Questões de Concurso
Comentadas sobre sintaxe em português
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Leia o trecho da
crônica de José de Alencar a seguir para responder à questão.
Desculpai-me!
Vou contar-vos uma coisa que me sucedeu ontem: é um
dos episódios mais interessantes de minha vida de escritor.
Aposto que nunca vistes escrever sem tinta!
Pois lede estas primeiras páginas, compreendereis como
aquele milagre é possível no século atual, no século do progresso.
Eis o caso.
Foi ontem, por volta das dez horas. Estava em casa de
um amigo, e aí mesmo dispunha-me a escrever a minha revista.
Sentei-me à mesa, e, com todo o desplante1 de
um homem, que não sabe o que tem a dizer, ia dar começo ao meu folhetim,
quando...
Talvez não acrediteis.
Tomei a pena e levei-a ao tinteiro; mas ela estremeceu
toda, coitadinha, e saiu intata2 e pura. Não trazia nem uma
niilidade3 de tinta. Fiz nova experiência, e foi debalde4.
O caso tornava-se grave, e já ia saindo do meu sério,
quando a pena deu um passo, creio que temperou a garganta, e pediu a palavra.
Estava perdido!
Tinha uma pena oradora, tinha discussões
parlamentares, discurso de cinco e seis horas. Que elementos para não
trabalhar!
Nada; era preciso pôr um termo a semelhante abuso, e
tomar uma resolução pronta e imediata.
Comecei por bater o pé, e passar uma repreensão severa
nos meus dois empregados, que assim se esqueciam dos seus deveres.
O meio era bom, e surtiu o desejado efeito como
sempre.
Entramos em explicações; e no fim de contas soube a
causa dessa dissidência.
A pena se tinha declarado em oposição aberta; o
tinteiro era ministerial de fato. E ambos tão decididos nas suas opiniões, que
não havia meio de fazê-los voltar atrás.
(José de Alencar, Ao correr da pena. Disponível
em: https://www. dominiopublico.gov.br/. Adaptado)
1Desplante:
atrevimento, ousadia.
2Intata:
intacta.
3Niilidade: nada.
4Debalde: inutilmente.
Leia o trecho da
crônica de José de Alencar a seguir para responder à questão.
Desculpai-me!
Vou contar-vos uma coisa que me sucedeu ontem: é um
dos episódios mais interessantes de minha vida de escritor.
Aposto que nunca vistes escrever sem tinta!
Pois lede estas primeiras páginas, compreendereis como
aquele milagre é possível no século atual, no século do progresso.
Eis o caso.
Foi ontem, por volta das dez horas. Estava em casa de
um amigo, e aí mesmo dispunha-me a escrever a minha revista.
Sentei-me à mesa, e, com todo o desplante1 de
um homem, que não sabe o que tem a dizer, ia dar começo ao meu folhetim,
quando...
Talvez não acrediteis.
Tomei a pena e levei-a ao tinteiro; mas ela estremeceu
toda, coitadinha, e saiu intata2 e pura. Não trazia nem uma
niilidade3 de tinta. Fiz nova experiência, e foi debalde4.
O caso tornava-se grave, e já ia saindo do meu sério,
quando a pena deu um passo, creio que temperou a garganta, e pediu a palavra.
Estava perdido!
Tinha uma pena oradora, tinha discussões
parlamentares, discurso de cinco e seis horas. Que elementos para não
trabalhar!
Nada; era preciso pôr um termo a semelhante abuso, e
tomar uma resolução pronta e imediata.
Comecei por bater o pé, e passar uma repreensão severa
nos meus dois empregados, que assim se esqueciam dos seus deveres.
O meio era bom, e surtiu o desejado efeito como
sempre.
Entramos em explicações; e no fim de contas soube a
causa dessa dissidência.
A pena se tinha declarado em oposição aberta; o
tinteiro era ministerial de fato. E ambos tão decididos nas suas opiniões, que
não havia meio de fazê-los voltar atrás.
(José de Alencar, Ao correr da pena. Disponível
em: https://www. dominiopublico.gov.br/. Adaptado)
1Desplante:
atrevimento, ousadia.
2Intata:
intacta.
3Niilidade: nada.
4Debalde: inutilmente.
Considere as frases a seguir, reescritas a partir de informações do texto:
• Era preciso pôr um termo______________situação abusiva, e tomar uma resolução pronta e imediata.
• Comecei por bater o pé, e repreendi severamente________________meus dois empregados.
• Entramos em explicações; e no fim de contas disseram_______________mim a causa dessa dissidência.
Em conformidade com a norma-padrão, as lacunas devem ser preenchidas, na ordem em que aparecem, com:
Leia o trecho da
crônica de José de Alencar a seguir para responder à questão.
Desculpai-me!
Vou contar-vos uma coisa que me sucedeu ontem: é um
dos episódios mais interessantes de minha vida de escritor.
Aposto que nunca vistes escrever sem tinta!
Pois lede estas primeiras páginas, compreendereis como
aquele milagre é possível no século atual, no século do progresso.
Eis o caso.
Foi ontem, por volta das dez horas. Estava em casa de
um amigo, e aí mesmo dispunha-me a escrever a minha revista.
Sentei-me à mesa, e, com todo o desplante1 de
um homem, que não sabe o que tem a dizer, ia dar começo ao meu folhetim,
quando...
Talvez não acrediteis.
Tomei a pena e levei-a ao tinteiro; mas ela estremeceu
toda, coitadinha, e saiu intata2 e pura. Não trazia nem uma
niilidade3 de tinta. Fiz nova experiência, e foi debalde4.
O caso tornava-se grave, e já ia saindo do meu sério,
quando a pena deu um passo, creio que temperou a garganta, e pediu a palavra.
Estava perdido!
Tinha uma pena oradora, tinha discussões
parlamentares, discurso de cinco e seis horas. Que elementos para não
trabalhar!
Nada; era preciso pôr um termo a semelhante abuso, e
tomar uma resolução pronta e imediata.
Comecei por bater o pé, e passar uma repreensão severa
nos meus dois empregados, que assim se esqueciam dos seus deveres.
O meio era bom, e surtiu o desejado efeito como
sempre.
Entramos em explicações; e no fim de contas soube a
causa dessa dissidência.
A pena se tinha declarado em oposição aberta; o
tinteiro era ministerial de fato. E ambos tão decididos nas suas opiniões, que
não havia meio de fazê-los voltar atrás.
(José de Alencar, Ao correr da pena. Disponível
em: https://www. dominiopublico.gov.br/. Adaptado)
1Desplante:
atrevimento, ousadia.
2Intata:
intacta.
3Niilidade: nada.
4Debalde: inutilmente.
Leia o trecho da
crônica de José de Alencar a seguir para responder à questão.
Desculpai-me!
Vou contar-vos uma coisa que me sucedeu ontem: é um
dos episódios mais interessantes de minha vida de escritor.
Aposto que nunca vistes escrever sem tinta!
Pois lede estas primeiras páginas, compreendereis como
aquele milagre é possível no século atual, no século do progresso.
Eis o caso.
Foi ontem, por volta das dez horas. Estava em casa de
um amigo, e aí mesmo dispunha-me a escrever a minha revista.
Sentei-me à mesa, e, com todo o desplante1 de
um homem, que não sabe o que tem a dizer, ia dar começo ao meu folhetim,
quando...
Talvez não acrediteis.
Tomei a pena e levei-a ao tinteiro; mas ela estremeceu
toda, coitadinha, e saiu intata2 e pura. Não trazia nem uma
niilidade3 de tinta. Fiz nova experiência, e foi debalde4.
O caso tornava-se grave, e já ia saindo do meu sério,
quando a pena deu um passo, creio que temperou a garganta, e pediu a palavra.
Estava perdido!
Tinha uma pena oradora, tinha discussões
parlamentares, discurso de cinco e seis horas. Que elementos para não
trabalhar!
Nada; era preciso pôr um termo a semelhante abuso, e
tomar uma resolução pronta e imediata.
