Questões de Concurso
Comentadas sobre sintaxe em português
Foram encontradas 42.010 questões
"Na produção, antes de partir, Ana Catarina toma uma decisão inusitada: devolver os livros que ganhou de amigos décadas atrás."
I.O verbo "tomar", no sentido de adotar uma atitude ou uma decisão, é transitivo direto, ou seja, pede que seu sentido seja completado por um objeto direto. Desse modo, esse verbo, nesse contexto, não é regido por nenhuma preposição.
II.O verbo "devolver", nesse contexto, é bitransitivo, isto é, pede tanto um objeto direto quanto um objeto indireto. No caso do complemento indireto, o verbo será regido pela preposição "a", ainda que, na construção do período em análise, esse complemento esteja subentendido.
III.O verbo "ganhar", no sentido de receber algo, pede dois complementos na construção de seu sentido: um direto (o que ganhou) e um indireto (de quem ganhou). No caso do objeto indireto, o verbo ganhar é regido pela preposição "de".
É correto o que se afirma em:
I.Informaram que o novo lote de vacinas chegará.
II.Haviam sinais de que os pedidos de financiamento imobiliário estavam diminuindo.
III.Ali vivia-se a alegria, os afetos, a liberdade existencial e o respeito.
A concordância verbal está correta em:
Quando quem treina IA diariamente diz para não usar, o recado é que a tecnologia não funciona como está sendo divulgada.
A língua não é estática, o que possibilita, por exemplo, expressar uma mesma ideia, mantendo o sentido, de formas linguísticas. A seguir, o excerto foi reescrito de outras maneiras, analise cada alternativa, assim como os ajustes linguísticos feitos, verificando o sentido que em cada uma. Em seguida, assinale a alternativa em que o sentido dado no texto foi mantido:
Primeira coluna: regras de uso da vírgula
1.A vírgula é empregada para separar orações ou termos coordenados sem a utilização de conectivo.
2.A vírgula é empregada para indicar/separar uma oração adjetiva explicativa.
3.A vírgula é empregada para separar o adjunto adverbial deslocado.
Segunda coluna: aplicações
(__)"A Character.AI, que enfrenta processos similares, tomou medidas e bloqueou o acesso de menores de 18 anos".
(__)"Segundo uma reportagem do New York Times, a OpenAI diz ter recomendado ajuda 100 vezes".
(__)"Não pensam, não raciocinam."
Assinale a alternativa que apresenta a correta associação entre as colunas:
"No ano em que o Brasil sediou a 30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (COP30), na qual a preservação e restauração ambiental foram temas recorrentes , o Censo revela que praticamente dois em cada três habitantes de favelas (64,6%) moram em trechos de vias sem ao menos uma árvore em área pública.
O levantamento aponta desigualdade territorial, uma vez que nas áreas fora das favelas, a proporção de moradores em ruas sem árvores recua para três em cada dez habitantes (31%). [...]"
(__)Tanto o verbo "ser" quanto o substantivo e o adjetivo em "foram temas recorrentes" apresentam concordância correta, uma vez que se referem ao sujeito composto "a preservação e restauração ambiental".
(__)A concordância do verbo "morar" está correta e foi feita em relação a "dois". Se a construção fosse "um em cada três habitantes", o verbo deveria estar no singular.
(__)A palavra "fora", no segundo parágrafo, apresenta concordância nominal inadequada, pois deveria estar no plural, concordando com o substantivo "áreas".
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta:
"Na produção, antes de partir, Ana Catarina toma uma decisão inusitada: devolver os livros que ganhou de amigos décadas atrás."
I.O verbo "tomar", no sentido de adotar uma atitude ou uma decisão, é transitivo direto, ou seja, pede que seu sentido seja completado por um objeto direto. Desse modo, esse verbo, nesse contexto, não é regido por nenhuma preposição.
II.O verbo "devolver", nesse contexto, é bitransitivo, isto é, pede tanto um objeto direto quanto um objeto indireto. No caso do complemento indireto, o verbo será regido pela preposição "a", ainda que, na construção do período em análise, esse complemento esteja subentendido.
III.O verbo "ganhar", no sentido de receber algo, pede dois complementos na construção de seu sentido: um direto (o que ganhou) e um indireto (de quem ganhou). No caso do objeto indireto, o verbo ganhar é regido pela preposição "de".
