Questões de Concurso
Comentadas sobre sintaxe em português
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I.Joana fez uma apologia de práticas sustentáveis durante sua apresentação na conferência ambiental.
II.Pedro tem certeza em suas habilidades e está determinado a alcançar seus objetivos profissionais.
III.Estou disposto EM ajudar no que for preciso para que o projeto seja concluído com sucesso.
IV.Após anos de tratamento e apoio, o ex-dependente químico foi reinserido a sua comunidade e agora busca reconstruir sua vida.
V.Laura está adaptada com a nova cidade, fazendo novos amigos e se envolvendo em atividades locais.
VI.Marcos sempre foi desconfiado de estranhos, o que o torna cauteloso em situações desconhecidas.
Em quais das afirmativas lidas há erro de regência nominal?
Leia com atenção a afirmativa abaixo:
Ariela sabia que eu estava disposto a fazer tudo por ela.
Qual é a função sintática do termo destacado?
Assinalar a forma do verbo que preenche a lacuna abaixo CORRETAMENTE:
Na próxima semana, os alunos _______ o museu de arte para uma aula educativa.
Leia com atenção a afirmativa abaixo:
É proibida entrada de animais no estabelecimento.
Assinale a alternativa que identifica o erro na afirmativa acima:
Coluna 01:
(__)Ela riu e chorou e abraçou e beijou todos os amigos.
(__)A atleta brasileira correu, pulou, gritou, venceu.
(__)Carlos fez o trabalho, entregou, recebeu o pagamento.
(__)O vento soprava e as folhas caíam e os pássaros voavam e as nuvens se moviam lentamente.
Coluna 02:
I.Assíndeto.
II.Polissíndeto.
Correlacione as colunas acima conforme o emprego das figuras de sintaxe nas afirmativas da Coluna 01. Em seguida, assinale a alternativa com a sequência correta:
I.Há muito tempo que não se vê uma tempestade assim.
II.Aceita-se qualquer coisa por dinheiro.
III.Faz dez anos que não visito aquela cidade.
IV.Nevou tanto durante a noite que mal consigo abrir a porta.
V.Nunca se está livre dos telefonemas indesejados.
Em quais das afirmativas lidas o sujeito é inexistente?
I.Suas palavras não condizem com os seus atos.
II.Eu tenho certeza que os argentinos não vencerão esta noite.
III.Marta estava disposta a esquecer os erros de Rômulo.
IV.Estou desconfiado de que ele tem más intenções.
V.O sangue de Jordão não era compatível ao de Maria.
Em quais das afirmativas lidas há erro na regência nominal?
Marcos abraçou o seu filho.
Qual é a função sintática dos termos destacados?
Coluna 01:
(__)Embora tenha estudado bastante, não conseguiu passar na prova.
(__)Estudamos muito para que possamos obter boas notas nas provas.
(__)Como estava chovendo, decidimos adiar o passeio.
(__)Ele se esforçou tanto de forma que conseguiu alcançar seus objetivos.
(__)Desde que você me avise com antecedência, poderei ir à reunião.
Coluna 02:
I.Causal.
II.Concessiva.
III.Condicional.
IV.Consecutiva.
V.Final.
Correlacione as colunas acima de acordo com o tipo de oração subordinada adverbial empregada. Em seguida, assinale a alternativa com a sequência correta:
Faraco, Moura e Maruxo (2012) afirmam que a regência é a relação de dependência que se estabelece entre dois termos. Quando o termo regente é um verbo, a relação que se estabelece entre ele e o seu complemento chama-se regência verbal. Assinale a alternativa que exemplifica o uso adequado da regência verbal.
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
O valor do trabalho
Todos pedimos coisas para a vida. Cada um, a sua maneira, quer conquistar algo especial. Mas em nossa ingênua ignorância, consideramos que a vida nos deve de fato este favor. Que só pelo fato de existirmos já temos o direito de receber.
