pelas videochamadas, lives e outros modelos de conferências virtuais que os especialistas chamaram de “fadiga do Zoom”, em referência a um dos programas mais utilizados para essa finalidade.

Um estudo feito por acadêmicos da Universidade de Galway, na Irlanda, confirmou essa tendência e descobriu que as pessoas que participam dessas reuniões ficam ainda mais cansadas quando conseguem se ver na tela. Conduzida pelo professor Eoin Whelan, da Escola de Negócios e Economia, a análise foi feita por meio do monitoramento eletroencefalográfico (EEG) de 32 voluntários, sendo 16 homens e 16 mulheres, que participaram de uma reunião Zoom ao vivo, com o modo de autovisualização ativado e desativado em momentos diferentes.

Por meio do EEG, aparelho que registra a atividade espontânea no cérebro usando eletrodos colocados na cabeça, foi observado que os níveis de fadiga eram bem maiores durante os momentos em que os participantes podiam ver a própria imagem.

De acordo com estudos anteriores, baseados em relatos pessoais extraídos de entrevistas e questionários abertos, as mulheres experimentariam mais fadiga do Zoom do que os homens. Entre os principais motivos pensados para explicar essa diferença de gênero, os pesquisadores destacavam a maior autoconsciência que as mulheres têm da sua aparência quando se olham em um espelho.

No entanto, a pesquisa da Universidade de Galway contradiz as conclusões alcançadas no passado ao constatar que não foram captadas diferenças significantes no nível de fadiga neurofisiológica entre homens e mulheres.

Em um comunicado publicado no site da universidade, essas descobertas são celebradas como fundamentais para o estabelecimento de boas práticas para proteger o bem-estar dos funcionários na era do trabalho híbrido e remoto. — Nosso estudo mostra que a sensação de cansaço que você sente durante as videochamadas é real, e ver seu próprio reflexo torna tudo ainda mais cansativo. Simplesmente desligar a imagem espelhada pode ajudar a compensar o cansaço em reuniões virtuais — afirma Whelan.

Fonte: https://oglobo.globo.com/saude/noticia/2024/04/22/cansado-depois-deuma-reuniao-online-cientistas-descobrem-o-que-causa-fadiga-e-como-evita-la.ghtml?utm_source=Facebook&utm_medium=Social&utm_campaign=OGlobo. Acesso em 27 abr. 2024.
Em “Um estudo feito por acadêmicos da Universidade de Galway, na Irlanda, confirmou essa tendência e descobriu que as pessoas que participam dessas reuniões ficam ainda mais cansadas quando conseguem se ver na tela” (2º parágrafo), o termo destacado é classificado sintaticamente como:
Alternativas
Q2495908 Português

Texto 2

RJ: ALDEIAS INDÍGENAS MANTÊM COMUNICAÇÃO PELO IDIOMA GUARANI EM MARICÁ

Escolas indígenas contam com ensino bilíngue Português-Guarani

Fabiana Sampaio 



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Disponível em https://agenciabrasil.ebc.com.br/radioagencianacional/cultura/audio/2021-08/rj-aldeias-indigenas-mantem-comunicacao-pelo-idioma-guarani-em-marica. Fragmento. Acesso em: 11 mar. 2024.

Em “Em Maricá, na região metropolitana do Rio de Janeiro, duas aldeias indígenas se esforçam para preservar uma tradição milenar, a comunicação pelo idioma guarani” (Linhas 01-04), a expressão sublinhada “uma tradição milenar” é:
Alternativas
Q2495868 Português
Assinale, a seguir, a alternativa que apresenta um período composto por subordinação e coordenação
Alternativas
Q2495830 Português
Leia o texto a seguir:

Colágeno: cinco benefícios inesperados 


Normalmente, o que mais se ouve falar de colágeno são os seus benefícios para a pele, mas saiba que ele também tem papel importante em diversas condições:


Promove saciedade e inibe a fome 

Em um estudo publicado no "Journal Eating and Weight Disorders", os pesquisadores acompanharam 10 pessoas obesas e 12 com peso normal. Observaram que uma simples medida de colágeno aumentava os níveis de “hormônio da fome”, a grelina. Na verdade, a grelina avisa ao seu cérebro quando é o momento que você deve comer. Se esse hormônio está desregulado, haverá constante desejo para se alimentar. E assim, você acaba ganhando peso.

Outro estudo já mostra como o colágeno pode reduzir o sobrepeso em adultos. Foram acompanhados 90 voluntários por 12 semanas, consumindo 2,0 g de colágeno diariamente, ou placebo. A avaliação da gordura foi feita por DEXA corporal, e o índice de massa corpórea inicial era em média 25.6. No final do estudo, os participantes que tomavam o colágeno haviam perdido duas vezes mais gordura corporal do que o grupo controle.


Melhora seus treinos 

O colágeno contém arginina em grandes quantidades. Esse aminoácido induz a formação do óxido nítrico, que dilata os vasos sanguíneos e aumenta o aporte de nutrientes e oxigênio aos músculos durante o exercício. Além disso, a arginina pode aumentar a força física e ajudar na recuperação pós treino.


