Questões de Concurso Comentadas sobre sintaxe em português

Foram encontradas 41.988 questões

Q3445321 Português

A questão se refere à oração a seguir:



Atrasadas chegaram __ irmãs, alunas dedicadíssimas, __ aula do professor.

Quanto às características morfossintáticas da oração, é possível concluir que:
Alternativas
Q3445320 Português

A questão se refere à oração a seguir:



Atrasadas chegaram __ irmãs, alunas dedicadíssimas, __ aula do professor.

As vírgulas são utilizadas para isolar um(a): 
Alternativas
Q3445318 Português

Leia atentamente o texto a seguir e responda a questão



Dê um desconto ao amigo


 

    Não estrague a amizade porque o seu amigo anda chato. É uma fase. Pode ser falta de dinheiro, problemas familiares, um amor doente que ele fracassa em desatar. 


    Mas cuidado para não tornar definitivo o que é provisório. Ele está chato, não é chato. Rememore o quanto vocês se conhecem, o quanto viveram de cumplicidade e segredos, o quanto superaram adversidades e desilusões. 


    Não vale a pena sacrificar uma história inteira feliz por um dia ruim. Uma indiscrição, uma grosseria e uma aspereza não significam que tudo foi em vão. Pondere, todo amigo tem o direito de errar e explodir, de incomodar e se desculpar.


    Não converta a falta de sintonia passageira em distanciamento permanente. Desfazemos grandes lealdades por ____________. Transformamos desentendimentos, resultantes de uma crise pessoal, em divergências irreversíveis da relação.


    Com uma ____________ imediatista, enxergamos somente o período turbulento e desagradável e esquecemos de reconhecer o companheirismo anterior. Falta-nos paciência para encarar as lamúrias e contextualizar os ataques. No lugar de respirar um pouco e oferecer um desconto, tratamos de responder as agressões com violência.


    Dê um tempo para o amigo, afaste-se por uma semana, crie saudade de um mês, porém não destrua os laços em função de uma implicância. Às vezes ele não quer ser ajudado, às vezes não há como socorrer aflições, às vezes ele não desfruta de condições para escutar seus conselhos, às vezes ele ofende jurando que vem sendo apenas sincero.


    Deixe estar. Não fique perto, abra espaço para que ele reflita e se acalme, não se apoie na raiva que aumenta o desconforto e intensifica as retaliações. Evite desligar o telefone na cara, controle-se para não cobrar a devolução dos presentes e afetos, silencie antes de estabelecer ultimatos, contenha-se para não misturar medos antigos com os novos e realizar chantagens emocionais, recue no bateboca, fuja da conta da culpa e, concordando ou discordando, diga que vai pensar e que retornará depois. Por enquanto, feche as janelas e conserve a porta aberta.


    Entenda que as melhores companhias nem sempre são boas companhias. A simbiose que existe numa amizade, de um espelhar o outro, de um ser o outro, é perigosa. Quando alguém pretende se destruir, leva junto quem vive próximo. Os confidentes são os primeiros a sofrer maus-tratos.


    Amizade é também prever o momento de se retirar para voltar com mais força e amor redobrado.


Autor: Fabrício Carpinejar (adaptado). 

Levando em consideração a frase “...porém não destrua os laços em função de uma implicância...”, analise as partes que seguem: o vocábulo “porém” é classificado como uma conjunção (1ª parte), de caráter explicativo (2ª parte), a qual poderia ser substituída por “no entanto”, sem que houvesse alteração de sentido no texto (3ª parte).


Pode-se afirmar, sobre as partes, que está(ão) CORRETA(S):  

Alternativas
Q3445280 Português
Atenção: Leia atentamente o texto a seguir e responda a questão:


A mulher avulsa é um enigma

    Escutei de uma funcionária de uma indústria automotiva. “Depois de me separar, fiquei mais de 10 anos sem namorar. Minhas amigas não se conformavam, viviam perguntando: e aí, onde estão os crushs, vai ficar sozinha para sempre? Como insistiam nisso. Não aceitavam que eu estivesse legal comigo mesma. Até que conheci um cara e a gente começou a se relacionar. Parecia que eu tinha ganhado na loteria. Elas diziam: agora sim! Você está muito melhor!! Como podiam saber se eu estava melhor?”

    Elementar: as amigas estavam falando delas mesmas. Elas, sim, agora se sentiam melhores. Uma mulher solta no bando é sempre inquietante.

    Estimular as solteiras a formarem um par pode ser um carinho, mas também é um sintoma do medo que a sociedade tem das pessoas avulsas, principalmente se forem mulheres. As solteiras desapegaram do conceito arcaico de que uma mulher só tem valor com um homem do lado. Elas não topam qualquer arranjo para ter alguém. A solitude deixou de ser um bicho papão e ter filhos não é a única saída para dar sentido à vida: elas se sentem preenchidas pelo trabalho, pelas viagens, pelos livros e pelos amigos, inclusive aqueles que tentam “salvá-las” de tanta independência. A estrutura social do casal ainda embute a ideia de adequação, enquadramento – duas pessoas com o destino entrelaçado parecem previsíveis, nenhum susto virá dali.

    Já a mulher avulsa é um enigma. O que faz, do que se alimenta, com quem acasala? Ela pode estar na cidade hoje e amanhã embarcar para a Índia. Não mora com ninguém, não dá satisfações, troca de planos em dois minutos. Se não tem um namorado, talvez tenha vários. Virgem Santíssima, e se ela seduzir nossos maridos?

    Case logo, criatura. Case para deixar de ser um risco aos nossos casamentos. Case para que você se vista de forma menos extravagante e engorde um pouco. Para que você não nos faça lembrar de como era boa a liberdade de ir e vir, e de como a vida era mais barata quando não tínhamos que sustentar uma família. Case logo e tire esse sorriso do rosto, não fique escancarando que é possível ser feliz sozinha. Case e vamos jantar a quatro numa cantina, porque mesa com três pessoas desequilibra a ordem social. Case e contribua para a conversa da turma com as queixas habituais, em vez de falar sobre filmes que não vimos, cursos que não fizemos e noites bem dormidas, sem ninguém roncando ao lado. Não nos irrite.

    Parece assunto do século passado, mas ainda há quem não sossegue antes de apresentar um bom partido para a coitada da amiga solteira, aquela que finge que está tudo bem. É CLARO QUE ELA ESTÁ MENTINDO!! Calma, não grite. Evite o descontrole. Eu sei, é um stress essa gente que se faz de moderna.

Autora: Martha Medeiros - GZH (adaptado).
No trecho "Minhas amigas não se conformavam", o termo "Minhas amigas" classificase, sintaticamente, como:
Alternativas
Q3445279 Português
Atenção: Leia atentamente o texto a seguir e responda a questão:


A mulher avulsa é um enigma

    Escutei de uma funcionária de uma indústria automotiva. “Depois de me separar, fiquei mais de 10 anos sem namorar. Minhas amigas não se conformavam, viviam perguntando: e aí, onde estão os crushs, vai ficar sozinha para sempre? Como insistiam nisso. Não aceitavam que eu estivesse legal comigo mesma. Até que conheci um cara e a gente começou a se relacionar. Parecia que eu tinha ganhado na loteria. Elas diziam: agora sim! Você está muito melhor!! Como podiam saber se eu estava melhor?”

    Elementar: as amigas estavam falando delas mesmas. Elas, sim, agora se sentiam melhores. Uma mulher solta no bando é sempre inquietante.

    Estimular as solteiras a formarem um par pode ser um carinho, mas também é um sintoma do medo que a sociedade tem das pessoas avulsas, principalmente se forem mulheres. As solteiras desapegaram do conceito arcaico de que uma mulher só tem valor com um homem do lado. Elas não topam qualquer arranjo para ter alguém. A solitude deixou de ser um bicho papão e ter filhos não é a única saída para dar sentido à vida: elas se sentem preenchidas pelo trabalho, pelas viagens, pelos livros e pelos amigos, inclusive aqueles que tentam “salvá-las” de tanta independência. A estrutura social do casal ainda embute a ideia de adequação, enquadramento – duas pessoas com o destino entrelaçado parecem previsíveis, nenhum susto virá dali.

