Questões de Concurso Comentadas sobre sintaxe em português

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Q3380900 Português
À prova de formigas

Árvores, cogumelos, aves e formigas se relacionam de uma maneira que você nem imagina!

Algumas árvores conhecidas como acácias sabem se defender muito bem. Além de contarem com espinhos poderosos, elas ainda se associam a formigas guardiãs. A coisa funciona da seguinte forma: as acácias fornecem néctar e abrigo para as formigas, que as defendem da invasão de plantas parasitas e do ataque de animais herbívoros.

Vigias atentas e eficientes, as formigam mordem e picam qualquer animal que toca em sua anfitriã vegetal. Quer dizer... quase todo animal. É que algumas aves conseguem fazer seus ninhos nos galhos das acácias, onde acabam se beneficiando do serviço de segurança 24 horas das formigas e, curiosamente, não são atacadas por elas.

Como essas aves se mantêm livres dos ataques das formigas era um mistério, mas foi solucionado recentemente. Cientistas perceberam que diferentes espécies de aves usam um material muito específico, semelhante a cordões finos e resistentes, para tecer seus ninhos nas acácias. Esses cordões são na verdade rizomorfos, isto é, conjuntos de células de cogumelos, chamadas hifas. Neste caso, são de cogumelos bem fininhos e discretos conhecidos como crina-de-cavalo.

Os pesquisadores testaram a reação das formigas ao terem contato com o cogumelo usado nos ninhos e perceberam que ele tem mesmo um efeito repelente. Ao encostarem nos cordões do fungo, as formigas ficam desnorteadas, giram sem parar e podem até morder umas às outras, dando sinais de estarem intoxicadas.

Os cogumelos-crina-de-cavalo são usados nos ninhos de mais de 170 espécies de aves. Isso porque, além de afastar formigas, esses fungos também parecem manter os filhotes livres de parasitas, são à prova d'água e mais resistentes do que materiais de origem vegetal.

Mas não pense que só as aves levam vantagem nisso! Transportando os cogumelos de um local a outro para construir seus ninhos, elas ajudam a dispersar esses fungos, levando-os até novas áreas onde eles jamais poderiam chegar sem essa preciosa carona.


(https://chc.org.br/artigo/a-prova-de-formigas/)
"Como essas aves se mantêm livres dos ataques das formigas era um mistério, mas foi solucionado recentemente."
"Os pesquisadores testaram a reação das formigas ao terem contato com o cogumelo usado nos ninhos e perceberam que ele tem mesmo um efeito repelente. Ao encostarem nos cordões do fungo, as formigas ficam desnorteadas, giram sem parar e podem até morder umas às outras, dando sinais de estarem intoxicadas."
Analise a concordância dos vocábulos extraídos do texto e analise as afirmações:

I.Os adjetivos 'desnorteadas' e 'intoxicadas' estão caracterizando o vocábulo 'formigas'.
II.O vocábulo 'efeito' é um adjetivo que está caracterizando o vocábulo 'repelente'.
III.O vocábulo 'recentemente' é um adjetivo caracterizando o vocábulo 'mistério'
IV.O vocábulo 'livres' é um adjetivo que está caracterizando o vocábulo 'ataques'.

Está (ão) correta (s):
Alternativas
Q3380771 Português
Analise as frases abaixo:

1. O sol apareceu. 2. Maria estudou para a prova e passou com facilidade. 3. Quando cheguei à escola, encontrei meus amigos.

Sobre a classificação dos períodos quanto ao número de orações, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3380267 Português
Por mais desenho animado


Minha esposa é apaixonada por animações e filmes infantis. Não a censuro. Entendo seu fascínio por lugares onde a magia do bem prevalece, em contraste com uma realidade carente de exemplos inspiradores.

O amor precisa da fantasia: é ele que nos faz querer estar juntos, construir uma família e resistir às lutas da vida. Os desenhos animados da infância traziam mensagens importantes: quem age com maldade sempre acaba derrotado.

O Coiote não capturava o Papa-Léguas, Tom sempre era enganado por Jerry, e Hortelino terminava como piada do Pernalonga. Vilões como Dick Vigarista e Frajola nunca triunfavam. Essas lições reforçavam que não era azar, mas uma justiça invisível protegendo o bem.

Quero acreditar em que o universo recompensa quem age com cuidado e equidade, respeitando seu lugar e evitando desonestidades. A justiça não é só para crianças; adultos também podem aprender com essas histórias.

Respeitar, agir com gentileza e seguir pelo caminho do bem trazem recompensas duradouras, mesmo que demorem. O sucesso baseado no ódio é efêmero, enquanto a verdade e a retidão triunfam com o tempo.

Deixe o destino agir contra aqueles que foram como os vilões dos desenhos em sua vida. Afinal, o que vai, volta.

Fabricio Carpinejar - Texto Adaptado

https://www.otempo.com.br/opiniao/fabricio-carpinejar/por-mais-desenh o-animado-1.3344603
Com base no trecho "Respeitar, agir com gentileza e seguir pelo caminho do bem trazem recompensas duradouras, mesmo que demorem", analise as assertivas abaixo sobre a concordância verbal e assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3379958 Português
Por mais desenho animado


Minha esposa é apaixonada por animações e filmes infantis. Não a censuro. Entendo seu fascínio por lugares onde a magia do bem prevalece, em contraste com uma realidade carente de exemplos inspiradores.

O amor precisa da fantasia: é ele que nos faz querer estar juntos, construir uma família e resistir às lutas da vida. Os desenhos animados da infância traziam mensagens importantes: quem age com maldade sempre acaba derrotado.

O Coiote não capturava o Papa-Léguas, Tom sempre era enganado por Jerry, e Hortelino terminava como piada do Pernalonga. Vilões como Dick Vigarista e Frajola nunca triunfavam. Essas lições reforçavam que não era azar, mas uma justiça invisível protegendo o bem.

Quero acreditar em que o universo recompensa quem age com cuidado e equidade, respeitando seu lugar e evitando desonestidades. A justiça não é só para crianças; adultos também podem aprender com essas histórias.

Respeitar, agir com gentileza e seguir pelo caminho do bem trazem recompensas duradouras, mesmo que demorem. O sucesso baseado no ódio é efêmero, enquanto a verdade e a retidão triunfam com o tempo.

Deixe o destino agir contra aqueles que foram como os vilões dos desenhos em sua vida. Afinal, o que vai, volta.

Fabricio Carpinejar - Texto Adaptado

https://www.otempo.com.br/opiniao/fabricio-carpinejar/por-mais-desenh o-animado-1.3344603 
Sobre as orações presentes no período "Essas lições reforçavam que não era azar, mas uma justiça invisível protegendo o bem", analise as alternativas abaixo e escolha a correta:
Alternativas
Q3379957 Português
Por mais desenho animado


Minha esposa é apaixonada por animações e filmes infantis. Não a censuro. Entendo seu fascínio por lugares onde a magia do bem prevalece, em contraste com uma realidade carente de exemplos inspiradores.

O amor precisa da fantasia: é ele que nos faz querer estar juntos, construir uma família e resistir às lutas da vida. Os desenhos animados da infância traziam mensagens importantes: quem age com maldade sempre acaba derrotado.

O Coiote não capturava o Papa-Léguas, Tom sempre era enganado por Jerry, e Hortelino terminava como piada do Pernalonga. Vilões como Dick Vigarista e Frajola nunca triunfavam. Essas lições reforçavam que não era azar, mas uma justiça invisível protegendo o bem.

Quero acreditar em que o universo recompensa quem age com cuidado e equidade, respeitando seu lugar e evitando desonestidades. A justiça não é só para crianças; adultos também podem aprender com essas histórias.

Respeitar, agir com gentileza e seguir pelo caminho do bem trazem recompensas duradouras, mesmo que demorem. O sucesso baseado no ódio é efêmero, enquanto a verdade e a retidão triunfam com o tempo.

Deixe o destino agir contra aqueles que foram como os vilões dos desenhos em sua vida. Afinal, o que vai, volta.

Fabricio Carpinejar - Texto Adaptado

https://www.otempo.com.br/opiniao/fabricio-carpinejar/por-mais-desenh o-animado-1.3344603 
Analise a seguinte frase:
"Quero acreditar que o universo recompensa quem age com cuidado e equidade, respeitando seu lugar e evitando desonestidades."
Com relação à regência verbal das formas verbais "acreditar" e "recompensa", assinale a alternativa correta:
Alternativas
Q3379955 Português
Por mais desenho animado


Minha esposa é apaixonada por animações e filmes infantis. Não a censuro. Entendo seu fascínio por lugares onde a magia do bem prevalece, em contraste com uma realidade carente de exemplos inspiradores.

O amor precisa da fantasia: é ele que nos faz querer estar juntos, construir uma família e resistir às lutas da vida. Os desenhos animados da infância traziam mensagens importantes: quem age com maldade sempre acaba derrotado.

O Coiote não capturava o Papa-Léguas, Tom sempre era enganado por Jerry, e Hortelino terminava como piada do Pernalonga. Vilões como Dick Vigarista e Frajola nunca triunfavam. Essas lições reforçavam que não era azar, mas uma justiça invisível protegendo o bem.

Quero acreditar em que o universo recompensa quem age com cuidado e equidade, respeitando seu lugar e evitando desonestidades. A justiça não é só para crianças; adultos também podem aprender com essas histórias.

Respeitar, agir com gentileza e seguir pelo caminho do bem trazem recompensas duradouras, mesmo que demorem. O sucesso baseado no ódio é efêmero, enquanto a verdade e a retidão triunfam com o tempo.

Deixe o destino agir contra aqueles que foram como os vilões dos desenhos em sua vida. Afinal, o que vai, volta.

Fabricio Carpinejar - Texto Adaptado

https://www.otempo.com.br/opiniao/fabricio-carpinejar/por-mais-desenh o-animado-1.3344603 
Considere o trecho: "O amor precisa da fantasia: é ele que nos faz querer estar juntos, construir uma família e resistir aos desafios da vida". Identifique o tipo de predicação do verbo "precisa" e a função do elemento "da fantasia" na oração.
Alternativas
Q3379174 Português
O declínio dos insetos: uma ameaça silenciosa ao equilíbrio da vida na Terra


Vivemos em um planeta de insetos. Eles representam setenta por cento de todas as espécies conhecidas na Terra e sua biomassa combinada é dezesseis vezes maior que a dos humanos.

Eles também desempenham um papel crucial na vida terrestre, pois servem de alimento para diversos animais, incluindo a maioria dos pássaros, morcegos, lagartos, anfíbios e peixes de água doce.

Oitenta por cento das espécies de plantas selvagens do mundo também dependem de insetos para polinizá-las, assim como três quartos das plantas que cultivamos para alimentação. Não é exagero dizer que, sem os insetos, muitos de nós morreríamos de fome.

No entanto, muitos tipos de insetos em diferentes partes do mundo estão ameaçados. Embora medir suas populações seja algo complexo, existem sinais preocupantes.

Um importante estudo de 2020 estimou que os insetos que vivem na Terra diminuem em nove por cento por década em todo o mundo.

Um estudo alemão descobriu que a biomassa de insetos voadores nas reservas naturais reduziu de forma alarmante entre 1989 e 2016. Nos Estados Unidos, as populações de borboleta-monarca diminuíram oitenta por cento neste século.

Algumas espécies no Reino Unido, como a borboleta-vírgula e as borboletas-malhadinhas, contrariam a tendência. Entretanto, de maneira geral, a distribuição geográfica global das borboletas no Reino Unido diminuiu desde 1976.

As espécies invasoras também estão sofrendo. Ratos se alimentaram da tesourinha de Santa Helena, um tipo de lacraia, até levar a espécie à extinção e quase exterminaram o weta gigante da Nova Zelândia, um tipo de gafanhoto.

A poluição luminosa também representa um problema, pois atrai as mariposas e as condena à morte, perturbando o ciclo de vida dos insetos. Ela também desorienta alguns besouros que navegam usando a luz da Via Láctea.

Além de tudo isso, os insetos têm agora que lidar com as mudanças climáticas. Alguns insetos mais adaptáveis, como os mosquitos, as baratas e as moscas domésticas, serão beneficiados pelas temperaturas mais altas. Mas a maioria sofrerá.

Zangões desaparecem de seus habitats mais ao sul, superaquecendo em seus corpos peludos à medida que o clima esquenta. Secas, inundações e incêndios florestais também devastam as populações já ameaçadas.

Em 1962, a bióloga americana Rachel Carson publicou o livro Primavera Silenciosa, alertando que causávamos danos terríveis ao nosso planeta. Ela escreveu: "O homem é parte da natureza e sua guerra contra a natureza é uma guerra contra si mesmo inevitavelmente ".

A previsão de Carson era apenas o começo. Desde então, os habitats de vida selvagem ricos em insetos foram destruídos em grande escala. Os solos foram degradados e os rios obstruídos com lodo, poluídos ou drenados.

A agricultura, tão dependente dos insetos para a polinização, é responsável por grande parte do seu declínio. Estima-se que quatro milhões de toneladas de pesticidas sejam lançadas no meio ambiente todos os anos.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cedgnv3yvlpo.adaptado.
A agricultura, "tão dependente dos insetos para a polinização", é responsável por grande parte do seu declínio.
Na expressão destacada, tem-se um exemplo sobre o estudo de:
Alternativas
Q3379168 Português
O declínio dos insetos: uma ameaça silenciosa ao equilíbrio da vida na Terra


Vivemos em um planeta de insetos. Eles representam setenta por cento de todas as espécies conhecidas na Terra e sua biomassa combinada é dezesseis vezes maior que a dos humanos.

Eles também desempenham um papel crucial na vida terrestre, pois servem de alimento para diversos animais, incluindo a maioria dos pássaros, morcegos, lagartos, anfíbios e peixes de água doce.

Oitenta por cento das espécies de plantas selvagens do mundo também dependem de insetos para polinizá-las, assim como três quartos das plantas que cultivamos para alimentação. Não é exagero dizer que, sem os insetos, muitos de nós morreríamos de fome.

No entanto, muitos tipos de insetos em diferentes partes do mundo estão ameaçados. Embora medir suas populações seja algo complexo, existem sinais preocupantes.

Um importante estudo de 2020 estimou que os insetos que vivem na Terra diminuem em nove por cento por década em todo o mundo.

Um estudo alemão descobriu que a biomassa de insetos voadores nas reservas naturais reduziu de forma alarmante entre 1989 e 2016. Nos Estados Unidos, as populações de borboleta-monarca diminuíram oitenta por cento neste século.

Algumas espécies no Reino Unido, como a borboleta-vírgula e as borboletas-malhadinhas, contrariam a tendência. Entretanto, de maneira geral, a distribuição geográfica global das borboletas no Reino Unido diminuiu desde 1976.

As espécies invasoras também estão sofrendo. Ratos se alimentaram da tesourinha de Santa Helena, um tipo de lacraia, até levar a espécie à extinção e quase exterminaram o weta gigante da Nova Zelândia, um tipo de gafanhoto.

A poluição luminosa também representa um problema, pois atrai as mariposas e as condena à morte, perturbando o ciclo de vida dos insetos. Ela também desorienta alguns besouros que navegam usando a luz da Via Láctea.

Além de tudo isso, os insetos têm agora que lidar com as mudanças climáticas. Alguns insetos mais adaptáveis, como os mosquitos, as baratas e as moscas domésticas, serão beneficiados pelas temperaturas mais altas. Mas a maioria sofrerá.

Zangões desaparecem de seus habitats mais ao sul, superaquecendo em seus corpos peludos à medida que o clima esquenta. Secas, inundações e incêndios florestais também devastam as populações já ameaçadas.

Em 1962, a bióloga americana Rachel Carson publicou o livro Primavera Silenciosa, alertando que causávamos danos terríveis ao nosso planeta. Ela escreveu: "O homem é parte da natureza e sua guerra contra a natureza é uma guerra contra si mesmo inevitavelmente ".

A previsão de Carson era apenas o começo. Desde então, os habitats de vida selvagem ricos em insetos foram destruídos em grande escala. Os solos foram degradados e os rios obstruídos com lodo, poluídos ou drenados.

A agricultura, tão dependente dos insetos para a polinização, é responsável por grande parte do seu declínio. Estima-se que quatro milhões de toneladas de pesticidas sejam lançadas no meio ambiente todos os anos.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cedgnv3yvlpo.adaptado.
Alguns insetos mais adaptáveis, como os mosquitos, as baratas e as moscas domésticas, serão "beneficiados" pelas temperaturas mais altas.
Sintaticamente, o termo destacado nesta frase trata-se de:
Alternativas
Q3379166 Português
O declínio dos insetos: uma ameaça silenciosa ao equilíbrio da vida na Terra


Vivemos em um planeta de insetos. Eles representam setenta por cento de todas as espécies conhecidas na Terra e sua biomassa combinada é dezesseis vezes maior que a dos humanos.

Eles também desempenham um papel crucial na vida terrestre, pois servem de alimento para diversos animais, incluindo a maioria dos pássaros, morcegos, lagartos, anfíbios e peixes de água doce.

Oitenta por cento das espécies de plantas selvagens do mundo também dependem de insetos para polinizá-las, assim como três quartos das plantas que cultivamos para alimentação. Não é exagero dizer que, sem os insetos, muitos de nós morreríamos de fome.

No entanto, muitos tipos de insetos em diferentes partes do mundo estão ameaçados. Embora medir suas populações seja algo complexo, existem sinais preocupantes.

Um importante estudo de 2020 estimou que os insetos que vivem na Terra diminuem em nove por cento por década em todo o mundo.

Um estudo alemão descobriu que a biomassa de insetos voadores nas reservas naturais reduziu de forma alarmante entre 1989 e 2016. Nos Estados Unidos, as populações de borboleta-monarca diminuíram oitenta por cento neste século.

Algumas espécies no Reino Unido, como a borboleta-vírgula e as borboletas-malhadinhas, contrariam a tendência. Entretanto, de maneira geral, a distribuição geográfica global das borboletas no Reino Unido diminuiu desde 1976.

As espécies invasoras também estão sofrendo. Ratos se alimentaram da tesourinha de Santa Helena, um tipo de lacraia, até levar a espécie à extinção e quase exterminaram o weta gigante da Nova Zelândia, um tipo de gafanhoto.

A poluição luminosa também representa um problema, pois atrai as mariposas e as condena à morte, perturbando o ciclo de vida dos insetos. Ela também desorienta alguns besouros que navegam usando a luz da Via Láctea.

Além de tudo isso, os insetos têm agora que lidar com as mudanças climáticas. Alguns insetos mais adaptáveis, como os mosquitos, as baratas e as moscas domésticas, serão beneficiados pelas temperaturas mais altas. Mas a maioria sofrerá.

Zangões desaparecem de seus habitats mais ao sul, superaquecendo em seus corpos peludos à medida que o clima esquenta. Secas, inundações e incêndios florestais também devastam as populações já ameaçadas.

Em 1962, a bióloga americana Rachel Carson publicou o livro Primavera Silenciosa, alertando que causávamos danos terríveis ao nosso planeta. Ela escreveu: "O homem é parte da natureza e sua guerra contra a natureza é uma guerra contra si mesmo inevitavelmente ".

A previsão de Carson era apenas o começo. Desde então, os habitats de vida selvagem ricos em insetos foram destruídos em grande escala. Os solos foram degradados e os rios obstruídos com lodo, poluídos ou drenados.

A agricultura, tão dependente dos insetos para a polinização, é responsável por grande parte do seu declínio. Estima-se que quatro milhões de toneladas de pesticidas sejam lançadas no meio ambiente todos os anos.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cedgnv3yvlpo.adaptado.

[...] quatro milhões de toneladas de pesticidas sejam lançadas no meio ambiente todos os anos.

Sintaticamente, é correto afirmar que, nesta frase:

Alternativas
Q3379055 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.


A tirana


    Quem a vê, tão velhinha, tão honesta de aparência, não sabe o que ali se esconde. Casou, teve filhos e lhe vieram netos, e sobre a descendência ela se repastou no gozo de mandar. Só queria dar ordens. Se um filho gostava de Maria, seria com Joana que haveria de casar, mesmo porque um filho não tinha o direito de gostar senão de quem ela gostasse. Se outro queria estudar Medicina, deveria estudar Direito. Se a filha não queria engordar – ela a trataria especialmente a mingau de fubá e macarronada. Afinal, ela dera vida e criara todos eles, e agora chegara o seu momento. Sua casa era um quartel; ela gozava a delícia de implantar a disciplina mais feroz.

    Durante anos conseguiu ser mais adulada e festejada do que um ministro em viagem pelo interior. Depois, com os novos elementos, com os estranhos entrando na família, começou a derrocada do império. Primeiro foi a nora que não se quis desfazer de uma mobília de estimação e debandou de casa. O marido da fugitiva ainda se demorou uns dias em companhia da mãe, sem ter coragem de quebrar aquela disciplina que já lhe entrara pelos confins da consciência. Mas, certa manhã, à hora do café, ele não apareceu. Era a Revolução. Pouco a pouco foram imitando o rebelde. O filho, que fora obrigado a estudar Direito, largou a profissão e se permitiu ter negócios sem nenhum visto materno. A filha, que era engordada como peru de Natal, arranjou emprego e passou a almoçar tranquilamente as suas saladas.

    Os filhos e os netos se arranjaram, como puderam, fora de suas vistas. A senhora ficou sozinha em seu palacete. Agora, o dinheiro sobrava, o espaço sobrava.


(Dinah Silveira de Queiroz. Quadrante 1. Editora do Autor, 1962. Adaptado)
Assinale a alternativa cuja frase está em conformidade com a norma-padrão de concordância verbal. 
Alternativas
Q3379053 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.


A tirana


    Quem a vê, tão velhinha, tão honesta de aparência, não sabe o que ali se esconde. Casou, teve filhos e lhe vieram netos, e sobre a descendência ela se repastou no gozo de mandar. Só queria dar ordens. Se um filho gostava de Maria, seria com Joana que haveria de casar, mesmo porque um filho não tinha o direito de gostar senão de quem ela gostasse. Se outro queria estudar Medicina, deveria estudar Direito. Se a filha não queria engordar – ela a trataria especialmente a mingau de fubá e macarronada. Afinal, ela dera vida e criara todos eles, e agora chegara o seu momento. Sua casa era um quartel; ela gozava a delícia de implantar a disciplina mais feroz.

    Durante anos conseguiu ser mais adulada e festejada do que um ministro em viagem pelo interior. Depois, com os novos elementos, com os estranhos entrando na família, começou a derrocada do império. Primeiro foi a nora que não se quis desfazer de uma mobília de estimação e debandou de casa. O marido da fugitiva ainda se demorou uns dias em companhia da mãe, sem ter coragem de quebrar aquela disciplina que já lhe entrara pelos confins da consciência. Mas, certa manhã, à hora do café, ele não apareceu. Era a Revolução. Pouco a pouco foram imitando o rebelde. O filho, que fora obrigado a estudar Direito, largou a profissão e se permitiu ter negócios sem nenhum visto materno. A filha, que era engordada como peru de Natal, arranjou emprego e passou a almoçar tranquilamente as suas saladas.

    Os filhos e os netos se arranjaram, como puderam, fora de suas vistas. A senhora ficou sozinha em seu palacete. Agora, o dinheiro sobrava, o espaço sobrava.


(Dinah Silveira de Queiroz. Quadrante 1. Editora do Autor, 1962. Adaptado)
Considere os trechos do primeiro parágrafo.

•  Quem a vê, tão velhinha, tão honesta de aparência…
•  … mesmo porque um filho não tinha o direito de gostar senão de quem ela gostasse.
•  Afinal, ela dera vida e criara todos eles…

Os termos destacados expõem, correta e respectivamente, as ideias de
Alternativas
Q3379048 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.


O medo de ficar longe das telas


    Muito se tem atribuído os altos índices de transtornos mentais de crianças e adolescentes ao uso irrestrito das telas.

     Um artigo do “The New York Times”, em 2024, comentou sobre a ligação entre a proliferação de algoritmos que viciam e o colapso da saúde mental dos jovens, incluindo fatores como depressão, pensamentos suicidas e automutilação. No artigo, a colunista Michelle Goldberg menciona os impactos catastróficos do uso excessivo das redes sociais, que estimulam padrões de beleza e de popularidade irreais, e afetam os adolescentes, em especial as meninas.

    Fato é que vivemos uma epidemia de excesso de telas. Nunca se cunharam tantos termos para denominar tantos vícios. Nomofobia é um deles, até então usado para pessoas com mais idade, mas que agora inclui os jovens. A palavra vem de no mobile phobia (fobia de ficar sem celular). É o termo para descrever o medo irracional de não ter acesso à internet.

    Um estudo da Western University, liderado pela professora de Neurociência Emma Duerden, no Canadá, coletou dados que revelaram que, durante a pandemia, as crianças passaram mais que o dobro do tempo recomendado em frente às telas. Ou seja, de pouco menos de 6 horas por dia para impressionantes 13 horas por dia, quase todos os minutos em que estavam acordadas, o que provocou o aumento dos níveis de ansiedade e depressão.

    Em seu best-seller “A Geração Ansiosa”, Jonathan Haidt* apresenta estatísticas sobre a saúde mental dos jovens e explica como a redução do tempo de brincadeiras ao ar livre e a supervisão excessiva dos pais prejudicam o desenvolvimento social e emocional das crianças. Segundo ele, as crianças precisam de brincadeiras livres para que se tornem resilientes e capazes de avaliar riscos, contudo a sociedade tem privado os jovens dessas experiências importantes.

     Para o Instituto de Ciências da Educação (IES), criar ambientes livres de tecnologia em casa, como durante as refeições ou na hora de dormir, pode reduzir a dependência dos dispositivos. Hoje, conversar abertamente com os jovens sobre os riscos do uso excessivo da internet e a respeito do comportamento online responsável é fundamental.


(Carolina Delboni. www.estadao.com.br/emais/carolina-delboni/ nomofobia-o-medo-de-ficar-longe-das-telas-afeta-saude- -mental-de-criancas-e-adolescentes/?utm_source=estadao:mail Publicado em 30.09.2024. Adaptado)


*Jonathan Haidt: psicólogo social e professor da Universidade de Nova York.
O uso irrestrito das telas,                  se têm                 os altos índices de transtornos mentais de jovens e crianças,                 chamando a atenção dos especialistas.

Com base na norma-padrão de regência e de concordância, as lacunas da frase devem ser preenchidas, respectivamente, por:
Alternativas
Q3378854 Português
Assinale a alternativa redigida em conformidade com a norma-padrão de concordância e regência verbais. 
Alternativas
Q3378849 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão:


   Se é verdade que o preconceito de grupo golpeia geralmente as minorias, há ao menos uma exceção que nos deve fazer refletir. A série de preconceitos antifemininos dos homens não diz respeito a uma minoria: quanto ao número, as mulheres são mais ou menos como os homens e não vivem separadas em grupos minoritários. Entre homens e mulheres há desigualdades naturais que seria estupidez esquecer. Mas é inegável que muitas das desigualdades entre a condição masculina e a feminina são de origem social, tanto que as relações entre homem e mulher mudam segundo as diversas sociedades. A emancipação da mulher, a que assistimos há anos, é uma emancipação que também deve avançar por meio da crítica aos preconceitos, isto é, de verdadeiras atitudes mentais radicadas no costume, nas ideologias, na literatura, no modo de pensar das pessoas, tão radicadas que, tendo sido perdida a noção da sua origem, continuam a ser defendidas por pessoas que as consideram como juízos fundados em dados de fato.

    Precisamente porque estes preconceitos interpostos entre o homem e a mulher dizem respeito à metade do gênero humano e não apenas a pequenas minorias, é de considerar que o movimento pela emancipação das mulheres e pela conquista, por elas, da paridade dos direitos e das condições seja a maior (eu estaria até mesmo tentado a dizer a única) revolução de nosso tempo.


(Norberto Bobbio. Elogio da serenidade e outros escritos morais, 1998. Adaptado) 
Assinale a alternativa em que o trecho do 1o parágrafo “... muitas das desigualdades entre a condição masculina e a feminina são de origem social, tanto que as relações entre homem e mulher mudam segundo as diversas sociedades.” foi reescrito sem alteração do sentido original.
Alternativas
Q3378691 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão:


   Longe de mim querer matar você de inveja, mas dias atrás cravei os dentes numa coxinha de camarão com requeijão. Numa, não; em três. E saiba que o “inha”, aí, não é diminutivo, é tratamento carinhoso, da parte de quem por 13 anos esteve privado dessa rechonchuda maravilha.

   Bobagem minha: para morrer de inveja, você precisaria saber o que vem a ser uma coxinha de camarão com requeijão. Falo da legítima, da única, que existiu em Belo Horizonte durante pouco mais de 20 anos, até desaparecer, no ano de 1998.

   Nunca me conformei com o sumiço do pitéu com que me regalei décadas a fio, toda vez que minhas papilas gustativas visitavam a capital mineira. Alguns meses atrás, numa crônica que publiquei, escrevi logo no título: “Saudade da coxa de requeijão.” Na última linha, joguei sem maior esperança uma garrafa ao mar: “Tem por aí alguma pessoa que faz?”

   Pois não é que apareceu uma? E não qualquer pessoa: ninguém menos que Thereza Oliveira, a inventora da supracitada perdição gastronômica. De Tiradentes, para onde se mudou faz uns anos, ela ergueu um dedo, olha eu aqui!, e deixou no ar a tentação: que eu fosse aplacar a saudade da coxinha de camarão com requeijão.

   Quis a sorte que recentemente me viesse convite para lançar um livro ali, e quando escrevi a Thereza para dizer que estava a caminho, ela anunciou a coincidência: eu ia me hospedar ao lado de seu charmoso mocó tiradentino − num alto de morro onde de uns anos para cá se construíram várias casas “antigas”. Lá fui bater, salivando, mal pus a mala na pousada.

   Além de três formidáveis coxas de requeijão, Thereza me serviu a história do fabuloso salgado por ela concebido. Seu irmão Pedro morava no Rio e, nas confeitarias, achava constrangedor ter que pedir um monte de salgadinhos para matar a fome − será que não dava para fazer um salgadão? Thereza, primeiro, foi de peito de frango, que teve a ideia inédita de revestir de requeijão − até que lhe viesse a ideia melhor ainda de trocar o frango pelo camarão.


(Humberto Werneck. Esse inverno vai acabar, 2011. Adaptado)
No trecho do 1º parágrafo “Longe de mim querer matar você de inveja, mas dias atrás cravei os dentes numa coxinha...”, as expressões destacadas apresentam, correta e respectivamente, circunstâncias de 
Alternativas
Q3377495 Português
Leia o texto para responder à questão.


Billy adora ouvir música clássica. De smoking.


    Sentado em uma almofada no meio de uma sala de ensaio de orquestra, um filhote de pastor alemão vestindo um smoking fechou os olhos pacificamente para absorver a música ao vivo ao seu redor.

    Billy, um fã de música clássica, com 2 anos e meio de idade e resgatado de uma fazenda no Texas, foi convidado pela Orquestra Metropolitana de Vancouver, no Canadá, para assistir, no início de setembro, ao primeiro ensaio da temporada.

    Os músicos Lucian Barz, um violinista e violista de 33 anos, e Teresa Bowes, uma pianista de 27 anos, casados, adotaram Billy em junho de 2022, completamente alheios à sua admiração pela música clássica.

    “Mas eu fiquei surpreso”, conta Barz. “Você ouve muitas coisas sobre animais que gostam de música. Eu cresci em uma fazenda e costumava levar meu violino e tocar para as vacas.” Barz explica que Bowes frequentemente toca música clássica em casa. E, logo que adotaram Billy, eles perceberam o quanto ele era receptivo aos sons que ouvia todos os dias.

    “É principalmente um alimento para a alma, apenas ver a pureza de um animal desfrutando música, lembrando que ela é a linguagem universal”, diz Barz.

    Ken Hsieh, maestro da orquestra, decidiu executar a Sinfonia n° 4 de Schumann para Billy, e notou o quão sociável o filhote era com os músicos e pensou que ele ficaria agitado durante a apresentação, mas, para sua surpresa, Billy ficou quieto e envolveu-se com a música respeitosamente. 

    “Ele levantava a cabeça quando ouvia algo grandioso acontecendo na música e abaixava quando em momentos mais tranquilos”, conta Hsieh. “Ele realmente se relaciona, de maneira ativa, com o que fazemos, e isso é o que eu realmente desejo que meu público esteja fazendo. Quero dizer, passando por esse mesmo estado emocional.”


(Jiselle Lee, The Washington Post. O Estado de S.Paulo, 21 de setembro de 2024. Adaptado) 
Assinale a alternativa que apresenta redação de acordo com a norma-padrão de regência verbal e nominal.
Alternativas
Q3377494 Português
Leia o texto para responder à questão.


Billy adora ouvir música clássica. De smoking.


    Sentado em uma almofada no meio de uma sala de ensaio de orquestra, um filhote de pastor alemão vestindo um smoking fechou os olhos pacificamente para absorver a música ao vivo ao seu redor.

    Billy, um fã de música clássica, com 2 anos e meio de idade e resgatado de uma fazenda no Texas, foi convidado pela Orquestra Metropolitana de Vancouver, no Canadá, para assistir, no início de setembro, ao primeiro ensaio da temporada.

    Os músicos Lucian Barz, um violinista e violista de 33 anos, e Teresa Bowes, uma pianista de 27 anos, casados, adotaram Billy em junho de 2022, completamente alheios à sua admiração pela música clássica.

    “Mas eu fiquei surpreso”, conta Barz. “Você ouve muitas coisas sobre animais que gostam de música. Eu cresci em uma fazenda e costumava levar meu violino e tocar para as vacas.” Barz explica que Bowes frequentemente toca música clássica em casa. E, logo que adotaram Billy, eles perceberam o quanto ele era receptivo aos sons que ouvia todos os dias.

    “É principalmente um alimento para a alma, apenas ver a pureza de um animal desfrutando música, lembrando que ela é a linguagem universal”, diz Barz.

    Ken Hsieh, maestro da orquestra, decidiu executar a Sinfonia n° 4 de Schumann para Billy, e notou o quão sociável o filhote era com os músicos e pensou que ele ficaria agitado durante a apresentação, mas, para sua surpresa, Billy ficou quieto e envolveu-se com a música respeitosamente. 

    “Ele levantava a cabeça quando ouvia algo grandioso acontecendo na música e abaixava quando em momentos mais tranquilos”, conta Hsieh. “Ele realmente se relaciona, de maneira ativa, com o que fazemos, e isso é o que eu realmente desejo que meu público esteja fazendo. Quero dizer, passando por esse mesmo estado emocional.”


(Jiselle Lee, The Washington Post. O Estado de S.Paulo, 21 de setembro de 2024. Adaptado) 
Assinale a alternativa cuja frase apresenta concordância verbal de acordo com a norma-padrão.
Alternativas
Q3377493 Português
Leia o texto para responder à questão.


Billy adora ouvir música clássica. De smoking.


    Sentado em uma almofada no meio de uma sala de ensaio de orquestra, um filhote de pastor alemão vestindo um smoking fechou os olhos pacificamente para absorver a música ao vivo ao seu redor.

    Billy, um fã de música clássica, com 2 anos e meio de idade e resgatado de uma fazenda no Texas, foi convidado pela Orquestra Metropolitana de Vancouver, no Canadá, para assistir, no início de setembro, ao primeiro ensaio da temporada.

    Os músicos Lucian Barz, um violinista e violista de 33 anos, e Teresa Bowes, uma pianista de 27 anos, casados, adotaram Billy em junho de 2022, completamente alheios à sua admiração pela música clássica.

    “Mas eu fiquei surpreso”, conta Barz. “Você ouve muitas coisas sobre animais que gostam de música. Eu cresci em uma fazenda e costumava levar meu violino e tocar para as vacas.” Barz explica que Bowes frequentemente toca música clássica em casa. E, logo que adotaram Billy, eles perceberam o quanto ele era receptivo aos sons que ouvia todos os dias.

    “É principalmente um alimento para a alma, apenas ver a pureza de um animal desfrutando música, lembrando que ela é a linguagem universal”, diz Barz.

    Ken Hsieh, maestro da orquestra, decidiu executar a Sinfonia n° 4 de Schumann para Billy, e notou o quão sociável o filhote era com os músicos e pensou que ele ficaria agitado durante a apresentação, mas, para sua surpresa, Billy ficou quieto e envolveu-se com a música respeitosamente. 

    “Ele levantava a cabeça quando ouvia algo grandioso acontecendo na música e abaixava quando em momentos mais tranquilos”, conta Hsieh. “Ele realmente se relaciona, de maneira ativa, com o que fazemos, e isso é o que eu realmente desejo que meu público esteja fazendo. Quero dizer, passando por esse mesmo estado emocional.”


(Jiselle Lee, The Washington Post. O Estado de S.Paulo, 21 de setembro de 2024. Adaptado) 
Leia os trechos.

•  ... um filhote de pastor alemão vestindo um smoking fechou os olhos pacificamente para absorver a música ao vivo ao seu redor. (1° parágrafo)
•  ...e notou o quão sociável o filhote era com os músicos e pensou que ele ficaria ativo durante a apresentação, mas, para sua surpresa, Billy ficou quieto e envolveu- -se com a música respeitosamente. (6° parágrafo)

As palavras em destaque estabelecem, correta e respectivamente, relações de sentido de
Alternativas
Q3377461 Português
O declínio dos insetos: uma ameaça silenciosa ao equilíbrio da vida na Terra


Vivemos em um planeta de insetos. Eles representam setenta por cento de todas as espécies conhecidas na Terra e sua biomassa combinada é dezesseis vezes maior que a dos humanos.

Eles também desempenham um papel crucial na vida terrestre, pois servem de alimento para diversos animais, incluindo a maioria dos pássaros, morcegos, lagartos, anfíbios e peixes de água doce.

Oitenta por cento das espécies de plantas selvagens do mundo também dependem de insetos para polinizá-las, assim como três quartos das plantas que cultivamos para alimentação. Não é exagero dizer que, sem os insetos, muitos de nós morreríamos de fome.

No entanto, muitos tipos de insetos em diferentes partes do mundo estão ameaçados. Embora medir suas populações seja algo complexo, existem sinais preocupantes.

Um importante estudo de 2020 estimou que os insetos que vivem na Terra diminuem em nove por cento por década em todo o mundo. Um estudo alemão descobriu que a biomassa de insetos voadores nas reservas naturais reduziu de forma alarmante entre 1989 e 2016. Nos Estados Unidos, as populações de borboleta-monarca diminuíram oitenta por cento neste século.

Algumas espécies no Reino Unido, como a borboleta-vírgula e as borboletas-malhadinhas, contrariam a tendência. Entretanto, de maneira geral, a distribuição geográfica global das borboletas no Reino Unido diminuiu desde 1976.

As espécies invasoras também estão sofrendo. Ratos se alimentaram da tesourinha de Santa Helena, um tipo de lacraia, até levar a espécie à extinção e quase exterminaram o weta gigante da Nova Zelândia, um tipo de gafanhoto.

A poluição luminosa também representa um problema, pois atrai as mariposas e as condena à morte, perturbando o ciclo de vida dos insetos. Ela também desorienta alguns besouros que navegam usando a luz da Via Láctea.

Além de tudo isso, os insetos têm agora que lidar com as mudanças climáticas. Alguns insetos mais adaptáveis, como os mosquitos, as baratas e as moscas domésticas, serão beneficiados pelas temperaturas mais altas. Mas a maioria sofrerá.

Zangões desaparecem de seus habitats mais ao sul, superaquecendo em seus corpos peludos à medida que o clima esquenta. Secas, inundações e incêndios florestais também devastam as populações já ameaçadas.

Em 1962, a bióloga americana Rachel Carson publicou o livro Primavera Silenciosa, alertando que causávamos danos terríveis ao nosso planeta. Ela escreveu: "O homem é parte da natureza e sua guerra contra a natureza é uma guerra contra si mesmo inevitavelmente ".

A previsão de Carson era apenas o começo. Desde então, os habitats de vida selvagem ricos em insetos foram destruídos em grande escala. Os solos foram degradados e os rios obstruídos com lodo, poluídos ou drenados. A agricultura, tão dependente dos insetos para a polinização, é responsável por grande parte do seu declínio. Estima-se que quatro milhões de toneladas de pesticidas sejam lançadas no meio ambiente todos os anos.



https://www.bbc.com/portuguese/articles/cedgnv3yvlpo.adaptado.
Algumas espécies no Reino Unido, "como a borboleta-vírgula e as borboletas-malhadinhas", contrariam a tendência.
Sintaticamente, o termo destacado nesta frase trata-se de:
Alternativas
Q3377458 Português
O declínio dos insetos: uma ameaça silenciosa ao equilíbrio da vida na Terra


Vivemos em um planeta de insetos. Eles representam setenta por cento de todas as espécies conhecidas na Terra e sua biomassa combinada é dezesseis vezes maior que a dos humanos.

Eles também desempenham um papel crucial na vida terrestre, pois servem de alimento para diversos animais, incluindo a maioria dos pássaros, morcegos, lagartos, anfíbios e peixes de água doce.

Oitenta por cento das espécies de plantas selvagens do mundo também dependem de insetos para polinizá-las, assim como três quartos das plantas que cultivamos para alimentação. Não é exagero dizer que, sem os insetos, muitos de nós morreríamos de fome.

No entanto, muitos tipos de insetos em diferentes partes do mundo estão ameaçados. Embora medir suas populações seja algo complexo, existem sinais preocupantes.

Um importante estudo de 2020 estimou que os insetos que vivem na Terra diminuem em nove por cento por década em todo o mundo. Um estudo alemão descobriu que a biomassa de insetos voadores nas reservas naturais reduziu de forma alarmante entre 1989 e 2016. Nos Estados Unidos, as populações de borboleta-monarca diminuíram oitenta por cento neste século.

Algumas espécies no Reino Unido, como a borboleta-vírgula e as borboletas-malhadinhas, contrariam a tendência. Entretanto, de maneira geral, a distribuição geográfica global das borboletas no Reino Unido diminuiu desde 1976.

As espécies invasoras também estão sofrendo. Ratos se alimentaram da tesourinha de Santa Helena, um tipo de lacraia, até levar a espécie à extinção e quase exterminaram o weta gigante da Nova Zelândia, um tipo de gafanhoto.

A poluição luminosa também representa um problema, pois atrai as mariposas e as condena à morte, perturbando o ciclo de vida dos insetos. Ela também desorienta alguns besouros que navegam usando a luz da Via Láctea.

Além de tudo isso, os insetos têm agora que lidar com as mudanças climáticas. Alguns insetos mais adaptáveis, como os mosquitos, as baratas e as moscas domésticas, serão beneficiados pelas temperaturas mais altas. Mas a maioria sofrerá.

Zangões desaparecem de seus habitats mais ao sul, superaquecendo em seus corpos peludos à medida que o clima esquenta. Secas, inundações e incêndios florestais também devastam as populações já ameaçadas.

Em 1962, a bióloga americana Rachel Carson publicou o livro Primavera Silenciosa, alertando que causávamos danos terríveis ao nosso planeta. Ela escreveu: "O homem é parte da natureza e sua guerra contra a natureza é uma guerra contra si mesmo inevitavelmente ".

A previsão de Carson era apenas o começo. Desde então, os habitats de vida selvagem ricos em insetos foram destruídos em grande escala. Os solos foram degradados e os rios obstruídos com lodo, poluídos ou drenados. A agricultura, tão dependente dos insetos para a polinização, é responsável por grande parte do seu declínio. Estima-se que quatro milhões de toneladas de pesticidas sejam lançadas no meio ambiente todos os anos.



https://www.bbc.com/portuguese/articles/cedgnv3yvlpo.adaptado.
Eles também desempenham um papel crucial na vida terrestre, pois servem de alimento para diversos animais, incluindo a maioria dos pássaros, morcegos, lagartos, anfíbios e peixes de água doce.
A frase em questão apresenta uma oração:
Alternativas
Respostas
8541: A
8542: B
8543: C
8544: C
8545: B
8546: C
8547: D
8548: B
8549: C
8550: B
8551: E
8552: A
8553: E
8554: B
8555: D
8556: C
8557: D
8558: E
8559: A
8560: A