Questões de Concurso
Comentadas sobre sintaxe em português
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Como as competências socioemocionais podem apoiar os professores no dia a dia da profissão?
Desenvolver essas competências nos docentes é uma das maneiras de proteção à síndrome de burnout, sem contar que ao melhorar o engajamento profissional, se atinge também a aprendizagem dos estudantes 10/10/24 | Por Karen Cristine Teixeira, gerente de pesquisas e membra do eduLab21 do Instituto Ayrton Senna
Muito tem se discutido sobre as competências socioemocionais no contexto escolar, reflexo da evolução do conceito de educação e docência, que destaca o desenvolvimento pleno e integral dos estudantes como um direito fundamental. Esse avanço contrapõe o paradigma da pedagogia tradicional, em que o estudante era visto como passivo, e o docente, como transmissor de conhecimentos.
Atualmente há muito conteúdo disponível sobre o assunto, e é sempre importante considerar o que as evidências científicas nos dizem sobre o tema, ________ está em constante evolução. [...]
O que são as competências socioemocionais? Qual a diferença entre as de estudantes e professores?
Elas são características individuais que se expressam na forma como pensamos, sentimos e nos comportamos. Tais competências surgem da interação entre predisposições biológicas e fatores ambientais, o que quer dizer que questões genéticas e de ancestralidade influenciam, mas não determinam nossa capacidade de mobilizá-las.
Elas também são influenciadas pela história de vida, experiências, condição econômica e sociocultural, relações interpessoais, entre outros fatores. [...]
As socioemocionais podem ser aprendidas e desenvolvidas via situações informais, como a observação e interação social, e formas de aprendizagem, como práticas pedagógicas intencionais. O conceito é o mesmo para estudantes e professores. A diferença é que as competências docentes, que podem ser desenvolvidas em formação inicial e em serviço, focam em aspectos relevantes e específicos da profissão.
O que o professor ganha ao desenvolvê-las?
O estresse e a síndrome de burnout são causas frequentes de afastamento entre docentes[,]1 resultantes das intensas demandas relacionais da profissão e da elevada carga de trabalho. Esses fatores impactam negativamente a satisfação profissional[,]2 o bem-estar e a saúde mental dos professores[,]3 elementos para os quais o desenvolvimento socioemocional é um importante fator de proteção[,]4 contribuindo para a autoeficácia docente[,]5 o engajamento no trabalho e a criação de relações interpessoais saudáveis. Essas competências também fortalecem a capacidade do professor de facilitar o aprendizado dos estudantes.
Evidências mostram que as socioemocionais docentes estão relacionadas à participação, à satisfação, à saúde mental, à autoeficácia e ao desempenho acadêmico dos estudantes, além de menores taxas de evasão. Programas de desenvolvimento socioemocional implementados por professores mostram eficácia 40% maior do que quando realizados por outros profissionais da escola e sem formação específica.
Cada dia parece que inventam uma competência nova. Como desenvolver todas?
Existem diversos modelos de socioemocionais para professores e estudantes, cada um adaptado às demandas de contextos específicos. Por exemplo, em locais com altos índices de violência escolar, competências como amabilidade e interação social podem ser priorizadas. Já em locais com foco na melhoria do desempenho acadêmico, competências como autogestão e abertura ao novo são destacadas. Isso não quer dizer que há umas mais importantes que outras, apenas que podem estar mais alinhadas aos desafios daquela comunidade escolar específica.
Outro ponto que pode dar a impressão de que há muitas competências socioemocionais é o que chamamos de “falácia jingle-jangle”. Isso acontece quando atribuímos nomes iguais a competências diferentes (jingle) ou nomes diferentes a competências iguais (jangle). Essa confusão dificulta a criação de um letramento socioemocional comum e a reunião de evidências científicas sobre cada competência.
Além disso, não é porque existem diversas competências que você precisa trabalhar todas. Faça um exercício de autorreflexão, olhando para si e entendendo quais são suas maiores dificuldades/desafios e suas fortalezas: esse é o início do desenvolvimento socioemocional.
Faça perguntas, por exemplo: sinto dificuldade para lidar com o estresse em sala de aula? Sinto-me só e gostaria de compartilhar experiências com outros profissionais? Como me sinto quando meu planejamento de aula é interrompido? Tenho dificuldade para incluir práticas criativas nas aulas?
A partir do mapeamento das necessidades que você identifica, priorize o desenvolvimento de uma a duas competências por vez. Não há como trabalhar diversas competências ao mesmo tempo, pois precisam de intencionalidade para serem desenvolvidas. Da mesma forma que qualquer aprendizado, as socioemocionais são desenvolvidas passo a passo, de forma constante e progressiva. E lembre-se: o apoio da gestão escolar é imprescindível.
TEIXEIRA, Karen Cristine. Como as competências socioemocionais podem apoiar os professores no dia a dia da profissão? Revista Educação, 10 de outubro de 2024.
Disponível em: https://revistaeducacao.com.br/2024/10/10/competenciassocioemocionais-professores/. Acesso em: 16 nov. 2024. Adaptado.
Brasil é o país com mais casos de dengue no mundo, alerta OMS
No Brasil, levantamento feito pela plataforma AdaptaBrasil, mostrou que ______ mudanças climáticas no Brasil podem levar _______ proliferação de vetores, como o mosquito Aedes aegypti e, em consequência, ao agravamento de arboviroses, como dengue, zika e chikungunya. A plataforma é vinculada ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), em parceria com a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz),
EL PAÍS. Brasil é o país com mais casos de dengue no mundo, alerta OMS. Disponível em: https://agenciabrasil. ebc.com.br/saude/noticia/2023-12/brasil-e-pais-com-mais-casos-de-dengue-no-mundo-mostra-dados-da-oms. Acesso em: 7 ago. 2024. [Fragmento adaptado]
As lacunas no texto anterior devem ser preenchidas, respectivamente, com
Releia o trecho a seguir.
Muitas empresas ainda veem a contratação de pessoas com deficiência como uma obrigação legal, e não como uma oportunidade de agregar valor à organização.
Quanto ao aspecto da concordância verbal nesse trecho, é correto afirmar:
Leia esta sentença:
Nós fomos no cinema assistir aquele filme novo que todo mundo tá falando.
Assinale a alternativa que apresenta a correção da frase anterior de acordo com a norma-padrão da língua portuguesa.
O texto seguinte servirá de base para responder a questão.
O preço do vazio
Após almoçarmos em um sofisticado shopping de São Paulo, eu e uma amiga decidimos olhar vitrines. Fiquei assustada com os preços: uma bolsa custava R$ 11 mil! Tudo bem, é de grife italiana, mas... uma bolsa?
Enquanto esperávamos o Uber, vimos duas crianças, gêmeas idênticas, acompanhadas por suas respectivas babás. Fiquei pensando: que vida terão essas meninas? Estarão sempre protegidas numa redoma? Ao crescerem, saberão enfrentar adversidades? Não questiono a presença de babás, mas "duas babás" me fizeram refletir: haverá espaço para a mãe?
No mesmo local, uma mulher com um motorista carregava várias sacolas. Imaginei o valor daquelas compras. Claro, esses preços existem porque há quem pague. Mas minha consciência não permitiria tal extravagância, especialmente em um país onde muitos lutam para pagar as contas básicas.
No dia seguinte, caminhando pelo Parque Ibirapuera, vimos um mundo mais simples e real: famílias, crianças, bicicletas e cachorros. Um café e um pão de queijo bastaram para a tarde. Conversamos sobre os passeios com minhas filhas no Parque Municipal, tempos em que as crianças eram crianças. Um lago com pedalinhos, o pipoqueiro, balões a gás e vestidinhos coloridos da Feira Hippie compunham a "Disneylândia" da infância delas.
Lembramos como a vida era mais simples. Quando "não" era "não", um machucado se resolvia com carinho e Merthiolate, e perder um dente trazia histórias de fadas e sorvete.
A tarde passou rápido. Era hora de voltar ao presente, chamar o Uber e enfrentar o mundo lá fora.
Fabrício Carpinejar - Texto Adaptado
https://www.otempo.com.br/opiniao/fabricio-carpinejar/o-preco-do-vazio -1.2220555
O texto seguinte servirá de base para responder a questão.
O preço do vazio
Após almoçarmos em um sofisticado shopping de São Paulo, eu e uma amiga decidimos olhar vitrines. Fiquei assustada com os preços: uma bolsa custava R$ 11 mil! Tudo bem, é de grife italiana, mas... uma bolsa?
Enquanto esperávamos o Uber, vimos duas crianças, gêmeas idênticas, acompanhadas por suas respectivas babás. Fiquei pensando: que vida terão essas meninas? Estarão sempre protegidas numa redoma? Ao crescerem, saberão enfrentar adversidades? Não questiono a presença de babás, mas "duas babás" me fizeram refletir: haverá espaço para a mãe?
No mesmo local, uma mulher com um motorista carregava várias sacolas. Imaginei o valor daquelas compras. Claro, esses preços existem porque há quem pague. Mas minha consciência não permitiria tal extravagância, especialmente em um país onde muitos lutam para pagar as contas básicas.
No dia seguinte, caminhando pelo Parque Ibirapuera, vimos um mundo mais simples e real: famílias, crianças, bicicletas e cachorros. Um café e um pão de queijo bastaram para a tarde. Conversamos sobre os passeios com minhas filhas no Parque Municipal, tempos em que as crianças eram crianças. Um lago com pedalinhos, o pipoqueiro, balões a gás e vestidinhos coloridos da Feira Hippie compunham a "Disneylândia" da infância delas.
Lembramos como a vida era mais simples. Quando "não" era "não", um machucado se resolvia com carinho e Merthiolate, e perder um dente trazia histórias de fadas e sorvete.
A tarde passou rápido. Era hora de voltar ao presente, chamar o Uber e enfrentar o mundo lá fora.
Fabrício Carpinejar - Texto Adaptado
https://www.otempo.com.br/opiniao/fabricio-carpinejar/o-preco-do-vazio -1.2220555
O texto seguinte servirá de base para responder a questão.
Roupas-borboletas
Meu amigo Zé Klein jamais vestiu novamente o suéter preto que usou no enterro do pai. Ele o guarda há duas décadas como um sudário, gêmeo do pesar, enterrado na gaveta desde a data de falecimento.
É capaz de usar qualquer peça que foi do pai, mas não aquela que vestiu na despedida. Pois há vida na roupa do morto, enquanto a sua carrega apenas a morte.
É difícil ressignificar roupas após um adeus doloroso. Talvez porque, naquele momento, sentimos a alma nua. E, após enfrentar a angústia do velório, não queremos reviver os mesmos calafrios. Evitamos a roupa para não reencenar mentalmente o caixão baixando lentamente.
A muda de roupa é sacrificada. Deixa de aquecer e servir, tornando-se um tecido extinto.
Entendo o hábito de descartar o que usamos no dia de uma perda. Essas peças não guardam conexão com a saudade, mas simbolizam o fim. Saudade é preservar o que existia enquanto a pessoa vivia, não aquilo que marca sua ausência.
Meu primeiro presente para Beatriz foi o vestido que ela usou no enterro da mãe. Sabia que aquela peça teria um destino único e definitivo. O coração não permitiria que o traje ressuscitasse.
Aquele vestido era como uma borboleta rara, com a missão de sobrevoar por um único dia o jardim da ausência, embelezando a falta, trazendo brilho ao céu das perdas.
Imagino o orgulho de sua mãe, Clara, na outra dimensão. De alguma forma, ela deve ter visto sua filha vestida da fugacidade exuberante de uma borboleta, a mais linda entre todos os presentes.
Fabrício Carpinejar - Texto Adaptado
https://www.otempo.com.br/opiniao/fabricio-carpinejar/2024/11/22/roup as-borboletas
No texto "Roupas-borboletas", de Fabrício Carpinejar, a relação entre os verbos e seus complementos, bem como a regência dos nomes, reflete o cuidado com a norma culta da língua. Sobre a regência verbal e nominal no trecho "Entendo o hábito de descartar o que usamos no dia de uma perda", analise as alternativas e assinale a correta:
CONSCIÊNCIA NEGRA SERÁ FERIADO NACIONAL PELA 1ª VEZ NESTE ANO; SAIBA O QUE MUDA
Neste ano, pela primeira vez, o Dia Nacional de Zumbi e da Consciência Negra — celebrado anualmente em 20 de novembro — será feriado nacional.
A lei 14.759/23, que declara a data feriado em todo o Brasil, foi sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula em dezembro de 2023. Oriunda de um projeto do Senado, apresentado pelo senador Randolfe Rodrigues em 2017, o texto foi aprovado pelo Congresso Nacional no mesmo ano.
A data relembra a luta dos escravos e a morte de Zumbi, que comandou o Quilombo dos Palmares, e foi morto em 20 de novembro de 1695.
Desde 2003, as escolas são obrigadas a incluir o ensino de história e cultura afro-brasileira na grade curricular. Em 2011, a então presidente Dilma Rousseff oficializou a data como Dia Nacional do Zumbi e da Consciência Negra.
Até 2023, a data era feriado apenas nos estados de Alagoas, Amazonas, Amapá, Mato Grosso, Rio de Janeiro e São Paulo, e em de cerca de 1.200 cidades através leis municipais, o que representava 29% do território brasileiro. No Distrito Federal, o dia era considerado ponto facultativo para algumas áreas da administração pública.
A partir de 2024, no dia da Consciência Negra, escolas, bancos, empresas e órgãos públicos fecham ou operam em horário parcial. Apenas os serviços essenciais funcionam 24 horas.
Zumbi dos Palmares é considerado um dos grandes líderes da resistência negra da era colonial do Brasil. Ele é reconhecido como criador do Quilombo dos Palmares — que chegou a reunir 20 mil pessoas, sendo a maioria escravos fugidos de engenhos da Bahia e de Pernambuco.
Em 1694, depois de cerca de um século de existência, o quilombo foi destruído. Em 20 de novembro do ano seguinte, Zumbi foi assassinado em um território que hoje pertence a Alagoas.
O Dia da Consciência Negra começou a ser pensado em 1971, quando o Grupo Palmares promoveu um ato em Porto Alegre para valorizar à resistência negra. A partir daí, começaram a surgir manifestações em todo o país dando apoio à iniciativa e relembrando figuras negras históricas. A proposta ganhou fôlego em 1978, quando foi assumida pelo Movimento Negro Unificado (MNU). A partir de então, a data se tornou um marco da luta e combate ao racismo.
O Homem Trocado
O homem acorda da anestesia e olha em volta. Ainda está na sala de recuperação. Há uma enfermeira do seu lado. Ele pergunta se foi tudo bem.
– Tudo perfeito – diz a enfermeira, sorrindo.
– Eu estava com medo desta operação…
– Por quê? Não havia risco nenhum.
– Comigo, sempre há risco. Minha vida tem sido uma série de enganos… E conta que os enganos começaram com seu nascimento.
Houve uma troca de bebês no berçário e ele foi criado até os dez anos por um casal de orientais, que nunca entenderam o fato de terem um filho claro com olhos redondos. Descoberto o erro, ele fora viver com seus verdadeiros pais. Ou com sua verdadeira mãe, pois o pai abandonara a mulher depois que esta não soubera explicar o nascimento de um bebê chinês.
– E o meu nome? Outro engano.
– Seu nome não é Lírio?
– Era para ser Lauro. Se enganaram no cartório e… Os enganos se sucediam.
Na escola, vivia recebendo castigo pelo que não fazia. Fizera o vestibular com sucesso, mas não conseguira entrar na universidade. O computador se enganara, seu nome não apareceu na lista.
– Há anos que a minha conta do telefone vem com cifras incríveis. No mês passado tive que pagar mais de R$ 3 mil. – O senhor não faz chamadas interurbanas? – Eu não tenho telefone! Conhecera sua mulher por engano. Ela o confundira com outro. Não foram felizes. – Por quê? – Ela me enganava.
Fora preso por engano. Várias vezes. Recebia intimações para pagar dívidas que não fazia. Até tivera uma breve, louca alegria, quando ouvira o médico dizer: – O senhor está desenganado. Mas também fora um engano do médico. Não era tão grave assim. Uma simples apendicite.
– Se você diz que a operação foi bem…
A enfermeira parou de sorrir.
– Apendicite?
– perguntou, hesitante.
– É. A operação era para tirar o apêndice.
– Não era para trocar de sexo?
(VERISSIMO, Luis Fernando. Comédias para se Ler na Escola. Rio de Janeiro: Objetiva, 2001.) Disponível em: https://www.extraclasse.org.br/opiniao/2022/03/o homem-trocado/ Acesso em: 10/11/2024
O texto seguinte servirá de base para responder a questão.
O cotidiano da grosseria urbana
Perto de minha casa, há uma área reservada para veículos de idosos, com espaço para três carros. A medida é útil, sobretudo pela proximidade de um supermercado. Contudo, o desrespeito por regras básicas é comum. Alguns idosos (e outros nem tanto) utilizam a área, descarregam suas compras e abandonam os carrinhos na calçada, ignorando o simples ato de devolvê-los à loja, a poucos metros de distância.
Certa manhã, vi uma senhora estacionar seu SUV nessa área. Apesar do direito ao espaço, ela ocupou mais de uma vaga, restringindo o uso a outros veículos. Ao sugerir educadamente que reposicionasse o carro, fui surpreendido por uma resposta arrogante e uma atitude hostil. Sua reação pareceu fruto de alguma frustração pessoal, mas não deixou de refletir a crescente grosseria no convívio urbano.
Casos como esse se repetem. Outro exemplo ocorreu com uma motorista em um SUV que, parada em local proibido e atrapalhando o trânsito, ignorou os pedidos para liberar a passagem e respondeu com desdém: "Vá cuidar da sua vida!".
Supermercados, aliás, são um palco constante de falta de educação. Pessoas ignoram filas, empurram carrinhos nos calcanhares alheios e sequer pedem licença para pegar algo na prateleira. Em uma ocasião, crianças corriam pelos corredores soprando cornetas, enquanto o pai, alheio ao caos, analisava vinhos importados.
Esses episódios mostram como o egoísmo e a falta de empatia se manifestam em situações cotidianas. As grosserias urbanas, cada vez mais frequentes, evidenciam uma necessidade urgente de reflexão sobre respeito e convivência.
Autor: Fernando Fabbrini - Texto adaptado.
https://www.otempo.com.br/opiniao/fernando-fabbrini/2024/10/17/gross erias
No trecho:
"Pessoas ignoram filas, empurram carrinhos nos calcanhares alheios e sequer pedem licença para pegar algo na prateleira."
A concordância verbal está correta porque:
I. Vendem-se apartamentos na orla da Pajuçara a preços de Black Friday.
II. “Ah!, se eu pudesse, no fim do caminho Achar nosso barquinho e levá-lo ao mar Ah!, se eu pudesse tanta poesia Ah!, se eu pudesse, sempre, aquele dia” (Roberto Menescal e Ronaldo Bôscoli)
III. Minha questão é se ele vai aceitar o novo cargo ou não.
IV. Após discussão com o namorado, Eleonora foi-se embora de Viçosa para nunca mais voltar.
V. Fala-se muito em empatia ultimamente, mas a efetividade dessa prática é insuficiente nas relações cotidianas.
Assinale a alternativa que apresenta corretamente o SE, em cada aparição.
Segundo a Organização mundial de Saúde (OMS), a obesidade é conceituada como uma doença global, multifatorial, caracterizada pelo acúmulo excessivo de tecido adiposo. Decorre da interação de fatores genéticos, culturais e familiares. É considerada uma doença por predispor à morte precoce e ao acometimento de enfermidades, por ser atualmente um dos mais graves problemas de saúde pública. Nesse sentido, o artigo tem como objetivo geral explorar o conhecimento científico atual sobre o uso do medicamento Semaglutida no tratamento para controle de peso corporal e suas consequências clínicas. Dessa forma, a escolha dos 8 artigos usados para essa revisão integrativa foi realizada por meio da literatura do título, resumo e dos artigos completos encontrados entre os anos de 2019 a 2023 sobre a temática dessa revisão de literatura. Sendo assim, o tratamento, a prevenção e mudança no estilo de vida por meio da intervenção dietética e aumento de atividade física é ineficaz na maior parte dos pacientes, com isso o tratamento farmacológico torna-se eficaz no combate à obesidade, desde que seja feito da maneira correta e com associação da mudança de estilo de vida. Conclui-se, portanto, que a Semaglutida também conhecida pelo nome comercial Ozempic, tem importante papel quando usado como anorexígeno, sendo eficaz no controle do excesso ponderal, principalmente quando associado a uma dieta saudável e à atividade física, resultando no sucesso da manutenção do tratamento em longo prazo.
Disponível em: https://ojs.brazilianjournals.com.br/ojs/index.php/BJHR/article/view/60600. Acesso em: 10 nov. 2024. (Adaptado).
As expressões destacadas no texto expressam, de acordo com o valor semântico, respectivamente, relações de:
Leia o primeiro quarteto do poema Vaso grego, de autoria de Alberto de Oliveira.
Esta, de áureos relevos, trabalhada
De divas mãos, brilhante copa, um dia,
Já de aos deuses servir como cansada,
Vinda do Olimpo, a um novo deus servia.
OLIVEIRA, Alberto de. Poesias In: Nossos Clássicos. Rio de Janeiro: Agir, 1959, p. 22.
Nos textos literários, não raro, há a inversão de termos da oração. Com base nessa informação, assinale a alternativa que apresenta o sujeito da oração do verbo ‘servir’, presente no fragmento.