    Já a mulher avulsa é um enigma. O que faz, do que se alimenta, com quem acasala? Ela pode estar na cidade hoje e amanhã embarcar para a Índia. Não mora com ninguém, não dá satisfações, troca de planos em dois minutos. Se não tem um namorado, talvez tenha vários. Virgem Santíssima, e se ela seduzir nossos maridos?

    Case logo, criatura. Case para deixar de ser um risco aos nossos casamentos. Case para que você se vista de forma menos extravagante e engorde um pouco. Para que você não nos faça lembrar de como era boa a liberdade de ir e vir, e de como a vida era mais barata quando não tínhamos que sustentar uma família. Case logo e tire esse sorriso do rosto, não fique escancarando que é possível ser feliz sozinha. Case e vamos jantar a quatro numa cantina, porque mesa com três pessoas desequilibra a ordem social. Case e contribua para a conversa da turma com as queixas habituais, em vez de falar sobre filmes que não vimos, cursos que não fizemos e noites bem dormidas, sem ninguém roncando ao lado. Não nos irrite.

    Parece assunto do século passado, mas ainda há quem não sossegue antes de apresentar um bom partido para a coitada da amiga solteira, aquela que finge que está tudo bem. É CLARO QUE ELA ESTÁ MENTINDO!! Calma, não grite. Evite o descontrole. Eu sei, é um stress essa gente que se faz de moderna.

Autora: Martha Medeiros - GZH (adaptado).
Em “Case logo, criatura”, o vocábulo sublinhado cumpre a função sintática de:
Alternativas
Q3445241 Português
Atenção: Leia atentamente o texto a seguir e responda a questão:


Onde quer que eu esteja, o WhatsApp está comigo

    Acordo cansada. Me deito cansada. Entre os extremos do dia, evito que meus pensamentos sejam infectados pela fadiga. De manhã, ergo pesos de quatro quilos, 15 repetições, agacho, levanto, só mais 300 abdominais. Em seguida, percorro os corredores do supermercado contando os passos no aplicativo do celular e cruzo pela gôndola dos dietéticos sem me dar conta de que esqueci de pegar o chocolate 80% cacau – me obrigo a voltar e adiciono mais cem passos.

    Trabalho sentada, benção e castigo. Custo a me concentrar, ainda não consigo deixar o celular fora de alcance, duas horas se passaram e renderam meio parágrafo.

    Trânsito. Saio da garagem, escolho a playlist do dia – jazz, MPB, pop? – e a música me salva de gritar em meio ao congestionamento. Desolador cenário urbano: todos enlatados, a caminho de um encontro urgente que daqui a dois dias ninguém lembrará para que serviu.

    Onde quer que eu esteja, o WhatsApp está comigo. A família inteira, os amigos, os desconhecidos, as relações profissionais, minha melhor confidente e o gerente do banco têm o mesmo acesso direto a mim: o sinal avisa de cinco em cinco minutos que alguém está querendo me contatar e a gente se ilude que é importante.

    Preocupações. Não posso parar. Não devo. Tenho que vencer o dia, mesmo sabendo que é ele que vence sempre – ao anoitecer, fecho os olhos e mergulho num sono entrecortado. Durante a madrugada, em algum momento, desperto, talvez pela culpa de ter freado.

    White people problem. A polícia não me interceptará para averiguações. Não terei que pedir fiado no armazém. Não pegarei um ônibus lotado. Os privilégios se amontoam. Há uma pilha de livros para serem lidos, viagens a trabalho, uma filha morando no Exterior que acabei de visitar. Escrevo. Publico. Uma realidade bem mais excitante do que aquela que, na adolescência, eu projetava como razoável. Minha vida é extraordinária. E esgotante. Rara para alguns e comum a todo ser humano que não aguenta mais. Na hora de decidir se é você que está pirando ou é o mundo, que opção você crava?

    Sagrada e maldita tecnologia que veio para facilitar, mas cobra em troca a nossa alma. Eu só quero calma, tempo, fluidez. Menos responsabilidades, mais oceano, árvores, céu. Menos opiniões, mais olhares cálidos, risadas soltas, alegria descompromissada, aquela sem motivo.

    Quero me sentir livre da obrigação de existir para os outros, de me vestir para os sites, de parecer mais inteligente do que sou. Quero a expansão do nada, nenhuma sabedoria para vender. Sentir a eternidade deste momento, sem espiar o relógio digital instalado no meio da avenida. Sei bem que horas são. Estou a um minuto de um reencontro amoroso comigo, sem chance de me atrasar.

Autora: Martha Medeiros - GZH (adaptado).
No trecho adaptado "A família inteira tem o mesmo acesso direto a mim", qual é o sujeito da oração?
Alternativas
Q3445235 Português
Atenção: Leia atentamente o texto a seguir e responda a questão:


Onde quer que eu esteja, o WhatsApp está comigo

    Acordo cansada. Me deito cansada. Entre os extremos do dia, evito que meus pensamentos sejam infectados pela fadiga. De manhã, ergo pesos de quatro quilos, 15 repetições, agacho, levanto, só mais 300 abdominais. Em seguida, percorro os corredores do supermercado contando os passos no aplicativo do celular e cruzo pela gôndola dos dietéticos sem me dar conta de que esqueci de pegar o chocolate 80% cacau – me obrigo a voltar e adiciono mais cem passos.

    Trabalho sentada, benção e castigo. Custo a me concentrar, ainda não consigo deixar o celular fora de alcance, duas horas se passaram e renderam meio parágrafo.

    Trânsito. Saio da garagem, escolho a playlist do dia – jazz, MPB, pop? – e a música me salva de gritar em meio ao congestionamento. Desolador cenário urbano: todos enlatados, a caminho de um encontro urgente que daqui a dois dias ninguém lembrará para que serviu.

    Onde quer que eu esteja, o WhatsApp está comigo. A família inteira, os amigos, os desconhecidos, as relações profissionais, minha melhor confidente e o gerente do banco têm o mesmo acesso direto a mim: o sinal avisa de cinco em cinco minutos que alguém está querendo me contatar e a gente se ilude que é importante.

    Preocupações. Não posso parar. Não devo. Tenho que vencer o dia, mesmo sabendo que é ele que vence sempre – ao anoitecer, fecho os olhos e mergulho num sono entrecortado. Durante a madrugada, em algum momento, desperto, talvez pela culpa de ter freado.

    White people problem. A polícia não me interceptará para averiguações. Não terei que pedir fiado no armazém. Não pegarei um ônibus lotado. Os privilégios se amontoam. Há uma pilha de livros para serem lidos, viagens a trabalho, uma filha morando no Exterior que acabei de visitar. Escrevo. Publico. Uma realidade bem mais excitante do que aquela que, na adolescência, eu projetava como razoável. Minha vida é extraordinária. E esgotante. Rara para alguns e comum a todo ser humano que não aguenta mais. Na hora de decidir se é você que está pirando ou é o mundo, que opção você crava?

    Sagrada e maldita tecnologia que veio para facilitar, mas cobra em troca a nossa alma. Eu só quero calma, tempo, fluidez. Menos responsabilidades, mais oceano, árvores, céu. Menos opiniões, mais olhares cálidos, risadas soltas, alegria descompromissada, aquela sem motivo.

    Quero me sentir livre da obrigação de existir para os outros, de me vestir para os sites, de parecer mais inteligente do que sou. Quero a expansão do nada, nenhuma sabedoria para vender. Sentir a eternidade deste momento, sem espiar o relógio digital instalado no meio da avenida. Sei bem que horas são. Estou a um minuto de um reencontro amoroso comigo, sem chance de me atrasar.

Autora: Martha Medeiros - GZH (adaptado).
Qual alternativa apresenta uma correta reescrita das orações a seguir, mantendo o mesmo sentido, mas utilizando uma conjunção?