Protege articulações e reduz dor

O uso regular de colágeno pode reduzir a inflamação nas articulações e aumentar a lubrificação para proteger a cartilagem contra o desgaste e degradação.


Ajuda também na redução da dor articular 

Em um estudo com 73 atletas que consumiram 10 gramas de colágeno por dia por 24 semanas, verificou-se redução significativa da dor articular, enquanto andavam e no repouso, comparado com o grupo que não tomou.


Estanca perda óssea 

Estanca perda de cerca de 1/3 dos seus ossos e colágeno, e adicionar essa proteína à sua dieta inibe a degradação óssea que leva à osteoporose. Uma publicação fala sobre mulheres que tomaram cálcio e colágeno, e outro grupo que tomou somente cálcio diariamente por 1 ano. Depois disso, as que estavam tomando colágeno tiveram redução significante no sangue dos elementos que promovem a degradação óssea.


Aumenta massa muscular 

Mais de 10% da massa muscular é composta de colágeno, e sua suplementação pode estimular a formação de massa muscular em pessoas com sarcopenia. Em um estudo, 27 voluntários frágeis tomaram 15 g de colágeno diariamente por 12 semanas, enquanto participavam de um programa de exercício. No final, comparando com os que se exercitaram sem tomar colágeno, ganharam significativamente mais massa muscular e força.

Colágeno é a proteína mais abundante no corpo humano, representando cerca de 30% de todas as proteínas. Ele fortalece o seu cabelo, dentes, pele, unhas, órgãos, artérias, cartilagem, osso, tendões e ligamentos. O colágeno literalmente é a cola que mantém tudo agrupado. Portanto, tenha a certeza de que você está preservando o seu colágeno, pois é muito importante para reduzir a velocidade de envelhecimento, sendo mais visível em relação às rugas.


Fonte: https://www.jb.com.br/colunistas/saude-e-alimentacao/2024/04/1049640-colageno-cinco-beneficios-inesperados.html. Acesso em 27 abr. 2024. Texto adaptado
Em “Observaram que uma simples medida de colágeno aumentava os níveis de “hormônio da fome”, a grelina”, a oração destacada é classificada como subordinada:
Alternativas
Q2495829 Português
Leia o texto a seguir:

Colágeno: cinco benefícios inesperados 


Normalmente, o que mais se ouve falar de colágeno são os seus benefícios para a pele, mas saiba que ele também tem papel importante em diversas condições:


Promove saciedade e inibe a fome 

Em um estudo publicado no "Journal Eating and Weight Disorders", os pesquisadores acompanharam 10 pessoas obesas e 12 com peso normal. Observaram que uma simples medida de colágeno aumentava os níveis de “hormônio da fome”, a grelina. Na verdade, a grelina avisa ao seu cérebro quando é o momento que você deve comer. Se esse hormônio está desregulado, haverá constante desejo para se alimentar. E assim, você acaba ganhando peso.

Outro estudo já mostra como o colágeno pode reduzir o sobrepeso em adultos. Foram acompanhados 90 voluntários por 12 semanas, consumindo 2,0 g de colágeno diariamente, ou placebo. A avaliação da gordura foi feita por DEXA corporal, e o índice de massa corpórea inicial era em média 25.6. No final do estudo, os participantes que tomavam o colágeno haviam perdido duas vezes mais gordura corporal do que o grupo controle.


Melhora seus treinos 

O colágeno contém arginina em grandes quantidades. Esse aminoácido induz a formação do óxido nítrico, que dilata os vasos sanguíneos e aumenta o aporte de nutrientes e oxigênio aos músculos durante o exercício. Além disso, a arginina pode aumentar a força física e ajudar na recuperação pós treino.


Protege articulações e reduz dor

O uso regular de colágeno pode reduzir a inflamação nas articulações e aumentar a lubrificação para proteger a cartilagem contra o desgaste e degradação.


Ajuda também na redução da dor articular 

Em um estudo com 73 atletas que consumiram 10 gramas de colágeno por dia por 24 semanas, verificou-se redução significativa da dor articular, enquanto andavam e no repouso, comparado com o grupo que não tomou.


Estanca perda óssea 

Estanca perda de cerca de 1/3 dos seus ossos e colágeno, e adicionar essa proteína à sua dieta inibe a degradação óssea que leva à osteoporose. Uma publicação fala sobre mulheres que tomaram cálcio e colágeno, e outro grupo que tomou somente cálcio diariamente por 1 ano. Depois disso, as que estavam tomando colágeno tiveram redução significante no sangue dos elementos que promovem a degradação óssea.


Aumenta massa muscular 

Mais de 10% da massa muscular é composta de colágeno, e sua suplementação pode estimular a formação de massa muscular em pessoas com sarcopenia. Em um estudo, 27 voluntários frágeis tomaram 15 g de colágeno diariamente por 12 semanas, enquanto participavam de um programa de exercício. No final, comparando com os que se exercitaram sem tomar colágeno, ganharam significativamente mais massa muscular e força.

