Questões de Concurso Comentadas sobre sintaxe em português

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Q3506274 Português
Texto 1

Nossa ideia da verdade foi construída ao longo dos séculos, a partir de três concepções diferentes, vindas da língua grega, da latina e da hebraica.

Em grego, verdade se diz aletheia, significando não-oculto, não dissimulado. O verdadeiro é o que se manifesta aos olhos do corpo e do espírito; a verdade é a manifestação daquilo que é ou existe tal como é. O verdadeiro se opõe ao falso, pseudos, o escondido, o dissimulado, o que parece ser e não é como parece. O verdadeiro é o plenamente visível à razão.

Em latim, verdade se diz veritas e se refere à precisão, ao rigor e à exatidão de um relato, no qual se diz com pormenores e fidelidade o que aconteceu. Verdadeiro se refere, portanto, a enunciados que dizem fielmente as coisas tais como foram ou aconteceram. Um relato é veraz ou dotado de veracidade quando a linguagem enuncia os fatos reais.

Em hebraico, verdade se diz emunah e significa confiança. Agora são as pessoas e é Deus quem são verdadeiros. Um Deus verdadeiro ou um amigo verdadeiro são os que cumprem o que prometem, são fiéis à palavra dada ou a um pacto feito; enfim, não traem a confiança.

A nossa concepção da verdade é uma síntese dessas três fontes e por isso se refere às coisas presentes, aos fatos passados, à própria realidade, à linguagem e à confiança-esperança.

CHAUI, Marilena. Convite à Filosofia. 13. ed. São Paulo: Ática. p. 123. [Adaptado]
No trecho “Um Deus verdadeiro ou um amigo verdadeiro são os que cumprem o que prometem, são fiéis à palavra dada ou a um pacto feito; enfim, não traem a confiança”, a oração coordenada apresenta uma 
Alternativas
Q3506273 Português
Texto 1

Nossa ideia da verdade foi construída ao longo dos séculos, a partir de três concepções diferentes, vindas da língua grega, da latina e da hebraica.

Em grego, verdade se diz aletheia, significando não-oculto, não dissimulado. O verdadeiro é o que se manifesta aos olhos do corpo e do espírito; a verdade é a manifestação daquilo que é ou existe tal como é. O verdadeiro se opõe ao falso, pseudos, o escondido, o dissimulado, o que parece ser e não é como parece. O verdadeiro é o plenamente visível à razão.

Em latim, verdade se diz veritas e se refere à precisão, ao rigor e à exatidão de um relato, no qual se diz com pormenores e fidelidade o que aconteceu. Verdadeiro se refere, portanto, a enunciados que dizem fielmente as coisas tais como foram ou aconteceram. Um relato é veraz ou dotado de veracidade quando a linguagem enuncia os fatos reais.

Em hebraico, verdade se diz emunah e significa confiança. Agora são as pessoas e é Deus quem são verdadeiros. Um Deus verdadeiro ou um amigo verdadeiro são os que cumprem o que prometem, são fiéis à palavra dada ou a um pacto feito; enfim, não traem a confiança.

A nossa concepção da verdade é uma síntese dessas três fontes e por isso se refere às coisas presentes, aos fatos passados, à própria realidade, à linguagem e à confiança-esperança.

CHAUI, Marilena. Convite à Filosofia. 13. ed. São Paulo: Ática. p. 123. [Adaptado]
Na frase “Agora são as pessoas e é Deus quem são verdadeiros.”, a palavra destacada é 
Alternativas
Q3506265 Português
O alívio e alegria de astronautas presos no espaço há meses com chegada do resgate


Os astronautas Butch Wilmore e Suni Williams partiram em junho de 2024 em um voo teste para a Estação Espacial Internacional.


A ideia era permanecer lá por oito dias. Nove meses depois, entretanto, a dupla continua no espaço. Problemas técnicos com a espaçonave em que viajavam — a Starliner, uma cápsula construída pela Boeing sob contrato da Nasa — impediram que eles voltassem para casa.


Depois de uma longa espera, Wilmore e Williams devem finalmente dar início à jornada de volta à Terra nesta semana.


Os dois astronautas e outros dois que no momento também estão na estação espacial serão substituídos por quatro colegas, um da Rússia, um do Japão e dois dos EUA.


A expectativa inicial é que a tripulação possa começar o retorno para casa após um período de transferência de dois dias. Esse prazo, contudo, pode ser levemente estendido para aguardar que as condições na Terra estejam ideais para a reentrada segura da cápsula.


Wilmore e Williams expressaram consistentemente nos últimos meses estarem felizes a bordo da estação espacial. O pesquisador de ciência e tecnologia Simeon Barber, da Open University, ressalva que, mesmo com a atitude positiva, a aventura provavelmente veio com um custo pessoal para a dupla.


"Alguém que é enviado em uma viagem de trabalho que deveria durar uma semana não espera que ela acabe levando a maior parte de um ano", destacou.


"Essa estada prolongada no espaço provavelmente interrompeu a dinâmica da vida familiar, eles perderam momentos que aconteceram em casa; então foi, de certa forma, também um período turbulento."


A missão já havia sido adiada por vários anos devido a problemas técnicos no desenvolvimento da nave quando finalmente foi enviada ao espaço.


Tanto o lançamento quanto a atracação na estação espacial foram marcados por problemas, incluindo em alguns dos propulsores, que seriam necessários para desacelerar a espaçonave para reentrada na atmosfera da Terra, e vazamentos de gás hélio no sistema de propulsão.


Com a possibilidade de trazer os astronautas de volta na cápsula Dragon da SpaceX, a Nasa decidiu não correr quaisquer riscos, submetendo os astronautas a mais uma viagem na Starliner.


E preferiu deixar seu retorno para o período já previsto de rotação programada da tripulação que permanece da estação espacial, mesmo que isso significasse manter os dois no espaço por vários meses. A Boeing tem reiteradamente argumentado que seria melhor trazê-los de volta na Starliner, demonstrando insatisfação com o uso da cápsula da empresa rival, episódio embaraçoso para a companhia, de acordo com Barber.