"Acordo cansada. Me deito cansada":
Alternativas
Q3444924 Português
Identifique qual das sentenças a seguir apresenta regência verbal incorreta.
Alternativas
Q3444923 Português

Leia o texto a seguir para responder à questão.


A história do breaking, das ruas do Bronx às Olimpíadas


Nova York, início dos anos 1970. Em Manhattan, a parte central (e mais rica) da cidade, dezenas de boates varavam a madrugada tocando hits de bandas como Bee Gees, ABBA, Village People e Earth, Wind & Fire. Foi a era de ouro da música disco.


No Bronx, distrito ao norte de Nova York, a população vivia sob péssimas condições. Serviços públicos e políticas habitacionais eram raros. O ápice dessa crise foram os incêndios: somente em 1974, houve 12,3 mil. E foi bem ali, em meio aos escombros de um bairro em chamas, que nasceu um dos movimentos culturais mais importantes do século 20: o hip-hop, que engloba música (com os DJs e os rappers), arte visual (com o grafite) e dança, com o breaking.


Criado a partir de uma amálgama de diversos estilos de dança (e até de algumas artes marciais), o breaking nasceu junto com as primeiras festas de hip-hop. Hoje, meio século depois, os passos acrobáticos marcarão presença nas Olimpíadas de Paris.


No dia 11 de agosto de 1973, o americano Clive Campbell se apresentou na festa de aniversário de sua irmã, em um pequeno prédio do Bronx. Aos 18 anos, Clive, mais conhecido como DJ Kool Herc, quis testar algo diferente. Ele pegou discos de funk e soul e, em vez de tocálos normalmente, colocou a agulha nos LPs em pontos estratégicos para tocar apenas os breaks (“pausas”) de cada música. Os breaks são os intervalos em que os vocais e alguns músicos param e só o baixo, a bateria e outros instrumentos que fazem a base (a chamada “cozinha”) permanecem. Para fazer isso, Herc usava duas cópias de um mesmo vinil: quando o break de uma música terminava, o DJ colocava a agulha no mesmo break da outra cópia do disco. A galera curtiu, e ele logo começou a fazer shows cada vez maiores. Pouco a pouco, as batidas ganharam letras.


Os MCs (sigla para “mestre de cerimônia”) animavam os shows com rimas cadenciadas, inspirados no ritmo de locutores de rádio, pastores, políticos e outros artistas da época. Nascia assim o rap, outro pilar do hiphop.


Na pista, algumas pessoas aproveitavam os longos breaks criados por Kool Herc para exibir passos de dança. Os homens que dançavam ao som das batidas foram apelidados de b-boys (de bronx-boys, mas também de breakboys); as mulheres, de b-girls. E a dança logo passou a ser chamada de b-boying ou breaking.


Desde o início, o breaking esteve ligado a competições. Abria-se uma roda no meio da plateia e pessoas (ou grupos) disputavam para ver quem era o melhor. Surgiram nessa época as crews, grupos de dança que poderiam ser formados por pessoas de um único bairro ou de toda a cidade.


A popularidade do breaking estava nas alturas. E a exposição na mídia fez o breaking chegar a outros países, como Japão, França e, claro, Brasil.


Os primeiros breakers de São Paulo, inspirados pelas músicas, filmes e videoclipes que chegavam dos EUA, dançavam de maneira dispersa em alguns pontos do centro da cidade. João Break e Luisinho, dois dançarinos que moravam no centro, passaram a organizar encontros na estação São Bento. O local foi a incubadora do movimento hip-hop em São Paulo. 


Em 2014, o Comitê Olímpico Internacional (COI) assinou a Olympics Agenda 2020, um documento com diretrizes para modernizar os Jogos e torná-los atrativos para as novas gerações. O comitê determinou que cada sede poderia escolher até cinco novos esportes para compor o seu quadro de modalidades. O breaking estava no radar do COI por uma série de fatores: além da sua natureza competitiva, a dança tem apelo entre os mais jovens, é acessível e mescla habilidades técnicas com resistência física. Em 2018, o breaking estreou nos Jogos Olímpicos da Juventude, em Buenos Aires. Em 2020, a França oficializou que o breaking, bastante popular no país, faria parte dos Jogos de Paris.


Revista Superinteressante. Adaptado. Disponível  em: https://super.abril.com.br/cultura/a-historia-do-breaking-das-ruas-do-bronx-as-olimpiadas


A concordância verbal verificada no excerto “O ápice dessa crise foram os incêndios: somente em 1974, houve 12,3 mil.” revela que:
Alternativas
Q3444922 Português

Leia o texto a seguir para responder à questão.


A história do breaking, das ruas do Bronx às Olimpíadas


Nova York, início dos anos 1970. Em Manhattan, a parte central (e mais rica) da cidade, dezenas de boates varavam a madrugada tocando hits de bandas como Bee Gees, ABBA, Village People e Earth, Wind & Fire. Foi a era de ouro da música disco.


No Bronx, distrito ao norte de Nova York, a população vivia sob péssimas condições. Serviços públicos e políticas habitacionais eram raros. O ápice dessa crise foram os incêndios: somente em 1974, houve 12,3 mil. E foi bem ali, em meio aos escombros de um bairro em chamas, que nasceu um dos movimentos culturais mais importantes do século 20: o hip-hop, que engloba música (com os DJs e os rappers), arte visual (com o grafite) e dança, com o breaking.


Criado a partir de uma amálgama de diversos estilos de dança (e até de algumas artes marciais), o breaking nasceu junto com as primeiras festas de hip-hop. Hoje, meio século depois, os passos acrobáticos marcarão presença nas Olimpíadas de Paris.


No dia 11 de agosto de 1973, o americano Clive Campbell se apresentou na festa de aniversário de sua irmã, em um pequeno prédio do Bronx. Aos 18 anos, Clive, mais conhecido como DJ Kool Herc, quis testar algo diferente. Ele pegou discos de funk e soul e, em vez de tocálos normalmente, colocou a agulha nos LPs em pontos estratégicos para tocar apenas os breaks (“pausas”) de cada música. Os breaks são os intervalos em que os vocais e alguns músicos param e só o baixo, a bateria e outros instrumentos que fazem a base (a chamada “cozinha”) permanecem. Para fazer isso, Herc usava duas cópias de um mesmo vinil: quando o break de uma música terminava, o DJ colocava a agulha no mesmo break da outra cópia do disco. A galera curtiu, e ele logo começou a fazer shows cada vez maiores. Pouco a pouco, as batidas ganharam letras.


Os MCs (sigla para “mestre de cerimônia”) animavam os shows com rimas cadenciadas, inspirados no ritmo de locutores de rádio, pastores, políticos e outros artistas da época. Nascia assim o rap, outro pilar do hiphop.


Na pista, algumas pessoas aproveitavam os longos breaks criados por Kool Herc para exibir passos de dança. Os homens que dançavam ao som das batidas foram apelidados de b-boys (de bronx-boys, mas também de breakboys); as mulheres, de b-girls. E a dança logo passou a ser chamada de b-boying ou breaking.


Desde o início, o breaking esteve ligado a competições. Abria-se uma roda no meio da plateia e pessoas (ou grupos) disputavam para ver quem era o melhor. Surgiram nessa época as crews, grupos de dança que poderiam ser formados por pessoas de um único bairro ou de toda a cidade.


A popularidade do breaking estava nas alturas. E a exposição na mídia fez o breaking chegar a outros países, como Japão, França e, claro, Brasil.


Os primeiros breakers de São Paulo, inspirados pelas músicas, filmes e videoclipes que chegavam dos EUA, dançavam de maneira dispersa em alguns pontos do centro da cidade. João Break e Luisinho, dois dançarinos que moravam no centro, passaram a organizar encontros na estação São Bento. O local foi a incubadora do movimento hip-hop em São Paulo. 