Colágeno é a proteína mais abundante no corpo humano, representando cerca de 30% de todas as proteínas. Ele fortalece o seu cabelo, dentes, pele, unhas, órgãos, artérias, cartilagem, osso, tendões e ligamentos. O colágeno literalmente é a cola que mantém tudo agrupado. Portanto, tenha a certeza de que você está preservando o seu colágeno, pois é muito importante para reduzir a velocidade de envelhecimento, sendo mais visível em relação às rugas.


Fonte: https://www.jb.com.br/colunistas/saude-e-alimentacao/2024/04/1049640-colageno-cinco-beneficios-inesperados.html. Acesso em 27 abr. 2024. Texto adaptado
No trecho “Outro estudo já mostra como o colágeno pode reduzir o sobrepeso em adultos”, o termo em destaque é classificado sintaticamente como:
Alternativas
Q2495798 Português

TEXTO 1

ESTUDANTES DO IFF PARTICIPAM DE VISITA GUIADA NAS INSTALAÇÕES DA BIOFÁBRICA (Texto editado) 



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Disponível em: https://m1newstv.com/biofabrica-recebe-alunosdo-curso-tecnico-em-meio-ambiente-do-iff-marica/. Acesso em: 9 out. 2022. (texto editado)




O período “A professora de Meio Ambiente e Filosofia, Elane Carvalho, lembrou que alguns alunos dessas duas turmas de terceiro ano estão fazendo com a Biofábrica um projeto com produção de cartilhas pedagógicas para serem distribuídas como trabalho de conscientização no município” é composto por subordinação, contendo, além da oração principal,
Alternativas
Q2495604 Português

Texto para a questão.



      A leptospirose é transmitida a partir do contato coma urina de animais, principalmente ratos, infectados pela bactéria Leptospira. No verão, época de chuvas mais fortes e frequentes, as enchentes e alagamentos aumentam o risco de contrair a doença através do contato com água suja e lama.

     Segundo o infectologista do Hospital Israelita Albert Einstein Hélio Bacha, o “grande reservatório” da Leptospira é o rato urbano. “Como o rato está presente no mundo todo, em todos os continentes, a leptospirose é uma doença universal”, acrescentou.

       A ocorrência da leptospirose costuma estar associada a condições precárias de infraestrutura sanitária e alta infestação de ratos infectados.

     Inundações permitem que a bactéria se dissemine nos ambientes e facilitam a ocorrência de surtos, tornando os grupos que estão expostos a alagamentos frequentes mais vulneráveis à doença.

Como a leptospirose é transmitida?

       A transmissão da leptospirose se dá através do contato coma urina de animais infectados diluída na água das enchentes.

     A contaminação ocorre através de mucosas, a partir de lesões na pele, ou mesmo em uma pele íntegra, se ficar imersa na água contaminada durante muito tempo.

    O infectologista esclareceu: “Não é a água da chuva que causa a doença, é a água das enchentes. Enchentes nas cidades, especialmente no Brasil, onde é muito comum a presença de ratos. Enchentes onde há presença de pessoas é um cenário típico de condição epidêmica da leptospirose.”

(…)

Como se prevenir da leptospirose em caso de enchentes?

    Para evitar a transmissão é importante tentar minimizar ao máximo o contato com água suja durante alagamentos e tentar sair do ambiente atingido o mais rápido possível para evitar que a bactéria penetre na pele.

     O governo federal também recomenda algumas medidas preventivas:

- Cuidado ao retirar a lama de enchentes: a lama tem alto poder infectante e costuma aderir aos móveis, parede e chão. O recomendado é retirar a lama com proteção de luva se botas de borracha e lavar o local com uma solução de água e água sanitária, deixando agir por 15 minutos.

- Evitar o contato com água e lama de enchentes e impedir que crianças brinquem na água: para limpar e organizar o local ou desentupir o esgoto é importante usar botas e luvas de borracha (ou sacos plásticos amarrados nas mãos e nos pés).

- Controle de roedores: para contribuir recomenda-se o acondicionamento e destino adequado do lixo, armazenamento apropriado de alimentos, desinfecção e vedação de caixas d’água e vedação de frestas e aberturas em portas e paredes.

- Descartar alimentos e medicamentos que tiveram contato com a água de enchente.

- Não pescar em rios e lagoas após as chuvas.

(…)

 

(PINOTTIDA, Fernanda.“Leptospirose: como é transmitida, quais os sintomas e como se prevenir”. Dsponível em: www.cnnbrasil.com.brAcesso em: 18/01/24)

Leia o trecho retirado do texto: “A ocorrência da leptospirose costuma estar associada a condições precárias de infraestrutura sanitária e alta infestação de ratos infectados.” Em “a condições precárias”, a ausência do acento grave – indicativo da crase – está:
Alternativas
Respostas
14581: A
14582: D
14583: D
14584: C
14585: A
14586: D
14587: A
14588: A
14589: C
14590: A
14591: A
14592: B
14593: B
14594: C
14595: A
14596: E
14597: D
14598: B
14599: C
14600: C