Questões de Concurso Comentadas sobre sintaxe em português

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Q2521302 Português
Julgue o item subsequente. 
Na frase "O livro que você me emprestou é interessante", a oração "que você me emprestou" é uma oração subordinada substantiva completiva nominal.
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Q2521297 Português
Julgue o item subsequente. 
Em "O aluno entregou o trabalho ao professor", o termo "ao professor" exerce a função de objeto indireto na oração. 
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Q2521293 Português
Julgue o item subsequente. 
Na frase "A menina que venceu o concurso ganhou um prêmio", a palavra "que" é uma conjunção subordinativa integrante.
Alternativas
Q2521027 Português
Julgue o item subsequente.
Na frase "O livro que está sobre a mesa é interessante", a expressão "que está sobre a mesa" exerce a função de oração subordinada adjetiva restritiva. 

Alternativas
Q2521018 Português
Julgue o item subsequente.
Na frase "Ela se arrependeu de não ter estudado mais", a expressão "de não ter estudado mais" exerce a função de complemento nominal.
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Q2521016 Português
Julgue o item subsequente.
Na frase "O autor cujas obras admiro ganhou o prêmio literário", a palavra "cujo" é um pronome relativo que concorda em gênero e número com o antecedente "autor". 
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Q2521005 Português
Julgue o item subsequente.
Na frase "O professor pediu que os alunos entregassem os trabalhos na próxima semana", a oração "que os alunos entregassem os trabalhos na próxima semana" exerce a função de objeto direto. 
Alternativas
Q2520759 Português

Julgue o item que se segue. 


Na análise morfossintática de um período simples, é comum que o sujeito e o predicado sejam claramente identificáveis e geralmente posicionados com o sujeito precedendo o predicado.

Alternativas
Q2520735 Português

Julgue o item que se segue. 


Um período composto é normalmente formado por orações que operam de maneira independente, e a inclusão de uma oração subordinada pode transformá-lo em um período simples.


Alternativas
Q2520732 Português

Julgue o item que se segue. 


Em um período composto por coordenação, é comum que as orações coordenadas mantenham uma independência funcional completa, contribuindo igualmente para o sentido geral sem influenciar uma à outra em termos de conteúdo ou forma.


Alternativas
Q2520722 Português

Julgue o item que se segue. 


Na língua portuguesa, a concordância nominal comumente segue a regra de que os adjetivos devem concordar em gênero e número com o substantivo mais próximo, independentemente de outros substantivos presentes na frase. 

Alternativas
Q2520721 Português

Julgue o item que se segue. 


Na língua portuguesa, é comum a substituição de preposições em regência verbal conforme o registro de linguagem, permitindo que "observar ao jogo" seja considerado correto em contextos informais, da mesma forma que "observar o jogo".

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Q2520666 Português
A norma-padrão de regência e concordância verbal e nominal foi corretamente observada na frase:
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Q2520622 Português
Na educação, o Brasil tem muito o que
aprender com o Brasil



        O debate público sobre educação básica ainda é, infelizmente, ocupado por mitos derrotistas, como o de a educação atual ser pior que a “de antigamente”, da escola pública como um fracasso e da melhoria da qualidade ser um processo que demora muitas décadas.

        Ainda que existam enormes desafios, que foram aprofundados na pandemia, não reconhecer os avanços é abandonar a oportunidade de universalizarmos para todo o país o patamar mais elevado de aprendizagem que já é realidade em redes de ensino de algumas cidades e estados. Uma característica que chama atenção na educação é a desigualdade no território nacional: enquanto muitas redes de ensino avançaram pouco ao longo do tempo, algumas conseguiram implementar um conjunto de medidas que, sustentadas no tempo, causaram um impacto substancial na qualidade.

       A média dos resultados ainda é ruim e muitas vezes esconde excelentes gestões educacionais que merecem destaque pelo efeito norteador que podem e devem ter. Estes casos de sucesso precisam ser mais conhecidos, e podem inspirar os planos educacionais nas três esferas de governo.