Em 2014, o Comitê Olímpico Internacional (COI) assinou a Olympics Agenda 2020, um documento com diretrizes para modernizar os Jogos e torná-los atrativos para as novas gerações. O comitê determinou que cada sede poderia escolher até cinco novos esportes para compor o seu quadro de modalidades. O breaking estava no radar do COI por uma série de fatores: além da sua natureza competitiva, a dança tem apelo entre os mais jovens, é acessível e mescla habilidades técnicas com resistência física. Em 2018, o breaking estreou nos Jogos Olímpicos da Juventude, em Buenos Aires. Em 2020, a França oficializou que o breaking, bastante popular no país, faria parte dos Jogos de Paris.


Revista Superinteressante. Adaptado. Disponível  em: https://super.abril.com.br/cultura/a-historia-do-breaking-das-ruas-do-bronx-as-olimpiadas


No excerto “Na pista, algumas pessoas aproveitavam os longos breaks criados por Kool Herc para exibir passos de dança.”, a preposição “para” introduz uma oração subordinada: 
Alternativas
Q3444921 Português

Leia o texto a seguir para responder à questão.


A história do breaking, das ruas do Bronx às Olimpíadas


Nova York, início dos anos 1970. Em Manhattan, a parte central (e mais rica) da cidade, dezenas de boates varavam a madrugada tocando hits de bandas como Bee Gees, ABBA, Village People e Earth, Wind & Fire. Foi a era de ouro da música disco.


No Bronx, distrito ao norte de Nova York, a população vivia sob péssimas condições. Serviços públicos e políticas habitacionais eram raros. O ápice dessa crise foram os incêndios: somente em 1974, houve 12,3 mil. E foi bem ali, em meio aos escombros de um bairro em chamas, que nasceu um dos movimentos culturais mais importantes do século 20: o hip-hop, que engloba música (com os DJs e os rappers), arte visual (com o grafite) e dança, com o breaking.


Criado a partir de uma amálgama de diversos estilos de dança (e até de algumas artes marciais), o breaking nasceu junto com as primeiras festas de hip-hop. Hoje, meio século depois, os passos acrobáticos marcarão presença nas Olimpíadas de Paris.


No dia 11 de agosto de 1973, o americano Clive Campbell se apresentou na festa de aniversário de sua irmã, em um pequeno prédio do Bronx. Aos 18 anos, Clive, mais conhecido como DJ Kool Herc, quis testar algo diferente. Ele pegou discos de funk e soul e, em vez de tocálos normalmente, colocou a agulha nos LPs em pontos estratégicos para tocar apenas os breaks (“pausas”) de cada música. Os breaks são os intervalos em que os vocais e alguns músicos param e só o baixo, a bateria e outros instrumentos que fazem a base (a chamada “cozinha”) permanecem. Para fazer isso, Herc usava duas cópias de um mesmo vinil: quando o break de uma música terminava, o DJ colocava a agulha no mesmo break da outra cópia do disco. A galera curtiu, e ele logo começou a fazer shows cada vez maiores. Pouco a pouco, as batidas ganharam letras.


Os MCs (sigla para “mestre de cerimônia”) animavam os shows com rimas cadenciadas, inspirados no ritmo de locutores de rádio, pastores, políticos e outros artistas da época. Nascia assim o rap, outro pilar do hiphop.


Na pista, algumas pessoas aproveitavam os longos breaks criados por Kool Herc para exibir passos de dança. Os homens que dançavam ao som das batidas foram apelidados de b-boys (de bronx-boys, mas também de breakboys); as mulheres, de b-girls. E a dança logo passou a ser chamada de b-boying ou breaking.


Desde o início, o breaking esteve ligado a competições. Abria-se uma roda no meio da plateia e pessoas (ou grupos) disputavam para ver quem era o melhor. Surgiram nessa época as crews, grupos de dança que poderiam ser formados por pessoas de um único bairro ou de toda a cidade.


A popularidade do breaking estava nas alturas. E a exposição na mídia fez o breaking chegar a outros países, como Japão, França e, claro, Brasil.


Os primeiros breakers de São Paulo, inspirados pelas músicas, filmes e videoclipes que chegavam dos EUA, dançavam de maneira dispersa em alguns pontos do centro da cidade. João Break e Luisinho, dois dançarinos que moravam no centro, passaram a organizar encontros na estação São Bento. O local foi a incubadora do movimento hip-hop em São Paulo. 


Em 2014, o Comitê Olímpico Internacional (COI) assinou a Olympics Agenda 2020, um documento com diretrizes para modernizar os Jogos e torná-los atrativos para as novas gerações. O comitê determinou que cada sede poderia escolher até cinco novos esportes para compor o seu quadro de modalidades. O breaking estava no radar do COI por uma série de fatores: além da sua natureza competitiva, a dança tem apelo entre os mais jovens, é acessível e mescla habilidades técnicas com resistência física. Em 2018, o breaking estreou nos Jogos Olímpicos da Juventude, em Buenos Aires. Em 2020, a França oficializou que o breaking, bastante popular no país, faria parte dos Jogos de Paris.


Revista Superinteressante. Adaptado. Disponível  em: https://super.abril.com.br/cultura/a-historia-do-breaking-das-ruas-do-bronx-as-olimpiadas


Analise os excertos a seguir, retirados do texto, e assinale a alternativa em que ocorre verbo intransitivo.
Alternativas
Q3444920 Português

Leia o texto a seguir para responder à questão.


A história do breaking, das ruas do Bronx às Olimpíadas


Nova York, início dos anos 1970. Em Manhattan, a parte central (e mais rica) da cidade, dezenas de boates varavam a madrugada tocando hits de bandas como Bee Gees, ABBA, Village People e Earth, Wind & Fire. Foi a era de ouro da música disco.


No Bronx, distrito ao norte de Nova York, a população vivia sob péssimas condições. Serviços públicos e políticas habitacionais eram raros. O ápice dessa crise foram os incêndios: somente em 1974, houve 12,3 mil. E foi bem ali, em meio aos escombros de um bairro em chamas, que nasceu um dos movimentos culturais mais importantes do século 20: o hip-hop, que engloba música (com os DJs e os rappers), arte visual (com o grafite) e dança, com o breaking.


Criado a partir de uma amálgama de diversos estilos de dança (e até de algumas artes marciais), o breaking nasceu junto com as primeiras festas de hip-hop. Hoje, meio século depois, os passos acrobáticos marcarão presença nas Olimpíadas de Paris.


No dia 11 de agosto de 1973, o americano Clive Campbell se apresentou na festa de aniversário de sua irmã, em um pequeno prédio do Bronx. Aos 18 anos, Clive, mais conhecido como DJ Kool Herc, quis testar algo diferente. Ele pegou discos de funk e soul e, em vez de tocálos normalmente, colocou a agulha nos LPs em pontos estratégicos para tocar apenas os breaks (“pausas”) de cada música. Os breaks são os intervalos em que os vocais e alguns músicos param e só o baixo, a bateria e outros instrumentos que fazem a base (a chamada “cozinha”) permanecem. Para fazer isso, Herc usava duas cópias de um mesmo vinil: quando o break de uma música terminava, o DJ colocava a agulha no mesmo break da outra cópia do disco. A galera curtiu, e ele logo começou a fazer shows cada vez maiores. Pouco a pouco, as batidas ganharam letras.


Os MCs (sigla para “mestre de cerimônia”) animavam os shows com rimas cadenciadas, inspirados no ritmo de locutores de rádio, pastores, políticos e outros artistas da época. Nascia assim o rap, outro pilar do hiphop.


Na pista, algumas pessoas aproveitavam os longos breaks criados por Kool Herc para exibir passos de dança. Os homens que dançavam ao som das batidas foram apelidados de b-boys (de bronx-boys, mas também de breakboys); as mulheres, de b-girls. E a dança logo passou a ser chamada de b-boying ou breaking.


Desde o início, o breaking esteve ligado a competições. Abria-se uma roda no meio da plateia e pessoas (ou grupos) disputavam para ver quem era o melhor. Surgiram nessa época as crews, grupos de dança que poderiam ser formados por pessoas de um único bairro ou de toda a cidade.


A popularidade do breaking estava nas alturas. E a exposição na mídia fez o breaking chegar a outros países, como Japão, França e, claro, Brasil.


