Questões de Concurso Comentadas sobre sintaxe em português

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Q3381629 Português
Analise as sentenças a seguir e assinale a alternativa em que a concordância verbal está correta.
Alternativas
Q3381510 Português
Leia o texto abaixo para responder à questão.


Seca histórica agora afeta todas as 62 cidades do amazonas

A seca histórica de 2023 agora afeta todas as 62 cidades do Amazonas. Segundo a Defesa Civil do Estado, a estiagem atinge diretamente mais de 600 mil pessoas.

      Das 62 cidades que compõem o Amazonas, 60 estão em emergência, incluindo Manaus. Curso d'água que banha a capital, o Rio Negro, passa pela pior seca em 121 anos de medição.

      Na quinta-feira (26), Apuí e Presidente Figueiredo, as únicas que permaneciam com o status de "normalidade" até então, decretaram situação de alerta e entraram para a lista de municípios afetados pela seca.

      A previsão da Defesa Civil do Estado é que essas duas cidades passem a integrar a relação de municípios em emergência, nos próximos dias. As prefeituras dos dois municípios já entraram com o pedido junto ao órgão e, segundo a instituição, só estão cumprindo exigências burocráticas.

      Para entrarem e terem o pedido aceito, as prefeituras precisam comprovar, entre outras informações, o número de pessoas afetadas nas cidades.

      A partir de dados coletados junto aos municípios, a Defesa Civil do Amazonas estima que 608 mil pessoas são afetadas pela estiagem até o momento. Essas pessoas pertencem a 152 mil famílias.

      SECA NO AMAZONAS

A seca tem afetado comunidades inteiras. Em Manaus, lagos secaram na área urbana e o Rio Negro se afastou da orla da cidade.

Em Parintins, a área rural da ilha é a mais afetada. De acordo com a Defesa Civil de Parintins, 32 comunidades estão em situação de difícil acesso ou em completo isolamento.

São Gabriel da Cachoeira é outra cidade que sofre com racionamento de energia, encarecimento de alimentos e desabastecimento.

      FIM DA SECA

      A estiagem já encerrou na calha do Rio Solimões, segundo o Serviço Geológico Brasileiro (SGB), antigo CPRM. Influenciado pelas águas do Rio Solimões, o Rio Negro depende da subida das águas no Peru e na tríplice fronteira, onde está situada a cidade de Tabatinga.

      Com a retomada do processo de cheia no Rio Solimões, o Rio Negro reduziu o ritmo de descida em Manaus, nos últimos três dias e chegou a estabilizar entre quinta (26) e esta sexta-feira (27).

(Disponível em: https://g1.globo.com/google/amp/am/amazonas/noticia/2023/10/27/seca-historica-agora-afeta-todas-as-62- cidades-do-amazonas.ghtml. Acesso em: 10/out./2023)
Considere o trecho abaixo:
“A seca tem afetado comunidades inteiras. Em Manaus, lagos secaram na área urbana e o Rio Negro se afastou da orla da cidade.”

Considerando as orações desse trecho, as respectivas classificações dos sujeitos são: 
Alternativas
Q3381507 Português
Considere as frases abaixo:
João aspira ........................emprego de servente na loja.

I. Quem quiser assistir .......................... jogo, deve permanecer em silêncio.
II. Certamente, essa ação implicará ........................... união do trio.
III. Ao chegar ............................ loja, verificarei se os arquivos estão em ordem.

Em relação à regência verbal, a sequência que preenche corretamente as lacunas é: 
Alternativas
Q3381502 Português
Leia o texto abaixo para responder à questão.


O amor bate na aorta

Cantiga de amor sem eira nem beira, vira o mundo de cabeça para baixo,
suspende a saia das mulheres,
tira os óculos dos homens,
o amor, seja como for,
é o amor.

Meu bem, não chores,
hoje tem filme do Carlito.

O amor bate na porta
o amor bate na aorta,
fui abrir e me constipei.
Cardíaco e melancólico,
o amor ronca na horta
entre pés de laranjeira
entre uvas meio verdes
e desejos já maduros.

Entre uvas meio verdes,
meu amor, não te atormentes.
Certos ácidos adoçam
a boca murcha dos velhos
e quando os dentes não mordem
e quando os braços não prendem
o amor faz uma cócega
o amor desenha uma curva
propõe uma geometria.

Amor é bicho instruído.

