Questões de Concurso Comentadas sobre sintaxe em português

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Q3752122 Português
A análise sintática exige a identificação precisa das funções desempenhadas pelos termos na oração, distinguindo-se termos essenciais, integrantes e acessórios. Considere a tabela a seguir, que apresenta diferentes termos da oração e suas possíveis definições. Em seguida, associe corretamente cada termo ao seu respectivo conceito.
Coluna A (__) Termo que caracteriza o sujeito por meio de um nome, geralmente acompanhado de verbo de ligação. (__) Termo que completa o verbo sem preposição obrigatória. (__) Termo que indica quem pratica a ação na voz passiva. (__) Termo que modifica o sentido do verbo, adjetivo ou advérbio, podendo exprimir circunstâncias diversas.
Coluna B I. Objeto Direto II. Agente da Passiva III. Predicado Nominal IV. Adjunto Adverbial

Assinale a alternativa com a sequência CORRETA:
Alternativas
Q3752121 Português
A concordância nominal envolve a relação de dependência entre o substantivo e seus modificadores, especialmente os adjetivos, pronomes e numerais. Entretanto, certas palavras apresentam comportamentos específicos, variando ou não conforme o contexto sintático em que aparecem. Considerando as regras de concordância nominal, assinale a alternativa que está plenamente de acordo com a norma-padrão da Língua Portuguesa:
Alternativas
Q3752120 Português
A regência verbal consiste na relação de dependência entre o verbo e os termos que o complementam, sendo fundamental para a construção sintática adequada. Considerando as regras de regência verbal presentes na norma culta da Língua Portuguesa, assinale a alternativa em que a regência está CORRETA.
Alternativas
Q3752119 Português
A regência nominal determina a preposição exigida por certos nomes, sendo fundamental para a norma padrão escrita. Muitos desvios decorrem da substituição inadequada das preposições, o que pode alterar a correção gramatical. Considerando as regras de regência nominal presentes na norma culta da Língua Portuguesa, analise as afirmativas a seguir:
I. A expressão correta é "adaptado a" quando se indica adequação a uma nova condição, como em: Ele já está adaptado à rotina nova.
II. O adjetivo "convicto" exige, na norma padrão, a preposição de, como em: Estou convicto de que tomamos a melhor decisão.
III. A forma "compatível a" é a mais adequada segundo a gramática normativa, devendo-se evitar o uso de "compatível com".
IV. A expressão "medo que" deve ser preferida à construção "medo de que", pois esta última é considerada menos correta na escrita formal.

Assinale a alternativa CORRETA que indica quais afirmativas são verdadeiras:
Alternativas
Q3751845 Português
É necessário que todos compreendam a linguagem como casa do ser. O termo em destaque é classificado: 
Alternativas
Q3751844 Português
Observe a concordância das expressões a seguir. Marque a opção em desacordo com a norma culta. 
Alternativas
Q3751842 Português
A lira dos 80 anos de Geraldo Azevedo

    “Será apresentado nos próximos dias 22, 23 e 24, às 20h30, no Teatro do Parque, ’Mora na Filosofia’, show-pesquisa sobre o samba de morro, com a presença da ’Universidade de Samba dos Boêmios de Sítio Novo’. Na oportunidade, o show lançará duas jovens cantoras - Isabel e Lúcia - e um novo violonista e cantor, Geraldo Azevedo. As duas primeiras exibições de ’Mora na Filosofia’ serão promovidas pelo Diretório Acadêmico da Faculdade de Filosofia do Recife, e o terceiro (domingo 24), pelo Centro de Estudos Cinematográficos, da Faculdade de Arquitetura da Universidade do Recife.”

    Faz quase 60 anos, o Diário de Pernambuco, em 21 de outubro de 1965, divulgou esta nota. Sobre a Lira dos 20 anos de Geraldo Azevedo. Ao alcançar a Lira dos 80 anos, publicamos uma entrevista especial com ele. Com o balanço de sua trajetória e uma série de curiosidades das canções, dos shows, das canções.

    “Mora na filosofia” é o título da letra de uma música dos anos 1950. No carnaval de 1955 chegou a ser premiada como uma das melhores letras. Mas nao sob a concordância geral, pois articulista como Paulo Quadros, da Gazeta de Notícia, distinguiu-a como “completamente absurda”. O samba é de autoria de Monsueto Menezes e Arnaldo Passos.

    Não foi por “completamente absurda” por falta de nexo que a censura vetou a “Canção da despedida” e outras canções. A motivação era exatamente a oposta: a do excesso de sentido, mas considerando que o lirismo daqueles jovens na casa dos 20 anos “moravam” numa filosofia de liberdade, considerada pelo regime algo “dissonante”, “absurdo”, “inútil”, “inadequado”. 

    Gilberto Freyre, num artigo sobre Karl Marx, chegou a indagar se o autor de O Capital não teria sido um gênio literário desviado de sua vocação. Ele poderia tecer a mesma hipótese quanto a Freud. No caso de Geraldo Azevedo, a primeira vocação não parece ter sido para as artes temporais da Música, mas as espaciais da arquitetura, do desenho. De um modo ou de outro, sua casa é a linguagem. Aliás, trata-se de quase um lugar-comum na filosofia, desde que se remete a Heidegger a ideia da linguagem como “a casa do ser”. A “filosofia” de Geraldo Azevedo é a das canções. A sua razão de ser, existir, atuar. É onde ele mora, desde a adolescência, e até agora. Na língua e na linguagem dos versos ele se expressa, e na habilidade para um instrumento: o violão. Ainda que este não seja aquela guitarra de mesón do poema de Antônio Machado, cabe no sentido emocionado dos versos:

    Tu eres alma que dice su armonía
solitaria a las almas pasajeras...
Y siempre que te escucha el caminante
sueña escuchar un aire de su tierra.

    Tem Geraldo Azevedo fãs fiéis e constantes ao longo destes 60 anos de carreira, exatamente porque nunca parou de dizer sua “harmonia solitária às almas passageiras”. Não tão solitária, porque justamente sempre esta sob a companhia da guitarra, chame-se guitarra (a maneira espanhola, e também a reinventada em elétrica, ao modo americano) ou violão. Como Manuel Bandeira, ele não se fez arquiteto, e, sim, poeta. Não por motivo de doença, mas por excesso de saúde. Assim, saudavelmente chega aos 80 anos, com sua lira (sua guitarra-violão) intacta e cheia de energia, morando não na filosofia, mas na música por inteiro, na sua linguagem. Ou, como disse bem Heidegger: 
“A linguagem e a casa do ser. Em sua mora habita o homem. Os pensadores e poetas são os guardiães dessa morada. Sua guarda consiste em levar a cabo a manifestação do ser, na medida em que, mediante seu dizer, eles a levam à linguagem e ali a custodiam”.

(Mário Hélio — Editor. Revista Continente. Edição 279, Março de 2025) Sobre a Lira dos 20 anos de Geraldo Azevedo.
’Mora na Filosofia’ serão promovidas pelo Diretório Acadêmico da Faculdade de Filosofia do Recife. A função sintática do termo destacado é:
Alternativas
Q3751841 Português
A lira dos 80 anos de Geraldo Azevedo

    “Será apresentado nos próximos dias 22, 23 e 24, às 20h30, no Teatro do Parque, ’Mora na Filosofia’, show-pesquisa sobre o samba de morro, com a presença da ’Universidade de Samba dos Boêmios de Sítio Novo’. Na oportunidade, o show lançará duas jovens cantoras - Isabel e Lúcia - e um novo violonista e cantor, Geraldo Azevedo. As duas primeiras exibições de ’Mora na Filosofia’ serão promovidas pelo Diretório Acadêmico da Faculdade de Filosofia do Recife, e o terceiro (domingo 24), pelo Centro de Estudos Cinematográficos, da Faculdade de Arquitetura da Universidade do Recife.”

    Faz quase 60 anos, o Diário de Pernambuco, em 21 de outubro de 1965, divulgou esta nota. Sobre a Lira dos 20 anos de Geraldo Azevedo. Ao alcançar a Lira dos 80 anos, publicamos uma entrevista especial com ele. Com o balanço de sua trajetória e uma série de curiosidades das canções, dos shows, das canções.

    “Mora na filosofia” é o título da letra de uma música dos anos 1950. No carnaval de 1955 chegou a ser premiada como uma das melhores letras. Mas nao sob a concordância geral, pois articulista como Paulo Quadros, da Gazeta de Notícia, distinguiu-a como “completamente absurda”. O samba é de autoria de Monsueto Menezes e Arnaldo Passos.

    Não foi por “completamente absurda” por falta de nexo que a censura vetou a “Canção da despedida” e outras canções. A motivação era exatamente a oposta: a do excesso de sentido, mas considerando que o lirismo daqueles jovens na casa dos 20 anos “moravam” numa filosofia de liberdade, considerada pelo regime algo “dissonante”, “absurdo”, “inútil”, “inadequado”. 

    Gilberto Freyre, num artigo sobre Karl Marx, chegou a indagar se o autor de O Capital não teria sido um gênio literário desviado de sua vocação. Ele poderia tecer a mesma hipótese quanto a Freud. No caso de Geraldo Azevedo, a primeira vocação não parece ter sido para as artes temporais da Música, mas as espaciais da arquitetura, do desenho. De um modo ou de outro, sua casa é a linguagem. Aliás, trata-se de quase um lugar-comum na filosofia, desde que se remete a Heidegger a ideia da linguagem como “a casa do ser”. A “filosofia” de Geraldo Azevedo é a das canções. A sua razão de ser, existir, atuar. É onde ele mora, desde a adolescência, e até agora. Na língua e na linguagem dos versos ele se expressa, e na habilidade para um instrumento: o violão. Ainda que este não seja aquela guitarra de mesón do poema de Antônio Machado, cabe no sentido emocionado dos versos:

    Tu eres alma que dice su armonía
solitaria a las almas pasajeras...
Y siempre que te escucha el caminante
sueña escuchar un aire de su tierra.

    Tem Geraldo Azevedo fãs fiéis e constantes ao longo destes 60 anos de carreira, exatamente porque nunca parou de dizer sua “harmonia solitária às almas passageiras”. Não tão solitária, porque justamente sempre esta sob a companhia da guitarra, chame-se guitarra (a maneira espanhola, e também a reinventada em elétrica, ao modo americano) ou violão. Como Manuel Bandeira, ele não se fez arquiteto, e, sim, poeta. Não por motivo de doença, mas por excesso de saúde. Assim, saudavelmente chega aos 80 anos, com sua lira (sua guitarra-violão) intacta e cheia de energia, morando não na filosofia, mas na música por inteiro, na sua linguagem. Ou, como disse bem Heidegger: 
“A linguagem e a casa do ser. Em sua mora habita o homem. Os pensadores e poetas são os guardiães dessa morada. Sua guarda consiste em levar a cabo a manifestação do ser, na medida em que, mediante seu dizer, eles a levam à linguagem e ali a custodiam”.

(Mário Hélio — Editor. Revista Continente. Edição 279, Março de 2025) Sobre a Lira dos 20 anos de Geraldo Azevedo.
Tem Geraldo Azevedo fãs fiéis e constantes ao longo destes 60 anos de carreira. A função sintática do termo destacado é:
Alternativas
Q3751444 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Seis horas da manhã

Silêncio às seis horas, quebrado apenas pelo canto dos pássaros no quintal. O alarme toca e, logo depois, a voz da mamãe: "Sofia, acorda!". Abraço o Boni, meu velho bichinho de pelúcia, escondido entre as cobertas. Levanto, tomo banho e lembro que é segunda-feira — dia de matemática, ciências e artes. Penso em avisar meus pais sobre a cartolina e em usar café para fazer tinta natural. O cheiro de tapioca e café toma a cozinha, e mamãe prepara a marmita para o trabalho. Tomo o leite, me despeço e corro para o carro, onde papai esquenta o motor. Queria que o dia começasse logo, só para poder brincar mais tempo na escola.

De repente, o som do alarme invade tudo outra vez. Acordo assustada. Já são sete horas! Corro para o banheiro, reclamo por ter esquecido a toalha e preparo um café apressado. Entre xícaras e panelas caindo do escorredor, procuro minhas coisas: o notebook, o moletom, a blusa que não encontro. A chuva lá fora engrossa, o tempo voa.

Enquanto tento organizar a manhã corrida, abro o armário e encontro o Boni. Aquele mesmo bichinho da infância, guardado há anos, me encara com um olhar silencioso. Sorrio — por um instante, o tempo parece voltar. Lembro da menina que eu era, das manhãs calmas e das pequenas alegrias antes da pressa tomar conta dos dias.

Faltam dez minutos para sair. Verifico se peguei tudo, olho o celular e vejo a notificação: "Hoje não tem aula". Respiro fundo. Por que ando sempre correndo? O relógio marca seis da manhã outra vez — e, entre o cheiro do café e o som da chuva, o silêncio me devolve, por um instante, àquela infância que nunca foi embora.

Texto Adaptado

CORONA, Lorena. Seis horas da manhã. In: Universidade de São Paulo. Livros Abertos da USP. São Paulo: Portal de Livros Abertos da USP, [s.d.]. Texto adaptado. Disponível em: https://www.livrosabertos.abcd.usp.br/portaldelivrosUSP/catalog/view/1 379/1256/4887 . Acesso em: 10 nov. 2025. 
No trecho "Verifico se peguei tudo, olho o celular e vejo a notificação: 'Hoje não tem aula'.", é possível identificar diferentes relações sintáticas entre orações. Com base na organização das frases e na classificação das orações, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3751404 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Como o equilíbrio nutricional influencia nossas emoções?


O que colocamos no prato tem impacto direto sobre nosso bem-estar. Entenda como a falta de nutrientes pode gerar ansiedade, irritação e o que fazer para recuperar a harmonia entre corpo e mente


Mariana Suzuki


Acordar cansado mesmo depois de uma boa noite de sono, sentir irritação sem motivo aparente ou perceber que a concentração simplesmente desapareceu no meio do dia. Talvez a resposta esteja no que você colocou no prato. Descobrir como o equilíbrio nutricional influencia no emocional mostra que a alimentação vai muito além da saciedade: ela impacta diretamente o humor, a disposição e a clareza mental. Pequenas escolhas − o que comer, como comer e até em que ritmo − podem transformar a maneira como sentimos e encaramos cada momento do dia.


O corpo e a mente em desequilíbrio


Quando a alimentação está desregulada, o emocional também sofre. "Quando o corpo não recebe os nutrientes de que precisa, entra em 'modo de economia', afetando diretamente a produção de energia e de substâncias relacionadas ao bem-estar, como serotonina e dopamina. O resultado é mais irritabilidade, cansaço e dificuldade de concentração", explica Brenda Arita, nutricionista da Fundação Conecta ABA.


Segundo a psicóloga clínica Eliana Gonçalves, da INSELF Neuropsicologia Avançada, é comum que carências nutricionais intensifiquem sintomas de ansiedade, irritabilidade ou tristeza. "A deficiência desses nutrientes pode levar à diminuição na produção de serotonina e dopamina, resultando em mau humor, tristeza, ansiedade e irritabilidade."


Entre os nutrientes essenciais estão vitaminas do complexo B, ômega-3, magnésio, zinco e aminoácidos provenientes das proteínas, como o triptofano, que participam da produção de serotonina, o chamado "hormônio do bem-estar", segundo Brenda.


A nutricionista também ressalta a importância do intestino nesse equilíbrio entre corpo-mente. "O intestino e o cérebro se comunicam constantemente por meio do chamado eixo intestino-cérebro. Mais de 90% da serotonina é produzida no intestino. Quando a microbiota intestinal está equilibrada, o emocional tende a estar mais estável. Por outro lado, o desequilíbrio intestinal − causado por estresse ou alimentação pobre em fibras − pode gerar sintomas como ansiedade, irritabilidade e digestão difícil."


(Disponível em: https://vidasimples.co/saude-do-corpo/como-o-equilibrio-nutricional-influencia-nossas-emocoes/. Acesso em: 21 out. 2025. Adaptado.)
As palavras, na língua, não são estanques, ou seja, não têm sentido único, nem funções imutáveis. Elas ganham sentidos e podem exercer funções diversas à medida que são usadas e de acordo com o contexto e com o objetivo com que são empregadas nos textos. Tendo isso em consideração, analise o excerto a seguir, considerando-o no texto como um todo, e assinale a alternativa correta.

"A nutricionista também ressalta a importância do intestino nesse equilíbrio entre corpo-mente."

A respeito da palavra também , nesse contexto, é correto afirmar que: 
Alternativas
Q3751403 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Como o equilíbrio nutricional influencia nossas emoções?


O que colocamos no prato tem impacto direto sobre nosso bem-estar. Entenda como a falta de nutrientes pode gerar ansiedade, irritação e o que fazer para recuperar a harmonia entre corpo e mente


Mariana Suzuki


Acordar cansado mesmo depois de uma boa noite de sono, sentir irritação sem motivo aparente ou perceber que a concentração simplesmente desapareceu no meio do dia. Talvez a resposta esteja no que você colocou no prato. Descobrir como o equilíbrio nutricional influencia no emocional mostra que a alimentação vai muito além da saciedade: ela impacta diretamente o humor, a disposição e a clareza mental. Pequenas escolhas − o que comer, como comer e até em que ritmo − podem transformar a maneira como sentimos e encaramos cada momento do dia.


O corpo e a mente em desequilíbrio


Quando a alimentação está desregulada, o emocional também sofre. "Quando o corpo não recebe os nutrientes de que precisa, entra em 'modo de economia', afetando diretamente a produção de energia e de substâncias relacionadas ao bem-estar, como serotonina e dopamina. O resultado é mais irritabilidade, cansaço e dificuldade de concentração", explica Brenda Arita, nutricionista da Fundação Conecta ABA.


Segundo a psicóloga clínica Eliana Gonçalves, da INSELF Neuropsicologia Avançada, é comum que carências nutricionais intensifiquem sintomas de ansiedade, irritabilidade ou tristeza. "A deficiência desses nutrientes pode levar à diminuição na produção de serotonina e dopamina, resultando em mau humor, tristeza, ansiedade e irritabilidade."


Entre os nutrientes essenciais estão vitaminas do complexo B, ômega-3, magnésio, zinco e aminoácidos provenientes das proteínas, como o triptofano, que participam da produção de serotonina, o chamado "hormônio do bem-estar", segundo Brenda.


A nutricionista também ressalta a importância do intestino nesse equilíbrio entre corpo-mente. "O intestino e o cérebro se comunicam constantemente por meio do chamado eixo intestino-cérebro. Mais de 90% da serotonina é produzida no intestino. Quando a microbiota intestinal está equilibrada, o emocional tende a estar mais estável. Por outro lado, o desequilíbrio intestinal − causado por estresse ou alimentação pobre em fibras − pode gerar sintomas como ansiedade, irritabilidade e digestão difícil."


(Disponível em: https://vidasimples.co/saude-do-corpo/como-o-equilibrio-nutricional-influencia-nossas-emocoes/. Acesso em: 21 out. 2025. Adaptado.)
A respeito da introdução do texto, analise as sentenças:

I.A introdução é encabeçada por uma enumeração de fatos articulados entre si por meio da coordenação de orações.
II.No primeiro período da introdução, a conjunção ou não exerce exatamente a relação de alternância, como se o sintoma do desequilíbrio nutricional fosse um ou outro dos elencados, mas podendo ocorrer mais de um ao mesmo tempo. É possível inferir isso a partir da mobilização de conhecimentos prévios do leitor em seu processo de interpretação, assim como pela construção, na sequência textual, do período "ela impacta diretamente o humor, a disposição e a clareza mental".
III.O trecho "Talvez a resposta esteja no que você colocou no prato" tem a função de problematizar os sintomas indicados no início do parágrafo e delimitar o enfoque temático, que está relacionado à alimentação. Dessa forma, a autora direciona o texto para aquilo se propõe a discutir.

É correto o que se afirma em:
Alternativas
Q3751402 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Como o equilíbrio nutricional influencia nossas emoções?


O que colocamos no prato tem impacto direto sobre nosso bem-estar. Entenda como a falta de nutrientes pode gerar ansiedade, irritação e o que fazer para recuperar a harmonia entre corpo e mente


Mariana Suzuki


Acordar cansado mesmo depois de uma boa noite de sono, sentir irritação sem motivo aparente ou perceber que a concentração simplesmente desapareceu no meio do dia. Talvez a resposta esteja no que você colocou no prato. Descobrir como o equilíbrio nutricional influencia no emocional mostra que a alimentação vai muito além da saciedade: ela impacta diretamente o humor, a disposição e a clareza mental. Pequenas escolhas − o que comer, como comer e até em que ritmo − podem transformar a maneira como sentimos e encaramos cada momento do dia.


O corpo e a mente em desequilíbrio


Quando a alimentação está desregulada, o emocional também sofre. "Quando o corpo não recebe os nutrientes de que precisa, entra em 'modo de economia', afetando diretamente a produção de energia e de substâncias relacionadas ao bem-estar, como serotonina e dopamina. O resultado é mais irritabilidade, cansaço e dificuldade de concentração", explica Brenda Arita, nutricionista da Fundação Conecta ABA.


Segundo a psicóloga clínica Eliana Gonçalves, da INSELF Neuropsicologia Avançada, é comum que carências nutricionais intensifiquem sintomas de ansiedade, irritabilidade ou tristeza. "A deficiência desses nutrientes pode levar à diminuição na produção de serotonina e dopamina, resultando em mau humor, tristeza, ansiedade e irritabilidade."


Entre os nutrientes essenciais estão vitaminas do complexo B, ômega-3, magnésio, zinco e aminoácidos provenientes das proteínas, como o triptofano, que participam da produção de serotonina, o chamado "hormônio do bem-estar", segundo Brenda.


A nutricionista também ressalta a importância do intestino nesse equilíbrio entre corpo-mente. "O intestino e o cérebro se comunicam constantemente por meio do chamado eixo intestino-cérebro. Mais de 90% da serotonina é produzida no intestino. Quando a microbiota intestinal está equilibrada, o emocional tende a estar mais estável. Por outro lado, o desequilíbrio intestinal − causado por estresse ou alimentação pobre em fibras − pode gerar sintomas como ansiedade, irritabilidade e digestão difícil."


(Disponível em: https://vidasimples.co/saude-do-corpo/como-o-equilibrio-nutricional-influencia-nossas-emocoes/. Acesso em: 21 out. 2025. Adaptado.)
Em "Entre os nutrientes essenciais estão vitaminas do complexo B, ômega-3, magnésio, zinco e aminoácidos provenientes das proteínas, como o triptofano, que participam da produção de serotonina, o chamado "'hormônio do bem-estar'":

I.O pronome relativo "que" tem como referente "vitaminas do complexo B, ômega-3, magnésio, zinco e aminoácidos provenientes das proteínas".
II.A preposição "entre" tem o sentido de "junto de" e não de "através de".
III.A grafia da palavra "bem-estar" é flexível, podendo ser escrita, no contexto do excerto, também sem hífen − "bem estar".

É correto o que se afirma em:
Alternativas
Q3751401 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Como o equilíbrio nutricional influencia nossas emoções?


O que colocamos no prato tem impacto direto sobre nosso bem-estar. Entenda como a falta de nutrientes pode gerar ansiedade, irritação e o que fazer para recuperar a harmonia entre corpo e mente


Mariana Suzuki


Acordar cansado mesmo depois de uma boa noite de sono, sentir irritação sem motivo aparente ou perceber que a concentração simplesmente desapareceu no meio do dia. Talvez a resposta esteja no que você colocou no prato. Descobrir como o equilíbrio nutricional influencia no emocional mostra que a alimentação vai muito além da saciedade: ela impacta diretamente o humor, a disposição e a clareza mental. Pequenas escolhas − o que comer, como comer e até em que ritmo − podem transformar a maneira como sentimos e encaramos cada momento do dia.


O corpo e a mente em desequilíbrio


Quando a alimentação está desregulada, o emocional também sofre. "Quando o corpo não recebe os nutrientes de que precisa, entra em 'modo de economia', afetando diretamente a produção de energia e de substâncias relacionadas ao bem-estar, como serotonina e dopamina. O resultado é mais irritabilidade, cansaço e dificuldade de concentração", explica Brenda Arita, nutricionista da Fundação Conecta ABA.


Segundo a psicóloga clínica Eliana Gonçalves, da INSELF Neuropsicologia Avançada, é comum que carências nutricionais intensifiquem sintomas de ansiedade, irritabilidade ou tristeza. "A deficiência desses nutrientes pode levar à diminuição na produção de serotonina e dopamina, resultando em mau humor, tristeza, ansiedade e irritabilidade."


Entre os nutrientes essenciais estão vitaminas do complexo B, ômega-3, magnésio, zinco e aminoácidos provenientes das proteínas, como o triptofano, que participam da produção de serotonina, o chamado "hormônio do bem-estar", segundo Brenda.


A nutricionista também ressalta a importância do intestino nesse equilíbrio entre corpo-mente. "O intestino e o cérebro se comunicam constantemente por meio do chamado eixo intestino-cérebro. Mais de 90% da serotonina é produzida no intestino. Quando a microbiota intestinal está equilibrada, o emocional tende a estar mais estável. Por outro lado, o desequilíbrio intestinal − causado por estresse ou alimentação pobre em fibras − pode gerar sintomas como ansiedade, irritabilidade e digestão difícil."


(Disponível em: https://vidasimples.co/saude-do-corpo/como-o-equilibrio-nutricional-influencia-nossas-emocoes/. Acesso em: 21 out. 2025. Adaptado.)
Analise as sentenças e registre V, para verdadeiras, e F, para falsas:

(__)No 3º parágrafo, o termo "segundo" é uma preposição e poderia ser substituída pela locução prepositiva "de acordo com", "conforme". O mesmo ocorre no final do 4º parágrafo.
(__)Ainda no 3º parágrafo, a expressão "mau humor" foi grafada de modo equivocado. O correto seria "mal humor".
(__)No período "é comum que carências nutricionais intensifiquem sintomas de ansiedade, irritabilidade ou tristeza", a oração introduzida por "que" tem a função de sujeito da oração principal "é comum", sendo uma oração subordinada subjetiva.

Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta:
Alternativas
Q3751085 Português
Assinale a frase que está de acordo com a norma padrão da língua portuguesa.
Alternativas
Q3750619 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Seis horas da manhã

Silêncio às seis horas, quebrado apenas pelo canto dos pássaros no quintal. O alarme toca e, logo depois, a voz da mamãe: "Sofia, acorda!". Abraço o Boni, meu velho bichinho de pelúcia, escondido entre as cobertas. Levanto, tomo banho e lembro que é segunda-feira — dia de matemática, ciências e artes. Penso em avisar meus pais sobre a cartolina e em usar café para fazer tinta natural. O cheiro de tapioca e café toma a cozinha, e mamãe prepara a marmita para o trabalho. Tomo o leite, me despeço e corro para o carro, onde papai esquenta o motor. Queria que o dia começasse logo, só para poder brincar mais tempo na escola.

De repente, o som do alarme invade tudo outra vez. Acordo assustada. Já são sete horas! Corro para o banheiro, reclamo por ter esquecido a toalha e preparo um café apressado. Entre xícaras e panelas caindo do escorredor, procuro minhas coisas: o notebook, o moletom, a blusa que não encontro. A chuva lá fora engrossa, o tempo voa.

Enquanto tento organizar a manhã corrida, abro o armário e encontro o Boni. Aquele mesmo bichinho da infância, guardado há anos, me encara com um olhar silencioso. Sorrio — por um instante, o tempo parece voltar. Lembro da menina que eu era, das manhãs calmas e das pequenas alegrias antes da pressa tomar conta dos dias.

Faltam dez minutos para sair. Verifico se peguei tudo, olho o celular e vejo a notificação: "Hoje não tem aula". Respiro fundo. Por que ando sempre correndo? O relógio marca seis da manhã outra vez — e, entre o cheiro do café e o som da chuva, o silêncio me devolve, por um instante, àquela infância que nunca foi embora.

Texto Adaptado

CORONA, Lorena. Seis horas da manhã. In: Universidade de São Paulo. Livros Abertos da USP. São Paulo: Portal de Livros Abertos da USP, [s.d.]. Texto adaptado. Disponível em: https://www.livrosabertos.abcd.usp.br/portaldelivrosUSP/catalog/view/1 379/1256/4887 . Acesso em: 10 nov. 2025. 
No trecho "O alarme toca e, logo depois, a voz da mamãe: 'Sofia, acorda!'.", o uso dos sinais de pontuação revela escolhas funcionais e estilísticas. Assinale a alternativa correta quanto à análise sintática e ao valor discursivo dessas escolhas. 
Alternativas
Q3750493 Português
O fim do mundo - Cecília Meireles


    A primeira vez que ouvi falar no fim do mundo, o mundo para mim não tinha nenhum sentido, ainda; de modo que não me interessava nem o seu começo nem o seu fim. Lembro-me, porém, vagamente, de umas mulheres nervosas que choravam, meio desgrenhadas, e aludiam a um cometa que andava pelo céu, responsável pelo acontecimento que elas tanto temiam.

  Nada disso se entendia comigo: o mundo era delas, o cometa era para elas: nós, crianças, existíamos apenas para brincar com as flores da goiabeira e as cores do tapete.

   Mas, uma noite, levantaram-me da cama, enrolada num lençol, e, estremunhada, levaram-me à janela para me apresentarem à força ao temível cometa. Aquilo que até então não me interessava nada, que nem vencia a preguiça dos meus olhos pareceu-me, de repente, maravilhoso. Era um pavão branco, pousado no ar, por cima dos telhados? Era uma noiva, que caminhava pela noite, sozinha, ao encontro da sua festa? Gostei muito do cometa. Devia sempre haver um cometa no céu, como há lua, sol, estrelas. Por que as pessoas andavam tão apavoradas? A mim não me causava medo nenhum.

   Ora, o cometa desapareceu, aqueles que choravam enxugaram os olhos, o mundo não se acabou, talvez eu tenha ficado um pouco triste - mas que importância tem a tristeza das crianças?

   Passou-se muito tempo. Aprendi muitas coisas, entre as quais o suposto sentido do mundo. Não duvido de que o mundo tenha sentido. Deve ter mesmo muitos, inúmeros, pois em redor de mim as pessoas mais ilustres e sabedoras fazem cada coisa que bem se vê haver um sentido do mundo peculiar a cada um.

   Dizem que o mundo termina em fevereiro próximo. Ninguém fala em cometa, e é pena, porque eu gostaria de tornar a ver um cometa, para verificar se a lembrança que conservo dessa imagem do céu é verdadeira ou inventada pelo sono dos meus olhos naquela noite já muito antiga.

  O mundo vai acabar, e certamente saberemos qual era o seu verdadeiro sentido. Se valeu a pena que uns trabalhassem tanto e outros tão pouco. Por que fomos tão sinceros ou tão hipócritas, tão falsos e tão leais. Por que pensamos tanto em nós mesmos ou só nos outros. Por que fizemos voto de pobreza ou assaltamos os cofres públicos - além dos particulares. Por que mentimos tanto, com palavras tão judiciosas. Tudo isso saberemos e muito mais do que cabe enumerar numa crônica.

   Se o fim do mundo for mesmo em fevereiro, convém pensarmos desde já se utilizamos este dom de viver da maneira mais digna. 

   Em muitos pontos da terra há pessoas, neste momento, pedindo a Deus - dono de todos os mundos - que trate com benignidade as criaturas que se preparam para encerrar a sua carreira mortal. Há mesmo alguns místicos - segundo leio - que, na Índia, lançam flores ao fogo, num rito de adoração. 

   Enquanto isso, os planetas assumem os lugares que lhes competem, na ordem do universo, neste universo de enigmas a que estamos ligados e no qual por vezes nos arrogamos posições que não temos - insignificantes que somos, na tremenda grandiosidade total.

   Ainda há uns dias a reflexão e o arrependimento: por que não os utilizaremos? Se o fim do mundo não for em fevereiro, todos teremos fim, em qualquer mês...


(Quatro vozes, 1998)
(PMM/URCA 2025) Aponte a opção em desacordo com as regras de concordância nominal:
Alternativas
Q3750490 Português
O fim do mundo - Cecília Meireles


    A primeira vez que ouvi falar no fim do mundo, o mundo para mim não tinha nenhum sentido, ainda; de modo que não me interessava nem o seu começo nem o seu fim. Lembro-me, porém, vagamente, de umas mulheres nervosas que choravam, meio desgrenhadas, e aludiam a um cometa que andava pelo céu, responsável pelo acontecimento que elas tanto temiam.

  Nada disso se entendia comigo: o mundo era delas, o cometa era para elas: nós, crianças, existíamos apenas para brincar com as flores da goiabeira e as cores do tapete.

