Questões de Concurso
Comentadas sobre sintaxe em português
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
O valor do trabalho
Todos pedimos coisas para a vida. Cada um, a sua maneira, quer conquistar algo especial. Mas em nossa ingênua ignorância, consideramos que a vida nos deve de fato este favor. Que só pelo fato de existirmos já temos o direito de receber.
Suponhamos que a vida nos dê alguns presentes. Encontramo-nos com as seguintes consequências:
Um presente não nos custa nada. Por isso mesmo, sempre pediremos mais e mais.
As coisas que não nos custam nada não possuem valor. Quer dizer, tem algum valor, porém não o conhecemos e tampouco nos importa conhecê-lo.
As coisas que temos aumentam nossas fantasias e ilusões e nos dão uma falsa percepção de que as possuímos, como se determinado objeto, ou algo, fosse nosso.
Também há o aumento da vaidade, porque consideramos que merecemos isso e muito mais.
Os presentes que nos são dados não são obtidos por qualquer esforço, exceto − no melhor dos casos − o de agradecer o presente àquele que nos concede.
Os presentes que nos são dados tiram o sentido da generosidade. A pessoa que se acostuma a receber é lenta para dar algo de si.
A vida é uma corrente que flui, que está em movimento, e nós não podemos estar fora da Vida. Sendo assim, nos corresponde fluir, nos movermos a atuar e trabalhar.
(...) Meu caro, aprenda com o erro. Trabalho não é apenas "ganhar a vida". O homem é um produto de suas ações no mundo, de seu trabalho constante. Quem trabalha desenvolve e expande suas aptidões que, na maioria das vezes, estão adormecidas e escondidas; o trabalho nos ajuda a ativar os nossos poderes latentes, nos ajuda a descobrir vocações ocultas e a obter realizações inesperadas. Fortalece nossa saúde mental, nossa vontade e nossa inteligência, nos ensina, sobretudo, a amar.
É imprescindível que reflitamos sobre a importância de nos entregarmos à vida com toda a nossa essência e dedicação.
A mim me parece que que cada indivíduo tem sua própria maneira de buscar realizações na vida. Quem não ama nada mais do que receber presentes sem esforço, perde a oportunidade de compreender a verdadeira generosidade e a gratificação que vem do presentear.
Em síntese, mais que uma maldição, o trabalho vem a ser nossa oportunidade de redenção. E, assim, tomamos contato com o que há de melhor em nós e com a vitalidade que circula todo o Universo.
Autor: Delia Steinberg Guzmán. TEXTO ADAPTADO. Acesso em https://www.acropole.org.br/filosofia/ o-valor-do-trabalho/
O sujeito da primeira oração do período "Também há o aumento da vaidade, porque consideramos que merecemos isso e muito mais", é classificado como:
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
O valor do trabalho
Todos pedimos coisas para a vida. Cada um, a sua maneira, quer conquistar algo especial. Mas em nossa ingênua ignorância, consideramos que a vida nos deve de fato este favor. Que só pelo fato de existirmos já temos o direito de receber.
Suponhamos que a vida nos dê alguns presentes. Encontramo-nos com as seguintes consequências:
Um presente não nos custa nada. Por isso mesmo, sempre pediremos mais e mais.
As coisas que não nos custam nada não possuem valor. Quer dizer, tem algum valor, porém não o conhecemos e tampouco nos importa conhecê-lo.
coisas que temos aumentam nossas fantasias e ilusões e nos dão uma falsa percepção de que as possuímos, como se determinado objeto, ou algo, fosse nosso.
Também há o aumento da vaidade, porque consideramos que merecemos isso e muito mais.
Os presentes que nos são dados não são obtidos por qualquer esforço, exceto − no melhor dos casos − o de agradecer o presente àquele que nos concede.
Os presentes que nos são dados tiram o sentido da generosidade. A pessoa que se acostuma a receber é lenta para dar algo de si.
A vida é uma corrente que flui, que está em movimento, e nós não podemos estar fora da Vida. Sendo assim, nos corresponde fluir, nos movermos a atuar e trabalhar.
(...)
