Questões de Concurso Comentadas sobre sintaxe em português

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Q3595347 Português
Considerando-se a regência verbal, assinalar a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q3595298 Português
    A teoria do conhecimento, ou gnosiologia, é uma área da filosofia voltada para a compreensão da origem, natureza e a forma que tornam possível o ato de conhecer pelos seres humanos. Como disciplina da filosofia, a teoria do conhecimento surgiu na Idade Moderna, tendo como fundador o filósofo inglês John Locke.

    Gnosiologia ou gnoseologia (do grego gnosis, "conhecimento", e logos, "discurso") está relacionada ao ato de conhecer, a partir da relação entre dois elementos: a) o SUJEITO - aquele que conhece (ser cognoscente) e o OBJETO - aquilo que pode ser conhecido (cognoscível). Partindo dessa relação, é possível conhecer algo e estabelecer formas distintas para o conhecimento, ou melhor, para a apreensão do objeto.

Formas de Conhecimento

    Diversas são as possibilidades de compreender ou de explicar algum fenômeno. A própria Filosofia nasce da necessidade de buscar um modo diferente de compreender o mundo. As explicações dadas pelos mitos deixaram de ser suficientes e alguns homens buscaram uma forma mais segura e confiável, a Filosofia. Quando falamos sobre formas de conhecimento podemos falar de: mitologia, senso comum, filosofia, ciência e religião.

    O saber filosófico se diferencia dos outros saberes por conta das especificidades de cada um deles. Por seu caráter lógico e racional, a filosofia afasta-se da mitologia e da religião por esses saberes estarem baseados na crença e não há provas ou demonstrações. Por seu caráter universal e sistemático, afasta-se do senso comum porque este trabalha baseado em experiências particulares. E, por não possuir um objeto de estudo específico como as ciências (por exemplo, a química, a física, a biologia, a sociologia, etc.), o saber filosófico possui uma forma específica em meio aos diversos tipos de conhecimento.

    A filosofia se preocupa com a totalidade dos saberes e dentro desta totalidade está a teoria do conhecimento, chamada “Epistemologia”. Assim, a filosofia nasce do questionamento e da busca de uma forma lógico-racional para explicar a origem do mundo. Os primeiros filósofos questionaram as explicações fantasiosas dadas pelos mitos e buscaram alcançar um novo tipo de saber a partir de seu espírito crítico.

    “De fato, os homens começaram a filosofar, agora como na origem, por causa da admiração, na medida em que, inicialmente, ficavam perplexos diante das dificuldades mais simples; em seguida, progredindo pouco a pouco, chegaram a enfrentar problemas sempre maiores.” (Aristóteles). Da admiração que nasce, nas palavras de Pitágoras, o "amor pelo conhecimento" (philo + sophia). A atitude filosófica consiste em olhar para o que há de mais comum e habitual como se fosse algo inédito a ser descoberto.

    Sócrates ganhou o título de "pai da filosofia", mesmo não sendo o primeiro filósofo. Sistematizou a atitude filosófica como a busca por um conhecimento válido, seguro e universal capaz de agir com uma base teórica para novos saberes e da consciência filosófica.

    E foi seu discípulo Platão que, ao longo de sua obra, buscou definir dois tipos de saberes distintos: a doxa ("opinião") e a episteme ("conhecimento verdadeiro"). E, a partir daí, ao falarmos de conhecimento, estamos direcionados às questões gerais relativas ao conhecimento verdadeiro, o conhecimento científico, a Epistemologia.


(ADAPTADO. Teoria do Conhecimento (Gnosiologia) - Toda Matéria (todamateria.com.br)
Qual a classificação do sujeito da frase: “Sistematizou a atitude filosófica...”?
Alternativas
Q3595296 Português
    A teoria do conhecimento, ou gnosiologia, é uma área da filosofia voltada para a compreensão da origem, natureza e a forma que tornam possível o ato de conhecer pelos seres humanos. Como disciplina da filosofia, a teoria do conhecimento surgiu na Idade Moderna, tendo como fundador o filósofo inglês John Locke.

    Gnosiologia ou gnoseologia (do grego gnosis, "conhecimento", e logos, "discurso") está relacionada ao ato de conhecer, a partir da relação entre dois elementos: a) o SUJEITO - aquele que conhece (ser cognoscente) e o OBJETO - aquilo que pode ser conhecido (cognoscível). Partindo dessa relação, é possível conhecer algo e estabelecer formas distintas para o conhecimento, ou melhor, para a apreensão do objeto.

Formas de Conhecimento

    Diversas são as possibilidades de compreender ou de explicar algum fenômeno. A própria Filosofia nasce da necessidade de buscar um modo diferente de compreender o mundo. As explicações dadas pelos mitos deixaram de ser suficientes e alguns homens buscaram uma forma mais segura e confiável, a Filosofia. Quando falamos sobre formas de conhecimento podemos falar de: mitologia, senso comum, filosofia, ciência e religião.

    O saber filosófico se diferencia dos outros saberes por conta das especificidades de cada um deles. Por seu caráter lógico e racional, a filosofia afasta-se da mitologia e da religião por esses saberes estarem baseados na crença e não há provas ou demonstrações. Por seu caráter universal e sistemático, afasta-se do senso comum porque este trabalha baseado em experiências particulares. E, por não possuir um objeto de estudo específico como as ciências (por exemplo, a química, a física, a biologia, a sociologia, etc.), o saber filosófico possui uma forma específica em meio aos diversos tipos de conhecimento.

    A filosofia se preocupa com a totalidade dos saberes e dentro desta totalidade está a teoria do conhecimento, chamada “Epistemologia”. Assim, a filosofia nasce do questionamento e da busca de uma forma lógico-racional para explicar a origem do mundo. Os primeiros filósofos questionaram as explicações fantasiosas dadas pelos mitos e buscaram alcançar um novo tipo de saber a partir de seu espírito crítico.

