Questões de Concurso
Comentadas sobre sintaxe em português
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Acordo de Noite Subitamente
-
Acordo de noite subitamente,
E o meu relógio ocupa a noite toda.
Não sinto a Natureza lá fora.
O meu quarto é uma cousa escura com paredes vagamente brancas.
Lá fora há um sossego como se nada existisse.
Só o relógio prossegue o seu ruído.
E esta pequena cousa de engrenagens que está em cima da minha mesa
Abafa toda a existência da terra e do céu...
Quase que me perco a pensar o que isto significa,
Mas estaco, e sinto-me sorrir na noite com os cantos da boca,
Porque a única cousa que o meu relógio simboliza ou significa
Enchendo com a sua pequenez a noite enorme
É a curiosa sensação de encher a noite enorme
Com a sua pequenez...
Considere a seguinte oração extraída do poema:
"Não sinto a Natureza lá fora"
Assinale a alternativa que apresenta a análise sintática CORRETA de um dos termos da oração.
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
A maior aventura de um ser humano é viajar,
E a maior viagem que alguém pode empreender
É para dentro de si mesmo.
E o modo mais emocionante de realizá-la é ler um livro,
Pois um livro revela que a vida é o maior de todos os livros,
Mas é pouco útil para quem não souber ler nas entrelinhas
E descobrir o que as palavras não disseram...
Augusto Cury , O futuro da humanidade
Com base no texto e nos princípios da gramática normativa, julgue os itens abaixo e registre V, para verdadeiras, e F, para falsas:
(__)Em "Pois um livro revela que a vida é o maior de todos os livros", a oração introduzida por "que" classifica?se como oração subordinada substantiva objetiva direta, pois completa o sentido do verbo transitivo direto "revela".
(__)Em "Mas é pouco útil para quem não souber ler nas entrelinhas", a palavra "útil" recebe acento gráfico por ser paroxítona terminada em ditongo oral crescente, de acordo com a regra geral de acentuação.
(__)Na frase "E o modo mais emocionante de realizá-la é ler um livro", o verbo "ler" encontra-se no infinitivo impessoal, com valor de sujeito oracional da estrutura, sendo o termo "realizá-la" o complemento da expressão nominal "modo".
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta de cima para baixo:
"O melhor plano deve ser plural, construído conjuntamente com os servidores já existentes para que sejam absorvidas suas percepções. Além disso, deve prever formas de reconhecimento de talentos, potencialidades e promoção por mérito, que prevejam avaliações que incentivem o cumprimento de metas."
(https://www.sad.ms.gov.br/artigo-como-valorizar-o-servidor-publico/)
Com base na concordância verbal e nominal, julgue as afirmativas a seguir:
I.O vocábulo 'existentes' e o vocábulo 'absorvidas' apresentam concordância adequada com um mesmo substantivo plural, o que justifica a flexão.
II.O sujeito da locução verbal 'deve prever' é composto e está posposto à locução.
III.A forma verbal 'prevejam' está flexionado no plural concordando com o sujeito 'avaliações'.
IV.Se o vocábulo 'plano' fosse substituído por uma palavra feminina no plural, o verbo 'dever' e o adjetivo 'construído' também seriam flexionados.
É correto o que se afirma em:
Atenção: Considere o texto a seguir para responder à questão.
A revolução tecnológica do século XXI modificou toda a configuração da economia global, provocando uma verdadeira ruptura nas relações trabalhistas até então vigentes. Um dos setores da economia que melhor representa essa revolução e seu impacto nas relações de trabalho é o de serviços de transporte de passageiros e de entrega de bens de consumо.
Junto a essa radical transformação tecnológica, levando em conta a grande oferta de mão de obra disponível, escancarou-se uma controversa realidade social: a relação de trabalho estabelecida entre motoristas e entregadores e as empresas que operam por meio de plataformas digitais.
Desde o início das atividades das empresas de transporte e entrega por aplicativos no Brasil, os trabalhadores cadastrados em suas plataformas foram contratados como microempreendedores individuais (MEl) ou como autônomos.