Olha: o amor pulou o muro
o amor subiu na árvore
em tempo de se estrepar
Pronto, o amor se estrepou.
Daqui estou vendo o sangue
que escorre do corpo andrógino.
Essa ferida, meu bem,
às vezes não sara nunca,
às vezes sara amanhã.

Daqui estou vendo o amor
irritado, desapontado,
mas também vejo outras coisas:
vejo corpos, vejo almas
vejo beijos que se beijam
ouço mãos que se conversam
e que viajam sem mapa.
Vejo muitas outras coisas
que não ouso compreender…


(Carlos Drummond de Andrade)
No trecho “o amor faz uma cócega, o amor desenha uma curva”, ambas as orações 
Alternativas
Q3381501 Português
Leia o texto abaixo para responder à questão.


O amor bate na aorta

Cantiga de amor sem eira nem beira, vira o mundo de cabeça para baixo,
suspende a saia das mulheres,
tira os óculos dos homens,
o amor, seja como for,
é o amor.

Meu bem, não chores,
hoje tem filme do Carlito.

O amor bate na porta
o amor bate na aorta,
fui abrir e me constipei.
Cardíaco e melancólico,
o amor ronca na horta
entre pés de laranjeira
entre uvas meio verdes
e desejos já maduros.

Entre uvas meio verdes,
meu amor, não te atormentes.
Certos ácidos adoçam
a boca murcha dos velhos
e quando os dentes não mordem
e quando os braços não prendem
o amor faz uma cócega
o amor desenha uma curva
propõe uma geometria.

Amor é bicho instruído.

Olha: o amor pulou o muro
o amor subiu na árvore
em tempo de se estrepar
Pronto, o amor se estrepou.
Daqui estou vendo o sangue
que escorre do corpo andrógino.
Essa ferida, meu bem,
às vezes não sara nunca,
às vezes sara amanhã.

Daqui estou vendo o amor
irritado, desapontado,
mas também vejo outras coisas:
vejo corpos, vejo almas
vejo beijos que se beijam
ouço mãos que se conversam
e que viajam sem mapa.
Vejo muitas outras coisas
que não ouso compreender…


(Carlos Drummond de Andrade)
O sujeito no trecho “certos ácidos adoçam a boca murcha dos velhos”: 
Alternativas
Q3381051 Português
Qual o tipo de sujeito da oração "A menina caiu no chão"?  
Alternativas
Q3381042 Português
Identifique a alternativa cuja palavra destacada foi empregada de forma incorreta:
Alternativas
Q3380920 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão:

Texto I

Jodie Foster: porque criticar os mais jovens não é coisa de "velha"

Atriz e diretora de 61 anos, duas vezes vencedora do Oscar, causou polêmica ao dizer que trabalhar com a geração Z pode ser "muito irritante”.

    Com a chegada da temporada de premiações do cinema, a atriz Jodie Foster ganhou uma longa reportagem no jornal inglês "The Guardian" recentemente. Depois de ser indicada ao Globo de Ouro, Foster é candidata a receber uma indicação ao Oscar de atriz coadjuvante por "Nyad" (Netflix). No filme, ela é Bonnie, a amiga e técnica da nadadora Diana Nyad (Annette Bening) que, aos 64 anos, realizou um feito considerado humanamente impossível: nadar por mais de 50 horas no mar, indo de Cuba à costa da Flórida, nos Estados Unidos.

    Na entrevista ao jornal inglês, Foster falou sobre carreira, sobre criar filhos feministas - ela é mãe de dois garotos na faixa dos 20 anos - e como teve que descobrir o que era ser mulher acima de 50 anos em Hollywood. Aos 61 anos, a atriz que também está à frente da nova série da HBO Max "True Detective: Terra Noturna", sente-se à vontade com ela mesma, liberta e quer ajudar a geração mais jovem a sentir o mesmo.

    Mas no meio da matéria havia um pequeno trecho que ganhou repercussão. Apesar da torcida da atriz para o sucesso dos mais jovens na indústria cinematográfica, Foster ressaltou que a chamada geração Z (nascidos entre 1997 e 2010) pode ser bem irritante quando se trata de trabalho. "Eles são assim 'hoje, não estou a fim, vou chegar às 10h30'. Ou, por exemplo, em e-mails, digo que a gramática está incorreta, pergunto se não verificaram a ortografia. E eles respondem: 'Por que faria isso, isso não é um tanto quanto limitante?'", relatou a atriz.
     Não custou muito para a atriz ser detonada com aquela tradicional carga de etarismo. "É coisa de velha", disseram os incomodados pela crítica da atriz. No entanto, para muita gente não soou como uma observação de gente ultrapassada que não aceita o novo. Ao contrário, pareceu um comportamento familiar.

