Questões de Concurso Comentadas sobre sintaxe em português

Foram encontradas 42.001 questões

Q3583928 Português

Analise os verbos destacados quanto à concordância verbal: 


I.Eu sou a pessoa que escreve as legendas.


II.Eu sou a pessoa que escrevo as legendas.


III.Nossos filhos são iguais a nós, que não gostam de filmes violentos.


IV.Nossos filhos são iguais a nós, que não gostamos de filmes violentos.



É correta a concordância verbal em:

Alternativas
Q3583769 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


[...] seu impactante romance Torto arado (2018) conquistou em Portugal o prestigioso Prêmio LeYa, concedido por unanimidade pelo modo como representa de forma sólida e realista o universo rural brasileiro. O enredo enfatiza trabalhadores sem-terra remanescentes do regime escravista, em especial as personagens femininas duplamente vítimas da violência que impera nos grotões mais afastados, realidade representada por meio de uma sensível e sofisticada escrita, como bem notaram os jurados do concurso em sua nota de justificativa: 


"O Prémio LeYa 2018 é atribuído ao romance 'Torto Arado', de Itamar Vieira Junior, pela solidez da construção, o equilíbrio da narrativa e a forma como aborda o universo rural do Brasil, colocando ênfase nas figuras femininas, na sua liberdade e na violência exercida sobre o corpo num contexto dominado pela sociedade patriarcal. Sendo um romance que parte de uma realidade concreta, em que situações de opressão quer social quer do homem em relação à mulher, a narrativa encontra um plano alegórico, sem entrar num estilo barroco, que ganha contornos universais. Destaca-se a qualidade literária de uma escrita em que se reconhece plenamente o escritor. Todos estes motivos justificam a atribuição por unanimidade deste prémio."


Situando a história em uma região remota e imaginária do nordeste brasileiro, Itamar Vieira Junior abrange problemáticas que envolvem proporções maiores ligadas tanto ao modo de funcionamento histórico e social do país quanto à complexa e intrincada rede de sentimentos e emoções intrínsecas ao ser humano. Em concomitância, temos um romance que fornece elementos para debate sobre as desigualdades e violências entre cidade e campo, as desigualdades de gênero, as formas de resistência das religiões de matriz africana e indígena, as permanências e continuidades da escravidão simbolizadas na relação de mando inviolável entre patrão/dono e trabalhador/agregado, assim como do tríplice espólio sobre o trabalhador: sua mão de obra, seu produto final e seu tempo. Somada a esses fatores há também na narrativa uma implícita, mas potente reflexão sobre os sentidos da posse de terra e de uma necessária reforma agrária no território nacional. Ao mesmo tempo, portanto, em que há um "Brasil profundo" sendo problematizado, somos convidados a sentir de maneira pungente o caótico estado emocional de personagens que, mesmo vivendo sobre constante tensão, manifestam complexos e contraditórios estados emocionais.  


(Disponível em: http://www.letras.ufmg.br/literafro/autores/1270-itamar-vieira-junior. Acesso em 23 jul. 2025. Adaptado.)

"Em concomitância, temos um romance que fornece elementos para debate sobre as desigualdades e violências entre cidade e campo, as desigualdades de gênero, as formas de resistência das religiões de matriz africana e indígena, as permanências e continuidades da escravidão simbolizadas na relação de mando inviolável entre patrão/dono e trabalhador/agregado, assim como do tríplice espólio sobre o trabalhador: sua mão de obra, seu produto final e seu tempo." 


No trecho anterior, a expressão "Em concomitância" pode ser substituída, sem alteração no sentido do texto, por:

Alternativas
Q3583579 Português





Fonte: GONSALES, Fernando. Níquel Náusea. Disponível em: https://www.instagram.com/p/DKKTSvDOFFH/?img_index=1. Acesso em: 24 jun. 2025. 

A respeito do funcionamento linguístico da tira, é CORRETO afirmar que:
Alternativas
Q3583577 Português
RIM DE PORCO É REMOVIDO DE MULHER NOS ESTADOS UNIDOS APÓS REJEIÇÃO DO ÓRGÃO

Roni Caryn Rabin
12 abr. 2025, às 11h04


   Cirurgiões removeram o rim de um porco geneticamente modificado de uma mulher do Alabama (Estados Unidos) após ela sofrer rejeição aguda do órgão, disseram na sexta-feira (11) autoridades do NYU Langone Health.

   Towana Looney, 53, viveu com o rim por 130 dias, o que é mais tempo do que qualquer outra pessoa tolerou um órgão de um animal geneticamente modificado. Ela retomou a diálise, disseram autoridades do hospital.

   Robert Montgomery, cirurgião de Looney e diretor do Instituto de Transplantes do NYU Langone, disse que o explante não foi um retrocesso para o campo do xenotransplante – o esforço de usar órgãos de animais para substituir aqueles que falharam em humanos.

   Este é o maior tempo que um desses órgãos durou", disse ele [Robert Montgomery] em uma entrevista, acrescentando que Looney tinha outras condições médicas que poderiam ter complicado seu prognóstico. "Tudo isso leva tempo", disse ele. "Este jogo será vencido por melhorias incrementais, simples e duplas, não tentando acertar um home run".

   Um tratamento adicional de Looney poderia ter salvado o órgão, mas ela e sua equipe médica decidiram que não era adequado, disse Montgomery.

   “A prioridade número um é a segurança; precisávamos ter certeza de que ela ficaria bem”, disse ele. Looney, que voltou para sua casa no Alabama após ir a Nova York para tratamento, disse em um comunicado que estava grata pela oportunidade de participar do procedimento inovador.

   “Pela primeira vez desde 2016, aproveitei o tempo com amigos e família sem ter que me planejar em torno dos tratamentos de diálise”, disse em um comunicado fornecido pelo NYU Langone.

   “Embora o resultado não seja o que ninguém queria, sei que muito foi aprendido com meus 130 dias com um rim de porco, e que isso pode ajudar e inspirar muitos outros em sua jornada para superar a doença renal”, disse ela.

   Autoridades do hospital declararam que a função renal de Looney caiu após ela sofrer rejeição do órgão. Acausa estava sendo investigada, afirmou Montgomery. A resposta ocorreu após uma redução nos medicamentos imunossupressores que ela estava tomando para tratar uma infecção não relacionada, acrescentaram.


Fonte: RABIN, Roni Caryn. Rim de porco é removido de mulher nos Estados Unidos após rejeição do órgão. Folha de São Paulo [on-line], 12 abr. 2025. Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/2025/04/rim-de-porco-e-removido-de-mulher -nos-estados-unidos-apos-rejeicao-do-or gao.shtml. Acesso em: 24 jun. 2025.

Observe o seguinte período composto e em seguida analise as assertivas sobre ele. 


Imagem associada para resolução da questão


I- Aoração (1) é subordinada adverbial concessiva.

II- Aoração (2) é coordenada assindética.

III- Apalavra que na oração (3) é uma conjunção integrante.

IV- A oração (3) é subordinada substantiva completiva nominal.


É CORRETO o que se afirma apenas em:

Alternativas
Q3583576 Português
RIM DE PORCO É REMOVIDO DE MULHER NOS ESTADOS UNIDOS APÓS REJEIÇÃO DO ÓRGÃO

Roni Caryn Rabin
12 abr. 2025, às 11h04


   Cirurgiões removeram o rim de um porco geneticamente modificado de uma mulher do Alabama (Estados Unidos) após ela sofrer rejeição aguda do órgão, disseram na sexta-feira (11) autoridades do NYU Langone Health.

   Towana Looney, 53, viveu com o rim por 130 dias, o que é mais tempo do que qualquer outra pessoa tolerou um órgão de um animal geneticamente modificado. Ela retomou a diálise, disseram autoridades do hospital.

   Robert Montgomery, cirurgião de Looney e diretor do Instituto de Transplantes do NYU Langone, disse que o explante não foi um retrocesso para o campo do xenotransplante – o esforço de usar órgãos de animais para substituir aqueles que falharam em humanos.

   Este é o maior tempo que um desses órgãos durou", disse ele [Robert Montgomery] em uma entrevista, acrescentando que Looney tinha outras condições médicas que poderiam ter complicado seu prognóstico. "Tudo isso leva tempo", disse ele. "Este jogo será vencido por melhorias incrementais, simples e duplas, não tentando acertar um home run".

   Um tratamento adicional de Looney poderia ter salvado o órgão, mas ela e sua equipe médica decidiram que não era adequado, disse Montgomery.

   “A prioridade número um é a segurança; precisávamos ter certeza de que ela ficaria bem”, disse ele. Looney, que voltou para sua casa no Alabama após ir a Nova York para tratamento, disse em um comunicado que estava grata pela oportunidade de participar do procedimento inovador.

   “Pela primeira vez desde 2016, aproveitei o tempo com amigos e família sem ter que me planejar em torno dos tratamentos de diálise”, disse em um comunicado fornecido pelo NYU Langone.

   “Embora o resultado não seja o que ninguém queria, sei que muito foi aprendido com meus 130 dias com um rim de porco, e que isso pode ajudar e inspirar muitos outros em sua jornada para superar a doença renal”, disse ela.

   Autoridades do hospital declararam que a função renal de Looney caiu após ela sofrer rejeição do órgão. Acausa estava sendo investigada, afirmou Montgomery. A resposta ocorreu após uma redução nos medicamentos imunossupressores que ela estava tomando para tratar uma infecção não relacionada, acrescentaram.


Fonte: RABIN, Roni Caryn. Rim de porco é removido de mulher nos Estados Unidos após rejeição do órgão. Folha de São Paulo [on-line], 12 abr. 2025. Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/2025/04/rim-de-porco-e-removido-de-mulher -nos-estados-unidos-apos-rejeicao-do-or gao.shtml. Acesso em: 24 jun. 2025.
Considere o período composto “Um tratamento adicional de Looney poderia ter salvado o órgão, mas ela e sua equipe médica decidiram que não era adequado, disse Montgomery”. A oração em destaque se classifica como sendo uma:
Alternativas
Q3582559 Português
Texto CG1A1

No momento em que realizamos uma leitura, ativamos circuitos cerebrais que nós, seres humanos, levamos milhares de anos para desenvolver: os da leitura. Decodificar letras, símbolos e significados transformou o nosso cérebro e nossa sociedade, e criou algo que não existia quando a nossa espécie surgiu.

        De acordo com Maryanne Wolf, cientista cognitiva, professora da Universidade da Califórnia em Los Angeles, “Nós pensamos na linguagem como algo natural, e deduzimos que o domínio da língua escrita é algo natural também. Mas não é, nem um pouco.” Ela completa: “E, quanto mais você lê, mais esse sistema molda o cérebro, de modo cumulativo. Dá a ele todo um conhecimento, toda uma construção de processos que eu chamo de habilidade de leitura profunda.”

        Wolf, no entanto, adverte que a habilidade de leitura profunda está sob risco, por causa dos hábitos digitais modernos, como o de apenas “passar os olhos” em textos online. A pesquisadora explica que um cérebro neurotípico já nasce com os circuitos que permitem que nossos olhos enxerguem e que as nossas cordas vocais produzam os sons da fala. Mas ele não nasce com um circuito projetado para a leitura.

  O processo provavelmente começou por volta do ano 3300 a.C., com o povo sumério, na Mesopotâmia, onde hoje fica o Iraque. Os sumérios criaram o sistema cuneiforme, de cunhar símbolos em argila — embora existam debates entre alguns cientistas de que os precursores da escrita possam ter sido os egípcios, com seus hieróglifos.

        De qualquer modo, decifrar símbolos passou a exigir mais do cérebro do que apenas enxergar. Era preciso associar aquele símbolo a algum objeto, conceito ou emoção, e também a algum som. Wolf explica: “Os símbolos de escrita começaram a surgir mais ou menos 6 mil anos atrás. E exigiram uma mudança no cérebro, em que um símbolo visual passou a representar um conceito e ser expressado por linguagem.” Ela acrescenta, ainda, que os cientistas acreditam que os nossos ancestrais “reciclaram” para a leitura circuitos antes usados para o reconhecimento de objetos.

        Em 1989, um grupo de pesquisadores acompanhou a atividade cerebral de pessoas enquanto elas olhavam uma série de caracteres — alguns deles com significado e outros aleatórios, que não significavam nada em particular. E, quando as pessoas olhavam para os caracteres que tinham significado real — ou seja, eram uma palavra de um idioma —, ativavam-se áreas muito mais amplas da visão e também células específicas que a nossa espécie desenvolveu para processar o sentido de letras, palavras e sons. Uma única palavra é capaz de despertar no cérebro todo um acervo de conceitos relacionados. Como exemplo, Wolf cita um experimento feito anos atrás pelo cientista cognitivo David Swinney. Os participantes do estudo, quando liam a palavra inglesa bug, pensavam não só no significado básico do termo — inseto —, como também em “bugs de informática” e até mesmo no carro Fusca (que em inglês se chama beetle, nome de um inseto).

Internet:<www.bbc.com>  (com adaptações).  

Julgue o item que se segue, relativo a aspectos linguísticos do texto CG1A1 e ao vocabulário nele empregado.  


No segundo período do último parágrafo, a expressão “áreas muito mais amplas da visão” integra o sujeito da oração expressa pela forma verbal “ativavam-se”. 

Alternativas
Q3582555 Português
Texto CG1A1

No momento em que realizamos uma leitura, ativamos circuitos cerebrais que nós, seres humanos, levamos milhares de anos para desenvolver: os da leitura. Decodificar letras, símbolos e significados transformou o nosso cérebro e nossa sociedade, e criou algo que não existia quando a nossa espécie surgiu.

        De acordo com Maryanne Wolf, cientista cognitiva, professora da Universidade da Califórnia em Los Angeles, “Nós pensamos na linguagem como algo natural, e deduzimos que o domínio da língua escrita é algo natural também. Mas não é, nem um pouco.” Ela completa: “E, quanto mais você lê, mais esse sistema molda o cérebro, de modo cumulativo. Dá a ele todo um conhecimento, toda uma construção de processos que eu chamo de habilidade de leitura profunda.”

        Wolf, no entanto, adverte que a habilidade de leitura profunda está sob risco, por causa dos hábitos digitais modernos, como o de apenas “passar os olhos” em textos online. A pesquisadora explica que um cérebro neurotípico já nasce com os circuitos que permitem que nossos olhos enxerguem e que as nossas cordas vocais produzam os sons da fala. Mas ele não nasce com um circuito projetado para a leitura.

  O processo provavelmente começou por volta do ano 3300 a.C., com o povo sumério, na Mesopotâmia, onde hoje fica o Iraque. Os sumérios criaram o sistema cuneiforme, de cunhar símbolos em argila — embora existam debates entre alguns cientistas de que os precursores da escrita possam ter sido os egípcios, com seus hieróglifos.

        De qualquer modo, decifrar símbolos passou a exigir mais do cérebro do que apenas enxergar. Era preciso associar aquele símbolo a algum objeto, conceito ou emoção, e também a algum som. Wolf explica: “Os símbolos de escrita começaram a surgir mais ou menos 6 mil anos atrás. E exigiram uma mudança no cérebro, em que um símbolo visual passou a representar um conceito e ser expressado por linguagem.” Ela acrescenta, ainda, que os cientistas acreditam que os nossos ancestrais “reciclaram” para a leitura circuitos antes usados para o reconhecimento de objetos.

        Em 1989, um grupo de pesquisadores acompanhou a atividade cerebral de pessoas enquanto elas olhavam uma série de caracteres — alguns deles com significado e outros aleatórios, que não significavam nada em particular. E, quando as pessoas olhavam para os caracteres que tinham significado real — ou seja, eram uma palavra de um idioma —, ativavam-se áreas muito mais amplas da visão e também células específicas que a nossa espécie desenvolveu para processar o sentido de letras, palavras e sons. Uma única palavra é capaz de despertar no cérebro todo um acervo de conceitos relacionados. Como exemplo, Wolf cita um experimento feito anos atrás pelo cientista cognitivo David Swinney. Os participantes do estudo, quando liam a palavra inglesa bug, pensavam não só no significado básico do termo — inseto —, como também em “bugs de informática” e até mesmo no carro Fusca (que em inglês se chama beetle, nome de um inseto).

Internet:<www.bbc.com>  (com adaptações).  

Julgue o item que se segue, relativo a aspectos linguísticos do texto CG1A1 e ao vocabulário nele empregado.  


A correção gramatical do texto seria mantida caso se substituísse “existam” (segundo período do quarto parágrafo) por hajam.  

Alternativas
Q3582551 Português
Texto CG1A1

No momento em que realizamos uma leitura, ativamos circuitos cerebrais que nós, seres humanos, levamos milhares de anos para desenvolver: os da leitura. Decodificar letras, símbolos e significados transformou o nosso cérebro e nossa sociedade, e criou algo que não existia quando a nossa espécie surgiu.

        De acordo com Maryanne Wolf, cientista cognitiva, professora da Universidade da Califórnia em Los Angeles, “Nós pensamos na linguagem como algo natural, e deduzimos que o domínio da língua escrita é algo natural também. Mas não é, nem um pouco.” Ela completa: “E, quanto mais você lê, mais esse sistema molda o cérebro, de modo cumulativo. Dá a ele todo um conhecimento, toda uma construção de processos que eu chamo de habilidade de leitura profunda.”

        Wolf, no entanto, adverte que a habilidade de leitura profunda está sob risco, por causa dos hábitos digitais modernos, como o de apenas “passar os olhos” em textos online. A pesquisadora explica que um cérebro neurotípico já nasce com os circuitos que permitem que nossos olhos enxerguem e que as nossas cordas vocais produzam os sons da fala. Mas ele não nasce com um circuito projetado para a leitura.

  O processo provavelmente começou por volta do ano 3300 a.C., com o povo sumério, na Mesopotâmia, onde hoje fica o Iraque. Os sumérios criaram o sistema cuneiforme, de cunhar símbolos em argila — embora existam debates entre alguns cientistas de que os precursores da escrita possam ter sido os egípcios, com seus hieróglifos.

        De qualquer modo, decifrar símbolos passou a exigir mais do cérebro do que apenas enxergar. Era preciso associar aquele símbolo a algum objeto, conceito ou emoção, e também a algum som. Wolf explica: “Os símbolos de escrita começaram a surgir mais ou menos 6 mil anos atrás. E exigiram uma mudança no cérebro, em que um símbolo visual passou a representar um conceito e ser expressado por linguagem.” Ela acrescenta, ainda, que os cientistas acreditam que os nossos ancestrais “reciclaram” para a leitura circuitos antes usados para o reconhecimento de objetos.

        Em 1989, um grupo de pesquisadores acompanhou a atividade cerebral de pessoas enquanto elas olhavam uma série de caracteres — alguns deles com significado e outros aleatórios, que não significavam nada em particular. E, quando as pessoas olhavam para os caracteres que tinham significado real — ou seja, eram uma palavra de um idioma —, ativavam-se áreas muito mais amplas da visão e também células específicas que a nossa espécie desenvolveu para processar o sentido de letras, palavras e sons. Uma única palavra é capaz de despertar no cérebro todo um acervo de conceitos relacionados. Como exemplo, Wolf cita um experimento feito anos atrás pelo cientista cognitivo David Swinney. Os participantes do estudo, quando liam a palavra inglesa bug, pensavam não só no significado básico do termo — inseto —, como também em “bugs de informática” e até mesmo no carro Fusca (que em inglês se chama beetle, nome de um inseto).

Internet:<www.bbc.com>  (com adaptações).  

Julgue o item que se segue, relativo a aspectos linguísticos do texto CG1A1 e ao vocabulário nele empregado.  


No segundo parágrafo, as conjunções ‘Mas’ (segundo período) e ‘E’ (terceiro período) são intercambiáveis, de forma que a substituição de uma pela outra, embora alterasse o sentido do texto, não prejudicaria nem a sua correção gramatical nem a coerência das suas ideias.  

Alternativas
Q3581168 Português
Leia o Texto para responder à questão.

Vício de adolescentes em redes sociais pode virar, oficialmente, um transtorno mental; entenda

Jornal o Globo

        Um grupo de cientistas está propondo que a relação nociva de alguns adolescentes com as redes sociais e a internet seja considerada, oficialmente, um novo tipo de transtorno mental.

        Se a proposta ganhar impulso e for aceita, ela poderia entrar no manual de estatísticas e diagnósticos da psiquiatria, o DSM, que influencia políticas públicas no mundo todo. Segundo os proponentes, a ideia é que a condição possa também integrar a Classificação Internacional de Doenças (CID), da Organização Mundial da Saúde (OMS).

        A proposta ganhou visibilidade nesta semana com a revista científica JAMA, da Associação Médica Americana, que publicou um artigo sugerindo critérios para determinar o que é o consumo exagerado de mídias sociais e a partir de que ponto ele se torna um distúrbio médico.

        O trabalho foi baseado em um estudo feito com adolescentes pela Universidade de Stony Brook, em Nova York, liderado pela sanitarista Lauren Hale, que buscou avaliar o quanto o tempo excessivo de tela estava afetando a vida dos voluntários.

        Inspirado em um critério gradual para avaliar gradações de alcoolismo, o pediatra Dimitri Christakis, da Universidade de Washington, propôs uma escala para avaliar a relação patológica de adolescentes com as redes de acordo com o tempo gasto nesse tipo de mídia.

        Os dois cientistas afirmam que a situação é urgente. Nos Estados Unidos, onde mais de 95% dos adolescentes possuem smartphones, os profissionais de saúde precisam de um sistema de classificação para trabalhar com o problema. É relativamente consensual entre psicólogos e psiquiatras que os indivíduos afetados que enfrentam problemas na escola, no trabalho ou nas relações pessoais precisam de ajuda.

        “Introduzir essa classificação não poderia ser mais urgente”, escrevem Hale e Christakis. “Enquanto acadêmicos se alongam em discussões abstratas sobre o assunto, mais de 6 milhões de adolescentes americanos já estão exibindo o que nós chamamos provisoriamente de consumo pesado de mídia, e uma parcela considerável deles provavelmente já sofre de transtorno de uso de mídia”.

        A proposta inicial da dupla é que se definam inicialmente os limiares de tempo gasto com redes sociais e internet para identificar indivíduos com problemas. Os pesquisadores reconhecem, porém, que será preciso discutir o conteúdo consumido, porque o problema está ligado a fenômenos como o bullying e a propagação de conteúdos preconceituosos e ofensivos. “Embora o debate sobre a existência de algo como transtorno de games, vício em internet ou uso problemático de mídias sociais continue entre acadêmicos e a indústria, o tempo gasto em dispositivos envolvidos em diversas atividades está substituindo as interações do mundo real de maneira tanto sutil quanto dramática”, dizem os pesquisadores.

        A OMS, por exemplo, já publicou um documento com diretrizes. A organização recomenda que o uso desses dispositivos seja evitado por crianças abaixo de 2 anos, e que para crianças de 2 a 4 anos não ultrapasse uma hora supervisionada por dia. A ideia é maximizar o tempo de interação com pessoas reais e desestimular o sedentarismo, seja pelo consumo games, desenhos animados ou qualquer atividade em tela.

        Grupos de psicólogos e pediatras estão produzindo também diretrizes mais voltadas a crianças maiores e adolescentes, que têm usado também redes sociais. Para essa faixa etária acima dos 11 anos, a Academia Americana de Pediatria não estabelece um limite de tempo, por exemplo, mas pede atenção para que atividades em telas não prejudiquem sono, esportes e relações pessoais.

        A Sociedade Brasileira de Pediatria segue princípios semelhantes, e recomenda que crianças menores de 13 anos não tenham seus próprios perfis em plataformas. (Esse limite já é lei nos EUA e outros países). É recomendado que entre 13 e 17 anos o uso de redes sociais seja supervisionado.

        Uma recomendação mais específica é a de não deixar dispositivos dentro dos quartos das crianças e adolescentes durante a noite, e retirá-los uma a duas horas antes de dormir. Outro ponto importante é evitar acesso a telas na hora de fazer lição de casa. No mais, os pediatras pedem a pais ou responsáveis atenção para sinais problemáticos, como irritabilidade excessiva diante da restrição a tablets ou smartphones.

        Em suma, o ideal é que os pais os ajudem a avaliar a qualidade do conteúdo a ser consumido na internet e evitem fontes propensas a desinformação e hostilidade. Há casos especiais que requerem mais atenção, como adolescentes com histórico de traumas ou problema de autoimagem corporal.

Fonte: VÍCIO DE ADOLESCENTES EM REDES SOCIAIS PODE VIRAR, OFICIALMENTE, UM TRANSTORNO MENTAL; ENTENDA. Jornal O Globo, 5 jun. 2025. Disponível em: https://oglobo.globo.com/saude/noticia/2025/05/06/vicio-de-adolescentes-em-redes-sociais-pode-virar-oficialmente-um-transtorno-mentalentenda.ghtml.Acesso em: 12 maio 2025. Adaptado.
No último parágrafo do Texto I: “Em suma, o ideal é que os pais os ajudem a avaliar a qualidade do conteúdo a ser consumido na internet e evitem fontes propensas à desinformação e hostilidade.”, a expressão em destaque funciona como: 
Alternativas
Q3581167 Português
Leia o Texto para responder à questão.

Vício de adolescentes em redes sociais pode virar, oficialmente, um transtorno mental; entenda

Jornal o Globo

        Um grupo de cientistas está propondo que a relação nociva de alguns adolescentes com as redes sociais e a internet seja considerada, oficialmente, um novo tipo de transtorno mental.

        Se a proposta ganhar impulso e for aceita, ela poderia entrar no manual de estatísticas e diagnósticos da psiquiatria, o DSM, que influencia políticas públicas no mundo todo. Segundo os proponentes, a ideia é que a condição possa também integrar a Classificação Internacional de Doenças (CID), da Organização Mundial da Saúde (OMS).

        A proposta ganhou visibilidade nesta semana com a revista científica JAMA, da Associação Médica Americana, que publicou um artigo sugerindo critérios para determinar o que é o consumo exagerado de mídias sociais e a partir de que ponto ele se torna um distúrbio médico.

        O trabalho foi baseado em um estudo feito com adolescentes pela Universidade de Stony Brook, em Nova York, liderado pela sanitarista Lauren Hale, que buscou avaliar o quanto o tempo excessivo de tela estava afetando a vida dos voluntários.

        Inspirado em um critério gradual para avaliar gradações de alcoolismo, o pediatra Dimitri Christakis, da Universidade de Washington, propôs uma escala para avaliar a relação patológica de adolescentes com as redes de acordo com o tempo gasto nesse tipo de mídia.

        Os dois cientistas afirmam que a situação é urgente. Nos Estados Unidos, onde mais de 95% dos adolescentes possuem smartphones, os profissionais de saúde precisam de um sistema de classificação para trabalhar com o problema. É relativamente consensual entre psicólogos e psiquiatras que os indivíduos afetados que enfrentam problemas na escola, no trabalho ou nas relações pessoais precisam de ajuda.

        “Introduzir essa classificação não poderia ser mais urgente”, escrevem Hale e Christakis. “Enquanto acadêmicos se alongam em discussões abstratas sobre o assunto, mais de 6 milhões de adolescentes americanos já estão exibindo o que nós chamamos provisoriamente de consumo pesado de mídia, e uma parcela considerável deles provavelmente já sofre de transtorno de uso de mídia”.

        A proposta inicial da dupla é que se definam inicialmente os limiares de tempo gasto com redes sociais e internet para identificar indivíduos com problemas. Os pesquisadores reconhecem, porém, que será preciso discutir o conteúdo consumido, porque o problema está ligado a fenômenos como o bullying e a propagação de conteúdos preconceituosos e ofensivos. “Embora o debate sobre a existência de algo como transtorno de games, vício em internet ou uso problemático de mídias sociais continue entre acadêmicos e a indústria, o tempo gasto em dispositivos envolvidos em diversas atividades está substituindo as interações do mundo real de maneira tanto sutil quanto dramática”, dizem os pesquisadores.

        A OMS, por exemplo, já publicou um documento com diretrizes. A organização recomenda que o uso desses dispositivos seja evitado por crianças abaixo de 2 anos, e que para crianças de 2 a 4 anos não ultrapasse uma hora supervisionada por dia. A ideia é maximizar o tempo de interação com pessoas reais e desestimular o sedentarismo, seja pelo consumo games, desenhos animados ou qualquer atividade em tela.

        Grupos de psicólogos e pediatras estão produzindo também diretrizes mais voltadas a crianças maiores e adolescentes, que têm usado também redes sociais. Para essa faixa etária acima dos 11 anos, a Academia Americana de Pediatria não estabelece um limite de tempo, por exemplo, mas pede atenção para que atividades em telas não prejudiquem sono, esportes e relações pessoais.

        A Sociedade Brasileira de Pediatria segue princípios semelhantes, e recomenda que crianças menores de 13 anos não tenham seus próprios perfis em plataformas. (Esse limite já é lei nos EUA e outros países). É recomendado que entre 13 e 17 anos o uso de redes sociais seja supervisionado.

        Uma recomendação mais específica é a de não deixar dispositivos dentro dos quartos das crianças e adolescentes durante a noite, e retirá-los uma a duas horas antes de dormir. Outro ponto importante é evitar acesso a telas na hora de fazer lição de casa. No mais, os pediatras pedem a pais ou responsáveis atenção para sinais problemáticos, como irritabilidade excessiva diante da restrição a tablets ou smartphones.

        Em suma, o ideal é que os pais os ajudem a avaliar a qualidade do conteúdo a ser consumido na internet e evitem fontes propensas a desinformação e hostilidade. Há casos especiais que requerem mais atenção, como adolescentes com histórico de traumas ou problema de autoimagem corporal.

Fonte: VÍCIO DE ADOLESCENTES EM REDES SOCIAIS PODE VIRAR, OFICIALMENTE, UM TRANSTORNO MENTAL; ENTENDA. Jornal O Globo, 5 jun. 2025. Disponível em: https://oglobo.globo.com/saude/noticia/2025/05/06/vicio-de-adolescentes-em-redes-sociais-pode-virar-oficialmente-um-transtorno-mentalentenda.ghtml.Acesso em: 12 maio 2025. Adaptado.
Observe o trecho do Texto I: “Outro ponto importante é evitar acesso a telas na hora de fazer lição de casa”. Sobre ele, é CORRETO afirmar que:
Alternativas
Q3580921 Português
Uma espécie vulnerável e costeira

Além do número ainda reduzido, a baleia-franca é uma espécie costeira. Durante o período reprodutivo, permanece muito próxima do litoral, o que a torna especialmente vulnerável às atividades humanas, como construções costeiras, tráfego de embarcações e poluição. Isso significa que qualquer impacto ambiental negativo na faixa costeira pode comprometer diretamente a recuperação da espécie.

Em razão dessa fragilidade, a baleia-franca está classificada como "Em Perigo (EN)" na Lista Vermelha da Fauna Brasileira Ameaçada de Extinção, publicada pelo ICMBio e pelo MMA. No cenário global, é considerada "em recuperação" pela União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN). No Brasil, é a única espécie de baleia que se reproduz em nossa costa e que ainda se mantém em categoria oficial de ameaça.

Dentro dos limites da APA existem ambientes sensíveis que influenciam diretamente o mar aonde as baleias vivem. A manutenção da APA é, portanto, fundamental para preservar a integridade desse ecossistema e garantir que a recuperação populacional da baleia-franca continue.


(Disponível em: https://baleiafranca.org.br/importancia-apa-baleia-franca/. Acesso em 21 jul. 2025. Adaptado.)
Analise as assertivas que seguem:

I.Em "que ainda se mantém em categoria oficial de ameaça", o verbo manter-se foi corretamente conjugado, uma vez que se refere à "única espécie de baleia" e deve estar no singular.
II.Em "Dentro dos limites da APA existem ", o verbo existir pode ser substituído por "haver", mantendo o sentido. Nesse caso, a construção adequada é: Dentro dos limites da APA há".
III.Em "aonde as baleias vivem", o uso de "aonde" está incorreto, uma vez que o pronome se refere a mar e não a um verbo de movimento. O adequado seria "onde as baleias vivem".

É correto o que se afirma em:
Alternativas
Q3580886 Português
Práticas simples para melhorar a memória

Mesmo de forma seletiva e subjetiva, a memória pode ser cuidada e fortalecida com práticas durante a rotina. 

Anote com intenção: escrever à mão, desenhar ou registrar o que nos atravessa é uma forma simbólica de inscrever a experiência no corpo. Agendas eletrônicas e aplicativos são boas ferramentas, mas não devem substituir a presença; 

Associe com afeto: técnicas como associação de ideias e repetição funcionam melhor quando estão ligadas ao desejo e à emoção. Repetir por repetir não fixa. Mas repetir com intenção e conexão simbólica, sim; 

Organize as informações: distinguir o que é relevante do que é secundário ajuda a melhorar a memória e o cérebro a armazenar melhor; 

Cuide do corpo para cuidar da mente: dormir bem, comer com equilíbrio, se movimentar e fazer pausas sustentam não só o corpo, mas também a psique; 

Varie e desafie seu cérebro: aprender algo novo, como um idioma ou um instrumento, ou sair da zona de conforto intelectual ativa novos circuitos neurais.


Disponível em: https://vidasimples.co/saude-do-corpo/como-melhorar-a-memoria-em-u m-mundo-cheio-de-pressa/. Acesso em 18 jul. 2025. Adaptado.)

Assinale a alternativa em que a construção do período mantém o mesmo sentido expresso em:

"Agendas eletrônicas e aplicativos são boas ferramentas, mas não devem substituir a presença." 

Alternativas
Q3580524 Português
Leia o texto que segue e complete as lacunas observando a concordância verbal:
"'Para baixo, todo santo ___________', diz a expressão conhecida. Mas, na hora do sufoco, só alguns santos __________ salvar quem está desesperado, como _________ a crendice popular".
(Disponível em: https://www.uol.com.br/universa/horoscopo/noticias/redacao/2025/07/1 4/sao-longuinho-santa-clara-e-mais-quais-os-santos-convocados-nas-u rgencias.htm. Acesso em 17 jul. 2025. Adaptado.)

Assinale a alternativa que completa correta e respectivamente as lacunas do texto:
Alternativas
Q3579550 Português

Utilize o Texto para responder à questão.


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Fonte: OLIVEIRA, Louise. Variação linguística: o que é e exemplos. Norma Culta, s.d. Disponível em: https://www.normaculta.com.br/variacoes-linguisticas/. Acesso em: 2 abr. 2025.

Do ponto de vista sintático, de aipim, de mandioca e de macaxeira são exemplos de:
Alternativas
Q3579547 Português

Utilize o Texto para responder à questão.


Celular na escola: faz sentido proibir?


Por Maria Clara Rossini

Atualizado em 23 fev. 2025, 14h22 - Publicado em 21 fev. 2025, 10h00 


É consenso que a pandemia contribuiu para a consolidação dos smartphones nas escolas. Embora os celulares sejam oficialmente proibidos em muitas delas, isso raramente ocorre na prática. A lei número 15.100, sancionada no início deste ano, é uma tentativa de voltar à época em que a regra era cumprida com mais afinco: ela restringe o uso de aparelhos eletrônicos portáteis durante as aulas e o recreio. Eles só são autorizados para fins pedagógicos, de acessibilidade ou saúde.


Não precisa ser nenhum Piaget para concluir que os celulares podem atrapalhar o rendimento escolar de crianças e adolescentes. Mas não é só isso: educadores e neurocientistas estão preocupados com o desenvolvimento cognitivo e a saúde mental da geração que cresceu com os smartphones. “Essas habilidades cognitivas amadurecem em torno dos 24 e 25 anos”, diz Sabine Pompeia, Professora na Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). “O jovem é muito mais propenso a ficar dependente desse tipo de situação e não conseguir se desvencilhar do que um adulto”.


Os aplicativos e redes sociais foram de fato construídos com a ciência dos caça-níqueis em mente. Documentos vazados em 2021 mostram que o Facebook tinha consciência do caráter viciante da rede e utilizou essas técnicas para engajar os usuários. Fica difícil desenvolver o autocontrole, porém, quando a “substância” em questão apita no bolso, gerando pequenas descargas de dopamina ao longo do dia.


O quanto exatamente o uso de smartphones está prejudicando essas habilidades básicas? É difícil responder. Para bater o martelo, seria necessário acompanhar o desenvolvimento de várias crianças distribuídas aleatoriamente em dois grupos: com ou sem acesso a smartphones. Esse seria um experimento científico padrão-ouro. Mas é virtualmente impossível realizar um experimento nesses moldes.


A solução então seria proibir o uso de smartphones por crianças e adolescentes? Qualquer pai sabe que essa tarefa beira o impossível. “Uma das coisas mais difíceis de aprender é a socialização, entender os limites das pessoas e como lidar com o outro”, diz Pompeia. “Essa geração tem que aprender a socializar em dois ambientes diferentes, porque as regras sociais em pessoa são diferentes das regras sociais nas redes”.


A escola, naturalmente, não é o espaço ideal para o celular. A lei que passa a valer em 2025 pode ser o caminho de uma mudança coletiva, mas a implementação e a fiscalização da regra devem variar de acordo com o colégio. O impacto que isso terá no aprendizado, no desenvolvimento e na socialização são cenas dos próximos capítulos.


Fonte: ROSSINI, Maria Clara. Celular na escola: faz sentido proibir? Revista Superinteressante [on-line], 23 fev. 2025. Acesso em 1 abr. 2025. [Adaptado].

Considere o seguinte período composto: 


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Assinale a alternativa CORRETA.

Alternativas
Q3579539 Português

Utilize o Texto para responder à questão.


3 notícias sobre: dengue


Ela trouxe uma “surpresa” esse ano. Mas a ciência também tem novas armas


Por Bruno Garattoni

31 mar. 2025, 12h00


Subtipo 3 aumenta o risco de surto da doença


A dengue é causada por um vírus, o DENV, que tem 4 subtipos. Este ano, o terceiro deles, DENV-3, foi detectado no Brasil (onde não era visto desde 2007), na Colômbia e na Argentina. Segundo a Organização Pan-Americana de Saúde, isso pode aumentar o número de casos de dengue na América Latina – pois, como o DENV-3 é relativamente raro, a maioria da população não tem qualquer imunidade a ele.


Novo medicamento inibe a transmissão do vírus


Um estudo publicado por cientistas da Bélgica e dos EUA apontou que o JNJ-A07, um remédio que está sendo desenvolvido pela Janssen Pharma (subsidiária da Johnson & Johnson), inibe a replicação do vírus da dengue em ratos. Além disso, se os animais forem picados pelo Aedes aegipti, a droga é transferida para o corpo do mosquito, onde dificulta a replicação – e, portanto, a transmissão – do vírus.


Butantan prepara 100 milhões de doses da vacina


No Brasil, a vacina Butantan-DV, que oferece proteção contra a dengue, já passou pelas análises de segurança e eficácia da Anvisa, e deve ser aprovada este ano. O Butantan prevê produzir 100 milhões de doses da vacina nos próximos três anos. Ela funciona contra todos os subtipos do vírus e requer apenas uma dose. As vacinas atuais exigem duas (no caso da Qdenga) ou três doses (Dengvaxia). Fonte: GARATTONI, Bruno. 3 notícias sobre: dengue. Revista Superinteressante [on-line], 3 mar. 2025. Disponível em: https://super.abril.com.br/saude/3-noticiassobre-dengue/. Acesso em: 1 abr. 2025. [Adaptado].

Leia o terceiro parágrafo do texto e analise as afirmativas que seguem.


4.png (575×95)


I- Aoração (1) esclarece o sentido do termo Avacina Butantan-DV e se classifica como oração subordinada adjetiva explicativa.


II- A oração (2) atua como objeto direto da oração principal (O Butantan prevê) e se classifica como uma oração subordinada substantiva objetiva direta reduzida de infinitivo.


III- A oração (3) apresenta a mesma natureza sintática com relação à oração coordenada assindética (Ela funciona contra todos os subtipos do vírus) e se classifica como uma oração coordenada sindética aditiva.


É CORRETO o que se afirma em:

Alternativas
Q3579538 Português

Utilize o Texto para responder à questão.


3 notícias sobre: dengue


Ela trouxe uma “surpresa” esse ano. Mas a ciência também tem novas armas


Por Bruno Garattoni

31 mar. 2025, 12h00


Subtipo 3 aumenta o risco de surto da doença


A dengue é causada por um vírus, o DENV, que tem 4 subtipos. Este ano, o terceiro deles, DENV-3, foi detectado no Brasil (onde não era visto desde 2007), na Colômbia e na Argentina. Segundo a Organização Pan-Americana de Saúde, isso pode aumentar o número de casos de dengue na América Latina – pois, como o DENV-3 é relativamente raro, a maioria da população não tem qualquer imunidade a ele.


Novo medicamento inibe a transmissão do vírus


Um estudo publicado por cientistas da Bélgica e dos EUA apontou que o JNJ-A07, um remédio que está sendo desenvolvido pela Janssen Pharma (subsidiária da Johnson & Johnson), inibe a replicação do vírus da dengue em ratos. Além disso, se os animais forem picados pelo Aedes aegipti, a droga é transferida para o corpo do mosquito, onde dificulta a replicação – e, portanto, a transmissão – do vírus.


Butantan prepara 100 milhões de doses da vacina


No Brasil, a vacina Butantan-DV, que oferece proteção contra a dengue, já passou pelas análises de segurança e eficácia da Anvisa, e deve ser aprovada este ano. O Butantan prevê produzir 100 milhões de doses da vacina nos próximos três anos. Ela funciona contra todos os subtipos do vírus e requer apenas uma dose. As vacinas atuais exigem duas (no caso da Qdenga) ou três doses (Dengvaxia). Fonte: GARATTONI, Bruno. 3 notícias sobre: dengue. Revista Superinteressante [on-line], 3 mar. 2025. Disponível em: https://super.abril.com.br/saude/3-noticiassobre-dengue/. Acesso em: 1 abr. 2025. [Adaptado].

No período composto “Ela trouxe uma 'surpresa' esse ano. Mas a ciência também tem novas armas”, há duas orações de mesma natureza sintática. Logo, sobre a oração em destaque, é CORRETO afirmar que:
Alternativas
Q3579000 Português
As opções abaixo mostram frases com o pronome SE no singular; colocada no plural, a frase correta é:
Alternativas
Q3578999 Português
Nas frases abaixo há a presença do pronome “o”, relacionado a um termo anterior.

Assinale a frase em que esse termo anterior inclui uma oração.
Alternativas
Q3578995 Português
Assinale a frase em que houve a passagem correta da voz passiva pronominal para a voz passiva com auxiliar.
Alternativas
Respostas
7381: A
7382: D
7383: E
7384: A
7385: E
7386: C
7387: E
7388: E
7389: B
7390: D
7391: D
7392: D
7393: D
7394: D
7395: C
7396: E
7397: A
7398: C
7399: A
7400: B