Questões de Concurso Comentadas sobre sintaxe em português

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Q3096549 Português
No trecho "Virei Glória Pires, ela virou Tony Ramos", a ausência de conectores explícitos entre as duas orações auxilia na construção de um efeito de contraste e simultaneidade entre as transformações do narrador e da esposa. Com base nas regras de coesão e coerência, assinale a alternativa que explica corretamente o efeito da ausência de conectores explícitos entre as orações.
Alternativas
Q3096489 Português
Assinale a alternativa que completa corretamente as lacunas, de acordo com as regras de concordância verbal e nominal da língua portuguesa:
Quanto ______ pressões ______, melhor ______ para todos.
Alternativas
Q3096485 Português
O texto a seguir necessita de um conectivo adequado para fazer sentido. Indique, nas alternativas abaixo, aquele que completa corretamente a lacuna:
João é um bom amigo. ____ conversas são reconfortantes.
Alternativas
Q3096190 Português
Crises climática, social e da biodiversidade


O Brasil está vivendo o desenrolar de um processo grave desencadeado pelas mudanças climáticas globais, amplamente previstas por painéis internacionais e especialistas. Eventos extremos, como a histórica seca de 2023-2024 na Amazônia e as chuvas torrenciais no Rio Grande do Sul em abril, são sinais de uma emergência climática que já deixou de ser uma previsão futura: é a realidade concreta e urgente do país.

Apesar do Acordo de Paris, vigente desde 2016, o mundo não conseguiu frear o aumento das emissões de gases de efeito estufa, que hoje somam 62 bilhões de toneladas por ano. Com isso, tornou-se impossível limitar o aquecimento global a 1,5ºC, conforme pretendido pelo tratado. Estamos agora diante de um cenário de aumento médio de até 3ºC.

De acordo com os modelos do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC), um aquecimento dessa magnitude pode resultar, no Brasil, em dias até 4ºC mais quentes, além de mudanças no regime de chuvas, que levariam a estiagens no Norte, Nordeste e Centro-Oeste, enquanto o Sudeste e o Sul sofreriam com tempestades mais intensas. Como já vimos nos últimos meses, o prolongamento de estações secas, somado a ondas de calor, cria situação propícia para incêndios de grandes proporções.

Contudo, a crise climática está profundamente interligada com outras questões. Enfrentá-la significa também conter a perda de habitats e a redução da biodiversidade, que são essenciais para a manutenção dos serviços ecossistêmicos, como a absorção de carbono. Além disso, a redução da pobreza e das desigualdades sociais é crucial para evitar que os efeitos das mudanças climáticas afetem de forma desproporcional as populações mais vulneráveis.

Essas três crises — climática, da biodiversidade e social —, embora interconectadas, são tratadas de maneira isolada. Entretanto, ecossistemas conservados, eficientes na captura de carbono, não só mitigam o aquecimento global, como também garantem a saúde humana e a manutenção de suas atividades econômicas. Portanto, as estratégias para enfrentar essa nova realidade precisam integrar ações nessas três frentes.

A tarefa adiante é árdua e longa. No entanto, o conhecimento necessário para agir já está disponível. Especialmente no caso brasileiro, há oportunidades que podem ser aproveitadas imediatamente, tanto para evitar cenários climáticos mais catastróficos quanto para preparar o país para eventos extremos que, a essa altura, são inevitáveis.

Segundo o relatório de 2023 do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente, o Brasil é o sétimo maior emissor de gases de efeito estufa (o quarto em emissões per capita). Quase metade dessas emissões (48%) está relacionada ao desmatamento. [...]

Nossa legislação ambiental deverá ser revista. O Código Florestal, de 2012, é a principal política pública nacional de conservação da vegetação nativa, mas foi promulgada sem compreender a devida urgência da crise climática, da biodiversidade, seus impactos sociais e efeitos secundários. Um esforço é necessário no sentido de fortalecer as áreas de Reserva Legal, estabelecidas pela legislação, e de proteção de áreas úmidas. Com isso, é possível advogar por avanços nesse sentido nos âmbitos municipal e estadual.

No entanto, os paradigmas atuais de conservação não são apenas restritivos. Eles também consideram como as comunidades humanas usam e dependem dos ecossistemas. Especialistas debatem o conceito de "paisagens multidimensionais interconectadas" como um caminho para a conservação no século XXI.

Por "multidimensional", entende-se a capacidade de integrar diferentes paisagens e viabilizar seus diversos usos de maneira sustentável. Esse conceito possibilita a criação de estratégias que vão desde a proteção de áreas altamente preservadas, como as florestas amazônicas, até a otimização de zonas urbanas e agrícolas, promovendo a biodiversidade em todos os contextos. A abordagem multidimensional busca, assim, equilibrar conservação e desenvolvimento, permitindo que ecossistemas naturais e áreas produtivas coexistam de forma benéfica e resiliente. [...]


(Disponível em: https://www.terra.com.br/noticias/crises-climatica-social-e-da-biodiversi dade-estao-interligadas-e-devem-ser-atacadas-em-conjunto,a4ba759a 72b2f58cc2487dc95e91758e2ol6jpyt.html?utm_source=clipboard. Acesso em: 16 out 2024. Adaptado.)
Considere o trecho:
Embora o autor mencione problemas sociais e ambientais atuais, o foco principal do texto é fornecer uma análise jurídica sobre o Código Florestal brasileiro, buscando uma revisão legislativa sem envolver questões éticas ou debates sobre a relação entre desenvolvimento sustentável e justiça social.
No contexto, o conectivo "embora" estabelece uma relação. Assinale a alternativa que apresenta corretamente a relação estabelecida pelo conectivo "embora":
Alternativas
Q3096185 Português
Crises climática, social e da biodiversidade


O Brasil está vivendo o desenrolar de um processo grave desencadeado pelas mudanças climáticas globais, amplamente previstas por painéis internacionais e especialistas. Eventos extremos, como a histórica seca de 2023-2024 na Amazônia e as chuvas torrenciais no Rio Grande do Sul em abril, são sinais de uma emergência climática que já deixou de ser uma previsão futura: é a realidade concreta e urgente do país.