     No mundo, a geração Z é vista como difícil de trabalhar por causa de uma falta de motivação e pela capacidade de se distrair e de se ofender facilmente. No Brasil, a dificuldade de se engajar no trabalho também se confirma.

[...]

     A gente tem que lembrar que essa é uma geração que começou a trabalhar e foi abatida em pleno voo por uma pandemia que bagunçou o mundo. Se antes havia uma precarização do trabalho, a pandemia ajudou a consolidar essa tendência e a aumentar as desigualdades salariais já gritantes. Qual o estímulo para trabalhar e não ter o suficiente para morar bem, comer, ter lazer, enquanto uma minúscula parcela da população fica cada vez mais endinheirada? Difícil buscar motivação que resista. 

[...]

    O que posso afirmar é que toda geração tem suas questões para serem resolvidas. Assim como Jodie Foster, sou baby boomer (nascidos entre 1945 e 1964). Nasci no ano do golpe militar. Cresci num país onde a ditadura perdurou por mais de duas décadas, com tudo o que cerca regimes autoritários. A censura estava presente em diversas camadas da sociedade brasileira. Não poupava jornalistas, artistas, cientistas, entre outros. Sem contar que o tratamento dado às mulheres e as desigualdades de gênero eram ainda piores do que as atuais. Mesmo assim, a gente é empurrada a encontrar nosso lugar no mundo que nos faz mais feliz.

     Ter alguém mais experiente nessa caminhada nos dá uma grande vantagem. Tão bom quanto aprender com os jovens é assimilar o conhecimento das pessoas mais velhas. Pensa no tanto de lição que alguém como Jodie Foster, que entrou na indústria do entretenimento com apenas três anos de idade e construiu uma carreira sólida e premiada, tem a ensinar para quem está chegando. Quantas Jodie Foster, das mais diversas áreas, poderiam estar como mentoras influentes, com benefícios para todo mundo, independentemente da idade?

    Ouvir pessoas com mais experiência é como ter um espelho do que a gente quer buscar no futuro. É ter uma referência do que vale a pena na vida. Pode parecer óbvio, mas não custa lembrar que as gerações podem ter nomes e letras diferentes. Mas têm uma coisa em comum: todas vão envelhecer.

(Fonte: https://www.terra.com.br/nos/opiniao/lucia-soares/jodiefoster-por-que-criticar-os-mais-jovens-nao-e-coisa-develha,4554465b54dc2c821fadea3ff0ec1384lf18w8n7.html).
Releia o período a seguir: “Pode parecer óbvio, mas não custa lembrar que as gerações podem ter nomes e letras diferentes.”

Assinale a alternativa em que a reescrita do período NÃO mantém as relações de sentido presentes no trecho.
Alternativas
Q3380917 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão:

Texto I

Jodie Foster: porque criticar os mais jovens não é coisa de "velha"

Atriz e diretora de 61 anos, duas vezes vencedora do Oscar, causou polêmica ao dizer que trabalhar com a geração Z pode ser "muito irritante”.

    Com a chegada da temporada de premiações do cinema, a atriz Jodie Foster ganhou uma longa reportagem no jornal inglês "The Guardian" recentemente. Depois de ser indicada ao Globo de Ouro, Foster é candidata a receber uma indicação ao Oscar de atriz coadjuvante por "Nyad" (Netflix). No filme, ela é Bonnie, a amiga e técnica da nadadora Diana Nyad (Annette Bening) que, aos 64 anos, realizou um feito considerado humanamente impossível: nadar por mais de 50 horas no mar, indo de Cuba à costa da Flórida, nos Estados Unidos.

    Na entrevista ao jornal inglês, Foster falou sobre carreira, sobre criar filhos feministas - ela é mãe de dois garotos na faixa dos 20 anos - e como teve que descobrir o que era ser mulher acima de 50 anos em Hollywood. Aos 61 anos, a atriz que também está à frente da nova série da HBO Max "True Detective: Terra Noturna", sente-se à vontade com ela mesma, liberta e quer ajudar a geração mais jovem a sentir o mesmo.