Meu caro, aprenda com o erro. Trabalho não é apenas "ganhar a vida". O homem é um produto de suas ações no mundo, de seu trabalho constante. Quem trabalha desenvolve e expande suas aptidões que, na maioria das vezes, estão adormecidas e escondidas; o trabalho nos ajuda a ativar os nossos poderes latentes, nos ajuda a descobrir vocações ocultas e a obter realizações inesperadas. Fortalece nossa saúde mental, nossa vontade e nossa inteligência, nos ensina, sobretudo, a amar.
(...) Meu caro, aprenda com o erro. Trabalho não é apenas "ganhar a vida". O homem é um produto de suas ações no mundo, de seu trabalho constante. Quem trabalha desenvolve e expande suas aptidões que, na maioria das vezes, estão adormecidas e escondidas; o trabalho nos ajuda a ativar os nossos poderes latentes, nos ajuda a descobrir vocações ocultas e a obter realizações inesperadas. Fortalece nossa saúde mental, nossa vontade e nossa inteligência, nos ensina, sobretudo, a amar.
É imprescindível que reflitamos sobre a importância de nos entregarmos à vida com toda a nossa essência e dedicação.
A mim me parece que que cada indivíduo tem sua própria maneira de buscar realizações na vida. Quem não ama nada mais do que receber presentes sem esforço, perde a oportunidade de compreender a verdadeira generosidade e a gratificação que vem do presentear.
Em síntese, mais que uma maldição, o trabalho vem a ser nossa oportunidade de redenção. E, assim, tomamos contato com o que há de melhor em nós e com a vitalidade que circula todo o Universo.
Autor: Delia Steinberg Guzmán. TEXTO ADAPTADO. Acesso em https://www.acropole.org.br/filosofia/ o-valor-do-trabalho/
I. Fazem dias que ele está estranho comigo.
II. Ela é assim, tá contente e do nada fica de mau humor.
III. Aquela mulher parecia meio cansada.
IV. Esse formulário tem que ser imprimido.
Estão CORRETOS:
I. Ele havia prometido que viria, no entanto não apareceu.
II. Você é tão divertida quanto o seu irmão.
III. Eu nunca trabalhei com ele, mas ele me parece muito competente.
Está(ão) CORRETO(S):
Ariela sabia que eu estava disposto a fazer tudo por ela.
Qual é a função sintática do termo destacado?
I .O carro, que era vermelho, chamava a atenção de todos.
II.Os alunos que estudaram para a prova conseguiram boas notas.
III.O cachorro que late muito é irritante.
IV.Maria, que é minha melhor amiga, veio me visitar hoje.
V.O filme, que foi indicado ao Oscar, atraiu uma grande audiência.
VI.O livro que comprei ontem é muito interessante.
Quais das afirmativas lidas acima possuem uma oração subordinada adjetiva restritiva?
Leia com atenção a afirmativa abaixo:
É proibida entrada de animais no estabelecimento.
Assinale a alternativa que identifica o erro na afirmativa acima:
O Brasil _____ inúmeros problemas relacionados à educação, mas um dos que mais ______ ____ sido a violência contra professores. As autoridades e nem a mídia _____ dado a devida importância a essa questão até o momento, embora as estatísticas já _______ apresentando registros bem altos do número de casos.
Os três pronomes destacados na primeira estrofe dessa letra de música exercem as respectivas funções sintáticas:
Inteira
Não é de Deus essa vontade
De querer você inteira e você vem pela metade
E com um sorriso bobo tende a me fazer
Te aceitar pra ir de novo
Mas que diabos você pensa
Quando inventa um final meticuloso
Esconde do povo, mas se envolve o tempo todo
Em meus abraços e eu nos teus. [...]
Disponível em: https://www.letras.mus.br/tem-amor/inteira/. Acesso em: 21 maio 2024.
Assinale a única alternativa, onde não temos um vocativo.
Leia o texto e responda a questão.
Sem novidades no front
Marina Colasanti
Esperava que o marido voltasse da guerra. Durante os primeiros anos, quando ele certamente não chegaria, preparou compotas. Depois, a partir do momento em que o regresso se tornava uma possibilidade iminente, assou pães, e a cada semana uma torta de peras, enchendo a casa com o perfume açucarado que, antes mesmo do seu sorriso, lhe daria as boas-vindas.
Um dia chegou o vizinho da frente. No outro chegou o vizinho do lado. E seu marido não chegou. Voltaram os gêmeos morenos. Voltaram os três irmãos louros. E seu marido não voltou. Aos poucos, todos os homens da pequena cidade estavam de volta a suas casas. Menos um. O seu.
Paciente, ainda assim ela espanava os vidros de compotas, abria em cruz a massa levedada, e descascava peras.
Há muito a guerra havia terminado, quando a silhueta escura parou hesitante frente ao seu portão. Antes que sequer batesse palmas, foi ela recebê-lo, de avental limpo. E puxando-o pela mão o trouxe para dentro, fez que lavasse o rosto na pia mesmo da cozinha, sentasse à mesa, enfim um homem no espaço que a ele sempre fora dedicado.
Encheu-lhe o copo de vinho, serviu-lhe a fatia de torta. Profunda paz a invadia enquanto o olhava comer esfaimado. E esforçando-se para não perceber que aquele não era o seu marido, começou a fazer-lhe perguntas sobre o front.
Leia o texto e responda a questão.
Sem novidades no front
Marina Colasanti
Esperava que o marido voltasse da guerra. Durante os primeiros anos, quando ele certamente não chegaria, preparou compotas. Depois, a partir do momento em que o regresso se tornava uma possibilidade iminente, assou pães, e a cada semana uma torta de peras, enchendo a casa com o perfume açucarado que, antes mesmo do seu sorriso, lhe daria as boas-vindas.
Um dia chegou o vizinho da frente. No outro chegou o vizinho do lado. E seu marido não chegou. Voltaram os gêmeos morenos. Voltaram os três irmãos louros. E seu marido não voltou. Aos poucos, todos os homens da pequena cidade estavam de volta a suas casas. Menos um. O seu.
Paciente, ainda assim ela espanava os vidros de compotas, abria em cruz a massa levedada, e descascava peras.
Há muito a guerra havia terminado, quando a silhueta escura parou hesitante frente ao seu portão. Antes que sequer batesse palmas, foi ela recebê-lo, de avental limpo. E puxando-o pela mão o trouxe para dentro, fez que lavasse o rosto na pia mesmo da cozinha, sentasse à mesa, enfim um homem no espaço que a ele sempre fora dedicado.
Encheu-lhe o copo de vinho, serviu-lhe a fatia de torta. Profunda paz a invadia enquanto o olhava comer esfaimado. E esforçando-se para não perceber que aquele não era o seu marido, começou a fazer-lhe perguntas sobre o front.
Tratando-se de concordância nominal, atribua (V) verdadeiro ou (F) falso e marque a alternativa correta.
( ) A palavra barato, quando se refere a um substantivo, concorda com ele.
( ) A palavra barato, quando se refere a um verbo ou adjetivo, permanece invariável.
( ) A palavra bastante, quando se refere a um substantivo, concorda com ele.
( ) A palavra bastante, quando se refere a um verbo ou adjetivo, permanece invariável.
Assinale a alternativa, onde há predicativo do sujeito.
Marque a alternativa, onde temos um predicado verbal.
Sobre frase, oração e período, assinale (V) verdadeiro ou (F) falso e marque a alternativa correta.
( ) O enunciado que tem sentido completo chama-se frase.
( ) A frase que se organiza em torno de apenas um verbo é chamada oração.
( ) A frase constituída por uma ou mais orações, que termina com ponto-final, ponto de exclamação, ponto de interrogação ou reticências, chama-se período.
( ) Tantos quantos forem os verbos, tantas serão as orações.
Vinculando-se à correta concordância verbal, assinale a alternativa indevida.
Tratando-se de concordância nominal, assinale (V) verdadeiro ou (F) falso e marque a alternativa correta.
( ) A palavra pouco, quando se refere a um substantivo, concorda com ele.
( ) A palavra pouco, quando se refere a um verbo ou adjetivo, permanece invariável.
( ) A palavra caro, quando se refere a um substantivo, concorda com ele.
( ) A palavra caro, quando se refere a um verbo ou adjetivo, permanece invariável.