   Mas, uma noite, levantaram-me da cama, enrolada num lençol, e, estremunhada, levaram-me à janela para me apresentarem à força ao temível cometa. Aquilo que até então não me interessava nada, que nem vencia a preguiça dos meus olhos pareceu-me, de repente, maravilhoso. Era um pavão branco, pousado no ar, por cima dos telhados? Era uma noiva, que caminhava pela noite, sozinha, ao encontro da sua festa? Gostei muito do cometa. Devia sempre haver um cometa no céu, como há lua, sol, estrelas. Por que as pessoas andavam tão apavoradas? A mim não me causava medo nenhum.

   Ora, o cometa desapareceu, aqueles que choravam enxugaram os olhos, o mundo não se acabou, talvez eu tenha ficado um pouco triste - mas que importância tem a tristeza das crianças?

   Passou-se muito tempo. Aprendi muitas coisas, entre as quais o suposto sentido do mundo. Não duvido de que o mundo tenha sentido. Deve ter mesmo muitos, inúmeros, pois em redor de mim as pessoas mais ilustres e sabedoras fazem cada coisa que bem se vê haver um sentido do mundo peculiar a cada um.

   Dizem que o mundo termina em fevereiro próximo. Ninguém fala em cometa, e é pena, porque eu gostaria de tornar a ver um cometa, para verificar se a lembrança que conservo dessa imagem do céu é verdadeira ou inventada pelo sono dos meus olhos naquela noite já muito antiga.

  O mundo vai acabar, e certamente saberemos qual era o seu verdadeiro sentido. Se valeu a pena que uns trabalhassem tanto e outros tão pouco. Por que fomos tão sinceros ou tão hipócritas, tão falsos e tão leais. Por que pensamos tanto em nós mesmos ou só nos outros. Por que fizemos voto de pobreza ou assaltamos os cofres públicos - além dos particulares. Por que mentimos tanto, com palavras tão judiciosas. Tudo isso saberemos e muito mais do que cabe enumerar numa crônica.

   Se o fim do mundo for mesmo em fevereiro, convém pensarmos desde já se utilizamos este dom de viver da maneira mais digna. 

   Em muitos pontos da terra há pessoas, neste momento, pedindo a Deus - dono de todos os mundos - que trate com benignidade as criaturas que se preparam para encerrar a sua carreira mortal. Há mesmo alguns místicos - segundo leio - que, na Índia, lançam flores ao fogo, num rito de adoração. 

   Enquanto isso, os planetas assumem os lugares que lhes competem, na ordem do universo, neste universo de enigmas a que estamos ligados e no qual por vezes nos arrogamos posições que não temos - insignificantes que somos, na tremenda grandiosidade total.

   Ainda há uns dias a reflexão e o arrependimento: por que não os utilizaremos? Se o fim do mundo não for em fevereiro, todos teremos fim, em qualquer mês...


(Quatro vozes, 1998)
(PMM/URCA 2025) O termo destacado a seguir, sintaticamente, é classificado como: As pessoas mais ilustres e sabedoras fazem cada coisa que bem se vê ...
Alternativas
Q3750448 Português
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Falta de Ar. (J.G. de Araújo Jorge).

Há dias que posso passar sem sol, sem luz,
sem pão,
sem tudo enfim...
( Tenho até a impressão de que não preciso de nada...
... nem mesmo de mim...)
Mas há dias, amor... ( e parece mentira)
- nem eu sei explicar o porquê
de tão grande aflição,
em que não posso passar sem Você
um segundo que seja!
- de repente preciso encontrá-la, é preciso que a veja -
- Você é o ar com que respira
meu coração !
No período do texto “nem eu sei explicar o porquê de tão grande aflição”, temos uma oração:
Alternativas
Q3750409 Português
Aludindo-se à concordância verbal, marque a alternativa incorreta.
Alternativas
Q3750403 Português
Leia o texto para responder à próxima questão.

Meu Coração. (J.G. de Araújo Jorge).
Eu tenho um coração um século atrasado,
ainda vive a sonhar... ainda sonha, a sofrer...
acredita que o mundo é um castelo encantado
e, criança, vive a rir, batendo de prazer...

Eu tenho um coração - um mísero coitado
que um dia há de por fim, o mundo compreender...
- é um poeta, um sonhador, um pobre esperançado
que habita no meu peito e enche de sons meu ser...

Quando tudo é matéria e é sombra - ele é uma luz,
ainda crê na ilusão, no amor, na fantasia
sabe todos de cor os versos que compus...

Deus pôs-me um coração com certeza enganado:
- e é por isso talvez, que ainda faço poesia
lembrando um sonhador do século passado.
No período do texto “e enche de sons meu ser...”, temos uma oração: 
Alternativas
Respostas
6021: C
6022: C
6023: A
6024: B
6025: A
6026: D
6027: C
6028: B
6029: D
6030: C
6031: D
6032: E
6033: D
6034: E
6035: E
6036: C
6037: E
6038: C
6039: C
6040: D