Apesar do Acordo de Paris, vigente desde 2016, o mundo não conseguiu frear o aumento das emissões de gases de efeito estufa, que hoje somam 62 bilhões de toneladas por ano. Com isso, tornou-se impossível limitar o aquecimento global a 1,5ºC, conforme pretendido pelo tratado. Estamos agora diante de um cenário de aumento médio de até 3ºC.

De acordo com os modelos do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC), um aquecimento dessa magnitude pode resultar, no Brasil, em dias até 4ºC mais quentes, além de mudanças no regime de chuvas, que levariam a estiagens no Norte, Nordeste e Centro-Oeste, enquanto o Sudeste e o Sul sofreriam com tempestades mais intensas. Como já vimos nos últimos meses, o prolongamento de estações secas, somado a ondas de calor, cria situação propícia para incêndios de grandes proporções.

Contudo, a crise climática está profundamente interligada com outras questões. Enfrentá-la significa também conter a perda de habitats e a redução da biodiversidade, que são essenciais para a manutenção dos serviços ecossistêmicos, como a absorção de carbono. Além disso, a redução da pobreza e das desigualdades sociais é crucial para evitar que os efeitos das mudanças climáticas afetem de forma desproporcional as populações mais vulneráveis.

Essas três crises — climática, da biodiversidade e social —, embora interconectadas, são tratadas de maneira isolada. Entretanto, ecossistemas conservados, eficientes na captura de carbono, não só mitigam o aquecimento global, como também garantem a saúde humana e a manutenção de suas atividades econômicas. Portanto, as estratégias para enfrentar essa nova realidade precisam integrar ações nessas três frentes.

A tarefa adiante é árdua e longa. No entanto, o conhecimento necessário para agir já está disponível. Especialmente no caso brasileiro, há oportunidades que podem ser aproveitadas imediatamente, tanto para evitar cenários climáticos mais catastróficos quanto para preparar o país para eventos extremos que, a essa altura, são inevitáveis.

Segundo o relatório de 2023 do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente, o Brasil é o sétimo maior emissor de gases de efeito estufa (o quarto em emissões per capita). Quase metade dessas emissões (48%) está relacionada ao desmatamento. [...]

Nossa legislação ambiental deverá ser revista. O Código Florestal, de 2012, é a principal política pública nacional de conservação da vegetação nativa, mas foi promulgada sem compreender a devida urgência da crise climática, da biodiversidade, seus impactos sociais e efeitos secundários. Um esforço é necessário no sentido de fortalecer as áreas de Reserva Legal, estabelecidas pela legislação, e de proteção de áreas úmidas. Com isso, é possível advogar por avanços nesse sentido nos âmbitos municipal e estadual.

No entanto, os paradigmas atuais de conservação não são apenas restritivos. Eles também consideram como as comunidades humanas usam e dependem dos ecossistemas. Especialistas debatem o conceito de "paisagens multidimensionais interconectadas" como um caminho para a conservação no século XXI.

Por "multidimensional", entende-se a capacidade de integrar diferentes paisagens e viabilizar seus diversos usos de maneira sustentável. Esse conceito possibilita a criação de estratégias que vão desde a proteção de áreas altamente preservadas, como as florestas amazônicas, até a otimização de zonas urbanas e agrícolas, promovendo a biodiversidade em todos os contextos. A abordagem multidimensional busca, assim, equilibrar conservação e desenvolvimento, permitindo que ecossistemas naturais e áreas produtivas coexistam de forma benéfica e resiliente. [...]


(Disponível em: https://www.terra.com.br/noticias/crises-climatica-social-e-da-biodiversi dade-estao-interligadas-e-devem-ser-atacadas-em-conjunto,a4ba759a 72b2f58cc2487dc95e91758e2ol6jpyt.html?utm_source=clipboard. Acesso em: 16 out 2024. Adaptado.)
Leio o trecho que segue:
"Eventos extremos, como a histórica seca de 2023-2024 na Amazônia e as chuvas torrenciais no Rio Grande do Sul em abril, são sinais de uma emergência climática que já deixou de ser uma previsão futura: é a realidade concreta e urgente do país".
Assinale a alternativa que apresenta corretamente a análise sintática da oração "são sinais de uma emergência climática":
Alternativas
Q3096181 Português
Crises climática, social e da biodiversidade


O Brasil está vivendo o desenrolar de um processo grave desencadeado pelas mudanças climáticas globais, amplamente previstas por painéis internacionais e especialistas. Eventos extremos, como a histórica seca de 2023-2024 na Amazônia e as chuvas torrenciais no Rio Grande do Sul em abril, são sinais de uma emergência climática que já deixou de ser uma previsão futura: é a realidade concreta e urgente do país.

Apesar do Acordo de Paris, vigente desde 2016, o mundo não conseguiu frear o aumento das emissões de gases de efeito estufa, que hoje somam 62 bilhões de toneladas por ano. Com isso, tornou-se impossível limitar o aquecimento global a 1,5ºC, conforme pretendido pelo tratado. Estamos agora diante de um cenário de aumento médio de até 3ºC.

De acordo com os modelos do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC), um aquecimento dessa magnitude pode resultar, no Brasil, em dias até 4ºC mais quentes, além de mudanças no regime de chuvas, que levariam a estiagens no Norte, Nordeste e Centro-Oeste, enquanto o Sudeste e o Sul sofreriam com tempestades mais intensas. Como já vimos nos últimos meses, o prolongamento de estações secas, somado a ondas de calor, cria situação propícia para incêndios de grandes proporções.