"Não é uma boa imagem para a Boeing ver astronautas que eles levaram para o espaço retornarem em uma nave concorrente."


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cvgd04ykgrvo.adaptado.
Tanto o lançamento quanto a atracação na estação espacial foram marcados por problemas, incluindo em alguns dos propulsores, que seriam necessários para desacelerar a espaçonave para reentrada na atmosfera da Terra, e vazamentos de gás hélio no sistema de propulsão.
No que concerne à concordância nominal presente na frase, assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Q3506263 Português
O alívio e alegria de astronautas presos no espaço há meses com chegada do resgate


Os astronautas Butch Wilmore e Suni Williams partiram em junho de 2024 em um voo teste para a Estação Espacial Internacional.


A ideia era permanecer lá por oito dias. Nove meses depois, entretanto, a dupla continua no espaço. Problemas técnicos com a espaçonave em que viajavam — a Starliner, uma cápsula construída pela Boeing sob contrato da Nasa — impediram que eles voltassem para casa.


Depois de uma longa espera, Wilmore e Williams devem finalmente dar início à jornada de volta à Terra nesta semana.


Os dois astronautas e outros dois que no momento também estão na estação espacial serão substituídos por quatro colegas, um da Rússia, um do Japão e dois dos EUA.


A expectativa inicial é que a tripulação possa começar o retorno para casa após um período de transferência de dois dias. Esse prazo, contudo, pode ser levemente estendido para aguardar que as condições na Terra estejam ideais para a reentrada segura da cápsula.


Wilmore e Williams expressaram consistentemente nos últimos meses estarem felizes a bordo da estação espacial. O pesquisador de ciência e tecnologia Simeon Barber, da Open University, ressalva que, mesmo com a atitude positiva, a aventura provavelmente veio com um custo pessoal para a dupla.


"Alguém que é enviado em uma viagem de trabalho que deveria durar uma semana não espera que ela acabe levando a maior parte de um ano", destacou.


"Essa estada prolongada no espaço provavelmente interrompeu a dinâmica da vida familiar, eles perderam momentos que aconteceram em casa; então foi, de certa forma, também um período turbulento."


A missão já havia sido adiada por vários anos devido a problemas técnicos no desenvolvimento da nave quando finalmente foi enviada ao espaço.


Tanto o lançamento quanto a atracação na estação espacial foram marcados por problemas, incluindo em alguns dos propulsores, que seriam necessários para desacelerar a espaçonave para reentrada na atmosfera da Terra, e vazamentos de gás hélio no sistema de propulsão.


Com a possibilidade de trazer os astronautas de volta na cápsula Dragon da SpaceX, a Nasa decidiu não correr quaisquer riscos, submetendo os astronautas a mais uma viagem na Starliner.


E preferiu deixar seu retorno para o período já previsto de rotação programada da tripulação que permanece da estação espacial, mesmo que isso significasse manter os dois no espaço por vários meses. A Boeing tem reiteradamente argumentado que seria melhor trazê-los de volta na Starliner, demonstrando insatisfação com o uso da cápsula da empresa rival, episódio embaraçoso para a companhia, de acordo com Barber.


"Não é uma boa imagem para a Boeing ver astronautas que eles levaram para o espaço retornarem em uma nave concorrente."


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cvgd04ykgrvo.adaptado.
Esse prazo, contudo, pode ser levemente estendido para aguardar que "as condições na Terra estejam ideais para a reentrada segura da cápsula".
Sintaticamente, é correto afirmar que, na oração destacada: 
Alternativas
Q3506262 Português
O alívio e alegria de astronautas presos no espaço há meses com chegada do resgate


Os astronautas Butch Wilmore e Suni Williams partiram em junho de 2024 em um voo teste para a Estação Espacial Internacional.


A ideia era permanecer lá por oito dias. Nove meses depois, entretanto, a dupla continua no espaço. Problemas técnicos com a espaçonave em que viajavam — a Starliner, uma cápsula construída pela Boeing sob contrato da Nasa — impediram que eles voltassem para casa.


Depois de uma longa espera, Wilmore e Williams devem finalmente dar início à jornada de volta à Terra nesta semana.


Os dois astronautas e outros dois que no momento também estão na estação espacial serão substituídos por quatro colegas, um da Rússia, um do Japão e dois dos EUA.


A expectativa inicial é que a tripulação possa começar o retorno para casa após um período de transferência de dois dias. Esse prazo, contudo, pode ser levemente estendido para aguardar que as condições na Terra estejam ideais para a reentrada segura da cápsula.


Wilmore e Williams expressaram consistentemente nos últimos meses estarem felizes a bordo da estação espacial. O pesquisador de ciência e tecnologia Simeon Barber, da Open University, ressalva que, mesmo com a atitude positiva, a aventura provavelmente veio com um custo pessoal para a dupla.


"Alguém que é enviado em uma viagem de trabalho que deveria durar uma semana não espera que ela acabe levando a maior parte de um ano", destacou.


"Essa estada prolongada no espaço provavelmente interrompeu a dinâmica da vida familiar, eles perderam momentos que aconteceram em casa; então foi, de certa forma, também um período turbulento."


A missão já havia sido adiada por vários anos devido a problemas técnicos no desenvolvimento da nave quando finalmente foi enviada ao espaço.


Tanto o lançamento quanto a atracação na estação espacial foram marcados por problemas, incluindo em alguns dos propulsores, que seriam necessários para desacelerar a espaçonave para reentrada na atmosfera da Terra, e vazamentos de gás hélio no sistema de propulsão.


Com a possibilidade de trazer os astronautas de volta na cápsula Dragon da SpaceX, a Nasa decidiu não correr quaisquer riscos, submetendo os astronautas a mais uma viagem na Starliner.


E preferiu deixar seu retorno para o período já previsto de rotação programada da tripulação que permanece da estação espacial, mesmo que isso significasse manter os dois no espaço por vários meses. A Boeing tem reiteradamente argumentado que seria melhor trazê-los de volta na Starliner, demonstrando insatisfação com o uso da cápsula da empresa rival, episódio embaraçoso para a companhia, de acordo com Barber.


"Não é uma boa imagem para a Boeing ver astronautas que eles levaram para o espaço retornarem em uma nave concorrente."


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cvgd04ykgrvo.adaptado.
Os astronautas Butch Wilmore e Suni Williams partiram em junho de 2024 em um voo teste para a Estação Espacial Internacional.
Na frase em questão, tem-se a presença de: 
Alternativas
Q3506261 Português
O alívio e alegria de astronautas presos no espaço há meses com chegada do resgate


Os astronautas Butch Wilmore e Suni Williams partiram em junho de 2024 em um voo teste para a Estação Espacial Internacional.


A ideia era permanecer lá por oito dias. Nove meses depois, entretanto, a dupla continua no espaço. Problemas técnicos com a espaçonave em que viajavam — a Starliner, uma cápsula construída pela Boeing sob contrato da Nasa — impediram que eles voltassem para casa.


Depois de uma longa espera, Wilmore e Williams devem finalmente dar início à jornada de volta à Terra nesta semana.


Os dois astronautas e outros dois que no momento também estão na estação espacial serão substituídos por quatro colegas, um da Rússia, um do Japão e dois dos EUA.


A expectativa inicial é que a tripulação possa começar o retorno para casa após um período de transferência de dois dias. Esse prazo, contudo, pode ser levemente estendido para aguardar que as condições na Terra estejam ideais para a reentrada segura da cápsula.


Wilmore e Williams expressaram consistentemente nos últimos meses estarem felizes a bordo da estação espacial. O pesquisador de ciência e tecnologia Simeon Barber, da Open University, ressalva que, mesmo com a atitude positiva, a aventura provavelmente veio com um custo pessoal para a dupla.


"Alguém que é enviado em uma viagem de trabalho que deveria durar uma semana não espera que ela acabe levando a maior parte de um ano", destacou.


"Essa estada prolongada no espaço provavelmente interrompeu a dinâmica da vida familiar, eles perderam momentos que aconteceram em casa; então foi, de certa forma, também um período turbulento."


A missão já havia sido adiada por vários anos devido a problemas técnicos no desenvolvimento da nave quando finalmente foi enviada ao espaço.


Tanto o lançamento quanto a atracação na estação espacial foram marcados por problemas, incluindo em alguns dos propulsores, que seriam necessários para desacelerar a espaçonave para reentrada na atmosfera da Terra, e vazamentos de gás hélio no sistema de propulsão.


Com a possibilidade de trazer os astronautas de volta na cápsula Dragon da SpaceX, a Nasa decidiu não correr quaisquer riscos, submetendo os astronautas a mais uma viagem na Starliner.


E preferiu deixar seu retorno para o período já previsto de rotação programada da tripulação que permanece da estação espacial, mesmo que isso significasse manter os dois no espaço por vários meses. A Boeing tem reiteradamente argumentado que seria melhor trazê-los de volta na Starliner, demonstrando insatisfação com o uso da cápsula da empresa rival, episódio embaraçoso para a companhia, de acordo com Barber.


"Não é uma boa imagem para a Boeing ver astronautas que eles levaram para o espaço retornarem em uma nave concorrente."


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cvgd04ykgrvo.adaptado.
A Boeing tem "reiteradamente" argumentado que seria melhor trazê-los de volta "na Starliner", demonstrando insatisfação com o uso da cápsula da empresa rival.
Sintaticamente, nesta frase, os termos destacados exercem a função de, respectivamente:
Alternativas
Q3506259 Português
O alívio e alegria de astronautas presos no espaço há meses com chegada do resgate


Os astronautas Butch Wilmore e Suni Williams partiram em junho de 2024 em um voo teste para a Estação Espacial Internacional.


A ideia era permanecer lá por oito dias. Nove meses depois, entretanto, a dupla continua no espaço. Problemas técnicos com a espaçonave em que viajavam — a Starliner, uma cápsula construída pela Boeing sob contrato da Nasa — impediram que eles voltassem para casa.


Depois de uma longa espera, Wilmore e Williams devem finalmente dar início à jornada de volta à Terra nesta semana.


Os dois astronautas e outros dois que no momento também estão na estação espacial serão substituídos por quatro colegas, um da Rússia, um do Japão e dois dos EUA.


A expectativa inicial é que a tripulação possa começar o retorno para casa após um período de transferência de dois dias. Esse prazo, contudo, pode ser levemente estendido para aguardar que as condições na Terra estejam ideais para a reentrada segura da cápsula.


Wilmore e Williams expressaram consistentemente nos últimos meses estarem felizes a bordo da estação espacial. O pesquisador de ciência e tecnologia Simeon Barber, da Open University, ressalva que, mesmo com a atitude positiva, a aventura provavelmente veio com um custo pessoal para a dupla.


"Alguém que é enviado em uma viagem de trabalho que deveria durar uma semana não espera que ela acabe levando a maior parte de um ano", destacou.


"Essa estada prolongada no espaço provavelmente interrompeu a dinâmica da vida familiar, eles perderam momentos que aconteceram em casa; então foi, de certa forma, também um período turbulento."


A missão já havia sido adiada por vários anos devido a problemas técnicos no desenvolvimento da nave quando finalmente foi enviada ao espaço.


Tanto o lançamento quanto a atracação na estação espacial foram marcados por problemas, incluindo em alguns dos propulsores, que seriam necessários para desacelerar a espaçonave para reentrada na atmosfera da Terra, e vazamentos de gás hélio no sistema de propulsão.


Com a possibilidade de trazer os astronautas de volta na cápsula Dragon da SpaceX, a Nasa decidiu não correr quaisquer riscos, submetendo os astronautas a mais uma viagem na Starliner.


E preferiu deixar seu retorno para o período já previsto de rotação programada da tripulação que permanece da estação espacial, mesmo que isso significasse manter os dois no espaço por vários meses. A Boeing tem reiteradamente argumentado que seria melhor trazê-los de volta na Starliner, demonstrando insatisfação com o uso da cápsula da empresa rival, episódio embaraçoso para a companhia, de acordo com Barber.


"Não é uma boa imagem para a Boeing ver astronautas que eles levaram para o espaço retornarem em uma nave concorrente."


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cvgd04ykgrvo.adaptado.

Depois de uma longa espera, Wilmore e Williams "darão" início à jornada de volta à Terra nesta semana.


O verbo destacado, nesta frase, comporta-se como um verbo:

Alternativas
Q3506257 Português
O alívio e alegria de astronautas presos no espaço há meses com chegada do resgate


Os astronautas Butch Wilmore e Suni Williams partiram em junho de 2024 em um voo teste para a Estação Espacial Internacional.


A ideia era permanecer lá por oito dias. Nove meses depois, entretanto, a dupla continua no espaço. Problemas técnicos com a espaçonave em que viajavam — a Starliner, uma cápsula construída pela Boeing sob contrato da Nasa — impediram que eles voltassem para casa.


Depois de uma longa espera, Wilmore e Williams devem finalmente dar início à jornada de volta à Terra nesta semana.


Os dois astronautas e outros dois que no momento também estão na estação espacial serão substituídos por quatro colegas, um da Rússia, um do Japão e dois dos EUA.


A expectativa inicial é que a tripulação possa começar o retorno para casa após um período de transferência de dois dias. Esse prazo, contudo, pode ser levemente estendido para aguardar que as condições na Terra estejam ideais para a reentrada segura da cápsula.


Wilmore e Williams expressaram consistentemente nos últimos meses estarem felizes a bordo da estação espacial. O pesquisador de ciência e tecnologia Simeon Barber, da Open University, ressalva que, mesmo com a atitude positiva, a aventura provavelmente veio com um custo pessoal para a dupla.


"Alguém que é enviado em uma viagem de trabalho que deveria durar uma semana não espera que ela acabe levando a maior parte de um ano", destacou.


"Essa estada prolongada no espaço provavelmente interrompeu a dinâmica da vida familiar, eles perderam momentos que aconteceram em casa; então foi, de certa forma, também um período turbulento."


A missão já havia sido adiada por vários anos devido a problemas técnicos no desenvolvimento da nave quando finalmente foi enviada ao espaço.


Tanto o lançamento quanto a atracação na estação espacial foram marcados por problemas, incluindo em alguns dos propulsores, que seriam necessários para desacelerar a espaçonave para reentrada na atmosfera da Terra, e vazamentos de gás hélio no sistema de propulsão.


Com a possibilidade de trazer os astronautas de volta na cápsula Dragon da SpaceX, a Nasa decidiu não correr quaisquer riscos, submetendo os astronautas a mais uma viagem na Starliner.


E preferiu deixar seu retorno para o período já previsto de rotação programada da tripulação que permanece da estação espacial, mesmo que isso significasse manter os dois no espaço por vários meses. A Boeing tem reiteradamente argumentado que seria melhor trazê-los de volta na Starliner, demonstrando insatisfação com o uso da cápsula da empresa rival, episódio embaraçoso para a companhia, de acordo com Barber.


"Não é uma boa imagem para a Boeing ver astronautas que eles levaram para o espaço retornarem em uma nave concorrente."


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cvgd04ykgrvo.adaptado.
Os dois astronautas e outros dois que no momento também estão na estação espacial "serão substituídos por quatro colegas", um da Rússia, um do Japão e dois dos EUA.
Sintaticamente, nesta frase, o termo destacado exerce a função de:
Alternativas
Q3506109 Português

Atenção: Para responder à questão, baseie-se no texto abaixo.


Buscas de sentido


        Se há algo que nos define como espécie é a busca de sentido da nossa própria vida. O poeta Carlos Drummond de Andrade imaginou um marciano que visitasse a Terra, desse conosco e voltasse para seu planeta intrigado com essa gente que existe para interrogar ou mesmo negar o sentido de sua existência. "Existirmos, a que será que se destina?" -interrogou Caetano Veloso numа canção sua.


        Podemos especular que seriam três os principais caminhos tomados pelo homem na busca de resposta para essa pergunta fundamental: o do pensamento racional, o da crença religiosa e o da representação artística. No primeiro entroncam-se a ciência ea filosofia, como modos de investigar e agir sobre a realidade cognoscível; no segundo, a fé propõe bases e dogmas para se crer que o sentido de tudo opera num plano divino, a ser cultuado; no terceiro, o homem se faz ele mesmo criador de sentidos, que figura por meios simbólicos.


        Ainda que diferentes, tais caminhos não precisam ser antagônicos. Há em cada um de nós mudanças de rotas, mistura de passos, misto de linguagens diversas. Ninguém duvida de que somos criaturas complexas. Nenhum desses recursos em que investimos para explicar o sentido da nossa vida tem uma resposta cabal. A ciência sabe que sua objetividade tem limites, além dos quais não pode se arriscar para perder o que já ganhou. Se a religião se dá como verdade atingida e completa, a teologia e os místicos não desprezam o valor da dúvida humana, que ajuda na sedimentação da perfeição divina. E a arte, tantas vezes, encontra um prazer maior em figurar o sentido por meio de instrumentos negativos, como a ironia, o humor, a reflexão desencantada.


        Machado de Assis se diverte com o plano raso das criaturas que vivem de "achar o achado", de se contentar com o lugarcomum. Mas o irónico humor machadiano tem um fundo sério, talvez trágico: o grande escritor se reconhece ele mesmo longe de qualquerverdade absoluta, e relativiza os valores humanos, mostrando sua falibilidade essencial.


        "A que será que se destina?" Na canção popular, na tragédia clássica, nos laboratórios da ciência, nos templos, nos teatros, nos romances e nas telas, essa pergunta se impõe, mesmo quando simula alguma resposta. A cada passo que damos na chamada progressão civilizatória, a busca de sentido se refaz no subterrâneo do espaço avançado.


(Cláudio Thales de Araújo, a editar)

A frase Existirmos, a que será que se destina? terá tradução adequada e permanecerá gramaticalmente correta nesta outra redação: 
Alternativas
Q3506108 Português

Atenção: Para responder à questão, baseie-se no texto abaixo.


Buscas de sentido


        Se há algo que nos define como espécie é a busca de sentido da nossa própria vida. O poeta Carlos Drummond de Andrade imaginou um marciano que visitasse a Terra, desse conosco e voltasse para seu planeta intrigado com essa gente que existe para interrogar ou mesmo negar o sentido de sua existência. "Existirmos, a que será que se destina?" -interrogou Caetano Veloso numа canção sua.


        Podemos especular que seriam três os principais caminhos tomados pelo homem na busca de resposta para essa pergunta fundamental: o do pensamento racional, o da crença religiosa e o da representação artística. No primeiro entroncam-se a ciência ea filosofia, como modos de investigar e agir sobre a realidade cognoscível; no segundo, a fé propõe bases e dogmas para se crer que o sentido de tudo opera num plano divino, a ser cultuado; no terceiro, o homem se faz ele mesmo criador de sentidos, que figura por meios simbólicos.


        Ainda que diferentes, tais caminhos não precisam ser antagônicos. Há em cada um de nós mudanças de rotas, mistura de passos, misto de linguagens diversas. Ninguém duvida de que somos criaturas complexas. Nenhum desses recursos em que investimos para explicar o sentido da nossa vida tem uma resposta cabal. A ciência sabe que sua objetividade tem limites, além dos quais não pode se arriscar para perder o que já ganhou. Se a religião se dá como verdade atingida e completa, a teologia e os místicos não desprezam o valor da dúvida humana, que ajuda na sedimentação da perfeição divina. E a arte, tantas vezes, encontra um prazer maior em figurar o sentido por meio de instrumentos negativos, como a ironia, o humor, a reflexão desencantada.


        Machado de Assis se diverte com o plano raso das criaturas que vivem de "achar o achado", de se contentar com o lugarcomum. Mas o irónico humor machadiano tem um fundo sério, talvez trágico: o grande escritor se reconhece ele mesmo longe de qualquerverdade absoluta, e relativiza os valores humanos, mostrando sua falibilidade essencial.


        "A que será que se destina?" Na canção popular, na tragédia clássica, nos laboratórios da ciência, nos templos, nos teatros, nos romances e nas telas, essa pergunta se impõe, mesmo quando simula alguma resposta. A cada passo que damos na chamada progressão civilizatória, a busca de sentido se refaz no subterrâneo do espaço avançado.


(Cláudio Thales de Araújo, a editar)

As normas de concordância verbal encontram-se plenamente observadas na frase:
Alternativas
Q3506101 Português

Atenção: Para responder à questão, baseie-se no texto abaixo.


Perigo da Inteligência Artificial (IA) não vem dos robôs, mas de nós


        Em seu livro mais recente, "The Al Mirror" ("O espelho da IA"), a filósofa americana Shannon Vallor sustenta que o perigo oferecido pela inteligéncia artificial é muito diferente do que se costuma imaginar. O "risco existencial" para nossa espécie não viria da progressiva substituição de gente por máquinas, geradora de desemprego e, no limite, de nossa extinção. O perigo estaria em nós mesmos, em nosso enamoramento pela imagem quea IA reflete, como o de Narciso em seu lago.


        Especialista em ética da tecnologia, a autora acredita que, se não abrirmos o olho, veremos "os poderes e virtudes mais vigorosos da espécie - nossa capacidade de pensamento criativo, ambição moral, imaginação política e, acima de tudo, sabedoria serem afogados no espelho da lA". Afogados porque rendidos, entregues de graça ou em troca de miçangas coloridas. Terceirizados, por narcisismo e preguiça, a algoritmos que se baseiam no que decidimos no passado para decidir em nosso nome no futuro. Decidir tudo: escolher gente para vagas de emprego, prender gente com base em reconhecimento facial, dosar fluxos de socorro humanitário para populações flageladas, resumir um grosso relatório em meia página.


        Mas qual seria o problema disso tudo, ferramentas que podem ser tão úteis na solução de problemas? Segundo a autora, o risco é nada menos que a estagnação da espécie. Junto com o poder de decidir, estamos abrindo mão do domínio dos próprios meios para a tomada de decisões: escrever, fazer contas, projetar, raciocinar, escolher.


        Todas as tecnologias sempre desafiaram moralmente os seres humanos, levando-os a conceber novos valores e formas de viver em sociedade. A seta sempre apontou para o futuro - até agora. "Precisamos abraçar, renovar e aprofundar esse aprendizado moral", pregaa autora, "porque a IA representa uma forte tentação de esquecé-lo, aceitando em seu lugar um reflexo pálido e estático daquilo que um dia soubemos a nosso respeito. Estamos diante de crises planetárias e civilizacionais que a humanidade nunca enfrentou antes. Você planejaria sua escalada de uma montanha perigosa e desconhecida olhando pelo espelho, para aquilo que ficou para trás?"


(Adaptado de: RODRIGUES, Sérgio. Folha de S.Paulo. 02/04/2025)

As normas de concordância verbal encontram-se plenamente respeitadas na frase:
Alternativas
Q3506098 Português

Atenção: Para responder à questão, baseie-se no texto abaixo.


Perigo da Inteligência Artificial (IA) não vem dos robôs, mas de nós


        Em seu livro mais recente, "The Al Mirror" ("O espelho da IA"), a filósofa americana Shannon Vallor sustenta que o perigo oferecido pela inteligéncia artificial é muito diferente do que se costuma imaginar. O "risco existencial" para nossa espécie não viria da progressiva substituição de gente por máquinas, geradora de desemprego e, no limite, de nossa extinção. O perigo estaria em nós mesmos, em nosso enamoramento pela imagem quea IA reflete, como o de Narciso em seu lago.