    Mas no meio da matéria havia um pequeno trecho que ganhou repercussão. Apesar da torcida da atriz para o sucesso dos mais jovens na indústria cinematográfica, Foster ressaltou que a chamada geração Z (nascidos entre 1997 e 2010) pode ser bem irritante quando se trata de trabalho. "Eles são assim 'hoje, não estou a fim, vou chegar às 10h30'. Ou, por exemplo, em e-mails, digo que a gramática está incorreta, pergunto se não verificaram a ortografia. E eles respondem: 'Por que faria isso, isso não é um tanto quanto limitante?'", relatou a atriz.
     Não custou muito para a atriz ser detonada com aquela tradicional carga de etarismo. "É coisa de velha", disseram os incomodados pela crítica da atriz. No entanto, para muita gente não soou como uma observação de gente ultrapassada que não aceita o novo. Ao contrário, pareceu um comportamento familiar.

     No mundo, a geração Z é vista como difícil de trabalhar por causa de uma falta de motivação e pela capacidade de se distrair e de se ofender facilmente. No Brasil, a dificuldade de se engajar no trabalho também se confirma.

[...]

     A gente tem que lembrar que essa é uma geração que começou a trabalhar e foi abatida em pleno voo por uma pandemia que bagunçou o mundo. Se antes havia uma precarização do trabalho, a pandemia ajudou a consolidar essa tendência e a aumentar as desigualdades salariais já gritantes. Qual o estímulo para trabalhar e não ter o suficiente para morar bem, comer, ter lazer, enquanto uma minúscula parcela da população fica cada vez mais endinheirada? Difícil buscar motivação que resista. 

[...]

    O que posso afirmar é que toda geração tem suas questões para serem resolvidas. Assim como Jodie Foster, sou baby boomer (nascidos entre 1945 e 1964). Nasci no ano do golpe militar. Cresci num país onde a ditadura perdurou por mais de duas décadas, com tudo o que cerca regimes autoritários. A censura estava presente em diversas camadas da sociedade brasileira. Não poupava jornalistas, artistas, cientistas, entre outros. Sem contar que o tratamento dado às mulheres e as desigualdades de gênero eram ainda piores do que as atuais. Mesmo assim, a gente é empurrada a encontrar nosso lugar no mundo que nos faz mais feliz.

     Ter alguém mais experiente nessa caminhada nos dá uma grande vantagem. Tão bom quanto aprender com os jovens é assimilar o conhecimento das pessoas mais velhas. Pensa no tanto de lição que alguém como Jodie Foster, que entrou na indústria do entretenimento com apenas três anos de idade e construiu uma carreira sólida e premiada, tem a ensinar para quem está chegando. Quantas Jodie Foster, das mais diversas áreas, poderiam estar como mentoras influentes, com benefícios para todo mundo, independentemente da idade?

    Ouvir pessoas com mais experiência é como ter um espelho do que a gente quer buscar no futuro. É ter uma referência do que vale a pena na vida. Pode parecer óbvio, mas não custa lembrar que as gerações podem ter nomes e letras diferentes. Mas têm uma coisa em comum: todas vão envelhecer.

(Fonte: https://www.terra.com.br/nos/opiniao/lucia-soares/jodiefoster-por-que-criticar-os-mais-jovens-nao-e-coisa-develha,4554465b54dc2c821fadea3ff0ec1384lf18w8n7.html).
Releia os trechos a seguir:

I – “[..] e como teve que descobrir o que era ser mulher acima de 50 anos em Hollywood.”
II – “[...] a geração Z é vista como difícil de trabalhar por causa de uma falta de motivação...”
III – “Assim como Jodie Foster, sou baby boomer (nascidos entre 1945 e 1964).”
IV – “Ouvir pessoas com mais experiência é como ter um espelho do que a gente quer buscar no futuro.”

Sobre os sentidos produzidos pelas palavras em destaque, é possível afirmar que: 
Alternativas
Q3380853 Português
Casos de dengue em gestantes aumentam 345% em 2024
Aumento representa um quadro preocupante de saúde pública.
Publicado em 01/03/2024 - 19:24 Por Sabrina Craide Repórter da Agência Brasil - Brasília
    O número de casos de dengue em gestantes aumentou 345,2% nas seis primeiras semanas deste ano, na comparação com o mesmo período de 2023, segundo dados epidemiológicos do Ministério da Saúde divulgados nesta sexta-feira (1º).
    “Este aumento representa um quadro preocupante de saúde pública, considerando o risco elevado de complicações graves, tanto para elas quanto para os bebês. Formas graves da doença, como choque, hemorragias e óbito representam riscos para as gestantes, enquanto as complicações perinatais incluem prematuridade, restrição de crescimento intrauterino e morte fetal”, informou a pasta.
    Segundo o ministério, em 2023 foram registrados 1.530.940 casos prováveis no país, com um coeficiente de incidência de 753,9 casos por 100 mil habitantes, o que representa um aumento de 16,5% em comparação com o ano anterior.
    Desde o início do ano, o Brasil registrou 1.038.475 casos prováveis de dengue e 258 mortes confirmadas pela doença. Outros 651 óbitos estão em investigação. O coeficiente de incidência da dengue no país neste momento é de 511,4 casos para cada grupo de 100 mil habitantes, segundo o Painel de Monitoramento das Arboviroses.
Releia a seguinte frase: “O número de casos de dengue em gestantes aumentou 345,2% nas seis primeiras semanas deste ano [...]”. Quanto aos termos da oração (período simples), assinale a alternativa correta: 
Alternativas
Q3380823 Português

Assinale a alternativa que apresenta a classificação correta da oração em destaque no texto a seguir.


“A crise de audiência das novelas da Globo tem atingido patamares preocupantes para a emissora líder de audiência. Elas por Elas, Fuzuê e Terra e Paixão vêm sofrendo com médias de ibope sem perspectiva qualquer de crescimento, mesmo com viradas em suas histórias.” [...].



Disponível em: https://veja.abril.com.br/coluna/tela-plana/os-motivos-por-tras-da-crise-de-audienciadas-novelas-da-globo.

Alternativas
Q3380820 Português

Considerando que a concordância verbal trata da adequada flexão, em número e pessoa, de um verbo com seu sujeito, assinale a alternativa correta.



I. Durante o ensino médio, na escola em que estudei, alguns de nós resolvíamos questões complexas com os professores de Matemática.


II. Durante o ensino médio, na escola em que estudei, alguns de nós resolviam questões complexas com os professores de Matemática.


III. Embora matemática fosse normalmente considerada uma matéria difícil, não eram incomum encontrar na escola pública estudantes com grande desenvoltura na área de exatas. 

Alternativas
Q3380816 Português

Carta ao algoritmo



Algoritmo, já que você vive registrando nossas ações, onde estamos, onde compramos, em que lugar queremos passar as férias, já que conhece as nossas mentiras e os limites de nossos cartões de crédito, nossos arroubos, nossas vontades, nossas tristezas, nossas playlists, nossas canções melancólicas e eufóricas, já que oferece produtos que mal começamos a pesquisar, já que tem o dom profético de se antecipar aos nossos desejos, já que tolera as nossas neuroses, já que perdoa a nossa ansiedade, já que cronometra o nosso tempo on-line, já que repassa vídeos emocionais pela enésima vez, já que cria ataques de fofura com vídeos de cachorros e gatos, já que traz depoimentos de resiliência quando estamos prestes a desistir de tentar, eu rogo que use todas as nossas informações a nosso favor, não mais exclusivamente a seu benefício, por um breve momento de generosidade. [...]



Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/colunistas/carpinejar/noticia/2024/01/uma-carta-aoalgoritmo-clr6p50dz003201475yj7tmnw.html. Acesso em: 10 abr. 2024.

Quanto ao vocábulo algoritmo usado no corpo do texto, podemos afirmar que: 
Alternativas
Q3380563 Português
Leia as sentenças a seguir:

I – Sofia não foi à academia ___ estava doente.
II - Não insista, ___ não emprestarei meu carro.
III – Não conseguimos ir ao aniversário, ___ descansar pela manhã.
IV – O material não foi comprado, ___ o orçamento já estivesse aprovado.

Segundo a norma culta, as conjunções que completam respectivamente as sentenças são:
Alternativas
Q3380064 Português

Leia o texto a seguir e responda a questão.


O Dilúvio

(Lenda Kaiapó)


    Certa vez, um caçador de tatu, cavando a terra, descobriu um grosso cipó. Esse cipó era a veia prin    cipal da Terra e quando foi cortado pelo caçador, jorrou uma quantidade tão grande de água, que o mundo ficou todo inundado. Os animais morreram e os indígenas treparam nas árvores mais altas, que não ficaram submersas.


    As águas demoraram muito a baixar e os sobreviventes ficaram magrinhos e fracos, pois não conseguiam descer das árvores. Não morreram, mas se transformaram em cupins e vespões, que passaram a fazer suas casas nos topos das árvores, revelando sua origem humana.


    Desse dilúvio, salvaram-se apenas uma velha e um casal de crianças, porque a senhora entrou em um enorme pilão, junto com as crianças, que depois lacrou com cera. Não se esqueceu também de colocar várias cabacinhas contendo sementes de alimentos amarrados ao redor do pilão, para fazer roça quando tudo voltasse ao normal.


    Os indígenas que vieram depois do dilúvio são descendentes dos que se salvaram. 

No trecho “As águas demoraram muito a baixar e os sobreviventes ficaram magrinhos e fracos, pois não conseguiam descer das árvores”, a conjunção “pois” está sendo empregada para: 
Alternativas
Q3379868 Português
Assinale a alternativa que completa corretamente as frases.

I- Cada um faz como melhor lhe _______________.
II- A cada ano, eles ____________ as propostas.
III- Os voluntários _____________ as vítimas das chuvas com alimentos.  
Alternativas
Q3379867 Português
Assinale a alternativa cuja frase apresenta erro de concordância verbal. 
Alternativas
Q3379864 Português
'Não sei onde vamos parar', diz cientista sobre frequência de eventos climáticos extremos.

Especialistas ouvidos pelo Terra alertam que as consequências do aquecimento global podem antecipar projeçõe s sobre extinção da vida humana.

17 maio 2024
Hugo Barbosa

    O agravamento do aquecimento global, nos últimos anos, aliado aos eventos climáticos extremos recentes, como as enchentes que atingiram 458 cidades no estado do Rio Grande do Sul, no início de maio, levanta várias questões no meio científico, incluindo a possibilidade de uma extinção em massa da humanidade devido às variações de temperatura no planeta. Especialistas ouvidos pelo Terra alertam, no entanto, que as mudanças climáticas podem ser mais extremas, catastróficas e, o que é pior, mais rápidas do que o projetado.
    Na avaliação de Márcio Astrini, secretário-executivo do Observatório do Clima, a população humana deve se preparar para cenários pessimistas decorrentes do aquecimento global em um período mais curto do que o projetado em meios acadêmicos. "Existem projeções de aquecimento do planeta para daqui até o fim do século, não precisa nem ir tão longe assim, de milhões de anos, não", comenta, referindo-se à pesquisa da Universidade de Bristol, cujos modelos climáticos indicam que os mamíferos serão extintos em 250 milhões de anos.  
    "Podemos chegar ao aquecimento médio de temperatura no planeta de aproximadamente 4 graus, se nada for feito e se continuarmos acelerando a emissão de gases. Com 4 graus, a extinção em massa de espécies no planeta é algo seguro e garantido. Não há dúvida.", alerta Márcio Astrini, do Observatório do Clima. Astrini cita como base o relatório do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC), organizado pela Organização das Nações Unidas (ONU) e que conta com mais de 600 cientistas para estudar, debater e projetar os impactos das mudanças climáticas. O documento, divulgado em 2023, detalha as consequências devastadoras do aumento das emissões de gases do efeito estufa em todo o mundo: a destruição de casas, a perda de meios de subsistência e a extinção de comunidades.
    Astrini cita ainda a perda de espécies inteiras em todo o ecossistema marinho, dificuldade de produzir comida na quantidade que produzimos hoje e escassez da água potável. "O ser humano vai ter baixa capacidade adaptativa e alguns vão sobreviver, outros não. É isso que vai acontecer se continuarmos assim", diz.
De acordo com o relatório, cerca de metade da população global já vive, por exemplo, em situações de escassez severa de água, durante pelo menos um mês por ano, enquanto as altas temperaturas facilitam a disseminação de doenças vetoriais, como a malária.
     Na mesma linha de Astrini, Francisco Milanez, diretor científico da Associação Gaúcha de Proteção ao Ambiente Natural (Agapan), ressalta que a pior catástrofe socioambiental da história do Rio Grande do Sul é um alerta de como as consequências das mudanças climáticas já são uma realidade. Segundo ele, a realidade gaúcha afasta a ideia de aquecimento global como um problema abstrato e distante da vida da população do planeta. "Tanto o planeta como o Brasil estão emitindo alertas constantes por meio desses eventos climáticos extremos. Nunca vimos isso na história do País", afirma.
    Milanez cita um estudo realizado por pesquisadores do ClimaMeter, que indica que as mudanças climáticas provocadas pela ação humana, especialmente a emissão de gases do efeito estufa liberados com a queima de combustíveis fósseis, tornaram as chuvas no Rio Grande do Sul mais intensas.
    "Se continuarmos assim, nesse ritmo, não sei onde vamos parar. Não será preciso milhões de anos, se permanecermos assim", completa.

https://www.terra.com.br/planeta/meio-ambiente
“[...] referindo-se à pesquisa da Universidade de Bristol [...].” 2º§
A expressão em destaque exerce a mesma função sintática que a expressão sublinhada em:
Alternativas
Q3379861 Português
'Não sei onde vamos parar', diz cientista sobre frequência de eventos climáticos extremos.

Especialistas ouvidos pelo Terra alertam que as consequências do aquecimento global podem antecipar projeçõe s sobre extinção da vida humana.

17 maio 2024
Hugo Barbosa

    O agravamento do aquecimento global, nos últimos anos, aliado aos eventos climáticos extremos recentes, como as enchentes que atingiram 458 cidades no estado do Rio Grande do Sul, no início de maio, levanta várias questões no meio científico, incluindo a possibilidade de uma extinção em massa da humanidade devido às variações de temperatura no planeta. Especialistas ouvidos pelo Terra alertam, no entanto, que as mudanças climáticas podem ser mais extremas, catastróficas e, o que é pior, mais rápidas do que o projetado.
    Na avaliação de Márcio Astrini, secretário-executivo do Observatório do Clima, a população humana deve se preparar para cenários pessimistas decorrentes do aquecimento global em um período mais curto do que o projetado em meios acadêmicos. "Existem projeções de aquecimento do planeta para daqui até o fim do século, não precisa nem ir tão longe assim, de milhões de anos, não", comenta, referindo-se à pesquisa da Universidade de Bristol, cujos modelos climáticos indicam que os mamíferos serão extintos em 250 milhões de anos.  
    "Podemos chegar ao aquecimento médio de temperatura no planeta de aproximadamente 4 graus, se nada for feito e se continuarmos acelerando a emissão de gases. Com 4 graus, a extinção em massa de espécies no planeta é algo seguro e garantido. Não há dúvida.", alerta Márcio Astrini, do Observatório do Clima. Astrini cita como base o relatório do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC), organizado pela Organização das Nações Unidas (ONU) e que conta com mais de 600 cientistas para estudar, debater e projetar os impactos das mudanças climáticas. O documento, divulgado em 2023, detalha as consequências devastadoras do aumento das emissões de gases do efeito estufa em todo o mundo: a destruição de casas, a perda de meios de subsistência e a extinção de comunidades.
    Astrini cita ainda a perda de espécies inteiras em todo o ecossistema marinho, dificuldade de produzir comida na quantidade que produzimos hoje e escassez da água potável. "O ser humano vai ter baixa capacidade adaptativa e alguns vão sobreviver, outros não. É isso que vai acontecer se continuarmos assim", diz.
De acordo com o relatório, cerca de metade da população global já vive, por exemplo, em situações de escassez severa de água, durante pelo menos um mês por ano, enquanto as altas temperaturas facilitam a disseminação de doenças vetoriais, como a malária.
     Na mesma linha de Astrini, Francisco Milanez, diretor científico da Associação Gaúcha de Proteção ao Ambiente Natural (Agapan), ressalta que a pior catástrofe socioambiental da história do Rio Grande do Sul é um alerta de como as consequências das mudanças climáticas já são uma realidade. Segundo ele, a realidade gaúcha afasta a ideia de aquecimento global como um problema abstrato e distante da vida da população do planeta. "Tanto o planeta como o Brasil estão emitindo alertas constantes por meio desses eventos climáticos extremos. Nunca vimos isso na história do País", afirma.
    Milanez cita um estudo realizado por pesquisadores do ClimaMeter, que indica que as mudanças climáticas provocadas pela ação humana, especialmente a emissão de gases do efeito estufa liberados com a queima de combustíveis fósseis, tornaram as chuvas no Rio Grande do Sul mais intensas.
    "Se continuarmos assim, nesse ritmo, não sei onde vamos parar. Não será preciso milhões de anos, se permanecermos assim", completa.

https://www.terra.com.br/planeta/meio-ambiente
“Especialistas ouvidos pelo Terra alertam, no entanto, que as mudanças climáticas podem ser mais extremas [...].” 1º§

Assinale a alternativa que apresenta alteração de sentido da expressão destacada na frase acima.  
Alternativas
Q3379797 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.

Para que a ansiedade climática não seja paralisante

Por * Maurício Gonzalez

05/06/2024

    Chegamos ao mês de celebração do Dia Mundial do Meio Ambiente atravessados pela urgência climática. Entre 2023 e 2024, só no Brasil, acompanhamos uma dura sequência de eventos impactantes pela proporção e devastação, além da alta frequência em ocorrências. Chuvas no litoral de São Paulo, seca no Amazonas, enchentes no Recife e, agora, a tragédia no Rio Grande do Sul. Todos representam o que cientistas sempre alertaram: eventos climáticos, cada vez de maiores proporções, serão ainda mais frequentes.
    Mesmo que tais avisos não sejam recentes, é inegável que estão se materializando para toda a sociedade. Especialmente, com o apoio dos meios de comunicação dispostos a noticiar o assunto com a atenção e cuidado que merece. [...] Se nos meios de comunicação o tema está em prioridade na pauta do dia, as análises de mercado também apontam para um mesmo caminho, sob o ponto de vista do consumidor. Uma pesquisa disponibilizada na Gente, plataforma de conhecimento e insights da Globo, aponta que a ansiedade climática figura em primeiro lugar dentre os temas capazes de impactar nas decisões de consumo e no comportamento da população em 2024. 
    Boa parte da percepção sobre esse tema no Brasil vem de experiências com ondas de calor, chuvas intensas e desastres naturais. Aproximadamente 79% dos brasileiros declararam que sentem os impactos severos de mudanças no clima onde vivem; e 85% acreditam que os efeitos das mudanças climáticas no país serão ainda piores nos próximos 10 anos. Este índice está bem acima da média global, que é de 71% e só foi superado pelos entrevistados na Coreia do Sul (88%). Essa angústia coletiva é plenamente justificada quando nos deparamos com a informação de que 2.797 municípios brasileiros decretaram estado de emergência ou de calamidade por causa de desastres naturais e fenômenos climáticos extremos no último ano, de acordo com a Defesa Civil Nacional.
    “A sensação de impotência e frustração surge com a ação insuficiente dos poderes e a falta de consciência em outros setores da população”, disse a psicoterapeuta britânica Caroline Hickman ao explicar a ansiedade climática ou ecoansiedade.
    Então fica uma provocação: nos falta consciência ou tal ansiedade tem gerado uma inércia limitante? Quando vamos ter um Dia Mundial do Meio Ambiente menos dramático e com avanços concretos nessa pauta? 
    Em tempos em que o Planeta Terra já fecha a conta no ‘cheque especial’ – a demanda da humanidade por recursos naturais supera a capacidade do planeta de produzir ou renovar esses recursos ao longo de um ano – há uma necessidade urgente de se encarar os riscos associados ao clima. Mas, acima de tudo, precisamos nos cobrar uma postura de resiliência que perpassará toda a sociedade, da iniciativa pública à privada, do individual ao coletivo.
     Entendo que é preciso redobrar a nossa capacidade de se antecipar e lidar com impactos causados pelas mudanças climáticas de maneira oportuna e eficiente. Precisamos construir estruturas e sistemas sustentáveis, flexíveis e duráveis, com a ajuda de colegas, parceiros e outras lideranças. E uma autoanálise, urgente e permanente, se estamos fazendo o suficiente para lidar com o que o aquecimento global representa.
    A ansiedade climática, aqui, é encarada como um motor para a transformação dessa realidade que assusta e acomete, principalmente, os mais vulneráveis. Cabe a nós, sociedade e empresas, estarmos dispostos a promover mudanças num movimento que chegue a todos, de forma democrática, justa e eficaz. E no timing da urgência que nos tem sido exposta, diariamente. 


* Maurício Gonzalez é Diretor do Centro de Serviços Compartilhados da Globo (Adaptadohttps://umsoplaneta.globo.com) 
“Se nos meios de comunicação o tema está em prioridade na pauta do dia [...].” 2º§
A palavra “se” que introduz o período acima é classificada como  
Alternativas
Respostas
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