É correto o que se afirma em:
• “Há muitas pessoas de visão perfeita que nada veem. O ato de ver não é coisa natural. Precisa ser aprendido.” (4º parágrafo)
É correto afirmar que as frases poderiam ser unidas, respectivamente e em conformidade com as relações de sentido do texto original, pelas conjunções:
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
A conexão entre intestino e cérebro influencia a saúde e as emoções
Nosso intestino abriga mais de cem milhões de células nervosas e é responsável pela produção de 95% da serotonina, um neurotransmissor relacionado ao bem-estar.
Recentemente, novas evidências científicas reforçaram a importância da microbiota intestinal — um grupo de trilhões de bactérias, vírus, fungos e outros agentes microscópicos — para a saúde do corpo e da mente.
Isso mostra como o intestino e o cérebro estão conectados e se influenciam mutuamente.
Você provavelmente já sentiu aquele frio na barriga ao se apaixonar por alguém ou teve náuseas antes de uma reunião importante.
Esses dois órgãos estão conectados de três maneiras diferentes, explica a gastroenterologista Saliha Ahmed, embaixadora da Bowel Research UK, uma organização britânica que faz pesquisas e campanhas sobre o sistema digestivo.
A primeira forma é o nervo vago, uma estrutura muito importante do sistema nervoso que liga diretamente o cérebro a vários órgãos, como o coração e os intestinos.
Em segundo lugar, o cérebro e o intestino se comunicam com a ajuda de hormônios. Essas substâncias são produzidas por glândulas e enviam sinais por todo o corpo.
O terceiro mecanismo envolve o sistema imunológico.
"Muitas pessoas pensam que essas células de defesa vivem apenas no sangue ou nos gânglios linfáticos, mas, na verdade, uma grande proporção opera no intestino e serve como mediador entre o cérebro e todo o organismo", diz Ahmed.
O neurogastroenterologista Pasricha, da Clínica Mayo, nos Estados Unidos, destaca que essa conexão especial ocorre porque o cérebro precisa de muita potência para funcionar e o intestino é a nossa usina de energia.
Ele ressalta que o cérebro representa apenas 2% do nosso peso corporal, mas consome 20% da energia produzida no corpo.
O papel do intestino é justamente quebrar os alimentos em moléculas simples e absorvê-las para fornecer o combustível para o funcionamento de todo o organismo.
Essa é uma relação mútua; em outras palavras, o cérebro influencia o intestino, mas o intestino também influencia o cérebro.
Quando enfrentamos uma situação perigosa ou ameaçadora, ou mesmo um evento muito importante, como uma reunião no trabalho, uma das primeiras reações fisiológicas ocorre na barriga.
Nessas situações, podemos experimentar náuseas, cólicas ou até diarreia.
Nosso intestino abriga entre dez e cem trilhões de células de outros organismos, o que inclui bactérias, vírus, fungos, protozoários e outros agentes microscópicos.
Esse número supera a quantidade de células próprias que uma pessoa possui.
Especialistas explicam que essa comunidade abundante tem uma relação simbiótica conosco.
Elas obtêm nutrientes dos alimentos que ingerimos, mas também nos ajudam a digerir alguns ingredientes que não somos capazes de processar sozinhos.
Nas últimas duas décadas, o conhecimento sobre a microbiota e sua influência em nossa saúde cresceu consideravelmente.
Ahmed explica que novas ferramentas e testes desenvolvidos por cientistas ajudaram a mensurar os microrganismos que habitam o intestino e também a entender como eles influenciam o desenvolvimento de certas doenças.
"Alterações no equilíbrio da microbiota, o que chamamos de disbiose, têm sido associadas a quase todas as doenças conhecidas pelos seres humanos", acrescenta Pasricha.
Em 2011, o neurogastroenterologista liderou um estudo pioneiro com cobaias. No trabalho, ele observou que a irritação gástrica nos primeiros dias de vida induz um aumento da depressão e de comportamentos ansiosos.
Outras pesquisas mostraram que a disbiose está associada à obesidade, às doenças cardiovasculares e até mesmo ao câncer.
No entanto, Pasricha ressalta que precisa-se de evidências suficientes para estabelecer uma relação clara de causa e efeito, e quantos problemas encontrados na microbiota intestinal são de fato a origem de diversas doenças.
"Existem evidências tanto em estudos com animais quanto em pesquisas com seres humanos de que há problemas que começam no intestino e causam ansiedade ou depressão.
O papel do intestino é "justamente quebrar os alimentos em moléculas simples" e absorvê-las para fornecer o combustível para o funcionamento de todo o organismo.