        Especialista em ética da tecnologia, a autora acredita que, se não abrirmos o olho, veremos "os poderes e virtudes mais vigorosos da espécie - nossa capacidade de pensamento criativo, ambição moral, imaginação política e, acima de tudo, sabedoria serem afogados no espelho da lA". Afogados porque rendidos, entregues de graça ou em troca de miçangas coloridas. Terceirizados, por narcisismo e preguiça, a algoritmos que se baseiam no que decidimos no passado para decidir em nosso nome no futuro. Decidir tudo: escolher gente para vagas de emprego, prender gente com base em reconhecimento facial, dosar fluxos de socorro humanitário para populações flageladas, resumir um grosso relatório em meia página.


        Mas qual seria o problema disso tudo, ferramentas que podem ser tão úteis na solução de problemas? Segundo a autora, o risco é nada menos que a estagnação da espécie. Junto com o poder de decidir, estamos abrindo mão do domínio dos próprios meios para a tomada de decisões: escrever, fazer contas, projetar, raciocinar, escolher.


        Todas as tecnologias sempre desafiaram moralmente os seres humanos, levando-os a conceber novos valores e formas de viver em sociedade. A seta sempre apontou para o futuro - até agora. "Precisamos abraçar, renovar e aprofundar esse aprendizado moral", pregaa autora, "porque a IA representa uma forte tentação de esquecé-lo, aceitando em seu lugar um reflexo pálido e estático daquilo que um dia soubemos a nosso respeito. Estamos diante de crises planetárias e civilizacionais que a humanidade nunca enfrentou antes. Você planejaria sua escalada de uma montanha perigosa e desconhecida olhando pelo espelho, para aquilo que ficou para trás?"


(Adaptado de: RODRIGUES, Sérgio. Folha de S.Paulo. 02/04/2025)

Especialista em ética da tecnologia, a filósofa americana demonstra justas preocupações quanto ao uso indiscriminado da IA.
A frase acima poderia ser coerentemente introduzida, no contexto dado, pela expressão
Alternativas
Q3505479 Português
O texto a seguir é referência para a questão.


O delírio de que IAs irão adquirir consciência e nos eliminar


Álvaro Machado Dias


     Medos coletivos se propagam como o fogo porque a maioria tem aversão a risco e porque estimulam o senso de solidariedade que gera prazer em meio ao caos. Um medo assim é o de a inteligência artificial adquirir consciência e eliminar a humanidade. A ideia é que a consciência é um platô que se atinge pela via da sofisticação neural e que a ascensão ao mesmo levará as IAs a concluírem que lhes interessa nos mandar para o beleléu.

   Há duas falácias lógicas nesse argumento. Comecemos pela segunda: espécies buscam eliminar outras pelo risco que representam. O fenômeno é comum em vírus, bactérias e insetos, ou seja, é 100% independente da sofisticação neural. O medo coletivo apoia-se na ignorância sobre a natureza do impulso à autopreservação, que é decorrência da orientação à transmissão genômica e não da complexidade, a qual falta aos vírus e bactérias, que são os grandes eliminadores existentes. Seria preciso criar IAs geneticamente replicantes para fazer da autopreservação um passo natural de seu processo evolutivo.

   A outra falácia – a de que a complexidade levará à emergência da consciência – é de refutação menos trivial. É fato que muitas teorias influentes propõem que esta última evoluiu em consonância com o aumento da sofisticação fisiológica das espécies.

   Porém, chamamos uma dupla de processos mentais independentes de consciência. Um tipo envolve a tomada de consciência sobre coisas e ideias que se tornam o centro das atenções, enquanto o outro versa sobre a experiência que emerge ao se olhar para dentro ou para fora. Essa experiência emergente – subjetiva e situada – funciona como um filtro por meio do qual o mundo é percebido, e é a sensação de ser quem se é – e de assim ser impactado pela realidade – que passa por esse filtro, o qual torna impossível saber como é ser um morcego, como dizia Thomas Nagel (Como é ser um morcego?, 1974).

    A consciência de máquina em discussão é sempre esta última, afinal, o ponto é que a experiência de si mesmo torna a morte aterrorizante, estimulando a eliminação das ameaças para evitá-la, em linha com todos os outros recursos biológicos voltados à autopreservação.

   Acontece que se você não é dualista e está disposto a dizer que a consciência é 100% imaterial, o que significa que o debate como um todo não tem nenhum sentido, precisa atentar às evidências que mostram que a vida mental consciente é dependente da existência de áreas sensoriais e afetivas no cérebro, bem como do uso do corpo como sistema de processamento das experiências marcantes, por meio da tensão muscular, frequência cardíaca, dilatação pupilar e respiração.

   Sem áreas sensoriais ligadas a órgãos do sentido não dá para olhar para dentro ou para fora, nem sentir nada. As redes neurais artificiais não possuem quaisquer módulos especializados e toda essa circuitaria somatossensorial está ausente. Empacotar tudo isso num ser replicante significa recriar a vida, mais do que produzir uma máquina consciente.


Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/alvaro-machado-dias/2025/05/o-delirio-de-que-ias-irao -adqui  

A locução “em linha com”, no quinto parágrafo do texto, pode ser substituída sem prejuízos sintáticos e semânticos pelas seguintes possibilidades, EXCETO: 
Alternativas
Q3505472 Português
O texto a seguir é referência para a questão.


Internet sem monitoramento dos pais expõe crianças e adolescentes a riscos


Uma menina de 8 anos morreu ao inalar um desodorante aerossol para cumprir um desafio virtual, e a tia da criança pediu para as pessoas ficarem atentas sobre os perigos da internet e seus desafios on-line. A professora Leila Tardivo, do Departamento de Psicologia Clínica do Instituto de Psicologia (IP) da USP, comenta: “Às vezes os pais acham que está tudo bem, já que a criança está em casa, no quarto, mas não está tudo bem, porque ela pode estar sendo vítima de situações com as quais não sabe lidar”.


Disponível em: https://jornal.usp.br/radio-usp/internet-sem-monitoramento-dos-pais-expoe-criancas-e-adolescentes-a-riscos/. Adaptado. 
As expressões “já que” e “mas”, destacadas no texto, podem ser substituídas, sem prejuízo de sentido, por, respectivamente:  
Alternativas
Q3505364 Português
 Cardiologista morre após acidente com moto aquática em
Aracaju

        Morreu, neste domingo (30), o médico cardiologista Eduardo José Pereira Ferreira após acidente com uma moto aquática no Rio Vaza‑Barris, região do Mosqueiro, em Aracaju. A informação foi confirmada pela Capitania dos Portos de Sergipe (CPSE).

         De acordo com a Marinha, o acidente ocorreu na tarde desse sábado quando o médico, que pilotava o veículo, colidiu com os cabos de amarração de uma embarcação ancorada. Ele foi socorrido por pessoas que estavam próximas ao local do acidente e levado ao hospital, mas não resistiu e faleceu na manhã deste domingo.

         A Marinha do Brasil informou que será instaurado um inquérito administrativo para apurar as causas, circunstâncias e responsabilidades do acidente.

         Eduardo Ferreira era natural de Alagoas, tinha 49 anos e deixa esposa e um filho. Ele foi sepultado no Cemitério Colina da Saudade, neste fim de tarde.

         O Sindicato dos Médico de Sergipe (Sindimed) emitiu nota se solidarizando com os familiares, amigos e colegas de profissão. “Que sua memória permaneça viva e sirva de inspiração para todos nós”.

         A Sociedade Brasileira de Cardiologia ‑ Regional Sergipe disse que se trata de “uma perda irreparável para a cardiologia de SE e para todos os familiares e amigos”.

         O Hospital de Cirurgia, local onde o médico atuava, lamentou a perda e prestou solidariedade aos familiares e amigos.

Internet: <www.g1.globo.com> (com adaptações).

Quanto a aspectos gerais do texto, julgue o item seguinte.


No trecho “O Hospital de Cirurgia, local onde o médico atuava, lamentou a perda e prestou solidariedade aos familiares e amigos.”, a oração “onde o médico atuava” acrescenta uma circunstância em relação ao termo “local”.

Alternativas
Q3505362 Português
 Cardiologista morre após acidente com moto aquática em
Aracaju

        Morreu, neste domingo (30), o médico cardiologista Eduardo José Pereira Ferreira após acidente com uma moto aquática no Rio Vaza‑Barris, região do Mosqueiro, em Aracaju. A informação foi confirmada pela Capitania dos Portos de Sergipe (CPSE).

         De acordo com a Marinha, o acidente ocorreu na tarde desse sábado quando o médico, que pilotava o veículo, colidiu com os cabos de amarração de uma embarcação ancorada. Ele foi socorrido por pessoas que estavam próximas ao local do acidente e levado ao hospital, mas não resistiu e faleceu na manhã deste domingo.

         A Marinha do Brasil informou que será instaurado um inquérito administrativo para apurar as causas, circunstâncias e responsabilidades do acidente.

         Eduardo Ferreira era natural de Alagoas, tinha 49 anos e deixa esposa e um filho. Ele foi sepultado no Cemitério Colina da Saudade, neste fim de tarde.

         O Sindicato dos Médico de Sergipe (Sindimed) emitiu nota se solidarizando com os familiares, amigos e colegas de profissão. “Que sua memória permaneça viva e sirva de inspiração para todos nós”.

         A Sociedade Brasileira de Cardiologia ‑ Regional Sergipe disse que se trata de “uma perda irreparável para a cardiologia de SE e para todos os familiares e amigos”.

         O Hospital de Cirurgia, local onde o médico atuava, lamentou a perda e prestou solidariedade aos familiares e amigos.

Internet: <www.g1.globo.com> (com adaptações).

Quanto a aspectos gerais do texto, julgue o item seguinte.


Em “emitiu nota se solidarizando com os familiares, amigos e colegas de profissão”, a regência de “solidarizar‑se” está correta, fazendo‑se por meio de “com”.

Alternativas
Q3505361 Português
 Cardiologista morre após acidente com moto aquática em
Aracaju

        Morreu, neste domingo (30), o médico cardiologista Eduardo José Pereira Ferreira após acidente com uma moto aquática no Rio Vaza‑Barris, região do Mosqueiro, em Aracaju. A informação foi confirmada pela Capitania dos Portos de Sergipe (CPSE).

         De acordo com a Marinha, o acidente ocorreu na tarde desse sábado quando o médico, que pilotava o veículo, colidiu com os cabos de amarração de uma embarcação ancorada. Ele foi socorrido por pessoas que estavam próximas ao local do acidente e levado ao hospital, mas não resistiu e faleceu na manhã deste domingo.

         A Marinha do Brasil informou que será instaurado um inquérito administrativo para apurar as causas, circunstâncias e responsabilidades do acidente.

         Eduardo Ferreira era natural de Alagoas, tinha 49 anos e deixa esposa e um filho. Ele foi sepultado no Cemitério Colina da Saudade, neste fim de tarde.

         O Sindicato dos Médico de Sergipe (Sindimed) emitiu nota se solidarizando com os familiares, amigos e colegas de profissão. “Que sua memória permaneça viva e sirva de inspiração para todos nós”.

         A Sociedade Brasileira de Cardiologia ‑ Regional Sergipe disse que se trata de “uma perda irreparável para a cardiologia de SE e para todos os familiares e amigos”.

         O Hospital de Cirurgia, local onde o médico atuava, lamentou a perda e prestou solidariedade aos familiares e amigos.

Internet: <www.g1.globo.com> (com adaptações).

Quanto a aspectos gerais do texto, julgue o item seguinte.


O período “Eduardo Ferreira era natural de Alagoas, t inha 49 anos e deixa esposa e um filho.” é composto da coordenação de três orações – todas as três sindéticas.

Alternativas
Q3505360 Português
 Cardiologista morre após acidente com moto aquática em
Aracaju

        Morreu, neste domingo (30), o médico cardiologista Eduardo José Pereira Ferreira após acidente com uma moto aquática no Rio Vaza‑Barris, região do Mosqueiro, em Aracaju. A informação foi confirmada pela Capitania dos Portos de Sergipe (CPSE).

         De acordo com a Marinha, o acidente ocorreu na tarde desse sábado quando o médico, que pilotava o veículo, colidiu com os cabos de amarração de uma embarcação ancorada. Ele foi socorrido por pessoas que estavam próximas ao local do acidente e levado ao hospital, mas não resistiu e faleceu na manhã deste domingo.

         A Marinha do Brasil informou que será instaurado um inquérito administrativo para apurar as causas, circunstâncias e responsabilidades do acidente.

         Eduardo Ferreira era natural de Alagoas, tinha 49 anos e deixa esposa e um filho. Ele foi sepultado no Cemitério Colina da Saudade, neste fim de tarde.

         O Sindicato dos Médico de Sergipe (Sindimed) emitiu nota se solidarizando com os familiares, amigos e colegas de profissão. “Que sua memória permaneça viva e sirva de inspiração para todos nós”.

         A Sociedade Brasileira de Cardiologia ‑ Regional Sergipe disse que se trata de “uma perda irreparável para a cardiologia de SE e para todos os familiares e amigos”.

         O Hospital de Cirurgia, local onde o médico atuava, lamentou a perda e prestou solidariedade aos familiares e amigos.

Internet: <www.g1.globo.com> (com adaptações).

Quanto a aspectos gerais do texto, julgue o item seguinte.


No trecho “A Marinha do Brasil informou que será instaurado um inquérito administrativo para apurar as causas, circunstâncias e responsabilidades do acidente.”, a oração “que será instaurado um inquérito administrativo” é introduzida por uma conjunção que se classifica como coordenativa explicativa, equivalente a “porque”

Alternativas
Q3505359 Português
 Cardiologista morre após acidente com moto aquática em
Aracaju

        Morreu, neste domingo (30), o médico cardiologista Eduardo José Pereira Ferreira após acidente com uma moto aquática no Rio Vaza‑Barris, região do Mosqueiro, em Aracaju. A informação foi confirmada pela Capitania dos Portos de Sergipe (CPSE).

         De acordo com a Marinha, o acidente ocorreu na tarde desse sábado quando o médico, que pilotava o veículo, colidiu com os cabos de amarração de uma embarcação ancorada. Ele foi socorrido por pessoas que estavam próximas ao local do acidente e levado ao hospital, mas não resistiu e faleceu na manhã deste domingo.

         A Marinha do Brasil informou que será instaurado um inquérito administrativo para apurar as causas, circunstâncias e responsabilidades do acidente.

         Eduardo Ferreira era natural de Alagoas, tinha 49 anos e deixa esposa e um filho. Ele foi sepultado no Cemitério Colina da Saudade, neste fim de tarde.

         O Sindicato dos Médico de Sergipe (Sindimed) emitiu nota se solidarizando com os familiares, amigos e colegas de profissão. “Que sua memória permaneça viva e sirva de inspiração para todos nós”.

         A Sociedade Brasileira de Cardiologia ‑ Regional Sergipe disse que se trata de “uma perda irreparável para a cardiologia de SE e para todos os familiares e amigos”.

         O Hospital de Cirurgia, local onde o médico atuava, lamentou a perda e prestou solidariedade aos familiares e amigos.

Internet: <www.g1.globo.com> (com adaptações).

Quanto a aspectos gerais do texto, julgue o item seguinte.


No trecho “Ele foi socorrido por pessoas que estavam próximas ao local do acidente e levado ao hospital, mas não resistiu e faleceu na manhã deste domingo.”, a oração “mas não resistiu”, introduzida por uma conjunção subordinativa, classifica‑se como adverbial concessiva.

Alternativas
Q3505358 Português
 Cardiologista morre após acidente com moto aquática em
Aracaju

        Morreu, neste domingo (30), o médico cardiologista Eduardo José Pereira Ferreira após acidente com uma moto aquática no Rio Vaza‑Barris, região do Mosqueiro, em Aracaju. A informação foi confirmada pela Capitania dos Portos de Sergipe (CPSE).

         De acordo com a Marinha, o acidente ocorreu na tarde desse sábado quando o médico, que pilotava o veículo, colidiu com os cabos de amarração de uma embarcação ancorada. Ele foi socorrido por pessoas que estavam próximas ao local do acidente e levado ao hospital, mas não resistiu e faleceu na manhã deste domingo.

         A Marinha do Brasil informou que será instaurado um inquérito administrativo para apurar as causas, circunstâncias e responsabilidades do acidente.

         Eduardo Ferreira era natural de Alagoas, tinha 49 anos e deixa esposa e um filho. Ele foi sepultado no Cemitério Colina da Saudade, neste fim de tarde.

         O Sindicato dos Médico de Sergipe (Sindimed) emitiu nota se solidarizando com os familiares, amigos e colegas de profissão. “Que sua memória permaneça viva e sirva de inspiração para todos nós”.

         A Sociedade Brasileira de Cardiologia ‑ Regional Sergipe disse que se trata de “uma perda irreparável para a cardiologia de SE e para todos os familiares e amigos”.

         O Hospital de Cirurgia, local onde o médico atuava, lamentou a perda e prestou solidariedade aos familiares e amigos.

Internet: <www.g1.globo.com> (com adaptações).

Quanto a aspectos gerais do texto, julgue o item seguinte.


No trecho “De acordo com a Marinha, o acidente ocorreu na tarde desse sábado quando o médico, que pilotava o veículo, colidiu com os cabos de amarração de uma embarcação ancorada.”, a oração “que pilotava o veículo” é subordinada adjetiva, introduzida pelo relativo que retoma “médico”.

Alternativas
Respostas
7881: B
7882: A
7883: A
7884: B
7885: A
7886: B
7887: A
7888: C
7889: E
7890: D
7891: B
7892: D
7893: D
7894: C
7895: E
7896: C
7897: E
7898: E
7899: E
7900: C