    “De fato, os homens começaram a filosofar, agora como na origem, por causa da admiração, na medida em que, inicialmente, ficavam perplexos diante das dificuldades mais simples; em seguida, progredindo pouco a pouco, chegaram a enfrentar problemas sempre maiores.” (Aristóteles). Da admiração que nasce, nas palavras de Pitágoras, o "amor pelo conhecimento" (philo + sophia). A atitude filosófica consiste em olhar para o que há de mais comum e habitual como se fosse algo inédito a ser descoberto.

    Sócrates ganhou o título de "pai da filosofia", mesmo não sendo o primeiro filósofo. Sistematizou a atitude filosófica como a busca por um conhecimento válido, seguro e universal capaz de agir com uma base teórica para novos saberes e da consciência filosófica.

    E foi seu discípulo Platão que, ao longo de sua obra, buscou definir dois tipos de saberes distintos: a doxa ("opinião") e a episteme ("conhecimento verdadeiro"). E, a partir daí, ao falarmos de conhecimento, estamos direcionados às questões gerais relativas ao conhecimento verdadeiro, o conhecimento científico, a Epistemologia.


(ADAPTADO. Teoria do Conhecimento (Gnosiologia) - Toda Matéria (todamateria.com.br)
A expressão em destaque do excerto possui qual valor semântico? “...formas distintas para o conhecimento, ou melhor, para a apreensão do objeto.” 
Alternativas
Q3595295 Português
    A teoria do conhecimento, ou gnosiologia, é uma área da filosofia voltada para a compreensão da origem, natureza e a forma que tornam possível o ato de conhecer pelos seres humanos. Como disciplina da filosofia, a teoria do conhecimento surgiu na Idade Moderna, tendo como fundador o filósofo inglês John Locke.

    Gnosiologia ou gnoseologia (do grego gnosis, "conhecimento", e logos, "discurso") está relacionada ao ato de conhecer, a partir da relação entre dois elementos: a) o SUJEITO - aquele que conhece (ser cognoscente) e o OBJETO - aquilo que pode ser conhecido (cognoscível). Partindo dessa relação, é possível conhecer algo e estabelecer formas distintas para o conhecimento, ou melhor, para a apreensão do objeto.

Formas de Conhecimento

    Diversas são as possibilidades de compreender ou de explicar algum fenômeno. A própria Filosofia nasce da necessidade de buscar um modo diferente de compreender o mundo. As explicações dadas pelos mitos deixaram de ser suficientes e alguns homens buscaram uma forma mais segura e confiável, a Filosofia. Quando falamos sobre formas de conhecimento podemos falar de: mitologia, senso comum, filosofia, ciência e religião.

    O saber filosófico se diferencia dos outros saberes por conta das especificidades de cada um deles. Por seu caráter lógico e racional, a filosofia afasta-se da mitologia e da religião por esses saberes estarem baseados na crença e não há provas ou demonstrações. Por seu caráter universal e sistemático, afasta-se do senso comum porque este trabalha baseado em experiências particulares. E, por não possuir um objeto de estudo específico como as ciências (por exemplo, a química, a física, a biologia, a sociologia, etc.), o saber filosófico possui uma forma específica em meio aos diversos tipos de conhecimento.

    A filosofia se preocupa com a totalidade dos saberes e dentro desta totalidade está a teoria do conhecimento, chamada “Epistemologia”. Assim, a filosofia nasce do questionamento e da busca de uma forma lógico-racional para explicar a origem do mundo. Os primeiros filósofos questionaram as explicações fantasiosas dadas pelos mitos e buscaram alcançar um novo tipo de saber a partir de seu espírito crítico.

    “De fato, os homens começaram a filosofar, agora como na origem, por causa da admiração, na medida em que, inicialmente, ficavam perplexos diante das dificuldades mais simples; em seguida, progredindo pouco a pouco, chegaram a enfrentar problemas sempre maiores.” (Aristóteles). Da admiração que nasce, nas palavras de Pitágoras, o "amor pelo conhecimento" (philo + sophia). A atitude filosófica consiste em olhar para o que há de mais comum e habitual como se fosse algo inédito a ser descoberto.

    Sócrates ganhou o título de "pai da filosofia", mesmo não sendo o primeiro filósofo. Sistematizou a atitude filosófica como a busca por um conhecimento válido, seguro e universal capaz de agir com uma base teórica para novos saberes e da consciência filosófica.

    E foi seu discípulo Platão que, ao longo de sua obra, buscou definir dois tipos de saberes distintos: a doxa ("opinião") e a episteme ("conhecimento verdadeiro"). E, a partir daí, ao falarmos de conhecimento, estamos direcionados às questões gerais relativas ao conhecimento verdadeiro, o conhecimento científico, a Epistemologia.


(ADAPTADO. Teoria do Conhecimento (Gnosiologia) - Toda Matéria (todamateria.com.br)
Marque a alternativa correta sobre o trecho: “...a filosofia nasce do questionamento e da busca de uma forma lógico-racional...”:
Alternativas
Q3595292 Português
    A teoria do conhecimento, ou gnosiologia, é uma área da filosofia voltada para a compreensão da origem, natureza e a forma que tornam possível o ato de conhecer pelos seres humanos. Como disciplina da filosofia, a teoria do conhecimento surgiu na Idade Moderna, tendo como fundador o filósofo inglês John Locke.