Os primeiros breakers de São Paulo, inspirados pelas músicas, filmes e videoclipes que chegavam dos EUA, dançavam de maneira dispersa em alguns pontos do centro da cidade. João Break e Luisinho, dois dançarinos que moravam no centro, passaram a organizar encontros na estação São Bento. O local foi a incubadora do movimento hip-hop em São Paulo. 


Em 2014, o Comitê Olímpico Internacional (COI) assinou a Olympics Agenda 2020, um documento com diretrizes para modernizar os Jogos e torná-los atrativos para as novas gerações. O comitê determinou que cada sede poderia escolher até cinco novos esportes para compor o seu quadro de modalidades. O breaking estava no radar do COI por uma série de fatores: além da sua natureza competitiva, a dança tem apelo entre os mais jovens, é acessível e mescla habilidades técnicas com resistência física. Em 2018, o breaking estreou nos Jogos Olímpicos da Juventude, em Buenos Aires. Em 2020, a França oficializou que o breaking, bastante popular no país, faria parte dos Jogos de Paris.


Revista Superinteressante. Adaptado. Disponível  em: https://super.abril.com.br/cultura/a-historia-do-breaking-das-ruas-do-bronx-as-olimpiadas


A vírgula em “A galera curtiu, e ele logo começou a fazer shows cada vez maiores.”: 
Alternativas
Q3444919 Português

Leia o texto a seguir para responder à questão.


A história do breaking, das ruas do Bronx às Olimpíadas


Nova York, início dos anos 1970. Em Manhattan, a parte central (e mais rica) da cidade, dezenas de boates varavam a madrugada tocando hits de bandas como Bee Gees, ABBA, Village People e Earth, Wind & Fire. Foi a era de ouro da música disco.


No Bronx, distrito ao norte de Nova York, a população vivia sob péssimas condições. Serviços públicos e políticas habitacionais eram raros. O ápice dessa crise foram os incêndios: somente em 1974, houve 12,3 mil. E foi bem ali, em meio aos escombros de um bairro em chamas, que nasceu um dos movimentos culturais mais importantes do século 20: o hip-hop, que engloba música (com os DJs e os rappers), arte visual (com o grafite) e dança, com o breaking.


Criado a partir de uma amálgama de diversos estilos de dança (e até de algumas artes marciais), o breaking nasceu junto com as primeiras festas de hip-hop. Hoje, meio século depois, os passos acrobáticos marcarão presença nas Olimpíadas de Paris.


No dia 11 de agosto de 1973, o americano Clive Campbell se apresentou na festa de aniversário de sua irmã, em um pequeno prédio do Bronx. Aos 18 anos, Clive, mais conhecido como DJ Kool Herc, quis testar algo diferente. Ele pegou discos de funk e soul e, em vez de tocálos normalmente, colocou a agulha nos LPs em pontos estratégicos para tocar apenas os breaks (“pausas”) de cada música. Os breaks são os intervalos em que os vocais e alguns músicos param e só o baixo, a bateria e outros instrumentos que fazem a base (a chamada “cozinha”) permanecem. Para fazer isso, Herc usava duas cópias de um mesmo vinil: quando o break de uma música terminava, o DJ colocava a agulha no mesmo break da outra cópia do disco. A galera curtiu, e ele logo começou a fazer shows cada vez maiores. Pouco a pouco, as batidas ganharam letras.


Os MCs (sigla para “mestre de cerimônia”) animavam os shows com rimas cadenciadas, inspirados no ritmo de locutores de rádio, pastores, políticos e outros artistas da época. Nascia assim o rap, outro pilar do hiphop.


Na pista, algumas pessoas aproveitavam os longos breaks criados por Kool Herc para exibir passos de dança. Os homens que dançavam ao som das batidas foram apelidados de b-boys (de bronx-boys, mas também de breakboys); as mulheres, de b-girls. E a dança logo passou a ser chamada de b-boying ou breaking.


Desde o início, o breaking esteve ligado a competições. Abria-se uma roda no meio da plateia e pessoas (ou grupos) disputavam para ver quem era o melhor. Surgiram nessa época as crews, grupos de dança que poderiam ser formados por pessoas de um único bairro ou de toda a cidade.


A popularidade do breaking estava nas alturas. E a exposição na mídia fez o breaking chegar a outros países, como Japão, França e, claro, Brasil.


Os primeiros breakers de São Paulo, inspirados pelas músicas, filmes e videoclipes que chegavam dos EUA, dançavam de maneira dispersa em alguns pontos do centro da cidade. João Break e Luisinho, dois dançarinos que moravam no centro, passaram a organizar encontros na estação São Bento. O local foi a incubadora do movimento hip-hop em São Paulo. 


Em 2014, o Comitê Olímpico Internacional (COI) assinou a Olympics Agenda 2020, um documento com diretrizes para modernizar os Jogos e torná-los atrativos para as novas gerações. O comitê determinou que cada sede poderia escolher até cinco novos esportes para compor o seu quadro de modalidades. O breaking estava no radar do COI por uma série de fatores: além da sua natureza competitiva, a dança tem apelo entre os mais jovens, é acessível e mescla habilidades técnicas com resistência física. Em 2018, o breaking estreou nos Jogos Olímpicos da Juventude, em Buenos Aires. Em 2020, a França oficializou que o breaking, bastante popular no país, faria parte dos Jogos de Paris.


Revista Superinteressante. Adaptado. Disponível  em: https://super.abril.com.br/cultura/a-historia-do-breaking-das-ruas-do-bronx-as-olimpiadas


Analise o seguinte excerto: “O comitê determinou que cada sede poderia escolher até cinco novos esportes para compor o seu quadro de modalidades.” Considerando-se seu significado, a palavra “que” desempenha, no excerto dado, o papel gramatical de:
Alternativas
Q3444918 Português

Leia o texto a seguir para responder à questão.


A história do breaking, das ruas do Bronx às Olimpíadas


Nova York, início dos anos 1970. Em Manhattan, a parte central (e mais rica) da cidade, dezenas de boates varavam a madrugada tocando hits de bandas como Bee Gees, ABBA, Village People e Earth, Wind & Fire. Foi a era de ouro da música disco.


No Bronx, distrito ao norte de Nova York, a população vivia sob péssimas condições. Serviços públicos e políticas habitacionais eram raros. O ápice dessa crise foram os incêndios: somente em 1974, houve 12,3 mil. E foi bem ali, em meio aos escombros de um bairro em chamas, que nasceu um dos movimentos culturais mais importantes do século 20: o hip-hop, que engloba música (com os DJs e os rappers), arte visual (com o grafite) e dança, com o breaking.


Criado a partir de uma amálgama de diversos estilos de dança (e até de algumas artes marciais), o breaking nasceu junto com as primeiras festas de hip-hop. Hoje, meio século depois, os passos acrobáticos marcarão presença nas Olimpíadas de Paris.


No dia 11 de agosto de 1973, o americano Clive Campbell se apresentou na festa de aniversário de sua irmã, em um pequeno prédio do Bronx. Aos 18 anos, Clive, mais conhecido como DJ Kool Herc, quis testar algo diferente. Ele pegou discos de funk e soul e, em vez de tocálos normalmente, colocou a agulha nos LPs em pontos estratégicos para tocar apenas os breaks (“pausas”) de cada música. Os breaks são os intervalos em que os vocais e alguns músicos param e só o baixo, a bateria e outros instrumentos que fazem a base (a chamada “cozinha”) permanecem. Para fazer isso, Herc usava duas cópias de um mesmo vinil: quando o break de uma música terminava, o DJ colocava a agulha no mesmo break da outra cópia do disco. A galera curtiu, e ele logo começou a fazer shows cada vez maiores. Pouco a pouco, as batidas ganharam letras.


Os MCs (sigla para “mestre de cerimônia”) animavam os shows com rimas cadenciadas, inspirados no ritmo de locutores de rádio, pastores, políticos e outros artistas da época. Nascia assim o rap, outro pilar do hiphop.


Na pista, algumas pessoas aproveitavam os longos breaks criados por Kool Herc para exibir passos de dança. Os homens que dançavam ao som das batidas foram apelidados de b-boys (de bronx-boys, mas também de breakboys); as mulheres, de b-girls. E a dança logo passou a ser chamada de b-boying ou breaking.


Desde o início, o breaking esteve ligado a competições. Abria-se uma roda no meio da plateia e pessoas (ou grupos) disputavam para ver quem era o melhor. Surgiram nessa época as crews, grupos de dança que poderiam ser formados por pessoas de um único bairro ou de toda a cidade.


A popularidade do breaking estava nas alturas. E a exposição na mídia fez o breaking chegar a outros países, como Japão, França e, claro, Brasil.


Os primeiros breakers de São Paulo, inspirados pelas músicas, filmes e videoclipes que chegavam dos EUA, dançavam de maneira dispersa em alguns pontos do centro da cidade. João Break e Luisinho, dois dançarinos que moravam no centro, passaram a organizar encontros na estação São Bento. O local foi a incubadora do movimento hip-hop em São Paulo. 


Em 2014, o Comitê Olímpico Internacional (COI) assinou a Olympics Agenda 2020, um documento com diretrizes para modernizar os Jogos e torná-los atrativos para as novas gerações. O comitê determinou que cada sede poderia escolher até cinco novos esportes para compor o seu quadro de modalidades. O breaking estava no radar do COI por uma série de fatores: além da sua natureza competitiva, a dança tem apelo entre os mais jovens, é acessível e mescla habilidades técnicas com resistência física. Em 2018, o breaking estreou nos Jogos Olímpicos da Juventude, em Buenos Aires. Em 2020, a França oficializou que o breaking, bastante popular no país, faria parte dos Jogos de Paris.


Revista Superinteressante. Adaptado. Disponível  em: https://super.abril.com.br/cultura/a-historia-do-breaking-das-ruas-do-bronx-as-olimpiadas


No excerto “[...] Os homens que dançavam ao som das batidas foram apelidados de b-boys (de bronx-boys, mas também de break-boys) [...]”, a locução “mas também” atua como recurso coesivo, que insere, no contexto dado, uma:
Alternativas
Q3444544 Português
Jovem Senador: Estudante de Pombal representa a Paraíba no Senado Federal 


Em cerimônia realizada pelo Senado Federal, nesta segunda-feira (21), 27 estudantes de todo Brasil tomaram posse como participantes da edição de 2023 do programa Jovem Senador. O estado da Paraíba ganhou destaque com a representação de Gabriel Ferreira de Matos, aluno da ECIT Monsenhor Vicente Freitas, localizada na cidade de Pombal.


Criado pelo Senado Federal, o programa Jovem Senador tem como objetivo proporcionar aos estudantes do ensino médio das escolas públicas uma experiência prática do processo legislativo brasileiro. O ingresso ao programa se dá por meio de um concurso de redação. Neste ano, o tema escolhido foi "Saúde mental nas escolas públicas", uma temática que tem se destacado no atual cenário educacional e social do país. A redação vencedora da Paraíba foi orientada pela professora Lucineide Nóbrega Almeida Fernandes.


O estudante Gabriel, que será o correspondente da Paraíba de 21 a 25 de agosto, destacou a importância da oportunidade não apenas para sua trajetória pessoal, mas como um momento de representação para toda a sua comunidade escolar, cidade e, mais amplamente, o estado da Paraíba. “O programa é uma oportunidade que Deus me permitiu para que eu pudesse vivenciar não apenas por mim mesmo, mas representando toda a minha escola, minha cidade, minha Gerência Regional e, sobretudo, meu estado. Se eu pudesse resumir essa missão em uma palavra, seria gratidão, tanto pelo apoio dos meus familiares e professores quanto pelo reconhecimento da minha habilidade de escrita”, diz Gabriel.


A semana de atividades em Brasília permite que os jovens senadores vivenciem de perto o dia a dia do Senado. Eles serão incentivados a apresentar e debater propostas legislativas, que, uma vez aprovadas pelo grupo, serão encaminhadas para análise pela Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH). Caso sejam aceitas, essas propostas têm potencial para seguir oficialmente a tramitação no Senado Federal. “A inclusão de jovens, como Gabriel, em iniciativas que dialogam diretamente com o poder legislativo nacional é fundamental. Ela não apenas oferece a eles uma perspectiva prática sobre o funcionamento do sistema político brasileiro, mas também fortalece a ideia de que a juventude pode e deve ser ouvida nas decisões que moldam o futuro do país”, explica Jorge Miguel Lima Oliveira, gerente da 13ª Gerência Regional de Ensino.


Durante a posse nesta segunda-feira, os estudantes escolheram sua própria Mesa Diretora para organizar seus trabalhos, em cerimônia conduzida pelo senador Paulo Paim (PT-RS), que contou com os senadores Izalci Lucas (PSDB-DF), Nelsinho Trad (PSD-MS) e Jorge Seif (PL SC). Os integrantes da mesa de "jovens senadores" serão responsáveis por coordenar as atividades, organizar debates e votações, além de representar os demais estudantes perante as autoridades do Senado.


Programa - Anualmente, o programa Jovem Senador seleciona estudantes de escolas públicas estaduais e do Distrito Federal, com até 19 anos, que estão no ensino médio. Todas as despesas, como deslocamento, seguro viagem, hospedagem e alimentação, são cobertas pelo Senado. A iniciativa busca incentivar os jovens a refletir sobre temas como política e democracia, familiarizar-se com o funcionamento do Poder Legislativo e fortalecer sua conexão com o Senado.

https://paraiba.pb.gov.br/noticias/

“O estudante Gabriel [...] destacou a importância da oportunidade não apenas para sua trajetória pessoal, mas como um momento de representação para toda a sua comunidade escolar, cidade e, mais amplamente, o estado da Paraíba.” 



Nesse fragmento, é CORRETO afirmar que

Alternativas
Q3444543 Português
Jovem Senador: Estudante de Pombal representa a Paraíba no Senado Federal 


Em cerimônia realizada pelo Senado Federal, nesta segunda-feira (21), 27 estudantes de todo Brasil tomaram posse como participantes da edição de 2023 do programa Jovem Senador. O estado da Paraíba ganhou destaque com a representação de Gabriel Ferreira de Matos, aluno da ECIT Monsenhor Vicente Freitas, localizada na cidade de Pombal.


Criado pelo Senado Federal, o programa Jovem Senador tem como objetivo proporcionar aos estudantes do ensino médio das escolas públicas uma experiência prática do processo legislativo brasileiro. O ingresso ao programa se dá por meio de um concurso de redação. Neste ano, o tema escolhido foi "Saúde mental nas escolas públicas", uma temática que tem se destacado no atual cenário educacional e social do país. A redação vencedora da Paraíba foi orientada pela professora Lucineide Nóbrega Almeida Fernandes.


O estudante Gabriel, que será o correspondente da Paraíba de 21 a 25 de agosto, destacou a importância da oportunidade não apenas para sua trajetória pessoal, mas como um momento de representação para toda a sua comunidade escolar, cidade e, mais amplamente, o estado da Paraíba. “O programa é uma oportunidade que Deus me permitiu para que eu pudesse vivenciar não apenas por mim mesmo, mas representando toda a minha escola, minha cidade, minha Gerência Regional e, sobretudo, meu estado. Se eu pudesse resumir essa missão em uma palavra, seria gratidão, tanto pelo apoio dos meus familiares e professores quanto pelo reconhecimento da minha habilidade de escrita”, diz Gabriel.


A semana de atividades em Brasília permite que os jovens senadores vivenciem de perto o dia a dia do Senado. Eles serão incentivados a apresentar e debater propostas legislativas, que, uma vez aprovadas pelo grupo, serão encaminhadas para análise pela Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH). Caso sejam aceitas, essas propostas têm potencial para seguir oficialmente a tramitação no Senado Federal. “A inclusão de jovens, como Gabriel, em iniciativas que dialogam diretamente com o poder legislativo nacional é fundamental. Ela não apenas oferece a eles uma perspectiva prática sobre o funcionamento do sistema político brasileiro, mas também fortalece a ideia de que a juventude pode e deve ser ouvida nas decisões que moldam o futuro do país”, explica Jorge Miguel Lima Oliveira, gerente da 13ª Gerência Regional de Ensino.


Durante a posse nesta segunda-feira, os estudantes escolheram sua própria Mesa Diretora para organizar seus trabalhos, em cerimônia conduzida pelo senador Paulo Paim (PT-RS), que contou com os senadores Izalci Lucas (PSDB-DF), Nelsinho Trad (PSD-MS) e Jorge Seif (PL SC). Os integrantes da mesa de "jovens senadores" serão responsáveis por coordenar as atividades, organizar debates e votações, além de representar os demais estudantes perante as autoridades do Senado.


Programa - Anualmente, o programa Jovem Senador seleciona estudantes de escolas públicas estaduais e do Distrito Federal, com até 19 anos, que estão no ensino médio. Todas as despesas, como deslocamento, seguro viagem, hospedagem e alimentação, são cobertas pelo Senado. A iniciativa busca incentivar os jovens a refletir sobre temas como política e democracia, familiarizar-se com o funcionamento do Poder Legislativo e fortalecer sua conexão com o Senado.

https://paraiba.pb.gov.br/noticias/

Em: “[...] essas propostas têm potencial para seguir oficialmente a tramitação no Senado Federal”, é



Assinale a alternativa CORRETA:

Alternativas
Q3444541 Português
Jovem Senador: Estudante de Pombal representa a Paraíba no Senado Federal 


Em cerimônia realizada pelo Senado Federal, nesta segunda-feira (21), 27 estudantes de todo Brasil tomaram posse como participantes da edição de 2023 do programa Jovem Senador. O estado da Paraíba ganhou destaque com a representação de Gabriel Ferreira de Matos, aluno da ECIT Monsenhor Vicente Freitas, localizada na cidade de Pombal.


Criado pelo Senado Federal, o programa Jovem Senador tem como objetivo proporcionar aos estudantes do ensino médio das escolas públicas uma experiência prática do processo legislativo brasileiro. O ingresso ao programa se dá por meio de um concurso de redação. Neste ano, o tema escolhido foi "Saúde mental nas escolas públicas", uma temática que tem se destacado no atual cenário educacional e social do país. A redação vencedora da Paraíba foi orientada pela professora Lucineide Nóbrega Almeida Fernandes.


O estudante Gabriel, que será o correspondente da Paraíba de 21 a 25 de agosto, destacou a importância da oportunidade não apenas para sua trajetória pessoal, mas como um momento de representação para toda a sua comunidade escolar, cidade e, mais amplamente, o estado da Paraíba. “O programa é uma oportunidade que Deus me permitiu para que eu pudesse vivenciar não apenas por mim mesmo, mas representando toda a minha escola, minha cidade, minha Gerência Regional e, sobretudo, meu estado. Se eu pudesse resumir essa missão em uma palavra, seria gratidão, tanto pelo apoio dos meus familiares e professores quanto pelo reconhecimento da minha habilidade de escrita”, diz Gabriel.


A semana de atividades em Brasília permite que os jovens senadores vivenciem de perto o dia a dia do Senado. Eles serão incentivados a apresentar e debater propostas legislativas, que, uma vez aprovadas pelo grupo, serão encaminhadas para análise pela Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH). Caso sejam aceitas, essas propostas têm potencial para seguir oficialmente a tramitação no Senado Federal. “A inclusão de jovens, como Gabriel, em iniciativas que dialogam diretamente com o poder legislativo nacional é fundamental. Ela não apenas oferece a eles uma perspectiva prática sobre o funcionamento do sistema político brasileiro, mas também fortalece a ideia de que a juventude pode e deve ser ouvida nas decisões que moldam o futuro do país”, explica Jorge Miguel Lima Oliveira, gerente da 13ª Gerência Regional de Ensino.


Durante a posse nesta segunda-feira, os estudantes escolheram sua própria Mesa Diretora para organizar seus trabalhos, em cerimônia conduzida pelo senador Paulo Paim (PT-RS), que contou com os senadores Izalci Lucas (PSDB-DF), Nelsinho Trad (PSD-MS) e Jorge Seif (PL SC). Os integrantes da mesa de "jovens senadores" serão responsáveis por coordenar as atividades, organizar debates e votações, além de representar os demais estudantes perante as autoridades do Senado.


Programa - Anualmente, o programa Jovem Senador seleciona estudantes de escolas públicas estaduais e do Distrito Federal, com até 19 anos, que estão no ensino médio. Todas as despesas, como deslocamento, seguro viagem, hospedagem e alimentação, são cobertas pelo Senado. A iniciativa busca incentivar os jovens a refletir sobre temas como política e democracia, familiarizar-se com o funcionamento do Poder Legislativo e fortalecer sua conexão com o Senado.

https://paraiba.pb.gov.br/noticias/

“O estado da Paraíba ganhou destaque com a representação de Gabriel Ferreira de Matos, aluno da ECIT Monsenhor Vicente Freitas, localizada na cidade de Pombal.”



O trecho destacado é 

Alternativas
Q3444540 Português
Jovem Senador: Estudante de Pombal representa a Paraíba no Senado Federal 


Em cerimônia realizada pelo Senado Federal, nesta segunda-feira (21), 27 estudantes de todo Brasil tomaram posse como participantes da edição de 2023 do programa Jovem Senador. O estado da Paraíba ganhou destaque com a representação de Gabriel Ferreira de Matos, aluno da ECIT Monsenhor Vicente Freitas, localizada na cidade de Pombal.


Criado pelo Senado Federal, o programa Jovem Senador tem como objetivo proporcionar aos estudantes do ensino médio das escolas públicas uma experiência prática do processo legislativo brasileiro. O ingresso ao programa se dá por meio de um concurso de redação. Neste ano, o tema escolhido foi "Saúde mental nas escolas públicas", uma temática que tem se destacado no atual cenário educacional e social do país. A redação vencedora da Paraíba foi orientada pela professora Lucineide Nóbrega Almeida Fernandes.


O estudante Gabriel, que será o correspondente da Paraíba de 21 a 25 de agosto, destacou a importância da oportunidade não apenas para sua trajetória pessoal, mas como um momento de representação para toda a sua comunidade escolar, cidade e, mais amplamente, o estado da Paraíba. “O programa é uma oportunidade que Deus me permitiu para que eu pudesse vivenciar não apenas por mim mesmo, mas representando toda a minha escola, minha cidade, minha Gerência Regional e, sobretudo, meu estado. Se eu pudesse resumir essa missão em uma palavra, seria gratidão, tanto pelo apoio dos meus familiares e professores quanto pelo reconhecimento da minha habilidade de escrita”, diz Gabriel.


A semana de atividades em Brasília permite que os jovens senadores vivenciem de perto o dia a dia do Senado. Eles serão incentivados a apresentar e debater propostas legislativas, que, uma vez aprovadas pelo grupo, serão encaminhadas para análise pela Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH). Caso sejam aceitas, essas propostas têm potencial para seguir oficialmente a tramitação no Senado Federal. “A inclusão de jovens, como Gabriel, em iniciativas que dialogam diretamente com o poder legislativo nacional é fundamental. Ela não apenas oferece a eles uma perspectiva prática sobre o funcionamento do sistema político brasileiro, mas também fortalece a ideia de que a juventude pode e deve ser ouvida nas decisões que moldam o futuro do país”, explica Jorge Miguel Lima Oliveira, gerente da 13ª Gerência Regional de Ensino.


Durante a posse nesta segunda-feira, os estudantes escolheram sua própria Mesa Diretora para organizar seus trabalhos, em cerimônia conduzida pelo senador Paulo Paim (PT-RS), que contou com os senadores Izalci Lucas (PSDB-DF), Nelsinho Trad (PSD-MS) e Jorge Seif (PL SC). Os integrantes da mesa de "jovens senadores" serão responsáveis por coordenar as atividades, organizar debates e votações, além de representar os demais estudantes perante as autoridades do Senado.


Programa - Anualmente, o programa Jovem Senador seleciona estudantes de escolas públicas estaduais e do Distrito Federal, com até 19 anos, que estão no ensino médio. Todas as despesas, como deslocamento, seguro viagem, hospedagem e alimentação, são cobertas pelo Senado. A iniciativa busca incentivar os jovens a refletir sobre temas como política e democracia, familiarizar-se com o funcionamento do Poder Legislativo e fortalecer sua conexão com o Senado.

https://paraiba.pb.gov.br/noticias/
Em: “A inclusão de jovens, [...] não apenas oferece a eles uma perspectiva prática sobre o funcionamento do sistema político brasileiro, mas também fortalece a ideia de que a juventude pode e deve ser ouvida [...]”, a relação semântica estabelecida pelo termo destacado é de
Alternativas
Q3444538 Português
Jovem Senador: Estudante de Pombal representa a Paraíba no Senado Federal 


Em cerimônia realizada pelo Senado Federal, nesta segunda-feira (21), 27 estudantes de todo Brasil tomaram posse como participantes da edição de 2023 do programa Jovem Senador. O estado da Paraíba ganhou destaque com a representação de Gabriel Ferreira de Matos, aluno da ECIT Monsenhor Vicente Freitas, localizada na cidade de Pombal.


Criado pelo Senado Federal, o programa Jovem Senador tem como objetivo proporcionar aos estudantes do ensino médio das escolas públicas uma experiência prática do processo legislativo brasileiro. O ingresso ao programa se dá por meio de um concurso de redação. Neste ano, o tema escolhido foi "Saúde mental nas escolas públicas", uma temática que tem se destacado no atual cenário educacional e social do país. A redação vencedora da Paraíba foi orientada pela professora Lucineide Nóbrega Almeida Fernandes.


O estudante Gabriel, que será o correspondente da Paraíba de 21 a 25 de agosto, destacou a importância da oportunidade não apenas para sua trajetória pessoal, mas como um momento de representação para toda a sua comunidade escolar, cidade e, mais amplamente, o estado da Paraíba. “O programa é uma oportunidade que Deus me permitiu para que eu pudesse vivenciar não apenas por mim mesmo, mas representando toda a minha escola, minha cidade, minha Gerência Regional e, sobretudo, meu estado. Se eu pudesse resumir essa missão em uma palavra, seria gratidão, tanto pelo apoio dos meus familiares e professores quanto pelo reconhecimento da minha habilidade de escrita”, diz Gabriel.


A semana de atividades em Brasília permite que os jovens senadores vivenciem de perto o dia a dia do Senado. Eles serão incentivados a apresentar e debater propostas legislativas, que, uma vez aprovadas pelo grupo, serão encaminhadas para análise pela Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH). Caso sejam aceitas, essas propostas têm potencial para seguir oficialmente a tramitação no Senado Federal. “A inclusão de jovens, como Gabriel, em iniciativas que dialogam diretamente com o poder legislativo nacional é fundamental. Ela não apenas oferece a eles uma perspectiva prática sobre o funcionamento do sistema político brasileiro, mas também fortalece a ideia de que a juventude pode e deve ser ouvida nas decisões que moldam o futuro do país”, explica Jorge Miguel Lima Oliveira, gerente da 13ª Gerência Regional de Ensino.


Durante a posse nesta segunda-feira, os estudantes escolheram sua própria Mesa Diretora para organizar seus trabalhos, em cerimônia conduzida pelo senador Paulo Paim (PT-RS), que contou com os senadores Izalci Lucas (PSDB-DF), Nelsinho Trad (PSD-MS) e Jorge Seif (PL SC). Os integrantes da mesa de "jovens senadores" serão responsáveis por coordenar as atividades, organizar debates e votações, além de representar os demais estudantes perante as autoridades do Senado.


Programa - Anualmente, o programa Jovem Senador seleciona estudantes de escolas públicas estaduais e do Distrito Federal, com até 19 anos, que estão no ensino médio. Todas as despesas, como deslocamento, seguro viagem, hospedagem e alimentação, são cobertas pelo Senado. A iniciativa busca incentivar os jovens a refletir sobre temas como política e democracia, familiarizar-se com o funcionamento do Poder Legislativo e fortalecer sua conexão com o Senado.

https://paraiba.pb.gov.br/noticias/

“A redação vencedora da Paraíba foi orientada pela professora Lucineide Nóbrega Almeida Fernandes.” 



Sobre o termo em destaque, julgue as assertivas a seguir.



()É o termo integrante da oração.


()É o agente da voz passiva.


()É o complemento preposicionado que representa o ser que pratica a ação expressa por um verbo na voz passiva.



A sequência CORRETA é: 

Alternativas
Q3444430 Português

Leia o texto II e responda à questão. 



Caso Marielle: relação com agentes públicos é alarmante, diz Anistia 



A participação de ex-agentes de segurança pública e agentes públicos no assassinato da vereadora Marielle Franco é alarmante, e as prisões deste domingo (24), apesar de representarem um avanço, ainda não significam justiça. Essas foram as considerações da Anistia Internacional Brasil sobre a operação que prendeu acusados de serem os mandantes do assassinato, cometido há seis anos, e de terem obstruído suas investigações.


"Informações já apuradas pelas autoridades sugerem que o crime poderia estar ligado aos interesses de expansão das milícias no Rio. Nesse sentido, é preciso lembrar que o surgimento e expansão de grupos paramilitares, resultam, entre outros fatores, da impunidade e da falha das autoridades do Estado em oferecerem respostas contundentes a desvios em suas estruturas", diz a organização, que acompanha o crime e dá suporte às famílias de Marielle e Anderson desde os primeiros momentos após o assassinato.


Na manhã deste domingo (24), a operação Murder Inc. cumpriu três mandados de prisão preventiva e 12 mandados de busca e apreensão, expedidos pelo Supremo Tribunal Federal (STF), todos na cidade do Rio de Janeiro. De acordo com fontes ligadas à investigação, foram presos Domingos Brazão, atual conselheiro do Tribunal de Contas do Rio, Chiquinho Brazão, deputado federal do Rio, e Rivaldo Barbosa, ex-chefe da Polícia Civil do Rio.


A Anistia lembra que a responsabilidade do Estado sobre o surgimento e a expansão de grupos paramilitares "tem sido objeto de condenações emblemáticas na Corte Interamericana de Direitos Humanos (Corte IDH)", que estabelece responsabilidades como o dever de prevenir violações de direitos, investigar de forma diligente, responsabilizar por violações e reparar as vítimas.


"As autoridades brasileiras têm falhado em todos esses deveres frente aos assassinatos de Marielle e Anderson", avalia a organização, que considera inaceitável a demora de seis anos para elucidação do crime. 


"Este grave crime foi preparado minuciosamente. Diversos atores estiveram envolvidos nesse processo e, após os assassinatos, assistimos, durante os últimos 6 anos, a inúmeras falhas e tentativas de obstrução das investigações, muitas delas protagonizadas por agentes públicos. Todos devem ser responsabilizados".


A Anistia Internacional conclui afirmando que renova sua cobrança pública por justiça e instando as autoridades brasileiras a garantir que todos os responsáveis pelo planejamento e execução do crime, bem como todos os responsáveis por eventuais desvios e obstruções das investigações, sejam levados à justiça em julgamentos justos que atendam aos padrões internacionais.


"O legado de Marielle só poderá florescer se o Brasil se tornar um espaço seguro para todas e todos que defendem direitos humanos". 


https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2024-03/caso-marielle-relacao-com-agentes-publicos-e-alarmante-diz-anistia

"Este grave crime foi preparado minuciosamente.”



Sobre o trecho, estão corretas as alternativas, EXCETO: 

Alternativas
Respostas
10921: A
10922: C
10923: D
10924: B
10925: D
10926: A
10927: A
10928: D
10929: B
10930: E
10931: B
10932: D
10933: B
10934: C
10935: E
10936: A
10937: B
10938: C
10939: E
10940: C