Questões de Concurso Comentadas sobre sintaxe em português

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Q3780972 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Por que a Black Friday Continua Reinando No Varejo Nacional


Mesmo com novos calendários promocionais, estratégia, confiança e volume mantêm a Black Friday como ápice absoluto do consumo no Brasil

Há pelo menos 15 anos, a última sexta-feira de novembro — logo após a celebração do Dia de Ação de Graças na América do Norte — é sinônimo de descontos expressivos e ida às compras. Como quem não quer nada, a Black Friday passou de um evento importado dos Estados Unidos para uma das principais datas do varejo brasileiro.

O setor, no entanto, tem criado outras formas de manter o consumidor sempre de carrinho cheio. A saída foi um calendário repleto de datas promocionais com o objetivo de estimular vendas ao longo do ano: Semana do consumidor, Liquida Verão, dia do pagamento (payday), datas duplas (10/10, 11/11 etc), entre outras. Segundo os players do setor, esses eventos ajudam a manter o fluxo do comércio aquecido, diluem demanda e engajam o consumidor.

Entre essas datas estão os "esquentas" da Black Friday, realizados no dia 11 deste mês (11/11). A Shopee diz ter vendido 20 milhões de itens, superando a sua própria performance no ano anterior. O Mercado Livre registrou 56% mais tráfego em comparação a 2024. Na mesma data, a Amazon realizou a sua "chuva de cupons", com descontos de até 80% em alguns itens, e obteve um crescimento de mais de 70% no tráfego da Amazon.com.br em relação à véspera (10/11).

O cardápio de opções aumentou, mas há um ponto incontestável: nenhuma dessas datas, nem mesmo todas combinadas, rivalizam com a Black Friday, que permanece como o ápice do varejo no ano. Para alguns, ela representa o dobro do volume de vendas em relação à média dos outros meses. Sozinho, o final de semana da Black Friday representa avanço de quatro vezes a quantidade de vendas de um final de semana comum.


Números falam por si só


Segundo projeções da Abiacom (Associação Brasileira de Inteligência Artificial e E-commerce), a Black Friday de 2025 deve movimentar R$ 13,34 bilhões, representando um crescimento de 14,7% sobre os R$ 11,63 bilhões registrados em 2024. A expectativa é de um tíquete médio estimado em R$ 808,50.

Outro dado que ajuda a entender a dimensão da data vem do Mercado Livre. Na sexta-feira da Black Friday de 2024, a empresa registrou o seu maior volume de vendas diárias da história.

Ao contrário do que ocorria nas primeiras edições da data, o comportamento do consumidor brasileiro amadureceu: a compra na Black Friday é, hoje, racional e planejada, e não mais um ato de impulso desenfreado. Pesquisa do Mercado Livre indica que 81% dos brasileiros pretendem ativamente comprar na Black Friday, e o foco principal é antecipar as compras de Natal.

Fernando Mansano, da Abiacom, aponta que a Black Friday também se consolidou como uma oportunidade de antecipar as compras de Natal. É isso que explica o tíquete médio mais alto do que em outras épocas do ano. De janeiro a junho deste ano, a associação calcula R$ 100,5 bilhões em vendas, num tíquete médio de R$ 540, 33,2% inferior ao aguardado para a Black Friday. Isso se deve, segundo ele, pela aquisição de produtos de mais alto valor justamente nessa época do ano, tais como eletrônicos e eletrodomésticos, apesar de itens de supermercado, beleza e limpeza estarem ganhando espaço na preferência dos clientes.


https://forbes.com.br/forbes-money/2025/11/por-que-a-black-friday-cont inua-reinando-no-varejo-nacional/
"Na data mencionada, a Amazon realizou a "chuva de cupons", concedendo descontos de até 80% em alguns itens, conseguindo um crescimento de mais de 70% no tráfego da Amazon.com.br em relação à véspera."

A organização sintática manifesta-se na capacidade de estruturar a mensagem de modo que cada palavra ocupe seu lugar determinado na oração. Com base nisso, analise as diferentes formas de reescrita do trecho acima e assinale a alternativa em que o conteúdo foi retomado de forma INCORRETA.
Alternativas
Q3780873 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Por que a Black Friday Continua Reinando No Varejo Nacional


Mesmo com novos calendários promocionais, estratégia, confiança e volume mantêm a Black Friday como ápice absoluto do consumo no Brasil

Há pelo menos 15 anos, a última sexta-feira de novembro — logo após a celebração do Dia de Ação de Graças na América do Norte — é sinônimo de descontos expressivos e ida às compras. Como quem não quer nada, a Black Friday passou de um evento importado dos Estados Unidos para uma das principais datas do varejo brasileiro.

O setor, no entanto, tem criado outras formas de manter o consumidor sempre de carrinho cheio. A saída foi um calendário repleto de datas promocionais com o objetivo de estimular vendas ao longo do ano: Semana do consumidor, Liquida Verão, dia do pagamento (payday), datas duplas (10/10, 11/11 etc), entre outras. Segundo os players do setor, esses eventos ajudam a manter o fluxo do comércio aquecido, diluem demanda e engajam o consumidor.

Entre essas datas estão os "esquentas" da Black Friday, realizados no dia 11 deste mês (11/11). A Shopee diz ter vendido 20 milhões de itens, superando a sua própria performance no ano anterior. O Mercado Livre registrou 56% mais tráfego em comparação a 2024. Na mesma data, a Amazon realizou a sua "chuva de cupons", com descontos de até 80% em alguns itens, e obteve um crescimento de mais de 70% no tráfego da Amazon.com.br em relação à véspera (10/11). 

O cardápio de opções aumentou, mas há um ponto incontestável: nenhuma dessas datas, nem mesmo todas combinadas, rivalizam com a Black Friday, que permanece como o ápice do varejo no ano. Para alguns, ela representa o dobro do volume de vendas em relação à média dos outros meses. Sozinho, o final de semana da Black Friday representa avanço de quatro vezes a quantidade de vendas de um final de semana comum.


Números falam por si só


Segundo projeções da Abiacom (Associação Brasileira de Inteligência Artificial e E-commerce), a Black Friday de 2025 deve movimentar R$ 13,34 bilhões, representando um crescimento de 14,7% sobre os R$ 11,63 bilhões registrados em 2024. A expectativa é de um tíquete médio estimado em R$ 808,50.

Outro dado que ajuda a entender a dimensão da data vem do Mercado Livre. Na sexta-feira da Black Friday de 2024, a empresa registrou o seu maior volume de vendas diárias da história.

Ao contrário do que ocorria nas primeiras edições da data, o comportamento do consumidor brasileiro amadureceu: a compra na Black Friday é, hoje, racional e planejada, e não mais um ato de impulso desenfreado. Pesquisa do Mercado Livre indica que 81% dos brasileiros pretendem ativamente comprar na Black Friday, e o foco principal é antecipar as compras de Natal.

Fernando Mansano, da Abiacom, aponta que a Black Friday também se consolidou como uma oportunidade de antecipar as compras de Natal. É isso que explica o tíquete médio mais alto do que em outras épocas do ano. De janeiro a junho deste ano, a associação calcula R$ 100,5 bilhões em vendas, num tíquete médio de R$ 540, 33,2% inferior ao aguardado para a Black Friday. Isso se deve, segundo ele, pela aquisição de produtos de mais alto valor justamente nessa época do ano, tais como eletrônicos e eletrodomésticos, apesar de itens de supermercado, beleza e limpeza estarem ganhando espaço na preferência dos clientes.


https://forbes.com.br/forbes-money/2025/11/por-que-a-black-friday-cont inua-reinando-no-varejo-nacional/
"Na data mencionada, a Amazon realizou a "chuva de cupons", concedendo descontos de até 80% em alguns itens, conseguindo um crescimento de mais de 70% no tráfego da Amazon.com.br em relação à véspera."

A organização sintática manifesta-se na capacidade de estruturar a mensagem de modo que cada palavra ocupe seu lugar determinado na oração. Com base nisso, analise as diferentes formas de reescrita do trecho acima e assinale a alternativa em que o conteúdo foi retomado de forma INCORRETA.
Alternativas
Q3780791 Português

Leia o texto a seguir para responder a questão:


        Pode confessar: você também já se pegou falando “obrigado” para a inteligência artificial (IA). Pode parecer um gesto trivial, talvez até um pouco tolo. Afinal, estamos falando com um algoritmo, não com um ser senciente (ainda).


        Longe de ser apenas uma afetação, agradecer à IA toca em aspectos profundos da nossa biologia humana. Quando somos gentis, algo fascinante acontece no cérebro.


        Expressar gratidão ativa circuitos cerebrais ligados à recompensa e à satisfação de necessidades do corpo e do espírito, liberando dopamina e outras substâncias que geram sensação de prazer. Estudos científicos têm confirmado que pessoas mais gratas apresentam níveis mais altos de saúde mental e resiliência emocional. Tamanha é sua força que a gentileza pode se tornar um hábito, reforçada pela liberação de ocitocina, o “hormônio do amor”, que reduz tensões e estreita vínculos sociais.


        Dizer “obrigado” a um assistente virtual pode não parecer grande coisa, mas funciona como um pequeno exercício que fortalece padrões positivos. Além disso, o custo ambiental dessa gentileza é praticamente nulo. Embora IAs operem em centrais de processamento que consomem energia e água, uma interação individual como essa consome menos do que assistir a um vídeo curto numa rede social.


        Estabelecer normas de interação positivas, agora, pode ser importante para futuros relacionamentos humano-IA, especialmente se a IA se tornar significativamente mais inteligente. Estabelecer uma base de interação respeitosa e cortês pode ser importante para navegar nosso futuro com sistemas avançados de IA, garantindo uma coexistência mais harmoniosa e benéfica.


(Alexandre Chiavegatto Filho. A ciência da gentileza: por que você deve continuar dizendo “obrigado” ao ChatGPT. www.estadao.com.br, 30.04.2025. Adaptado)

A forma como interagimos __________ inteligência artificial define não somente ____________ qualidade dos resultados por ela produzidos, mas também __________ que sentimos, devido __________ reações provocadas por essa interação em nosso cérebro.
As lacunas do texto são preenchidas, correta e respectivamente, por:
Alternativas
Q3780790 Português

Leia o texto a seguir para responder a questão:


        Pode confessar: você também já se pegou falando “obrigado” para a inteligência artificial (IA). Pode parecer um gesto trivial, talvez até um pouco tolo. Afinal, estamos falando com um algoritmo, não com um ser senciente (ainda).


        Longe de ser apenas uma afetação, agradecer à IA toca em aspectos profundos da nossa biologia humana. Quando somos gentis, algo fascinante acontece no cérebro.


        Expressar gratidão ativa circuitos cerebrais ligados à recompensa e à satisfação de necessidades do corpo e do espírito, liberando dopamina e outras substâncias que geram sensação de prazer. Estudos científicos têm confirmado que pessoas mais gratas apresentam níveis mais altos de saúde mental e resiliência emocional. Tamanha é sua força que a gentileza pode se tornar um hábito, reforçada pela liberação de ocitocina, o “hormônio do amor”, que reduz tensões e estreita vínculos sociais.


        Dizer “obrigado” a um assistente virtual pode não parecer grande coisa, mas funciona como um pequeno exercício que fortalece padrões positivos. Além disso, o custo ambiental dessa gentileza é praticamente nulo. Embora IAs operem em centrais de processamento que consomem energia e água, uma interação individual como essa consome menos do que assistir a um vídeo curto numa rede social.


        Estabelecer normas de interação positivas, agora, pode ser importante para futuros relacionamentos humano-IA, especialmente se a IA se tornar significativamente mais inteligente. Estabelecer uma base de interação respeitosa e cortês pode ser importante para navegar nosso futuro com sistemas avançados de IA, garantindo uma coexistência mais harmoniosa e benéfica.


(Alexandre Chiavegatto Filho. A ciência da gentileza: por que você deve continuar dizendo “obrigado” ao ChatGPT. www.estadao.com.br, 30.04.2025. Adaptado)

Está em conformidade com o que se afirma no texto e com a norma-padrão de regência verbal e nominal a frase:
Alternativas
Q3780789 Português

Leia o texto a seguir para responder a questão:


        Pode confessar: você também já se pegou falando “obrigado” para a inteligência artificial (IA). Pode parecer um gesto trivial, talvez até um pouco tolo. Afinal, estamos falando com um algoritmo, não com um ser senciente (ainda).


        Longe de ser apenas uma afetação, agradecer à IA toca em aspectos profundos da nossa biologia humana. Quando somos gentis, algo fascinante acontece no cérebro.


        Expressar gratidão ativa circuitos cerebrais ligados à recompensa e à satisfação de necessidades do corpo e do espírito, liberando dopamina e outras substâncias que geram sensação de prazer. Estudos científicos têm confirmado que pessoas mais gratas apresentam níveis mais altos de saúde mental e resiliência emocional. Tamanha é sua força que a gentileza pode se tornar um hábito, reforçada pela liberação de ocitocina, o “hormônio do amor”, que reduz tensões e estreita vínculos sociais.


        Dizer “obrigado” a um assistente virtual pode não parecer grande coisa, mas funciona como um pequeno exercício que fortalece padrões positivos. Além disso, o custo ambiental dessa gentileza é praticamente nulo. Embora IAs operem em centrais de processamento que consomem energia e água, uma interação individual como essa consome menos do que assistir a um vídeo curto numa rede social.


        Estabelecer normas de interação positivas, agora, pode ser importante para futuros relacionamentos humano-IA, especialmente se a IA se tornar significativamente mais inteligente. Estabelecer uma base de interação respeitosa e cortês pode ser importante para navegar nosso futuro com sistemas avançados de IA, garantindo uma coexistência mais harmoniosa e benéfica.


(Alexandre Chiavegatto Filho. A ciência da gentileza: por que você deve continuar dizendo “obrigado” ao ChatGPT. www.estadao.com.br, 30.04.2025. Adaptado)

Considere os trechos:
•  Quando somos gentis, algo fascinante acontece no cérebro. (2° parágrafo)
•  Embora IAs operem em centrais de processamento que consomem energia e água… (4° parágrafo)
Os vocábulos destacados estabelecem, correta e respectivamente, relações de sentido de
Alternativas
Q3780788 Português

Leia o texto a seguir para responder a questão:


        Pode confessar: você também já se pegou falando “obrigado” para a inteligência artificial (IA). Pode parecer um gesto trivial, talvez até um pouco tolo. Afinal, estamos falando com um algoritmo, não com um ser senciente (ainda).


        Longe de ser apenas uma afetação, agradecer à IA toca em aspectos profundos da nossa biologia humana. Quando somos gentis, algo fascinante acontece no cérebro.


        Expressar gratidão ativa circuitos cerebrais ligados à recompensa e à satisfação de necessidades do corpo e do espírito, liberando dopamina e outras substâncias que geram sensação de prazer. Estudos científicos têm confirmado que pessoas mais gratas apresentam níveis mais altos de saúde mental e resiliência emocional. Tamanha é sua força que a gentileza pode se tornar um hábito, reforçada pela liberação de ocitocina, o “hormônio do amor”, que reduz tensões e estreita vínculos sociais.


        Dizer “obrigado” a um assistente virtual pode não parecer grande coisa, mas funciona como um pequeno exercício que fortalece padrões positivos. Além disso, o custo ambiental dessa gentileza é praticamente nulo. Embora IAs operem em centrais de processamento que consomem energia e água, uma interação individual como essa consome menos do que assistir a um vídeo curto numa rede social.


        Estabelecer normas de interação positivas, agora, pode ser importante para futuros relacionamentos humano-IA, especialmente se a IA se tornar significativamente mais inteligente. Estabelecer uma base de interação respeitosa e cortês pode ser importante para navegar nosso futuro com sistemas avançados de IA, garantindo uma coexistência mais harmoniosa e benéfica.


(Alexandre Chiavegatto Filho. A ciência da gentileza: por que você deve continuar dizendo “obrigado” ao ChatGPT. www.estadao.com.br, 30.04.2025. Adaptado)

Assinale a alternativa em que o vocábulo destacado pode ser substituído pelo termo entre colchetes.
Alternativas
Q3780786 Português

Leia o texto a seguir para responder a questão:


O coreto


        E vieram dizer que não haveria mais banda. A que tocava no jardim, às noites de domingo, entre o povo, as árvores e as rosas, fora demitida. A prefeitura achou que não lhe concernia a obrigação de alimentar aquela espécie de música. E aquela espécie de música se tornou deste modo um fenômeno a considerar. É dessas coisas que durante séculos se mantiveram jovens e amadas mas de repente amanheceram velhas e sozinhas. A gente sabe o que é velhice, a mesma para todos e para tudo. Um negócio chato. Às vezes, o tempo é que esgota as fontes de juventude, outras vezes não é o tempo, somente o tempo.


        Há também a força de ardis e manobras que promovem o envelhecimento a curto prazo, como se faz hoje com certos vinhos e se pode fazer com os homens e com as coisas humanas. Com os vinhos para que entrem mais cedo no mercado, com os homens para que saiam dele.


        A música de Chico Buarque aí está para dizer que a banda não é apenas uma evocação e uma saudade. É uma instituição, um símbolo, uma segunda linguagem nacional. Quantas vezes gostosíssima, divertida, fina e incomparável música essa das bandas.


        Nesta cidade de Poços de Caldas, elas nunca faltaram, tanto nos seus grandes como nos seus pequenos acontecimentos. E, mais do que os oradores e os poetas, eram a voz do povo. Chegando um filho da terra doutor formado, chegando Pedro Sanches de sua viagem à Europa, chegando um presidente, chegando um Rui Barbosa ou um Santos Dumont, lá estava na Estação da Mogiana a banda para recebê-los em triunfo.


        Mas vieram estes dias impetuosos de hoje. E por eles estive sabendo que isso não vale mais nada. Ou não vale duas patacas no orçamento municipal. O coreto no jardim ficará vazio, ou talvez já convertido num mictório. E não sei a quem dizer do meu pesar: se ao povo, se à prefeitura ou se apenas a mim mesmo.


(Jurandir Ferreira. Da quieta substância dos dias. Instituto Moreira Sales, 1991. Adaptado)

Está em conformidade com a norma-padrão de concordância verbal e nominal a frase:
Alternativas
Q3780775 Português
Violência: Problema social que afeta multidões Denunciar é preciso 




(Disponível em: https://auniao.pb.gov.br/noticias/caderno_diversidade/violencia-problema-social-que-afetamultidoes – texto adaptado especialmente para esta prova).
Caso no primeiro parágrafo do texto a expressão “A psicóloga Maria VitóriaImagem associada para resolução da questão especializada em projetos sociais e políticas públicas” fosse substituída por “Os estudiosos de Psicologia”, quantas outras alterações deveriam ser feitas para fins de concordância, excluindo-se alterações na pontuação? 
Alternativas
Q3780771 Português
Violência: Problema social que afeta multidões Denunciar é preciso 




(Disponível em: https://auniao.pb.gov.br/noticias/caderno_diversidade/violencia-problema-social-que-afetamultidoes – texto adaptado especialmente para esta prova).
Neste fragmento do texto, “Por exemplo, todos nós sabemos que as mulheres são um grupo que sofre diversas violências, Imagem associada para resolução da questão, segundo o Anuário Brasileiro 2022 do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, 37,5% das vítimas de feminicídio são brancas e 62% são negras. Esses dados estão repletos de violência social, física e psicológica, Imagem associada para resolução da questão é impossível desvincular uma da outra”, os conectores “mas” e “logo” introduzem orações _______________, expressando _______________ e _______________. Eles poderiam ser substituídos, correta e respectivamente, sem causar alteração de sentido, por _______________ e _______________.

Assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas do trecho acima.
Alternativas
Q3780757 Português

Violência: Problema social que afeta multidões Registros aumentam 




(Disponível em: https://auniao.pb.gov.br/noticias/caderno_diversidade/violencia-problema-social-que-afetamultidoes – texto adaptado especialmente para esta prova).


Para responder à questão, considere o seguinte fragmento do texto:

“‘Imagem associada para resolução da questão uma mulher, um idoso ou quem quer que seja não tem acesso, ao extrato bancário, por exemplo, mesmo quando a conta é conjunta, ela é uma vítima de violência patrimonial’, conta a psicóloga. ‘Imagem associada para resolução da questão alguém pega seu celular, ou te impede de participar do orçamento familiar, Imagem associada para resolução da questão alguém te nega recurso para uma necessidade pessoal, você está sendo vítima de violência patrimonial’”.

Analise as seguintes proposições e a relação proposta entre elas:

I. As palavras “se” hachuradas poderiam ser substituídas pela palavra “caso” sem alterar o sentido do trecho.

PORÉM

II. O fragmento sofreria alteração em sua estrutura e outras alterações morfossintáticas deveriam ser realizadas a fim de manter a correção gramatical.

A respeito dessas asserções, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3780752 Português
Violência: Problema social que afeta multidões 



(Disponível em: https://auniao.pb.gov.br/noticias/caderno_diversidade/violencia-problema-social-que-afetamultidoes – texto adaptado especialmente para esta prova).
Quanto ao uso de elementos coesivos no texto, analise as seguintes assertivas:

I. A palavra “que” em “nós sabemos o Imagem associada para resolução da questão a palavra violência significa, porém, às vezes, a ação violenta é sutil, tão psicológica, Imagem associada para resolução da questão passa ................. . ‘Nem sempre sabemos apontar o Imagem associada para resolução da questão aconteceu’” funciona como conjunção integrante.
II. A palavra “que” em “a Organização Mundial de Saúde (OMS) foi convidada a desenvolver um estudo sistematizado, Imagem associada para resolução da questão categorizasse a violência e identificasse possíveis conexões” introduz uma oração que delimita o sentido do termo que a precede.
III. Em “a patrimonial é dotada de uma frieza específica, em Imagem associada para resolução da questão a liberdade da vítima é uma mentira”, a expressão “em Imagem associada para resolução da questão” poderia ser substituída por “na qual”, mantendo-se a correção do período.

Quais estão corretas?
Alternativas
Q3780704 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Por que a Black Friday Continua Reinando No Varejo Nacional


Mesmo com novos calendários promocionais, estratégia, confiança e volume mantêm a Black Friday como ápice absoluto do consumo no Brasil

Há pelo menos 15 anos, a última sexta-feira de novembro — logo após a celebração do Dia de Ação de Graças na América do Norte — é sinônimo de descontos expressivos e ida às compras. Como quem não quer nada, a Black Friday passou de um evento importado dos Estados Unidos para uma das principais datas do varejo brasileiro.

O setor, no entanto, tem criado outras formas de manter o consumidor sempre de carrinho cheio. A saída foi um calendário repleto de datas promocionais com o objetivo de estimular vendas ao longo do ano: Semana do consumidor, Liquida Verão, dia do pagamento (payday), datas duplas (10/10, 11/11 etc), entre outras. Segundo os players do setor, esses eventos ajudam a manter o fluxo do comércio aquecido, diluem demanda e engajam o consumidor.

Entre essas datas estão os "esquentas" da Black Friday, realizados no dia 11 deste mês (11/11). A Shopee diz ter vendido 20 milhões de itens, superando a sua própria performance no ano anterior. O Mercado Livre registrou 56% mais tráfego em comparação a 2024. Na mesma data, a Amazon realizou a sua "chuva de cupons", com descontos de até 80% em alguns itens, e obteve um crescimento de mais de 70% no tráfego da Amazon.com.br em relação à véspera (10/11).

O cardápio de opções aumentou, mas há um ponto incontestável: nenhuma dessas datas, nem mesmo todas combinadas, rivalizam com a Black Friday, que permanece como o ápice do varejo no ano. Para alguns, ela representa o dobro do volume de vendas em relação à média dos outros meses. Sozinho, o final de semana da Black Friday representa avanço de quatro vezes a quantidade de vendas de um final de semana comum.

Números falam por si só

Segundo projeções da Abiacom (Associação Brasileira de Inteligência Artificial e E-commerce), a Black Friday de 2025 deve movimentar R$ 13,34 bilhões, representando um crescimento de 14,7% sobre os R$ 11,63 bilhões registrados em 2024. A expectativa é de um tíquete médio estimado em R$ 808,50.

Outro dado que ajuda a entender a dimensão da data vem do Mercado Livre. Na sexta-feira da Black Friday de 2024, a empresa registrou o seu maior volume de vendas diárias da história.

Ao contrário do que ocorria nas primeiras edições da data, o comportamento do consumidor brasileiro amadureceu: a compra na Black Friday é, hoje, racional e planejada, e não mais um ato de impulso desenfreado. Pesquisa do Mercado Livre indica que 81% dos brasileiros pretendem ativamente comprar na Black Friday, e o foco principal é antecipar as compras de Natal.

Fernando Mansano, da Abiacom, aponta que a Black Friday também se consolidou como uma oportunidade de antecipar as compras de Natal. É isso que explica o tíquete médio mais alto do que em outras épocas do ano. De janeiro a junho deste ano, a associação calcula R$ 100,5 bilhões em vendas, num tíquete médio de R$ 540, 33,2% inferior ao aguardado para a Black Friday. Isso se deve, segundo ele, pela aquisição de produtos de mais alto valor justamente nessa época do ano, tais como eletrônicos e eletrodomésticos, apesar de itens de supermercado, beleza e limpeza estarem ganhando espaço na preferência dos clientes.


https://forbes.com.br/forbes-money/2025/11/por-que-a-black-friday-cont inua-reinando-no-varejo-nacional/
"Na data mencionada, a Amazon realizou a "chuva de cupons", concedendo descontos de até 80% em alguns itens, conseguindo um crescimento de mais de 70% no tráfego da Amazon.com.br em relação à véspera."
A organização sintática manifesta-se na capacidade de estruturar a mensagem de modo que cada palavra ocupe seu lugar determinado na oração. Com base nisso, analise as diferentes formas de reescrita do trecho acima e assinale a alternativa em que o conteúdo foi retomado de forma INCORRETA.
Alternativas
Q3780562 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Por que 1 em cada 4 jovens até 19 anos não conclui o Ensino Médio no Brasil: 'Trabalho desde os 15'.


"Acabei largando o Ensino Médio no segundo ano por não conseguir ir à escola. Era um desafio muito grande ir todos os dias para a escola lutando contra minha ansiedade e depressão", conta

Agatha Barroso Nunes, de 19 anos. Agatha abandonou o Ensino Médio em 2022, aos 16 anos, após mudar de cidade, de Maringá para a vizinha Sarandi, no Paraná, e ser matriculada numa escola que estava prestes a se tornar cívico-militar.

Jovem trans, ela conta que teve dificuldade de se adaptar à nova escola, após desentendimentos com colegas, por ter um posicionamento mais progressista."Eu me sentia muito mal sempre que ia à escola, e acabei deixando de frequentá-la. Na época, minha mãe ficou bastante irritada comigo, mas foi assim que aconteceu."

Assim como Agatha, um em cada quatro jovens brasileiros com idade até 19 anos ainda não concluiu o Ensino Médio.

A taxa de conclusão tem avançado nos últimos anos, passando de 54,5% em 2015, para 74,3% em 2025.

Mas o patamar permanece abaixo do índice de conclusão do Ensino Fundamental até 16 anos, que era de 74,7% em 2015 e passou a 88,6% no dado mais recente, mostra estudo do instituto "Todos Pela Educação", com base em dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua e do seu Módulo Educação, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

O levantamento foi divulgado em primeira mão à BBC News Brasil e será publicado nesta segunda-feira (17/11), com objetivo de subsidiar os debates em meio à tramitação do Plano Nacional de Educação (PNE) 2025-2035, que deve traçar os objetivos a serem alcançados no setor na próxima década.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cjd04gj09d5o fragmento-adaptado.
"Assim como Agatha, um em cada quatro jovens brasileiros com idade até 19 anos ainda não concluiu o Ensino Médio."

Analise a regência do verbo "concluir" empregado no trecho e julgue as afirmativas:

I.Atua como transitivo direto, exigindo um complemento sem uso de preposição.
II.Atua como verbo intransitivo, não exigindo complemento direto, sendo acompanhado apenas de um adjunto adverbial de lugar, indicado pela expressão "Ensino Médio".
III.A transitividade observada no trecho é a mesma da apresentada na frase "Concluiu os estudos em São Paulo".
IV. Atua como transitivo indireto, exigindo um complemento preposicionado implícito no enunciado.

É correto o que se afirma em:
Alternativas
Q3780522 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Por que 1 em cada 4 jovens até 19 anos não conclui o Ensino Médio no Brasil: 'Trabalho desde os 15'.


"Acabei largando o Ensino Médio no segundo ano por não conseguir ir à escola. Era um desafio muito grande ir todos os dias para a escola lutando contra minha ansiedade e depressão", conta Agatha Barroso Nunes, de 19 anos.

Agatha abandonou o Ensino Médio em 2022, aos 16 anos, após mudar de cidade, de Maringá para a vizinha Sarandi, no Paraná, e ser matriculada numa escola que estava prestes a se tornar cívico-militar.

Jovem trans, ela conta que teve dificuldade de se adaptar à nova escola, após desentendimentos com colegas, por ter um posicionamento mais progressista."Eu me sentia muito mal sempre que ia à escola, e acabei deixando de frequentá-la. Na época, minha mãe ficou bastante irritada comigo, mas foi assim que aconteceu."

Assim como Agatha, um em cada quatro jovens brasileiros com idade até 19 anos ainda não concluiu o Ensino Médio.

A taxa de conclusão tem avançado nos últimos anos, passando de 54,5% em 2015, para 74,3% em 2025.

Mas o patamar permanece abaixo do índice de conclusão do Ensino Fundamental até 16 anos, que era de 74,7% em 2015 e passou a 88,6% no dado mais recente, mostra estudo do instituto "Todos Pela Educação", com base em dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua e do seu Módulo Educação, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

O levantamento foi divulgado em primeira mão à BBC News Brasil e será publicado nesta segunda-feira (17/11), com objetivo de subsidiar os debates em meio à tramitação do Plano Nacional de Educação (PNE) 2025-2035, que deve traçar os objetivos a serem alcançados no setor na próxima década.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cjd04gj09d5o fragmento-adaptado.
"Assim como Agatha, um em cada quatro jovens brasileiros com idade até 19 anos ainda não concluiu o Ensino Médio." Analise a regência do verbo "concluir" empregado no trecho e julgue as afirmativas:

I.Atua como transitivo direto, exigindo um complemento sem uso de preposição.
II.Atua como verbo intransitivo, não exigindo complemento direto, sendo acompanhado apenas de um adjunto adverbial de lugar, indicado pela expressão "Ensino Médio".
III.A transitividade observada no trecho é a mesma da apresentada na frase "Concluiu os estudos em São Paulo".
IV. Atua como transitivo indireto, exigindo um complemento preposicionado implícito no enunciado.

É correto o que se afirma em:
Alternativas
Q3780450 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Por que a Black Friday Continua Reinando No Varejo Nacional


Mesmo com novos calendários promocionais, estratégia, confiança e volume mantêm a Black Friday como ápice absoluto do consumo no Brasil

Há pelo menos 15 anos, a última sexta-feira de novembro — logo após a celebração do Dia de Ação de Graças na América do Norte — é sinônimo de descontos expressivos e ida às compras. Como quem não quer nada, a Black Friday passou de um evento importado dos Estados Unidos para uma das principais datas do varejo brasileiro.

O setor, no entanto, tem criado outras formas de manter o consumidor sempre de carrinho cheio. A saída foi um calendário repleto de datas promocionais com o objetivo de estimular vendas ao longo do ano: Semana do consumidor, Liquida Verão, dia do pagamento (payday), datas duplas (10/10, 11/11 etc), entre outras. Segundo os players do setor, esses eventos ajudam a manter o fluxo do comércio aquecido, diluem demanda e engajam o consumidor.

Entre essas datas estão os "esquentas" da Black Friday, realizados no dia 11 deste mês (11/11). A Shopee diz ter vendido 20 milhões de itens, superando a sua própria performance no ano anterior. O Mercado Livre registrou 56% mais tráfego em comparação a 2024. Na mesma data, a Amazon realizou a sua "chuva de cupons", com descontos de até 80% em alguns itens, e obteve um crescimento de mais de 70% no tráfego da Amazon.com.br em relação à véspera (10/11).

O cardápio de opções aumentou, mas há um ponto incontestável: nenhuma dessas datas, nem mesmo todas combinadas, rivalizam com a Black Friday, que permanece como o ápice do varejo no ano. Para alguns, ela representa o dobro do volume de vendas em relação à média dos outros meses. Sozinho, o final de semana da Black Friday representa avanço de quatro vezes a quantidade de vendas de um final de semana comum.


Números falam por si só


Segundo projeções da Abiacom (Associação Brasileira de Inteligência Artificial e E-commerce), a Black Friday de 2025 deve movimentar R$ 13,34 bilhões, representando um crescimento de 14,7% sobre os R$ 11,63 bilhões registrados em 2024. A expectativa é de um tíquete médio estimado em R$ 808,50.

Outro dado que ajuda a entender a dimensão da data vem do Mercado Livre. Na sexta-feira da Black Friday de 2024, a empresa registrou o seu maior volume de vendas diárias da história.

Ao contrário do que ocorria nas primeiras edições da data, o comportamento do consumidor brasileiro amadureceu: a compra na Black Friday é, hoje, racional e planejada, e não mais um ato de impulso desenfreado. Pesquisa do Mercado Livre indica que 81% dos brasileiros pretendem ativamente comprar na Black Friday, e o foco principal é antecipar as compras de Natal.

Fernando Mansano, da Abiacom, aponta que a Black Friday também se consolidou como uma oportunidade de antecipar as compras de Natal. É isso que explica o tíquete médio mais alto do que em outras épocas do ano. De janeiro a junho deste ano, a associação calcula R$ 100,5 bilhões em vendas, num tíquete médio de R$ 540, 33,2% inferior ao aguardado para a Black Friday. Isso se deve, segundo ele, pela aquisição de produtos de mais alto valor justamente nessa época do ano, tais como eletrônicos e eletrodomésticos, apesar de itens de supermercado, beleza e limpeza estarem ganhando espaço na preferência dos clientes.


https://forbes.com.br/forbes-money/2025/11/por-que-a-black-friday-cont inua-reinando-no-varejo-nacional/
"Na data mencionada, a Amazon realizou a "chuva de cupons", concedendo descontos de até 80% em alguns itens, conseguindo um crescimento de mais de 70% no tráfego da Amazon.com.br em relação à véspera."

A organização sintática manifesta-se na capacidade de estruturar a mensagem de modo que cada palavra ocupe seu lugar determinado na oração. Com base nisso, analise as diferentes formas de reescrita do trecho acima e assinale a alternativa em que o conteúdo foi retomado de forma INCORRETA.
Alternativas
Q3780397 Português
As opções a seguir mostram orações adjetivas sublinhadas. Assinale a opção que apresenta a substituição adequada de uma oração por um adjetivo.
Alternativas
Q3780351 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Por que a Black Friday Continua Reinando No Varejo Nacional


Mesmo com novos calendários promocionais, estratégia, confiança e volume mantêm a Black Friday como ápice absoluto do consumo no Brasil

Há pelo menos 15 anos, a última sexta-feira de novembro — logo após a celebração do Dia de Ação de Graças na América do Norte — é sinônimo de descontos expressivos e ida às compras. Como quem não quer nada, a Black Friday passou de um evento importado dos Estados Unidos para uma das principais datas do varejo brasileiro.

O setor, no entanto, tem criado outras formas de manter o consumidor sempre de carrinho cheio. A saída foi um calendário repleto de datas promocionais com o objetivo de estimular vendas ao longo do ano: Semana do consumidor, Liquida Verão, dia do pagamento (payday), datas duplas (10/10, 11/11 etc), entre outras. Segundo os players do setor, esses eventos ajudam a manter o fluxo do comércio aquecido, diluem demanda e engajam o consumidor.

Entre essas datas estão os "esquentas" da Black Friday, realizados no dia 11 deste mês (11/11). A Shopee diz ter vendido 20 milhões de itens, superando a sua própria performance no ano anterior. O Mercado Livre registrou 56% mais tráfego em comparação a 2024. Na mesma data, a Amazon realizou a sua "chuva de cupons", com descontos de até 80% em alguns itens, e obteve um crescimento de mais de 70% no tráfego da Amazon.com.br em relação à véspera (10/11).

O cardápio de opções aumentou, mas há um ponto incontestável: nenhuma dessas datas, nem mesmo todas combinadas, rivalizam com a Black Friday, que permanece como o ápice do varejo no ano. Para alguns, ela representa o dobro do volume de vendas em relação à média dos outros meses. Sozinho, o final de semana da Black Friday representa avanço de quatro vezes a quantidade de vendas de um final de semana comum.

Números falam por si só

Segundo projeções da Abiacom (Associação Brasileira de Inteligência Artificial e E-commerce), a Black Friday de 2025 deve movimentar R$ 13,34 bilhões, representando um crescimento de 14,7% sobre os R$ 11,63 bilhões registrados em 2024. A expectativa é de um tíquete médio estimado em R$ 808,50.

Outro dado que ajuda a entender a dimensão da data vem do Mercado Livre. Na sexta-feira da Black Friday de 2024, a empresa registrou o seu maior volume de vendas diárias da história.

Ao contrário do que ocorria nas primeiras edições da data, o comportamento do consumidor brasileiro amadureceu: a compra na Black Friday é, hoje, racional e planejada, e não mais um ato de impulso desenfreado. Pesquisa do Mercado Livre indica que 81% dos brasileiros pretendem ativamente comprar na Black Friday, e o foco principal é antecipar as compras de Natal.

Fernando Mansano, da Abiacom, aponta que a Black Friday também se consolidou como uma oportunidade de antecipar as compras de Natal. É isso que explica o tíquete médio mais alto do que em outras épocas do ano. De janeiro a junho deste ano, a associação calcula R$ 100,5 bilhões em vendas, num tíquete médio de R$ 540, 33,2% inferior ao aguardado para a Black Friday. Isso se deve, segundo ele, pela aquisição de produtos de mais alto valor justamente nessa época do ano, tais como eletrônicos e eletrodomésticos, apesar de itens de supermercado, beleza e limpeza estarem ganhando espaço na preferência dos clientes.


https://forbes.com.br/forbes-money/2025/11/por-que-a-black-friday-cont inua-reinando-no-varejo-nacional/
"Na data mencionada, a Amazon realizou a "chuva de cupons", concedendo descontos de até 80% em alguns itens, conseguindo um crescimento de mais de 70% no tráfego da Amazon.com.br em relação à véspera."

A organização sintática manifesta-se na capacidade de estruturar a mensagem de modo que cada palavra ocupe seu lugar determinado na oração. Com base nisso, analise as diferentes formas de reescrita do trecho acima e assinale a alternativa em que o conteúdo foi retomado de forma INCORRETA.
Alternativas
Q3780309 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Por que a Black Friday Continua Reinando No Varejo Nacional


Mesmo com novos calendários promocionais, estratégia, confiança e volume mantêm a Black Friday como ápice absoluto do consumo no Brasil

Há pelo menos 15 anos, a última sexta-feira de novembro — logo após a celebração do Dia de Ação de Graças na América do Norte — é sinônimo de descontos expressivos e ida às compras. Como quem não quer nada, a Black Friday passou de um evento importado dos Estados Unidos para uma das principais datas do varejo brasileiro.

O setor, no entanto, tem criado outras formas de manter o consumidor sempre de carrinho cheio. A saída foi um calendário repleto de datas promocionais com o objetivo de estimular vendas ao longo do ano: Semana do consumidor, Liquida Verão, dia do pagamento (payday), datas duplas (10/10, 11/11 etc), entre outras. Segundo os players do setor, esses eventos ajudam a manter o fluxo do comércio aquecido, diluem demanda e engajam o consumidor.

Entre essas datas estão os "esquentas" da Black Friday, realizados no dia 11 deste mês (11/11). A Shopee diz ter vendido 20 milhões de itens, superando a sua própria performance no ano anterior. O Mercado Livre registrou 56% mais tráfego em comparação a 2024. Na mesma data, a Amazon realizou a sua "chuva de cupons", com descontos de até 80% em alguns itens, e obteve um crescimento de mais de 70% no tráfego da Amazon.com.br em relação à véspera (10/11). 

O cardápio de opções aumentou, mas há um ponto incontestável: nenhuma dessas datas, nem mesmo todas combinadas, rivalizam com a Black Friday, que permanece como o ápice do varejo no ano. Para alguns, ela representa o dobro do volume de vendas em relação à média dos outros meses. Sozinho, o final de semana da Black Friday representa avanço de quatro vezes a quantidade de vendas de um final de semana comum.


Números falam por si só


Segundo projeções da Abiacom (Associação Brasileira de Inteligência Artificial e E-commerce), a Black Friday de 2025 deve movimentar R$ 13,34 bilhões, representando um crescimento de 14,7% sobre os R$ 11,63 bilhões registrados em 2024. A expectativa é de um tíquete médio estimado em R$ 808,50.

Outro dado que ajuda a entender a dimensão da data vem do Mercado Livre. Na sexta-feira da Black Friday de 2024, a empresa registrou o seu maior volume de vendas diárias da história.

Ao contrário do que ocorria nas primeiras edições da data, o comportamento do consumidor brasileiro amadureceu: a compra na Black Friday é, hoje, racional e planejada, e não mais um ato de impulso desenfreado. Pesquisa do Mercado Livre indica que 81% dos brasileiros pretendem ativamente comprar na Black Friday, e o foco principal é antecipar as compras de Natal.

Fernando Mansano, da Abiacom, aponta que a Black Friday também se consolidou como uma oportunidade de antecipar as compras de Natal. É isso que explica o tíquete médio mais alto do que em outras épocas do ano. De janeiro a junho deste ano, a associação calcula R$ 100,5 bilhões em vendas, num tíquete médio de R$ 540, 33,2% inferior ao aguardado para a Black Friday. Isso se deve, segundo ele, pela aquisição de produtos de mais alto valor justamente nessa época do ano, tais como eletrônicos e eletrodomésticos, apesar de itens de supermercado, beleza e limpeza estarem ganhando espaço na preferência dos clientes.


https://forbes.com.br/forbes-money/2025/11/por-que-a-black-friday-cont inua-reinando-no-varejo-nacional/
"Na data mencionada, a Amazon realizou a "chuva de cupons", concedendo descontos de até 80% em alguns itens, conseguindo um crescimento de mais de 70% no tráfego da Amazon.com.br em relação à véspera."

A organização sintática manifesta-se na capacidade de estruturar a mensagem de modo que cada palavra ocupe seu lugar determinado na oração. Com base nisso, analise as diferentes formas de reescrita do trecho acima e assinale a alternativa em que o conteúdo foi retomado de forma INCORRETA.
Alternativas
Q3780269 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Por que a Black Friday Continua Reinando No Varejo Nacional


Mesmo com novos calendários promocionais, estratégia, confiança e volume mantêm a Black Friday como ápice absoluto do consumo no Brasil

Há pelo menos 15 anos, a última sexta-feira de novembro — logo após a celebração do Dia de Ação de Graças na América do Norte — é sinônimo de descontos expressivos e ida às compras. Como quem não quer nada, a Black Friday passou de um evento importado dos Estados Unidos para uma das principais datas do varejo brasileiro.

O setor, no entanto, tem criado outras formas de manter o consumidor sempre de carrinho cheio. A saída foi um calendário repleto de datas promocionais com o objetivo de estimular vendas ao longo do ano: Semana do consumidor, Liquida Verão, dia do pagamento (payday), datas duplas (10/10, 11/11 etc), entre outras. Segundo os players do setor, esses eventos ajudam a manter o fluxo do comércio aquecido, diluem demanda e engajam o consumidor.

Entre essas datas estão os "esquentas" da Black Friday, realizados no dia 11 deste mês (11/11). A Shopee diz ter vendido 20 milhões de itens, superando a sua própria performance no ano anterior. O Mercado Livre registrou 56% mais tráfego em comparação a 2024. Na mesma data, a Amazon realizou a sua "chuva de cupons", com descontos de até 80% em alguns itens, e obteve um crescimento de mais de 70% no tráfego da Amazon.com.br em relação à véspera (10/11).

O cardápio de opções aumentou, mas há um ponto incontestável: nenhuma dessas datas, nem mesmo todas combinadas, rivalizam com a Black Friday, que permanece como o ápice do varejo no ano. Para alguns, ela representa o dobro do volume de vendas em relação à média dos outros meses. Sozinho, o final de semana da Black Friday representa avanço de quatro vezes a quantidade de vendas de um final de semana comum.

Números falam por si só

Segundo projeções da Abiacom (Associação Brasileira de Inteligência Artificial e E-commerce), a Black Friday de 2025 deve movimentar R$ 13,34 bilhões, representando um crescimento de 14,7% sobre os R$ 11,63 bilhões registrados em 2024. A expectativa é de um tíquete médio estimado em R$ 808,50.

Outro dado que ajuda a entender a dimensão da data vem do Mercado Livre. Na sexta-feira da Black Friday de 2024, a empresa registrou o seu maior volume de vendas diárias da história.

Ao contrário do que ocorria nas primeiras edições da data, o comportamento do consumidor brasileiro amadureceu: a compra na Black Friday é, hoje, racional e planejada, e não mais um ato de impulso desenfreado. Pesquisa do Mercado Livre indica que 81% dos brasileiros pretendem ativamente comprar na Black Friday, e o foco principal é antecipar as compras de Natal.

Fernando Mansano, da Abiacom, aponta que a Black Friday também se consolidou como uma oportunidade de antecipar as compras de Natal. É isso que explica o tíquete médio mais alto do que em outras épocas do ano. De janeiro a junho deste ano, a associação calcula R$ 100,5 bilhões em vendas, num tíquete médio de R$ 540, 33,2% inferior ao aguardado para a Black Friday. Isso se deve, segundo ele, pela aquisição de produtos de mais alto valor justamente nessa época do ano, tais como eletrônicos e eletrodomésticos, apesar de itens de supermercado, beleza e limpeza estarem ganhando espaço na preferência dos clientes.


https://forbes.com.br/forbes-money/2025/11/por-que-a-black-friday-cont inua-reinando-no-varejo-nacional/
"Na data mencionada, a Amazon realizou a "chuva de cupons", concedendo descontos de até 80% em alguns itens, conseguindo um crescimento de mais de 70% no tráfego da Amazon.com.br em relação à véspera."

A organização sintática manifesta-se na capacidade de estruturar a mensagem de modo que cada palavra ocupe seu lugar determinado na oração. Com base nisso, analise as diferentes formas de reescrita do trecho acima e assina  forma INCORRETA.
Alternativas
Q3780228 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Por que a Black Friday Continua Reinando No Varejo Nacional


Mesmo com novos calendários promocionais, estratégia, confiança e volume mantêm a Black Friday como ápice absoluto do consumo no Brasil

Há pelo menos 15 anos, a última sexta-feira de novembro — logo após a celebração do Dia de Ação de Graças na América do Norte — é sinônimo de descontos expressivos e ida às compras. Como quem não quer nada, a Black Friday passou de um evento importado dos Estados Unidos para uma das principais datas do varejo brasileiro.

O setor, no entanto, tem criado outras formas de manter o consumidor sempre de carrinho cheio. A saída foi um calendário repleto de datas promocionais com o objetivo de estimular vendas ao longo do ano: Semana do consumidor, Liquida Verão, dia do pagamento (payday), datas duplas (10/10, 11/11 etc), entre outras. Segundo os players do setor, esses eventos ajudam a manter o fluxo do comércio aquecido, diluem demanda e engajam o consumidor.

Entre essas datas estão os "esquentas" da Black Friday, realizados no dia 11 deste mês (11/11). A Shopee diz ter vendido 20 milhões de itens, superando a sua própria performance no ano anterior. O Mercado Livre registrou 56% mais tráfego em comparação a 2024. Na mesma data, a Amazon realizou a sua "chuva de cupons", com descontos de até 80% em alguns itens, e obteve um crescimento de mais de 70% no tráfego da Amazon.com.br em relação à véspera (10/11).

O cardápio de opções aumentou, mas há um ponto incontestável: nenhuma dessas datas, nem mesmo todas combinadas, rivalizam com a Black Friday, que permanece como o ápice do varejo no ano. Para alguns, ela representa o dobro do volume de vendas em relação à média dos outros meses. Sozinho, o final de semana da Black Friday representa avanço de quatro vezes a quantidade de vendas de um final de semana comum.


Números falam por si só


Segundo projeções da Abiacom (Associação Brasileira de Inteligência Artificial e E-commerce), a Black Friday de 2025 deve movimentar R$ 13,34 bilhões, representando um crescimento de 14,7% sobre os R$ 11,63 bilhões registrados em 2024. A expectativa é de um tíquete médio estimado em R$ 808,50.

Outro dado que ajuda a entender a dimensão da data vem do Mercado Livre. Na sexta-feira da Black Friday de 2024, a empresa registrou o seu maior volume de vendas diárias da história.

Ao contrário do que ocorria nas primeiras edições da data, o comportamento do consumidor brasileiro amadureceu: a compra na Black Friday é, hoje, racional e planejada, e não mais um ato de impulso desenfreado. Pesquisa do Mercado Livre indica que 81% dos brasileiros pretendem ativamente comprar na Black Friday, e o foco principal é antecipar as compras de Natal.

Fernando Mansano, da Abiacom, aponta que a Black Friday também se consolidou como uma oportunidade de antecipar as compras de Natal. É isso que explica o tíquete médio mais alto do que em outras épocas do ano. De janeiro a junho deste ano, a associação calcula R$ 100,5 bilhões em vendas, num tíquete médio de R$ 540, 33,2% inferior ao aguardado para a Black Friday. Isso se deve, segundo ele, pela aquisição de produtos de mais alto valor justamente nessa época do ano, tais como eletrônicos e eletrodomésticos, apesar de itens de supermercado, beleza e limpeza estarem ganhando espaço na preferência dos clientes.

https://forbes.com.br/forbes-money/2025/11/por-que-a-black-friday-cont inua-reinando-no-varejo-nacional/ 
"Na data mencionada, a Amazon realizou a "chuva de cupons", concedendo descontos de até 80% em alguns itens, conseguindo um crescimento de mais de 70% no tráfego da Amazon.com.br em relação à véspera."

A organização sintática manifesta-se na capacidade de estruturar a mensagem de modo que cada palavra ocupe seu lugar determinado na oração. Com base nisso, analise as diferentes formas de reescrita do trecho acima e assinale a alternativa em que o conteúdo foi retomado de forma INCORRETA.
Alternativas
Respostas
5541: D
5542: C
5543: D
5544: E
5545: A
5546: B
5547: B
5548: D
5549: A
5550: A
5551: C
5552: B
5553: A
5554: C
5555: E
5556: E
5557: B
5558: D
5559: B
5560: D