Suponhamos que a vida nos dê alguns presentes. Encontramo-nos com as seguintes consequências:
Um presente não nos custa nada. Por isso mesmo, sempre pediremos mais e mais.
As coisas que não nos custam nada não possuem valor. Quer dizer, tem algum valor, porém não o conhecemos e tampouco nos importa conhecê-lo.
As coisas que temos aumentam nossas fantasias e ilusões e nos dão uma falsa percepção de que as possuímos, como se determinado objeto, ou algo, fosse nosso.
Também há o aumento da vaidade, porque consideramos que merecemos isso e muito mais.
Os presentes que nos são dados não são obtidos por qualquer esforço, exceto − no melhor dos casos − o de agradecer o presente àquele que nos concede.
Os presentes que nos são dados tiram o sentido da generosidade. A pessoa que se acostuma a receber é lenta para dar algo de si.
A vida é uma corrente que flui, que está em movimento, e nós não podemos estar fora da Vida. Sendo assim, nos corresponde fluir, nos movermos a atuar e trabalhar.
(...) Meu caro, aprenda com o erro. Trabalho não é apenas "ganhar a vida". O homem é um produto de suas ações no mundo, de seu trabalho constante. Quem trabalha desenvolve e expande suas aptidões que, na maioria das vezes, estão adormecidas e escondidas; o trabalho nos ajuda a ativar os nossos poderes latentes, nos ajuda a descobrir vocações ocultas e a obter realizações inesperadas. Fortalece nossa saúde mental, nossa vontade e nossa inteligência, nos ensina, sobretudo, a amar.
É imprescindível que reflitamos sobre a importância de nos entregarmos à vida com toda a nossa essência e dedicação.
A mim me parece que que cada indivíduo tem sua própria maneira de buscar realizações na vida. Quem não ama nada mais do que receber presentes sem esforço, perde a oportunidade de compreender a verdadeira generosidade e a gratificação que vem do presentear.
Em síntese, mais que uma maldição, o trabalho vem a ser nossa oportunidade de redenção. E, assim, tomamos contato com o que há de melhor em nós e com a vitalidade que circula todo o Universo.
Autor: Delia Steinberg Guzmán. TEXTO ADAPTADO. Acesso em https://www.acropole.org.br/filosofia/ o-valor-do-trabalho/
Analise o período que segue:
Os presentes QUE NOS SÃO DADOS tiram o sentido da generosidade.
É correto afirmar que a oração "QUE NOS SÃO DADOS" é classificada como:
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
O valor do trabalho
Todos pedimos coisas para a vida. Cada um, a sua maneira, quer conquistar algo especial. Mas em nossa ingênua ignorância, consideramos que a vida nos deve de fato este favor. Que só pelo fato de existirmos já temos o direito de receber.
Suponhamos que a vida nos dê alguns presentes. Encontramo-nos com as seguintes consequências:
Um presente não nos custa nada. Por isso mesmo, sempre pediremos mais e mais.
As coisas que não nos custam nada não possuem valor. Quer dizer, tem algum valor, porém não o conhecemos e tampouco nos importa conhecê-lo.
As coisas que temos aumentam nossas fantasias e ilusões e nos dão uma falsa percepção de que as possuímos, como se determinado objeto, ou algo, fosse nosso.
Também há o aumento da vaidade, porque consideramos que merecemos isso e muito mais.
Os presentes que nos são dados não são obtidos por qualquer esforço, exceto − no melhor dos casos − o de agradecer o presente àquele que nos concede.
Os presentes que nos são dados tiram o sentido da generosidade. A pessoa que se acostuma a receber é lenta para dar algo de si.
A vida é uma corrente que flui, que está em movimento, e nós não podemos estar fora da Vida. Sendo assim, nos corresponde fluir, nos movermos a atuar e trabalhar.
(...) Meu caro, aprenda com o erro. Trabalho não é apenas "ganhar a vida". O homem é um produto de suas ações no mundo, de seu trabalho constante. Quem trabalha desenvolve e expande suas aptidões que, na maioria das vezes, estão adormecidas e escondidas; o trabalho nos ajuda a ativar os nossos poderes latentes, nos ajuda a descobrir vocações ocultas e a obter realizações inesperadas. Fortalece nossa saúde mental, nossa vontade e nossa inteligência, nos ensina, sobretudo, a amar.
É imprescindível que reflitamos sobre a importância de nos entregarmos à vida com toda a nossa essência e dedicação.
A mim me parece que que cada indivíduo tem sua própria maneira de buscar realizações na vida. Quem não ama nada mais do que receber presentes sem esforço, perde a oportunidade de compreender a verdadeira generosidade e a gratificação que vem do presentear.
Em síntese, mais que uma maldição, o trabalho vem a ser nossa oportunidade de redenção. E, assim, tomamos contato com o que há de melhor em nós e com a vitalidade que circula todo o Universo.
Autor: Delia Steinberg Guzmán. TEXTO ADAPTADO. Acesso em https://www.acropole.org.br/filosofia/ o-valor-do-trabalho/
Os presentes que nos são dados não são obtidos por qualquer esforço, exceto − no melhor dos casos − o de agradecer o presente àquele que nos concede. A forma verbal agradecer é classificada, no contexto em que foi empregada, quanto à sua transitividade (Regência Verbal) como sendo:
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
O valor do trabalho
Todos pedimos coisas para a vida. Cada um, a sua maneira, quer conquistar algo especial. Mas em nossa ingênua ignorância, consideramos que a vida nos deve de fato este favor. Que só pelo fato de existirmos já temos o direito de receber.
Suponhamos que a vida nos dê alguns presentes. Encontramo-nos com as seguintes consequências:
Um presente não nos custa nada. Por isso mesmo, sempre pediremos mais e mais.
As coisas que não nos custam nada não possuem valor. Quer dizer, tem algum valor, porém não o conhecemos e tampouco nos importa conhecê-lo.
As coisas que temos aumentam nossas fantasias e ilusões e nos dão uma falsa percepção de que as possuímos, como se determinado objeto, ou algo, fosse nosso.
Também há o aumento da vaidade, porque consideramos que merecemos isso e muito mais.
Os presentes que nos são dados não são obtidos por qualquer esforço, exceto − no melhor dos casos − o de agradecer o presente àquele que nos concede.
Os presentes que nos são dados tiram o sentido da generosidade. A pessoa que se acostuma a receber é lenta para dar algo de si.
A vida é uma corrente que flui, que está em movimento, e nós não podemos estar fora da Vida. Sendo assim, nos corresponde fluir, nos movermos a atuar e trabalhar.
(...) Meu caro, aprenda com o erro. Trabalho não é apenas "ganhar a vida". O homem é um produto de suas ações no mundo, de seu trabalho constante. Quem trabalha desenvolve e expande suas aptidões que, na maioria das vezes, estão adormecidas e escondidas; o trabalho nos ajuda a ativar os nossos poderes latentes, nos ajuda a descobrir vocações ocultas e a obter realizações inesperadas. Fortalece nossa saúde mental, nossa vontade e nossa inteligência, nos ensina, sobretudo, a amar.
É imprescindível que reflitamos sobre a importância de nos entregarmos à vida com toda a nossa essência e dedicação.
A mim me parece que que cada indivíduo tem sua própria maneira de buscar realizações na vida. Quem não ama nada mais do que receber presentes sem esforço, perde a oportunidade de compreender a verdadeira generosidade e a gratificação que vem do presentear.
Em síntese, mais que uma maldição, o trabalho vem a ser nossa oportunidade de redenção. E, assim, tomamos contato com o que há de melhor em nós e com a vitalidade que circula todo o Universo.
Autor: Delia Steinberg Guzmán. TEXTO ADAPTADO. Acesso em https://www.acropole.org.br/filosofia/ o-valor-do-trabalho/