Questões de Concurso
Comentadas sobre sintaxe em português
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Para responder à questão, leia o texto abaixo
Juros altos levam empresas à alavancagem
insustentável, dizem especialistas
Empresas brasileiras passam por um período de pressão financeira sem precedentes recentes, marcado por uma combinação de juros elevados, crédito restrito e aumento do endividamento.
Esse cenário tem pressionado o caixa das companhias e impulsionado os pedidos de recuperação judicial no país, que atingiram níveis recordes em 2025. Segundo pesquisa da Serasa Experian, somente no último ano, 2.466 empresas entraram com processos para reestruturar as contas.
O fio condutor desse cenário é a Selic, que permaneceu estacionada em 15% ao ano durante boa parte do ano passado, o maior patamar em quase duas décadas. Com o custo do crédito nas alturas, empresas que se alavancaram durante o período de juros baixos passaram, portanto, a enfrentar uma conta cada vez mais difícil de fechar.
Para o sócio do Granito Boneli Advogados e especialista em recuperação empresarial, Felipe Granito, essa transição de cenário deixou as empresas em uma situação de alavancagem financeira insustentável.
Segundo o especialista, há, portanto, uma relação direta entre o ambiente de juros elevados e a crise enfrentada pelas empresas.
Além disso, um levantamento realizado pela Serasa Experian apontou que, do início de 2025 até julho, 8 milhões de CNPJs brasileiros estavam negativados, com uma alta de 200 mil negócios no comparativo mensal.
“Esse patamar de juros por tanto tempo, sem dúvida nenhuma, gera um impacto direto nesse momento de crise financeira. E existem ainda vários outros fatores geopolíticos e macroeconômicos que levam a gente a esse cenário de crise financeira”, afirma Granito.
Para o economista-chefe da Austin Rating, Alex Agostini, o mecanismo de transmissão dos juros para a atividade empresarial ocorre, sobretudo, pelo encarecimento do crédito, essencial para financiar operações.
“Quando a taxa de juros é elevada, o custo final aumenta e nem sempre as empresas conseguem repassar essa alta do custo financeiro para o preço final”, avalia Agostini.
Além da alta dos juros, Felipe Granito ainda chama atenção para a limitação de acesso ao crédito no Brasil, especialmente entre empresas de menor porte.
Fonte: https://www.cnnbrasjl.com.brleconomia/macroeconomra/jurosaltos-levam-empresas-a-alavancagem insustentavel-dizem,especialistas/ (adaptado)
I. No trecho Empresas brasileiras passam por um período de pressão financeira, o sujeito e simples.
II. No trecho existem ainda vários outros fatores geopolíticos, macroeconômicos, o sujeito é indeterminado.
Das assertivas, pode-se afirmar que:
Para responder à questão, leia o texto abaixo
Juros altos levam empresas à alavancagem
insustentável, dizem especialistas
Empresas brasileiras passam por um período de pressão financeira sem precedentes recentes, marcado por uma combinação de juros elevados, crédito restrito e aumento do endividamento.
Esse cenário tem pressionado o caixa das companhias e impulsionado os pedidos de recuperação judicial no país, que atingiram níveis recordes em 2025. Segundo pesquisa da Serasa Experian, somente no último ano, 2.466 empresas entraram com processos para reestruturar as contas.
O fio condutor desse cenário é a Selic, que permaneceu estacionada em 15% ao ano durante boa parte do ano passado, o maior patamar em quase duas décadas. Com o custo do crédito nas alturas, empresas que se alavancaram durante o período de juros baixos passaram, portanto, a enfrentar uma conta cada vez mais difícil de fechar.
Para o sócio do Granito Boneli Advogados e especialista em recuperação empresarial, Felipe Granito, essa transição de cenário deixou as empresas em uma situação de alavancagem financeira insustentável.
Segundo o especialista, há, portanto, uma relação direta entre o ambiente de juros elevados e a crise enfrentada pelas empresas.
Além disso, um levantamento realizado pela Serasa Experian apontou que, do início de 2025 até julho, 8 milhões de CNPJs brasileiros estavam negativados, com uma alta de 200 mil negócios no comparativo mensal.
“Esse patamar de juros por tanto tempo, sem dúvida nenhuma, gera um impacto direto nesse momento de crise financeira. E existem ainda vários outros fatores geopolíticos e macroeconômicos que levam a gente a esse cenário de crise financeira”, afirma Granito.