Contudo, a crise climática está profundamente interligada com outras questões. Enfrentá-la significa também conter a perda de habitats e a redução da biodiversidade, que são essenciais para a manutenção dos serviços ecossistêmicos, como a absorção de carbono. Além disso, a redução da pobreza e das desigualdades sociais é crucial para evitar que os efeitos das mudanças climáticas afetem de forma desproporcional as populações mais vulneráveis.

Essas três crises — climática, da biodiversidade e social —, embora interconectadas, são tratadas de maneira isolada. Entretanto, ecossistemas conservados, eficientes na captura de carbono, não só mitigam o aquecimento global, como também garantem a saúde humana e a manutenção de suas atividades econômicas. Portanto, as estratégias para enfrentar essa nova realidade precisam integrar ações nessas três frentes.

A tarefa adiante é árdua e longa. No entanto, o conhecimento necessário para agir já está disponível. Especialmente no caso brasileiro, há oportunidades que podem ser aproveitadas imediatamente, tanto para evitar cenários climáticos mais catastróficos quanto para preparar o país para eventos extremos que, a essa altura, são inevitáveis.

Segundo o relatório de 2023 do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente, o Brasil é o sétimo maior emissor de gases de efeito estufa (o quarto em emissões per capita). Quase metade dessas emissões (48%) está relacionada ao desmatamento. [...]

Nossa legislação ambiental deverá ser revista. O Código Florestal, de 2012, é a principal política pública nacional de conservação da vegetação nativa, mas foi promulgada sem compreender a devida urgência da crise climática, da biodiversidade, seus impactos sociais e efeitos secundários. Um esforço é necessário no sentido de fortalecer as áreas de Reserva Legal, estabelecidas pela legislação, e de proteção de áreas úmidas. Com isso, é possível advogar por avanços nesse sentido nos âmbitos municipal e estadual.

No entanto, os paradigmas atuais de conservação não são apenas restritivos. Eles também consideram como as comunidades humanas usam e dependem dos ecossistemas. Especialistas debatem o conceito de "paisagens multidimensionais interconectadas" como um caminho para a conservação no século XXI.

Por "multidimensional", entende-se a capacidade de integrar diferentes paisagens e viabilizar seus diversos usos de maneira sustentável. Esse conceito possibilita a criação de estratégias que vão desde a proteção de áreas altamente preservadas, como as florestas amazônicas, até a otimização de zonas urbanas e agrícolas, promovendo a biodiversidade em todos os contextos. A abordagem multidimensional busca, assim, equilibrar conservação e desenvolvimento, permitindo que ecossistemas naturais e áreas produtivas coexistam de forma benéfica e resiliente. [...]


(Disponível em: https://www.terra.com.br/noticias/crises-climatica-social-e-da-biodiversi dade-estao-interligadas-e-devem-ser-atacadas-em-conjunto,a4ba759a 72b2f58cc2487dc95e91758e2ol6jpyt.html?utm_source=clipboard. Acesso em: 16 out 2024. Adaptado.)
Com base no uso dos conectivos no texto, assinale a alternativa que apresenta a utilização correta dos conectivos e, apesar de, entretanto e sobretudo para estruturar as ideias expostas pelo autor:
Alternativas
Q3095790 Português
Há diferença entre ser feliz e estar feliz?

(Eduardo Gianetti)


Não vou dar uma definição de felicidade, porque ela não existe. Há a felicidade do libertino, do monge, do hedonista; a felicidade aristotélica, a felicidade kantiana, entre outras. Existem muitas concepções de felicidade.

Uma coisa é o estar feliz, que é um estado de ânimo transitório, circunstancial: meu time ganhou o campeonato, eu acabo de me apaixonar ou eu consegui um novo emprego... Isso é o estar feliz, é estado de ânimo, sentimento transitório.

Outra coisa é o ser feliz, avaliando a minha existência como um todo em muitas dimensões: afetiva, profissional, espiritual e criativa. Seja lá o que for, no ciclo de vida, posso dizer que me reconheço na vida que tive e posso declarar, em sã consciência, que eu me realizo, estou me realizando. Isso é o ser feliz.

Nós temos esta dualidade do estar e do ser, que permite falar duas coisas que se confundem o tempo todo. Felicidade não é uma sucessão de picos de euforia, que podem até ser produzidos quimicamente, dado o estágio da nossa tecnologia. É a construção de uma vida, um enredo, uma trajetória.

Uma pessoa pode ser feliz sem nunca ter tido momentos de muita exuberância do estar feliz, e uma vida pode ter picos extraordinários de estar feliz, momentos realmente únicos de exuberância e de plenitude, mas que não constituem um caminho, não dão resultado para o ser feliz.

O jovem, de um modo geral, é muito mais orientado para o estar feliz do que para o ser feliz. É um certo amadurecimento e uma certa perspectiva em relação ao ciclo de vida que nos leva, com a passagem do tempo, a ficarmos mais atentos para o ser feliz – o qual, muitas vezes, implica o sacrifício do estar feliz.

Para conquistar um objetivo remoto, preciso abrir mão de alguns prazeres muito tangíveis, que estão ao meu alcance, para construir uma relação afetiva duradora. Eu não posso, a todo momento, estar aberto e disponível para o que der e vier. Para conquistar uma certa condição de conhecimento, vou ter que, eventualmente, me privar de muitos momentos deleitosos, de felicidade mundana, porque é necessário trabalhar, estudar. Há uma tensão entre o estar feliz e o ser feliz. (in: https://umbrasil.com/, com adaptações)
[Questão Inédita]  Para conquistar um objetivo remoto, preciso abrir mão de alguns prazeres muito tangíveis...
Assinale a alternativa em que a palavra “muito” não recebe a mesma classificação que na frase acima.
Alternativas
Q3095784 Português
Há diferença entre ser feliz e estar feliz?

(Eduardo Gianetti)


Não vou dar uma definição de felicidade, porque ela não existe. Há a felicidade do libertino, do monge, do hedonista; a felicidade aristotélica, a felicidade kantiana, entre outras. Existem muitas concepções de felicidade.

Uma coisa é o estar feliz, que é um estado de ânimo transitório, circunstancial: meu time ganhou o campeonato, eu acabo de me apaixonar ou eu consegui um novo emprego... Isso é o estar feliz, é estado de ânimo, sentimento transitório.

Outra coisa é o ser feliz, avaliando a minha existência como um todo em muitas dimensões: afetiva, profissional, espiritual e criativa. Seja lá o que for, no ciclo de vida, posso dizer que me reconheço na vida que tive e posso declarar, em sã consciência, que eu me realizo, estou me realizando. Isso é o ser feliz.

Nós temos esta dualidade do estar e do ser, que permite falar duas coisas que se confundem o tempo todo. Felicidade não é uma sucessão de picos de euforia, que podem até ser produzidos quimicamente, dado o estágio da nossa tecnologia. É a construção de uma vida, um enredo, uma trajetória.

Uma pessoa pode ser feliz sem nunca ter tido momentos de muita exuberância do estar feliz, e uma vida pode ter picos extraordinários de estar feliz, momentos realmente únicos de exuberância e de plenitude, mas que não constituem um caminho, não dão resultado para o ser feliz.

O jovem, de um modo geral, é muito mais orientado para o estar feliz do que para o ser feliz. É um certo amadurecimento e uma certa perspectiva em relação ao ciclo de vida que nos leva, com a passagem do tempo, a ficarmos mais atentos para o ser feliz – o qual, muitas vezes, implica o sacrifício do estar feliz.

Para conquistar um objetivo remoto, preciso abrir mão de alguns prazeres muito tangíveis, que estão ao meu alcance, para construir uma relação afetiva duradora. Eu não posso, a todo momento, estar aberto e disponível para o que der e vier. Para conquistar uma certa condição de conhecimento, vou ter que, eventualmente, me privar de muitos momentos deleitosos, de felicidade mundana, porque é necessário trabalhar, estudar. Há uma tensão entre o estar feliz e o ser feliz. (in: https://umbrasil.com/, com adaptações)
[Questão Inédita] Assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3095435 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


A VENDA DE PAPAGAIOS FALANTES

Um homem está dirigindo pela estrada quando vê um letreiro que diz: "Venda de Papagaios Falantes". Curioso, ele resolve parar e conferir.

Ao entrar na loja, pergunta ao dono: — Esses papagaios realmente falam?

O vendedor responde: — Falam sim! Temos três papagaios aqui, cada um com seu próprio preço.

Ele aponta para o primeiro papagaio e diz: — Esse custa mil reais.

O homem, que estava intrigado, pergunta: — O que ele faz para custar tudo isso?

— Ele sabe usar o Word e o Excel — responde o vendedor.

O homem segue para o próximo papagaio, que custa cinco mil reais. — E esse aqui? O que ele faz?

— Esse é mestre em programação e sabe falar três idiomas.

Finalmente, o homem vê o terceiro papagaio, que custa dez mil reais. Ele fica impressionado e pergunta: — E esse aqui? O que ele faz?

O vendedor coça a cabeça e responde: — Sinceramente, eu nunca o vi fazer nada. Mas os outros dois chamam ele de "chefe".


- Autor desconhecido.
Leia com atenção o seguinte trecho do texto:
"O homem, que estava intrigado, pergunta"
Identifique a classificação correta do período composto no recorte acima:
Alternativas
Ano: 2024 Banca: FEPESE Órgão: Prefeitura de Concórdia - SC Provas: FEPESE - 2024 - Prefeitura de Concórdia - SC - Professor - Anos Iniciais do Ensino Fundamental - Edital nº 3 | FEPESE - 2024 - Prefeitura de Concórdia - SC - Professor - Arte - Edital nº 3 | FEPESE - 2024 - Prefeitura de Concórdia - SC - Professor - Ciências - Edital nº 3 | FEPESE - 2024 - Prefeitura de Concórdia - SC - Professor - Educação Especial - Edital nº 3 | FEPESE - 2024 - Prefeitura de Concórdia - SC - Professor - Educação Especial - Intérprete de Libras - Edital nº 3 | FEPESE - 2024 - Prefeitura de Concórdia - SC - Professor - Educação Física - Edital nº 3 | FEPESE - 2024 - Prefeitura de Concórdia - SC - Professor - Educação Infantil - Edital nº 3 | FEPESE - 2024 - Prefeitura de Concórdia - SC - Professor - Ensino Religioso - Edital nº 3 | FEPESE - 2024 - Prefeitura de Concórdia - SC - Professor - Geografia - Edital nº 3 | FEPESE - 2024 - Prefeitura de Concórdia - SC - Professor - História - Edital nº 3 | FEPESE - 2024 - Prefeitura de Concórdia - SC - Professor - Laboratório de Informática - Edital nº 3 | FEPESE - 2024 - Prefeitura de Concórdia - SC - Professor - Laboratório Pedagógico I - Anos Iniciais do Ensino Fundamental - Edital nº 3 | FEPESE - 2024 - Prefeitura de Concórdia - SC - Professor - Laboratório Pedagógico II - Língua Portuguesa (Anos finais do ensino fundamental) - Edital nº 3 | FEPESE - 2024 - Prefeitura de Concórdia - SC - Professor - Laboratório Pedagógico II - Matemática (Anos finais do ensino fundamental) - Edital nº 3 | FEPESE - 2024 - Prefeitura de Concórdia - SC - Professor - Língua Espanhola - Edital nº 3 | FEPESE - 2024 - Prefeitura de Concórdia - SC - Professor - Língua Inglesa - Edital nº 3 | FEPESE - 2024 - Prefeitura de Concórdia - SC - Professor - Língua Portuguesa - Edital nº 3 | FEPESE - 2024 - Prefeitura de Concórdia - SC - Professor - Literatura Dramatizada - Edital nº 3 | FEPESE - 2024 - Prefeitura de Concórdia - SC - Professor - Matemática - Edital nº 3 |
Q3094726 Português
Assinale a alternativa em que a concordância está correta.
Alternativas
Q3094231 Português
Assinale a alternativa que está correta quanto à concordância.
Alternativas
Q3094201 Português
(FUNCEPE- Agente Fiscal de Vigilância Sanitária - Pref. Itaitinga/CE- 2015. Adaptada.) Marque a opção que apresenta erro quanto à concordância verbal:
Alternativas
Q3094069 Português
Leia a reportagem a seguir para responder às questões 10, 11, 12 e 13.