Com base na análise sintática do trecho citado, é correto afirmar que a oração destacada:
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
A conexão entre intestino e cérebro influencia a saúde e as emoções
Nosso intestino abriga mais de cem milhões de células nervosas e é responsável pela produção de 95% da serotonina, um neurotransmissor relacionado ao bem-estar.
Recentemente, novas evidências científicas reforçaram a importância da microbiota intestinal — um grupo de trilhões de bactérias, vírus, fungos e outros agentes microscópicos — para a saúde do corpo e da mente.
Isso mostra como o intestino e o cérebro estão conectados e se influenciam mutuamente.
Você provavelmente já sentiu aquele frio na barriga ao se apaixonar por alguém ou teve náuseas antes de uma reunião importante.
Esses dois órgãos estão conectados de três maneiras diferentes, explica a gastroenterologista Saliha Ahmed, embaixadora da Bowel Research UK, uma organização britânica que faz pesquisas e campanhas sobre o sistema digestivo.
A primeira forma é o nervo vago, uma estrutura muito importante do sistema nervoso que liga diretamente o cérebro a vários órgãos, como o coração e os intestinos.
Em segundo lugar, o cérebro e o intestino se comunicam com a ajuda de hormônios. Essas substâncias são produzidas por glândulas e enviam sinais por todo o corpo.
O terceiro mecanismo envolve o sistema imunológico.
"Muitas pessoas pensam que essas células de defesa vivem apenas no sangue ou nos gânglios linfáticos, mas, na verdade, uma grande proporção opera no intestino e serve como mediador entre o cérebro e todo o organismo", diz Ahmed.
O neurogastroenterologista Pasricha, da Clínica Mayo, nos Estados Unidos, destaca que essa conexão especial ocorre porque o cérebro precisa de muita potência para funcionar e o intestino é a nossa usina de energia.
Ele ressalta que o cérebro representa apenas 2% do nosso peso corporal, mas consome 20% da energia produzida no corpo.
O papel do intestino é justamente quebrar os alimentos em moléculas simples e absorvê-las para fornecer o combustível para o funcionamento de todo o organismo.
Essa é uma relação mútua; em outras palavras, o cérebro influencia o intestino, mas o intestino também influencia o cérebro.
Quando enfrentamos uma situação perigosa ou ameaçadora, ou mesmo um evento muito importante, como uma reunião no trabalho, uma das primeiras reações fisiológicas ocorre na barriga.
Nessas situações, podemos experimentar náuseas, cólicas ou até diarreia.
Nosso intestino abriga entre dez e cem trilhões de células de outros organismos, o que inclui bactérias, vírus, fungos, protozoários e outros agentes microscópicos.
Esse número supera a quantidade de células próprias que uma pessoa possui.
Especialistas explicam que essa comunidade abundante tem uma relação simbiótica conosco.
Elas obtêm nutrientes dos alimentos que ingerimos, mas também nos ajudam a digerir alguns ingredientes que não somos capazes de processar sozinhos.
Nas últimas duas décadas, o conhecimento sobre a microbiota e sua influência em nossa saúde cresceu consideravelmente.
Ahmed explica que novas ferramentas e testes desenvolvidos por cientistas ajudaram a mensurar os microrganismos que habitam o intestino e também a entender como eles influenciam o desenvolvimento de certas doenças.
"Alterações no equilíbrio da microbiota, o que chamamos de disbiose, têm sido associadas a quase todas as doenças conhecidas pelos seres humanos", acrescenta Pasricha.
Em 2011, o neurogastroenterologista liderou um estudo pioneiro com cobaias. No trabalho, ele observou que a irritação gástrica nos primeiros dias de vida induz um aumento da depressão e de comportamentos ansiosos.
Outras pesquisas mostraram que a disbiose está associada à obesidade, às doenças cardiovasculares e até mesmo ao câncer.
No entanto, Pasricha ressalta que precisa-se de evidências suficientes para estabelecer uma relação clara de causa e efeito, e quantos problemas encontrados na microbiota intestinal são de fato a origem de diversas doenças.
"Existem evidências tanto em estudos com animais quanto em pesquisas com seres humanos de que há problemas que começam no intestino e causam ansiedade ou depressão.
No entanto, Pasricha ressalta que "precisa-se de evidências suficientes" para estabelecer uma relação clara de causa e efeito.
Sintaticamente, é correto afirmar que, na oração destacada:
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
A conexão entre intestino e cérebro influencia a saúde e as emoções
Nosso intestino abriga mais de cem milhões de células nervosas e é responsável pela produção de 95% da serotonina, um neurotransmissor relacionado ao bem-estar.
Recentemente, novas evidências científicas reforçaram a importância da microbiota intestinal — um grupo de trilhões de bactérias, vírus, fungos e outros agentes microscópicos — para a saúde do corpo e da mente.
Isso mostra como o intestino e o cérebro estão conectados e se influenciam mutuamente.
Você provavelmente já sentiu aquele frio na barriga ao se apaixonar por alguém ou teve náuseas antes de uma reunião importante.
Esses dois órgãos estão conectados de três maneiras diferentes, explica a gastroenterologista Saliha Ahmed, embaixadora da Bowel Research UK, uma organização britânica que faz pesquisas e campanhas sobre o sistema digestivo.
A primeira forma é o nervo vago, uma estrutura muito importante do sistema nervoso que liga diretamente o cérebro a vários órgãos, como o coração e os intestinos.
Em segundo lugar, o cérebro e o intestino se comunicam com a ajuda de hormônios. Essas substâncias são produzidas por glândulas e enviam sinais por todo o corpo.
O terceiro mecanismo envolve o sistema imunológico.
"Muitas pessoas pensam que essas células de defesa vivem apenas no sangue ou nos gânglios linfáticos, mas, na verdade, uma grande proporção opera no intestino e serve como mediador entre o cérebro e todo o organismo", diz Ahmed.
O neurogastroenterologista Pasricha, da Clínica Mayo, nos Estados Unidos, destaca que essa conexão especial ocorre porque o cérebro precisa de muita potência para funcionar e o intestino é a nossa usina de energia.
Ele ressalta que o cérebro representa apenas 2% do nosso peso corporal, mas consome 20% da energia produzida no corpo.
O papel do intestino é justamente quebrar os alimentos em moléculas simples e absorvê-las para fornecer o combustível para o funcionamento de todo o organismo.
Essa é uma relação mútua; em outras palavras, o cérebro influencia o intestino, mas o intestino também influencia o cérebro.
Quando enfrentamos uma situação perigosa ou ameaçadora, ou mesmo um evento muito importante, como uma reunião no trabalho, uma das primeiras reações fisiológicas ocorre na barriga.
Nessas situações, podemos experimentar náuseas, cólicas ou até diarreia.
Nosso intestino abriga entre dez e cem trilhões de células de outros organismos, o que inclui bactérias, vírus, fungos, protozoários e outros agentes microscópicos.
Esse número supera a quantidade de células próprias que uma pessoa possui.
Especialistas explicam que essa comunidade abundante tem uma relação simbiótica conosco.
Elas obtêm nutrientes dos alimentos que ingerimos, mas também nos ajudam a digerir alguns ingredientes que não somos capazes de processar sozinhos.
Nas últimas duas décadas, o conhecimento sobre a microbiota e sua influência em nossa saúde cresceu consideravelmente.
Ahmed explica que novas ferramentas e testes desenvolvidos por cientistas ajudaram a mensurar os microrganismos que habitam o intestino e também a entender como eles influenciam o desenvolvimento de certas doenças.
"Alterações no equilíbrio da microbiota, o que chamamos de disbiose, têm sido associadas a quase todas as doenças conhecidas pelos seres humanos", acrescenta Pasricha.
Em 2011, o neurogastroenterologista liderou um estudo pioneiro com cobaias. No trabalho, ele observou que a irritação gástrica nos primeiros dias de vida induz um aumento da depressão e de comportamentos ansiosos.
Outras pesquisas mostraram que a disbiose está associada à obesidade, às doenças cardiovasculares e até mesmo ao câncer.
No entanto, Pasricha ressalta que precisa-se de evidências suficientes para estabelecer uma relação clara de causa e efeito, e quantos problemas encontrados na microbiota intestinal são de fato a origem de diversas doenças.
"Existem evidências tanto em estudos com animais quanto em pesquisas com seres humanos de que há problemas que começam no intestino e causam ansiedade ou depressão.
Essa é uma relação mútua; em outras palavras, o cérebro influencia o intestino, mas o intestino também influencia o cérebro.
Com base na estrutura sintática do período composto, é correto afirmar que:
I.Eu sou a pessoa que escreve as legendas.
II.Eu sou a pessoa que escrevo as legendas.
III.Nossos filhos são iguais a nós, que não gostam de filmes violentos.
IV.Nossos filhos são iguais a nós, que não gostamos de filmes violentos.
É correta a concordância verbal em:
Leia o excerto:
“A cidade cresceu sem planejamento; por isso, hoje enfrenta sérios problemas de mobilidade.”
A expressão “por isso” estabelece, no período, uma relação de: