Questões de Concurso Comentadas sobre sintaxe em português

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Q3353213 Português
TEXTO PARA A QUESTÃO.

Descuido ambiental e desinformação ceifam vidas

A tragédia climática no Rio Grande do Sul ceifou vidas, gerou mais de 200 mil refugiados climáticos e apontou o dedo para a falta de planejamento no combate a tragédias climáticas previstas pela ciência

Por Dione O. Moura — UnB/ABEJ/Rede Biota Cerrado
Marlise Brenol — UnB/SBPJor/Rede Biota Cerrado
Liziane Guazina — UnB/Compolítica

    Não fosse suficiente a1 enchente que assola o Rio Grande do Sul (RS), também surge outra enxurrada: oceanos de desinformações que visam desestabilizar forças políticas e institucionais, provocar caos desmesurado e aumentar a dor. Contudo, nada surge da noite para o dia. Há fatores historicamente construídos para que a2 desinformação trafegue em indevida liberdade.

    Vamos lá, no caso da inundação no RS, partimos de uma agenda histórica de descuido ambiental. Para o Brasil se tornar o "celeiro do mundo", devastou biomas, ao custo de uma estrutura de vigilância e de controle ambiental crescentemente desmantelada por atores sociais que consideram que ecologia é balela, e de uma economia que gera hábitos de consumismo desenfreado, degradação ambiental, enorme produção de lixo, assoreamento de rios, poluição e devastação de biomas.

    E tem mais: em nosso país, há anos, inexiste solidez das normas de comunicação de risco que deveriam ser aplicadas do micro (bairro, município) ao macro (áreas metropolitanas, estado, regiões). Quais as3 áreas de risco? Quais populações podem ser atingidas? Quando e por quais mecanismos serão alertadas? Quais as rotas de evacuação? Escolas, igrejas, coletivos, Defesa Civil, quem atuará nos abrigos? Como proteger os mais vulneráveis? São perguntas que planos de comunicação de risco e de evacuação preventiva conseguem responder, desde que façamos as perguntas certas, na hora certa — antes que o risco (possibilidade) se materialize em dano (o risco concretizado). 

    Esse processo é fortalecido diante da desregulamentação das redes sociais e resulta em um pacote letal. Acreditamos, como sociedade, que vai ficar tudo bem enquanto destruímos o planeta. Achamos fofos os documentários de crianças de outros países sendo preparadas para possíveis terremotos, mas aqui no Brasil não precisamos disso… não? E as crianças desaparecidas na atual inundação no RS? E os idosos, os hospitais, as creches, as faculdades, as empresas, as comunidades inteiras submersas na água lamacenta?

    Não somente a inundação, mas todo esse conjunto ceifa vidas. Em síntese, falta prevenção há décadas e também nos dias anteriores as4 inundações. Se conseguimos fechar o comércio e as escolas quando é feriado, [________] não conseguimos fazê-lo antes de uma inundação dessas? Óbvio que conseguimos, desde que haja decisão política. Desde que não deixemos multiplicar o número de desabrigados até que a única saída esteja em orçamentos astronômicos emergenciais. Esse cenário histórico é perfeito para pavimentar a estrada da indevida liberdade de desinformar e proliferar o negacionismo climático. A lógica das plataformas de mídias sociais segue e amplifica o modelo da comunicação do grotesco de que nos falou Muniz Sodré.

    O grotesco, agora ampliado na internet, estimula os relatos mentirosos e sensacionalistas. Influenciadores digitais e as BigTechs nadam de braçada em plataformas de mídias sociais sem regulação. Desinformam em troca de alcance e engajamento, a atual moeda digital. Como consequência, levam veículos de imprensa — que, de forma irresponsável, __________(PUBLICA/PUBLICAM) sem a devida verificação — e muitos políticos — que assumem mentiras em discursos e postagens amplificadoras do círculo vicioso. É __________(PRECISO/PRECISA) prudência, em especial, na cobertura de catástrofes. Antes de pegar uma rodovia, você não passa no posto para calibragem, água e óleo para viajar com segurança? Pois, então, antes de acelerar fundo e repassar uma desinformação, cheque, nas agências de verificação e em sites jornalísticos, como a Agência Lupa, a Aos Fatos e o Estadão Verifica.

    A tragédia climática no RS ceifou vidas, gerou mais de 200 mil refugiados climáticos e apontou o dedo para a falta de planejamento no combate a tragédias climáticas previstas pela ciência. Enquanto as figuras públicas, em especial, deputados e senadores brasileiros, deputados estaduais/distritais, vereadores, prefeitos e governadores estiverem mais preocupados em criar narrativas para suas bases eleitorais nas redes sociais do que em gerenciar as crises, serão corresponsáveis por essa e por outras tragédias que possam vir. E se a pauta da biodiversidade, da conservação e da economia sustentável não se __________(TORNAR/TORNAREM) prioridade, catástrofes se multiplicarão. Se a dor das vítimas das enchentes no RS não __________(DOER/DOEREM) nos Três Poderes (nos níveis municipal, estadual e federal), a desesperança reinará em um país cujas faces não mais distinguiremos lama de lágrimas. Ainda podemos fazer algo. Façamos.

MOURA, Dione O.; BRENOL, Marlise; GUAZINA, Liziane. Descuido ambiental e desinformação ceifam vidas. Correio Braziliense, 12 de maio de 2024. Disponível em:
https://www.correiobraziliense.com.br/opiniao/2024/05/6855238 -descuido-ambiental-e-desinformacao-ceifam-vidas.html. Acesso em: 13 mai. 2024. Adaptado.
O conectivo “Contudo”, utilizado no parágrafo introdutório do artigo, pode ser substituído, sem que haja alteração no sentido básico do enunciado em que ele ocorre, por
Alternativas
Q3353212 Português
TEXTO PARA A QUESTÃO.

Descuido ambiental e desinformação ceifam vidas

A tragédia climática no Rio Grande do Sul ceifou vidas, gerou mais de 200 mil refugiados climáticos e apontou o dedo para a falta de planejamento no combate a tragédias climáticas previstas pela ciência

Por Dione O. Moura — UnB/ABEJ/Rede Biota Cerrado
Marlise Brenol — UnB/SBPJor/Rede Biota Cerrado
Liziane Guazina — UnB/Compolítica

    Não fosse suficiente a1 enchente que assola o Rio Grande do Sul (RS), também surge outra enxurrada: oceanos de desinformações que visam desestabilizar forças políticas e institucionais, provocar caos desmesurado e aumentar a dor. Contudo, nada surge da noite para o dia. Há fatores historicamente construídos para que a2 desinformação trafegue em indevida liberdade.

    Vamos lá, no caso da inundação no RS, partimos de uma agenda histórica de descuido ambiental. Para o Brasil se tornar o "celeiro do mundo", devastou biomas, ao custo de uma estrutura de vigilância e de controle ambiental crescentemente desmantelada por atores sociais que consideram que ecologia é balela, e de uma economia que gera hábitos de consumismo desenfreado, degradação ambiental, enorme produção de lixo, assoreamento de rios, poluição e devastação de biomas.

    E tem mais: em nosso país, há anos, inexiste solidez das normas de comunicação de risco que deveriam ser aplicadas do micro (bairro, município) ao macro (áreas metropolitanas, estado, regiões). Quais as3 áreas de risco? Quais populações podem ser atingidas? Quando e por quais mecanismos serão alertadas? Quais as rotas de evacuação? Escolas, igrejas, coletivos, Defesa Civil, quem atuará nos abrigos? Como proteger os mais vulneráveis? São perguntas que planos de comunicação de risco e de evacuação preventiva conseguem responder, desde que façamos as perguntas certas, na hora certa — antes que o risco (possibilidade) se materialize em dano (o risco concretizado). 

    Esse processo é fortalecido diante da desregulamentação das redes sociais e resulta em um pacote letal. Acreditamos, como sociedade, que vai ficar tudo bem enquanto destruímos o planeta. Achamos fofos os documentários de crianças de outros países sendo preparadas para possíveis terremotos, mas aqui no Brasil não precisamos disso… não? E as crianças desaparecidas na atual inundação no RS? E os idosos, os hospitais, as creches, as faculdades, as empresas, as comunidades inteiras submersas na água lamacenta?

    Não somente a inundação, mas todo esse conjunto ceifa vidas. Em síntese, falta prevenção há décadas e também nos dias anteriores as4 inundações. Se conseguimos fechar o comércio e as escolas quando é feriado, [________] não conseguimos fazê-lo antes de uma inundação dessas? Óbvio que conseguimos, desde que haja decisão política. Desde que não deixemos multiplicar o número de desabrigados até que a única saída esteja em orçamentos astronômicos emergenciais. Esse cenário histórico é perfeito para pavimentar a estrada da indevida liberdade de desinformar e proliferar o negacionismo climático. A lógica das plataformas de mídias sociais segue e amplifica o modelo da comunicação do grotesco de que nos falou Muniz Sodré.

    O grotesco, agora ampliado na internet, estimula os relatos mentirosos e sensacionalistas. Influenciadores digitais e as BigTechs nadam de braçada em plataformas de mídias sociais sem regulação. Desinformam em troca de alcance e engajamento, a atual moeda digital. Como consequência, levam veículos de imprensa — que, de forma irresponsável, __________(PUBLICA/PUBLICAM) sem a devida verificação — e muitos políticos — que assumem mentiras em discursos e postagens amplificadoras do círculo vicioso. É __________(PRECISO/PRECISA) prudência, em especial, na cobertura de catástrofes. Antes de pegar uma rodovia, você não passa no posto para calibragem, água e óleo para viajar com segurança? Pois, então, antes de acelerar fundo e repassar uma desinformação, cheque, nas agências de verificação e em sites jornalísticos, como a Agência Lupa, a Aos Fatos e o Estadão Verifica.

    A tragédia climática no RS ceifou vidas, gerou mais de 200 mil refugiados climáticos e apontou o dedo para a falta de planejamento no combate a tragédias climáticas previstas pela ciência. Enquanto as figuras públicas, em especial, deputados e senadores brasileiros, deputados estaduais/distritais, vereadores, prefeitos e governadores estiverem mais preocupados em criar narrativas para suas bases eleitorais nas redes sociais do que em gerenciar as crises, serão corresponsáveis por essa e por outras tragédias que possam vir. E se a pauta da biodiversidade, da conservação e da economia sustentável não se __________(TORNAR/TORNAREM) prioridade, catástrofes se multiplicarão. Se a dor das vítimas das enchentes no RS não __________(DOER/DOEREM) nos Três Poderes (nos níveis municipal, estadual e federal), a desesperança reinará em um país cujas faces não mais distinguiremos lama de lágrimas. Ainda podemos fazer algo. Façamos.

MOURA, Dione O.; BRENOL, Marlise; GUAZINA, Liziane. Descuido ambiental e desinformação ceifam vidas. Correio Braziliense, 12 de maio de 2024. Disponível em:
https://www.correiobraziliense.com.br/opiniao/2024/05/6855238 -descuido-ambiental-e-desinformacao-ceifam-vidas.html. Acesso em: 13 mai. 2024. Adaptado.
Qual é a relação semântica entre as orações que compõem o período “A tragédia climática no RS ceifou vidas, gerou mais de 200 mil refugiados climáticos e apontou o dedo para a falta de planejamento no combate a tragédias climáticas previstas pela ciência.”?
Alternativas
Q3352900 Português

Complete a frase com a conjunção que exprime uma relação de condição e assinale a alternativa correta. 


_____ fizer sol hoje, eu irei à praia.

Alternativas
Ano: 2024 Banca: IDECAN Órgão: SES-PB Prova: IDECAN - 2024 - SES-PB - Assistente Social |
Q3352727 Português
Assinale abaixo a única alternativa em que apenas a forma verbal no singular atende às normas de concordância verbal da norma culta da língua portuguesa. 
Alternativas
Ano: 2024 Banca: IDECAN Órgão: SES-PB Prova: IDECAN - 2024 - SES-PB - Assistente Social |
Q3352725 Português
Na oração "A maioria dos eleitores escolhe quem vai lhes representar com base em dinâmicas emocionais", o trecho em destaque classifica-se como uma oração
Alternativas
Ano: 2024 Banca: IDECAN Órgão: SES-PB Prova: IDECAN - 2024 - SES-PB - Assistente Social |
Q3352723 Português
Assinale abaixo a única construção adequada ao que preceitua a norma culta da língua portuguesa.
Alternativas
Q3352658 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Os mapas sonoros que protegem onça-pintada


As cataratas do Iguaçu ficam na Floresta Atlântica do Alto Paraná. No lado brasileiro, fica o Parque Nacional do Iguaçu. E, no lado oposto, o Parque Nacional Iguazú, na Argentina.


A região abriga mais de duas mil espécies de plantas e uma imensa variedade de animais, incluindo a tão popular onça-pintada.


Para os mais de um milhão de turistas que visitam o local todos os anos, o cenário parece apenas uma amostra de uma área que seria imensa e repleta de biodiversidade.


Mas, para as pessoas que conhecem bem a região, como a bióloga Yara de Melo Barros, os dois parques nacionais da região das cataratas, na verdade, são apenas "uma ilha de vida em meio ao desmatamento".


Barros é coordenadora do projeto de conservação da onça-pintada chamado Onças do Iguaçu.


Atualmente, a onça-pintada enfrenta ameaça em quase todo o seu habitat, que vai do sudoeste dos Estados Unidos até o norte da Argentina. Um estudo da Cites − a Convenção sobre o Comércio Internacional de Espécies Ameaçadas da Fauna e da Flora Selvagem − indica que essas ameaças aumentam.


À medida que se ampliam o desmatamento, as incursões das estradas e da agricultura na floresta, a quantidade de presas diminui e os caçadores ilegais ganham cada vez mais acesso às áreas mais remotas.


"A caça precisa ser controlada com urgência" afirma Barros. "Os caçadores entram para caçar outros animais e matam a onça-pintada também."


Evitar a caça ilegal de qualquer criatura não é uma tarefa fácil, especialmente quando os parques mantêm relativamente poucos funcionários, frequentemente responsáveis pelo patrulhamento de grandes áreas.


Por isso, os pesquisadores e os funcionários dos parques da região das cataratas passaram a explorar novos meios na prevenção onde agem os caçadores ilegais e buscam ajuda em novas tecnologias de mapeamento. 


No início dos anos 2000, os guarda-parques ainda preenchiam relatórios de campo manualmente, segundo Cecilia Belloni. Ela trabalha há muito tempo como guarda-parque na fronteira leste do Parque Nacional Iguazú, na Argentina.


"Agora, usamos telefones via satélite na floresta, além do sistema Smart e do Sistema de Informações Geográficas Quantum para análises espaciais", explica Belloni.


Segundo ela, "os Sistemas de Informações Geográficas aumentam a eficiência das patrulhas dos guarda-parques", pois permitem que as equipes florestais registrem melhor os dados e quantifiquem qualquer informação relevante.


Esses dados incluem desde incêndios até desmatamento e mudanças do uso da terra, dentro e fora das áreas protegidas.


O aplicativo Smart nos celulares e tablets ajuda os guarda-parques a selecionar e padronizar todos os novos dados registrados. Esse software de código aberto e suas ferramentas de análise foram especialmente projetados para auxiliar os gerentes de conservação no seu trabalho de vigilância.


O aplicativo foi disponibilizado para os guarda-parques argentinos pela primeira vez em 2014, durante uma viagem de treinamento para a Tailândia, e foi testado em seguida no Parque Nacional Iguazú.


Lizarraga explica que, ao registrar fotos geolocalizadas de cada cápsula de munição encontrada, os guarda-parques definem uma trilha de caça.


"Isso permite que eles sigam a trilha e encontrem pessoas que estão além das áreas de visitação pública", afirma ele.


Os caçadores ilegais usam árvores frutíferas como isca, segundo Belloni, como o timbó, que serve de alimento para as antas.


Marcando no software a localização dessas árvores e sua estação de frutificação, os guarda-parques planejam melhor suas patrulhas.


A APN expandirá o uso do Smart para todos os parques nacionais argentinos no início deste ano, segundo o guarda-parque Federico Rodríguez Mira, encarregado de operações do Parque Nacional Iguazú.


"A APN adquirirá equipamentos eletrônicos como smartphones e tablets resistentes a condições meteorológicas extremas para aprimorar, substancialmente, a coleta de dados de campo e auxiliar na tomada de decisões", explica ele.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/ cxrkzgwz5kxo.adaptado.

Segundo ela, "os Sistemas de Informações Geográficas aumentam a eficiência das patrulhas dos guarda-parques", pois permitem que as equipes florestais registrem melhor os dados e quantifiquem qualquer informação relevante.

O número de orações presentes na frase em questão é de:
Alternativas
Q3352350 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Os mapas sonoros que protegem onça-pintada


As cataratas do Iguaçu ficam na Floresta Atlântica do Alto Paraná. No lado brasileiro, fica o Parque Nacional do Iguaçu. E, no lado oposto, o Parque Nacional Iguazú, na Argentina.

A região abriga mais de duas mil espécies de plantas e uma imensa variedade de animais, incluindo a tão popular onça-pintada.

Para os mais de um milhão de turistas que visitam o local todos os anos, o cenário parece apenas uma amostra de uma área que seria imensa e repleta de biodiversidade.

Mas, para as pessoas que conhecem bem a região, como a bióloga Yara de Melo Barros, os dois parques nacionais da região das cataratas, na verdade, são apenas "uma ilha de vida em meio ao desmatamento".

Barros é coordenadora do projeto de conservação da onça-pintada chamado Onças do Iguaçu.

Atualmente, a onça-pintada enfrenta ameaça em quase todo o seu habitat, que vai do sudoeste dos Estados Unidos até o norte da Argentina. Um estudo da Cites − a Convenção sobre o Comércio Internacional de Espécies Ameaçadas da Fauna e da Flora Selvagem − indica que essas ameaças aumentam.

À medida que se ampliam o desmatamento, as incursões das estradas e da agricultura na floresta, a quantidade de presas diminui e os caçadores ilegais ganham cada vez mais acesso às áreas mais remotas.

"A caça precisa ser controlada com urgência" afirma Barros. "Os caçadores entram para caçar outros animais e matam a onça-pintada também."

Evitar a caça ilegal de qualquer criatura não é uma tarefa fácil, especialmente quando os parques mantêm relativamente poucos funcionários, frequentemente responsáveis pelo patrulhamento de grandes áreas.

Por isso, os pesquisadores e os funcionários dos parques da região das cataratas passaram a explorar novos meios na prevenção onde agem os caçadores ilegais e buscam ajuda em novas tecnologias de mapeamento.

No início dos anos 2000, os guarda-parques ainda preenchiam relatórios de campo manualmente, segundo Cecilia Belloni. Ela trabalha há muito tempo como guarda-parque na fronteira leste do Parque Nacional Iguazú, na Argentina.

"Agora, usamos telefones via satélite na floresta, além do sistema Smart e do Sistema de Informações Geográficas Quantum para análises espaciais", explica Belloni.

Segundo ela, "os Sistemas de Informações Geográficas aumentam a eficiência das patrulhas dos guarda-parques", pois permitem que as equipes florestais registrem melhor os dados e quantifiquem qualquer informação relevante.

Esses dados incluem desde incêndios até desmatamento e mudanças do uso da terra, dentro e fora das áreas protegidas.

O aplicativo Smart nos celulares e tablets ajuda os guarda-parques a selecionar e padronizar todos os novos dados registrados. Esse software de código aberto e suas ferramentas de análise foram especialmente projetados para auxiliar os gerentes de conservação no seu trabalho de vigilância.

O aplicativo foi disponibilizado para os guarda-parques argentinos pela primeira vez em 2014, durante uma viagem de treinamento para a Tailândia, e foi testado em seguida no Parque Nacional Iguazú.

Lizarraga explica que, ao registrar fotos geolocalizadas de cada cápsula de munição encontrada, os guarda-parques definem uma trilha de caça.

"Isso permite que eles sigam a trilha e encontrem pessoas que estão além das áreas de visitação pública", afirma ele.

Os caçadores ilegais usam árvores frutíferas como isca, segundo Belloni, como o timbó, que serve de alimento para as antas.

Marcando no software a localização dessas árvores e sua estação de frutificação, os guarda-parques planejam melhor suas patrulhas.

A APN expandirá o uso do Smart para todos os parques nacionais argentinos no início deste ano, segundo o guarda-parque Federico Rodríguez Mira, encarregado de operações do Parque Nacional Iguazú.

"A APN adquirirá equipamentos eletrônicos como smartphones e tablets resistentes a condições meteorológicas extremas para aprimorar, substancialmente, a coleta de dados de campo e auxiliar na tomada de decisões", explica ele.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/ cxrkzgwz5kxo.adaptado.
Atualmente, a onça-pintada enfrenta ameaça em quase todo o seu habitat.
Sintaticamente, é correto afirmar que o:
Alternativas
Q3351844 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Floresta em risco e inovação


Plataforma desenvolvida pelo Ipam e pelo Banco Mundial prevê risco de desmatamento e estima futuras áreas desmatadas na Amazônia Legal


A Amazônia, uma terra de riqueza natural incomparável, é um dos ecossistemas mais difíceis de proteger no mundo. E se pudéssemos prever as áreas com maior risco de desmatamento, poderíamos proteger melhor a floresta?


Uma plataforma desenvolvida pelo Ipam (Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia) e pelo Banco Mundial faz exatamente isso. Ela prevê o risco de desmatamento e estima as futuras áreas desmatadas nos estados da Amazônia Legal.


Chamada de Painel Floresta em Risco, lançada na semana passada, apresenta o desmatamento na Amazônia brasileira como fruto da relação entre a vulnerabilidade das áreas de vegetação nativa, a governança ambiental e os fatores macroeconômicos. Variáveis econômicas, especialmente os preços dos produtos agrícolas e a taxa de câmbio real, afetam diretamente o retorno das atividades extrativas e, portanto, a demanda por terras marginais e, assim, o desmatamento —incluindo através de atividades ilegais como a grilagem ou o garimpo.


A oscilação nessas variáveis é usada para estimar a quantidade de desmatamento esperada, os locais com maior risco de ser desmatado, assim como a possibilidade de vazamentos quando o desmatamento não é eliminado, mas apenas "transferido" para outra região.


O Painel permite que os usuários explorem e comparem três diferentes cenários de risco de desmatamento. O primeiro cenário "business as usual" (BAU) fornece uma projeção das tendências de desmatamento com base nas condições macroeconômicas esperadas nos próximos anos. No entanto, não inclui qualquer mudança esperada nas políticas de proteção.


No segundo cenário, a ferramenta exibe taxas de desmatamento com base apenas na tendência histórica, "historical reference level" (HRL), sem efeitos econômicos.


O terceiro é o cenário de governança ambiental "Governance" (GOV), que simula o impacto de possíveis mudanças de política nas taxas de desmatamento por meio do aumento da proteção de áreas florestais via designação do uso das terras.


A ferramenta fornece uma representação visual desses cenários e permite que os usuários observem como o risco de desmatamento interage com territórios indígenas e áreas de conservação. O objetivo é tornar acessíveis ao público dados complexos sobre futuras pressões de desmatamento e embasar o planejamento e a implementação de estratégias de conservação. A plataforma será atualizada anualmente com novos dados sobre as condições macroeconômicas previstas e o desmatamento observado.


A complexidade do ecossistema amazônico e a interação multifacetada de fatores econômicos e sociais exigem abordagens adaptáveis e multidisciplinares. A plataforma desenvolvida pelo IPAM e pelo Banco Mundial é um passo à frente nessa direção para preservar um dos tesouros naturais mais preciosos do mundo.


Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/. Acesso em: 7 mai. 2024.

O valor semântico apresentado pelo segmento ressaltado em "A plataforma desenvolvida pelo Ipam e pelo Banco Mundial é um passo à frente nessa direção para preservar um dos tesouros naturais mais preciosos do mundo" é de
Alternativas
Q3351837 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Floresta em risco e inovação


Plataforma desenvolvida pelo Ipam e pelo Banco Mundial prevê risco de desmatamento e estima futuras áreas desmatadas na Amazônia Legal


A Amazônia, uma terra de riqueza natural incomparável, é um dos ecossistemas mais difíceis de proteger no mundo. E se pudéssemos prever as áreas com maior risco de desmatamento, poderíamos proteger melhor a floresta?


Uma plataforma desenvolvida pelo Ipam (Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia) e pelo Banco Mundial faz exatamente isso. Ela prevê o risco de desmatamento e estima as futuras áreas desmatadas nos estados da Amazônia Legal.


Chamada de Painel Floresta em Risco, lançada na semana passada, apresenta o desmatamento na Amazônia brasileira como fruto da relação entre a vulnerabilidade das áreas de vegetação nativa, a governança ambiental e os fatores macroeconômicos. Variáveis econômicas, especialmente os preços dos produtos agrícolas e a taxa de câmbio real, afetam diretamente o retorno das atividades extrativas e, portanto, a demanda por terras marginais e, assim, o desmatamento —incluindo através de atividades ilegais como a grilagem ou o garimpo.


A oscilação nessas variáveis é usada para estimar a quantidade de desmatamento esperada, os locais com maior risco de ser desmatado, assim como a possibilidade de vazamentos quando o desmatamento não é eliminado, mas apenas "transferido" para outra região.


O Painel permite que os usuários explorem e comparem três diferentes cenários de risco de desmatamento. O primeiro cenário "business as usual" (BAU) fornece uma projeção das tendências de desmatamento com base nas condições macroeconômicas esperadas nos próximos anos. No entanto, não inclui qualquer mudança esperada nas políticas de proteção.


No segundo cenário, a ferramenta exibe taxas de desmatamento com base apenas na tendência histórica, "historical reference level" (HRL), sem efeitos econômicos.


O terceiro é o cenário de governança ambiental "Governance" (GOV), que simula o impacto de possíveis mudanças de política nas taxas de desmatamento por meio do aumento da proteção de áreas florestais via designação do uso das terras.


A ferramenta fornece uma representação visual desses cenários e permite que os usuários observem como o risco de desmatamento interage com territórios indígenas e áreas de conservação. O objetivo é tornar acessíveis ao público dados complexos sobre futuras pressões de desmatamento e embasar o planejamento e a implementação de estratégias de conservação. A plataforma será atualizada anualmente com novos dados sobre as condições macroeconômicas previstas e o desmatamento observado.


A complexidade do ecossistema amazônico e a interação multifacetada de fatores econômicos e sociais exigem abordagens adaptáveis e multidisciplinares. A plataforma desenvolvida pelo IPAM e pelo Banco Mundial é um passo à frente nessa direção para preservar um dos tesouros naturais mais preciosos do mundo.


Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/. Acesso em: 7 mai. 2024.

Considerando os excertos a seguir, é correto atestar que aquele composto na voz ativa é: 
Alternativas
Q3351615 Português
O que torna o céu colorido na aurora boreal?


A aurora boreal é um espetacular show de luzes da natureza que ocorre quando explosões na superfície do Sol − as chamadas erupções solares − colidem com os gases da atmosfera da Terra, criando faixas cintilantes tingidas de vermelho, verde e roxo.

Ela é causada por partículas carregadas do sol que atingem gases na atmosfera da Terra. E as cores ocorrem devido a diferentes gases na atmosfera terrestre sendo energizados pelas partículas carregadas.

Os dois gases mais comuns na atmosfera terrestre são o nitrogênio e o oxigênio. Os átomos de oxigênio brilham em verde, a cor mais frequentemente vista na aurora boreal, enquanto os átomos de nitrogênio emitem roxo, azul e rosa.

As auroras mais impressionantes ocorrem quando o Sol emite nuvens realmente grandes de partículas chamadas "ejeções de massa coronal".


https://www.bbc.com/portuguese/articles/ c3g8e8r7kmro.adaptado. 
Os átomos de oxigênio brilham em verde, a cor mais frequentemente vista na aurora boreal. 
Sintaticamente, é correto afirmar que:
Alternativas
Q3351603 Português
Oceanos quebraram recorde de temperatura todos os dias em um ano

Turbinados pelas alterações climáticas, os oceanos do mundo superaram os recordes de temperatura todos os dias durante doze meses, revela uma análise. A análise baseia-se em dados do Serviço Climático Copernicus, da União Europeia.

Quase cinquenta dias superaram as temperaturas máximas registradas para a mesma época de anos anteriores, segundo dados de satélites.

Os gases que aquecem o planeta são os principais culpados pelo fenômeno, mas o evento climático natural El Niño também aqueceu ainda mais os oceanos.

Este superaquecimento atinge duramente a vida marinha e provoca uma nova onda de branqueamento de corais.

O Copernicus também confirmou que o mês de abril foi o mês mais quente já registrado em termos de temperaturas do ar. Esses recordes também foram batidos nos onze meses anteriores.

Durante muitas décadas, os oceanos do mundo foram a válvula de escape da Terra em termos de alterações climáticas.

Eles não só retêm cerca de um quarto do dióxido de carbono produzido pelos humanos, como também absorvem cerca de noventa por cento do excesso de calor.

Porém, durante o ano passado, os oceanos apresentaram as evidências mais preocupantes de que enfrentam dificuldades para lidar com a situação: a superfície do mar sente particularmente.

A partir de março de 2023, a temperatura média da superfície dos oceanos subiu cada vez mais acima da média de longo prazo, e atingiu um novo recorde máximo em agosto do ano passado.

Os meses subsequentes não representaram trégua alguma: a superfície do mar atingiu um novo máximo diário médio 21,09 ºC em fevereiro e março de 2024.

De acordo com dados do Copernicus, não apenas todos os dias desde quatro de maio de 2023 estão acima dos recordes anteriores de temperatura, mas em alguns dias, a margem em relação aos registros passados foi enorme.

Em cerca de quarenta e sete dias nesse período, o recorde de temperatura foi superado em, pelo menos, 0,3°C segundo a análise de dados do Copernicus.

Nunca antes, na era dos satélites, foi observada uma diferença tão grande.

Os dias com maior recorde foram 23 de agosto de 2023, 3 de janeiro de 2024 e 5 de janeiro de 2024, quando o recorde anterior foi batido em cerca de 0,34ºC.

"O fato de todo esse calor ir para o oceano e gerar um aquecimento com uma rapidez maior do que pensávamos é motivo de grande preocupação", afirma Mike Meredith, do grupo de pesquisa British Antarctic Survey.

"Esses são sinais reais de que as alterações no ambiente movem-se para áreas onde realmente não queremos que elas estejam. Se continuarmos nessa direção, as consequências serão graves", alertou ele.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/c19dy7y728lo.adaptado.

Nunca antes, na era dos satélites, foi observada uma diferença tão grande.


Sintaticamente, é correto afirmar que, nesta frase:

Alternativas
Q3351602 Português
Oceanos quebraram recorde de temperatura todos os dias em um ano

Turbinados pelas alterações climáticas, os oceanos do mundo superaram os recordes de temperatura todos os dias durante doze meses, revela uma análise. A análise baseia-se em dados do Serviço Climático Copernicus, da União Europeia.

Quase cinquenta dias superaram as temperaturas máximas registradas para a mesma época de anos anteriores, segundo dados de satélites.

Os gases que aquecem o planeta são os principais culpados pelo fenômeno, mas o evento climático natural El Niño também aqueceu ainda mais os oceanos.

Este superaquecimento atinge duramente a vida marinha e provoca uma nova onda de branqueamento de corais.

O Copernicus também confirmou que o mês de abril foi o mês mais quente já registrado em termos de temperaturas do ar. Esses recordes também foram batidos nos onze meses anteriores.

Durante muitas décadas, os oceanos do mundo foram a válvula de escape da Terra em termos de alterações climáticas.

Eles não só retêm cerca de um quarto do dióxido de carbono produzido pelos humanos, como também absorvem cerca de noventa por cento do excesso de calor.

Porém, durante o ano passado, os oceanos apresentaram as evidências mais preocupantes de que enfrentam dificuldades para lidar com a situação: a superfície do mar sente particularmente.

A partir de março de 2023, a temperatura média da superfície dos oceanos subiu cada vez mais acima da média de longo prazo, e atingiu um novo recorde máximo em agosto do ano passado.

Os meses subsequentes não representaram trégua alguma: a superfície do mar atingiu um novo máximo diário médio 21,09 ºC em fevereiro e março de 2024.

De acordo com dados do Copernicus, não apenas todos os dias desde quatro de maio de 2023 estão acima dos recordes anteriores de temperatura, mas em alguns dias, a margem em relação aos registros passados foi enorme.

Em cerca de quarenta e sete dias nesse período, o recorde de temperatura foi superado em, pelo menos, 0,3°C segundo a análise de dados do Copernicus.

Nunca antes, na era dos satélites, foi observada uma diferença tão grande.

Os dias com maior recorde foram 23 de agosto de 2023, 3 de janeiro de 2024 e 5 de janeiro de 2024, quando o recorde anterior foi batido em cerca de 0,34ºC.

"O fato de todo esse calor ir para o oceano e gerar um aquecimento com uma rapidez maior do que pensávamos é motivo de grande preocupação", afirma Mike Meredith, do grupo de pesquisa British Antarctic Survey.

"Esses são sinais reais de que as alterações no ambiente movem-se para áreas onde realmente não queremos que elas estejam. Se continuarmos nessa direção, as consequências serão graves", alertou ele.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/c19dy7y728lo.adaptado.
"O fato de todo esse calor ir para o oceano e gerar um aquecimento com uma rapidez maior do que pensávamos é motivo de grande preocupação", afirma Mike Meredith, do grupo de pesquisa British Antarctic Survey.
O número de orações presentes na frase em questão é de:
Alternativas
Q3351596 Português
Oceanos quebraram recorde de temperatura todos os dias em um ano

Turbinados pelas alterações climáticas, os oceanos do mundo superaram os recordes de temperatura todos os dias durante doze meses, revela uma análise. A análise baseia-se em dados do Serviço Climático Copernicus, da União Europeia.

Quase cinquenta dias superaram as temperaturas máximas registradas para a mesma época de anos anteriores, segundo dados de satélites.

Os gases que aquecem o planeta são os principais culpados pelo fenômeno, mas o evento climático natural El Niño também aqueceu ainda mais os oceanos.

Este superaquecimento atinge duramente a vida marinha e provoca uma nova onda de branqueamento de corais.

O Copernicus também confirmou que o mês de abril foi o mês mais quente já registrado em termos de temperaturas do ar. Esses recordes também foram batidos nos onze meses anteriores.

Durante muitas décadas, os oceanos do mundo foram a válvula de escape da Terra em termos de alterações climáticas.

Eles não só retêm cerca de um quarto do dióxido de carbono produzido pelos humanos, como também absorvem cerca de noventa por cento do excesso de calor.

Porém, durante o ano passado, os oceanos apresentaram as evidências mais preocupantes de que enfrentam dificuldades para lidar com a situação: a superfície do mar sente particularmente.

A partir de março de 2023, a temperatura média da superfície dos oceanos subiu cada vez mais acima da média de longo prazo, e atingiu um novo recorde máximo em agosto do ano passado.

Os meses subsequentes não representaram trégua alguma: a superfície do mar atingiu um novo máximo diário médio 21,09 ºC em fevereiro e março de 2024.

De acordo com dados do Copernicus, não apenas todos os dias desde quatro de maio de 2023 estão acima dos recordes anteriores de temperatura, mas em alguns dias, a margem em relação aos registros passados foi enorme.

Em cerca de quarenta e sete dias nesse período, o recorde de temperatura foi superado em, pelo menos, 0,3°C segundo a análise de dados do Copernicus.

Nunca antes, na era dos satélites, foi observada uma diferença tão grande.

Os dias com maior recorde foram 23 de agosto de 2023, 3 de janeiro de 2024 e 5 de janeiro de 2024, quando o recorde anterior foi batido em cerca de 0,34ºC.

"O fato de todo esse calor ir para o oceano e gerar um aquecimento com uma rapidez maior do que pensávamos é motivo de grande preocupação", afirma Mike Meredith, do grupo de pesquisa British Antarctic Survey.

"Esses são sinais reais de que as alterações no ambiente movem-se para áreas onde realmente não queremos que elas estejam. Se continuarmos nessa direção, as consequências serão graves", alertou ele.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/c19dy7y728lo.adaptado.
Os meses subsequentes não representaram 'trégua alguma': a superfície do mar atingiu um novo máximo diário médio 21,09 ºC em fevereiro e março de 2024.
A expressão destacada na frase representa um:
Alternativas
Q3351495 Português
O que torna o céu colorido na aurora boreal?

A aurora boreal é um espetacular show de luzes da natureza que ocorre quando explosões na superfície do Sol − as chamadas erupções solares − colidem com os gases da atmosfera da Terra, criando faixas cintilantes tingidas de vermelho, verde e roxo.

Ela é causada por partículas carregadas do sol que atingem gases na atmosfera da Terra. E as cores ocorrem devido a diferentes gases na atmosfera terrestre sendo energizados pelas partículas carregadas.

Os dois gases mais comuns na atmosfera terrestre são o nitrogênio e o oxigênio. Os átomos de oxigênio brilham em verde, a cor mais frequentemente vista na aurora boreal, enquanto os átomos de nitrogênio emitem roxo, azul e rosa.

As auroras mais impressionantes ocorrem quando o Sol emite nuvens realmente grandes de partículas chamadas "ejeções de massa coronal".


https://www.bbc.com/portuguese/articles/ c3g8e8r7kmro.adaptado.
As chamadas erupções solares colidem com os gases da atmosfera da Terra, 'criando faixas cintilantes tingidas de vermelho, verde e roxo'.
A expressão destacada trata-se de uma oração:
Alternativas
Q3351488 Português

Campeão olímpico de vôlei, Tande revela que sofreu um infarto. "Papai do Céu me deu uma chance" 


Ex-jogador da seleção, o medalhista de ouro nas Olimpíadas de Barcelona 1992 contou que teve 98% de entupimento em uma artéria, 78% numa segunda e 73% em uma terceira: "Fiquem atentos aos sinais" 


Por Redação do ge — Rio de Janeiro

15/04/2024 14h26 Atualizado há 4 horas 


O campeão olímpico de vôlei Alexandre Samuel, o Tande, contou em um story de sua página pessoal do Instagram que sofreu um infarto na última sexta-feira (12/4), quando uma de suas artérias do coração chegou a estar com 98% de entupimento e outras duas, com 78% e 73%.


- Tudo bem, pessoal? Passando aqui para falar do meu sumiço. Eu, sexta-feira agora, acabei infartando, acreditam? 54 anos, atleta, comida um pouco errada, fazia exercícios... Mas comecei a descuidar um pouco da minha saúde, estava há uns quatro anos sem me cuidar. Eu tive 98% de entupimento de uma veia (artéria) principal do coração e mais duas com 78% e 73%.


O ex-atleta descreveu então alguns sinais que seu coração deu, mas ele não deu a atenção necessária.


- Fiquem atentos às sinalizações do corpo. Ele meu deu, volta e meia, vários sinais: falta de ar, palpitação, subindo aqui na mandíbula e dor de ouvido. Se cuidem sempre. Papai do céu me deu uma chance e eu tô voltando. Semana que vem eu tô voltando direto. Fiquem com Deus - disse Tande na rede social.


Na imagem dos stories, em que ele parece estar deitado em uma cama de hospital, Tande colocou um avatar seu com as mãos juntas, como em oração e agradecimento, e escreveu: "Obrigado meu Deus!!"


Tande também foi campeão da Liga Mundial de Vôlei em 1993 e jogou vôlei de praia. Depois de se aposentar como atleta, se tornou comentarista e apresentador de programas esportivos da Globo, além de palestrante motivacional. Em 2019, ele lançou um livro em que conta sua trajetória profissional, "A vida é um jogo".


Texto adaptado


https://ge.globo.com/volei/noticia/2024/04/15/campeao-olimpico-de-vole i-tande-conta-que-sofreu-um-infarto.ghtml 

Aponte a alternativa que justifica corretamente o emprego da vírgula na seguinte frase: 


"- Tudo bem, pessoal? Passando aqui para falar do meu sumiço." 

Alternativas
Q3351484 Português

Campeão olímpico de vôlei, Tande revela que sofreu um infarto. "Papai do Céu me deu uma chance" 


Ex-jogador da seleção, o medalhista de ouro nas Olimpíadas de Barcelona 1992 contou que teve 98% de entupimento em uma artéria, 78% numa segunda e 73% em uma terceira: "Fiquem atentos aos sinais" 


Por Redação do ge — Rio de Janeiro

15/04/2024 14h26 Atualizado há 4 horas 


O campeão olímpico de vôlei Alexandre Samuel, o Tande, contou em um story de sua página pessoal do Instagram que sofreu um infarto na última sexta-feira (12/4), quando uma de suas artérias do coração chegou a estar com 98% de entupimento e outras duas, com 78% e 73%.


- Tudo bem, pessoal? Passando aqui para falar do meu sumiço. Eu, sexta-feira agora, acabei infartando, acreditam? 54 anos, atleta, comida um pouco errada, fazia exercícios... Mas comecei a descuidar um pouco da minha saúde, estava há uns quatro anos sem me cuidar. Eu tive 98% de entupimento de uma veia (artéria) principal do coração e mais duas com 78% e 73%.


O ex-atleta descreveu então alguns sinais que seu coração deu, mas ele não deu a atenção necessária.


- Fiquem atentos às sinalizações do corpo. Ele meu deu, volta e meia, vários sinais: falta de ar, palpitação, subindo aqui na mandíbula e dor de ouvido. Se cuidem sempre. Papai do céu me deu uma chance e eu tô voltando. Semana que vem eu tô voltando direto. Fiquem com Deus - disse Tande na rede social.


Na imagem dos stories, em que ele parece estar deitado em uma cama de hospital, Tande colocou um avatar seu com as mãos juntas, como em oração e agradecimento, e escreveu: "Obrigado meu Deus!!"


Tande também foi campeão da Liga Mundial de Vôlei em 1993 e jogou vôlei de praia. Depois de se aposentar como atleta, se tornou comentarista e apresentador de programas esportivos da Globo, além de palestrante motivacional. Em 2019, ele lançou um livro em que conta sua trajetória profissional, "A vida é um jogo".


Texto adaptado


https://ge.globo.com/volei/noticia/2024/04/15/campeao-olimpico-de-vole i-tande-conta-que-sofreu-um-infarto.ghtml 

Na frase "O ex-atleta descreveu então alguns sinais QUE seu coração deu, mas ele não deu a atenção necessária" o termo em destaque atua como: 
Alternativas
Q3351238 Português
Sobre os termos essenciais da oração, leia as afirmações a seguir:
I. Os termos essenciais da oração são sujeito e predicado.
II. Os predicados podem ser classificados como verbal, nominal e verbonominal.
III. Existem orações sem sujeito.
É(São) correta(s) a(s) afirmação(ões)
Alternativas
Q3350961 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

A arte de andar de ônibus.

O transporte público no Brasil é algo essencial para a maioria da população, que vive verdadeiras aventuras ao usufruir deste meio. Em um ônibus pode acontecer e acontece de quase tudo, senão tudo...!

Eis quem vos escreve também usa este meio para se locomover. Um ônibus é um carro grande com um motorista que gosta dos extremos, tem aquele que é mais lento e vive na vibe do paz e amor, e aquele outro que curte a adrenalina e não tá nem aí "manda" o passageiro pular dentro do ônibus para este mesmo passageiro desenvolver algumas técnicas para se equilibrar.

O motorista paz e amor não liga se o amigão do carro pequeno ao lado tá há meia hora buzinando e xingando ele. Manda os passageiros subirem, não liga se não vai dar mais ninguém, pois acha que ônibus é que nem coração de mãe, cabe sempre mais um. Vale lembrar que alguns deles acham que dois corpos ocupam SIM o mesmo lugar no espaço. Acho que cabe mesmo, é só lembrar daqueles indivíduos que acham que podem ficar atrás apertando você contra a cadeira, quase fazendo você sentar no colo de outro passageiro, que te olha com a cara feia, como se a culpa pelo empurrão fosse sua.

Não existe maior interação social do que andar de coletivo, o próprio nome já diz tudo todos estão no aperto juntos. Tem desde o educado até o totalmente mal educado, desde o grosso até o que cede a cadeira para o idoso, da criança berrando querendo peito da mãe, e as figuras como os DJ's e o pessoal da igreja no ônibus. Sem esquecer os que pedem ajuda, com o discurso praticamente pronto e igual ao do outro que vai subir no ponto seguinte. Quem lembra do "Bom dia desculpem estar aqui atrapalhando a viagem das vossas pessoas"?

Por falar em figuras que aparecem, é quase diário quando vejo três figuras certas: o DJ, o cantor e o pastor. Me diz aí qual é o pior?

O pastor é aquele que vê o diferente classifica-os como perdidos e adjetivos afins e inicia a pregação, os cantores (e cantoras) são os que devem se sentir frustrados, e não satisfeitos, resolvem desbravar e abrir os pulmões dentro dos coletivos que estamos falando aqui. E por último e não menos importante (ou não), eles, os DJ's de ônibus. Figuras esdrúxulas que possuem fortes sintomas de egocentrismo e acham que seu gosto é universal, amplamente aceito e sem características ruins. Estes indivíduos são por muitos odiados, pois simplesmente colocam seus equipamentos nas alturas obrigando todos a partilharem de sua música e esquecem que fone de ouvidos estão aí para serem utilizados.

A universalidade dos protagonistas dos coletivos é grande, isso mesmo, quem aí já tirou aquela soneca gostosa e esqueceu-se da vida por alguns minutos (que na verdade são segundos!)? Não é novidade os engarrafamentos, apesar de muitos odiarem e se estressarem fácil, para os sonecas de coletivos tem uma ótima função, cochilar, cochilar e/ou dormir. Existem os pescadores natos, os sonâmbulos e, pra mim, o mais, vamos dizer, especial: aquele que dorme do momento que sentou até a hora de descer. Detalhe: inexplicavelmente, ele sabe a hora de parar e pedir a parada. Dom de poucos, não?!

Há quem diga que andar de ônibus é uma aventura ou testar a paciência diariamente. A real é que andar de ônibus é uma arte de sentir todas as emoções e situações possíveis, é paquerar sem saber que pode durar até o ponto seguinte, é ser eclético, é ser cantor, é ser filósofo, é saber dividir, saber esperar, esperar mesmo sozinho no ponto, mas esperar e por mais tempo que você espere você sabe que está mais perto do ônibus chegar ou então chegar no ponto e 10 segundos depois seu ônibus chegar ou então ele já ter passado, é sinalizar pro motorista e ele passar direto e, de quebra, sorrir da sua cara. Ou então, correr e na hora não ser o seu ônibus, enfim é aventurar.

O coletivo é uma aventura ímpar, pois proporciona um tour pela cidade, a oportunidade de conversar com aquela pessoa e possivelmente nunca mais ver, é treinar a virtude da paciência é se preocupar, é o momento da leitura, é se desligar do Mundo, é dormir, é acordar, é malhar (sentar e levantar é um ótimo exercício), enfim, andar de ônibus é uma arte.


(Jonas Sakamoto, 8 de junho de 2012)
"Sem esquecer os que pedem ajuda, com o discurso praticamente pronto (...)". Sobre o excerto, não se pode afirmar:
Alternativas
Q3350874 Português
O que torna o céu colorido na aurora boreal?

A aurora boreal é um espetacular show de luzes da natureza que ocorre quando explosões na superfície do Sol − as chamadas erupções solares − colidem com os gases da atmosfera da Terra, criando faixas cintilantes tingidas de vermelho, verde e roxo.

Ela é causada por partículas carregadas do sol que atingem gases na atmosfera da Terra. E as cores ocorrem devido a diferentes gases na atmosfera terrestre sendo energizados pelas partículas carregadas.

Os dois gases mais comuns na atmosfera terrestre são o nitrogênio e o oxigênio. Os átomos de oxigênio brilham em verde, a cor mais frequentemente vista na aurora boreal, enquanto os átomos de nitrogênio emitem roxo, azul e rosa.

As auroras mais impressionantes ocorrem quando o Sol emite nuvens realmente grandes de partículas chamadas "ejeções de massa coronal".


https://www.bbc.com/portuguese/articles/ c3g8e8r7kmro.adaptado.
Ela é causada por partículas carregadas do sol que 'atingem' gases na atmosfera da Terra.
O verbo destacado, nesta frase, comporta-se como um verbo:
Alternativas
Respostas
10081: D
10082: A
10083: A
10084: B
10085: A
10086: E
10087: D
10088: D
10089: C
10090: D
10091: D
10092: B
10093: A
10094: A
10095: A
10096: C
10097: C
10098: C
10099: A
10100: C