TDAH: O QUE O TIKTOK NÃO CONTA 

Por Rafael Battaglia

Atualizado em 19 ago 2024, 09h38 - Publicado em 16 ago 2024, 10h00

O TDAH atinge 5,3% das crianças e adolescentes em todo o mundo, e 2,5% da população adulta. A condição está presente há décadas nos principais manuais de transtornos mentais – mas nunca se falou tanto sobre ela como nos últimos anos.

Nos EUA, vídeos com a hashtag“#adhd” (sigla em inglês do transtorno) somaram 35 bilhões de visualizações nos últimos três anos no TikTok. A plataforma virou palco para milhares de pessoas com TDAH, que compartilharam ali suas experiências de vida e as técnicas que desenvolveram para vencer as dificuldades impostas pelo transtorno na escola, no trabalho e dentro de casa.

O lado positivo, é claro, é o aumento da conscientização – o que tem levado a mais diagnósticos.  

Mas a ascensão do TDHA no TikTok e em outras redes tem um lado indigesto: não faltam vídeos que prometem um diagnóstico em poucos minutos, supostas curas ou que apresentam testes sem validade científica. Em 2022, uma pesquisa canadense analisou os 100 vídeos mais populares sobre o transtorno na plataforma e concluiu que metade continha informações falsas.

Por que esses conteúdos viralizam? Porque é fácil se identificar com as situações e os sintomas descritos. Afinal, quem nunca esqueceu a carteira em casa, perdeu o foco graças ao Instagram ou procrastinou até o último dia para entregar um relatório no trabalho?

Episódios pontuais, porém, não bastam. O TDAH é uma condição séria que se não tratada da maneira adequada pode trazer uma série de problemas. Indivíduos com o transtorno sofrem mais acidentes, demissões no trabalho e reprovações na escola. Também se divorciam mais e são mais propensos a desenvolver ansiedade e depressão. Dentre as pessoas com TDAH, há maior incidência de abuso de álcool e drogas, obesidade e suicídio.

No final dos anos 1980, o DDA [déficit de atenção] foi rebatizado para o nome que usamos hoje, “Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade”. E, em 2000, o manual [DSM – Manual de Diagnóstico Estatístico de Transtornos Mentais] definiu que o TDAH poderia se manifestar de três formas possíveis: predominantemente desatenta, predominantemente hiperativa e impulsiva ou de maneira combinada. Essa é a classificação usada pelos profissionais da saúde atuais.

Não faltam ferramentas para controlar o TDAH, e o esforço para que elas cheguem a mais pessoas precisa ser constante. De preferência, sem informações falsas. Viver com o transtorno é um quebra-cabeça complexo. Mas as peças não precisam ficar ainda mais misturadas.


BATTAGLIA, Rafael. TDAH: o que o TikTok não conta. Revista Superinteressante [on-line], 19 ago. 2024. Disponível em: https://super.abril.com.br/saude/tdah-o-que-o-tiktok-nao-conta/. Acesso em: 31 ago. 2024. Adaptado.
Considere o seguinte período composto.
O TDAH é uma condição séria que se não tratada da maneira adequada pode trazer uma série de problemas.
Sobre o período, assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q3094068 Português
Leia a reportagem a seguir para responder às questões 10, 11, 12 e 13.

TDAH: O QUE O TIKTOK NÃO CONTA 

Por Rafael Battaglia

Atualizado em 19 ago 2024, 09h38 - Publicado em 16 ago 2024, 10h00

O TDAH atinge 5,3% das crianças e adolescentes em todo o mundo, e 2,5% da população adulta. A condição está presente há décadas nos principais manuais de transtornos mentais – mas nunca se falou tanto sobre ela como nos últimos anos.

Nos EUA, vídeos com a hashtag“#adhd” (sigla em inglês do transtorno) somaram 35 bilhões de visualizações nos últimos três anos no TikTok. A plataforma virou palco para milhares de pessoas com TDAH, que compartilharam ali suas experiências de vida e as técnicas que desenvolveram para vencer as dificuldades impostas pelo transtorno na escola, no trabalho e dentro de casa.

O lado positivo, é claro, é o aumento da conscientização – o que tem levado a mais diagnósticos.  

Mas a ascensão do TDHA no TikTok e em outras redes tem um lado indigesto: não faltam vídeos que prometem um diagnóstico em poucos minutos, supostas curas ou que apresentam testes sem validade científica. Em 2022, uma pesquisa canadense analisou os 100 vídeos mais populares sobre o transtorno na plataforma e concluiu que metade continha informações falsas.

Por que esses conteúdos viralizam? Porque é fácil se identificar com as situações e os sintomas descritos. Afinal, quem nunca esqueceu a carteira em casa, perdeu o foco graças ao Instagram ou procrastinou até o último dia para entregar um relatório no trabalho?