    Gnosiologia ou gnoseologia (do grego gnosis, "conhecimento", e logos, "discurso") está relacionada ao ato de conhecer, a partir da relação entre dois elementos: a) o SUJEITO - aquele que conhece (ser cognoscente) e o OBJETO - aquilo que pode ser conhecido (cognoscível). Partindo dessa relação, é possível conhecer algo e estabelecer formas distintas para o conhecimento, ou melhor, para a apreensão do objeto.

Formas de Conhecimento

    Diversas são as possibilidades de compreender ou de explicar algum fenômeno. A própria Filosofia nasce da necessidade de buscar um modo diferente de compreender o mundo. As explicações dadas pelos mitos deixaram de ser suficientes e alguns homens buscaram uma forma mais segura e confiável, a Filosofia. Quando falamos sobre formas de conhecimento podemos falar de: mitologia, senso comum, filosofia, ciência e religião.

    O saber filosófico se diferencia dos outros saberes por conta das especificidades de cada um deles. Por seu caráter lógico e racional, a filosofia afasta-se da mitologia e da religião por esses saberes estarem baseados na crença e não há provas ou demonstrações. Por seu caráter universal e sistemático, afasta-se do senso comum porque este trabalha baseado em experiências particulares. E, por não possuir um objeto de estudo específico como as ciências (por exemplo, a química, a física, a biologia, a sociologia, etc.), o saber filosófico possui uma forma específica em meio aos diversos tipos de conhecimento.

    A filosofia se preocupa com a totalidade dos saberes e dentro desta totalidade está a teoria do conhecimento, chamada “Epistemologia”. Assim, a filosofia nasce do questionamento e da busca de uma forma lógico-racional para explicar a origem do mundo. Os primeiros filósofos questionaram as explicações fantasiosas dadas pelos mitos e buscaram alcançar um novo tipo de saber a partir de seu espírito crítico.

    “De fato, os homens começaram a filosofar, agora como na origem, por causa da admiração, na medida em que, inicialmente, ficavam perplexos diante das dificuldades mais simples; em seguida, progredindo pouco a pouco, chegaram a enfrentar problemas sempre maiores.” (Aristóteles). Da admiração que nasce, nas palavras de Pitágoras, o "amor pelo conhecimento" (philo + sophia). A atitude filosófica consiste em olhar para o que há de mais comum e habitual como se fosse algo inédito a ser descoberto.

    Sócrates ganhou o título de "pai da filosofia", mesmo não sendo o primeiro filósofo. Sistematizou a atitude filosófica como a busca por um conhecimento válido, seguro e universal capaz de agir com uma base teórica para novos saberes e da consciência filosófica.

    E foi seu discípulo Platão que, ao longo de sua obra, buscou definir dois tipos de saberes distintos: a doxa ("opinião") e a episteme ("conhecimento verdadeiro"). E, a partir daí, ao falarmos de conhecimento, estamos direcionados às questões gerais relativas ao conhecimento verdadeiro, o conhecimento científico, a Epistemologia.


(ADAPTADO. Teoria do Conhecimento (Gnosiologia) - Toda Matéria (todamateria.com.br)
Sobre o trecho: “A teoria do conhecimento, ou gnosiologia, é uma área da filosofia voltada para a compreensão da origem...”, temos, quanto à sintaxe:
Alternativas
Q3595078 Português
Férias e viagens exigem cuidados com os pets 

        Essa época do ano é sinônimo de férias em família e os pets, claro, estão incluídos. Se o destino for a região litorânea, hospedagem em hotéis, pousadas ou mesmo ao exterior, os tutores precisam ficar atentos às exigências obrigatórias e aos cuidados de prevenção para evitar doenças oportunistas.

        O médico-veterinário Leonan Filipe de Oliveira, clínico geral e gastroenterologista do Hospital Veterinário Batel, alerta para as diversas situações nas viagens de férias junto com os animais de estimação.

        Um deles é sobre a hospedagem de tutores em hotéis pet friendly, que aceitam hospedar cães e gatos. Ele alerta que, nesses casos, é obrigatório apresentar o atestado de saúde emitido pelo médico-veterinário, no qual irá constar quais vacinas foram aplicadas no animal. “Cada hotel tem seu protocolo de exigências. Por isso, recomenda-se entrar em contato com o hotel com antecedência”, avisa.

        Em viagens internacionais, por sua vez, além do atestado médico de saúde, é obrigatória a apresentação do documento de sorologia de raiva e a carteirinha de vacinação. “Cada país tem seu protocolo, mas a vacina contra raiva é exigida por todos. É importante pesquisar sempre com antecedência os protocolos do país para o qual irá viajar”, assinala o médico-veterinário do HVB.

        A diretora do HVB, a médica-veterinária Raquel Sillas, reforça a importância de manter o esquema de vacinas sempre em dia. Como muitos tutores acabam esquecendo o mês de retorno para a vacinação anual, foi criado um planejamento anual onde os tutores são avisados sobre o vencimento de todas as vacinas, inclusive com a possibilidade do médico-veterinário ir até a domicílio realizar a aplicação. “Vacinação é um assunto sério e que precisa de regularidade para evitar doenças e outros gastos com medicação e internamentos. Prevenção é sempre melhor do que remediar”, assinala.

        Outro cuidado importante nas viagens de carro com os animais diz respeito ao seu correto transporte. Nada de carregar o animal no colo ou deixá-lo solto, porque, além de ser infração de trânsito, ele pode se deslocar em curvas mais acentuadas ou freadas bruscas, além de causar distração no condutor. “Procure sempre transportar o animal no banco traseiro e com cinto de segurança apropriado. Atualmente, existem diversas opções no mercado”, orienta. Leonan aponta que não há necessidade de sedar o animal, mas aconselha realizar paradas a cada duas horas para as necessidades e para manter seu pet hidratado.

        Se a viagem for para regiões litorâneas, é importante dar vermífugo com antecedência. Além disso, no litoral ocorre a maior incidência de uma doença conhecida como “verme do coração”, a dirofilariose. Considerada uma doença parasitária cardiopulmonar, a transmissão ocorre por meio da picada de mosquitos, como o Aedes Aegypti, Anopheles e Culex, que tenham picado outro hospedeiro infectado previamente.

        Assim como outras doenças transmitidas por mosquitos, a melhor solução é prevenir por meio do uso de coleiras repelentes e aplicação de vacinas. Além disso, existem medicamentos orais, tópicos ou injetáveis que podem proteger o pet. Prevenir é sempre a melhor solução por meio de exames preventivos, check-up uma vez ao ano ou sempre que surgirem sintomas no animal, bem como comportamentos atípicos. Tudo isso pode evitar complicações.


Fonte: https://www.tribunapr.com.br/blogs/amigo-fiel/ferias-e viagens-exigem-cuidados-com-os-pets/ Acesso em 27 de janeiro de 2023.  
Assinale a alternativa que apresente o tipo de relação estabelecida pelo termo em destaque no período: “Cada país tem seu protocolo, mas a vacina contra raiva é exigida por todos”. 
Alternativas
Q3595005 Português
A revolução dos emojis na comunicação moderna

        Na era digital, os emojis estão transformando a maneira como nos comunicamos. Esses pequenos ícones tornaram-se uma parte fundamental de nossa linguagem cotidiana, proporcionando uma forma rápida e universal de expressar emoções, pensamentos e histórias.

        Os emojis têm raízes antigas, remontando aos hieróglifos egípcios, que também usavam símbolos visuais para comunicação. Hoje, eles oferecem uma linguagem condensada que transcende as barreiras linguísticas e culturais.

        A atração dos emojis reside em sua capacidade de adicionar uma dimensão emocional à comunicação digital. Um simples emoji de risada pode transformar uma mensagem comum em uma conversa alegre, enquanto um coração vermelho pode expressar amor instantaneamente. Eles são mestres em evocar sentimentos.

        Além disso, os emojis são universais. Não importa a língua que você fala, os emojis são entendidos globalmente. Eles quebram barreiras e conectam pessoas de diferentes origens.

        Em um mundo acelerado, os emojis oferecem eficiência. Em poucos caracteres, podem transmitir emoções e pensamentos. No entanto, é importante lembrar que os emojis não devem substituir completamente as palavras. Eles são um complemento valioso, mas não podem transmitir informações detalhadas ou intrincadas.

        Em resumo, os emojis são uma revolução silenciosa na comunicação moderna. Eles trazem emoção, universalidade e eficiência à nossa linguagem digital. Como parte integrante de nossa comunicação, continuam a evoluir e enriquecer nossa expressão online. São um testemunho do poder da linguagem visual e sua capacidade de unir pessoas em todo o mundo.

(Fonte: internet — adaptado.)
Uma famosa canção tem como verso “Agora quem parte sou eu”. Sobre a função sintática do termo sublinhado, assinalar a alternativa CORRETA:  
Alternativas
Q3595003 Português
A revolução dos emojis na comunicação moderna

        Na era digital, os emojis estão transformando a maneira como nos comunicamos. Esses pequenos ícones tornaram-se uma parte fundamental de nossa linguagem cotidiana, proporcionando uma forma rápida e universal de expressar emoções, pensamentos e histórias.

        Os emojis têm raízes antigas, remontando aos hieróglifos egípcios, que também usavam símbolos visuais para comunicação. Hoje, eles oferecem uma linguagem condensada que transcende as barreiras linguísticas e culturais.

        A atração dos emojis reside em sua capacidade de adicionar uma dimensão emocional à comunicação digital. Um simples emoji de risada pode transformar uma mensagem comum em uma conversa alegre, enquanto um coração vermelho pode expressar amor instantaneamente. Eles são mestres em evocar sentimentos.

        Além disso, os emojis são universais. Não importa a língua que você fala, os emojis são entendidos globalmente. Eles quebram barreiras e conectam pessoas de diferentes origens.

        Em um mundo acelerado, os emojis oferecem eficiência. Em poucos caracteres, podem transmitir emoções e pensamentos. No entanto, é importante lembrar que os emojis não devem substituir completamente as palavras. Eles são um complemento valioso, mas não podem transmitir informações detalhadas ou intrincadas.

        Em resumo, os emojis são uma revolução silenciosa na comunicação moderna. Eles trazem emoção, universalidade e eficiência à nossa linguagem digital. Como parte integrante de nossa comunicação, continuam a evoluir e enriquecer nossa expressão online. São um testemunho do poder da linguagem visual e sua capacidade de unir pessoas em todo o mundo.

(Fonte: internet — adaptado.)
A respeito de regência verbal, marcar C para as afirmativas Certas, E para as Erradas e, após, assinalar a alternativa que apresenta a sequência CORRETA:
( ) Eles aspiravam o ar do campo.
( ) Joana namora Carlos desde a adolescência.
( ) Minha filha assistiu o filme no cinema.
Alternativas
Q3594756 Português

A parceria intersetorial pode ser entendida como uma integração intensa, de longo prazo, deliberada e contínua entre dois ou mais setores que se unem voluntariamente na forma de arranjos de trabalho, formados por organizações com e sem fins lucrativos. Essas organizações identificam interesses e preocupações mútuos e trocam, compartilham ou desenvolvem em conjunto produtos, tecnologias e serviços que visam responder a demandas econômicas, sociais e ambientais ainda não atendidas pela agenda de políticas públicas. Entre seus benefícios estão medidas sociais avançadas relacionadas ao desenvolvimento econômico, à educação, à segurança, ao saneamento, à saúde, à redução da pobreza, à infraestrutura e à sustentabilidade ambiental. Ainda, existem os esforços para alcançar benefícios comunitários, removendo barreiras à inclusão social e mitigando os efeitos nocivos decorrentes de atividades e comportamentos socioeconômicos e socioambientais indesejáveis.



