Questões de Concurso Comentadas sobre sintaxe em português

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Q3273480 Português
Analise as alternativas abaixo com atenção e assinale aquele que possuir erro no emprego da regência nos termos da Norma Culta da Língua Portuguesa.
Alternativas
Q3273479 Português

Leia com atenção a afirmativa abaixo:

O projeto foi concluído pelos colaboradores antes do prazo estabelecido.

Assinale a alternativa com a análise correta acerca da afirmativa lida.

Alternativas
Q3273478 Português

Analise atenciosamente as afirmativas abaixo:


I.Um bando de pássaros sobrevoou a cidade durante o pôr do sol.

II.A maioria dos estudantes estavam ansiosos para as férias.

III.Um milhão de pessoas participaram do evento cultural.

IV.Somente um ou outro conseguirão participar da reunião.

V.Não só os alunos mas também o professor participaram da competição.


Em quais das afirmativas lidas a concordância verbal está correta:

Alternativas
Q3273477 Português

Analise com atenção as colunas abaixo:


Coluna 01:

(__)Adjunto adnominal.

(__)Agente da passiva.

(__)Aposto.

(__)Complemento nominal.

(__)Predicado.


Coluna 02:

I.Termos acessórios da oração;

II.Termos integrantes da oração;

III.Termos essenciais da oração.



Correlacione ambas as colunas de acordo com a classificação de cada um dos termos da oração dispostos na Coluna 01. Em seguida, assinale a alternativa com a sequência correta: 

Alternativas
Q3273368 Português
Leia atenciosamente as alternativas a seguir e assinale aquela que não contém erro em sua concordância nominal:
Alternativas
Q3273284 Português
Adolescentes ganham voz em documento nacional do MEC


Relatório Nacional da Semana da Escuta das Adolescências foi debatido nesta sexta (14) pelo Ministério da Educação e por parceiros envolvidos na escuta. Durante a semana, foram ouvidos 2,3 milhões de estudantes.

As demandas de aprendizagem, inovação, clima, convivência e participação dos adolescentes nas escolas foram objeto de escuta e debate no Ministério da Educação (MEC). Nesta sexta-feira, 14 de fevereiro, o MEC foi palco de uma reunião para discutir o Relatório Nacional da Semana da Escuta das Adolescências. Por meio da Secretaria de Educação Básica (SEB), o documento preliminar foi apresentado para as equipes do MEC e instituições envolvidas no processo da escuta. Elas auxiliaram na análise sobre questões essenciais trazidas pelos adolescentes, que serão incorporadas às políticas públicas educacionais. Na reunião, o grupo analisou os dados coletados e refletiu sobre as ações a serem desdobradas, a partir dos insumos oferecidos pelo relatório. A previsão é que o documento final seja entregue em março.

Durante a Semana da Escuta das Adolescências, foram ouvidos 2,3 milhões de estudantes de mais de 20 mil escolas. A iniciativa faz parte das ações do Programa de Fortalecimento para os Anos Finais do Ensino Fundamental – Escola das Adolescências. Ele conjuga esforços da União, dos estados, dos municípios e do Distrito Federal, a fim de construir uma proposta para esse percurso do ensino fundamental que se conecte com as diversas formas de viver a adolescência no Brasil e fomente a melhoria da aprendizagem. O MEC oferece apoio técnico-pedagógico e incentivo financeiro para as escolas, priorizadas segundo critérios socioeconômicos e étnico-raciais.

Com o objetivo de conhecer de forma aprofundada o que pensam os adolescentes dos anos finais do ensino fundamental e desenvolver estratégias para a política educacional, a semana foi uma ação estratégica do programa, realizada nas redes de educação de todo o país, entre os dias 13 e 27 de maio de 2024. O MEC considera que o desenvolvimento de um processo de ensino-aprendizagem coerente para esses estudantes passa por compreender suas necessidades específicas.

O diretor de Políticas e Diretrizes da Educação Integral Básica do MEC, Alexsandro Santos, informou que a entrega do relatório possibilita a sistematização e o aprofundamento de questões identificadas na escuta. “Os estudantes valorizam muito a presença na escola, a socialização que eles conseguem fazer entre pares, a compreensão de outras formas de viver a adolescência e também os laços afetivos que eles acabam construindo no processo pedagógico. Isso nos ajuda a pensar, por exemplo, aspectos como a restrição do uso de celulares nessa faixa etária. Se eles apontam que a socialização, o afeto, a troca de ideias, o trabalho coletivo e colaborativo são pontos importantes que eles identificam na escola, a gente precisa mesmo criar oportunidades para que eles interajam e realizem projetos juntos”, afirmou.

Outro ponto destacado pelos estudantes, observou Santos, é a necessidade de ações e projetos culturais, além do esporte e lazer dentro do currículo da escola. “Isso nos ajuda a pensar a importância do Programa Escola em Tempo Integral, que favorece esse tipo de prática dentro do currículo e oportuniza essas experiências pedagógicas diferentes”, completou.

A coordenadora-geral de Ensino Fundamental do MEC, Tereza Farias, adiantou que o relatório nacional apresentará os principais pontos que os estudantes destacaram na escuta em relação à aprendizagem, clima, convivência, participação e inovação. “Toda essa escuta alimentou as estratégias da política e o nascimento do Programa Escola das Adolescências, que está perto de completar um ano. No ano passado, o MEC entregou os relatórios das escolas, estados e municípios. Hoje, junto com as instituições parceiras que fizeram toda a engenharia da escuta, estamos finalizando a redação da conclusão final para publicar o relatório nacional”, disse.

A escuta foi apoiada pelo Itaú Social e desenvolvida em parceria com a Rede de Conhecimento Social (Recos), o Portal Povir e a organização Interdisciplinaridade e Evidências do Debate Educacional (Iede).

Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da SEB

(Fonte: Adolescentes ganham voz em documento nacional do MEC. Ministério da Educação, [s.d.]. Disponível em: https://www.gov.br/mec/pt-br/assuntos/noticias/2025/fevereiro/adolescentes-ganham-voz-em -documento-nacionaldo-mec. Acesso em: 17 fev. 2025.)
Assinale a alternativa cuja análise da regência nominal está de acordo com a norma-padrão da Língua Portuguesa:
Alternativas
Q3273283 Português
Adolescentes ganham voz em documento nacional do MEC


Relatório Nacional da Semana da Escuta das Adolescências foi debatido nesta sexta (14) pelo Ministério da Educação e por parceiros envolvidos na escuta. Durante a semana, foram ouvidos 2,3 milhões de estudantes.

As demandas de aprendizagem, inovação, clima, convivência e participação dos adolescentes nas escolas foram objeto de escuta e debate no Ministério da Educação (MEC). Nesta sexta-feira, 14 de fevereiro, o MEC foi palco de uma reunião para discutir o Relatório Nacional da Semana da Escuta das Adolescências. Por meio da Secretaria de Educação Básica (SEB), o documento preliminar foi apresentado para as equipes do MEC e instituições envolvidas no processo da escuta. Elas auxiliaram na análise sobre questões essenciais trazidas pelos adolescentes, que serão incorporadas às políticas públicas educacionais. Na reunião, o grupo analisou os dados coletados e refletiu sobre as ações a serem desdobradas, a partir dos insumos oferecidos pelo relatório. A previsão é que o documento final seja entregue em março.

Durante a Semana da Escuta das Adolescências, foram ouvidos 2,3 milhões de estudantes de mais de 20 mil escolas. A iniciativa faz parte das ações do Programa de Fortalecimento para os Anos Finais do Ensino Fundamental – Escola das Adolescências. Ele conjuga esforços da União, dos estados, dos municípios e do Distrito Federal, a fim de construir uma proposta para esse percurso do ensino fundamental que se conecte com as diversas formas de viver a adolescência no Brasil e fomente a melhoria da aprendizagem. O MEC oferece apoio técnico-pedagógico e incentivo financeiro para as escolas, priorizadas segundo critérios socioeconômicos e étnico-raciais.

Com o objetivo de conhecer de forma aprofundada o que pensam os adolescentes dos anos finais do ensino fundamental e desenvolver estratégias para a política educacional, a semana foi uma ação estratégica do programa, realizada nas redes de educação de todo o país, entre os dias 13 e 27 de maio de 2024. O MEC considera que o desenvolvimento de um processo de ensino-aprendizagem coerente para esses estudantes passa por compreender suas necessidades específicas.

O diretor de Políticas e Diretrizes da Educação Integral Básica do MEC, Alexsandro Santos, informou que a entrega do relatório possibilita a sistematização e o aprofundamento de questões identificadas na escuta. “Os estudantes valorizam muito a presença na escola, a socialização que eles conseguem fazer entre pares, a compreensão de outras formas de viver a adolescência e também os laços afetivos que eles acabam construindo no processo pedagógico. Isso nos ajuda a pensar, por exemplo, aspectos como a restrição do uso de celulares nessa faixa etária. Se eles apontam que a socialização, o afeto, a troca de ideias, o trabalho coletivo e colaborativo são pontos importantes que eles identificam na escola, a gente precisa mesmo criar oportunidades para que eles interajam e realizem projetos juntos”, afirmou.

Outro ponto destacado pelos estudantes, observou Santos, é a necessidade de ações e projetos culturais, além do esporte e lazer dentro do currículo da escola. “Isso nos ajuda a pensar a importância do Programa Escola em Tempo Integral, que favorece esse tipo de prática dentro do currículo e oportuniza essas experiências pedagógicas diferentes”, completou.

A coordenadora-geral de Ensino Fundamental do MEC, Tereza Farias, adiantou que o relatório nacional apresentará os principais pontos que os estudantes destacaram na escuta em relação à aprendizagem, clima, convivência, participação e inovação. “Toda essa escuta alimentou as estratégias da política e o nascimento do Programa Escola das Adolescências, que está perto de completar um ano. No ano passado, o MEC entregou os relatórios das escolas, estados e municípios. Hoje, junto com as instituições parceiras que fizeram toda a engenharia da escuta, estamos finalizando a redação da conclusão final para publicar o relatório nacional”, disse.

A escuta foi apoiada pelo Itaú Social e desenvolvida em parceria com a Rede de Conhecimento Social (Recos), o Portal Povir e a organização Interdisciplinaridade e Evidências do Debate Educacional (Iede).

Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da SEB

(Fonte: Adolescentes ganham voz em documento nacional do MEC. Ministério da Educação, [s.d.]. Disponível em: https://www.gov.br/mec/pt-br/assuntos/noticias/2025/fevereiro/adolescentes-ganham-voz-em -documento-nacionaldo-mec. Acesso em: 17 fev. 2025.)
Considerando as regras de concordância verbal e os contextos apresentados no texto “Adolescentes ganham voz em documento nacional do MEC”, assinale a alternativa em que o verbo está corretamente flexionado de acordo com a norma-padrão: 
Alternativas
Q3273282 Português
Adolescentes ganham voz em documento nacional do MEC


Relatório Nacional da Semana da Escuta das Adolescências foi debatido nesta sexta (14) pelo Ministério da Educação e por parceiros envolvidos na escuta. Durante a semana, foram ouvidos 2,3 milhões de estudantes.

As demandas de aprendizagem, inovação, clima, convivência e participação dos adolescentes nas escolas foram objeto de escuta e debate no Ministério da Educação (MEC). Nesta sexta-feira, 14 de fevereiro, o MEC foi palco de uma reunião para discutir o Relatório Nacional da Semana da Escuta das Adolescências. Por meio da Secretaria de Educação Básica (SEB), o documento preliminar foi apresentado para as equipes do MEC e instituições envolvidas no processo da escuta. Elas auxiliaram na análise sobre questões essenciais trazidas pelos adolescentes, que serão incorporadas às políticas públicas educacionais. Na reunião, o grupo analisou os dados coletados e refletiu sobre as ações a serem desdobradas, a partir dos insumos oferecidos pelo relatório. A previsão é que o documento final seja entregue em março.

Durante a Semana da Escuta das Adolescências, foram ouvidos 2,3 milhões de estudantes de mais de 20 mil escolas. A iniciativa faz parte das ações do Programa de Fortalecimento para os Anos Finais do Ensino Fundamental – Escola das Adolescências. Ele conjuga esforços da União, dos estados, dos municípios e do Distrito Federal, a fim de construir uma proposta para esse percurso do ensino fundamental que se conecte com as diversas formas de viver a adolescência no Brasil e fomente a melhoria da aprendizagem. O MEC oferece apoio técnico-pedagógico e incentivo financeiro para as escolas, priorizadas segundo critérios socioeconômicos e étnico-raciais.

Com o objetivo de conhecer de forma aprofundada o que pensam os adolescentes dos anos finais do ensino fundamental e desenvolver estratégias para a política educacional, a semana foi uma ação estratégica do programa, realizada nas redes de educação de todo o país, entre os dias 13 e 27 de maio de 2024. O MEC considera que o desenvolvimento de um processo de ensino-aprendizagem coerente para esses estudantes passa por compreender suas necessidades específicas.

O diretor de Políticas e Diretrizes da Educação Integral Básica do MEC, Alexsandro Santos, informou que a entrega do relatório possibilita a sistematização e o aprofundamento de questões identificadas na escuta. “Os estudantes valorizam muito a presença na escola, a socialização que eles conseguem fazer entre pares, a compreensão de outras formas de viver a adolescência e também os laços afetivos que eles acabam construindo no processo pedagógico. Isso nos ajuda a pensar, por exemplo, aspectos como a restrição do uso de celulares nessa faixa etária. Se eles apontam que a socialização, o afeto, a troca de ideias, o trabalho coletivo e colaborativo são pontos importantes que eles identificam na escola, a gente precisa mesmo criar oportunidades para que eles interajam e realizem projetos juntos”, afirmou.

Outro ponto destacado pelos estudantes, observou Santos, é a necessidade de ações e projetos culturais, além do esporte e lazer dentro do currículo da escola. “Isso nos ajuda a pensar a importância do Programa Escola em Tempo Integral, que favorece esse tipo de prática dentro do currículo e oportuniza essas experiências pedagógicas diferentes”, completou.

A coordenadora-geral de Ensino Fundamental do MEC, Tereza Farias, adiantou que o relatório nacional apresentará os principais pontos que os estudantes destacaram na escuta em relação à aprendizagem, clima, convivência, participação e inovação. “Toda essa escuta alimentou as estratégias da política e o nascimento do Programa Escola das Adolescências, que está perto de completar um ano. No ano passado, o MEC entregou os relatórios das escolas, estados e municípios. Hoje, junto com as instituições parceiras que fizeram toda a engenharia da escuta, estamos finalizando a redação da conclusão final para publicar o relatório nacional”, disse.

A escuta foi apoiada pelo Itaú Social e desenvolvida em parceria com a Rede de Conhecimento Social (Recos), o Portal Povir e a organização Interdisciplinaridade e Evidências do Debate Educacional (Iede).

Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da SEB

(Fonte: Adolescentes ganham voz em documento nacional do MEC. Ministério da Educação, [s.d.]. Disponível em: https://www.gov.br/mec/pt-br/assuntos/noticias/2025/fevereiro/adolescentes-ganham-voz-em -documento-nacionaldo-mec. Acesso em: 17 fev. 2025.)
Considerando a organização sintática dos períodos no texto, assinale a alternativa cuja análise está correta:
Alternativas
Q3273222 Português
Um convite para se reencontrar


(Disponível em: gauchazh.clicrbs.com.br/pioneiro/colunistas/sandra-cecilia-peradelles/noticia/2025/02/umconvite-para-se-reencontrar.html – texto adaptado especialmente para esta prova).


Assinale a alternativa que indica a correta função sintática do termo “Caríssimo” na linha 01. 
Alternativas
Q3271292 Português
Para responder à questão, considere o texto abaixo:

A jornada de trabalho e a saúde do trabalhador

Por Leon Ancillotti
(Texto Adaptado)

    A jornada de trabalho está intimamente ligada à saúde e à segurança do trabalhador, pois o excesso ou a irregularidade do tempo de trabalho pode causar danos físicos e psíquicos aos empregados. Estudos apontam que jornadas extenuantes, superiores a dez horas diárias ou cinquenta horas semanais, aumentam os riscos de acidentes, doenças cardiovasculares, distúrbios do sono, estresse, depressão, ansiedade e síndrome de burnout . Por isso, é importante que haja um equilíbrio entre a jornada de trabalho e o tempo destinado ao descanso, ao lazer, à educação e à convivência familiar e social.
    Diante desse cenário, muitos trabalhadores têm se mobilizado para reivindicar uma jornada de trabalho mais justa e equilibrada, que respeite os seus direitos e as suas necessidades. No TikTok, o movimento Pela Vida Além do Trabalho (VAT) tem ganhado apoio e adesão de milhares de pessoas que trabalham na escala 6x1 ou em outras formas de jornada abusiva.

Fonte: https://www.jusbrasil.com.br/artigos/escala-6x1
No trecho "o tempo destinado ao descanso, ao lazer, à educação e à convivência familiar e social", o uso da crase está relacionado à regência do termo "destinado". Com base nisso, assinale a alternativa correta: 
Alternativas
Q3271291 Português
Para responder à questão, considere o texto abaixo:

A jornada de trabalho e a saúde do trabalhador

Por Leon Ancillotti
(Texto Adaptado)

    A jornada de trabalho está intimamente ligada à saúde e à segurança do trabalhador, pois o excesso ou a irregularidade do tempo de trabalho pode causar danos físicos e psíquicos aos empregados. Estudos apontam que jornadas extenuantes, superiores a dez horas diárias ou cinquenta horas semanais, aumentam os riscos de acidentes, doenças cardiovasculares, distúrbios do sono, estresse, depressão, ansiedade e síndrome de burnout . Por isso, é importante que haja um equilíbrio entre a jornada de trabalho e o tempo destinado ao descanso, ao lazer, à educação e à convivência familiar e social.
    Diante desse cenário, muitos trabalhadores têm se mobilizado para reivindicar uma jornada de trabalho mais justa e equilibrada, que respeite os seus direitos e as suas necessidades. No TikTok, o movimento Pela Vida Além do Trabalho (VAT) tem ganhado apoio e adesão de milhares de pessoas que trabalham na escala 6x1 ou em outras formas de jornada abusiva.

Fonte: https://www.jusbrasil.com.br/artigos/escala-6x1
Na seguinte passagem do texto: "Estudos apontam que jornadas extenuantes, superiores a dez horas diárias ou cinquenta horas semanais", há um problema na construção da frase. A alternativa que explica corretamente o motivo desse problema é
Alternativas
Q3271236 Português
TEXTO BASE PARA A QUESTÃO.


Dia Internacional da Mulher 2025 – para TODAS as mulheres e meninas: direitos, igualdade e empoderamento.


07.01.2025


No dia 8 de março de 2025, junte-se a nós para celebrar o Dia Internacional da Mulher com o tema: “Para TODAS as mulheres e meninas: Direitos. Igualdade. Empoderamento.”

O tema deste ano representa um chamado para ações que possam ampliar a igualdade de direitos, poder e oportunidades para todas, e um futuro feminista onde nenhuma seja deixada para trás. O empoderamento da próxima geração é central para essa ideia — a juventude, especialmente as jovens mulheres e meninas, será protagonista de mudanças duradouras.
[…]


DIA INTERNACIONAL DA MULHER 2025 ONU. Disponível em: https://www.onumulheres.org.br/noticias/diainternacional-da-mulher-2025-para-todas-as-mulheres-e-meninas-direitos-igualdade-e-empoderamento/. Acesso em: 17 janeiro 2025.
Em “[…] um futuro feminista onde nenhuma seja deixada para trás”, o vocábulo “onde” poderia ser adequadamente substituído, sem que houvesse alteração de sentido, por
Alternativas
Q3271235 Português
TEXTO BASE PARA A QUESTÃO.


Dia Internacional da Mulher 2025 – para TODAS as mulheres e meninas: direitos, igualdade e empoderamento.


07.01.2025


No dia 8 de março de 2025, junte-se a nós para celebrar o Dia Internacional da Mulher com o tema: “Para TODAS as mulheres e meninas: Direitos. Igualdade. Empoderamento.”

O tema deste ano representa um chamado para ações que possam ampliar a igualdade de direitos, poder e oportunidades para todas, e um futuro feminista onde nenhuma seja deixada para trás. O empoderamento da próxima geração é central para essa ideia — a juventude, especialmente as jovens mulheres e meninas, será protagonista de mudanças duradouras.
[…]


DIA INTERNACIONAL DA MULHER 2025 ONU. Disponível em: https://www.onumulheres.org.br/noticias/diainternacional-da-mulher-2025-para-todas-as-mulheres-e-meninas-direitos-igualdade-e-empoderamento/. Acesso em: 17 janeiro 2025.
No trecho “[…] a juventude, especialmente as jovens mulheres e meninas, será protagonista de mudanças duradouras”, o termo sublinhado concorda com
Alternativas
Q3269122 Português

Leia atentamente o texto abaixo para responder à questão.



Fake news x desinformação


(Texto adaptado)


      O que mudou nos últimos anos, depois da explosão das redes sociais, foi a escala e o meio de difusão de mentiras, que passaram a ser chamadas de fake news (notícias falsas) e desinformação. Usados popularmente como sinônimos, os dois termos têm diferenças conceituais de acordo com os estudiosos do assunto e as instituições que os utilizam.


     Segundo Eugênio Bucci, professor titular da Escola de Comunicações e Artes da USP, “fake news é a falsificação da forma notícia. Parece ser uma notícia jornalística, mas não é”. Ele explicou o conceito em evento da Procuradoria Regional Eleitoral de São Paulo no ano passado, do qual também participou o presidente do Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo (TRE-SP), desembargador Paulo Galizia.


     O professor argumenta que não se deve usar a expressão como sinônimo de mentira. “Fake news são um tipo historicamente datado de mentira. São uma criação do século XXI, que frauda a forma notícia a partir das plataformas sociais e das tecnologias digitais que favorecem a difusão massiva de enunciados”, explica. “As fake news não existem desde sempre.”


  Já a desinformação, de acordo com o professor, trata-se de um ambiente comunicacional hostil à informação. “A desinformação é o efeito geral da disseminação de fake news e de outros recursos para enganar ou manipular pessoas ou públicos com fins inescrupulosos”, afirma. “Na era da desinformação, a capacidade social de distinguir fato e opinião se desfaz.”


Fonte: https://www.tre-go.jus.br/comunicacao/noticias/

Considerando novamente o trecho "Já a desinformação, de acordo com o professor, trata-se de um ambiente comunicacional hostil à informação”, o termo que substitui a palavra “já” sem prejuízo de sentido é
Alternativas
Q3267355 Português
Autoridades do governo Trump defendem uso de lei de guerra para deportar imigrantes


Lei foi defendida mesmo após juiz ter bloqueado a medida e de a Venezuela ter negado que os deportados eram membros de gangue

Valerie Volcovici e Nathan Layne


    Autoridades do governo Trump defenderam no domingo o uso de poderes extraordinários de guerra para deportar dezenas de imigrantes venezuelanos, apesar de um juiz ter bloqueado a medida e de a Venezuela ter negado afirmações das autoridades norte-americanas de que os deportados eram membros de gangue.

   "Trata-se de uma guerra moderna, e continuaremos a combatê-la e a proteger os cidadãos americanos a cada passo do caminho", disse a secretária de Justiça Pam Bondi à apresentadora da Fox News Maria Bartiromo, no programa Sunday Morning Futures.

   Bondi afirmou que a decisão do governo Trump de deportar 137 imigrantes venezuelanos no último fim de semana para El Salvador foi justificada porque eles eram membros da temida gangue Tren de Aragua da Venezuela e representavam um risco à segurança.

  O ministro do Interior da Venezuela, Diosdado Cabello, disse na sexta-feira, no entanto, que nenhum dos venezuelanos deportados pelos EUA para El Salvador era membro da gangue, a qual Washington declarou ser um grupo terrorista.

   O governo usou a Alien Enemies Act de 1798, uma lei de tempo de guerra, para deportar os imigrantes, alegando que eles estavam cometendo crimes violentos e enviando dinheiro para a Venezuela.

   O assessor de segurança nacional da Casa Branca, Mike Waltz, disse no programa "Face the Nation" da CBS, sem citar evidências, que o Tren de Aragua era um representante do governo do presidente venezuelano Nicolás Maduro.

   "A lei de sedição se aplica plenamente porque também determinamos que esse grupo está agindo como representante do regime de Maduro", declarou Waltz. "Maduro está deliberadamente esvaziando suas prisões de forma indireta para influenciar um ataque aos Estados Unidos."

   O juiz distrital James Boasberg disse na sexta-feira que continuaria a investigar se o governo Trump violou sua ordem de bloquear temporariamente o uso da lei para deportações, depois de não ter conseguido desviar dois voos que transportavam os venezuelanos.

    O governo Trump enfrenta o prazo de 25 de março para responder à solicitação dele de mais detalhes sobre as deportações.

   Alguns juristas veem a situação como uma escalada no confronto do presidente Donald Trump com o judiciário e dizem que isso levanta preocupações de uma crise constitucional iminente.

   O czar da fronteira de Trump, Tom Homan, disse ao programa "This Week" da ABC News que não desafiaria a ordem de Boasberg, mas reiterou que o governo Trump continuaria a prender os imigrantes que considerasse perigosos.

    "Vamos continuar a prender ameaças à segurança pública e à segurança nacional", afirmou Homan. "Continuaremos a visar os piores dos piores."



https://www.terra.com.br/noticias/mundo/autoridades-do-governo-trump-defendem-uso-de-le i-de-guerra-para-deportar-imigrantes,97a5b71447658692ab095a856ac748f2sik3qb7m.html? utm_source=clipboard
[Questão Inédita] Na oração "Alguns juristas veem a situação como uma escalada no confronto do presidente Donald Trump com o judiciário e dizem que isso levanta preocupações de uma crise constitucional iminente." (10º parágrafo), o termo "como uma escalada no confronto do presidente Donald Trump com o judiciário" é identificado como:
Alternativas
Q3267354 Português
Autoridades do governo Trump defendem uso de lei de guerra para deportar imigrantes


Lei foi defendida mesmo após juiz ter bloqueado a medida e de a Venezuela ter negado que os deportados eram membros de gangue

Valerie Volcovici e Nathan Layne


    Autoridades do governo Trump defenderam no domingo o uso de poderes extraordinários de guerra para deportar dezenas de imigrantes venezuelanos, apesar de um juiz ter bloqueado a medida e de a Venezuela ter negado afirmações das autoridades norte-americanas de que os deportados eram membros de gangue.

   "Trata-se de uma guerra moderna, e continuaremos a combatê-la e a proteger os cidadãos americanos a cada passo do caminho", disse a secretária de Justiça Pam Bondi à apresentadora da Fox News Maria Bartiromo, no programa Sunday Morning Futures.

   Bondi afirmou que a decisão do governo Trump de deportar 137 imigrantes venezuelanos no último fim de semana para El Salvador foi justificada porque eles eram membros da temida gangue Tren de Aragua da Venezuela e representavam um risco à segurança.

  O ministro do Interior da Venezuela, Diosdado Cabello, disse na sexta-feira, no entanto, que nenhum dos venezuelanos deportados pelos EUA para El Salvador era membro da gangue, a qual Washington declarou ser um grupo terrorista.

   O governo usou a Alien Enemies Act de 1798, uma lei de tempo de guerra, para deportar os imigrantes, alegando que eles estavam cometendo crimes violentos e enviando dinheiro para a Venezuela.

   O assessor de segurança nacional da Casa Branca, Mike Waltz, disse no programa "Face the Nation" da CBS, sem citar evidências, que o Tren de Aragua era um representante do governo do presidente venezuelano Nicolás Maduro.

   "A lei de sedição se aplica plenamente porque também determinamos que esse grupo está agindo como representante do regime de Maduro", declarou Waltz. "Maduro está deliberadamente esvaziando suas prisões de forma indireta para influenciar um ataque aos Estados Unidos."

   O juiz distrital James Boasberg disse na sexta-feira que continuaria a investigar se o governo Trump violou sua ordem de bloquear temporariamente o uso da lei para deportações, depois de não ter conseguido desviar dois voos que transportavam os venezuelanos.

    O governo Trump enfrenta o prazo de 25 de março para responder à solicitação dele de mais detalhes sobre as deportações.

   Alguns juristas veem a situação como uma escalada no confronto do presidente Donald Trump com o judiciário e dizem que isso levanta preocupações de uma crise constitucional iminente.

   O czar da fronteira de Trump, Tom Homan, disse ao programa "This Week" da ABC News que não desafiaria a ordem de Boasberg, mas reiterou que o governo Trump continuaria a prender os imigrantes que considerasse perigosos.

    "Vamos continuar a prender ameaças à segurança pública e à segurança nacional", afirmou Homan. "Continuaremos a visar os piores dos piores."



https://www.terra.com.br/noticias/mundo/autoridades-do-governo-trump-defendem-uso-de-le i-de-guerra-para-deportar-imigrantes,97a5b71447658692ab095a856ac748f2sik3qb7m.html? utm_source=clipboard
[Questão Inédita] O verbo com transitividade diferente dos sublinhados nas alternativas é:
Alternativas
Q3267352 Português
Autoridades do governo Trump defendem uso de lei de guerra para deportar imigrantes


Lei foi defendida mesmo após juiz ter bloqueado a medida e de a Venezuela ter negado que os deportados eram membros de gangue

Valerie Volcovici e Nathan Layne


    Autoridades do governo Trump defenderam no domingo o uso de poderes extraordinários de guerra para deportar dezenas de imigrantes venezuelanos, apesar de um juiz ter bloqueado a medida e de a Venezuela ter negado afirmações das autoridades norte-americanas de que os deportados eram membros de gangue.

   "Trata-se de uma guerra moderna, e continuaremos a combatê-la e a proteger os cidadãos americanos a cada passo do caminho", disse a secretária de Justiça Pam Bondi à apresentadora da Fox News Maria Bartiromo, no programa Sunday Morning Futures.

   Bondi afirmou que a decisão do governo Trump de deportar 137 imigrantes venezuelanos no último fim de semana para El Salvador foi justificada porque eles eram membros da temida gangue Tren de Aragua da Venezuela e representavam um risco à segurança.

  O ministro do Interior da Venezuela, Diosdado Cabello, disse na sexta-feira, no entanto, que nenhum dos venezuelanos deportados pelos EUA para El Salvador era membro da gangue, a qual Washington declarou ser um grupo terrorista.

   O governo usou a Alien Enemies Act de 1798, uma lei de tempo de guerra, para deportar os imigrantes, alegando que eles estavam cometendo crimes violentos e enviando dinheiro para a Venezuela.

   O assessor de segurança nacional da Casa Branca, Mike Waltz, disse no programa "Face the Nation" da CBS, sem citar evidências, que o Tren de Aragua era um representante do governo do presidente venezuelano Nicolás Maduro.

   "A lei de sedição se aplica plenamente porque também determinamos que esse grupo está agindo como representante do regime de Maduro", declarou Waltz. "Maduro está deliberadamente esvaziando suas prisões de forma indireta para influenciar um ataque aos Estados Unidos."

   O juiz distrital James Boasberg disse na sexta-feira que continuaria a investigar se o governo Trump violou sua ordem de bloquear temporariamente o uso da lei para deportações, depois de não ter conseguido desviar dois voos que transportavam os venezuelanos.

    O governo Trump enfrenta o prazo de 25 de março para responder à solicitação dele de mais detalhes sobre as deportações.

   Alguns juristas veem a situação como uma escalada no confronto do presidente Donald Trump com o judiciário e dizem que isso levanta preocupações de uma crise constitucional iminente.

   O czar da fronteira de Trump, Tom Homan, disse ao programa "This Week" da ABC News que não desafiaria a ordem de Boasberg, mas reiterou que o governo Trump continuaria a prender os imigrantes que considerasse perigosos.

    "Vamos continuar a prender ameaças à segurança pública e à segurança nacional", afirmou Homan. "Continuaremos a visar os piores dos piores."



https://www.terra.com.br/noticias/mundo/autoridades-do-governo-trump-defendem-uso-de-le i-de-guerra-para-deportar-imigrantes,97a5b71447658692ab095a856ac748f2sik3qb7m.html? utm_source=clipboard
[Questão Inédita] A vírgula foi empregada exclusivamente para marcar mudança de sujeito sintático em:
Alternativas
Q3267351 Português
Autoridades do governo Trump defendem uso de lei de guerra para deportar imigrantes


Lei foi defendida mesmo após juiz ter bloqueado a medida e de a Venezuela ter negado que os deportados eram membros de gangue

Valerie Volcovici e Nathan Layne


    Autoridades do governo Trump defenderam no domingo o uso de poderes extraordinários de guerra para deportar dezenas de imigrantes venezuelanos, apesar de um juiz ter bloqueado a medida e de a Venezuela ter negado afirmações das autoridades norte-americanas de que os deportados eram membros de gangue.

   "Trata-se de uma guerra moderna, e continuaremos a combatê-la e a proteger os cidadãos americanos a cada passo do caminho", disse a secretária de Justiça Pam Bondi à apresentadora da Fox News Maria Bartiromo, no programa Sunday Morning Futures.

   Bondi afirmou que a decisão do governo Trump de deportar 137 imigrantes venezuelanos no último fim de semana para El Salvador foi justificada porque eles eram membros da temida gangue Tren de Aragua da Venezuela e representavam um risco à segurança.

  O ministro do Interior da Venezuela, Diosdado Cabello, disse na sexta-feira, no entanto, que nenhum dos venezuelanos deportados pelos EUA para El Salvador era membro da gangue, a qual Washington declarou ser um grupo terrorista.

   O governo usou a Alien Enemies Act de 1798, uma lei de tempo de guerra, para deportar os imigrantes, alegando que eles estavam cometendo crimes violentos e enviando dinheiro para a Venezuela.

   O assessor de segurança nacional da Casa Branca, Mike Waltz, disse no programa "Face the Nation" da CBS, sem citar evidências, que o Tren de Aragua era um representante do governo do presidente venezuelano Nicolás Maduro.

   "A lei de sedição se aplica plenamente porque também determinamos que esse grupo está agindo como representante do regime de Maduro", declarou Waltz. "Maduro está deliberadamente esvaziando suas prisões de forma indireta para influenciar um ataque aos Estados Unidos."

   O juiz distrital James Boasberg disse na sexta-feira que continuaria a investigar se o governo Trump violou sua ordem de bloquear temporariamente o uso da lei para deportações, depois de não ter conseguido desviar dois voos que transportavam os venezuelanos.

    O governo Trump enfrenta o prazo de 25 de março para responder à solicitação dele de mais detalhes sobre as deportações.

   Alguns juristas veem a situação como uma escalada no confronto do presidente Donald Trump com o judiciário e dizem que isso levanta preocupações de uma crise constitucional iminente.

   O czar da fronteira de Trump, Tom Homan, disse ao programa "This Week" da ABC News que não desafiaria a ordem de Boasberg, mas reiterou que o governo Trump continuaria a prender os imigrantes que considerasse perigosos.

    "Vamos continuar a prender ameaças à segurança pública e à segurança nacional", afirmou Homan. "Continuaremos a visar os piores dos piores."



https://www.terra.com.br/noticias/mundo/autoridades-do-governo-trump-defendem-uso-de-le i-de-guerra-para-deportar-imigrantes,97a5b71447658692ab095a856ac748f2sik3qb7m.html? utm_source=clipboard
[Questão Inédita] No trecho "Autoridades do governo Trump defenderam no domingo o uso de poderes extraordinários de guerra para deportar dezenas de imigrantes venezuelanos..." (1º parágrafo), o termo "de poderes extraordinários de guerra" ocupa a função sintática de:
Alternativas
Q3267350 Português
Autoridades do governo Trump defendem uso de lei de guerra para deportar imigrantes


Lei foi defendida mesmo após juiz ter bloqueado a medida e de a Venezuela ter negado que os deportados eram membros de gangue

Valerie Volcovici e Nathan Layne


    Autoridades do governo Trump defenderam no domingo o uso de poderes extraordinários de guerra para deportar dezenas de imigrantes venezuelanos, apesar de um juiz ter bloqueado a medida e de a Venezuela ter negado afirmações das autoridades norte-americanas de que os deportados eram membros de gangue.

   "Trata-se de uma guerra moderna, e continuaremos a combatê-la e a proteger os cidadãos americanos a cada passo do caminho", disse a secretária de Justiça Pam Bondi à apresentadora da Fox News Maria Bartiromo, no programa Sunday Morning Futures.

   Bondi afirmou que a decisão do governo Trump de deportar 137 imigrantes venezuelanos no último fim de semana para El Salvador foi justificada porque eles eram membros da temida gangue Tren de Aragua da Venezuela e representavam um risco à segurança.

  O ministro do Interior da Venezuela, Diosdado Cabello, disse na sexta-feira, no entanto, que nenhum dos venezuelanos deportados pelos EUA para El Salvador era membro da gangue, a qual Washington declarou ser um grupo terrorista.

   O governo usou a Alien Enemies Act de 1798, uma lei de tempo de guerra, para deportar os imigrantes, alegando que eles estavam cometendo crimes violentos e enviando dinheiro para a Venezuela.

   O assessor de segurança nacional da Casa Branca, Mike Waltz, disse no programa "Face the Nation" da CBS, sem citar evidências, que o Tren de Aragua era um representante do governo do presidente venezuelano Nicolás Maduro.

   "A lei de sedição se aplica plenamente porque também determinamos que esse grupo está agindo como representante do regime de Maduro", declarou Waltz. "Maduro está deliberadamente esvaziando suas prisões de forma indireta para influenciar um ataque aos Estados Unidos."

   O juiz distrital James Boasberg disse na sexta-feira que continuaria a investigar se o governo Trump violou sua ordem de bloquear temporariamente o uso da lei para deportações, depois de não ter conseguido desviar dois voos que transportavam os venezuelanos.

    O governo Trump enfrenta o prazo de 25 de março para responder à solicitação dele de mais detalhes sobre as deportações.

   Alguns juristas veem a situação como uma escalada no confronto do presidente Donald Trump com o judiciário e dizem que isso levanta preocupações de uma crise constitucional iminente.

   O czar da fronteira de Trump, Tom Homan, disse ao programa "This Week" da ABC News que não desafiaria a ordem de Boasberg, mas reiterou que o governo Trump continuaria a prender os imigrantes que considerasse perigosos.

    "Vamos continuar a prender ameaças à segurança pública e à segurança nacional", afirmou Homan. "Continuaremos a visar os piores dos piores."



https://www.terra.com.br/noticias/mundo/autoridades-do-governo-trump-defendem-uso-de-le i-de-guerra-para-deportar-imigrantes,97a5b71447658692ab095a856ac748f2sik3qb7m.html? utm_source=clipboard
[Questão Inédita] O conectivo "no entanto", no quarto parágrafo, pode ser substituído, mantendo o mesmo sentido, por:
Alternativas
Q3267349 Português
Autoridades do governo Trump defendem uso de lei de guerra para deportar imigrantes


Lei foi defendida mesmo após juiz ter bloqueado a medida e de a Venezuela ter negado que os deportados eram membros de gangue

Valerie Volcovici e Nathan Layne


    Autoridades do governo Trump defenderam no domingo o uso de poderes extraordinários de guerra para deportar dezenas de imigrantes venezuelanos, apesar de um juiz ter bloqueado a medida e de a Venezuela ter negado afirmações das autoridades norte-americanas de que os deportados eram membros de gangue.

   "Trata-se de uma guerra moderna, e continuaremos a combatê-la e a proteger os cidadãos americanos a cada passo do caminho", disse a secretária de Justiça Pam Bondi à apresentadora da Fox News Maria Bartiromo, no programa Sunday Morning Futures.

   Bondi afirmou que a decisão do governo Trump de deportar 137 imigrantes venezuelanos no último fim de semana para El Salvador foi justificada porque eles eram membros da temida gangue Tren de Aragua da Venezuela e representavam um risco à segurança.

  O ministro do Interior da Venezuela, Diosdado Cabello, disse na sexta-feira, no entanto, que nenhum dos venezuelanos deportados pelos EUA para El Salvador era membro da gangue, a qual Washington declarou ser um grupo terrorista.

   O governo usou a Alien Enemies Act de 1798, uma lei de tempo de guerra, para deportar os imigrantes, alegando que eles estavam cometendo crimes violentos e enviando dinheiro para a Venezuela.

   O assessor de segurança nacional da Casa Branca, Mike Waltz, disse no programa "Face the Nation" da CBS, sem citar evidências, que o Tren de Aragua era um representante do governo do presidente venezuelano Nicolás Maduro.

   "A lei de sedição se aplica plenamente porque também determinamos que esse grupo está agindo como representante do regime de Maduro", declarou Waltz. "Maduro está deliberadamente esvaziando suas prisões de forma indireta para influenciar um ataque aos Estados Unidos."

   O juiz distrital James Boasberg disse na sexta-feira que continuaria a investigar se o governo Trump violou sua ordem de bloquear temporariamente o uso da lei para deportações, depois de não ter conseguido desviar dois voos que transportavam os venezuelanos.

    O governo Trump enfrenta o prazo de 25 de março para responder à solicitação dele de mais detalhes sobre as deportações.

   Alguns juristas veem a situação como uma escalada no confronto do presidente Donald Trump com o judiciário e dizem que isso levanta preocupações de uma crise constitucional iminente.

   O czar da fronteira de Trump, Tom Homan, disse ao programa "This Week" da ABC News que não desafiaria a ordem de Boasberg, mas reiterou que o governo Trump continuaria a prender os imigrantes que considerasse perigosos.

    "Vamos continuar a prender ameaças à segurança pública e à segurança nacional", afirmou Homan. "Continuaremos a visar os piores dos piores."



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[Questão Inédita] A oração que apresenta sujeito indeterminado está em:
Alternativas
Respostas
8001: D
8002: A
8003: A
8004: B
8005: B
8006: B
8007: E
8008: D
8009: D
8010: A
8011: D
8012: B
8013: A
8014: E
8015: E
8016: C
8017: B
8018: C
8019: C
8020: B