Nesse contexto, o questionamento a ser feito é se esses motoristas e entregadores são ou não são, na realidade, empregados. Como empregados, se enquadrariam em uma das modalidades contratuais previstas na CLT. Já como não empregados, ou autônomos, a CLT não se aplicaria e, consequentemente, os direitos trabalhistas celetistas não seriam a eles devidos. O questionamento colocado é a razão da controvérsia atual que domina o campo trabalhista e que envolve diversos atores sociais e instituições públicas ligadas ao trabalho.
A relação de emprego, assim como a relação de trabalho autônomo, são espécies do género relação de trabalho. Para a caracterização da relação de emprego devem estar presentes, de forma cumulativa, os requisitos constantes dos arts. 2º e 3º da CLT, quais sejam: pessoalidade, não eventualidade, onerosidade e subordinação.
A subordinação é o elemento decisivo para a afirmação da existência, ou não, da relação de emprego, como também é o elemento principal de diferenciação entre a relação de emprego e as diversas modalidades de trabalho autônomo. Logo, pode-se dizer que a contraposição à subordinação é a autonomia. E é exatamente sobre o elemento subordinação que reside a controvérsía ora analisada.
Todas as empresas que ofertam serviços de transporte ou entrega por aplicativos afirmam inexistir entre elas e os trabalhadores cadastrados em suas plataformas qualquer tipo de subordinação. Pelo contrário, afirmam que há autonomia e independência desses trabalhadores na prestação dos serviços, já que esses profissionais têm total liberdade para se conectarem ou não ao aplicativo, podendo escolher o horário de trabalho, e para aceitarem ou recusarem o direcionamento (chamado/oferta) de serviços.
Na Justiça do Trabalho são inúmeras as ações individuais de motoristas e entregadores pleiteando o reconhecimento do vínculo empregatício com as empresas para as quais prestam e/ou prestaram serviços por meio de aplicativos. Ora é reconhecida a relação de emprego, configurando-se a existência de subordinação, ora tal relação não é reconhecida.
(Adaptado de: NEIVA, Rafael Brisque)
Considere o trecho:
Todas as empresas que ofertam serviços de transporte ou entrega por aplicativos afirmam inexistir entre elas e os trabalhadores cadastrados em suas plataformas qualquer tipo de subordinação.
Sem prejuízo para a correção e para as relações de sentido estabelecidas na frase, o termo sublinhado pode ser substituído por:
Atenção: Considere o texto a seguir para responder à questão.
A revolução tecnológica do século XXI modificou toda a configuração da economia global, provocando uma verdadeira ruptura nas relações trabalhistas até então vigentes. Um dos setores da economia que melhor representa essa revolução e seu impacto nas relações de trabalho é o de serviços de transporte de passageiros e de entrega de bens de consumо.
Junto a essa radical transformação tecnológica, levando em conta a grande oferta de mão de obra disponível, escancarou-se uma controversa realidade social: a relação de trabalho estabelecida entre motoristas e entregadores e as empresas que operam por meio de plataformas digitais.
Desde o início das atividades das empresas de transporte e entrega por aplicativos no Brasil, os trabalhadores cadastrados em suas plataformas foram contratados como microempreendedores individuais (MEl) ou como autônomos.
Nesse contexto, o questionamento a ser feito é se esses motoristas e entregadores são ou não são, na realidade, empregados. Como empregados, se enquadrariam em uma das modalidades contratuais previstas na CLT. Já como não empregados, ou autônomos, a CLT não se aplicaria e, consequentemente, os direitos trabalhistas celetistas não seriam a eles devidos. O questionamento colocado é a razão da controvérsia atual que domina o campo trabalhista e que envolve diversos atores sociais e instituições públicas ligadas ao trabalho.
A relação de emprego, assim como a relação de trabalho autônomo, são espécies do género relação de trabalho. Para a caracterização da relação de emprego devem estar presentes, de forma cumulativa, os requisitos constantes dos arts. 2º e 3º da CLT, quais sejam: pessoalidade, não eventualidade, onerosidade e subordinação.
A subordinação é o elemento decisivo para a afirmação da existência, ou não, da relação de emprego, como também é o elemento principal de diferenciação entre a relação de emprego e as diversas modalidades de trabalho autônomo. Logo, pode-se dizer que a contraposição à subordinação é a autonomia. E é exatamente sobre o elemento subordinação que reside a controvérsía ora analisada.
Todas as empresas que ofertam serviços de transporte ou entrega por aplicativos afirmam inexistir entre elas e os trabalhadores cadastrados em suas plataformas qualquer tipo de subordinação. Pelo contrário, afirmam que há autonomia e independência desses trabalhadores na prestação dos serviços, já que esses profissionais têm total liberdade para se conectarem ou não ao aplicativo, podendo escolher o horário de trabalho, e para aceitarem ou recusarem o direcionamento (chamado/oferta) de serviços.
Na Justiça do Trabalho são inúmeras as ações individuais de motoristas e entregadores pleiteando o reconhecimento do vínculo empregatício com as empresas para as quais prestam e/ou prestaram serviços por meio de aplicativos. Ora é reconhecida a relação de emprego, configurando-se a existência de subordinação, ora tal relação não é reconhecida.
(Adaptado de: NEIVA, Rafael Brisque)
Atenção: Considere a crônica "Beijinho, beijinho", de Luis Fernando Verissimo, para responder à questão.
Na festa dos 34 anos da Clarinha, o seu marido, Amaro, fez um discurso muito aplaudido. Declarou que não trocava a sua Clarinha por duas de 17, sabiam por quê? Porque a Clarinha era duas de 17. Tinha a vivacidade e o frescor de duas adolescentes.
No carro, depois da festa, o Marinho comentou:
- Bonito o discurso do Amaro.
- Não dou dois meses para eles se separarem - disse a Nair.
-O qué?
-Marido quando começa a elogiar muito a mulher...
Nair deixou no ar todas as implicações da duplicidade masculina.
-Mas eles parecem cada vez mais apaixonados -protestou Marinho.
- Exatamente. Apaixonados demais. Lembra o que eu disse quando a Janice e o Pedrão começarama andar de mãos dadas?
-É mesmo...
- Vinte anos de casados e de repente começam a andar de mãos dadas? Como namorados? Ali tinha coisa.
(VERISSIMO, Luis Fernando. Verissimo antológico. Rio de Janeiro: Objetiva, 2020)
Atenção: Considere a crônica "Beijinho, beijinho", de Luis Fernando Verissimo, para responder à questão.
Na festa dos 34 anos da Clarinha, o seu marido, Amaro, fez um discurso muito aplaudido. Declarou que não trocava a sua Clarinha por duas de 17, sabiam por quê? Porque a Clarinha era duas de 17. Tinha a vivacidade e o frescor de duas adolescentes.
No carro, depois da festa, o Marinho comentou:
- Bonito o discurso do Amaro.
- Não dou dois meses para eles se separarem - disse a Nair.
-O qué?
-Marido quando começa a elogiar muito a mulher...
Nair deixou no ar todas as implicações da duplicidade masculina.
-Mas eles parecem cada vez mais apaixonados -protestou Marinho.
- Exatamente. Apaixonados demais. Lembra o que eu disse quando a Janice e o Pedrão começarama andar de mãos dadas?
-É mesmo...
- Vinte anos de casados e de repente começam a andar de mãos dadas? Como namorados? Ali tinha coisa.
(VERISSIMO, Luis Fernando. Verissimo antológico. Rio de Janeiro: Objetiva, 2020)
Lembra o que eu disse quando a Janice e o Pedrão começaram a andar de mãos dadas? (9 parágrafo)
No contexto em que se insere, a oração sublinhada expressa ideia de
TEXTO PARA A QUESTÃO.
Que espaço a fé tem na sua vida?
Acreditar é ter certeza, sem ter garantia. Com a fé é parecido, isso no meu ponto de vista. Mas eu costumo pensar que a fé é ter certeza e não precisar de garantia. É um jeito de acreditar que independe do resultado aparente das situações.
Um exemplo: você empresta dinheiro pra alguém, acreditando que essa pessoa vai pagar. Ela não paga, você não tem garantia de nenhum contrato. Acaba tomando um calote. A fé é doar tempo para ajudar alguém acreditando que isso vai fazer bem para quem precisa daquele conhecimento, mas se essa pessoa não aproveitar você não sai no prejuízo.
A fé é minha companheira.