Duas características de gestão aumentam o potencial da parceria intersetorial para promover a transformação social. A primeira é a colaboração, que permite configurar e otimizar recursos e habilidades de todos os parceiros, levando a resultados mais eficientes. A segunda é o desenvolvimento de inovações que possam impactar a vida das pessoas de maneira sustentável. As parcerias intersetoriais reposicionam responsabilidades sistêmicas antes isoladas no mercado, no Estado ou na sociedade civil. Elas integram a expertise estratégica de agentes sociais comprometidos com projetos dessa natureza, superam barreiras inerentes à colaboração não gerenciada e oferecem um caminho alternativo para o desenvolvimento comunitário.


As intenções de parcerias intersetoriais e sua natureza unem instituições formais e grupos sociopolíticos informais. A estrutura de tais parcerias depende de seus integrantes e de como são selecionados, de sua motivação para o trabalho em conjunto, de seu foco principal nos processos decisórios relacionados às atividades compartilhadas (ambientais, de desenvolvimento, geográficas e jurisdicionais), dos setores representados na parceria (público, privado e sociedade civil), dos objetivos e funções dela, entre outros aspectos.


Inicialmente qualificadas como “o paradigma colaborativo do século XXI”, as parcerias intersetoriais são fortemente debatidas nos meios envolvidos na coordenação da vida social: governo, Estado, setor público, empresariado, setor privado, organizações não governamentais e sociedade civil, entre outros. A princípio, eles correspondiam a três segmentos institucionais presentes na sociedade: o institucional exclusivamente público representado pelo governo, o Estado e o setor público; o aspecto institucional exclusivamente privado representado pelo empresariado e pelo setor privado; e o aspecto institucional exclusivamente civil no setor da sociedade civil e das organizações não governamentais.


A evolução desse contexto resultou na hibridização organizacional, particularmente em virtude do número de organizações, com fins lucrativos ou não, pertencentes a membros direta e simultaneamente ligados a organizações públicas, privadas e da sociedade civil. Como resultado dessa miscigenação, a maioria dos debates contemporâneos analisa as parcerias intersetoriais com base nos ideais e objetivos dos parceiros envolvidos.



(Fonte: BORIM-DE-SOUZA, Rafael. 2023. — adaptado.)

Cada uma das alternativas a seguir apresenta uma proposta de reescrita para o trecho “A primeira é a colaboração, que permite configurar e otimizar recursos e habilidades de todos os parceiros, levando a resultados mais eficientes”. Sendo assim, assinalar a alternativa cuja proposta de reescrita mantém a correção gramatical e os sentidos do trecho mencionado:
Alternativas
Q3594143 Português
        A parceria intersetorial pode ser entendida como uma integração intensa, de longo prazo, deliberada e contínua entre dois ou mais setores que se unem voluntariamente na forma de arranjos de trabalho, formados por organizações com e sem fins lucrativos. Essas organizações identificam interesses e preocupações mútuos e trocam, compartilham ou desenvolvem em conjunto produtos, tecnologias e serviços que visam responder a demandas econômicas, sociais e ambientais ainda não atendidas pela agenda de políticas públicas. Entre seus benefícios estão medidas sociais avançadas relacionadas ao desenvolvimento econômico, à educação, à segurança, ao saneamento, à saúde, à redução da pobreza, à infraestrutura e à sustentabilidade ambiental. Ainda, existem os esforços para alcançar benefícios comunitários, removendo barreiras à inclusão social e mitigando os efeitos nocivos decorrentes de atividades e comportamentos socioeconômicos e socioambientais indesejáveis.

        Duas características de gestão aumentam o potencial da parceria intersetorial para promover a transformação social. A primeira é a colaboração, que permite configurar e otimizar recursos e habilidades de todos os parceiros, levando a resultados mais eficientes. A segunda é o desenvolvimento de inovações que possam impactar a vida das pessoas de maneira sustentável. As parcerias intersetoriais reposicionam responsabilidades sistêmicas antes isoladas no mercado, no Estado ou na sociedade civil. Elas integram a expertise estratégica de agentes sociais comprometidos com projetos dessa natureza, superam barreiras inerentes à colaboração não gerenciada e oferecem um caminho alternativo para o desenvolvimento comunitário.

        As intenções de parcerias intersetoriais e sua natureza unem instituições formais e grupos sociopolíticos informais. A estrutura de tais parcerias depende de seus integrantes e de como são selecionados, de sua motivação para o trabalho em conjunto, de seu foco principal nos processos decisórios relacionados às atividades compartilhadas (ambientais, de desenvolvimento, geográficas e jurisdicionais), dos setores representados na parceria (público, privado e sociedade civil), dos objetivos e funções dela, entre outros aspectos.

        Inicialmente qualificadas como “o paradigma colaborativo do século XXI”, as parcerias intersetoriais são fortemente debatidas nos meios envolvidos na coordenação da vida social: governo, Estado, setor público, empresariado, setor privado, organizações não governamentais e sociedade civil, entre outros. A princípio, eles correspondiam a três segmentos institucionais presentes na sociedade: o institucional exclusivamente público representado pelo governo, o Estado e o setor público; o aspecto institucional exclusivamente privado representado pelo empresariado e pelo setor privado; e o aspecto institucional exclusivamente civil no setor da sociedade civil e das organizações não governamentais.

        A evolução desse contexto resultou na hibridização organizacional, particularmente em virtude do número de organizações, com fins lucrativos ou não, pertencentes a membros direta e simultaneamente ligados a organizações públicas, privadas e da sociedade civil. Como resultado dessa miscigenação, a maioria dos debates contemporâneos analisa as parcerias intersetoriais com base nos ideais e objetivos dos parceiros envolvidos.

(Fonte: BORIM-DE-SOUZA, Rafael. 2023. — adaptado.) 
Considerando-se que o sujeito é um termo da oração, assinalar a alternativa em que o termo sublinhado é classificado como sujeito:
Alternativas
Q3594139 Português
        A parceria intersetorial pode ser entendida como uma integração intensa, de longo prazo, deliberada e contínua entre dois ou mais setores que se unem voluntariamente na forma de arranjos de trabalho, formados por organizações com e sem fins lucrativos. Essas organizações identificam interesses e preocupações mútuos e trocam, compartilham ou desenvolvem em conjunto produtos, tecnologias e serviços que visam responder a demandas econômicas, sociais e ambientais ainda não atendidas pela agenda de políticas públicas. Entre seus benefícios estão medidas sociais avançadas relacionadas ao desenvolvimento econômico, à educação, à segurança, ao saneamento, à saúde, à redução da pobreza, à infraestrutura e à sustentabilidade ambiental. Ainda, existem os esforços para alcançar benefícios comunitários, removendo barreiras à inclusão social e mitigando os efeitos nocivos decorrentes de atividades e comportamentos socioeconômicos e socioambientais indesejáveis.

        Duas características de gestão aumentam o potencial da parceria intersetorial para promover a transformação social. A primeira é a colaboração, que permite configurar e otimizar recursos e habilidades de todos os parceiros, levando a resultados mais eficientes. A segunda é o desenvolvimento de inovações que possam impactar a vida das pessoas de maneira sustentável. As parcerias intersetoriais reposicionam responsabilidades sistêmicas antes isoladas no mercado, no Estado ou na sociedade civil. Elas integram a expertise estratégica de agentes sociais comprometidos com projetos dessa natureza, superam barreiras inerentes à colaboração não gerenciada e oferecem um caminho alternativo para o desenvolvimento comunitário.

        As intenções de parcerias intersetoriais e sua natureza unem instituições formais e grupos sociopolíticos informais. A estrutura de tais parcerias depende de seus integrantes e de como são selecionados, de sua motivação para o trabalho em conjunto, de seu foco principal nos processos decisórios relacionados às atividades compartilhadas (ambientais, de desenvolvimento, geográficas e jurisdicionais), dos setores representados na parceria (público, privado e sociedade civil), dos objetivos e funções dela, entre outros aspectos.

        Inicialmente qualificadas como “o paradigma colaborativo do século XXI”, as parcerias intersetoriais são fortemente debatidas nos meios envolvidos na coordenação da vida social: governo, Estado, setor público, empresariado, setor privado, organizações não governamentais e sociedade civil, entre outros. A princípio, eles correspondiam a três segmentos institucionais presentes na sociedade: o institucional exclusivamente público representado pelo governo, o Estado e o setor público; o aspecto institucional exclusivamente privado representado pelo empresariado e pelo setor privado; e o aspecto institucional exclusivamente civil no setor da sociedade civil e das organizações não governamentais.

        A evolução desse contexto resultou na hibridização organizacional, particularmente em virtude do número de organizações, com fins lucrativos ou não, pertencentes a membros direta e simultaneamente ligados a organizações públicas, privadas e da sociedade civil. Como resultado dessa miscigenação, a maioria dos debates contemporâneos analisa as parcerias intersetoriais com base nos ideais e objetivos dos parceiros envolvidos.

(Fonte: BORIM-DE-SOUZA, Rafael. 2023. — adaptado.) 
Em “As intenções de parcerias intersetoriais e sua natureza unem instituições formais e grupos sociopolíticos informais.”, a expressão sublinhada: 
Alternativas
Q3592992 Português
Leia o texto e responda a questão.


Alice no país de Cora Coralina
O nome da Cora
Augusta Faro


Até que enfim conheci a cidade onde nasceu Cora Coralina! Aninha era seu nome verdadeiro, Cora Coralina é pseudônimo. Sabe o que é pseudônimo? O nome que os artistas inventam para assinar seus trabalhos, como quadros, esculturas, livros, artigos nos jornais etc. Depende de cada artista, se quer ou não ter um pseudônimo para si próprio. Aninha usou o pseudônimo de Cora Coralina por achar mais sonoro, bonito e artístico. O nome Cora Coralina quer dizer, mais ou menos, coração de coral, avermelhado. Lindo, não é? Só isso me lembra um poema.

Cora dizia que, quando nasceu, havia na cidade de Goiás muitas meninas chamadas Ana e logo em cada uma delas punham um apelido, como: Aninha, Anoca, Nonoca, Don’Ana, Nica, Nicota e outros. Sabe por que tantas Aninhas? O povo queria homenagear Santa Ana, que é a mãe de Maria, a mãe de Jesus. Sant’Ana, como se diz e escreve, é a padroeira da cidade. Prefiro Cora Coralina, e você? 
No trecho “Depende de cada artista, se quer ou não ter um pseudônimo para si próprio”, a conjunção “ou” indica:
Alternativas
Q3592780 Português
Texto para a questão.

Uma vela para Dario


     Dario vem apressado, guarda-chuva no braço esquerdo. Assim que dobra a esquina, diminui o passo até parar, encosta-se a uma parede. Por ela escorrega, senta-se na calçada, ainda úmida de chuva. Descansa na pedra o cachimbo.

    Dois ou três passantes à sua volta indagam se não está bem. Dario abre a boca, move os lábios, não se ouve resposta. O senhor gordo, de branco, diz que deve sofrer de ataque.

[...]
     A última boca repete. Ele morreu, ele morreu. A gente começa a se dispersar. Dario levou duas horas para morrer, ninguém acreditava estivesse no fim. Agora, aos que alcançam vê-lo, todo o ar de um defunto.

     Um senhor piedoso dobra o paletó de Dario para lhe apoiar a cabeça. Cruza as mãos no peito. Não consegue fechar olho nem boca, onde a espuma sumiu. Apenas um homem morto e a multidão se espalha, as mesas do café ficam vazias. Na janela alguns moradores com almofadas para descansar os cotovelos.

     Um menino de cor e descalço vem com uma vela, que acende ao lado do cadáver. Parece morto há muitos anos, quase o retrato de um morto desbotado pela chuva.

Fecham-se uma __ uma as janelas. Três horas depois, lá está Dario __ espera do rabecão. A cabeça agora na pedra, sem o paletó. E o dedo sem __ aliança. O toco de vela apaga-se __ primeiras gotas da chuva, que volta ___ cair.

(trecho do conto Uma vela para Dario, de Dalton Trevisan)
Assinale a única alternativa que apresenta a justificativa correta sobre a concordância verbal no seguinte parágrafo:

Dois ou três passantes à sua volta indagam se não está bem. Dario abre a boca, move os lábios, não se ouve resposta. O senhor gordo, de branco, diz que deve sofrer de ataque. [...] A última boca repete. Ele morreu, ele morreu. A gente começa a se dispersar.
Alternativas
Q3592776 Português
Leia o trecho da letra da canção Gota d'água, de Chico Buarque para responder as questões 3, 4 e 5.

Já lhe dei meu corpo, minha alegria
Já estanquei meu sangue quando fervia
Olha a voz que me resta
Olha a veia que salta
Olha a gota que falta
Pro desfecho da festa
Por favor
Deixe em paz meu coração
Que ele é um pote até aqui de mágoa
E qualquer desatenção, faça não
Pode ser a gota d'água
As expressões destacadas nestes versos: “Já lhe dei meu corpo, minha alegria”, são classificadas, respectivamente, como:
Alternativas
Q3592602 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

OMISSÃO E DESUMANIDADE

A desnutrição dos ianomâmis envergonha o país.

A TRAGÉDIA que ora acomete o povo ianomâmi, em Roraima, resulta de uma perversa mistura recorrente na história do Brasil: omissão e incompetência. É um vexame internacional que se soma a outros, quando se trata de questões envolvendo a Amazônia.

A mesma combinação de omissão e incompetência que acabou explodindo no delírio das invasões nos palácios dos três poderes, em 8 de janeiro, se revela agora no descaso com os ianomâmis. Nesse último caso, acrescenta-se um grau inimaginável de desprezo ao ser humano, à cultura e aos povos que habitavam o Brasil antes da colonização.

Elegantes e engajados do Brasil procuram causas humanitárias e alguns se voltam até para meritórias iniciativas no exterior, mas nós, como tomadores de decisão e formadores de opinião, não estamos sintonizados com a questão dos povos indígenas brasileiros, não sabemos como lidar adequadamente com a situação. Uma barreira de descaso e preconceito nos afasta do Brasil profundo e original.

A imprensa, tão vigilante para criticar, tampouco esteve devidamente atenta à tragédia que vem acontecendo há muito tempo no território que habita os ianomâmis. O pouco-caso com os povos indígenas é histórico em nosso país, incluindo a falta de proteção a seu hábitat e seus costumes. Tratar do tema oscilou entre a alegoria, o paternalismo e o descaso.

Por outro lado, busca-se ampliar as áreas de reservas indígenas, que já somam mais de 13% do território nacional. Antes de simplesmente ampliar áreas, que se definam determinadas políticas públicas e não somente para os povos originários. Que elas abranjam também caiçaras e quilombolas, por exemplo. Devemos saber o que eles querem de suas vidas, quais as suas necessidades e aspirações. E qual o grau de comprometimento que a nação tem com os compromissos constitucionais em direção a eles.

O país, enquanto sociedade e governo, deve dar prioridade à questão. Mas ela precisa envolver todo o assunto, especialmente aspectos básicos da vida, como saúde, segurança, educação, atividade econômica, preservação do meio ambiente e da cultura. Os povos indígenas devem ser cuidados e protegidos em seus direitos. Assim como suas terras. Protegê-los é inseri-los verdadeiramente na agenda nacional.

Também se deve considerar a monetização, desde que de forma sustentável, de seus recursos naturais. Muitas tribos querem explorar seus recursos naturais e terminam seduzidas pelo lucro fácil da derrubada indiscriminada de árvores ou pelo garimpo ilegal. Essa é uma realidade que deve ser combatida - ao passo que o desenvolvimento sustentável deve ser estimulado.

A busca pela solução à questão indígena deve ser imediata não apenas a trágica situação dos ianomâmis. E toda a nossa elite, distante desses povos, precisa se engajar nessa tarefa, bem como as Forças Armadas, a Defesa Civil, as organizações não governamentais, os empresários e a sociedade civil. Urge acabar com essa crise humanitária e inserir a questão de forma definitiva na agenda nacional.

Fonte: ARAGÃO, Murilo. Veja. Abril, 01/02/2023.
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

OMISSÃO E DESUMANIDADE

A desnutrição dos ianomâmis envergonha o país. 