Comecei por bater o pé, e passar uma repreensão severa
nos meus dois empregados, que assim se esqueciam dos seus deveres.
O meio era bom, e surtiu o desejado efeito como
sempre.
Entramos em explicações; e no fim de contas soube a
causa dessa dissidência.
A pena se tinha declarado em oposição aberta; o
tinteiro era ministerial de fato. E ambos tão decididos nas suas opiniões, que
não havia meio de fazê-los voltar atrás.
(José de Alencar, Ao correr da pena. Disponível
em: https://www. dominiopublico.gov.br/. Adaptado)
1Desplante:
atrevimento, ousadia.
2Intata:
intacta.
3Niilidade: nada.
4Debalde: inutilmente.
Texto CG1A1
O estudo das mudanças climáticas é essencial para a compreensão dos impactos decorrentes das atividades antrópicas sobre o sistema climático global, que provocam alterações significativas nos padrões climáticos, resultantes, principalmente, do aumento das concentrações de gases de efeito estufa (GEE), como o dióxido de carbono (CO₂) e o metano (CH₄). Tais emissões decorrem de múltiplas fontes, destacando-se a queima de combustíveis fósseis, o desmatamento e a adoção de práticas agrícolas ambientalmente insustentáveis.
A relevância desse tema torna-se ainda mais evidente à luz dos objetivos de desenvolvimento sustentável (ODS) estabelecidos pela ONU, os quais buscam promover um modelo de desenvolvimento sustentável em escala global. Nesse contexto, o ODS 13 — ação contra a mudança global do clima — destaca a necessidade de incorporação de estratégias de mitigação e adaptação às mudanças climáticas nas políticas públicas e nos processos produtivos e socioeconômicos. Ademais, os efeitos das mudanças climáticas repercutem diretamente em outros ODS, como a erradicação da pobreza (ODS 1), a segurança alimentar (ODS 2) e a promoção da saúde e do bem-estar (ODS 3), o que evidencia a natureza transversal das questões climáticas e sua estreita relação com o desenvolvimento sustentável.
As mudanças climáticas são impulsionadas por uma combinação de fatores naturais e antrópicos — feitos pelo ser humano ou resultantes de suas ações —, sendo as atividades humanas as principais responsáveis pelo aquecimento global observado nas últimas décadas.
Gases como dióxido de carbono (CO2), metano (CH4) e óxidos de nitrogênio (NOx) são fundamentais para o crescimento do efeito estufa, um processo natural que mantém a Terra aquecida. No entanto, as concentrações desses gases aumentaram significativamente devido a atividades humanas como a queima de combustíveis fósseis, processos industriais e processos ligados à agricultura ⸺ um crescimento que resulta em desequilíbrio e intensifica o aquecimento global.
O desmatamento, especialmente em florestas tropicais, contribui para as mudanças climáticas ao reduzir a capacidade de absorção de CO2 pelas árvores. Além disso, a conversão de áreas florestais em terras agrícolas ou em concentrações urbanas libera o carbono armazenado no solo, agravando ainda mais o problema.
A expansão urbana desordenada, frequentemente conduzida sem o devido planejamento, tem provocado o aumento das emissões de gases de efeito estufa (GEE). Esse processo de urbanização também intensifica o consumo de energia, o fluxo de veículos e a produção de resíduos, agravando a poluição atmosférica e a degradação ambiental. Além disso, cidades mal planejadas tornam-se mais suscetíveis a desastres, potencializando os efeitos das mudanças climáticas. Esses impactos recaem de forma desproporcional sobre populações socialmente vulneráveis, que, em geral, são as que menos contribuem para as emissões. A escassez de recursos para adaptação às mudanças climáticas aprofunda as desigualdades sociais e econômicas, gerando consequências severas para a saúde pública, a segurança alimentar e o acesso à água.
A compreensão das mudanças climáticas é estratégica não apenas para a proteção dos ecossistemas, mas também para a garantia da qualidade de vida das gerações presentes e futuras. A produção científica e a disseminação do conhecimento técnico sobre o tema são fundamentais para subsidiar a formulação de políticas públicas eficazes e fortalecer a conscientização da sociedade, possibilitando o enfrentamento dos desafios decorrentes de um sistema climático em contínua transformação.
Nesse contexto, a educação ambiental e técnica assume papel central na capacitação de indivíduos e comunidades para a tomada de decisões embasadas em critérios científicos e socioambientais. A ampliação da consciência quanto à conservação ambiental, ao uso sustentável dos recursos naturais e à redução da pegada de carbono favorece a adoção de práticas e comportamentos alinhados aos princípios da sustentabilidade.
Em síntese, trata-se de um desafio de elevada complexidade, marcado pela interdependência de múltiplos fatores, que demanda ações coordenadas em diferentes níveis de governança. Tal enfrentamento pressupõe o aprimoramento de políticas públicas, o estímulo à inovação tecnológica e o fortalecimento do compromisso social em prol de um modelo de desenvolvimento sustentável.
Internet: www.creasp.org.br (com adaptações).
Texto CG1A1
O estudo das mudanças climáticas é essencial para a compreensão dos impactos decorrentes das atividades antrópicas sobre o sistema climático global, que provocam alterações significativas nos padrões climáticos, resultantes, principalmente, do aumento das concentrações de gases de efeito estufa (GEE), como o dióxido de carbono (CO₂) e o metano (CH₄). Tais emissões decorrem de múltiplas fontes, destacando-se a queima de combustíveis fósseis, o desmatamento e a adoção de práticas agrícolas ambientalmente insustentáveis.
A relevância desse tema torna-se ainda mais evidente à luz dos objetivos de desenvolvimento sustentável (ODS) estabelecidos pela ONU, os quais buscam promover um modelo de desenvolvimento sustentável em escala global. Nesse contexto, o ODS 13 — ação contra a mudança global do clima — destaca a necessidade de incorporação de estratégias de mitigação e adaptação às mudanças climáticas nas políticas públicas e nos processos produtivos e socioeconômicos. Ademais, os efeitos das mudanças climáticas repercutem diretamente em outros ODS, como a erradicação da pobreza (ODS 1), a segurança alimentar (ODS 2) e a promoção da saúde e do bem-estar (ODS 3), o que evidencia a natureza transversal das questões climáticas e sua estreita relação com o desenvolvimento sustentável.
As mudanças climáticas são impulsionadas por uma combinação de fatores naturais e antrópicos — feitos pelo ser humano ou resultantes de suas ações —, sendo as atividades humanas as principais responsáveis pelo aquecimento global observado nas últimas décadas.
Gases como dióxido de carbono (CO2), metano (CH4) e óxidos de nitrogênio (NOx) são fundamentais para o crescimento do efeito estufa, um processo natural que mantém a Terra aquecida. No entanto, as concentrações desses gases aumentaram significativamente devido a atividades humanas como a queima de combustíveis fósseis, processos industriais e processos ligados à agricultura ⸺ um crescimento que resulta em desequilíbrio e intensifica o aquecimento global.
O desmatamento, especialmente em florestas tropicais, contribui para as mudanças climáticas ao reduzir a capacidade de absorção de CO2 pelas árvores. Além disso, a conversão de áreas florestais em terras agrícolas ou em concentrações urbanas libera o carbono armazenado no solo, agravando ainda mais o problema.
A expansão urbana desordenada, frequentemente conduzida sem o devido planejamento, tem provocado o aumento das emissões de gases de efeito estufa (GEE). Esse processo de urbanização também intensifica o consumo de energia, o fluxo de veículos e a produção de resíduos, agravando a poluição atmosférica e a degradação ambiental. Além disso, cidades mal planejadas tornam-se mais suscetíveis a desastres, potencializando os efeitos das mudanças climáticas. Esses impactos recaem de forma desproporcional sobre populações socialmente vulneráveis, que, em geral, são as que menos contribuem para as emissões. A escassez de recursos para adaptação às mudanças climáticas aprofunda as desigualdades sociais e econômicas, gerando consequências severas para a saúde pública, a segurança alimentar e o acesso à água.
A compreensão das mudanças climáticas é estratégica não apenas para a proteção dos ecossistemas, mas também para a garantia da qualidade de vida das gerações presentes e futuras. A produção científica e a disseminação do conhecimento técnico sobre o tema são fundamentais para subsidiar a formulação de políticas públicas eficazes e fortalecer a conscientização da sociedade, possibilitando o enfrentamento dos desafios decorrentes de um sistema climático em contínua transformação.
Nesse contexto, a educação ambiental e técnica assume papel central na capacitação de indivíduos e comunidades para a tomada de decisões embasadas em critérios científicos e socioambientais. A ampliação da consciência quanto à conservação ambiental, ao uso sustentável dos recursos naturais e à redução da pegada de carbono favorece a adoção de práticas e comportamentos alinhados aos princípios da sustentabilidade.
Em síntese, trata-se de um desafio de elevada complexidade, marcado pela interdependência de múltiplos fatores, que demanda ações coordenadas em diferentes níveis de governança. Tal enfrentamento pressupõe o aprimoramento de políticas públicas, o estímulo à inovação tecnológica e o fortalecimento do compromisso social em prol de um modelo de desenvolvimento sustentável.
Internet: www.creasp.org.br (com adaptações).
Texto CG1A1
O estudo das mudanças climáticas é essencial para a compreensão dos impactos decorrentes das atividades antrópicas sobre o sistema climático global, que provocam alterações significativas nos padrões climáticos, resultantes, principalmente, do aumento das concentrações de gases de efeito estufa (GEE), como o dióxido de carbono (CO₂) e o metano (CH₄). Tais emissões decorrem de múltiplas fontes, destacando-se a queima de combustíveis fósseis, o desmatamento e a adoção de práticas agrícolas ambientalmente insustentáveis.
A relevância desse tema torna-se ainda mais evidente à luz dos objetivos de desenvolvimento sustentável (ODS) estabelecidos pela ONU, os quais buscam promover um modelo de desenvolvimento sustentável em escala global. Nesse contexto, o ODS 13 — ação contra a mudança global do clima — destaca a necessidade de incorporação de estratégias de mitigação e adaptação às mudanças climáticas nas políticas públicas e nos processos produtivos e socioeconômicos. Ademais, os efeitos das mudanças climáticas repercutem diretamente em outros ODS, como a erradicação da pobreza (ODS 1), a segurança alimentar (ODS 2) e a promoção da saúde e do bem-estar (ODS 3), o que evidencia a natureza transversal das questões climáticas e sua estreita relação com o desenvolvimento sustentável.
As mudanças climáticas são impulsionadas por uma combinação de fatores naturais e antrópicos — feitos pelo ser humano ou resultantes de suas ações —, sendo as atividades humanas as principais responsáveis pelo aquecimento global observado nas últimas décadas.
Gases como dióxido de carbono (CO2), metano (CH4) e óxidos de nitrogênio (NOx) são fundamentais para o crescimento do efeito estufa, um processo natural que mantém a Terra aquecida. No entanto, as concentrações desses gases aumentaram significativamente devido a atividades humanas como a queima de combustíveis fósseis, processos industriais e processos ligados à agricultura ⸺ um crescimento que resulta em desequilíbrio e intensifica o aquecimento global.
O desmatamento, especialmente em florestas tropicais, contribui para as mudanças climáticas ao reduzir a capacidade de absorção de CO2 pelas árvores. Além disso, a conversão de áreas florestais em terras agrícolas ou em concentrações urbanas libera o carbono armazenado no solo, agravando ainda mais o problema.
A expansão urbana desordenada, frequentemente conduzida sem o devido planejamento, tem provocado o aumento das emissões de gases de efeito estufa (GEE). Esse processo de urbanização também intensifica o consumo de energia, o fluxo de veículos e a produção de resíduos, agravando a poluição atmosférica e a degradação ambiental. Além disso, cidades mal planejadas tornam-se mais suscetíveis a desastres, potencializando os efeitos das mudanças climáticas. Esses impactos recaem de forma desproporcional sobre populações socialmente vulneráveis, que, em geral, são as que menos contribuem para as emissões. A escassez de recursos para adaptação às mudanças climáticas aprofunda as desigualdades sociais e econômicas, gerando consequências severas para a saúde pública, a segurança alimentar e o acesso à água.
A compreensão das mudanças climáticas é estratégica não apenas para a proteção dos ecossistemas, mas também para a garantia da qualidade de vida das gerações presentes e futuras. A produção científica e a disseminação do conhecimento técnico sobre o tema são fundamentais para subsidiar a formulação de políticas públicas eficazes e fortalecer a conscientização da sociedade, possibilitando o enfrentamento dos desafios decorrentes de um sistema climático em contínua transformação.
Nesse contexto, a educação ambiental e técnica assume papel central na capacitação de indivíduos e comunidades para a tomada de decisões embasadas em critérios científicos e socioambientais. A ampliação da consciência quanto à conservação ambiental, ao uso sustentável dos recursos naturais e à redução da pegada de carbono favorece a adoção de práticas e comportamentos alinhados aos princípios da sustentabilidade.
Em síntese, trata-se de um desafio de elevada complexidade, marcado pela interdependência de múltiplos fatores, que demanda ações coordenadas em diferentes níveis de governança. Tal enfrentamento pressupõe o aprimoramento de políticas públicas, o estímulo à inovação tecnológica e o fortalecimento do compromisso social em prol de um modelo de desenvolvimento sustentável.
Internet: www.creasp.org.br (com adaptações).
I.A oração "que é a mais antiga do Carnaval da Bahia" tem a função de explicar "manifestação".
II.A segunda oração, "que também desfilam juntos na festa", tem a função de restringir "sindicatos", ou seja, não é qualquer sindicato, mas apenas aqueles que estavam na manifestação.
III.Em ambas as orações, o pronome "que" tem como referente a palavra imediatamente anterior, a saber: manifestação (1ª oração) e sindicatos (2ª oração).
É correto o que se afirma em:
I.A oração "que é a mais antiga do Carnaval da Bahia" tem a função de explicar "manifestação".
II.A segunda oração, "que também desfilam juntos na festa", tem a função de restringir "sindicatos", ou seja, não é qualquer sindicato, mas apenas aqueles que estavam na manifestação.
III.Em ambas as orações, o pronome "que" tem como referente a palavra imediatamente anterior, a saber: manifestação (1ª oração) e sindicatos (2ª oração).
É correto o que se afirma em:
"Neste 11 de fevereiro, nosso desafio não está apenas em produzir novos balanços, mas sim em questionar os modos de funcionamento que fazem com que esses balanços se repitam ano após ano. Repensar a ciência a partir das experiências de mulheres e meninas não é apenas uma questão de equidade. É uma forma de ampliar o próprio horizonte do conhecimento científico, tornando a ciência mais atenta às realidades sociais que ela própria pretende compreender e transformar."
Analise as sentenças a seguir:
I.Ao usar o pronome demonstrativo "este", referindo-se ao 11 de fevereiro, quem escreveu o texto situou o leitor temporalmente, deixando claro que se tratava desse dia em 2026, data em que o texto foi publicado por ocasião de se comemorar o Dia Internacional de Mulheres e Meninas na Ciência. Desse modo, há um contraponto com o 1º parágrafo, que se refere à data de modo geral, ou seja, a data em todos os anos.
II.No trecho sublinhado, tem-se uma relação de oposição, instaurada pela conjunção "mas", que é exclusivamente adversativa.
III.Considerando toda a discussão proposta no texto, na conclusão pode-se inferir que, para produzir novos balanços, é preciso repensar a ciência também a partir da experiência de mulheres e meninas que vivem o ambiente acadêmico-científico.
É correto o que se afirma em
(__)No título "Ciência e desigualdade: custos invisíveis e efeito tesoura afastam mulheres da carreira científica", os dois pontos foram usados porque há uma explicação, ou seja, uma oração com função de aposto explicativo.
(__)Em "O dia 11 de fevereiro, Dia Internacional de Mulheres e Meninas na Ciência, costuma ser marcado por balanços", as duas vírgulas separam um aposto explicativo.
(__)Em "Neste 11 de fevereiro, nosso desafio não está apenas em produzir novos balanços [...]", a vírgula foi utilizada porque há um adjunto adverbial deslocado ou antecipado.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta:
"Neste 11 de fevereiro, nosso desafio não está apenas em produzir novos balanços, mas sim em questionar os modos de funcionamento que fazem com que esses balanços se repitam ano após ano. Repensar a ciência a partir das experiências de mulheres e meninas não é apenas uma questão de equidade. É uma forma de ampliar o próprio horizonte do conhecimento científico, tornando a ciência mais atenta às realidades sociais que ela própria pretende compreender e transformar."
Analise as sentenças a seguir:
I.Ao usar o pronome demonstrativo "este", referindo-se ao 11 de fevereiro, quem escreveu o texto situou o leitor temporalmente, deixando claro que se tratava desse dia em 2026, data em que o texto foi publicado por ocasião de se comemorar o Dia Internacional de Mulheres e Meninas na Ciência. Desse modo, há um contraponto com o 1º parágrafo, que se refere à data de modo geral, ou seja, a data em todos os anos.
II.No trecho sublinhado, tem-se uma relação de oposição, instaurada pela conjunção "mas", que é exclusivamente adversativa.
III.Considerando toda a discussão proposta no texto, na conclusão pode-se inferir que, para produzir novos balanços, é preciso repensar a ciência também a partir da experiência de mulheres e meninas que vivem o ambiente acadêmico-científico.
É correto o que se afirma em:
(__)No título "Ciência e desigualdade: custos invisíveis e efeito tesoura afastam mulheres da carreira científica", os dois pontos foram usados porque há uma explicação, ou seja, uma oração com função de aposto explicativo.
(__)Em "O dia 11 de fevereiro, Dia Internacional de Mulheres e Meninas na Ciência, costuma ser marcado por balanços", as duas vírgulas separam um aposto explicativo.
(__)Em "Neste 11 de fevereiro, nosso desafio não está apenas em produzir novos balanços [...]", a vírgula foi utilizada porque há um adjunto adverbial deslocado ou antecipado.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta:
Leia o excerto a seguir, que se trata da conclusão do texto:
"Neste 11 de fevereiro, nosso desafio não está apenas em produzir novos balanços, mas sim em questionar os modos de funcionamento que fazem com que esses balanços se repitam ano após ano. Repensar a ciência a partir das experiências de mulheres e meninas não é apenas uma questão de equidade. É uma forma de ampliar o próprio horizonte do conhecimento científico, tornando a ciência mais atenta às realidades sociais que ela própria pretende compreender e transformar."
Analise as sentenças a seguir:
I.Ao usar o pronome demonstrativo "este", referindo-se ao 11 de fevereiro, quem escreveu o texto situou o leitor temporalmente, deixando claro que se tratava desse dia em 2026, data em que o texto foi publicado por ocasião de se comemorar o Dia Internacional de Mulheres e Meninas na Ciência. Desse modo, há um contraponto com o 1º parágrafo, que se refere à data de modo geral, ou seja, a data em todos os anos.
II.No trecho sublinhado, tem-se uma relação de oposição, instaurada pela conjunção "mas", que é exclusivamente adversativa.
III.Considerando toda a discussão proposta no texto, na conclusão pode-se inferir que, para produzir novos balanços, é preciso repensar a ciência também a partir da experiência de mulheres e meninas que vivem o ambiente acadêmico-científico.
É correto o que se afirma e
“Logo, como que por encanto, a face do sortudo muda de expressão [...]”
I. “Acho que sabedoria é saber sofrer pelas razões certas.”
II. “Porque é o sofrimento que nos faz pensar.”
Sobre a regência do verbo dizer, no período em evidência, é verdadeiro afirmar que
“Toda experiência de amor traz, encolhida no seu ventre, à espera, a possibilidade de sofrer.”