Questões de Concurso Comentadas sobre sintaxe em português

Foram encontradas 41.997 questões

Q3218289 Português
"O Departamento de Estado dos EUA não esclareceu quais medidas seriam tomadas contra o Panamá. Mulino disse a imprensa que não vê uma ameaça de ação militar nem que o tratado esteja em risco." Analise as assertivas a seguir relacionadas ao trecho acima e identifique aquela que apresenta uma informação INCORRETA: 
Alternativas
Q3218012 Português

Cabeceira Imaginária


Por Claudia Laitano




Caso a palavra “cara” fosse flexionada no plural no período retirado do texto “[...] aquela piada do cara que pretendia escrever uma tese sobre ‘Deus e o mundo’, mas, aconselhado pelo orientador, reduziu seu tema para Deus e o mundo no século 19’”, quantas outras alterações obrigatoriamente deveriam ser feitas no trecho para fins de concordância? 
Alternativas
Q3218011 Português

Cabeceira Imaginária


Por Claudia Laitano




Analise as assertivas sobre o período a seguir, retirado do texto, “Era tão inabarcável seu objeto de estudo que Edwin Frank optou [...]”:

I. A oração subordinada presente no período expressa ideia de consequência.
II. O vocábulo “tão” é um termo intensivo e pertence à oração principal.
III. O fragmento é um período simples.

Quais estão corretas? 
Alternativas
Q3218007 Português

Cabeceira Imaginária


Por Claudia Laitano




Analise as assertivas a seguir, assinalando V, se verdadeiras, ou F, se falsas, relativamente aos termos do período simples.

( ) Na linha 03, o sujeito do verbo “Estavam” é indeterminado.
( ) Na linha 11, a lacuna deve ser preenchida pelo verbo “soar”, cuja flexão, visando à correção da oração, seria “sua”.
( ) Na linha 15, o sujeito das formas verbais “refletiram” e “interpretaram” é indeterminado.
( ) Na linha 22, “Austerlitz” é sujeito da forma verbal “assinala”.


A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é: 
Alternativas
Q3217957 Português

A respeito das estruturas sintáticas do texto abaixo, assinale a alternativa que apresente explicação CORRETA:


Dei uma risada e segui meu rumo também.


Alternativas:

Alternativas
Q3217655 Português
Crianças de 2 e 4 anos são abandonadas na noite de ano novo no ES

        Duas crianças de 2 e 4 anos foram encontradas abandonadas em uma casa em Piúma, no Sul do Espírito Santo, na manhã desta quarta-feira (1º). Segundo a Polícia Militar, os policiais receberam uma denúncia anônima de que o padrasto dos meninos deixou os dois sozinhos em casa na terça-feira (31), noite de ano novo.

         As crianças foram levadas para a casa de passagem do município, onde foram acolhidas. O suspeito não foi localizado até a última atualização desta reportagem. O major Cavatti explicou que a mãe da criança foi presa há aproximadamente um mês e o pai também está preso por tráfico. Com isso, o cuidado dos meninos teria ficado com o padrasto.

        Após receberem a denúncia, os militares chegaram na casa no bairro Lagoa Azul e encontraram as crianças sozinhas na calçada na frente da residência. "A informação que nós temos é que parece que o padrasto tentou deixar as crianças com a avó materna e ela se recusou e com isso ele cometeu o crime de abandono de incapaz e largou as crianças em casa, sozinhas. Nós salvamos as crianças, dois bebês, de uma tragédia. Eles abandonados dentro de casa é uma coisa que para nós é impensável", destacou o major.

        O sargento Tiago Lara participou da ocorrência. Ele contou que assim que eles chegaram no local, as crianças ficaram muito assustadas com a presença dos policiais. "Quando chegamos vimos os dois sujos na frente da casa. Eles entraram em prantos quando viram a guarnição. Mas a gente de forma lúdica foi tentando se aproximar deles, perguntamos se eles estavam com fome, eles disseram que sim. Também conseguimos o apoio de uma técnica de enfermagem do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) que estava passando pelo local para acalmar as crianças até a chegada do conselho tutelar", comentou o sargento.

        A PM destacou ainda que vai investigar todos os indícios do crime de abandono de incapaz para saber quem deveria estar cuidando das crianças. A Polícia Civil informou que o caso segue sob investigação da Delegacia de Polícia (DP) de Piúma.

Fonte: Crianças de 2 e 4 anos são abandonadas na noite de ano novo no ES | Sul do ES | G1
Assinale a alternativa correta, com todas as adequações necessárias, se passarmos o termo em destaque no período para o singular: “As crianças foram levadas para a casa de passagem do município, onde foram acolhidas”. 
Alternativas
Q3217612 Português
Você sabia que o Ano Novo já foi em março?

        Se você voltasse alguns séculos no tempo para o mês de janeiro, o Ano Novo ainda estaria um pouco distante. O motivo é que a celebração acontecia no mês de março. Tudo mudou com a criação de um novo calendário pelos romanos e pelos católicos.

        Em entrevista ao G1, Francisco Thiago Silva, historiador e professor da Universidade de Brasília (UnB), explica que a origem do réveillon é anterior ao cristianismo. Povos como os persas, fenícios, assírios e os gregos já realizavam celebrações para marco de um novo ano.

        A celebração em 1° de janeiro só foi criada pelos romanos em 46 a.C., e reforçada no século 16 pela Igreja Católica. Antes, a festa acontecia em março porque o mês marca o início da primavera no hemisfério norte.

        O professor Francisco Thiago Silva destaca que o mês de janeiro foi criado pelos romanos, no século 8 a.C., para homenagear Jano – deus da mitologia romana que representa começos e mudanças. Mas a celebração da passagem de ano pelos romanos era feita no início da primavera, que é em março no hemisfério norte.

        No século 2 a.C., devido a conflitos com o povo Celtiberos, e questões que envolviam o exército romano, foi defendida a mudança da data para janeiro. Apenas em 153 a.C., o senado romano aprovou a alteração, mas mesmo assim, muitos continuaram seguindo com a tradição no mês de março.

        Em 46 a.C., o calendário romano foi substituído pelo calendário juliano - feito em homenagem ao imperador Júlio César. O novo calendário instituiu o início do ano em 1° de janeiro. O Ano Novo em 1° de janeiro também foi oficializado pelo Papa Gregório 13, através da criação do calendário gregoriano no século 16.

        Esse calendário, que ajustava o ano civil ao período em que a Terra completa sua volta ao redor do Sol, é utilizado até os dias atuais por muitos países. O historiador Francisco Thiago Silva explica que mesmo com a cristianização da Europa, em certos lugares a nova data não foi bem aceita. Ela soava como "afronta", porque janeiro faz homenagem a um deus pagão. "Não foi um processo tão simples, isso demorou. Houve uma resistência muito grande", diz o professor. Britânicos seguidores da Igreja Anglicana, por exemplo, só oficializaram a data em 1752.

        O Ano Novo segue sendo diferente para diferentes povos. Chineses, judeus e mulçumanos, por exemplo, não celebram a data em 1° de janeiro. "O que é comum na maioria das culturas é de fato o balanço do que se passou e as projeções das boas energias, dos planejamentos. Isso marca muitos povos do ocidente e do oriente, independentemente da data em que se comemora", diz o historiador.

Fonte: Você sabia que o Ano Novo já foi em março? Veja curiosidades sobre data | Distrito Federal | G1
Assinale a alternativa que apresente termo que possa substituir o termo em destaque no período, mantendo as mesmas relações de sentido no texto: “Mas a celebração da passagem de ano pelos romanos era feita no início da primavera, que é em março no hemisfério norte”.
Alternativas
Ano: 2025 Banca: FAU Órgão: Prefeitura de Toledo - PR Provas: FAU - 2025 - Prefeitura de Toledo - PR - Advogado SUAS I | FAU - 2025 - Prefeitura de Toledo - PR - Analista de Controle Interno I | FAU - 2025 - Prefeitura de Toledo - PR - Analista em Tecnologia da Informação I | FAU - 2025 - Prefeitura de Toledo - PR - Arquiteto I | FAU - 2025 - Prefeitura de Toledo - PR - Enfermeiro I | FAU - 2025 - Prefeitura de Toledo - PR - Enfermeiro T8 - ESF I | FAU - 2025 - Prefeitura de Toledo - PR - Médico T4 - Urologista | FAU - 2025 - Prefeitura de Toledo - PR - Médico T4 I - Cirurgião Geral | FAU - 2025 - Prefeitura de Toledo - PR - Museólogo I | FAU - 2025 - Prefeitura de Toledo - PR - Odontólogo | FAU - 2025 - Prefeitura de Toledo - PR - Pedagogo I | FAU - 2025 - Prefeitura de Toledo - PR - Procurador Municipal T30 I | FAU - 2025 - Prefeitura de Toledo - PR - Professor de Educação Física | FAU - 2025 - Prefeitura de Toledo - PR - Professor de Educação Infantil | FAU - 2025 - Prefeitura de Toledo - PR - Engenheiro Civil I | FAU - 2025 - Prefeitura de Toledo - PR - Técnico Desportivo I | FAU - 2025 - Prefeitura de Toledo - PR - Técnico em Artes - Dança I | FAU - 2025 - Prefeitura de Toledo - PR - Técnico em Artes - Teatro I | FAU - 2025 - Prefeitura de Toledo - PR - Técnico em Artes - Visuais e Plásticas T20 I | FAU - 2025 - Prefeitura de Toledo - PR - Fisioterapeuta I | FAU - 2025 - Prefeitura de Toledo - PR - Jornalista I | FAU - 2025 - Prefeitura de Toledo - PR - Médico T4 - Dermatologista | FAU - 2025 - Prefeitura de Toledo - PR - Médico T4 - Ortopedista | FAU - 2025 - Prefeitura de Toledo - PR - Médico T4 - Otorrinolaringologista | FAU - 2025 - Prefeitura de Toledo - PR - Médico T4 - Ultrassonografista |
Q3217575 Português
Milão se torna primeira cidade da Itália a proibir cigarro nas ruas

        As autoridades de Milão adotaram nesta quarta-feira (1°) uma nova regulamentação contra o cigarro. A partir de agora é proibido fumar em todos os espaços públicos, inclusive nas ruas. Os fumantes representam um quinto da população italiana. De acordo com "o decreto para a qualidade do ar" adotado em 2020 por Milão, "a partir de 1º de janeiro de 2025 a proibição será aplicada em todos os espaços públicos, inclusive as ruas".

         A regulamentação, que exclui os cigarros eletrônicos, traz uma exceção. O texto cita "locais isolados onde é possível respeitar uma distância de pelo menos dez metros das outras pessoas". Mas em uma cidade tão densa e povoada como Milão isso é difícil, exceto no meio da noite. Com a proibição, Milão foi a primeira cidade italiana a impor restrições ao fumo de cigarro em locais públicos, segundo a agência de notícias italiana Ansa.

         Em Milão, fumar já é proibido desde 2021 em áreas verdes públicas (exceto quando era possível respeitar uma distância de segurança de dez metros), em parques infantis, pontos de ônibus e de táxi, assim como em todos os complexos esportivos. Quem não respeitar a proibição pode ser multado entre € 40 e € 240 (R$ 257 e R$ 1.545 pela cotação atual).

        A cidade italiana é rodeada de indústrias e registra índices de poluição de partículas finas e óxidos superiores aos padrões recomendados. A qualidade do ar tornou-se então uma prioridade, tendo em vista os Jogos Olímpicos de Inverno de 2026, organizados em parceria com a estação de esqui Cortina.

        A Itália lançou a luta antitabagismo em 1975, mas limitou a proibição aos transportes públicos. Em 1995, ela foi ampliada às repartições públicas e, em 2005, a todos os locais públicos fechados. Quase um de cada cinco italianos fuma, segundo dados do Instituto Nacional de Estatística (Istat) de 2023. Estes números colocam a Itália abaixo da média da União Europeia (24%). O país do bloco com a menor população fumante é a Suécia (8%) e o que apresenta a pior taxa é a Bulgária (37%).

        Na Itália, o preço médio de um maço de cigarros é de € 6 (cerca de R$ 38), metade do preço da França, onde um em cada três habitantes é fumante. O consumo de tabaco causa 93 mil mortes anualmente no país, segundo o Ministério da Saúde italiano.

        A medida de Milão integra um movimento geral, que visa a erradicação do tabaco, como no México, que proibiu fumar em alguns bairros do centro histórico em 2022. Alguns países têm metas mais ambiciosas. É o caso do Reino Unido, que quer se tornar progressivamente um país livre do tabaco. De acordo com um projeto de lei em fase de aprovação, as pessoas nascidas depois de 2009 não poderão comprar cigarros legalmente.

         Além desta proibição geracional, o Reino Unido quer proibir o fumo em espaços externos, como parques infantis, e perto de escolas e hospitais.