A TRAGÉDIA que ora acomete o povo ianomâmi, em Roraima, resulta de uma perversa mistura recorrente na história do Brasil: omissão e incompetência. É um vexame internacional que se soma a outros, quando se trata de questões envolvendo a Amazônia.
A mesma combinação de omissão e incompetência que acabou explodindo no delírio das invasões nos palácios dos três poderes, em 8 de janeiro, se revela agora no descaso com os ianomâmis. Nesse último caso, acrescenta-se um grau inimaginável de desprezo ao ser humano, à cultura e aos povos que habitavam o Brasil antes da colonização.
Elegantes e engajados do Brasil procuram causas humanitárias e alguns se voltam até para meritórias iniciativas no exterior, mas nós, como tomadores de decisão e formadores de opinião, não estamos sintonizados com a questão dos povos indígenas brasileiros, não sabemos como lidar adequadamente com a situação. Uma barreira de descaso e preconceito nos afasta do Brasil profundo e original.
A imprensa, tão vigilante para criticar, tampouco esteve devidamente atenta à tragédia que vem acontecendo há muito tempo no território que habita os ianomâmis. O pouco-caso com os povos indígenas é histórico em nosso país, incluindo a falta de proteção a seu hábitat e seus costumes. Tratar do tema oscilou entre a alegoria, o paternalismo e o descaso.
Por outro lado, busca-se ampliar as áreas de reservas indígenas, que já somam mais de 13% do território nacional. Antes de simplesmente ampliar áreas, que se definam determinadas políticas públicas e não somente para os povos originários. Que elas abranjam também caiçaras e quilombolas, por exemplo. Devemos saber o que eles querem de suas vidas, quais as suas necessidades e aspirações. E qual o grau de comprometimento que a nação tem com os compromissos constitucionais em direção a eles.
O país, enquanto sociedade e governo, deve dar prioridade à questão. Mas ela precisa envolver todo o assunto, especialmente aspectos básicos da vida, como saúde, segurança, educação, atividade econômica, preservação do meio ambiente e da cultura. Os povos indígenas devem ser cuidados e protegidos em seus direitos. Assim como suas terras. Protegê-los é inseri-los verdadeiramente na agenda nacional.
Também se deve considerar a monetização, desde que de forma sustentável, de seus recursos naturais. Muitas tribos querem explorar seus recursos naturais e terminam seduzidas pelo lucro fácil da derrubada indiscriminada de árvores ou pelo garimpo ilegal. Essa é uma realidade que deve ser combatida - ao passo que o desenvolvimento sustentável deve ser estimulado.
A busca pela solução à questão indígena deve ser imediata não apenas a trágica situação dos ianomâmis. E toda a nossa elite, distante desses povos, precisa se engajar nessa tarefa, bem como as Forças Armadas, a Defesa Civil, as organizações não governamentais, os empresários e a sociedade civil. Urge acabar com essa crise humanitária e inserir a questão de forma definitiva na agenda nacional.

Fonte: ARAGÃO, Murilo. Veja. Abril, 01/02/2023.

A segunda oração em: "Urge acabar com essa crise humanitária (...)" exerce a função em relação à principal de:
Alternativas
Q3592578 Português
Leia o poema e responda a questão.

A chácara do Chico Bolacha
Cecília Meireles


Na chácara do Chico Bolacha,
o que se procura
nunca se acha!

Quando chove muito,
o Chico brinca de barco,
porque a chácara vira charco.

Quando não chove nada,
Chico trabalha com a enxada
e logo se machuca
e fica de mão inchada.

Por isso, com o Chico Bolacha
o que se procura
nunca se acha!

Dizem que a chácara do Chico
só tem mesmo chuchu
e um cachorro coxo
que se chama Caxambu.

Outras coisas ninguém procura,
porque não acha,
coitado do Chico Bolacha!
Na terceira estrofe do poema, a conjunção “e” pode ser classificada como: 
Alternativas
Q3592507 Português

Na frase “Ele não só foi embora, como também levou todas as coisas”, a conjunção que foi utilizada é:

Alternativas
Q3591684 Português
Artista completo

Chico Buarque é ovacionado em entrega do Prêmio Camões

Francisco Buarque de Hollanda nasceu no Rio de Janeiro e além de cantor e compositor, é dramaturgo e escritor. Considerado um dos nossos maiores nomes da MPB, Chico foi vencedor de três Prêmios Jabuti com seus livros "Estorvo" (1992), "Budapeste", (2004) e "Leite Derramado" (2010).
Em abril, Chico, que emprestou a voz para clássicos como "Iolanda", "meu caro Amigo", "Cálice" e "A Banda" entre outras preciosidades, foi agraciado com o prêmio Camões, em Portugal. A honraria é um prêmio literário instituído em 1988 pelos Governos de Brasil e Portugal, que tem como principal objetivo enriquecer o patrimônio e estreitar laços culturais dos países de Língua Portuguesa. Chico compartilhou um vídeo no qual é aplaudido de pé ao adentrar o palácio de Queluz, no país europeu.
Disponível em: https://gshow.globo.com/
Assinale a alternativa em que todos os termos exercem, no texto, a função de sujeito da oração a que pertencem. 
Alternativas
Q3591682 Português

Nos versos a seguir, sintaticamente as expressões destacadas podem ser, respectivamente, classificadas como:


 “Todo dia ela faz tudo sempre igual/ Me sacode às seis horas da manhã/ Me sorri um sorriso pontual/ E me beija com a boca de hortelã” (Chico Buarque)

Alternativas
Q3591655 Português

Complete a frase abaixo com as preposições adequadas e marque a alternativa correta.


Ela é formada ____ Direito pela Universidade Federal ___ Goiás e está ___ emprego.  

Alternativas
Respostas
14461: B
14462: D
14463: E
14464: A
14465: B
14466: C
14467: D
14468: A
14469: B
14470: A
14471: D
14472: C
14473: D
14474: D
14475: D
14476: A
14477: D
14478: B
14479: B
14480: D