Em primeiro lugar a fé no meu Deus. Mas em várias outras coisas também. Eu tenho fé na humanidade, nas pessoas, nos meus amigos.
Não penso que isso me torne melhor do que ninguém, alguns até podem chamar a fé nos outros de tolice. Mas ter fé nas pessoas é entregar mais que confiança e faz um bem danado. Claro que já fui passado pra trás, perdi tempo e ganhei algumas decepções. Mas, por outro lado, sempre procuro pensar que de alguma maneira fiz o que tinha que ser feito.
Quando chega perto do fim do ano gosto de fazer um balanço. Gosto de conversar com meus amigos sobre as realizações deles, dividir alegrias e compartilhar desafios. Penso muito na minha jornada, lembro de dias ruins (não só desse ano, aliás), aqueles momentos de dificuldades e sempre chego à conclusão que o tempo e a fé foram grandes aliados.
A fé me sustentou nos dias difíceis, me deu coragem quando tudo parecia incerto. Ela me fez levantar da cama quando o desânimo queria me prender. Me fez sorrir quando a vontade era de chorar. E me fez seguir em frente mesmo quando o caminho parecia não ter saída.
A fé também me ensinou a esperar. Não com ansiedade, mas com esperança. Esperar que o tempo traga respostas, que os sonhos se realizem. A paciência é uma grande amiga da fé. E mesmo que não aconteça como eu imaginei, sigo pensando que tudo tem um propósito.
A fé não é uma muleta para tempos difíceis. Fé é terra firme. Mas ela mora no silencio e carece de cuidado. Quem tem fé, nunca está sozinho.
Porque no fim das contas, ter fé é isso: é continuar mesmo sem garantias. É confiar que o melhor ainda está por vir. E é agradecer, mesmo antes de receber.
Autor: Marco Matos - GZH (adaptado)
TEXTO PARA A QUESTÃO.
Que espaço a fé tem na sua vida?
Acreditar é ter certeza, sem ter garantia. Com a fé é parecido, isso no meu ponto de vista. Mas eu costumo pensar que a fé é ter certeza e não precisar de garantia. É um jeito de acreditar que independe do resultado aparente das situações.
Um exemplo: você empresta dinheiro pra alguém, acreditando que essa pessoa vai pagar. Ela não paga, você não tem garantia de nenhum contrato. Acaba tomando um calote. A fé é doar tempo para ajudar alguém acreditando que isso vai fazer bem para quem precisa daquele conhecimento, mas se essa pessoa não aproveitar você não sai no prejuízo.
A fé é minha companheira.
Em primeiro lugar a fé no meu Deus. Mas em várias outras coisas também. Eu tenho fé na humanidade, nas pessoas, nos meus amigos.
Não penso que isso me torne melhor do que ninguém, alguns até podem chamar a fé nos outros de tolice. Mas ter fé nas pessoas é entregar mais que confiança e faz um bem danado. Claro que já fui passado pra trás, perdi tempo e ganhei algumas decepções. Mas, por outro lado, sempre procuro pensar que de alguma maneira fiz o que tinha que ser feito.
Quando chega perto do fim do ano gosto de fazer um balanço. Gosto de conversar com meus amigos sobre as realizações deles, dividir alegrias e compartilhar desafios. Penso muito na minha jornada, lembro de dias ruins (não só desse ano, aliás), aqueles momentos de dificuldades e sempre chego à conclusão que o tempo e a fé foram grandes aliados.
A fé me sustentou nos dias difíceis, me deu coragem quando tudo parecia incerto. Ela me fez levantar da cama quando o desânimo queria me prender. Me fez sorrir quando a vontade era de chorar. E me fez seguir em frente mesmo quando o caminho parecia não ter saída.
A fé também me ensinou a esperar. Não com ansiedade, mas com esperança. Esperar que o tempo traga respostas, que os sonhos se realizem. A paciência é uma grande amiga da fé. E mesmo que não aconteça como eu imaginei, sigo pensando que tudo tem um propósito.
A fé não é uma muleta para tempos difíceis. Fé é terra firme. Mas ela mora no silencio e carece de cuidado. Quem tem fé, nunca está sozinho.