(Priscila Cruz, “Na educação, o Brasil tem muito o que aprender com o Brasil”. Em: Folha de S.Paulo, 18.07.2022. Adaptado)
Assinale a alternativa em que a concordância nominal e a concordância verbal estão em conformidade com a norma-padrão.
Alternativas
Q2520621 Português
Na educação, o Brasil tem muito o que
aprender com o Brasil



        O debate público sobre educação básica ainda é, infelizmente, ocupado por mitos derrotistas, como o de a educação atual ser pior que a “de antigamente”, da escola pública como um fracasso e da melhoria da qualidade ser um processo que demora muitas décadas.

        Ainda que existam enormes desafios, que foram aprofundados na pandemia, não reconhecer os avanços é abandonar a oportunidade de universalizarmos para todo o país o patamar mais elevado de aprendizagem que já é realidade em redes de ensino de algumas cidades e estados. Uma característica que chama atenção na educação é a desigualdade no território nacional: enquanto muitas redes de ensino avançaram pouco ao longo do tempo, algumas conseguiram implementar um conjunto de medidas que, sustentadas no tempo, causaram um impacto substancial na qualidade.

       A média dos resultados ainda é ruim e muitas vezes esconde excelentes gestões educacionais que merecem destaque pelo efeito norteador que podem e devem ter. Estes casos de sucesso precisam ser mais conhecidos, e podem inspirar os planos educacionais nas três esferas de governo.



(Priscila Cruz, “Na educação, o Brasil tem muito o que aprender com o Brasil”. Em: Folha de S.Paulo, 18.07.2022. Adaptado)
As três esferas de governo devem estar preparadas ________ oferecer condições __________ que as gestões educacionais de destaque sejam mais conhecidas graças _________ resultados que apresentam.

De acordo com a norma-padrão, as lacunas do enunciado devem ser preenchidas, respectivamente, com:
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Q2520615 Português
     Pra lhes dizer a verdade, não sei onde meu pai arranjou aquele almanaque, velharia do século passado, e que catalogava os municípios das Minas Gerais, um por um. Tenho de confessar que, como aquele, ainda não vi outro, tão bem arranjado e consciente das coisas que deviam ser preservadas para a posteridade. Tanto assim que, além de exaltar as belezas do lugar e as excelências do clima, descrevia o povo, listando os vultos mais ilustres, começando, como era de se esperar, pelos capitalistas, fazendeiros e donos de lojas, passando então aos médicos, boticários, bacharéis e sacerdotes, sem se esquecer, ainda que no fim, dos mestres-escolas. Lá, bem no começo, seguindo a ordem alfabética, estava Boa Esperança, terra de meu pai, e ele ajeitou os óculos para ver se descobria naquele registro do passado a informação de algum antepassado ilustre, quem sabe alguma glória de que se pudesse gabar! E o dedo indicador foi percorrendo o rol dos importantes pelo sobrenome, pois que de primeiro nome todas as memórias já tinham sido apagadas. Até que parou. Lá estava. Não podia haver dúvidas. O sobrenome era o mesmo: Espírito Santo. Profissão: tropeiro. Tropeiro? Isto mesmo. E com a tropa de burros e o barulho imaginário dos sinos da madrinha, pelas trilhas da serra da Boa Esperança que o Lamartine Babo cantou, foram-se também as esperanças de um passado glorioso.



(Rubem Alves, Conversas com quem gosta de ensinar. Adaptado)

Sobre o emprego dos termos destacados nas passagens – Pra lhes dizer a verdade... – e – Lá, bem no começo, seguindo a ordem alfabética... –, é correto afirmar que o primeiro se refere
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Q2520614 Português
     Pra lhes dizer a verdade, não sei onde meu pai arranjou aquele almanaque, velharia do século passado, e que catalogava os municípios das Minas Gerais, um por um. Tenho de confessar que, como aquele, ainda não vi outro, tão bem arranjado e consciente das coisas que deviam ser preservadas para a posteridade. Tanto assim que, além de exaltar as belezas do lugar e as excelências do clima, descrevia o povo, listando os vultos mais ilustres, começando, como era de se esperar, pelos capitalistas, fazendeiros e donos de lojas, passando então aos médicos, boticários, bacharéis e sacerdotes, sem se esquecer, ainda que no fim, dos mestres-escolas. Lá, bem no começo, seguindo a ordem alfabética, estava Boa Esperança, terra de meu pai, e ele ajeitou os óculos para ver se descobria naquele registro do passado a informação de algum antepassado ilustre, quem sabe alguma glória de que se pudesse gabar! E o dedo indicador foi percorrendo o rol dos importantes pelo sobrenome, pois que de primeiro nome todas as memórias já tinham sido apagadas. Até que parou. Lá estava. Não podia haver dúvidas. O sobrenome era o mesmo: Espírito Santo. Profissão: tropeiro. Tropeiro? Isto mesmo. E com a tropa de burros e o barulho imaginário dos sinos da madrinha, pelas trilhas da serra da Boa Esperança que o Lamartine Babo cantou, foram-se também as esperanças de um passado glorioso.



(Rubem Alves, Conversas com quem gosta de ensinar. Adaptado)

Sem prejuízo de sentido ao texto original e em conformidade com a norma-padrão, a passagem – ... sem se esquecer, ainda que no fim, dos mestres-escolas. – está adequadamente reescrita em:
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Q2519167 Português
        Embora haja relação entre os conceitos, racismo difere de preconceito racial e de discriminação racial. O preconceito racial é o juízo que se baseia em estereótipos acerca de indivíduos que pertençam a determinado grupo racializado e que pode ou não resultar em práticas discriminatórias. As ideias de que negros são violentos e inconfiáveis, de que judeus são avarentos ou de que orientais são “naturalmente” preparados para as ciências exatas são exemplos de preconceitos.
         A discriminação racial, por sua vez, é a atribuição de tratamento diferenciado a membros de grupos racialmente identificados. Portanto, a discriminação tem como requisito fundamental o poder, ou seja, a possibilidade efetiva do uso da força, sem o qual não é possível atribuir vantagens ou desvantagens por conta da raça. Assim, a discriminação pode ser direta ou indireta.
         A discriminação direta é o repúdio ostensivo a indivíduos ou grupos, motivado pela condição racial, exemplo do que ocorre em países que proíbem a entrada de negros, judeus, muçulmanos, pessoas de origem árabe ou persa, ou ainda em lojas que se recusem a atender clientes de determinada raça. Adilson José Moreira afirma que o conceito de discriminação direta “pressupõe que as pessoas são discriminadas a partir de um único vetor e também que a imposição de um tratamento desvantajoso requer a existência da intenção de discriminar”. Por isso, conclui Moreira, o conceito de discriminação direta é “incompleto” para lidar com a complexidade do fenômeno da discriminação.
         Já a discriminação indireta é um processo em que a situação específica de grupos minoritários é ignorada — discriminação de fato —, ou sobre ela são impostas regras de “neutralidade racial”, sem que se leve em conta a existência de diferenças sociais significativas — discriminação pelo direito ou discriminação por impacto adverso. A discriminação indireta é “marcada pela ausência de intencionalidade explícita de discriminar pessoas. Isso pode acontecer porque a norma ou prática não leva em consideração ou não pode prever de forma concreta as consequências da norma.”, segundo Moreira.
         A consequência de práticas de discriminação direta e indireta ao longo do tempo leva à estratificação social, um fenômeno intergeracional em que o percurso de vida de todos os membros de um grupo social — o que inclui as chances de ascensão social, de reconhecimento e de sustento material — é afetado.

Silvio Almeida. Racismo estrutural. São Paulo: Pólen, 2019, p. 22-23 (com adaptações)

Considerando as ideias veiculadas no texto apresentado e seus aspectos linguísticos, julgue o seguinte item.


No segundo período do primeiro parágrafo, o vocábulo “que”, em “que pode ou não resultar em práticas discriminatórias”, retoma “O preconceito racial”.

Alternativas
Q2519158 Português
        Embora haja relação entre os conceitos, racismo difere de preconceito racial e de discriminação racial. O preconceito racial é o juízo que se baseia em estereótipos acerca de indivíduos que pertençam a determinado grupo racializado e que pode ou não resultar em práticas discriminatórias. As ideias de que negros são violentos e inconfiáveis, de que judeus são avarentos ou de que orientais são “naturalmente” preparados para as ciências exatas são exemplos de preconceitos.
         A discriminação racial, por sua vez, é a atribuição de tratamento diferenciado a membros de grupos racialmente identificados. Portanto, a discriminação tem como requisito fundamental o poder, ou seja, a possibilidade efetiva do uso da força, sem o qual não é possível atribuir vantagens ou desvantagens por conta da raça. Assim, a discriminação pode ser direta ou indireta.
         A discriminação direta é o repúdio ostensivo a indivíduos ou grupos, motivado pela condição racial, exemplo do que ocorre em países que proíbem a entrada de negros, judeus, muçulmanos, pessoas de origem árabe ou persa, ou ainda em lojas que se recusem a atender clientes de determinada raça. Adilson José Moreira afirma que o conceito de discriminação direta “pressupõe que as pessoas são discriminadas a partir de um único vetor e também que a imposição de um tratamento desvantajoso requer a existência da intenção de discriminar”. Por isso, conclui Moreira, o conceito de discriminação direta é “incompleto” para lidar com a complexidade do fenômeno da discriminação.
         Já a discriminação indireta é um processo em que a situação específica de grupos minoritários é ignorada — discriminação de fato —, ou sobre ela são impostas regras de “neutralidade racial”, sem que se leve em conta a existência de diferenças sociais significativas — discriminação pelo direito ou discriminação por impacto adverso. A discriminação indireta é “marcada pela ausência de intencionalidade explícita de discriminar pessoas. Isso pode acontecer porque a norma ou prática não leva em consideração ou não pode prever de forma concreta as consequências da norma.”, segundo Moreira.
         A consequência de práticas de discriminação direta e indireta ao longo do tempo leva à estratificação social, um fenômeno intergeracional em que o percurso de vida de todos os membros de um grupo social — o que inclui as chances de ascensão social, de reconhecimento e de sustento material — é afetado.

Silvio Almeida. Racismo estrutural. São Paulo: Pólen, 2019, p. 22-23 (com adaptações)

Considerando as ideias veiculadas no texto apresentado e seus aspectos linguísticos, julgue o seguinte item.


O sentido e a correção gramatical do primeiro período do quarto parágrafo seriam mantidos caso o trecho “sem que se leve” fosse alterado para sem se levar.

Alternativas
Q2518925 Português
Minha terra

Saí menino de minha terra.
Passei trinta anos longe dela.
De vez em quando me diziam:
Sua terra está completamente mudada,
Tem avenidas, arranha-céus...
É hoje uma bonita cidade!

Meu coração ficava pequenino.

Revi afinal o meu Recife.
Está de fato completamente mudado.
Tem avenidas, arranha-céus.
É hoje uma bonita cidade.

Diabo leve quem pôs bonita a minha terra!

(Manuel Bandeira, As cidades e as musas)
Assinale a alternativa que atende à norma-padrão de concordância nominal e de concordância verbal.
Alternativas
Respostas
12561: E
12562: C
12563: E
12564: C
12565: E
12566: E
12567: C
12568: E
12569: E
12570: E
12571: E
12572: E
12573: E
12574: E
12575: A
12576: B
12577: C
12578: E
12579: C
12580: A