Fonte: Milão se torna primeira cidade da Itália a proibir cigarro nas ruas | Mundo | G1
Assinale a alternativa que apresente a função sintática exercida pelo termo em destaque no período: “A regulamentação, que exclui os cigarros eletrônicos, traz uma exceção”. 
Alternativas
Ano: 2025 Banca: FAU Órgão: Prefeitura de Toledo - PR Provas: FAU - 2025 - Prefeitura de Toledo - PR - Advogado SUAS I | FAU - 2025 - Prefeitura de Toledo - PR - Analista de Controle Interno I | FAU - 2025 - Prefeitura de Toledo - PR - Analista em Tecnologia da Informação I | FAU - 2025 - Prefeitura de Toledo - PR - Arquiteto I | FAU - 2025 - Prefeitura de Toledo - PR - Enfermeiro I | FAU - 2025 - Prefeitura de Toledo - PR - Enfermeiro T8 - ESF I | FAU - 2025 - Prefeitura de Toledo - PR - Médico T4 - Urologista | FAU - 2025 - Prefeitura de Toledo - PR - Médico T4 I - Cirurgião Geral | FAU - 2025 - Prefeitura de Toledo - PR - Museólogo I | FAU - 2025 - Prefeitura de Toledo - PR - Odontólogo | FAU - 2025 - Prefeitura de Toledo - PR - Pedagogo I | FAU - 2025 - Prefeitura de Toledo - PR - Procurador Municipal T30 I | FAU - 2025 - Prefeitura de Toledo - PR - Professor de Educação Física | FAU - 2025 - Prefeitura de Toledo - PR - Professor de Educação Infantil | FAU - 2025 - Prefeitura de Toledo - PR - Engenheiro Civil I | FAU - 2025 - Prefeitura de Toledo - PR - Técnico Desportivo I | FAU - 2025 - Prefeitura de Toledo - PR - Técnico em Artes - Dança I | FAU - 2025 - Prefeitura de Toledo - PR - Técnico em Artes - Teatro I | FAU - 2025 - Prefeitura de Toledo - PR - Técnico em Artes - Visuais e Plásticas T20 I | FAU - 2025 - Prefeitura de Toledo - PR - Fisioterapeuta I | FAU - 2025 - Prefeitura de Toledo - PR - Jornalista I | FAU - 2025 - Prefeitura de Toledo - PR - Médico T4 - Dermatologista | FAU - 2025 - Prefeitura de Toledo - PR - Médico T4 - Ortopedista | FAU - 2025 - Prefeitura de Toledo - PR - Médico T4 - Otorrinolaringologista | FAU - 2025 - Prefeitura de Toledo - PR - Médico T4 - Ultrassonografista |
Q3217574 Português
Milão se torna primeira cidade da Itália a proibir cigarro nas ruas

        As autoridades de Milão adotaram nesta quarta-feira (1°) uma nova regulamentação contra o cigarro. A partir de agora é proibido fumar em todos os espaços públicos, inclusive nas ruas. Os fumantes representam um quinto da população italiana. De acordo com "o decreto para a qualidade do ar" adotado em 2020 por Milão, "a partir de 1º de janeiro de 2025 a proibição será aplicada em todos os espaços públicos, inclusive as ruas".

         A regulamentação, que exclui os cigarros eletrônicos, traz uma exceção. O texto cita "locais isolados onde é possível respeitar uma distância de pelo menos dez metros das outras pessoas". Mas em uma cidade tão densa e povoada como Milão isso é difícil, exceto no meio da noite. Com a proibição, Milão foi a primeira cidade italiana a impor restrições ao fumo de cigarro em locais públicos, segundo a agência de notícias italiana Ansa.

         Em Milão, fumar já é proibido desde 2021 em áreas verdes públicas (exceto quando era possível respeitar uma distância de segurança de dez metros), em parques infantis, pontos de ônibus e de táxi, assim como em todos os complexos esportivos. Quem não respeitar a proibição pode ser multado entre € 40 e € 240 (R$ 257 e R$ 1.545 pela cotação atual).

        A cidade italiana é rodeada de indústrias e registra índices de poluição de partículas finas e óxidos superiores aos padrões recomendados. A qualidade do ar tornou-se então uma prioridade, tendo em vista os Jogos Olímpicos de Inverno de 2026, organizados em parceria com a estação de esqui Cortina.

        A Itália lançou a luta antitabagismo em 1975, mas limitou a proibição aos transportes públicos. Em 1995, ela foi ampliada às repartições públicas e, em 2005, a todos os locais públicos fechados. Quase um de cada cinco italianos fuma, segundo dados do Instituto Nacional de Estatística (Istat) de 2023. Estes números colocam a Itália abaixo da média da União Europeia (24%). O país do bloco com a menor população fumante é a Suécia (8%) e o que apresenta a pior taxa é a Bulgária (37%).

        Na Itália, o preço médio de um maço de cigarros é de € 6 (cerca de R$ 38), metade do preço da França, onde um em cada três habitantes é fumante. O consumo de tabaco causa 93 mil mortes anualmente no país, segundo o Ministério da Saúde italiano.

        A medida de Milão integra um movimento geral, que visa a erradicação do tabaco, como no México, que proibiu fumar em alguns bairros do centro histórico em 2022. Alguns países têm metas mais ambiciosas. É o caso do Reino Unido, que quer se tornar progressivamente um país livre do tabaco. De acordo com um projeto de lei em fase de aprovação, as pessoas nascidas depois de 2009 não poderão comprar cigarros legalmente.

         Além desta proibição geracional, o Reino Unido quer proibir o fumo em espaços externos, como parques infantis, e perto de escolas e hospitais.

Fonte: Milão se torna primeira cidade da Itália a proibir cigarro nas ruas | Mundo | G1
Assinale a alternativa que apresente a relação de sentido estabelecida entre as orações coordenadas pelo termo em destaque no período: “A Itália lançou a luta antitabagismo em 1975, mas limitou a proibição aos transportes públicos”. 
Alternativas
Ano: 2025 Banca: FAU Órgão: Prefeitura de Toledo - PR Provas: FAU - 2025 - Prefeitura de Toledo - PR - Advogado SUAS I | FAU - 2025 - Prefeitura de Toledo - PR - Analista de Controle Interno I | FAU - 2025 - Prefeitura de Toledo - PR - Analista em Tecnologia da Informação I | FAU - 2025 - Prefeitura de Toledo - PR - Arquiteto I | FAU - 2025 - Prefeitura de Toledo - PR - Enfermeiro I | FAU - 2025 - Prefeitura de Toledo - PR - Enfermeiro T8 - ESF I | FAU - 2025 - Prefeitura de Toledo - PR - Médico T4 - Urologista | FAU - 2025 - Prefeitura de Toledo - PR - Médico T4 I - Cirurgião Geral | FAU - 2025 - Prefeitura de Toledo - PR - Museólogo I | FAU - 2025 - Prefeitura de Toledo - PR - Odontólogo | FAU - 2025 - Prefeitura de Toledo - PR - Pedagogo I | FAU - 2025 - Prefeitura de Toledo - PR - Procurador Municipal T30 I | FAU - 2025 - Prefeitura de Toledo - PR - Professor de Educação Física | FAU - 2025 - Prefeitura de Toledo - PR - Professor de Educação Infantil | FAU - 2025 - Prefeitura de Toledo - PR - Engenheiro Civil I | FAU - 2025 - Prefeitura de Toledo - PR - Técnico Desportivo I | FAU - 2025 - Prefeitura de Toledo - PR - Técnico em Artes - Dança I | FAU - 2025 - Prefeitura de Toledo - PR - Técnico em Artes - Teatro I | FAU - 2025 - Prefeitura de Toledo - PR - Técnico em Artes - Visuais e Plásticas T20 I | FAU - 2025 - Prefeitura de Toledo - PR - Fisioterapeuta I | FAU - 2025 - Prefeitura de Toledo - PR - Jornalista I | FAU - 2025 - Prefeitura de Toledo - PR - Médico T4 - Dermatologista | FAU - 2025 - Prefeitura de Toledo - PR - Médico T4 - Ortopedista | FAU - 2025 - Prefeitura de Toledo - PR - Médico T4 - Otorrinolaringologista | FAU - 2025 - Prefeitura de Toledo - PR - Médico T4 - Ultrassonografista |
Q3217571 Português
Milão se torna primeira cidade da Itália a proibir cigarro nas ruas

        As autoridades de Milão adotaram nesta quarta-feira (1°) uma nova regulamentação contra o cigarro. A partir de agora é proibido fumar em todos os espaços públicos, inclusive nas ruas. Os fumantes representam um quinto da população italiana. De acordo com "o decreto para a qualidade do ar" adotado em 2020 por Milão, "a partir de 1º de janeiro de 2025 a proibição será aplicada em todos os espaços públicos, inclusive as ruas".

         A regulamentação, que exclui os cigarros eletrônicos, traz uma exceção. O texto cita "locais isolados onde é possível respeitar uma distância de pelo menos dez metros das outras pessoas". Mas em uma cidade tão densa e povoada como Milão isso é difícil, exceto no meio da noite. Com a proibição, Milão foi a primeira cidade italiana a impor restrições ao fumo de cigarro em locais públicos, segundo a agência de notícias italiana Ansa.

         Em Milão, fumar já é proibido desde 2021 em áreas verdes públicas (exceto quando era possível respeitar uma distância de segurança de dez metros), em parques infantis, pontos de ônibus e de táxi, assim como em todos os complexos esportivos. Quem não respeitar a proibição pode ser multado entre € 40 e € 240 (R$ 257 e R$ 1.545 pela cotação atual).

        A cidade italiana é rodeada de indústrias e registra índices de poluição de partículas finas e óxidos superiores aos padrões recomendados. A qualidade do ar tornou-se então uma prioridade, tendo em vista os Jogos Olímpicos de Inverno de 2026, organizados em parceria com a estação de esqui Cortina.

        A Itália lançou a luta antitabagismo em 1975, mas limitou a proibição aos transportes públicos. Em 1995, ela foi ampliada às repartições públicas e, em 2005, a todos os locais públicos fechados. Quase um de cada cinco italianos fuma, segundo dados do Instituto Nacional de Estatística (Istat) de 2023. Estes números colocam a Itália abaixo da média da União Europeia (24%). O país do bloco com a menor população fumante é a Suécia (8%) e o que apresenta a pior taxa é a Bulgária (37%).

        Na Itália, o preço médio de um maço de cigarros é de € 6 (cerca de R$ 38), metade do preço da França, onde um em cada três habitantes é fumante. O consumo de tabaco causa 93 mil mortes anualmente no país, segundo o Ministério da Saúde italiano.

        A medida de Milão integra um movimento geral, que visa a erradicação do tabaco, como no México, que proibiu fumar em alguns bairros do centro histórico em 2022. Alguns países têm metas mais ambiciosas. É o caso do Reino Unido, que quer se tornar progressivamente um país livre do tabaco. De acordo com um projeto de lei em fase de aprovação, as pessoas nascidas depois de 2009 não poderão comprar cigarros legalmente.

         Além desta proibição geracional, o Reino Unido quer proibir o fumo em espaços externos, como parques infantis, e perto de escolas e hospitais.

Fonte: Milão se torna primeira cidade da Itália a proibir cigarro nas ruas | Mundo | G1
Assinale a alternativa que apresente termo que possa substituir o termo em destaque no período, mantendo as mesmas relações de sentido: “O consumo de tabaco causa 93 mil mortes anualmente no país, segundo o Ministério da Saúde italiano”.
Alternativas
Q3217521 Português

Largue o celular

Por Mário Corso





(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/colunistas/mario-corso – texto adaptado especialmente para esta prova).

Caso na frase “A redução do volume da massa cinzenta se dá nas áreas de controle dos impulsos, tomada de decisões e processamento de recompensas”, retirada do texto, o termo “redução” fosse flexionado no plural, quantos outros vocábulos deveriam, obrigatoriamente, sofrer alteração a fim de manter a correção do período?
Alternativas
Q3217357 Português

    O uso dos sinais de pontuação não apenas representam as pausas, entonações e modulações da fala, mas também alteram sentido, marcam estruturas sintáticas e tornam correto ou incorreto um enunciado. O uso das vírgulas no trecho abaixo isola qual termo acessório da oração?


    Nós, envelhescentes, também não entendemos eles.

Alternativas
Q3217098 Português
Assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas da frase a seguir.
Habituar-se _____ lavar sempre as mãos, adaptar-se _____ boa alimentação e disseminar _____ importância do SUS e da universidade pública.
Alternativas
Q3217096 Português
           A Santa Casa de Misericórdia de São Paulo anunciou a venda de sete imóveis no centro de São Paulo. O objetivo é arrecadar R$ 200 milhões e quitar parte dos R$ 650 milhões em dívidas da instituição. Trata-se de um paliativo que não estancará o sangramento sofrido não apenas pela Santa Casa de São Paulo, mas por toda a rede de hospitais filantrópicos do País em razão do subfinanciamento crônico imposto pela incúria do poder público e o oportunismo de seus agentes.

         O Sistema Único de Saúde (SUS) é fundamentalmente um serviço público prestado por entes privados. Hospitais estatais são, em geral, insuficientes, ineficientes e caros. As Santas Casas e os hospitais filantrópicos respondem por quase metade dos leitos do SUS. Em quase 900 municípios, essas entidades são o único serviço de saúde. Segundo a Confederação das Santas Casas (CMB), em 2023 a rede pública foi responsável por apenas 27% das internações de alta complexidade do País, enquanto os hospitais filantrópicos responderam por 61%. Mas esses hospitais são vitimados pelo próprio sucesso.

       Em teoria, o SUS seria um exemplo de cooperação entre o público e o privado para outros serviços públicos do País e para sistemas de saúde de todo o mundo: o Estado recolhe o dinheiro do contribuinte e o repassa a entidades sem fins lucrativos com o alcance e a expertise que ele não tem, garantindo a prestação de serviços de qualidade a todos os cidadãos. Mas como, na prática, os repasses não cobrem os serviços, os hospitais são obrigados a pagá-los.

      Há décadas os valores de repasse da Tabela do SUS estão defasados. Hoje, os repasses não cobrem mais que 50% do custo dos procedimentos. Segundo a CMB, em 18 anos a dívida desses hospitais dobrou. Muitos não resistiram à pressão. Estima-se que, entre 2017 e 2021, 500 Santas Casas fecharam as portas. Na maior parte do País, em especial nas regiões mais carentes, o sistema está ruindo aos poucos, e a continuar assim o colapso pode ser súbito e brutal.

     Há uma luz no fim do túnel. No início de 2024 finalmente foi sancionada uma lei federal estabelecendo a revisão periódica da tabela. A proposta da CMB é que a partir de 2025 o reajuste corresponda, no mínimo, ao valor da inflação médica. Não é suficiente para recompor as perdas de anos de hemorragia financeira, mas ao menos a estancaria.


(O Estado de SP. “Luz no fim do túnel para as Santas Casas”.
Disponível em: https://www.estadao.com.br, 06.11.2024. Adaptado.)
Assinale a alternativa que está em conformidade com a norma-padrão de regência. 
Alternativas
Q3217095 Português
           A Santa Casa de Misericórdia de São Paulo anunciou a venda de sete imóveis no centro de São Paulo. O objetivo é arrecadar R$ 200 milhões e quitar parte dos R$ 650 milhões em dívidas da instituição. Trata-se de um paliativo que não estancará o sangramento sofrido não apenas pela Santa Casa de São Paulo, mas por toda a rede de hospitais filantrópicos do País em razão do subfinanciamento crônico imposto pela incúria do poder público e o oportunismo de seus agentes.

         O Sistema Único de Saúde (SUS) é fundamentalmente um serviço público prestado por entes privados. Hospitais estatais são, em geral, insuficientes, ineficientes e caros. As Santas Casas e os hospitais filantrópicos respondem por quase metade dos leitos do SUS. Em quase 900 municípios, essas entidades são o único serviço de saúde. Segundo a Confederação das Santas Casas (CMB), em 2023 a rede pública foi responsável por apenas 27% das internações de alta complexidade do País, enquanto os hospitais filantrópicos responderam por 61%. Mas esses hospitais são vitimados pelo próprio sucesso.

       Em teoria, o SUS seria um exemplo de cooperação entre o público e o privado para outros serviços públicos do País e para sistemas de saúde de todo o mundo: o Estado recolhe o dinheiro do contribuinte e o repassa a entidades sem fins lucrativos com o alcance e a expertise que ele não tem, garantindo a prestação de serviços de qualidade a todos os cidadãos. Mas como, na prática, os repasses não cobrem os serviços, os hospitais são obrigados a pagá-los.

      Há décadas os valores de repasse da Tabela do SUS estão defasados. Hoje, os repasses não cobrem mais que 50% do custo dos procedimentos. Segundo a CMB, em 18 anos a dívida desses hospitais dobrou. Muitos não resistiram à pressão. Estima-se que, entre 2017 e 2021, 500 Santas Casas fecharam as portas. Na maior parte do País, em especial nas regiões mais carentes, o sistema está ruindo aos poucos, e a continuar assim o colapso pode ser súbito e brutal.

     Há uma luz no fim do túnel. No início de 2024 finalmente foi sancionada uma lei federal estabelecendo a revisão periódica da tabela. A proposta da CMB é que a partir de 2025 o reajuste corresponda, no mínimo, ao valor da inflação médica. Não é suficiente para recompor as perdas de anos de hemorragia financeira, mas ao menos a estancaria.


(O Estado de SP. “Luz no fim do túnel para as Santas Casas”.
Disponível em: https://www.estadao.com.br, 06.11.2024. Adaptado.)
Assinale a alternativa em que a reescrita de trecho do texto está em conformidade com a norma-padrão de emprego e concordância verbal.
Alternativas
Ano: 2025 Banca: VUNESP Órgão: UNESP Prova: VUNESP - 2025 - UNESP - Auxiliar Agropecuário |
Q3216647 Português
Consumo interno é a maior causa do desmatamento

        A Amazônia Legal Brasileira ocupa os sete estados da Região Norte, além do Mato Grosso e do Maranhão. 23% dela já está destruída. E um estudo da Faculdade de Economia da USP apontou que a maior parte das queimadas se deve ao consumo interno: a floresta é queimada para dar lugar a pecuária e atividades agrícolas que abastecem os estados do Centro-Sul brasileiro.

        Os pesquisadores analisaram a Matriz de Insumo-Produto (um sistema de informações sobre a economia da região) e constataram que 59,68% das queimadas estão relacionadas ao consumo de outras regiões do Brasil, 23,49% dão origem a exportações, e 16,83% abastecem a população da própria região amazônica.

Maria Clara Rossini, Revista Super Interessante,
outubro de 2024. Adaptado)
A frase elaborada a partir do texto atende à norma-padrão de concordância em:
Alternativas
Ano: 2025 Banca: VUNESP Órgão: UNESP Prova: VUNESP - 2025 - UNESP - Auxiliar Agropecuário |
Q3216644 Português

Leia a tira para responder à questão.

(O Estado de S.Paulo, 23 de novembro de 2024. Adaptado)

Assinale a alternativa que preenche as lacunas, respectivamente e de acordo com a norma-padrão. 
Alternativas
Q3216570 Português

[Entre luas]


    Declarou-me uma amiga que passou a se dedicar a olhar o céu estrelado para se consolar das feiuras terrestres. Não seria isso uma solução excessivamente cômoda? Se quiséssemos levar essa declaração às últimas consequências, acabaríamos dizendo: "que a Terra continue de mal a pior, eu olho para o céu e reencontro meu equilíbrio interior". Não estaria minha amiga instrumentalizando Ilicitamente esse céu estrelado?


   Não buscaria eu exortá-la a mais entusiasmo lembrando as magníficas aventuras cosmonáuticas da humanidade, essas lutas míticas pela supremacia terrestre sobre o firmamento. O que me interessa, ao contrário, é tudo o que é apropriação verdadeira do espaço e dos objetos celestes, ou seja, o conhecimento objetivo de uma relação entre nós e o universo extra-humano.


    A Lua, desde a Antiguidade, significou para os homens esse desejo de um paraíso luminoso e sereno, e essa devoção lunar dos poetas se perpetuou pelos tempos. Mas a Lua dos poetas tem alguma coisa a ver com as imagens leitosas e esburacadas que os foguetes nos enviam? Talvez não, ainda; mas o fato de sermos obrigados a reconsiderar a Lua de maneira nova nos levará a reconsiderar de maneira nova Inúmeras outras coisas. Quem ama a Lua realmente não se contenta em contemplá-la como uma imagem convencional: quer entrar numa relação mais estreita com ela, quer ver mais na Lua, quer que a Lua lhe diga mais.


(Adaptado de: CALVINO. Italo. Assunto encerrado - Discursos sobre literatura e sociedade. Tradução: Roberta Bami. São Paulo: Companhia das Letras, 2006, p. 217-218)

No último parágrafo, em quer ver mais na Lua e quer que a Lua lhe diga mais, 
Alternativas
Q3216565 Português
A violência é sempre a dos outros


   Aprendemos com a História que cada época Justifica e naturaliza a seu modo as violências que lhe são próprias. As várias experiências de violência que vão surgindo ao longo dos séculos acusam as anteriores, não hesitando em apontar a barbárie das outras todas, enquanto deixam de acusar a que carregam consigo.

   Veja-se esta observação do crítico francês Raymond Boudon: "Os gregos e os romanos aceitavam a escravidão porque não imaginavam que uma sociedade pudesse funcionar sem escravos. Estamos numa posição semelhante no que diz respeito à pobreza, na qual se encontram milhões e milhões de criaturas. Estamos convencidos de que uma sociedade Justa deve procurar erradicá-la. Mas, como não conseguimos conceber os meios que permitem atingir esse objetivo, aceitamos que uma sociedade comporte grandes bolsões de pobreza. Em contrapartida, não hesitamos em condenar a prática da escravidão".

Parece que tendemos a ser sempre mais complacentes conosco e com a nossa época, avaliando com o maior rigor os descalabros do passado. Também no plano das relações pessoais a consideração que temos uns pelos outros pode não estar marcada pelo amor ao semelhante, mas pela aversão ao dessemelhante. Mas curiosamente, ao se lembrar de sua história pessoal, de sua infância idealizada, cada um de nós pode concluir que "antigamente, sim, tudo era melhor"...


(Alceste Romero de Brito, a editar)
Está correto o emprego do elemento sublinhado na frase:
Alternativas
Q3216564 Português
A violência é sempre a dos outros


   Aprendemos com a História que cada época Justifica e naturaliza a seu modo as violências que lhe são próprias. As várias experiências de violência que vão surgindo ao longo dos séculos acusam as anteriores, não hesitando em apontar a barbárie das outras todas, enquanto deixam de acusar a que carregam consigo.

   Veja-se esta observação do crítico francês Raymond Boudon: "Os gregos e os romanos aceitavam a escravidão porque não imaginavam que uma sociedade pudesse funcionar sem escravos. Estamos numa posição semelhante no que diz respeito à pobreza, na qual se encontram milhões e milhões de criaturas. Estamos convencidos de que uma sociedade Justa deve procurar erradicá-la. Mas, como não conseguimos conceber os meios que permitem atingir esse objetivo, aceitamos que uma sociedade comporte grandes bolsões de pobreza. Em contrapartida, não hesitamos em condenar a prática da escravidão".

Parece que tendemos a ser sempre mais complacentes conosco e com a nossa época, avaliando com o maior rigor os descalabros do passado. Também no plano das relações pessoais a consideração que temos uns pelos outros pode não estar marcada pelo amor ao semelhante, mas pela aversão ao dessemelhante. Mas curiosamente, ao se lembrar de sua história pessoal, de sua infância idealizada, cada um de nós pode concluir que "antigamente, sim, tudo era melhor"...


(Alceste Romero de Brito, a editar)
As normas de concordância verbal estão plenamente observadas na frase:
Alternativas
Respostas
9621: A
9622: D
9623: D
9624: E
9625: A
9626: C
9627: E
9628: A
9629: B
9630: B
9631: B
9632: E
9633: B
9634: A
9635: C
9636: E
9637: B
9638: A
9639: C
9640: E