Questões de Concurso Comentadas sobre sintaxe em português

Foram encontradas 41.988 questões

Q3978135 Português
A alternativa cuja regência não obedece à norma-padrão da língua é:
Alternativas
Ano: 2024 Banca: Instituto JK Órgão: Prefeitura de Alto Alegre do Maranhão - MA Provas: Instituto JK - 2024 - Prefeitura de Alto Alegre do Maranhão - MA - Assistente Social | Instituto JK - 2024 - Prefeitura de Alto Alegre do Maranhão - MA - Fonoaudiólogo | Instituto JK - 2024 - Prefeitura de Alto Alegre do Maranhão - MA - Médico | Instituto JK - 2024 - Prefeitura de Alto Alegre do Maranhão - MA - Bibliotecário | Instituto JK - 2024 - Prefeitura de Alto Alegre do Maranhão - MA - Médico Veterinário | Instituto JK - 2024 - Prefeitura de Alto Alegre do Maranhão - MA - Bioquímico | Instituto JK - 2024 - Prefeitura de Alto Alegre do Maranhão - MA - Enfermeiro | Instituto JK - 2024 - Prefeitura de Alto Alegre do Maranhão - MA - Engenheiro Ambiental | Instituto JK - 2024 - Prefeitura de Alto Alegre do Maranhão - MA - Nutricionista | Instituto JK - 2024 - Prefeitura de Alto Alegre do Maranhão - MA - Procurador | Instituto JK - 2024 - Prefeitura de Alto Alegre do Maranhão - MA - Psicólogo | Instituto JK - 2024 - Prefeitura de Alto Alegre do Maranhão - MA - Engenheiro Civil | Instituto JK - 2024 - Prefeitura de Alto Alegre do Maranhão - MA - Engenheiro Eletricista | Instituto JK - 2024 - Prefeitura de Alto Alegre do Maranhão - MA - Especialista em Educação Básica - Pedagogo | Instituto JK - 2024 - Prefeitura de Alto Alegre do Maranhão - MA - Farmacêutico | Instituto JK - 2024 - Prefeitura de Alto Alegre do Maranhão - MA - Fisioterapeuta | Instituto JK - 2024 - Prefeitura de Alto Alegre do Maranhão - MA - Terapeuta Ocupacional |
Q3978095 Português
A alternativa cuja regência não obedece à norma-padrão da língua é:
Alternativas
Q3976087 Português
TEXTO III

Dicas de viagem – José Paulo Paes

Se você for para a Índia
Não se esqueça de comprar
Uma passagem de Índia e volta.

Se for para o Canadá
Nem pense em beber garapa:
no Canadá nem cana dá.

Se for para o Equador
Nunca peça café-expresso:
Lá só tem café de coador.

E se for para o Peru
Não espere que lhe respondam
Quando gritar “glu glu glu!”

Disponível em:
https://nostemposdalitetatura.blogspot.com/2012/09/poetando-dicas-de-viagem-jose-paulo-paes.html


Analise as proposições sobre o Texto III a seguir e assinale Verdadeiro (V) ou Falso (F):



( ) No primeiro verso, o uso do termo “se” indica condição/hipótese.


( ) Há emprego de palavras negativas em cada parágrafo.


( ) No segundo verso, o uso do termo “se” expressa incerteza.


( ) Os verbos usados no primeiro verso de cada parágrafo estão flexionados no subjuntivo pretérito imperfeito.


( ) O texto apresenta a expressão “for para a/o” que exerce a mesma função de “for à/ao”.



É CORRETO afirmar:

Alternativas
Q3975247 Português
O QUE É APOROFOBIA?

Não é de hoje que observo o trabalho social desenvolvido pelo Padre Júlio Lancellotti, com a população em situação de rua na maior cidade do país. Mas foram os tempos pandêmicos que me fizeram prestar atenção na luta travada por ele, cotidianamente, para servir os que necessitam. De maneira muito amorosa, acolhe, alimenta e cuida daqueles cuja vida não tem sido nada generosa. Padre Júlio é inspiração num Brasil que acaba de retornar ao mapa da fome e os direitos humanos seguem sendo, fortemente, violados. O padre tem chamado a atenção e nos primeiros dias de fevereiro de 2021 protagonizou um ato simbólico, com marretadas arrancou as pedras que a prefeitura de São Paulo havia colocado embaixo de um viaduto para impedir que moradores de rua ocupassem o espaço. A velha e conhecida “arquitetura da exclusão”.

Em três atos — as pedras, as marretadas e as flores — Padre Júlio nos ensinou que mesmo cansado é preciso seguir em frente, ser resiliente, se manter indignado com a opressão e ser exemplo concreto de uma prática social que busque o bem da coletividade. Depois que as imagens das marretadas viralizaram na rede, me deparei com muitas outras situações que provam que as pedras daquele viaduto não são únicas e isoladas. Elas fazem parte de estratégias políticas que buscam esconder aqueles que são considerados indesejáveis para sociedade. O que os olhos não veem, o coração não sente!

A prática de manter os pobres longe dos olhos tem larga tradição no país e o ódio em relação aos despossuídos agora tem nome — aporofobia. O termo criado pela filósofa espanhola Adela Cortina traduz uma patologia social que se manifesta na aversão a alguém que é percebido como diferente. Em grego, a palavra á-poros significa “sem recursos”, portanto, o termo significa “rejeição ou aversão aos pobres”.

O preconceito e o ódio de classe não são invenções modernas, fazem parte da nossa história e foram gestados numa sociedade em que o racismo e a desigualdade são componentes estruturais e permanentes, por isso é imprescindível nos engajarmos em práticas combativas que visem erradicar a pobreza e não eliminar os pobres. Porque os olhos podem até não os ver, mas eles existem e os bons corações sentem!

Antiella Carrijo Ramos https://www.neca.org.br/o-que-eaporofobia-confira-a-materia-escrita-por-nossa-associadaantiella-carrijo/noticias/
No trecho: “Porque os olhos podem até não os ver, mas eles existem e os bons corações sentem!”, o termo destacado apresenta o sentido de:
Alternativas
Q3975246 Português
O QUE É APOROFOBIA?

Não é de hoje que observo o trabalho social desenvolvido pelo Padre Júlio Lancellotti, com a população em situação de rua na maior cidade do país. Mas foram os tempos pandêmicos que me fizeram prestar atenção na luta travada por ele, cotidianamente, para servir os que necessitam. De maneira muito amorosa, acolhe, alimenta e cuida daqueles cuja vida não tem sido nada generosa. Padre Júlio é inspiração num Brasil que acaba de retornar ao mapa da fome e os direitos humanos seguem sendo, fortemente, violados. O padre tem chamado a atenção e nos primeiros dias de fevereiro de 2021 protagonizou um ato simbólico, com marretadas arrancou as pedras que a prefeitura de São Paulo havia colocado embaixo de um viaduto para impedir que moradores de rua ocupassem o espaço. A velha e conhecida “arquitetura da exclusão”.

Em três atos — as pedras, as marretadas e as flores — Padre Júlio nos ensinou que mesmo cansado é preciso seguir em frente, ser resiliente, se manter indignado com a opressão e ser exemplo concreto de uma prática social que busque o bem da coletividade. Depois que as imagens das marretadas viralizaram na rede, me deparei com muitas outras situações que provam que as pedras daquele viaduto não são únicas e isoladas. Elas fazem parte de estratégias políticas que buscam esconder aqueles que são considerados indesejáveis para sociedade. O que os olhos não veem, o coração não sente!

A prática de manter os pobres longe dos olhos tem larga tradição no país e o ódio em relação aos despossuídos agora tem nome — aporofobia. O termo criado pela filósofa espanhola Adela Cortina traduz uma patologia social que se manifesta na aversão a alguém que é percebido como diferente. Em grego, a palavra á-poros significa “sem recursos”, portanto, o termo significa “rejeição ou aversão aos pobres”.

O preconceito e o ódio de classe não são invenções modernas, fazem parte da nossa história e foram gestados numa sociedade em que o racismo e a desigualdade são componentes estruturais e permanentes, por isso é imprescindível nos engajarmos em práticas combativas que visem erradicar a pobreza e não eliminar os pobres. Porque os olhos podem até não os ver, mas eles existem e os bons corações sentem!

Antiella Carrijo Ramos https://www.neca.org.br/o-que-eaporofobia-confira-a-materia-escrita-por-nossa-associadaantiella-carrijo/noticias/
No trecho: “Não é de hoje que observo o trabalho social desenvolvido pelo Padre Júlio Lancellotti, com a população em situação de rua na maior cidade do país. Mas foram os tempos pandêmicos que me fizeram prestar atenção na luta travada por ele, cotidianamente, para servir os que necessitam”, o termo em destaque pode ser substituído sem prejuízo de sentido por:
Alternativas
Q3967847 Português
Leia um trecho da canção “Desfaz as malas”, da Banda Calypso (2002), e responda à questão.

Não vá embora, não me deixe aqui
O que vai ser de mim sem ter você?
Não vou suportar ver você partir
Te juro pois não saberei viver
Não vá embora, não me deixe aqui
O que vai ser de mim sem ter você?
Não vou suportar ver você partir
Te juro pois não saberei viver
De joelhos fico aos teus pés
Mas não vá, amor, te peço
Eu te imploro não me deixe só
Vivendo numa solidão
Fica comigo, ouça o que eu digo
Se eu te perder, vou morrer de paixão
Desfaz as malas, me abraça forte
E diz que não vai mais fazer isso comigo não
Fica comigo, ouça o que eu digo
Se eu te perder vou morrer de paixão
Desfaz as malas, me abraça forte
E diz que não vai mais fazer isso comigo não
O verso destacado na letra da canção pode ser classificado sintaticamente como: 
Alternativas
Q3967841 Português
Selecione a alternativa que apresenta a mesma classificação sintática da oração “As pessoas têm medo de que os outros descubram os seus segredos”:
Alternativas
Q3967718 Português

Para responder à questão, considere o EXCERTO 2.



EXCERTO 2


Na passagem para o Ensino Fundamental – Anos Finais, os alunos vivenciam diversas mudanças biológicas, psicológicas, sociais e emocionais. Eles ampliam suas descobertas em relação a si próprios e às suas relações com grupos sociais, tornando-se mais autônomos para cuidar de si e do mundo ao seu redor. [...] Nesse contexto, faz-se necessário o desenvolvimento de habilidades voltadas para o uso concomitante de diferentes linguagens (oral, escrita, cartográfica, estética, técnica etc.). Por meio delas, torna-se possível o diálogo, a comunicação e a socialização dos indivíduos, condição necessária tanto para a resolução de conflitos quanto para um convívio equilibrado entre diferentes povos e culturas. O desafio é grande, exigindo capacidade para responder de maneira crítica, propositiva e ética aos conflitos impostos pela história. Progressivamente, ao longo do Ensino Fundamental – Anos Finais, o ensino favorece uma ampliação das perspectivas e, portanto, de variáveis, tanto do ponto de vista espacial quanto temporal. Isso permite aos alunos identificar, comparar e conhecer o mundo, os espaços e as paisagens com mais detalhes, complexidade e espírito crítico, criando condições adequadas para o conhecimento de outros lugares, sociedades e temporalidades históricas. Nessa fase, as noções de temporalidade, espacialidade e diversidade são abordadas em uma perspectiva mais complexa, que deve levar em conta a perspectiva dos direitos humanos.



Disponível em: https://www.gov.br/mec/pt-br/escola-em-tempo-integral/BNCC_EI_EF_110518_versaofinal.pdf. Acesso em: 10 set. 2023. 

Para responder à questão, considere o fragmento a seguir.


Progressivamente, ao longo do Ensino Fundamental – Anos Finais, o ensino favorece uma ampliação das perspectivas e, portanto, de variáveis, tanto do ponto de vista espacial quanto temporal. 



Considerando a formação do período, sob o ponto de vista da norma padrão do português escrito, é correto afirmar que

Alternativas
Q3967716 Português

Para responder à questão, considere o EXCERTO 1 a seguir.



EXCERTO 1



No novo cenário mundial, reconhecer-se em seu contexto histórico e cultural, comunicar-se, ser criativo, analítico-crítico, participativo, aberto ao novo, colaborativo, resiliente, produtivo e responsável requer muito mais do que o acúmulo de informações. Requer o desenvolvimento de competências para aprender a aprender, saber lidar com a informação cada vez mais disponível, atuar com discernimento e responsabilidade nos contextos das culturas digitais, aplicar conhecimentos para resolver problemas, ter autonomia para tomar decisões, ser proativo para identificar os dados de uma situação e buscar soluções, conviver e aprender com as diferenças e as diversidades. Nesse contexto, a BNCC afirma, de maneira explícita, o seu compromisso com a educação integral. Reconhece, assim, que a Educação Básica deve visar à formação e ao desenvolvimento humano global, o que implica compreender a complexidade e a não linearidade desse desenvolvimento, rompendo com visões reducionistas que privilegiam ou a dimensão intelectual (cognitiva) ou a dimensão afetiva. Significa, ainda, assumir uma visão plural, singular e integral da criança, do adolescente, do jovem e do adulto – considerando-os como sujeitos de aprendizagem – e promover uma educação voltada ao seu acolhimento, reconhecimento e desenvolvimento pleno, nas suas singularidades e diversidades. Além disso, a escola, como espaço de aprendizagem e de democracia inclusiva, deve se fortalecer na prática coercitiva de não discriminação, não preconceito e respeito às diferenças e diversidades.



Disponível em: https://www.gov.br/mec/pt-br/escola-em-tempo-integral/BNCC_EI_EF_110518_versaofinal.pdf. Acesso em: 10 set. 2024.

Considerando EXCERTO 1, analise as assertivas a seguir. 



I A expressão “nesse contexto”, linha 8, tem como referência “Novo cenário mundial”.


II O verbo “reconhecer”, na linha 9, tem como sujeito “A BNCC”.


III O elemento “assim”, linha 9, e o elemento “ainda”, linha 12, têm o mesmo sentido semântico no texto.


IV O elemento “além disso”, linha 15, pode ser substituído, sem comprometimento do sentido, por “por isso”. 



Das assertivas, estão corretas

Alternativas
Q3962977 Português
A concordância diz respeito à harmonia entre constituintes de uma frase ou período. Ela segue regras específicas na norma culta, que estão respeitadas apenas no item:
Alternativas
Q3962974 Português
A concordância verbal refere-se especificamente à harmonia entre o sujeito e o verbo com o qual ele se relaciona. Há relação harmônica e adequada ao que preceitua a norma padrão apenas no item:
Alternativas
Q3962965 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Energia cara é um gargalo da economia brasileira

Estudo calcula custos de R$ 100 bi anuais com regras mal desenhadas, como subsídios em excesso, e desperdício; é preciso resgatar o foco na eficiência do modelo que modernizou o setor nos anos 1990.

Quando se trata do custo da energia, insumo essencial para a produção em geral e a competitividade da indústria em particular, o Brasil está longe das melhores práticas globais e erodindo sua posição como potencial destino de investimentos.

Empresas brasileiras pagam muito mais que seus concorrentes nas modalidades principais, da energia elétrica ao gás natural. 

As famílias arcam com uma conta de luz que é uma das maiores do mundo - ainda mais quando se considera o nível médio de renda da população brasileira. 

A causa é o acúmulo de políticas mal desenhadas e a submissão a interesses particulares que encontram guarida no governo e no Congresso Nacional.

Pesquisa da Abrace, associação que representa mais de 40% do consumo industrial de energia do país, mostra que há cerca de R$ 100 bilhões anuais em ineficiências subsídios, 20% acima do que se e verificaria na projeção de uma regulação mais eficiente.

Desse total, mais de R$ 30 bilhões decorrem de ações mal desenhadas, que vão do excesso de subsídios às fontes renováveis até valores para favorecer fontes poluentes, como o carvão.

A meritória privatização da Eletrobras não veio sem encargos, caso da obrigatoriedade de contratação de usinas termelétricas a gás em locais de viabilidade duvidosa.

No caso do gás, o quase monopólio da Petrobras e interesses estaduais na distribuição levam os custos a patamares muito superiores aos de outros países.

Outros R$ 63 bilhões anuais se referem a custos como a aquisição de energia mais cara contratada no mercado regulado das distribuidoras e taxas para a iluminação pública, entre outros.

A má gestão estatal também se dá na usina de Itaipu − que deveria gerar energia barata, já que os investimentos foram totalmente amortizados. Mas o governo usa a empresa para outras ações, como aportes em infraestrutura para servir a interesses paroquiais. 

A agência regulatória Aneel sofre com indicações políticas e carência de recursos para que possa cumprir seu papel.

E preciso resgatar a visão que norteou o processo de modernização do setor nos anos 1990. Gestão profissional, foco na eficiência do sistema e barateamento do insumo essencial. O que se vê até agora, porém, é a continuidade de práticas perniciosas.

Folha de São Paulo − 10/09/2024
Assinale a opção que completa, com uso adequado da conjunção e mantendo o sentido da relação entre as ideias fornecidas no texto, o trecho fornecido abaixo.

Empresas brasileiras pagam muito mais que seus concorrentes pela energia elétrica...
Alternativas
Q3956416 Português

Leia o texto para responder à questão.

 

Nocaute tecnológico

 

Abro o freezer e vasculho até capturar uma lasanha. Devorado pela fome, seria capaz de comê-la tal como está, fingindo ser sorvete. Mas ainda não cheguei a esse estado de selvageria. Com um nó no estômago, disponho-me a enfrentar meu novo micro-ondas. Provavelmente é mais fácil pilotar um avião. Possui um painel cheio de opções. Determina como descongelar carne, frango ou peixe. De massas, nenhuma indicação. Minto e, ao tocar as teclas digitais, finjo que não é lasanha, mas peixe. Irredutível, o aparelho marca o tempo que considera adequado. No final, sou constrangido a jantar pedaços de massa ferventes misturados com cubos de gelo.

Meu sonho é o aparelho capaz de fazer uma única coisa, com um único botão. De fato, a tecnologia ainda não resolveu alguns dilemas mais simples do ser humano. Não conheço nenhuma máquina de descascar batatas realmente efetiva. Ou que nos livre das panelas engorduradas. Merece medalha olímpica o sujeito capaz de usar a agenda do celular sem perder nenhum telefone. O mesmo vale para as agendas eletrônicas de bolso. A minha é seletiva: andou perdendo certos endereços repletos de esperanças amorosas. Que raiva! Diante de tantos comandos, utilidades e possibilidades, tenho a sensação de que comprei um jatinho quando só queria uma bicicleta.

Recordo o amigo que recomenda uma agenda de bolso, pequena, prática, barata e à prova de qualquer distúrbio eletrônico. Trata-se do velho e bom caderninho de telefones, acompanhado de uma caneta. É isso aí, e estamos conversados!

 

(Walcyr Carrasco. VEJA SP, 11.09.1996. Adaptado)

Assinale a alternativa em que o termo ou expressão em destaque estabelece relação de concomitância entre as ideias da frase.
Alternativas
Q3956412 Português

Leia o texto para responder à questão.

 

Doadores agora podem declarar sua vontade em cartório

 

Um documento legal, digital e gratuito, disponível por meio de qualquer dispositivo com acesso à internet, pode ser a solução para o Brasil superar antigos entraves e salvar a vida de mais de 42 mil pessoas que aguardam na fila da doação de órgãos e tecidos no país.

A partir de agora, brasileiros que querem ser doadores poderão deixar explícita a sua vontade em um documento oficial, redigido por um tabelião de notas e que possui autenticidade e segurança jurídica: a Autorização Eletrônica de Doação de Órgãos, Tecidos e Partes do Corpo Humano – AEDO, que passa a ter validade como declaração de vontade do cidadão.

Essa Autorização Eletrônica ficará armazenada em uma base de dados nacional única mantida pelo Colégio Notarial do Brasil, que representa os 8344 Cartórios de Notas do país, e permitirá que médicos vinculados ao Sistema Nacional de Transplantes ou às Centrais Estaduais de Transplantes, instituições do Ministério da Saúde, possam consultar, via CPF, se a pessoa falecida deixou expressa sua vontade em ser um doador e, em caso positivo, apresentar o documento à família para obterem a autorização prevista em lei.

A iniciativa busca superar um dos maiores entraves à doação de órgãos no país, a autorização da família. Em 2023, 42% das famílias recusaram a doação. Com a AEDO, que pode ser solicitada por maiores de 18 anos, essa manifestação de vontade fica registrada e será acessada pelos profissionais da Saúde.

Para realizar a Autorização Eletrônica de Doação de Órgãos, o interessado preenche um formulário diretamente no site www.aedo.org.br. Por meio do sistema, poderá escolher qual órgão deseja doar ou se pretende doar todos. No Brasil, a maioria das pessoas na fila única nacional de transplantes aguarda a doação de um rim, seguido por fígado, coração, pulmão e pâncreas. Somente no ano passado, três mil pessoas faleceram pela falta de doação de um órgão. Atualmente, mais de 500 crianças aguardam um transplante.

Nosso país é o quarto em número absoluto de transplantes, ficando atrás apenas dos Estados Unidos, China e Índia. A taxa de doadores é maior no Sudeste (22,2) e no Sul (36,5). No Centro-Oeste (14,1), Nordeste (13,0) e Norte (7,0).

Em um momento em que a solidariedade é mais importante do que nunca, a AEDO representa um passo significativo da sociedade na busca de soluções concretas para milhares de brasileiros à espera da chance de uma nova vida. Que todos juntos possamos ser vida na vida de alguém. (Giselle Oliveria de Barros.

 

https://www.estadao.com.br/politica/blogdo-fausto-macedo/doadores-de-orgaos-agora-podem-declarar-sua-vontade-direto-no-cartorio-de-notas-entenda/?utm_source=estadao:mail. Publicado em 04.04.2024. Adaptado)

Assinale a alternativa que segue a norma-padrão de concordância verbal e nominal.
Alternativas
Q3928100 Português
Qual das alternativas, a seguir, apresenta a definição CORRETA sobre o processo de subordinação entre orações na língua portuguesa? 
Alternativas
Q3928097 Português
Qual das alternativas a seguir está CORRETA quanto à concordância nominal?
Alternativas
Q3928096 Português
Qual das alternativas apresenta a concordância verbal CORRETA?
Alternativas
Q3927764 Português
Marque a alternativa em que NÃO há correspondência da classificação dada à oração subordinada adverbial nas seguintes frases.
Alternativas
Q3927760 Português
Qual das alternativas apresenta a regência verbal CORRETA?
Alternativas
Q3926844 Português
Qual alternativa apresenta uma concordância verbal CORRETA?
Alternativas
Respostas
10201: D
10202: D
10203: A
10204: A
10205: A
10206: C
10207: D
10208: A
10209: D
10210: B
10211: E
10212: B
10213: D
10214: D
10215: A
10216: D
10217: C
10218: A
10219: B
10220: C