Porque no fim das contas, ter fé é isso: é continuar mesmo sem garantias. É confiar que o melhor ainda está por vir. E é agradecer, mesmo antes de receber.
Autor: Marco Matos - GZH (adaptado)
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Quando me surpreendo ao fundo do espelho assusto-me. Mal posso acreditar que tenho limites, que sou recortada e definida. Sinto-me espalhada no ar, pensando dentro das criaturas, vivendo nas coisas além de mim mesma. Quando me surpreendo ao espelho não me assusto porque me ache feia ou bonita. É que me descubro de outra qualidade. Depois de não me ver há muito quase esqueço que sou humana, esqueço meu passado e sou com a mesma libertação de fim e de consciência quanto uma coisa apenas viva. Também me surpreendo, os olhos abertos para o espelho pálido, de que haja tanta coisa em mim além do conhecido, tanta coisa sempre silenciosa.
Trecho
LISPECTOR, Clarice. Perto do coração selvagem. Rio de Janeiro: Rocco, 1998.
Considerando o funcionamento dos elementos linguísticos no excerto apresentado, analise as afirmativas a seguir.
I. A vírgula na frase "Mal posso acreditar que tenho limites, que sou recortada e definida." indica a separação de duas orações coordenadas assindéticas com sujeitos distintos, e sua presença é obrigatória para preservar a clareza sintática do período.
II. No enunciado "É que me descubro de outra qualidade.", o pronome "me" desempenha função sintática de objeto direto e está corretamente posicionado por próclise.
III. A oposição entre "sou recortada e definida" e "sinto-me espalhada no ar" evidencia o uso de palavras em sentidos próprios e figurados, respectivamente, marcando uma tensão entre o concreto e o subjetivo na construção da identidade da narradora.
É correto o que se afirma em:
Outra análise de 18 estudos, realizada em 2022, concluiu que comer mais maçãs − ou alimentos derivados de maçãs, como o suco da fruta − pode reduzir o colesterol, se o hábito for mantido por mais de uma semana."
Com base nos elementos linguísticos utilizados no trecho, marque com (V), as afirmativas verdadeiras, e com (F), as falsas.
(__) Mantém a correção gramatical se o verbo 'associar' for flexionado no plural para concordar com 'estudos'.
(__) A locução verbal 'pode reduzir' está no singular para concordar com o sujeito 'suco de fruta'.
(__) A oração "se o hábito for mantido por mais de uma semana" é uma subordinada adverbial condicional.
(__) O verbo 'reduzir' está como transitivo direto, com complemento direto.
A sequência que preenche corretamente os itens acima, de cima para baixo, é:
Esse caso é notável na construção:
• “Ele entrava e saía da sala sem dizer nada”.
Os verbos entrar e sair possuem regências distintas, logo não podem ser alinhados com o mesmo complemento.
Analise as frases a seguir, comuns em postagens e comentários nas redes sociais, e assinale a que apresenta desvio de regência verbal por usar o mesmo complemento para verbos com regências diferentes.
1. “A crise do abastecimento de água e energia elétrica em Havana, capital de Cuba, ameaçam tornar este verão insuportavelmente quente.” (Zero Hora)
2. “Depois de estudarem quase 400 pacientes com problemas cardíacos, os especialistas notaram que o apoio do parceiro é importante para a recuperação do paciente, mas há um alto custo emocional para ele que deveriam ser melhor avaliados. (Folha de S. Paulo)
Assinale a alternativa correta acerca dessas construções.
Assinale a alternativa correta acerca da concordância verbal.
1. “… pela minha cabeça passou muitos tipos de pensamentos.”
2. “… Após alguns minutos de tiroteio acabou as balas.”
3. “…teria aqueles homens espionado?”
Assinale a alternativa correta sobre os exemplos citados.
No momento, porém, de sair da residência, vou levar-lhe o meu adeus.
Assinale a alternativa correta sobre esse período.
Competem-te todos os relatórios da semana.
Assinale a alternativa que apresenta de forma correta a análise dos termos, respectivamente, em destaque na frase.
O maior problema consiste em garantir o abastecimento de energia renovável aos municípios do país nos próximos anos, uma vez que é previsto o aumento da população e, consequentemente, aumento das demandas de consumo.
O termo em negrito: