Questões de Concurso
Comentadas sobre sintaxe em português
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"Em segundo lugar, a televisão superou o computador pela primeira vez, com 44,4% е 42,2%, respectivamente" (1. 30-31).
( ) Desconsiderando o uso de maiúsculas ou minúsculas, as expressões "Em segundo lugar" e "pela primeira vez" poderiam ser usadas uma pela outra, mantendo-se a correção gramatical e o sentido original.
( ) De maneira geral, há uma tendência de superação da televisão pelo computador.
( ) A expressão "respectivamente" esclarece o leitor acerca dos percentuais apresentados e seus respectivos referentes.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:


I. Supressão de "seja" (l. 09).
II. Supressão de "ainda" (I. 17).
III. Inserção de "nós" imediatamente antes de "precisamos" (l. 32).
IV. Substituição de "disseminar" (I. 33) por "que se dissemine".
Quais propostas NÃO provocam alteração de sentido ou incorreção nos respectivos contextos de ocorrência?


"Empresas (1) estão cada vez mais sob pressão para adotar práticas sustentáveis (2) em toda a cadeia de produção, reduzindo emissões (3), utilizando materiais mais sustentáveis e (4) investindo em tecnologias de baixo impacto ambiental".
Assinale a alternativa que apresenta, correta e respectivamente, a classificação sintática ou morfológica das palavras e expressões sublinhadas na frase acima.
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
'A periferia nunca deixou de produzir literatura', defende coordenadora das Fábricas de Cultura
Os hábitos de leitura nas periferias da maior metrópole da América do Sul são o foco da pesquisa realizada pela Organização Social Poiesis, que analisou o público das oito unidades das Fábricas de Cultura presentes em São Paulo e apontou que mulheres representam 70% do público leitor.
Para a coordenadora artístico-pedagógica das bibliotecas das Fábricas de Cultura, Ifé Rosa, a literatura sempre esteve presente na comunidade, que não deixou "nenhum preconceito impedir de acessar a literatura".
"Todo esse movimento de literatura mostra que ela, na verdade, foi durante muito tempo vista como algo elitista, como algo para outro tipo de público, mas, enquanto isso, a periferia nunca deixou de produzir literatura, de produzir oralidade ou 'oralituras', expressão usada por Leda Maria Martins. A periferia nunca deixou que nenhum preconceito a impedisse de acessar a literatura, algo tão importante para todo ser humano", disse Ifé em entrevista ao Conexão BdF, da Rádio Brasil de Fato.
A pesquisa avaliou os hábitos de leitura dos frequentadores das bibliotecas das Fábricas de Cultura na Brasilândia, Capão Redondo, Diadema, Iguape, Jaçanã, Jardim São Luís , Osasco e Vila Nova Cachoeirinha. A coordenadora destaca que a literatura sempre esteve presente nas comunidades e que a diversidade de leitura apontada pela pesquisa ajuda a desconstruir preconceitos sobre "quem lê e o que lê".
Os dados indicam que as mulheres foram 70% do total de leitores, porcentagem maior que a média nacional (61%). Para a coordenadora artístico-pedagógica das bibliotecas das Fábricas de Cultura, Ifé Rosa, o protagonismo feminino revela a participação singular das mulheres nas comunidades. "Sabemos o quanto as mulheres têm um papel fundamental nas periferias, não só nas questões do dia a dia, no trato com a própria família , com a comunidade, mas também com a literatura. Ficamos muito felizes em saber que as mulheres estão acessando a literatura, uma literatura diversa que fala tanto diretamente com as realidades delas quanto também com a literatura clássica", contou.
Representatividade
Para a coordenadora, a diversidade de leitura da população periférica — que inclui mangás , clássicos, autores negros e indígenas — mostra que o acesso "às literaturas" precisa ser ampliado, sempre atento ao que o público deseja ler. Ela também ressalta a importância da representatividade e de uma curadoria coletiva.
"Recentemente, Ana Maria Gonçalves — primeira mulher negra a entrar na Academia Brasileira de Letras —, falou algo bem importante: que as pessoas racializadas, literatura porque não se viam representadas, eram histórias que iam muito além da sua realidade. Quando uma criança, um jovem, um adolescente, uma pessoa trabalhadora consegue acessar uma história em que se sinta representada, essa literatura se aproxima", afirma Ifé.
(Disponível em: https://www.brasildefato.com.br/2025/08/20/a-periferia-nunca-deixou-de -produzir-literatura-defende-coordenadora-das-fabricas-de-cultura/. Acesso em 25 ago. 2025. Adaptado.)
"Sabemos o quanto as mulheres têm um papel fundamental nas periferias, não só nas questões do dia a dia, no trato com a própria família, com a comunidade, mas também com a literatura."
No excerto, as expressões em destaque foram utilizadas para construir um sentido. A relação que elas estabelecem é de:
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
'A periferia nunca deixou de produzir literatura', defende coordenadora das Fábricas de Cultura
Os hábitos de leitura nas periferias da maior metrópole da América do Sul são o foco da pesquisa realizada pela Organização Social Poiesis, que analisou o público das oito unidades das Fábricas de Cultura presentes em São Paulo e apontou que mulheres representam 70% do público leitor.
Para a coordenadora artístico-pedagógica das bibliotecas das Fábricas de Cultura, Ifé Rosa, a literatura sempre esteve presente na comunidade, que não deixou "nenhum preconceito impedir de acessar a literatura".
"Todo esse movimento de literatura mostra que ela, na verdade, foi durante muito tempo vista como algo elitista, como algo para outro tipo de público, mas, enquanto isso, a periferia nunca deixou de produzir literatura, de produzir oralidade ou 'oralituras', expressão usada por Leda Maria Martins. A periferia nunca deixou que nenhum preconceito a impedisse de acessar a literatura, algo tão importante para todo ser humano", disse Ifé em entrevista ao Conexão BdF, da Rádio Brasil de Fato.
A pesquisa avaliou os hábitos de leitura dos frequentadores das bibliotecas das Fábricas de Cultura na Brasilândia, Capão Redondo, Diadema, Iguape, Jaçanã, Jardim São Luís , Osasco e Vila Nova Cachoeirinha. A coordenadora destaca que a literatura sempre esteve presente nas comunidades e que a diversidade de leitura apontada pela pesquisa ajuda a desconstruir preconceitos sobre "quem lê e o que lê".
Os dados indicam que as mulheres foram 70% do total de leitores, porcentagem maior que a média nacional (61%). Para a coordenadora artístico-pedagógica das bibliotecas das Fábricas de Cultura, Ifé Rosa, o protagonismo feminino revela a participação singular das mulheres nas comunidades. "Sabemos o quanto as mulheres têm um papel fundamental nas periferias, não só nas questões do dia a dia, no trato com a própria família , com a comunidade, mas também com a literatura. Ficamos muito felizes em saber que as mulheres estão acessando a literatura, uma literatura diversa que fala tanto diretamente com as realidades delas quanto também com a literatura clássica", contou.
Representatividade
Para a coordenadora, a diversidade de leitura da população periférica — que inclui mangás , clássicos, autores negros e indígenas — mostra que o acesso "às literaturas" precisa ser ampliado, sempre atento ao que o público deseja ler. Ela também ressalta a importância da representatividade e de uma curadoria coletiva.
"Recentemente, Ana Maria Gonçalves — primeira mulher negra a entrar na Academia Brasileira de Letras —, falou algo bem importante: que as pessoas racializadas, literatura porque não se viam representadas, eram histórias que iam muito além da sua realidade. Quando uma criança, um jovem, um adolescente, uma pessoa trabalhadora consegue acessar uma história em que se sinta representada, essa literatura se aproxima", afirma Ifé.
(Disponível em: https://www.brasildefato.com.br/2025/08/20/a-periferia-nunca-deixou-de -produzir-literatura-defende-coordenadora-das-fabricas-de-cultura/. Acesso em 25 ago. 2025. Adaptado.)
Considere o excerto que segue e analise as assertivas:
"Para a coordenadora, a diversidade de leitura da população periférica — que inclui mangás, clássicos, autores negros e indígenas — mostra que o acesso 'às literaturas' precisa ser ampliado, sempre atento ao que o público deseja ler".
I.A respeito do uso dos travessões, eles podem ser substituídos por vírgulas sem causar prejuízo na coesão e no sentido do texto.
II.As aspas duplas indicam que o excerto é uma citação direta feita aqui na questão. Logo, a expressão às literaturas que, no texto original, está entre aspas duplas, aparece corretamente, nesta citação, entre aspas simples.
III.A palavra atento concorda com acesso , uma vez que se refere a esta palavra.
É correto o que se afirma em:
"A exposição a micro e nanoplásticos _________ por diferentes caminhos — e com uma frequência difícil de evitar. São três principais vias: pela alimentação, pela respiração e, possivelmente, pela absorção da pele. 'A gente sabe que a água está contaminada, que todos os alimentos ______ contaminação, principalmente os do mar, embutidos em plástico. Quando as pessoas passam aqueles cremes que ______ microplástico, os esfoliantes, isso também ______ risco de ser absorvido'."
(Disponível em:
https://revistagalileu.globo.com/saude/noticia/2025/08/como-a-presenca-de-microplasticos-no-corpo-pode-afetar-nossa-saude.ghtml. Acesso em 19 ago. 2025. Adaptado.)
Assinale a alternativa que completa correta e respectivamente as lacunas do excerto, considerando o sentido do verbo e sua concordância no contexto:
I.Em "A situação está em um ponto muito crítico, porque já passou de uma poluição externa", a palavra destacada pode ser substituída por consequentemente, sem alterar o sentido.
II.Em "[...] embora reconheça que as evidências sobre os riscos ainda são limitadas, a entidade classifica os microplásticos como contaminantes emergentes", a palavra destacada pode ser substituída por ainda que, sem alterar o sentido.
III.Em "a OMS reforçou a necessidade de monitoramento contínuo e advertiu que...", a palavra destacada não pode ser substituída por mas, pois altera o sentido do texto, comprometendo a ideia transmitida.
É correto o que se apresenta em:
Quanto à estruturação linguística e gramatical do texto, julgue o item a seguir.
No trecho “No Brasil, estudos pioneiros realizados nos anos 1950 e 1960 corroboraram a eficácia preventiva da fluoretação das águas. No período de 1986 a 1996, com 42% da população recebendo água fluoretada, a queda na prevalência da cárie entre crianças de doze anos de idade foi de 53%.”, as expressões conexas “fluoretação das águas” e “água fluoretada” têm a mesma função sintática nas orações que as encerram.
I.Nem você e nem eu viajaremos amanhã porque as passagens esgotaram.
II.Todo livro, toda narrativa, toda ficção nos envolve e nos atravessa de alguma maneira.
III.A pouca leitura e o restrito acesso a manifestações culturais formam pessoas menos críticas.
A concordância verbal está correta em:
"Para a coordenadora, a diversidade de leitura da população periférica — que inclui mangás, clássicos, autores negros e indígenas — mostra que o acesso 'às literaturas' precisa ser ampliado, sempre atento ao que o público deseja ler".
I.A respeito do uso dos travessões, eles podem ser substituídos por vírgulas sem causar prejuízo na coesão e no sentido do texto.
II.As aspas duplas indicam que o excerto é uma citação direta feita aqui na questão. Logo, a expressão às literaturas que, no texto original, está entre aspas duplas, aparece corretamente, nesta citação, entre aspas simples.
III.A palavra atento concorda com acesso , uma vez que se refere a esta palavra.
É correto o que se afirma em:
No excerto, as expressões em destaque foram utilizadas para construir um sentido. A relação que elas estabelecem é de:
Assinale a alternativa que indica a correta relação de sentido estabelecida pelo emprego da conjunção sublinhada no trecho a seguir, retirado do texto:
“como a pessoa paga todos os meses, conclui que não fazer uso deles é abdicar de um direito adquirido”.
“Desperdício nababesco imprimir um resultado em cada folha de papel sulfite”.
“exames realizados ao acaso sobrecarregam o sistema de saúde e podem criar a necessidade de ultra....ons, tomografias, ressonâncias magnéticas, angiografias”.
“Os pacientes ficam com a sensação de que nada lhes custará, poucos têm consciência de que o orçamento do SUS é limitado e de que os gastos desnecessários com alguns farão falta para muitos”.
“Não paguei nada, eu tenho plano de saúde” (l. 10).