Episódios pontuais, porém, não bastam. O TDAH é uma condição séria que se não tratada da maneira adequada pode trazer uma série de problemas. Indivíduos com o transtorno sofrem mais acidentes, demissões no trabalho e reprovações na escola. Também se divorciam mais e são mais propensos a desenvolver ansiedade e depressão. Dentre as pessoas com TDAH, há maior incidência de abuso de álcool e drogas, obesidade e suicídio.

No final dos anos 1980, o DDA [déficit de atenção] foi rebatizado para o nome que usamos hoje, “Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade”. E, em 2000, o manual [DSM – Manual de Diagnóstico Estatístico de Transtornos Mentais] definiu que o TDAH poderia se manifestar de três formas possíveis: predominantemente desatenta, predominantemente hiperativa e impulsiva ou de maneira combinada. Essa é a classificação usada pelos profissionais da saúde atuais.

Não faltam ferramentas para controlar o TDAH, e o esforço para que elas cheguem a mais pessoas precisa ser constante. De preferência, sem informações falsas. Viver com o transtorno é um quebra-cabeça complexo. Mas as peças não precisam ficar ainda mais misturadas.


BATTAGLIA, Rafael. TDAH: o que o TikTok não conta. Revista Superinteressante [on-line], 19 ago. 2024. Disponível em: https://super.abril.com.br/saude/tdah-o-que-o-tiktok-nao-conta/. Acesso em: 31 ago. 2024. Adaptado.
Levando em conta o funcionamento linguístico do texto, considere as seguintes assertivas.

I- Devido à sua natureza informativa, a reportagem apresenta uma grande incidência de substantivos e adjetivos ao tratar sobre o TDAH.
II- O adjetivo supostas em “supostas curas” questiona a própria denominação de curas.
III- Em “uma pesquisa canadense analisou os 100 vídeos mais populares sobre o transtorno na plataforma e concluiu que metade continha informações falsas”, a concordância verbal está comprometida.
IV- Em “Afinal, quem nunca esqueceu a carteira em casa, perdeu o foco graças ao Instagram ou procrastinou até o último dia para entregar um relatório no trabalho?”, os verbos esquecer, perder e procrastinar apresentam a mesma regência.

É CORRETO o que se afirma apenas em:
Alternativas
Q3093993 Português
Analise a sentença abaixo.

Prefiro bolo ____ brigadeiro.

Complete a frase com a alternativa correta, de acordo com a norma culta da língua portuguesa.
Alternativas
Q3093991 Português
“... No dia seguinte fui ___ sua casa, literalmente correndo. [...]. Olhando bem para meus olhos, disse-me que havia emprestado ___ outra menina, e que eu voltasse no dia seguinte para buscá-lo. Boquiaberta, saí devagar, mas em breve a esperança de novo me tomava toda e eu recomeçava na rua ___ andar pulando, ...”

(Felicidade clandestina, Clarice Lispector).

O trecho literário de Clarice Lispector apresenta a necessidade do uso de preposições. Indique, respectivamente, o uso correto da letra “A”. 
Alternativas
Q3093827 Português
Leia o texto a seguir:


Iniciativas de impacto socioambiental possibilitam futuro
mais justo



Impulsionadas pelo avanço tecnológico, organizações
desenvolvem projetos de sustentabilidade, justiça social e
economia colaborativa




Ana Luiza Prudente



A visão de que o mundo vai "de mal a pior" está equivocada. De fato, estamos enfrentando enormes e complexos desafios, mas, em contrapartida, assistimos em tempo real ao surgimento de inúmeras soluções potencializadas pelo avanço tecnológico.


E, melhor, guiadas pela "sociedade 5.0", conceito surgido no Japão, dentro de uma visão ousada e otimista do futuro, que integra avanços tecnológicos como inteligência artificial, internet das coisas, big data e robótica a valores humanos fundamentais, como empatia, criatividade e sustentabilidade.


É, sem dúvida, um novo modelo social no qual o ser humano é colocado no centro, enquanto a tecnologia deve atender às suas necessidades, solucionar seus problemas e impulsionar seu bem-estar.


Ainda que as notícias, em sua esmagadora maioria, sejam negativas, estamos em meio a um grande "tsunami do bem". Uma onda gigante de iniciativas alimentadas por indivíduos, comunidades e organizações dedicadas a criar impacto social e ambiental positivo.


Essa onda vem se deslocando em alta velocidade e, junto com a tecnologia, irá nos carregar para um futuro mais justo, inclusivo e sustentável.


Enquanto o mundo enfrenta questões complexas como mudanças climáticas, desigualdade social e crises econômicas, é essencial reconhecer e celebrar esforços que estão sendo feitos para superar esses desafios.


Desde iniciativas de sustentabilidade e justiça social até a promoção de uma economia colaborativa e a implementação de tecnologias avançadas para o bem-estar social, esse movimento nos lembra que um mundo melhor é possível e que todos nós temos um importante papel a desempenhar nesse processo.


Dados do Relatório Global de Sustentabilidade de 2023 mostram que empresas que adotam práticas sustentáveis crescem 2,5 vezes mais rápido do que aquelas que não o fazem, e 90% dos consumidores afirmam preferir marcas que demonstram compromisso com a responsabilidade social.


Além disso, um estudo da McKinsey revela que iniciativas de diversidade e inclusão podem aumentar a probabilidade de desempenho acima da média em 35%.


Com a missão de garantir que a tecnologia não amplie desigualdades existentes, Isabel Opice e João Abreu decidiram aproveitar suas renomadas formações (os dois são mestres em desenvolvimento internacional pela Universidade Harvard) para fundar o ImpulsoGov.


A organização sem fins lucrativos nasceu para apoiar profissionais do SUS (Sistema Único de Saúde), impulsionando o uso inteligente de dados e tecnologia para que todas as pessoas no Brasil tenham acesso a serviços de saúde de qualidade.


Atualmente, o ImpulsoGov atua em mais de cem municípios, onde vivem 6 milhões de pessoas que dependem do SUS.


Rodrigo Belli e João Piedrafita fizeram o mesmo. Em 2020, dispostos a mudar a realidade de 35 milhões de brasileiros que não têm acesso à água limpa, os jovens moradores da zona sul do Rio de Janeiro uniram tecnologia e design para criar uma mochila que pode armazenar e filtrar até 15 litros de água e ser transportada para diferentes lugares.


A Água Camelo, startup de impacto socioambiental, atua hoje em 15 estados e em territórios como floresta amazônica, favelas e semiárido, já tendo impactado a vida de mais de 65 mil pessoas.


Esse fenômeno é a prova concreta de que somos capazes de grandes feitos quando unimos forças em prol de um objetivo comum. Celebrar e apoiar essas iniciativas é fundamental para inspirar mais pessoas, líderes e empreendedores a se envolverem e contribuírem para a transformação positiva da sociedade.


Cada ação conta e, juntos, podemos criar um futuro mais sustentável e possível a todos. 



Fonte: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/papo-de-responsa/2024/08/iniciativasde-impacto-socioambiental-possibilitam-futuro-mais-justo.shtml.
Acesso em: 19 ago. 2024.



“[...] os jovens moradores da zona sul do Rio de Janeiro uniram tecnologia e design para criar uma mochila que pode armazenar e filtrar até 15 litros de água e ser transportada para diferentes lugares” (13º parágrafo). O elemento grifado introduz uma oração subordinada: 
Alternativas
Q3093824 Português
Leia o texto a seguir:


Iniciativas de impacto socioambiental possibilitam futuro
mais justo



Impulsionadas pelo avanço tecnológico, organizações
desenvolvem projetos de sustentabilidade, justiça social e
economia colaborativa




Ana Luiza Prudente



A visão de que o mundo vai "de mal a pior" está equivocada. De fato, estamos enfrentando enormes e complexos desafios, mas, em contrapartida, assistimos em tempo real ao surgimento de inúmeras soluções potencializadas pelo avanço tecnológico.


E, melhor, guiadas pela "sociedade 5.0", conceito surgido no Japão, dentro de uma visão ousada e otimista do futuro, que integra avanços tecnológicos como inteligência artificial, internet das coisas, big data e robótica a valores humanos fundamentais, como empatia, criatividade e sustentabilidade.


É, sem dúvida, um novo modelo social no qual o ser humano é colocado no centro, enquanto a tecnologia deve atender às suas necessidades, solucionar seus problemas e impulsionar seu bem-estar.


Ainda que as notícias, em sua esmagadora maioria, sejam negativas, estamos em meio a um grande "tsunami do bem". Uma onda gigante de iniciativas alimentadas por indivíduos, comunidades e organizações dedicadas a criar impacto social e ambiental positivo.


Essa onda vem se deslocando em alta velocidade e, junto com a tecnologia, irá nos carregar para um futuro mais justo, inclusivo e sustentável.


Enquanto o mundo enfrenta questões complexas como mudanças climáticas, desigualdade social e crises econômicas, é essencial reconhecer e celebrar esforços que estão sendo feitos para superar esses desafios.


Desde iniciativas de sustentabilidade e justiça social até a promoção de uma economia colaborativa e a implementação de tecnologias avançadas para o bem-estar social, esse movimento nos lembra que um mundo melhor é possível e que todos nós temos um importante papel a desempenhar nesse processo.


Dados do Relatório Global de Sustentabilidade de 2023 mostram que empresas que adotam práticas sustentáveis crescem 2,5 vezes mais rápido do que aquelas que não o fazem, e 90% dos consumidores afirmam preferir marcas que demonstram compromisso com a responsabilidade social.


Além disso, um estudo da McKinsey revela que iniciativas de diversidade e inclusão podem aumentar a probabilidade de desempenho acima da média em 35%.


Com a missão de garantir que a tecnologia não amplie desigualdades existentes, Isabel Opice e João Abreu decidiram aproveitar suas renomadas formações (os dois são mestres em desenvolvimento internacional pela Universidade Harvard) para fundar o ImpulsoGov.


A organização sem fins lucrativos nasceu para apoiar profissionais do SUS (Sistema Único de Saúde), impulsionando o uso inteligente de dados e tecnologia para que todas as pessoas no Brasil tenham acesso a serviços de saúde de qualidade.


Atualmente, o ImpulsoGov atua em mais de cem municípios, onde vivem 6 milhões de pessoas que dependem do SUS.


Rodrigo Belli e João Piedrafita fizeram o mesmo. Em 2020, dispostos a mudar a realidade de 35 milhões de brasileiros que não têm acesso à água limpa, os jovens moradores da zona sul do Rio de Janeiro uniram tecnologia e design para criar uma mochila que pode armazenar e filtrar até 15 litros de água e ser transportada para diferentes lugares.


A Água Camelo, startup de impacto socioambiental, atua hoje em 15 estados e em territórios como floresta amazônica, favelas e semiárido, já tendo impactado a vida de mais de 65 mil pessoas.


Esse fenômeno é a prova concreta de que somos capazes de grandes feitos quando unimos forças em prol de um objetivo comum. Celebrar e apoiar essas iniciativas é fundamental para inspirar mais pessoas, líderes e empreendedores a se envolverem e contribuírem para a transformação positiva da sociedade.


Cada ação conta e, juntos, podemos criar um futuro mais sustentável e possível a todos. 



Fonte: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/papo-de-responsa/2024/08/iniciativasde-impacto-socioambiental-possibilitam-futuro-mais-justo.shtml.
Acesso em: 19 ago. 2024.



“Essa onda vem se deslocando em alta velocidade e, junto com a tecnologia, irá nos carregar para um futuro mais justo, inclusivo e sustentável” (5º parágrafo). Nesse trecho, o verbo destacado estabelece concordância com o(s) termo(s):
Alternativas
Q3093823 Português
Leia o texto a seguir:


Iniciativas de impacto socioambiental possibilitam futuro
mais justo



Impulsionadas pelo avanço tecnológico, organizações
desenvolvem projetos de sustentabilidade, justiça social e
economia colaborativa




Ana Luiza Prudente



A visão de que o mundo vai "de mal a pior" está equivocada. De fato, estamos enfrentando enormes e complexos desafios, mas, em contrapartida, assistimos em tempo real ao surgimento de inúmeras soluções potencializadas pelo avanço tecnológico.


E, melhor, guiadas pela "sociedade 5.0", conceito surgido no Japão, dentro de uma visão ousada e otimista do futuro, que integra avanços tecnológicos como inteligência artificial, internet das coisas, big data e robótica a valores humanos fundamentais, como empatia, criatividade e sustentabilidade.


É, sem dúvida, um novo modelo social no qual o ser humano é colocado no centro, enquanto a tecnologia deve atender às suas necessidades, solucionar seus problemas e impulsionar seu bem-estar.


Ainda que as notícias, em sua esmagadora maioria, sejam negativas, estamos em meio a um grande "tsunami do bem". Uma onda gigante de iniciativas alimentadas por indivíduos, comunidades e organizações dedicadas a criar impacto social e ambiental positivo.


Essa onda vem se deslocando em alta velocidade e, junto com a tecnologia, irá nos carregar para um futuro mais justo, inclusivo e sustentável.


Enquanto o mundo enfrenta questões complexas como mudanças climáticas, desigualdade social e crises econômicas, é essencial reconhecer e celebrar esforços que estão sendo feitos para superar esses desafios.


Desde iniciativas de sustentabilidade e justiça social até a promoção de uma economia colaborativa e a implementação de tecnologias avançadas para o bem-estar social, esse movimento nos lembra que um mundo melhor é possível e que todos nós temos um importante papel a desempenhar nesse processo.


Dados do Relatório Global de Sustentabilidade de 2023 mostram que empresas que adotam práticas sustentáveis crescem 2,5 vezes mais rápido do que aquelas que não o fazem, e 90% dos consumidores afirmam preferir marcas que demonstram compromisso com a responsabilidade social.


Além disso, um estudo da McKinsey revela que iniciativas de diversidade e inclusão podem aumentar a probabilidade de desempenho acima da média em 35%.


Com a missão de garantir que a tecnologia não amplie desigualdades existentes, Isabel Opice e João Abreu decidiram aproveitar suas renomadas formações (os dois são mestres em desenvolvimento internacional pela Universidade Harvard) para fundar o ImpulsoGov.


A organização sem fins lucrativos nasceu para apoiar profissionais do SUS (Sistema Único de Saúde), impulsionando o uso inteligente de dados e tecnologia para que todas as pessoas no Brasil tenham acesso a serviços de saúde de qualidade.


Atualmente, o ImpulsoGov atua em mais de cem municípios, onde vivem 6 milhões de pessoas que dependem do SUS.


Rodrigo Belli e João Piedrafita fizeram o mesmo. Em 2020, dispostos a mudar a realidade de 35 milhões de brasileiros que não têm acesso à água limpa, os jovens moradores da zona sul do Rio de Janeiro uniram tecnologia e design para criar uma mochila que pode armazenar e filtrar até 15 litros de água e ser transportada para diferentes lugares.


A Água Camelo, startup de impacto socioambiental, atua hoje em 15 estados e em territórios como floresta amazônica, favelas e semiárido, já tendo impactado a vida de mais de 65 mil pessoas.


Esse fenômeno é a prova concreta de que somos capazes de grandes feitos quando unimos forças em prol de um objetivo comum. Celebrar e apoiar essas iniciativas é fundamental para inspirar mais pessoas, líderes e empreendedores a se envolverem e contribuírem para a transformação positiva da sociedade.


Cada ação conta e, juntos, podemos criar um futuro mais sustentável e possível a todos. 



Fonte: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/papo-de-responsa/2024/08/iniciativasde-impacto-socioambiental-possibilitam-futuro-mais-justo.shtml.
Acesso em: 19 ago. 2024.



Em “É, sem dúvida, um novo modelo social no qual o ser humano é colocado no centro, enquanto a tecnologia deve atender às suas necessidades, solucionar seus problemas e impulsionar seu bem-estar” (3º parágrafo), em termos sintáticos, o termo destacado é classificado como:
Alternativas
Q3093494 Português
Leia o Texto 2 para responder a questão.

Texto 2

Meu pai não era diferente dos homens que conhecíamos e não abandonou a roça de todo. Trabalhava dia sim, dia não, mas estava com a cabeça na gandaia sem fim do boteco. E o pensamento todo em Zoraide. Minha mãe saía da cama para a janela, da janela voltava para a cama. Beliscava a comida, afastava o prato, contrariada. Olhava para Zazau e perguntava:
– Quede seu pai?
– Deve estar na venda – minha irmã respondia.
Voltava à janela, inquieta, e mirava gente andando para lá e para cá.

VIEIRA JÚNIOR, Itamar. Salvar o fogo. São Paulo: Todavia, 2023. [Adaptado].
No trecho “Voltava à janela, inquieta, e mirava gente andando para lá e para cá”, os verbos “voltava” e “mirava” concordam com
Alternativas
Respostas
11081: C
11082: D
11083: B
11084: B
11085: B
11086: C
11087: A
11088: C
11089: C
11090: B
11091: B
11092: C
11093: E
11094: B
11095: B
11096: A
11097: A
11098: A
11099: B
11100: B