Para o economista-chefe da Austin Rating, Alex Agostini, o mecanismo de transmissão dos juros para a atividade empresarial ocorre, sobretudo, pelo encarecimento do crédito, essencial para financiar operações.
“Quando a taxa de juros é elevada, o custo final aumenta e nem sempre as empresas conseguem repassar essa alta do custo financeiro para o preço final”, avalia Agostini.
Além da alta dos juros, Felipe Granito ainda chama atenção para a limitação de acesso ao crédito no Brasil, especialmente entre empresas de menor porte.
Fonte: https://www.cnnbrasjl.com.brleconomia/macroeconomra/jurosaltos-levam-empresas-a-alavancagem insustentavel-dizem,especialistas/ (adaptado)
Considerando essa perspectiva, assinale a alternativa CORRETA.
I. Em A quietude do instante me abraça, o pronome oblíquo átono me exerce função de objeto direto da forma verbal.
II. Em Ao visitar a biblioteca, abro um livro de poesia, a expressão Ao visitar a biblioteca indica circunstância temporal e apresenta verbo em forma nominal.
Das assertivas, pode-se afirmar que:
Qual alternativa preenche, CORRETA e respectivamente, as lacunas acima?
I. Em Dois sabiás cantam no galho de uma laranjeira, o sujeito da forma verbal é simples.
II. Em lembro das minhas amadas tias, a forma verbal lembro é transitiva indireta no contexto apresentado.
III. Em é preciso pisar com cuidado para não matar, involuntariamente, tantas vidas miúdas, a expressão com cuidado exerce função de adjunto adverbial de modo.
Está(ão) CORRETA(S):
Para responder à questão, leia o texto abaixo.
Brasil garante vagas em creches, mas matrículas na pré-escola recuam
Os dados do Censo Escolar 2025 revelam um cenário de avanços significativos e antigos desafios na educação infantil brasileira.
Por um lado, no segmento de 0 a 3 anos, o país alcançou um marco histórico: 41,8% das crianças nessa faixa etária agora têm acesso a creches. O índice é o maior já registrado e coloca o Brasil em uma trajetória promissora para atingir a meta de 50% estabelecida pelo PNE (Plano Nacional de Educação).
Esse crescimento, segundo especialistas, pode ser associado a investimentos robustos do governo federal via Novo Programa de Aceleração do Crescimento (Novo PAC), que prevê o aporte de R$ 7,37 bilhões para a construção de 1.670 novas unidades. Somente em 2025, o apoio governamental viabilizou a criação de 48,5 mil novas vagas em creches e pré-escolas.
Entretanto, o cenário de otimismo proporcionado pela expansão das creches divide espaço com uma preocupação crescente em relação à pré-escola, etapa voltada para crianças de 4 e 5 anos.
Embora a taxa de atendimento proporcional tenha avançado de 92,9% em 2024 para 93,4% em 2025, indicando que o país amplia o acesso mesmo com a redução da população infantil, o número absoluto de matrículas na rede pública sofreu uma queda, recuando de 4.170.661 em 2023 para 4.131.780 em 2024.
Para Patrícia Lutzlota Guedes, superintendente do Itaú Social, o foco agora deve transcender a abertura de vagas. “O desafio agora é garantir que esse acesso venha acompanhado de qualidade. A pré-escola é decisiva para o desenvolvimento cognitivo e socioemocional das crianças, e exige infraestrutura adequada, professores bem formados e ambientes acolhedores e seguros. Mais do que assegurar vagas, é fundamental garantir experiências educativas que promovam o desenvolvimento integral e reduzam desigualdades desde o início da trajetória escolar.”
Por outro lado, Bernardo Baião, coordenador de Políticas Educacionais do Todos Pela Educação, chama a atenção para a gravidade da retração nas matrículas. Ele observa que a queda de 3,8% em relação a 2024 representa o maior recuo em dez anos, superado apenas pelo período atípico da pandemia em 2021.
“Vale destacar que esta é uma etapa obrigatória e ainda estamos distantes da universalização, com apenas 95% das crianças de 4 a 5 anos matriculadas. Trabalhamos com três hipóteses principais para essa queda: primeiro, problemas na busca ativa, atingindo crianças de famílias vulneráveis que demoram a ingressar na educação básica; segundo, uma oferta desigual nos territórios, que demandaria maior apoio federal e estadual aos municípios; e, por fim, um desafio de financiamento que gera uma competição entre a oferta de creches e a pré-escola.”
Ele chama a atenção para a importância do trabalho cooperativo entre diferentes instâncias do poder público, independentemente de partidos ou orientações políticas.
“É inadmissível que uma etapa obrigatória sofra retração em vez de caminhar para a universalização. Isso não se explica apenas por fatores demográficos. É fundamental que exista uma correlação de forças entre os governos federal, estadual e municipal para garantir essa oferta, com prioridade máxima para as crianças mais vulneráveis.”
Fonte: https://www.cnnbrasil.com.br/educacao/brasil-garante-vagas-em-creches-mas-matriculas-na-pre-escola-recuam/ (adaptado).
Para responder à questão, leia o texto abaixo.
Brasil garante vagas em creches, mas matrículas na pré-escola recuam
Os dados do Censo Escolar 2025 revelam um cenário de avanços significativos e antigos desafios na educação infantil brasileira.
Por um lado, no segmento de 0 a 3 anos, o país alcançou um marco histórico: 41,8% das crianças nessa faixa etária agora têm acesso a creches. O índice é o maior já registrado e coloca o Brasil em uma trajetória promissora para atingir a meta de 50% estabelecida pelo PNE (Plano Nacional de Educação).
Esse crescimento, segundo especialistas, pode ser associado a investimentos robustos do governo federal via Novo Programa de Aceleração do Crescimento (Novo PAC), que prevê o aporte de R$ 7,37 bilhões para a construção de 1.670 novas unidades. Somente em 2025, o apoio governamental viabilizou a criação de 48,5 mil novas vagas em creches e pré-escolas.
Entretanto, o cenário de otimismo proporcionado pela expansão das creches divide espaço com uma preocupação crescente em relação à pré-escola, etapa voltada para crianças de 4 e 5 anos.
Embora a taxa de atendimento proporcional tenha avançado de 92,9% em 2024 para 93,4% em 2025, indicando que o país amplia o acesso mesmo com a redução da população infantil, o número absoluto de matrículas na rede pública sofreu uma queda, recuando de 4.170.661 em 2023 para 4.131.780 em 2024.
Para Patrícia Lutzlota Guedes, superintendente do Itaú Social, o foco agora deve transcender a abertura de vagas. “O desafio agora é garantir que esse acesso venha acompanhado de qualidade. A pré-escola é decisiva para o desenvolvimento cognitivo e socioemocional das crianças, e exige infraestrutura adequada, professores bem formados e ambientes acolhedores e seguros. Mais do que assegurar vagas, é fundamental garantir experiências educativas que promovam o desenvolvimento integral e reduzam desigualdades desde o início da trajetória escolar.”
Por outro lado, Bernardo Baião, coordenador de Políticas Educacionais do Todos Pela Educação, chama a atenção para a gravidade da retração nas matrículas. Ele observa que a queda de 3,8% em relação a 2024 representa o maior recuo em dez anos, superado apenas pelo período atípico da pandemia em 2021.
“Vale destacar que esta é uma etapa obrigatória e ainda estamos distantes da universalização, com apenas 95% das crianças de 4 a 5 anos matriculadas. Trabalhamos com três hipóteses principais para essa queda: primeiro, problemas na busca ativa, atingindo crianças de famílias vulneráveis que demoram a ingressar na educação básica; segundo, uma oferta desigual nos territórios, que demandaria maior apoio federal e estadual aos municípios; e, por fim, um desafio de financiamento que gera uma competição entre a oferta de creches e a pré-escola.”
Ele chama a atenção para a importância do trabalho cooperativo entre diferentes instâncias do poder público, independentemente de partidos ou orientações políticas.
“É inadmissível que uma etapa obrigatória sofra retração em vez de caminhar para a universalização. Isso não se explica apenas por fatores demográficos. É fundamental que exista uma correlação de forças entre os governos federal, estadual e municipal para garantir essa oferta, com prioridade máxima para as crianças mais vulneráveis.”
Fonte: https://www.cnnbrasil.com.br/educacao/brasil-garante-vagas-em-creches-mas-matriculas-na-pre-escola-recuam/ (adaptado).
Para responder à questão, leia o texto abaixo.
Brasil garante vagas em creches, mas matrículas na pré-escola recuam
Os dados do Censo Escolar 2025 revelam um cenário de avanços significativos e antigos desafios na educação infantil brasileira.
Por um lado, no segmento de 0 a 3 anos, o país alcançou um marco histórico: 41,8% das crianças nessa faixa etária agora têm acesso a creches. O índice é o maior já registrado e coloca o Brasil em uma trajetória promissora para atingir a meta de 50% estabelecida pelo PNE (Plano Nacional de Educação).
Esse crescimento, segundo especialistas, pode ser associado a investimentos robustos do governo federal via Novo Programa de Aceleração do Crescimento (Novo PAC), que prevê o aporte de R$ 7,37 bilhões para a construção de 1.670 novas unidades. Somente em 2025, o apoio governamental viabilizou a criação de 48,5 mil novas vagas em creches e pré-escolas.
Entretanto, o cenário de otimismo proporcionado pela expansão das creches divide espaço com uma preocupação crescente em relação à pré-escola, etapa voltada para crianças de 4 e 5 anos.
Embora a taxa de atendimento proporcional tenha avançado de 92,9% em 2024 para 93,4% em 2025, indicando que o país amplia o acesso mesmo com a redução da população infantil, o número absoluto de matrículas na rede pública sofreu uma queda, recuando de 4.170.661 em 2023 para 4.131.780 em 2024.
Para Patrícia Lutzlota Guedes, superintendente do Itaú Social, o foco agora deve transcender a abertura de vagas. “O desafio agora é garantir que esse acesso venha acompanhado de qualidade. A pré-escola é decisiva para o desenvolvimento cognitivo e socioemocional das crianças, e exige infraestrutura adequada, professores bem formados e ambientes acolhedores e seguros. Mais do que assegurar vagas, é fundamental garantir experiências educativas que promovam o desenvolvimento integral e reduzam desigualdades desde o início da trajetória escolar.”
Por outro lado, Bernardo Baião, coordenador de Políticas Educacionais do Todos Pela Educação, chama a atenção para a gravidade da retração nas matrículas. Ele observa que a queda de 3,8% em relação a 2024 representa o maior recuo em dez anos, superado apenas pelo período atípico da pandemia em 2021.
“Vale destacar que esta é uma etapa obrigatória e ainda estamos distantes da universalização, com apenas 95% das crianças de 4 a 5 anos matriculadas. Trabalhamos com três hipóteses principais para essa queda: primeiro, problemas na busca ativa, atingindo crianças de famílias vulneráveis que demoram a ingressar na educação básica; segundo, uma oferta desigual nos territórios, que demandaria maior apoio federal e estadual aos municípios; e, por fim, um desafio de financiamento que gera uma competição entre a oferta de creches e a pré-escola.”
Ele chama a atenção para a importância do trabalho cooperativo entre diferentes instâncias do poder público, independentemente de partidos ou orientações políticas.
“É inadmissível que uma etapa obrigatória sofra retração em vez de caminhar para a universalização. Isso não se explica apenas por fatores demográficos. É fundamental que exista uma correlação de forças entre os governos federal, estadual e municipal para garantir essa oferta, com prioridade máxima para as crianças mais vulneráveis.”
Fonte: https://www.cnnbrasil.com.br/educacao/brasil-garante-vagas-em-creches-mas-matriculas-na-pre-escola-recuam/ (adaptado).
Leia o trecho:
“O correr da vida embrulha tudo, a vida é assim: esquenta e esfria, aperta e daí afrouxa, sossega e depois desinquieta. O que ela quer da gente é coragem”
ROSA, João Guimarães. Grande Sertão: Veredas. Rio de Janeiro: Nova Aguilar, 1994.
No verso destacado “O que ela quer da gente é coragem”, o verbo “quer” apresenta uma determinada regência. A partir da leitura, assinale a alternativa que analisa corretamente essa regência e apresenta uma reescrita adequada de acordo com a norma-padrão:
Histórico do rompimento das barragens da Vale na Mina Córrego do Feijão
Conteúdo Principal Atualizado em: 03/05/2024
Às 12h28min20s do dia 25 de janeiro de 2019 ocorreu o rompimento da Barragem I (B-I), acarretando, em sequência, o rompimento das barragens B-IV e B-IV-A da mina Córrego do Feijão, de propriedade da Vale S.A., do Complexo Paraopeba II, localizada em Brumadinho, na Região Metropolitana de Belo Horizonte (MG). Com o rompimento, houve carreamento de aproximadamente 12 milhões de m³ de rejeitos. Desses, uma parte permaneceu na área da antiga B-I, cerca de 2 Mm³. Na calha do ribeirão Ferro-Carvão até sua confluência com o rio Paraopeba, ficaram depositados 7,8 Mm³ e a parte restante (2,2 Mm³) atingiu a calha do rio Paraopeba, propagando-se até o remanso da Usina Hidrelétrica (UHE) de Retiro Baixo, entre os municípios mineiros de Curvelo e Pompéu. O desastre provocou a morte de 272 pessoas - incluindo dois bebês, de duas grávidas -, representando um dano irreparável. Em abril de 2024, três joias – como as vítimas do rompimento são chamadas – ainda eram buscadas pelo Corpo de Bombeiros Militar de Minas Gerais. Além das perdas humanas, o desastre também causou impactos e prejuízos ambientais e socioeconômicos. A vegetação, a fauna e outros rios foram atingidos ao longo de centenas de quilômetros, atravessando o território de mais de 20 municípios e causando um dos maiores desastres socioambientais da história do país. Os impactos negativos na economia não se restringiram aos municípios da bacia do Rio Paraopeba, tendo causado danos aos municípios da Região Metropolitana de Belo Horizonte e do estado de Minas Gerais como um todo.
Fonte: https://www.mg.gov.br/pro-brumadinho/pagina/historicodo-rompimento-das-barragens-da-vale-na-mina-corrego-do-feijao (adaptado)
No trecho “impactos negativos na economia não se restringiram aos municípios da bacia do Rio Paraopeba”, observa-se o uso adequado da regência nominal. Assinale a alternativa em que a regência do nome no trecho destacado segue a mesma norma padrão:
TEXTO PARA A QUESTÃO .
"Garota, o verão terminou e é hora de pensar, pra valer, em 2026"
Mandei um áudio para uma amiga que andava desolé por causa de um ficante e acabei me estendendo sobre outras coisas, eu parecia uma coach. Durou 8 minutos. Juro. Ela não respondeu. Perdi a amiga, pensei, até que ontem ela surgiu tão alvoroçada pelas minhas palavras que vou aproveitar que é Dia da Mulher e reproduzir o áudio que enviei a ela, com a devida permissão da destinatária (e numa versão editada, prometo).
“Garota, o verão terminou e é hora de pensar, pra valer, em 2026. Antes, vamos falar da fantasia que você criou com esse homem sem atrativos. A promessa não se cumpriu, nada prosperou, então chega de desperdício e foca no que ainda não aconteceu, mas vai. Abre teus chacras para a entrada de pessoas que possam gerar um encontro verdadeiro, basta de alimentar o papel de ‘amiguinha’, chega de ser tão educada, de responder mensagens banais. Desaparece, te dedica aos acasos com potencial para virarem acontecimentos.
Sei que você não gosta de falar de dinheiro, mas admita: você é sovina. Trate de gastar um pouco. Pare de economizar e vá fazer uma viagem, sua conta não vai zerar e ninguém vai morrer com sua ausência.
A passagem do tempo tem que ser enfrentada sem desespero. Daqui a 10 anos você vai sentir saudades de hoje, então mantenha os treinos na academia e a mente ativada, e mesmo que você já não se considere a beldade de antes (maldita autocrítica), ainda assim confie: atrações são despertadas mais pela nossa energia do que pela textura da pele. Cuide da saúde, desligue da aparência. O brilho do seu olhar dá conta.
Aquele cara que se apaixonou perdidamente por você alguns anos atrás, lembra dele? É, aquele. Mesmo tendo sido um caso rápido, cheio de senões, nutriu tua alma, havia ali sentimento de verdade, eterno como raramente é.
Os mistérios do amor já se apresentaram na tua vida. Você já teve amores longos, curtos, imperfeitos, genuínos, como são todas as relações, então agora o que precisa é fazer as pazes com a paz, chega de se apegar ao supérfluo. Invista na consistência. Respeite sua caminhada até aqui.
Os mistérios do amor já se apresentaram na tua vida. Você já teve amores longos, curtos, imperfeitos, genuínos, como são todas as relações, então agora o que precisa é fazer as pazes com a paz, chega de se apegar ao supérfluo. Invista na consistência. Respeite sua caminhada até aqui.
Sei que você já não enxerga redes de apoio, está frágil e insegura quanto à passagem do tempo, tudo é incerteza em frente. Mas é assim com todo mundo, ninguém contou? Volta para a terapia. Daí que é caro? Abra a mão, criatura.
Escuta esse áudio outra vez, agora na velocidade 1, não seja apressadinha. Mais paciência, menos ansiedade. Segue tua vida e, vá saber, talvez um _____ meio sujo estacione em frente à tua casa e alguém te convide para a aventura de ser ____ mulher que você ainda quer ser. Nova. Não na idade, mas no espírito, que não resseca nem enruga. Beijo!”
Autora: Martha Medeiros- GZH (adaptado).
Análise de impacto da licença compulsória de patentes na inovação tecnológica em saúde
A licença compulsoria desempenha um papel vital na garantia do direito à saúde, mitigando os efeitos negativos do monopólio de patentes no acesso a medicamentos. Ao reduzir custos, fortalecer a produção nacional e ampliar o acesso, a medida contribui diretamente para a sustentabilidade de programas de saúde pública e para a equidade no acesso a tratamentos essenciais. Contudo, seu sucesso depende de estratégias complementares, como o investimento em pesquisa, desenvolvimento e inovação e a construção de alianças internacionais para enfrentar as pressões políticas e econômicas contrárias.
No caso do fármaco efavirenz, a licença compulsória de patente possibilitou ao Brasil uma economia significativa nos custos de aquisição, permitindo a ampliação do número de pacientes tratados no âmbito do Sistema Unico de Saúde. Além disso, reduziu a dependência de importaçôes e fortaleceu iniciativas de produção local.
Em suma, apesar de a licença compulsória enfrentar desafios técnicos e políticos, o referido instrumento tem sido crucial para assegurar o acesso a medicamentos essenciais, especialmente em países em desenvolvimento, de modo a garantir de forma ampla o direito à saúde, sem que isso resulte em prejuízos à inovação tecnológica na área.
A experiência brasileira com o efavirenz demonstra que o instrumento da licença compulsória de patentes pode, na verdade, fomentar a inovação, desde que acompanhado de investimentos em pesquisa e desenvolvimento voltados a fortalecer a base tecnologica local e a reduzir a dependência de importações.
Fonte. COELHQ T. C. Aná/ise de impacto da hcença compulsória de patentes na inovação tecnológica em saúde. B. Cient. ESMPU Brasília, ano 23 - n. 63, e-630/,jul.,tdez. 2024 (adaptado)
I. A estrutura sintática original encontra-se na voz passiva analitica, destacando o alvo da ação logo no início do período.
II. A transposição da estrutura para a voz ativa, mantendo os tempos e modos verbais originais, resultaria em: O biólogo Francisco Zorzenon fez a primeira notificação formal no Brasil em 2022.
III. Ao ser convertida diretamente para a voz passiva sintética, a estrutura assumiria o formato: Fizeram-se a primeira notificação formal no Brasil em 2022 pelo biólogo.
Está CORRETO o que se afirma em:
Preenche, CORRETA e respectivamente, as lacunas:
( ) Na frase Deve existir diversos indícios visuais do inseto pelo Brasil, a concordância está adequada à norma-padrão, pois o verbo impessoal transfere sua impessoalidade para o verbo auxiliar.
( ) Na reescrita do fragmento O Ministério da Agricultura ainda não confirmou oficialmente a presença da praga, se o sujeito fosse alterado para O Ministério da Agricultura e os pesquisadores, o verbo principal deveria obrigatoriamente ir para o plural
( ) Se a frase produtos usados no exterior ainda não têm registro fosse reescrita no singular como nenhum dos produtos usados no exterior ainda não tem registro, a retirada do acento circunflexo do verbo ter seria obrigatória.
Qual alternativa preenche, CORRETAMENTE, de cima para baixo, os parênteses acima?
I. No trecho que é preta, o pronome relativo introduz uma oração explicativa, retomando diretamente o termo antecedente coloração.
II. Em Como as folhas crescem a partir dessa regiao central, a conjuncao estabelece uma nitida relacao logico-discursiva de comparação entre a regiao central e o crescimento foliar.
III. Na passagem produtos usados no exterior, como feromonios e inseticidas especificos, a palavra sublinhada funciona para excluir os feromonios da lista de produtos estrangeiros.
Esta CORRETO o que se afirma em: